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Um dia de estágio com… Sónia Reis #6

Adora esconder-se atrás da defesa para, num movimento rápido e inesperado, roubar o passe e sair em contra-ataque. É muito competitiva, atlética e explosiva. Para além de ser a sub-capitã da selecção, é uma das grandes referências dentro de campo. É já hoje que podemos vê-la brilhar com a camisola nº 6 da Selecção Nacional, no jogo com a Noruega, às 18h, no pavilhão multidesportos de Coimbra.

Como foi o dia de estágio?O dia de estágio hoje foi bastante calmo. Tivemos folga pela manhã e a maioria preferiu ficar a dormir até tarde. O almoço foi às 13h.Depois de mais um pouco de descanso, tivemos uma sessão de vídeo que incidiu sobre o ataque e a defesa da equipa norueguesa, que vamos defrontar amanhã. O treino teve início às 18h. Trabalhámos a defesa dos bloqueios directos, o ataque zona, a defesa campo inteiro e terminámos com lançamentos.Como está a equipa no dia antes do jogo? Qual é o teu feeling?O ambiente em torno da selecção é muito bom. Estamos animadas pelo facto da competição começar já amanhã. Queremos jogar bem e ganhar. Há muito optimismo, mas também sabemos que vamos ter um adversário duro e lutador. Não vai ser fácil. No entanto, o meu feeling é de que vamos vencer essa luta e ganhar.Como surgiu o basquetebol na tua vida?A história em si é um pouco sem graça. Eu nunca quis jogar basquete. Até aos 14 anos toda a gente achava que eu devia jogar basquete e como toda a gente queria isso, eu para ser do contra não queria. Até que um dia decidi praticar desporto para manter a linha, mas com o intuito de ser manequim. Fui ao Clube Siderurgia Nacional e escolhi ténis e artes marciais. No entanto, ambas as modalidades tinham uma mensalidade muito alta e a minha mãe não me deixou continuar. Sobrava-me o basquete porque era grátis. Inscrevi-me e no dia seguinte ligaram-me para ir treinar. Muito contrariada por estar a fazer a vontade a meio mundo, lá fui… e aqui estou eu. Acho que não me saiu assim tão mal. (risos)Que clube irás representar na próxima época?Na próxima época, estarei a representar a equipa de Girona, na Liga Feminina 1, em Espanha.Quem é a Sónia Reis? Como te descreverias?Diria que a Sónia Reis é uma boa pessoa com mau feitio.O que achas que as pessoas deveriam saber sobre ti?Considero-me uma pessoa muito forte e determinada. Nunca desisto dos meus objectivos. Também sou muito orgulhosa. Por vezes, demasiado orgulhosa para dizer “sinto muito”.Tens alguma superstição antes, durante ou depois dos jogos?Não tenho nenhuma superstição. Tenho fé. Por isso, faço sempre o sinal da cruz três vezes quando entro em campo e digo: “Seja o que Deus quiser”.Como ocupas os teus tempos livres?Depende muito de onde estou e quanto tempo livre tenho. Mas habitualmente, vou ao cinema, saio para jantar com amigos, estou com a família, vou à praia, faço muitas caminhadas, cozinho, durmo… Com quem (figura pública) gostarias de passar a tarde a conversar no café? Porquê?Esta é uma pergunta difícil. No entanto, escolheria o Nelson Mandela, pela sua história de vida tão rica e sofrida. De certeza que ficaria a tarde toda encantada com o que ele teria para contar e ensinar, baseado na sua experiência de vida.Se tivesses de escolher uma música para te inspirar, qual seria?Antes dos jogos, oiço sempre a música do R.Kelly, The World Greatest. Inspira-me porque para jogar na Liga onde estou, nunca posso ir com a ideia de que as adversárias são melhores do que eu. Apesar do seu curriculum, naquele jogo, dentro do campo, eu vou ter que provar que não sou pior que nenhuma delas. Não sou a melhor do mundo, mas naquele jogo vou me esforçar por sê-lo. Às vezes corre bem, outras nem por isso! (risos)O que é que queres ser “quando fores grande”?“Quando for grande” quero sentir-me realizada como jogadora de basquete. Quero ver os meus objectivos cumpridos. Posso não conseguir cumpri-los todos, mas saber que pelo menos tentei. Quero sentir que, como profissional, o que fiz, foi bem feito. Como mulher, quero ser uma dona de casa, com muitos filhos, netos, etc. “Quando for grande” quer ser uma velha feliz.Tens alguma frase/lema de vida?Não tenho nenhuma frase, nem lema de vida. Vou tendo e arranjando lemas de acordo com as situações pelas quais vou passando.


