Artigos da Federaçãooo

Vamos lutar para ganhar esta tarde

Verde é também a cor da esperança e essa mora no seio da comitiva portuguesa, a escassas horas de mais um compromisso importante para as aspirações lusas.

Antes do treino matinal, com a duração de uma hora, no mesmo recinto onde irá ter lugar a partida desta tarde (Hall Jezica), aproveitámos uns momentos de descompressão, enquanto se tomava um café no bar do hotel, para auscultar a opinião do seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos, sobre o encontro, cujo início está marcado para as16 horas (menos uma hora em Portugal): :«É claramente um jogo que vamos lutar para ganhar. A Eslovénia é um dos nossos adversários directos, que tem os mesmos objectivos, mas que neste momento está em desvantagem, porque vem de uma derrota no sábado passado, na Suécia. Mas talvez por isso tenha uma motivação extra. Outra coisa que não sabemos é se a base Nika Baric irá alinhar. Ela acabou anteontem o Europeu de Sub 18, Divisão A, onde a Eslovénia foi 4ª classificada e ela própria se sagrou MVP da competição. É uma jogadora que lê muito bem o jogo e claramente faz a diferença.».Mas o nosso adversário desta tarde é uma equipa que possui bons valores, nomeadamente a extremo (1,85m) Maja Erkic (jogou em Espanha, no Celta de Vigo e presentemente alinha no Faemnza, na 1ª Liga de Itália), a poste (1,97m) Sandra Pirsic (vai na sua 3ª época ao serviço do Ibiza Island, da 1ª Liga espanhola), Eva Komplet (lesionada na última época) e Katja Temnik, entre outras.«Temos também os nossos pontos fortes. Vamos ver se eles conseguem desequilibrar as contas a nosso favor.», concluiu Ricardo Vasconcelos.


Um dia de estágio com…

Diversas vezes, encontra o passe para a jogadora com vantagem em que mais ninguém reparou. O facto de ser uma jogadora alta, comparativamente às adversárias que jogam na posição de base, também a ajuda nestas leituras de jogo. Gosta mais de penetrar do que lançar de fora. Podemos vê-la a fazer das suas fantásticas assistências com a camisola nº 9 da Selecção Nacional.

Como foi o dia de estágio hoje?Hoje foi dia de preparação para o jogo de amanhã com a Eslovénia. Os dois treinos realizados (manhã e tarde) serviram para nos adaptarmos ao campo onde vamos jogar, fazer uns lançamentos e corrigir alguns aspectos tácticos ofensivos e defensivos. Depois de jantar, tivemos uma sessão de vídeo para ver alguns movimentos ofensivos da Eslovénia e tomar conhecimento dos seus pontos fortes.Como surgiu o basquetebol na tua vida?Entrei no externato do Algés com 3 anos e experimentei várias modalidades: natação, ginástica rítmica, ballet. Quando tinha 7 anos, fui ver um jogo de minibasquete da minha irmã e reparei que davam Sugus de fruta aos atletas. Fiquei fascinada e, na minha inocência infantil, pensei que era sempre assim e comecei a jogar. Nunca recebi os desejados Sugus, mas foi o começo de algo que mudou completamente a minha vida e me proporciona muitos bons momentos.Que clube irás representar na próxima época?Na próxima época, estarei a representar o Algés.Quem é a Joana Fogaça? Como te descreverias?Sou faladora, extrovertida, distraída e competitiva.O que achas que as pessoas deveriam saber sobre ti?Adoro chocolate, praia, basquete. Não gosto de bacalhau, café, cigarros.Como ocupas os teus tempos livres?Nos meus tempos livres gosto de ler, navegar na internet, ir ao cinema, estar com os amigos e família, cozinhar.Com quem (figura pública) gostarias de passar a tarde a conversar no café? Porquê?Antes sonhava passar a tarde com o MJ, mas esse sonho já foi concretizado. Agora, talvez com o Steve Nash, por ser um excelente jogador e parecer muito divertido.O que não dispensas fazer no dia de folga?Estar com a família.Se tivesses de escolher uma música para te inspirar, qual seria?Escolheria “I believe I can fly”, do R.Kelly ou “Reach”, de Gloria Estefan.O que é que queres ser “quando fores grande”?Quero continuar a ser feliz e continuar a poder agradecer, cada dia, à minha família e amigos, a boa vida que tenho.Tens alguma frase/lema de vida?“Existem 2 dias em que nada pode ser feito. Um é ontem e outro é amanhã. Portanto, hoje é mesmo o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” – Dalai Lama.


