Artigos da Federaçãooo

Atitude e vontade não chegaram

Segue-se a viagem à Polónia, cujo jogo se disputa no próximo dia 5.


Jogo sem história serviu para rodar

Pode-se dizer que o Luxemburgo era o adversário ideal para arejar as cabeças e esquecer o autêntico pesadelo que desabou sobre todos os elementos da comitiva lusa.

Foi um jogo sem história como deixa antever o resultado desnivelado verificado no final (80-47), com 43-20 ao intervalo. Depois de as luxemburguesas terem inaugurado o marcador da linha de lance livre, as pupilas de Kostourkova responderam com um parcial de 12-0, que não foi travado pelo primeiro desconto de tempo pedido pelo técnico do Luxemburgo, no minuto 3, quando já havia 8-2. Sempre que as nossas representantes apertavam mais em termos defensivos, aumentavam as dificuldades para as nossas opositoras se desembaraçarem da defesa pressionante (2×1), de que resultaram vários roubos de bola com aproveitamento do contra-ataque. Assim se chegou ao final do quarto inicial com as portuguesas no comando (22-10).Entretanto a seleccionadora nacional aproveitava o ensejo para ir rodando a equipa, fazendo sucessivas trocas. Deu para utilizar as 11 jogadoras disponíveis, com Inês Pinto a ser a menos utilizada (11 minutos) e a capitã Filipa Bernardeco a estar em campo mais de 28 minutos, sendo a mais utilizada. Isso fez com que o Luxemburgo aproveitasse algum abrandamento luso para ir reduzindo a desvantagem, tendo chegado a 26-17 (minuto 17), obrigando Kostourkova a parar o jogo com 3.25 minutos para jogar. O puxão de orelhas deu resultado, pois em menos de 2 minutos Portugal disparou de 32-20 para 43-20 (ao intervalo), impondo um parcial de 11-0, com uma série de roubos e imediato contra-ataque, utilizando como os corredores como mandam as regras.Na etapa complementar as nossas representantes deixaram-se contagiar de novo pelo ritmo mais lento das contrárias e no minuto 24 Portugal tinha consentido um parcial de 1-9. Novo desconto de tempo pedido por Kostourkova aos 44-29 que deu os seus frutos, pois com a poste Maria João Andrade (marcou 12 dos seus 18 pontos neste 3º período) a ser bem servida pelas suas companheiras, provocando 6 faltas com boa eficácia da linha de lance livre (83%), facilmente o seleccionado luso cavou a diferença que se cifrava em 27 pontos (61-34), no final do 3º quarto (18-14).No últimos 10 minutos (19-13) Portugal chegou à maior diferença (36 pontos) no minuto 36 (70-34), mas algumas desatenções na defesa zonal permitiram que o Luxemburgo atenuasse a diferença, acertando mais 2 triplos (acabou com 7 em 17 tentativas, uns bons 41%) e provocando algumas faltas com idas à linha de lance livre, nomeadamente através da sua melhor jogadora (Lena Hetto), autora dos últimos 8 pontos da sua equipa, já no último minuto. Destaque na selecção lusa para as prestações de Maria João Andrade, MVP da partida, que conseguiu o seu primeiro duplo-duplo do campeonato (18 pontos, 5/7 nos duplos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 6 faltas provocadas, com 8/11 nos lances livres), seguida de perto por Luzia Lampreia (17 pontos, 6/9 nos duplos, 1/2 nos triplos, 4 ressaltos, 3 assistências, 4 roubos, 1 desarme de lançamento e 2 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). Referência positiva também para a extremo Paula Couto (7 pontos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência, 4 roubos e 4 faltas provocadas, com 3/6 nos lances livres) nos 13 minutos e meio que esteve em campo. Nas luxemburguesas, a mais valiosa foi a nº 13, Lena Hetto (18 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 6 faltas provocadas), destacando-se também Kim Schintgen e Paulina Scheuren, ambas com 8 pontos e 2 triplos cada uma.«Foi um jogo sem história que serviu para rodar a equipa e ganhar confiança, imprescindível depois dos resultados adversos que normalmente deixam marcas. Tivemos alguns bons momentos, tendo conseguido inclusivamente treinar a defesa para os próximos embates que se avizinham, nomeadamente com a Alemanha e a Bósnia (as duas equipas do Grupo B) que também não se qualificaram para os 8 primeiros», sintetizou a seleccionadora Mariyana Kostourkova, no final do encontro.Em termos globais a supremacia das portuguesas residiu na luta dos ressaltos (44-24), na maior eficácia nos duplos (59%-24%), no maior colectivismo (18-9 assistências), no maior número de roubos de bola (16-14) e no menor número de erros cometidos (22-29 turnovers), ainda que para este opositor tenham sido demasiados, na nossa opinião. O Luxemburgo esteve melhor no tiro exterior (25%-41%), com 7 triplos em 17 tentados, contra apenas 2 das portuguesas em 8 tentativas. Resultados do Grupo A (4ª jornada):Roménia 52-63 GréciaPortugal 80-47 LuxemburgoTriunfo merecido das gregas na partida que definiu as vencedoras do nosso Grupo. Artemis Spanou voltou a ser preponderante na equipa da Grécia, enquanto a romena Cristina Bigica (28 pontos) tudo fez para ganhar o jogo.Classificação actual:1º Grécia 4 vitórias 2º Roménia 2 vitórias,1 derrota3º Portugal 1 vitória, 2 derrotas4º Suiça 1 vitória, 2 derrotas5º Luxemburgo 3 derrotasNo Grupo B, que cruza com o Grupo A na próxima fase, a grande surpresa foi a não qualificação da candidata Alemanha para os 8 primeiros. A selecção germânica (3ª em 2009) viu-se irremediavelmente afastada do seu objectivo (subida à Divisão A) ao perder com a Croácia (63-48), vencedora sem derrotas do Grupo B, depois de sido surpreendida há dois dias pela Dinamarca (64-59), que assim fará companhia à selecção croata no grupo dos 8 primeiros, constituindo sem sombra de dúvida a primeira equipa sensação deste Europeu.Deste modo, Portugal defrontará, para além da Suiça (hoje, às 20h15), na derradeira ronda da 1ª fase, a Alemanha (dia 6, 6ª feira, às 13h30) e a Bósnia e Herzegovina (dia 7, sábado, às 15h45). A hora e adversário do nosso último jogo (domingo, dia 8) depende do lugar pelo qual estaremos em condições de lutar (do 9º ao 18º).