Tudo está ainda em aberto para Portugal

Esse decorreu de manhã e com a duração de hora e meia, no West University Gym. Algum alarme quando, na disputa de um lance, Vânia Sousa bateu com a cabeça inadvertidamente no nariz de Maria João Andrade, ficando esta momentâneamente tonta e quase a desfalecer. Prontamente assistida pela fisioterapeuta Bárbara Rola, verificou-se que não passara de um susto, com a jogadora a retomar o treino minutos decorridos.

Noutra situação também Vitória Pacheco fez um golpe na parte interior do lábio, provocado pelo aparelho de ortodôncia, mas sem gravidade.Depois do almoço toda a comitiva lusa foi ver o Suiça-Alemanha, cujo resultado podia afastar-nos de imediato da possibilidade matemática de discutir o 9º/10º lugar. Um percurso feito de eléctrico, após uma chuvada torrencial acompanhada de trovoada, praticamente à hora combinada para saída do hotel. Chegámos ao C.S.S. Gym já a partida havia começado e a formação germânica estava na frente (2-6), com 2 ou 3 minutos jogados. A Alemanha aumentou a vantagem mas depois teve de suportar a reacção helvética (24-29, ao intervalo). No reatamento as alemãs, mais fortes físicamente, aceleraram e arrumaram a questão no 3º quarto (6-21). A vencer por 20 pontos (30-50), a selecção alemã geriu a vantagem no 4º período, com a Suiça a encher-se de brio e a ganhar o último parcial (17-11). No final a vitória da Alemanha (61-47) mantém em aberto as possibilidades das portuguesas, que ainda não desistiram do objectivo. A poste Sonja Greinacher (14 pontos e 7 ressaltos) foi preponderante no êxito germânico, mas teve forte contributo da base Julia Gaudermann (9 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 4 roubos) e ainda de Laura Hebecker (8 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos) e Julia Kohlmann (11 pontos, 3 triplos e 3 assistências). Na formação helvética a melhor foi Dana Bozovic (10 pontos e 8 ressaltos).Agora tudo depende do resultado de amanhã. Continuamos a depender de nós (é preciso ganhar à Alemanha…bastando 1 ponto), mas nesse cenário só a ajuda da Bósnia (se derrotar a Suiça) nos coloca na discussão do 9º/10º, embate marcado para as 18h00 de domingo. Nesse caso o nosso adversário será a Estónia ou Montenegro.O outro cenário é mais complicado. Se ganharmos à Alemanha e a Suiça vencer a Bósnia, haverá um desempate a três. Mas ainda é cedo para se começarem a fazer as contas. Para já nessa hipótese a Alemanha soma neste momento 14 pontos positivos, a Suiça (8 pontos negativos) e Portugal (6 pontos negativos). A ver vamos… Resultados do Grupo G:Suiça 47-61 AlemanhaBósnia e Herzegovina 59-46 LuxemburgoA uma jornada do fim desta fase, Alemanha lidera com 3 vitórias (6 pontos), perseguida pela dupla Suiça e Portugal, ambos com duas vitórias e uma derrota (5 pontos). Jogos para sábado (última jornada):Alemanha-Portugal (13H30)Suiça-Bósnia e Herzegovina (15H45)Folga o Luxemburgo.No grupo dos 8 primeiros, a Grécia resolveu na 2ª metade o problema chamado Croácia, que vencia ao intervalo (31-30). As gregas, ao ganharem os 3º (12-16) e 4º períodos (17-22), alcançaram a sua 6ª vitória (60-68) e carimbaram o passaporte para as meias-finais (amanhã), onde irão ter como opositoras a Holanda. Na outra meia-final estarão Bielorússia e Roménia.


Portugal cede com a Ucrânia

Os jovens portugueses, que tal como na véspera, bateram-se bravamente, são segundos no Grupo A. No outro encontro do agrupamento, a Áustria superou a Suíça (próximo adversário de Portugal), por 61-57.


Forte Polónia vence digno Portugal

A comitiva lusa parte amanhã, pela manhã, de Bygdoszcz, e chegará a POrtugal ao final da tarde.