Sub-16 masculinos vão tentar o 9º lugar

A equipa portuguesa era segunda à entrada da última jornada da fase preliminar, mas não foi beneficiada pela conjugação de resultados verificados esta segunda-feira, no Grupo A. A Suécia, que tinha perdido os jogos todos até então, ganhou à Áustria, por 81-78; enquanto a Ucrânia, tal como se previa, bateu a Suíça, por 78-37. Em consequência a Suíça ficou no segundo lugar e Portugal, que foi terceiro, vai lutar, agora, pela 9ª posição.


Portugal cede no 4º período e soma nova derrota

Portugal somou a terceira derrota em 3 jogos disputados, enquanto que a Bélgica juntou-se à Bulgária (derrotou a Polónia) na frente, com 2 vitórias em outros tantos jogos.
Portugal viaja amanhã para Tiblisi, capital da Geórgia onde jogará o próximo jogo, na quinta-feira, dia 11.

Portugal entrou mal na partida e, com cinco minutos jogados, tinha sofrido um parcial de 2-12. Mais uma vez, a equipa portuguesa foi obrigada a reagir e, em 3 minutos respondeu com 12 pontos, acabando o primeiro quarto a curtos 2 pontos de distância. Apesar da reacção Portugal não conseguia passar para a frente e voltou a começar mal os segundos 10 minutos embora, nesta ocasião, não tenha permitido ao adversário afastar-se mais do que 5 pontos. Com um cesto nos últimos segundos da primeira parte, Portugal atingiu o intervalo em vantagem na primeira ocasião em que esteve na liderança – 33-32.No regresso dos balneários, os jogadores lusos trouxeram consigo alguma ansiedade e, uma vez mais, os belgas aproveitaram para passar para a frente. O jogo conheceu então a sua fase de maior equilibrio e, no último segundo do 3º período, Jaime Silva marcou um sempre espectacular cesto para lá do meio campo que deu o empate (52-52) na entrada para o decisivo parcial.Assistiu-se a uma repetição do inicio do jogo e, num ápice, a equipa belga disparou para uma vantagem na dezena de pontos. Com muito coração e pouco discernimento, os jogadores portugueses não conseguiram ir buscar o jogo que terminaria com 9 pontos de vantagem para a Bélgica.


Seleccionadora Ana Neves não tem tarefa fácil

s selecções nacionais de basquetebol andam numa roda viva. Enquanto as Seniores femininas estão em Ljubljana, capital da Eslovénia, desde ontem, para defrontarem amanhã a selecção anfitriã, a partir das 16 horas locais (15 horas portuguesas), a selecção feminina de Sub 18 regressa esta noite a Portugal, vinda de Timisoara (Roménia), onde ontem terminou o Europeu, Divisão B, tendo-se posicionado no 11º lugar entre 18 equipas.

Também nos masculinos a actividade abrange dois escalões: os seniores, em plena campanha do EuroBasket, tendo um calendário muito exigente até final de Agosto e os mais novos (Sub 16) a participar no Campeonato da Europa que decorre em Tallin (Estónia). Mas a razão fundamental desta crónica é para noticiar a viagem da comitiva da selecção de Sub 16 Femininos, que parte amanhã para a Macedónia, concretamente para a capital (Skopje), onde na próxima 5ª feira se inicia o Europeu do respectivo escalão.A seleccionadora Ana Catarina Neves não vai ter uma tarefa fácil. O Grupo A, onde a selecção lusa está inserida, tem como participantes, a Bulgária, Suiça e Hungria, defrontando-os precisamente por esta ordem, nos dias 12,13 e 14 do corrente. Em teoria, búlgaras e magiares, terão outros objectivos, em função do seu historial. Depois as jogadoras que actuam nas áreas próximas do cesto, não possuem grande estatura, handicap que no basquetebo é decisivo na maioria das vezes. As jogadoras convocadas são as seguintes:Carolina Anacleto (AD Sanjoanense) Helena Costa (Basquete de Barcelos)Inês Viana (AD Sanjoanense)Joana Canastra (Zona Alta)Joana Soeiro (GD Gafanha)Josephine Filipe (PT Coimbra)Laura Ferreira (Escola da Amadora)Leonor Cruz (Zona Alta) Letícia Fonseca (Lousada AC)Mafalda Barros (CAB Madeira)Nádia Fernandes (ADE Sintra)Raquel Jamanca (Montijo BA) Seleccionador nacional: Ana Catarina Neves Treinadora adjunta: Cristina ViegasSecretário: Paulo SilvaFisioterapeuta: Carla NunesA comitiva lusa viaja amanhã para Skopje, fazendo escala em Madrid e Sofia.