Portugal nos Jogos da CPLP

Portugal ganhou a Cabo Verde, por 76-40, mas perdeu com o Brasil (60-63) e com Moçambique (60-70).

A equipa portuguesa defronta esta terça-feira a formação de São Tomé, seguindo-se nos dias imediatamente a seguir os confrontos com a Guiné e com Angola.


Portugal inicia hoje caminhada

O treino matinal servirá para acertar as últimas agulhas, estudar os últimos pormenores tácticos. A Bulgária chegou e treinou e também fará um treino da parte da manhã.
A equipa portuguesa está motivada para começar com o pé direito a dura caminhada que se avizinha, seguindo-se a Polónia (fora), a Bélgica (em Coimbra, no dia 8) e a Geórgia (fora).
Vem apoiar Portugal! Contamos contigo!


Ultimam-se os preparativos

á se contam os dias para o arranque do Camp. da Europa sub 16 M que terá lugar em Tallin / Estonia de 5 a 15 de Agosto! A jovem selecção portuguesa cumpriu esta semana mais uma etapa na sua preparação rumo ao Europeu; desta vez, na excelente “oficina de trabalho” que é o pavilhão do GRI Brandoense

Realizaram-se, além dos 7 treinos agendados, 2 jogos de preparação com um misto de jogadores juniores B/A do Vasco da Gama (V.80 / 53) e com um misto de jogadores juniores e seniores do Brandoense (V.76 / 38).O carácter e a ambição que a equipa vem demonstrando, são sinais claros da enorme vontade da realização de um sonho individual e colectivo . participar no Camp. da Europa e dignificar ao máximo Portugal e o basquetebol português.Uma palavra de amizade e de profundo reconhecimento pelo magnífico trabalho realizado em todo o processo de preaparação, para os dois jogadores que ficaram de fora da lista final dos 12 jogadores convocados (Pedro Santos / Galitos e Marcelo Junior / FC Porto) Lista definitiva de jogadores convocados :Miguel Oliveira (Gumirães)Pedro Bastos (FC Porto)José Miranda (FC Porto)Michael Duarte (ACER Tondela)João Grosso (I. Juncal)Isaías insaly (Queluz)João Gallina (AD Sanjoanense)André Miguens (Benfica)Guilheme Maia (Benfica)Diogo Ventura ( Benfica )Ricardo Conceição (Benfica)Pedro Cruz (Vasco Gama)