Vinda de uma pesada derrota na Geórgia, a Polónia entrou determinada a vencer a partida e começou de forma eficaz, com alta percentagem no tiro exterior. Tal facto conferiu uma vantagem na dezena de pontos desde o inicio e Portugal, desde cedo, se viu na contigência de andar atrás do prejuízo. Foi boa a reacção portuguesa que não permitiu que os números disparassem aplicando-se defensivamente. Só que um triplo nos últimos instantes do 1º período fez com que os seis se transformassem em 9 pontos (19-10), no final dos primeiros 10 minutos.O segundo parcial assisitiiu ao melhor de Portugal no ataque com pronta resposta dos anfitriões. A reacção portuguesa permitiu uma ligeira aproximação no marcador mas, uma vez mais, a Polónia logrou tiros de longa distância que lhe permitiram manter a vantagem ao intervalo (44-33).Veio o terceiro período e, depois de um primeiro cesto de Francisco Jordão, que prometia um bom começo, dois triplos consecutivos fizeram a Polónia disparar para 15 pontos e ganhar tranquilidade. Portugal acusou o golpe e tentou lutar para se manter no jogo. Infrutifero. 66-48 era a marca à entrada do último periodo e o esforço fisico era notório nos atleta portugueses.O 4º período trouxe uma confiante Polónia que, num pavilhão repleto com mais de 6000 adeptos, cavalgou para uma vantagem de 28 pontos depois de um parcial de 14-0. Quando se podia esperar o pior, a dignidade dos atletas portugueses veio à tona e com uma boa ponta final, só por manifesta infelicidade, nomeadamente, na linha de lance livre, é que Portugal não conseguiu reduzir ainda mais a diferença final.Para Moncho Lopez “era um jogo dificil pois a Polónia tem um cinco fortissimo e, além do mais, preparam muito bem esta partida, anulando muitos pontos fortes de Portugal. Tentámos lutar e anular as vantagens deles mas não conseguimos”.


Um dia de estágio com…Célia Simões #5

Que o digam os bases que têm de passar por ela quando pressiona campo inteiro… No ataque, a sua arma é o lançamento de três pontos. Representou o Basquete Clube de Barcelos na época transacta e agora é com muito orgulho que veste a camisola nº 5 da selecção nacional.

Quem é a Célia Simões? Como te descreverias?Considero-me descontraída, divertida, simpática, sensível, trabalhadora e pessimista.Como foi o dia de estágio hoje?Como é habitual tivemos dois treinos. De manhã abordámos a defesa das penetrações e rotações defensivas, bloqueios defensivos e “afinámos” a pontaria. Da parte da tarde, a equipa teve sessão de vídeo, sobre o bloqueio directo, recuperação e transição defensiva. Estas são as situações que temos que continuar a trabalhar. Ao contrário do treino da manhã que incidiu sobre a defesa, à tarde trabalhámos soluções ofensivas: leituras e vantagens contra defesa HxH e Zona. Para aliviar a rotina, a equipa técnica facultou-nos um momento de descontracção em equipa, com um jantar fora e uma ida ao cinema, uma vez que amanhã temos uma folga para desfrutar da parte da manhã. Assim foi mais um dia de estágio…Como surgiu o basquetebol na tua vida?Eu comecei a jogar basquetebol com 13 anos porque as minhas amigas queriam praticar desporto. Contudo, eu nem gostava de jogar na escola.Que clube irás representar na próxima época?C.J. Boa Viagem.O que achas que as pessoas deveriam saber sobre ti?Adoro dormir e não gosto de gelados!Tens alguma superstição antes, durante ou depois dos jogos?Não.Como ocupas os teus tempos livres?Gosto de ler, ir ao cinema, navegar na internet, sair com amigos.O que não dispensas fazer no dia de folga?Jantar em família.Com quem (figura pública) gostarias de passar a tarde a conversar no café? Porquê?Com o David Fonseca, porque admiro o seu trabalho.Se tivesses de escolher uma música para te inspirar, qual seria?Eu penso que escolheria duas músicas muito distintas: “Someone that cannot love” (David Fonseca) e “Waka, Waka” (Sakira).O que é que queres ser “quando fores grande”?Quero ser mãe e construir uma família.Tens alguma frase/lema de vida?“Aquilo que tem de ser, tem muita força!”