Um dia de estágio com…Tamara Milovac #8

Veste as cores da equipa das quinas desde os 14 anos. Como característica individual, destaca-se o seu lançamento certeiro de meia distância, além da facilidade de jogar nas zonas próximas do cesto. Conheça a jogadora que entra em campo com a camisola nº 8 da Selecção Nacional.

Como foi o dia de estágio hoje? O dia de hoje foi longo e cansativo. Saímos de Coimbra às 2h15 da manhã. Tínhamos voo em Lisboa às 6h15 para Munich, onde fizemos escala. Apenas às 14h35, saímos para a Eslovénia. A viagem foi de 50 minutos. Após a chegada ao hotel, lanchámos e fomos dormir uma merecida sesta. O staff decidiu trocar o treino por um passeio pelo centro da cidade. Depois jantámos e recolhemos ao quarto. Vamos dormir como uns anjinhos! (risos)Como surgiu o basquetebol na tua vida?Como o meu pai foi jogador profissional de futebol, pensei primeiro em ser jogadora de futebol. No entanto, aos 14 anos, experimentei jogar basquetebol e por cá continuo ainda hoje.Que clube irás representar na próxima época?Na próxima época, estarei a representar o C.D. Torres Novas – OAB.Quem é a Tamara Milovac? Como te descreverias?Sou uma pessoa alegre, simpática, sociável, sensível e impaciente.O que achas que as pessoas deveriam saber sobre ti?Gosto da minha família, dos amigos e de conviver. Aprecio a sinceridade e odeio hipocrisia.Tens algum ritual antes, durante ou depois dos jogos?No dia de jogo, gosto de passear um pouco antes do almoço.Como ocupas os teus tempos livres?Nos meus tempos livres gosto de estar com a família, namorar e estar com os amigos.Com quem (figura pública) gostarias de passar a tarde a conversar no café? Porquê?Gostaria de passar a tarde no café a conversar com a Lady Gaga, por ela ser o grande ícone da música pop, neste momento. Admiro o seu trabalho e o impacto que causa.O que não dispensas fazer no dia de folga?Estar com o meu namorado.Se tivesses de escolher uma música para te inspirar, qual seria?Há várias músicas que me podem inspirar, depende do momento e do lugar onde estou. O que é que queres ser “quando fores grande”?Quero casar-me, ter filhos e principalmente ser feliz.Tens alguma frase/lema de vida?“Nada se consegue na vida sem esforço e dedicação.”


Israel não foi adversário fácil

As israelitas não foram um adversário fácil, obrigando o seleccionado luso a usar todos os seus argumentos, depois de uma entrada desconcentrada.