Joana rende Sofia

A notícia da gravidez de Sofia Ramalho – que teve de abandonar os trabalhos – levou o seleccionador Ricardo Vasconcelos a ter de chamar mais uma atleta para se juntar à concentração e a escolha do técnico recaiu em Joana Bernardeco, uma jovem jogadora com características técnicas muito semelhantes às de Sofia Ramalho, ou seja, trata-se de uma base com características de atiradora.Não se tratou de uma escolha arbitrária, até porque Joana já fazia parte do grupo de jogadoras observadas pelo staff técnico da Selecção e o seu nome estava, inclusivamente, na lista enviada pela Federação Portuguesa de Basquetebol à FIBA.A jovem atleta junta-se à equipa na próxima terça-feira, dia do regresso do grupo aos trabalhos depois da folga concedida pelo treinador Ricardo Vasconcelos.


Portugal 18º em Israel

A equipa portuguesa cedeu o último encontro, diante da Eslováquia, por 65-71, e terminou a competição num modesto 18º lugar.


Grécia não nos deu hipóteses

Sabíamos que o desafio que se colocava ao seleccionado luso não era fácil (46-61), mas a capacidade demonstrada pela gregas excedeu as nossas expectativas, em função do que nos foi dado presenciar, nos encontros ante luxemburguesas e helvéticas.

A derrota desta tarde (61-46) começou a desenhar-se logo no 1º período (11-6), quando depois de um início prometedor (0-6 para Portugal em menos de 3 minutos), o treinador grego pediu um desconto de tempo no minuto 4 e de repente, como se tivesse tocado com uma varinha de condão, a sua equipa engrenou, impondo um parcial de 11-0 (!) sem que as comandadas de Kostourkova esboçassem qualquer reacção, pese embora a seleccionadora nacional tenha parado o cronómetro no minuto 7, quando o marcador já nos era desfavorável (9-6).A eficácia das gregas no tocante aos lançamentos de 2 pontos (63%), fazia a diferença porque as nossas representantes, embora dispusessem de mais posses de bola fruto do maior número de ressaltos ganhos (8-13), deitavam tudo a perder com falhanços sucessivos na área restritiva (27% nos duplos com apenas 3 cestos convertidos em 11 tentativas).Entretanto já tinha ocorrido a lesão de Inês Faustino, no decorrer do minuto 7. A referida jogadora que substituíra Filipa Bernardeco (aos 7-6 para a Grécia) só esteve em campo 6 segundos. Uma cabeçada de uma das gregas (a nº 4, Dimitra Campouraki) obrigou a que a nossa base fosse assistida fora de campo, pois sangrava abundantemente do nariz. Mais tarde voltaria a ser utilizada, mas após o jogo decidiu-se que a lesão fosse avaliada num hospital. Através de um Rx confirmou-se que embora não tivesse havido desvio do septo nasal, o nariz acusava uma fractura, que na opinião do especialista, implica que tenha de ser submetida a uma intervenção cirúrgica para correcção, no prazo máximo de 7 dias. Deste modo já foram estabelecidos contactos com a Agência de Viagens para que a jogadora regresse a Portugal no início da próxima semana, antecipando a viagem inicialmente marcada para dia 9. No 2º período (15-15) Portugal reagiu, como lhe competia, mas só depois de ter visto o seu opositor ampliar a vantagem para 10 pontos (18-8 e 20-10). Um triplo de Inês Pinto deu o mote (20-13) até aos 23-21, com Joana Jesus a concluir com êxito um contra-ataque, após ter roubado uma bola. Faltavam 43 segundos para o intervalo, mas nova desconcentração viabilizou uma jogada de 2+1 das gregas que foram para o descanso na frente (26-21).No reatamento um triplo da MVP da partida, a nº 15 grega, Artemis Spanou, a alargar a diferença para 8 (29-21) era o sinal de que a selecção helénica não mudara de atitude, querendo quanto antes disparar no marcador, o que aconteceu pouco depois quando a nº 13, Anthoula Chatzigiakoumi, que também foi uma peça influente, marcou 2 cestos consecutivos (33-24), situação que obrigou Kostourkova a pedir o seu 3º desconto (minuto 23). A diferença oscilou entre os 8 e os 10 pontos até ao final do 3º quarto (42-33). Daniela Domingues ainda deu uma réstea de esperança ás nossas hostes quando no espaço de 40 segundos reduziu o prejuízo para 6 pontos (44-38), com um duplo e um triplo consecutivos, mas em menos de 5 minutos a Grécia acertou 3 triplos (2 da nº 11, Anastasia Slouka e o outro de Chatzigiakoumi), disparando para 55-41. Com 1.39 minutos para jogar a história da partida estava feita, ainda que a seleccionadora nacional tenha esgotado todas as opções à sua disposição, não só no tocante ao banco mas também pedindo mais 2 descontos de tempo (minutos 34 e 38), sem resultados práticos. Foi da linha de lance livre que Spanou selou o resultado final (61-46), a 17 segundos da buzina.Destaque na selecção grega para a MVP do encontro (31,0 de valorização), Artemis Spanou (19 pontos, 5/6 nos duplos, 1/2 nos triplos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 5 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 6 faltas provocadas, com 6/6 nos lances livres), seguida de Anthoula Chatzigiakoumi (19 pontos, 6/9 nos duplos, 2 triplos, 8 ressaltos defensivos, uma assistência e 3 roubos) e Anastasia Slouka (14 pontos, 4/7 nos duplos, 2 triplos, 2 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos).Na turma das quinas as mais valiosas foram Vitória Pacheco (9 pontos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos,1 roubo e 4 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres), Daniela Domingues (10 pontos,1 triplo, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências e 2 roubos) e Joana Jesus (8 pontos, 3/4 nos duplos,1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres).Mariyana Kostourkova estava naturalmente resignada com o resultado que afastou a nossa equipa do objectivo inicialmente traçado:«Estou triste com este afastamento da selecção portuguesa em relação aos 8 primeiros. Tivemos dificuldade em fazer funcionar os nossos pontos fortes, mas tenho a consciência de que todas as jogadoras se esforçaram. Não há dúvida que os nossos adversários tiveram mérito, não estando em causa a justiça do seu apuramento. São duas selecções bastante fortes e com muito futuro, que condicionaram de forma clara a eficácia de lançamento da nossa equipa.». Em termos globais, a supremacia da Grécia assentou na excelente eficácia de lançamento, nomeadamente nos duplos (70%-37%) e nos lances livres (89%-63%), mas também por ter sido mais colectiva (12-5 assistências). Portugal esteve melhor na luta das tabelas (30-34 ressaltos), particularmente na tabela ofensiva (5-13), roubou mais bolas (10-14 roubos) e cometeu menos erros (21-15 turnovers).Resultados do Grupo A (3ª jornada): Grécia 61-46 PortugalLuxemburgo 43-57 SuiçaFolgou a Roménia.Grécia (3 vitórias) e Roménia (duas vitórias) já estão apuradas para o grupo dos 8 primeiros.