Portugal entra a ganhar

A jovem formação lusa, que se encontra inserida no Grupo A, superou a Suécia, por 65-57, na primeira jornada da fase preliminar da competição. Sexta-feira, Portugal defronta a Ucrânia, equipa que entrou no Europeu com um triunfo sobre a Áustria, por 77-45.


Vitória lusa inteiramente merecida

Uma parte do trabalho já está feita, com a vitória justa das portuguesas sobre a Bósnia e Herzegovina (59-46), esta tarde no C.S.S. Gym , nesta cidade romena

Para termos hipóteses de discutir o 9º/10º lugares, no próximo domingo, não podíamos ceder hoje, nem tão pouco depois de amanhã, contra a Alemanha, que hoje se viu aflita para levar de vencida o Luxemburgo (65-55), deparando com réplica de certo modo inesperada por parte do adversário. E, para que possamos continuar a sonhar com esse objectivo, será preciso que a formação germânica amanhã (Portugal está de folga) supere a Suiça. Se assim for…Na partida ante as bósnias, Portugal entrou melhor e com 5 minutos jogados já vencia por 8-4. Pressionando o portador da bola, as nossas representantes conseguiram 2 roubos de bola consecutivos, permitindo que Maria João Andrade e Luzia Lampreia elevassem a contagem para 12-4, na conclusão de situações de contra-ataque. Foi altura de o treinador bósnio pedir um desconto de tempo (minuto 7), mas o final do 1º período chegou com o seleccionado luso no comando (15-6), com Luzia Lampreia de novo a concluir com êxito um contra-ataque.No 2º quarto (15-16), as pupilas de Kostourkova abrandaram o ritmo, não mantiveram a mesma atitude na defesa, dando assim todos os trunfos para que o adversário reduzisse o prejuízo, empatando no minuto 16 (17-17) e passando mesmo para a frente (18-19), no minuto seguinte. A seleccionadora nacional teve que parar o jogo para que fossem feitas as devidas rectificações, com resultados práticos, pois no minuto 19 a capitã Filipa Bernardeco com o seu 1º triplo da tarde (23-22) deu início a um parcial de 10-0, atingindo-se o intervalo pouco depois de Joana Jesus ter convertido o seu único triplo do encontro (30-22).No reatamento, a selecção portuguesa aproveitou bem a circunstância de a melhor marcadora contrária (Marina Dzinic) ter ido para o banco com 4 faltas no minuto 24 (aos 32-24), conseguindo chegar à maior diferença (40-26), no minuto 28. Entretanto o técnico bósnio que já tinha pedido novo desconto segundos antes (com 38-26), viu a sua intervenção resultar pois no espaço de minuto e meio, Portugal consentiu um parcial de 0-9 com o final do 3º período (10-13) a assinalar 40-35, favorável às nossas representantes. Alguma passividade defensiva das lusas permitiu esta reacção das adversárias. A reentrada de Joana Jesus, aliado ao facto de Vitória Pacheco ter finalmente encontrado o caminho para o cesto com 4 pontos consecutivos (42-35 e 44-38), à velocidade de Jéssica Almeida no contra-ataque (46-38) e à determinação de Filipa Bernardeco, numa penetração coroada de êxito pelo corredor esquerdo (48-38), obrigaram Milorad Nadazdim, treinador da Bósnia a parar o jogo (minuto 33). Fez reentrar a poste Dzinic (há 9 minutos no banco com 4 faltas) que, embora tenha feito logo estragos, reduzindo para 48-40, foi excluída no minuto seguinte, ao ser-lhe averbada uma falta atacante (a 5ª), carregando sobre a sua adversária directa, Maria João Andrade. Parecia que tinha chegado o canto do cisne para as bósnias, mas não foi isso que sucedeu. À entrada do minuto 36 a Bósnia reduzia para 48-45 mas dois minutos volvidos a capitã Filipa Bernardeco, que hoje voltou a ser preponderante na organização da manobra ofensiva, nomeadamente nos passes longos para o contra-ataque, converteu o seu 2º triplo (53-46), matando o jogo. Até final a nossa equipa controlou com inteligência e cabeça a posse de bola, impondo um parcial de 6-0, com Vitória Pacheco, a melhor ressaltadora da partida, a selar o resultado final (59-46) da linha de lance livre, após ter sofrido falta ao ganhar um ressalto ofensivo (terminou com 8).Destaque nas pupilas de Kostourkova para o trabalho colectivo, mas a melhor valorização voltou a pertencer a Jéssica Almeida (11 pontos, 4/5 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos, 3 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/6 nos lances livres), seguida de perto pela “operária” Vitória Pacheco (5 pontos, 14 ressaltos sendo 8 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Filipa Bernardeco (10 pontos, 2/4 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas) e Maria João Andrade (14 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e 6 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). Joana Jesus (11 pontos), bem nas tarefas defensivas e Luzia Lampreia (8) deram também o seu contributo positivo.Na selecção da Bósnia, a mais produtiva e que acabou por ser a MVP do jogo, foi Nikolina Milic (15 pontos, 9 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 7 faltas provocadas, ainda que com fraca eficácia da liha de lance livre, ao falhar 8 das 11 tentativas). Foi bem secundada por Vesna Lukic (8 pontos, 2 triplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos e uma assistência) enquanto Miljana Dzombeta (apenas 2 pontos) foi bem secada por Joana Jesus.Em termos globais, Portugal foi mais colectivo (11-9 assistências), roubou mais bolas (8-7), cometeu menos erros (15-23 turnovers) e foi mais eficaz nos tiros do perímetro (17%-14%) e nos lances livres (67%-31%), falhando 6 tentativas em 18, enquanto as adversárias foram bem mais perdulárias, ao desperdiçarem 9 em 13 tentados.As bósnias foram ligeiramente superiores na luta das tabelas (37-39 ressaltos), conquanto as lusas tenham ganho mais ressaltos na tabela ofensiva (19 contra 15) e foram mais eficazes nos lançamentos de 2 pontos (40%-50%).Resultados do Grupo G:Portugal 59-46 Bósnia e HerzegovinaAlemanha 65-55 LuxemburgoFolgou a Suiça.Portugal comanda com duas vitórias e uma derrota (5 pontos), seguido da Alemanha e da Suiça, ambos com 4 pontos e que ainda não perderam (têm menos 1 jogo) Jogos para amanhã (6/8):Suiça-Alemanha (13h30)Bósnia e Herzegovina-Luxemburgo (15h45)Folga Portugal.No grupo dos 8 primeiros, a Grécia soma e segue, com Artemis Spanou (26 pontos ) e Anthoula Chatzigiakoumi (20 pontos) a repartirem os louros do êxito ante a Dinamarca (70-54). Outros resultados: Holanda superou a Inglaterra (72-64) e a Roménia bateu a Croácia (80-60), com o tiro exterior das anfitriãs a fazer miséria (12/19, excelentes 63%).