À entrada do 2º minuto já Israel vencia por 0-7, perante a atitude passiva e pouco empenhada da equipa das quinas. A seleccionadora nacional teve que parar o jogo e por momentos pairou a sensação que as nossas representantes tinham finalmente acordado, ao reduzirem para 8-9, no minuto 5. Foi sol de pouca dura porque o sinal mais continuou a ser da selecção israelita, mais rápida a executar, lançando com boas percentagens, chegando ao final do 1º período no comando por 9 pontos (15-24). Acertando o tiro exterior (3 triplos) no 2º quarto (22-12) e defendendo com mais atenção, as pupilas de Kostourkova passaram para a frente no minuto 18 (32-30), indo para o descanso na liderança (37-36). No reatamento Portugal entrou melhor, mais concentrado e o resultado foi visível. Em 3 minutos um parcial de 8-0 dava uma vantagem de 9 pontos (45-36), mas nova reacção israelita encostava o resultado (52-48), no final do 3º período (15-12), com a base Yael Shafir; MVP da partida, a partir a defesa lusa sem apelo nem agravo. No início do derradeiro quarto Israel ainda reduziu para 52-50, mas Daniela Domingues, ontem a nossa jogadora mais valiosa, assumiu as despesas e foi preponderante em termos ofensivos ao marcar neste último período 11 pontos, sendo 2 duplos e depois 2 triplos consecutivos (63-55 e 66-55), ambos no minuto 37. Filipa Bernardeco também acertou o seu único triplo da tarde, depois de o treinador israelita ter parado o cronómetro, aumentando para 69-53 (minuto 38). O impensável viria a acontecer, porque Israel não desistiu de lutar e encurtou o prejuízo, primeiro para metade (73-65) e depois para 5 pontos apenas (76-71), com 23 segundos para jogar. Foi da linha de lance livre que Luzia Lampreia (77-71) e Daniela Domingues (78-71) selaram o resultado final.Destaque na selecção portuguesa para Daniela Domingues (18 pontos, 78% nos lançamentos de campo com 4/6 nos duplos e 3/3 nos triplos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 3 roubos e uma falta provocada, com o senão de ter feito 6 turnovers, quase metade dos que a equipa fez), Luzia Lampreia (16 pontos, 5/9 nos duplos,1 triplo,1 ressalto ofensivo, 3 assistências, 2 roubos e 6 faltas provocadas), Maria João Andrade (14 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos e 5 faltas provocadas, com 8/12 nos lances livres) e Filipa Bernardeco (7 pontos,1 triplo, 5 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas). Na equipa de Israel, a melhor foi como já referimos a base Yael Shafir (17 pontos, 8/13 nos duplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 7 assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas), bem acompanhada por Keren Mozes (18 pontos, 3/4 nos duplos, 4/7 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos e 2 roubos). Portugal acabou por ganhar o jogo porque provocou mais faltas (22 contra 12), dispondo de 36 lances livres (22 convertidos) contra apenas 12 (7 convertidos) e cometeu menos erros (14-19 turnovers). Porque nos restantes indicadores, ou as coisas estiveram equilibradas, caso da luta nas tabelas (28 ressaltos para cada lado), assistências (11-13) e roubos (9-8), ou a superioridade foi de Israel, nomeadamente em termos de eficácia nos duplos (50%-59%) e nos triplos (43%-50%), com ambas as equipas a converterem 6 triplos cada.Últimos resultados:17º/18º Luxemburgo 50-34 Escócia16º/15º Bósnia e Herzegovina 68-75 Bulgária13º/14º Suiça 36-38 Estónia11º/12º Portugal 78-71 Israel 9º/10º Alemanha 69-55 Montenegro 7º/8º Finlândia 62-53 Inglaterra 5º/6º Croácia 78-48 Dinamarca 3º/4º Grécia 52-48 Bielorússia 1º/2º Holanda 61-63 RoméniaNuma final emocionante, com o cesto da vitória a ser obtido numa arrancada de raiva de Bigica, em cima da buzina, a Roménia sagrou-se campeã europeia, garantindo a subida à Divisão A, tal como a Holanda, finalista vencido, que emprestou enorme brilho ao jogo que decidiu o título.


Vitória sobre a Áustria

A equipa nacional está no segundo posto do Grupo A, posição que lhe garante um lugar na fase seguinte, mas a Selecção tem um jogo a mais e a sua qualificação está dependente dos resultados das restantes equipas durante esta segunda-feira.

Classificação do Grupo A1. Ucrânia, 3/0, 6 pontos2. Portugal, 2/2, 6 pontos3. Suíça, 2/1, 5 pontos4. Áustria, 1/2, 4 pontos5. Suécia, 0/3, 3 pontosEncontros da última jornada da fase preliminar (2ª feira)Suécia-ÁustriaUcrânia-Suíça


Uma estreia em grande

A equipa nacional cilindrou este sábado a Noruega, por 69-35, no jogo de estreia da competição, que se realizou no Pavilhão Multidesportos de Coimbra. No próximo dia 10 as nossas jogadoras defrontam a Eslovénia, fora de portas.

Apesar de a equipa portuguesa ter dominado durante toda a primeira parte, a realidade é que sentiu algumas dificuldades para fugir no marcador, principalmente porque não foi capaz de concretizar com êxito as várias situações de lançamento fácil que conseguiu criar.Mas na segunda parte a Selecção manteve a pressão defensiva, obrigando quase sempre as adversárias a forçar lançamentos longos. O controlo da tabela defensiva e o acerto na hora de atirar ao cesto proporcionariam o ganho de uma vantagem pontual confortável.A mudança para uma defesa zona 2×3 foi a última tentativa das norueguesas para contrariar a superioridade portuguesa, à qual as nossas jogadoras responderam com paciência, tendo inclusive desenhado algumas movimentações ofensivas de grande qualidade.Acabou por ser uma vitória tranquila, em grande parte conseguida pela forma concentrada e competitiva como as atletas portuguesas abordaram este importante encontro para as contas finais do grupo. Foi apenas um pequeno passo de algo que todo o grupo espera que termine num enorme feito para o basquetebol feminino nacional.