Seniores femininos continuam preparação no Luso

Tomam o pequeno-almoço com uma vista privilegiada sobre a piscina, mas apenas os seus olhares vão poder pousar sobre a água fresca. Rapidamente, voltam ao quarto, amarram os cabelos e saem em direcção ao pavilhão. É mais um dia de treino para a selecção nacional de seniores femininos que se encontra em estágio no Luso desde o dia 24 de Julho.

Após os jogos amigáveis com as selecções de Inglaterra e da Estónia, a preparação para o campeonato da Europa, divisão B, continua. “Foram testes importantes para perceber até que ponto os conhecimentos transmitidos nos estágios anteriores tinham sido adquiridos. Agora trabalhamos para corrigir e aperfeiçoar”, afirma o treinador Ricardo Vasconcelos.O trabalho é a constante dia após dia e nem o calor que se tem feito sentir no Luso, permite à selecção descurar do seu objectivo. Os treinos têm sido exigentes do ponto de vista físico, mas cada vez mais à procura de que cada pormenor saia na perfeição. Para isso, se treina e repete as vezes que forem necessárias até determinado aspecto ser dado adquirido para as nossas atletas.“Fazia-nos falta encontrar adversários para concluir a nossa preparação para ter noção até que ponto as correcções feitas às conclusões retiradas dos primeiros jogos foram ou não absorvidas pelo grupo de trabalho. No entanto, este estágio tem sido marcado por um bom nível de empenho e vontade”, declara o treinador.Após duas intensas sessões de treino, chega ao fim mais um dia de estágio. No entanto, os dias de trabalho árduo continuarão para a equipa nacional, que estará no Luso até ao dia 1 de Agosto e depois seguirá para Coimbra. Segundo Ricardo Vasconcelos, “as três sessões de treino a efectuar ainda neste estágio, antes de uma merecida folga, servirão para limar pequenos aspectos tácticos, defensivos e ofensivos, que ajudarão o grupo antes de entrar na recta final da preparação”.“A cada dia que passa seremos mais rigorosos”, assegura o treinador. E nem pode ser de outra forma. O primeiro jogo para o campeonato da Europa é já dia 7 de Agosto contra a Noruega e a nossa selecção quer chegar em boa forma e com a lição bem estudada.