Sessão dupla em Bydgoszcz

Portugal volta a treinar, amanhã de manhã, pelas 10h00 locais e o jogo começará às 20h15 locais (menos 1 hora em Portugal), com transmissão na SportTV.


Um dia de estágio com…Joana Bernardeco #4

Tem apenas 20 anos, mas a sua idade não se reflectiu em nada no seu primeiro dia de treino com a equipa sénior. Hoje, dia 4 de Agosto, ficamos a saber um pouco mais da jogadora que veste a camisola nº 4 da equipa portuguesa.

Quem é a Joana Bernardeco? Como te descreverias?Sou alegre, optimista, competitiva e distraída. Dizem que sou desarrumada… Eu acho que apenas tenho um conceito diferente de organização.O que achas que as pessoas deveriam saber sobre ti?Gosto de surpresas. Adoro jogar basquetebol. Odeio a textura do alho francês.Como surgiu o basquetebol na tua vida?Desde que nasci que estou num pavilhão a ouvir bolas a bater. Era impossível não vir a gostar!Que clube irás representar na próxima época?ESSA.Tens alguma superstição antes, durante ou depois dos jogos?Não.Como ocupas os teus tempos livres?Passear, ir ao cinema… Se não tiver companhia, deito-me no sofá a ver filmes ou televisão.O que não dispensas fazer no dia de folga?Jantar fora, passear e “meter a conversa em dia”.O que é que queres ser “quando fores grande”?Feliz!Com quem (figura pública) gostarias de passar a tarde a conversar no café? Porquê?Com o Manzarra, pela boa disposição.Se tivesses de escolher uma música para te inspirar, qual seria?The World Greatest, do R-Kelly.Tens alguma frase/ lema de vida?Não.Como foi o dia de estágio hoje?Foi um dia de adaptação: a novas pessoas, a um tipo de treino diferente, a novas jogadas, a novos horários… Mas foi tranquilo e, acima de tudo, divertido!