Um dia de estágio com… Ana Oliveira #7

Dentro de campo, é lutadora e esforçada. Como características individuais, destacam-se a sua capacidade de desequilibrar em 1X1 e o seu tiro exterior. Hoje, vimo-la em acção com a camisola nº 7 da selecção nacional, na vitória com a Noruega.

Como foi o dia de estágio hoje?Hoje despertámos mais cedo que o habitual, mas nem por isso com menos energia. O treino matinal foi de apenas uma hora para “acertar a mão” e preparar os últimos detalhes para o jogo. Revimos ainda as jogadas das adversárias, com incidência na defesa dos bloqueios.Começámos o Campeonato da Europa com uma vitória expressiva sobre a Noruega. No início do jogo, acusámos alguma falta de ritmo competitivo, provavelmente devido aos poucos jogos de preparação que tivemos. Além disso, o tiro exterior não estava a sair, o que não nos permitia distanciar no marcador. Chegámos ao intervalo com uma vantagem de apenas 6 pontos.Na segunda parte, além de mantermos a intensidade defensiva, imprimimos um ritmo de jogo elevado e graças a melhores opções e a um maior acerto ofensivo, conseguimos arrancar para uma vitória confortável. A alegria é geral! Começámos hoje a ver os frutos do nosso intenso trabalho, com um excelente resultado! Estamos bastante motivadas para encarar os dois próximos jogos. Eslovénia e Suécia, nós vamos a caminho! (risos)Como surgiu o basquetebol na tua vida?Surgiu na escola, quando tinha 13 anos. Daí, incentivaram-me a ir para um clube.Que clube irás representar na próxima época?Na próxima época, estarei a representar o Algés.Quem é a Ana Oliveira? Como te descreverias?Sou uma pessoa alegre, extrovertida, corajosa e que dá muito valor ao respeito.O que achas que as pessoas deveriam saber sobre ti?Adoro rir. Odeio que toquem na minha almofada. (risos)Tens alguma superstição antes, durante ou depois dos jogos?Entro sempre com o pé direito em campo.Como ocupas os teus tempos livres?Gosto de estar com os amigos, jantar fora, ir ao cinema e, infelizmente, muita internet.Com quem (figura pública) gostarias de passar a tarde a conversar no café? Porquê?Com o Manu Ginobli, para me passar um pouco da sua sabedoria. É o meu jogador preferido.O que não dispensas fazer no dia de folga?Dormir e namorar. (risos)Se tivesses de escolher uma música para te inspirar, qual seria?Neste momento, escolheria Waving Flag, de K’naan com David Bisbal.O que é que queres ser “quando fores grande”?Quero ser bem sucedida na vida e ser muito feliz.Tens alguma frase/lema de vida?“Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.”


Portugal discute o 11º/12º com Israel

Depois da derrota frente à Alemanha (57-46), no primeiro jogo da tarde, que matou o nosso sonho, Suiça e Bósnia e Herzegovina esgrimiram forças em busca da melhor classificação possível.