Selecção recebe visita especial

O autarca, que fez questão de visitar a equipa portuguesa, foi recebido com entusiasmo no Grande Hotel do Luso, local onde as nossas jogadoras estão a preparar a participação no Campeonato da Europa, Divisão B.

Pelo segundo ano consecutivo, as atletas portuguesas estagiam neste hotel, tirando partido das excelentes condições de alojamento, bem como das instalações desportivas que são colocadas à inteira disposição do seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos.O vereador Júlio Penetra aproveitou a oportunidade para agradecer à Federação Portuguesa de Basquetebol por uma vez mais ter escolhido o Luso como local para estagiar antes do inicio de mais uma importante competição, desejando, tal como aconteceu em anos anteriores, que a passagem da Selecção por este local se traduza em sucesso.Depois de breves palavras de boas vindas, o vereador do desporto não escondeu a importância e o retorno que representa para o concelho a presença de selecções nacionais, justificando dessa forma o apoio da Câmara neste tipo de iniciativas.No final do encontro, ambas as partes trocaram pequenas lembranças, cabendo a Ricardo Vasconcelos receber das mãos de Júlio Penetra uma pequena medalha alusiva ao concelho, enquanto que a capitã de equipa, Sara Filipe, entregou uma camisola autografada por todas as atletas.


Vitória da Roménia foi merecida

Todavia é preciso não esquecer que baqueámos perante a equipa da casa, que investiu na subida à Divisão A. É evidente que nada está perdido em relação ao primeiro objectivo do seleccionado luso (ficar nos 8 primeiros), mas para isso ser uma realidade é imprescindível que se ganhe à Grécia, amanhã.