Uma Alimentação Adequada à competição

Leia nos detalhes da notícia e, se lhe interessar, informe-se em www.dietsport.com.

A prática desportiva exige aumento do consumo nutricional e espera-se que, paralelamente ao aumento da ingestão alimentar diária associada ao aumento do volume e da intensidade física do treino desportivo, haja ingestão adequada dos vários nutrientes.

Fala-se então de “Nutrição Saudável” ou, neste contexto, “Alimentação Adequada”. Espera-se que o atleta, através das refeições diárias, ingira quantidades suficientes de hidratos de carbono para repor as reservas energéticas, de proteínas para promover a recuperação muscular, de líquidos para satisfazer as necessidades hídricas, de vitaminas e de minerais para satisfazer as perdas e melhorar o metabolismo energético e outros. Contudo, quando a exigência física é muito elevada (eu diria muitíssima e necessariamente elevada neste estágio) a dita “Alimentação Adequada” poderá não ser suficiente para satisfazer todas as necessidades nutricionais destes possantes e dedicados atletas.

Foi por esta razão que FPB pediu auxílio à Dietsport, uma empresa muito especializada em suplementação desportiva, no sentido de adquirir vários tipos de suplementos. A resposta foi pronta e favorável e graças à Dietsport estamos a complementar a nutrição diária com aminoácidos, concentrados de proteínas, barras energéticas, bebida desportiva isotónica, vitamina C e minerais (cálcio, zinco e magnésio). A adesão dos atletas tem sido boa, os paladares ajustados e, pelo menos no aspecto alimentar, estamos bem.


Derrota impensável ante a Suiça

Quando a última coisa que poderia passar pela mente de qualquer pessoa minimamente identificada com a realidade do basquetebol europeu feminino seria Portugal perder com a Suiça, eis que a realidade nua e crua aconteceu. Nunca tínhamos passado por esta situação e por isso agora,16 horas decorridas, ainda não encontrámos explicação para o sucedido. Como foi possível…