Caso ocorresse a vitória helvética, as nossas representantes iriam disputar a 13ª/14ª posições. No caso de acontecer o triunfo bósnio, então ficariam 3 equipas empatadas, com duas vitórias e duas derrotas. O desempate seria por cesto average e a fava acabou por sair à Suiça que perdeu o encontro (47-50 a favor da Bósnia). Na contabilidade do deve e haver, Portugal acabou por ficar na frente (7 pontos positivos), seguido da Suiça (+3) e da Bósnia (-10). Na partida ante a formação germânica, houve muito equilíbrio durante toda a 1ª parte (27-25 para a Alemanha), com os parciais de 15-14 e 12-11 respectivamente no 1º e 2º períodos, numa toada de parada e resposta e com várias alternâncias no comando do marcador. A maior vantagem até esse momento (5 pontos) pertencera às alemãs, na única situação em que a diferença superou os 3 pontos, quando as portuguesas a ganhar por 19-22 (minuto 16), consentiram um parcial de 8-0, curiosamente da autoria da nº 7, Judith Schmidt, que saltou do banco para marcar 8 pontos consecutivos (2 lances livres e 3 cestos de campo), com uma eficácia de 100% e em 3 minutos apenas, disparando o resultado para 27-22, a 52 segundos do intervalo.De permeio, no minuto 18 (23-22), Kostourkova tinha parado o cronómetro sem resultados práticos. Antes do descanso Filipa Bernardeco reduzia para 27-25, com um triplo no canto direito. No reatamento as coisas continuaram equilibradas até aos 33-33 (minuto 27), mas gradualmente o maior poder físico germânico começou a fazer mossa, carregando no ressalto ofensivo e a diferença fixava-se em 6 pontos (41-35), no final do 3º quarto (14-10). Dois triplos, o primeiro de Laura Hebecker (36-33), ainda no minuto 27 e o segundo por Julia Kohlmann (41-35), este a 15 segundos da buzina, foram decisivos na arrancada germânica. Logo no minuto inicial (31) do último quarto, Kholmann acertou o seu 2º triplo, dando a sensação de que a mão quente ainda não tivera tempo de arrefecer, nos 2 minutos de pausa entre o 3º e o 4º períodos. Era a maior vantagem da Alemanha (44-35) em todo o encontro. Mas o seleccionado luso não baixou os braços e um triplo de Luzia Lampreia (46-40), no minuto 32, fazia renascer a esperança, que se mantinha quando Vitória Pacheco reduzia para 48-44, dois minutos volvidos. Nos derradeiros 5 minutos Portugal não conseguiu lutar de igual para igual frente à torres alemãs, com Sonja Greinacher, principalmente a fazer valer a sua envergadura e peso nas tabelas, indicador onde na etapa complementar a Alemanha virou os números a seu favor, terminando com 38 ressaltos contra 30, quando ao intervalo eram as portuguesas que dominavam (12-16 ressaltos). A selecção germânica triplicou o número de ressaltos ofensivos na 2ª metade, acabando com 16 (4+12), enquanto ao invés as lusas viram a sua capacidade ressaltadora ofensiva diminuir (9+6). Deste modo, um parcial de 9-2 nos últimos 5 minutos, acabou por dar à Alemanha uma vitória justa. Destaque nas vencedoras para a MVP da partida (28,5 de valorização), a poste Sonja Greinacher, que fez mais um duplo-duplo (16 pontos, 6/8 nos duplos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres), bem acompanhada pela tal suplente Judith Schmidt (8 pontos, 3/3 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres) e ainda Christina Schnorr (7 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e 3 faltas provocadas). Positivo foi também o contributo de Laura Hebecker (11 pontos, 1 triplo e 6 ressaltos, sendo 3 ofensivos) e da atiradora Julia Kohlmann (8 pontos e 2/3 nos triplos). No seleccionado luso, a mais valiosa foi a poste Vitória Pacheco (8 pontos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), seguida de Filipa Bernardeco (5 pontos, 1 triplo, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 4 assistências e 1 roubo), Maria João Andrade (14 pontos, 7/11 nos duplos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e duas faltas provocadas) e Jéssica Almeida (4 pontos, 1 ressalto ofensivo, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada).Em termos globais, a selecção germânica ganhou a luta das tabelas (38-30 ressaltos), foi mais eficaz no tiro exterior (38%-13%), roubou mais bolas (9-6) e provocou mais faltas, indo para a linha de lance livre 10 vezes, convertendo 8 (80%) enquanto as portuguesas apenas dispuseram de 4 lances livres, tendo falhado metade (50%). Portugal superiorizou-se nos lançamentos de 2 pontos (44%-46%), foi mais colectivo (8-13 assistências) e conseguiu mais desarmes de lançamento (1-5), enquanto no tocante aos erros cometidos houve equilíbrio (20 turnovers para cada equipa).Resultados do Grupo G (última jornada): Alemanha 57-46 PortugalSuiça 47-50 Bósnia e HerzegovinaCalendário para amanhã (último dia da competição):Poule do 9º ao 18º lugares17º/18º Luxemburgo-Escócia (10H00)15º/16º Bósnia e Herzegovina-Bulgária (12H00)13º/14º Suiça-Estónia (14H00)11º/12º Portugal-Israel (16H00)9º/10º Alemanha-Montenegro (18H00) Entretanto registou-se a grande surpresa das meias-finais, com a derrota da Grécia frente à Holanda (57-60), enquanto a Roménia ganhou à Bielorússia (62-60).Os dois finalistas (Roménia e Holanda) subiram à Divisão A. A final está marcada para as 18H30, no Olimpia Gym.


Portugal já está em Coimbra

Vem apoiar as duas selecções. Não faltes!


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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