Após uns 3 minutos de equilíbrio (8-8) Portugal consentiu um parcial de 0-7 (8-15 no minuto 5), obrigando Kostourkova a pedir o seu primeiro desconto de tempo. Feitas as necessárias rectificações, as nossas representantes acertaram o passo respondendo com um parcial de 8-0 (16-15 no minuto 8), mas novas desconcentrações colocaram de novo a Roménia na frente, no final dos 10 minutos iniciais (16-19). No 2º período (15-22), pese embora Kostourkova tenha feito várias substituições, o sinal mais continuou a pertencer à Roménia, que tinha na poste Craciun um elemento altamente desequilibrador nas áreas próximas do cesto. A perder por 5 (31-36) praticamente à entrada do minuto 20, a nossa equipa acabou por sofrer mais 5 pontos nos últimos 40 segundos antes do descanso (31-41). O desânimo começava a apoderar-se das portuguesas, com novo arranque das romenas que aumentaram a vantagem para 14 pontos (31-45), à entrada do minuto 23. Acto contínuo a seleccionadora nacional parou o jogo e mercê de uma atitude agressiva na defesa e mais esclarecida no ataque (melhoria no tiro exterior), conseguimos parar o ataque adversário (só marcaram mais um cesto), encostando o resultado (46-47), no final do 3º período, o único que vencemos (15-6). Daniela Domingues, seguramente a nossa melhor jogadora neste jogo, carregava com a equipa às costas, acertando o seu 3º triplo no início do derradeiro quarto (49-47), mas foi sol de pouca dura, porque num ápice e num período de muitas asneiras, inteligentemente aproveitadas pelas romenas, Portugal consentiu de novo um parcial de 0-12 (49-59), com a nº 9, Cristina Bigica a provocar faltas e a não falhar da linha de lance livre (7/7). Mesmo a perder por 10, as comandadas de Kostourkova ainda tiveram alento para reduzir o prejuízo até 3 pontos (58-61), após um triplo de Luzia Lampreia, com 2.04 minutos para jogar. A 5ª falta de Vitória Pacheco (58-63), a 1.12 minutos do termo da partida, acabou por condicionar as hipóteses de recuperação. Nas vencedoras, destaque para a MVP do encontro, a poste Arina Craciun que fez um duplo-duplo (16 pontos, 8/10 nos duplos, 14 ressaltos sendo 2 ofensivos e 2 desarmes de lançamento), bem acompanhada pela extremo Cristina Bigica (17 pontos, 4 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma asistência, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 7/7 nos lances livres) e ainda por Iulia Olaru (11 pontos,1 triplo, 4 ressaltos, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres). No seleccionado luso, a mais valiosa, que discutiu o galardão de MVP com a poste romena, foi a extremo Daniela Domingues (19 pontos, 3/6 nos triplos e 50% nos lançamentos de campo, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 6 assistências, 4 roubos e 3 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), seguida por Maria João Andrade, ainda que muito discreta na 1ª parte (11 pontos, 2/5 nos triplos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência e 2 roubos), Vitória Pacheco, também com um duplo-duplo (12 pontos, 13 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 2 faltas provocadas) e Luzia Lampreia (11 pontos, 2/3 nos triplos e 50% nos lançamentos de campo, 1 ressalto ofensivo e uma falta provocada). No final registámos a opinião da seleccionadora Mariyana Kostourkova, que fez a análise da partida: «Aquilo que pensávamos ser um factor desequilibrador a nosso favor, face ao que víramos no jogo Roménia-Suiça, acabou por funcionar ao contrário, porque apareceu a nº 14, Craciun, uma poste muito forte e alta (mais de 1,90m), que dificultou a nossa movimentação nas áreas próximas do cesto e também no aspecto ofensivo criou-nos bastantes problemas, pois teve uma eficácia muito elevada (80%), sem esquecer os 14 ressaltos conquistados. Além disso, da nossa parte, houve duas ou três jogadoras que não renderam o habitual, disso se ressentindo a manobra global da equipa. Não conseguimos impôr o nosso ritmo de jogo, pois tivemos dificuldades no primeiro passe, inviabilizando na maioria das vezes a possibilidade de contra-ataque ou de transições mais rápidas.Em relação ao encontro com a Grécia, temos de o ganhar. Para isso teremos que entrar forte e fazer o nosso jogo. É preciso melhorar a percentagem de lançamento, nomeadamente nos duplos e temos de jogar mais com a cabeça e menos com o coração». Em termos globais a superioridade da Roménia assentou basicamente na luta das tabelas (43-48 ressaltos), mormente na tabela defensiva em que ganhou mais 6 ressaltos que nós e no maior número de faltas provocadas (17-19), com reflexos no número de lances livres de que dispôs (21 contra apenas 13 de Portugal), já que ambos falharam o mesmo número de tentativas (6), mas as romenas converteram 15 contra 7 das portuguesas. As romenas também foram mais eficazes nos duplos (33%-44%). Portugal acabou por ser mais colectivo (13-10 assistências), mais eficaz nos tiros do perímetro (32%-19%) convertendo 7 triplos contra 3 das adversárias e cometeu menos erros (13-15 turnovers), enquanto nos roubos a luta foi equilibrada (8-9 roubos). Resultados do Grupo A (2ª jornada): Portugal 58-64 RoméniaSuiça 41-82 Grécia Folgou o Luxemburgo.Grécia e Roménia comandam com duas vitórias cada. Calendário da 3ª jornada (dia 31/07)Grécia-Portugal (15H45)Luxemburgo-Suiça (18H00)Folga a Roménia.


Sofia Ramalho vai ser mãe

A aleta soube com alegria que dentro de meses será mãe, mas ao mesmo tempo não escondeu alguma tristeza por abandonar os trabalhos da equipa, a tão curta distância do inicio da competição.

A tarde de folga concedida pelo seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos foi aproveitada pela atleta internacional para confirmar as suspeitas da gravidez. Após a confirmação, Sofia abordou o seleccionador, solicitando de imediato a dispensa dos trabalhos da Selecção. A pretensão foi prontamente aceite por Ricardo Vasconcelos, que deu total liberdade para que a atleta decidisse o seu futuro imediato da forma que julgasse ser mais aconselhável.Sofia despediu-se de todo o staff esta quinta-feira à noite, após reunião no hotel onde a Selecção está instalada, altura em que aproveitou para desejar às companheiras a melhor sorte do mundo para os jogos que se avizinham. “Naturalmente sinto-me radiante pelo facto de estar grávida, pena é que tenha acontecido a duas semanas do inicio dos jogos. Assim que soube do resultado dos testes decidi interromper toda a actividade física, razão pela qual também não vou integrar a equipa espanhola com a qual já tinha contrato”, conta Sofia, acrescentando: “É uma pena que tenha de abandonar a equipa nesta fase, mas continuarei em contacto como grupo. Irei estar presente em Coimbra para apoiar a equipa e só me resta desejar as maiores felicidades para os jogos que aí vêm”, finalizou.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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