Mas temos que aceitar o veredicto que é este: a Suiça ficou na 3ª posição, atirando com a selecção portuguesa para o 4º posto, no Grupo A, com a agravante de que na próxima fase, que começa amanhã, a selecção dos chocolates e dos relógios inicia o Qualifying Round (do 9º ao 18º lugares), no Grupo G, com duas vitórias (sobre Luxemburgo e Portugal) enquanto as nossas representantes somam uma vitória e uma derrota, respectivamente frente a luxemburguesas e helvéticas. Os restantes adversários nesta fase de qualificação, são provenientes do Grupo B (Alemanha com uma vitória e Bósnia e Herzegovina com uma derrota), em função do resultado verificado no jogo da 1ª fase, entre ambas (75-38, para as germânicas).Matematicamente ainda não estamos arredados da hipótese de disputar no último dia da competição o 9º/10º lugares, mas que será difícil, não temos dúvidas. Não depende só de nós. Temos de vencer a Alemanha e a Bósnia e esperar que a Suiça não ganhe a qualquer delas (ficaríamos empatados com as alemãs e aí teríamos vantagem no confronto directo), ou no cenário mais desfavorável, se a selecção helvética ganhar à Bósnia, seria um desempate a três (Alemanha, Suiça e Portugal). Nesse caso teriam que se fazer contas entre os pontos positivos e os negativos (cesto-average). Lá estamos nós de calculadora na mão…Voltando ao embate que nos deixou arrasados, ficámos com a percepção logo desde o apito inicial de que iria ser um jogo tremendamente complicado para a nossa equipa. Muita concentração por banda das suiças, excelentes percentagens de lançamento e alguma apatia lusa. Mesmo assim, com várias igualdades, ainda que com sinal mais das nossas adversárias, chegámos ao final do 1º período na frente (17-18).No 2º quarto (23-17), reentrámos melhor, com Jéssica Almeida, ontem a nossa unidade com melhor rendimento (23,0 de valorização), contrariamente ao que se tinha passado nos encontros anteriores, a ir para a linha de lance livre convertendo os 2 lances (17-20) seguida por Joana Jesus a marcar o seu primeiro cesto de campo (17-22), ainda no minuto 11. Mas rapidamente a Suiça respondeu com um parcial de 7-0 (24-22), obrigando Kostourkova a parar o cronómetro pela 1ª vez (minuto 13). Portugal passou de novo para o comando por três vezes, a última das quais aos 28-30. Novo parcial de 7-0 das nossas opositoras virando o marcador (35-30) e até ao intervalo (40-35) a Suiça manteve a liderança.No 3º período (16-20) as helvéticas acertaram o seu 2º triplo ainda no minuto 21, através de Dorothée Studer, já nossa conhecida e muito parecida fisionomicamente com a Nádia Tavares, mas o seleccionado luso respondeu com um parcial de 0-9 (43-44), com o último cesto da autoria de Joana Jesus na conversão de um contra-ataque. Foi a altura de o treinador suiço, o grego Karageorgakis, pedir o seu 2º e último desconto de tempo (minuto 24). A 3ª falta de Maria João Andrade levou a nº 6 helvética à linha de lance livre, numa jogada de 2+1, para fixar o resultado em 46-44, mas nova arrancada das nossas representantes, com um parcial de 0-10 culminado por 2 triplos consecutivos, um de Daniela Domingues (46-51) e outro de Jéssica (46-54), alcançando a maior vantagem (8 pontos) para Portugal em toda a partida.A ida de Maria João Andrade para o banco, com 4 faltas (aos 47-54), com 3.19 minutos para jogar ainda no 3º quarto, entrando para o seu lugar Inês Pinto (5/5 nos duplos, 2 ressaltos e 2 roubos) que pese a sua determinação não tem os argumentos da sua companheira, condicionou-nos na luta das tabelas, nomeadamente na tabela ofensiva, onde conquistámos 15 ressaltos (metade do total). A Suiça acreditou e encostou de novo o resultado, empatando (54-54) através de um triplo de Dana Bozovic (MVP do jogo, com 23,5 de valorização). O final do 3º período chegou com a formação helvética no comando (56-55), com as portuguesas a consentirem o parcial mais desnivelado (10-1) em 3 minutos. No derradeiro quarto (23-18) as helvéticas não perderam a embalagem até à entrada do miinuto 32 (62-57), mas Portugal reagiu, virando o resultado a seu favor (62-67), após um parcial de 0-10, culminado com uma bomba de canto da autoria de Joana Jesus (minuto 34). As coisas pareciam finalmente controladas pelas pupilas de Kostourkova, nomeadamente quando a poste Maria João Andrade voltou ao recinto, à entrada do minuto 36 (64-70), rendendo Vitória Pacheco, muito lutadora mas com uma eficácia muito baixa (1/10 nos duplos). Começava então a aparecer no jogo a nº 15 suiça, Anissa Toumi, que no último período marcou a totalidade dos seus 12 pontos. Tudo o que lançava entrava (a selecção helvética fez 100% nos duplos nos derradeiros 10 minutos). Com 3.19 minutos para jogar e ainda com a nossa equipa na frente (68-72), a seleccionadora nacional pediu o seu terceiro desconto de tempo (num total de 5), fazendo reentrar Vitória Pacheco, face à sua capacidade ressaltadora. Mas perante a incredulidade de todos quantos assistiam ao encontro, a Suiça continuava a marcar tudo o que era lançamento, chegando a 74-72, por intermédio de Dana Bozovic, a melhor ressaltadora da partida (10 ressaltos). Nova paragem do cronómetro pedida por Kostourkova a 55 segundos do termo. Ainda havia tempo para dar a volta ao texto, mas isso não aconteceu. A Suiça, galvanizada, prosseguiu a cavalgada (parcial de 11-1 em 3 minutos) com Toumi a assumir as despesas e alcançou, penso não estarmos errados, o maior feito do seu basquete feminino, derrotando Portugal sem apelo nem agravo (79-73). Este o resultado final que fica para a história.Nas vencedoras, destaque para Dana Bozovic, que fez um duplo-duplo (14 pontos, 2/2 nos triplos, 5/7 nos lançamentos de campo, 10 ressaltos, 1 roubo e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada pela esquerdina Alix Rieder (12 pontos, 6/7 nos duplos, 5 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo) e Dorothée Studer (11 pontos, 1 triplo, 3 ressaltos, 4 assistências, 3 roubos e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres). Mas a grande força do colectivo helvético foi ter a sua pontuação muito distribuída (6 jogadoras a marcarem mais de 11 pontos), com forte contributo de Sarah Cavin, Rosalie Grobet e Anissa Toumi, cada uma com 12 pontos na sua conta pessoal.Na selecção lusa, a melhor prestação pertenceu a Jéssica Almeida (13 pontos, 3/4 nos duplos, 1/1 nos triplos, 4/5 nos lançamentos de campo, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 5 assistências, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 4/4 da linha de lance livre), bem secundada por Daniela Domingues (13 pontos, 2/3 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas) e Maria João Andrade (20 pontos, 7 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e 4 faltas provocadas, com 6/8 nos lances livres). Joana Jesus (13 pontos, 4/4 nos duplos,1 triplo e duas faltas provocadas) e Inês Pinto (10 pontos, 5/5 nos duplos, 2 ressaltos e 2 roubos) viram as respectivas valorizações ser penalizadas pelos erros cometidos (respectivamente 4 e 3 turnovers).Em termos globais, a vitória da Suiça assentou numa extraordinária eficácia nos lançamentos de 2 pontos (77%-46%) e num superior colectivismo (19-16 assistências), sendo a base Vanessa Dorestant a primeira figura com 10 passes decisivos.Portugal esteve melhor no tiro exterior (23%-36%), nos lances livres (67%-71%) e nos erros cometidos (21-19 turnovers). Muito equilíbrio na luta das tabelas (30-30 ressaltos) e também nos roubos de bola (10-9). A meio da tarde de ontem a azarada Inês Faustino (fractura do nariz no jogo com a Grécia) regressou a Portugal. Após uma viagem atribulada (perdeu a ligação Munique-Frankfurt), devido ao facto de o voo Timisoara-Munique ter saído atrasado, tendo depois apanhado um voo para Lisboa e da capital para o Porto, onde os seus progenitores a esperavam. Apenas um contratempo: a bagagem não tinha chegado, o que se compreende, dada a confusão originada pela mudança de voos.Quando nos despedimos da infortunada base da AD Vagos (a secretária Ana Margarida Faria e eu próprio), no Aeroporto de Timisoara, dissemos-lhe que a prenda para ela seria a vitória no jogo conta a Suiça. O destino assim não quis…Resultados do Grupo A (5ª e última jornada) Luxemburgo 49-75 RoméniaSuiça 79-73 PortugalPróximos jogos:Amanhã (5/8) Portugal-Bósnia e Herzegovina (13h30)Sábado (7/8) Alemanha-Portugal (13h30)No dia 6/8 (6ª feira), Portugal folga. Só depois de serem conhecidos os resultados dos próximos 3 dias, se saberá para qual posição Portugal estará na luta.


Maratona até Bygdoszcz

após o jogo com a Bulgária a comitiva portuguesa jantou e rumou a Lisboa onde iria apanhar o voo TP 580 para Varsóvia. Foi uma longa maratona embora sem grandes contratempos. Hoje não houve treino mas amanhã já se trabalhará por duas vezes no Pavilhão (às 12h30 e às 20:00). Relato da viagem nos detalhes da noticia.

A dormida “foi a correr” uma vez que a partida estava agendada para as 9h40 da manhã.
Tap e Agência Abreu foram importantes aliados para ultrapassar a “multidão” que se acotovelava nos balcões decheck in. Disponibilizado um balcão, nº 60, o staff federativo tratou de despachar as bagagens do check in anteriormente feito. Uma hora depois do processo iniciado o Autocarro Transdev da Selecção Nacional trazia o resto da comitiva e estava na hora de embarcar.

Já no avião, um pequeno atraso de 30 mn antecedeu as 3h30 de voo. Eram cerca de 14h30, hora local (menos 1 em Lisboa) quando a aeronave tocou o solo. Recolha de bagagens, almoço e… rumo a Bygdoszcz. 4 horas! de autocarro que não esmoreceram o ânimo de toda a comitiva apesar do natural cansaço fisico.

Chegados ao City Hotel, que segundo nos foi dito, pertence a um endinheirado polaco que vive junto à praia em… Portugal, a eficiência dos funcionários permitiu que o check in fosse feito de forma célere. Já era hora de jantar.

Amanhã, Portugal fará duas sessões de treino – às 12h30 e às 20h00.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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