Artigos da Federaçãooo
Excelente prestação das Sub 16 portuguesas
A dupla técnica responsável pela nossa equipa de Sub 16 (Ana Catarina Neves e Cristina Viegas) está por certo neste momento muito satisfeita com o excelente comportamento das suas pupilas, que só soçobraram no último quarto, manifestamente porque a capacidade física já estava esgotada, ante uma equipa de estatura elevada e mais pesada, conseguindo mesmo assim impôr o prolongamento. Entrando para o 4º período a comandar por 15 pontos (50-35), depois de terem ganho os 3 primeiros quartos, as nossas representantes que já estavam carregadas de faltas, viram as suas opositoras a privilegiarem as entradas para o cesto, com o objectivo de provocarem a falta, o que acabou por ser uma situação praticamente constante nos últimos 10 minutos do tempo normal. Só nesse período as forasteiras dispuseram de 18 lances livres, concretizando 11 tentativas, além de 4 cestos de campo (duplos), enquanto a equipa lusa só converteu dois duplos (52-42 no minuto 34 e 54-46 no minuto 37). Em 3 minutos e meio a Estónia conseguiu anular o prejuízo de 8 pontos, empatando a partida (54-54) a 10 segundos do termo, por intermédio da base Marii Pilv, convertendo mais 2 lances livres a que teve direito. No prolongamento a equipa estoniana entrou mais forte, conseguindo um parcial de 0-6 e só à custa de muita garra e determinação foi possível às comandadas de Ana Neves encostarem o resultado (58-60), com 1 minuto e 10 segundos para jogar. Dois descontos de tempo pedidos, um para cada lado, até que de novo Marii Pilv selou o resultado final (58-62) da linha de lance livre, a escassos 7,7 segundos da buzina. Destaque nas vencedoras para a base Marii Pilv, MVP do jogo, com 12 pontos, 5 ressaltos defensivos, duas assistências, 5 roubos e 6 faltas provocadas, com 6/9 nos lances livres), bem secundada pela extremo Nele Laurimäa, a melhor marcadora da partida (18 pontos, 5 ressaltos defensivos e 8 faltas provocadas, falhando da linha de lance livre apenas uma tentativa das 15 a que teve direito, excelentes 93%) e pela poste Maaja Bratka, com mais um duplo-duplo (13 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas).Na selecção portuguesa de Sub16 a mais valiosa acabou por ser a base Inês Viana (7 pontos, 3 ressaltos defensivos, 7 assistências, 3 roubos e 7 faltas provocadas, com 5/5 nos lances livres), ainda que penalizada na valorização pelos 7 turnovers e pela fraca eficácia nos duplos (1/8), seguida de Helena Costa (3 pontos, 6 ressaltos defensivos e 2 roubos) e Mafalda Barros (11 pontos, 3/8 nos triplos, uma assistência e 2 roubos) em 11 minutos de utilização. Joana Soeiro (7 pontos, 2/2 nos duplos e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), Raquel Jamanca (5 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e duas faltas provocadas) e Laura Ferreira (6 pontos, 3/4 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos, 2 roubos e 1 desarme de lançamento) também merecem referência. Em termos globais, a Estónia ganhou o jogo da linha de lance livre, pois usufruiu de 39 tentativas, tendo convertido 30 (77%) contra 63% das portuguesas que provocaram 22 faltas, dispondo de 19 lances livres (menos de metade), dos quais só converteram 12, tendo ainda ganho a luta das tabelas (38-41 ressaltos), com as jovens lusas a surpreender ao capturarem 14 ressaltos na tabela ofensiva, mais 6 que as adversárias. Nos restantes indicadores, Portugal superiorizou-se na eficácia dos duplos (37%-33%) e dos triplos (19%-0%), com os 6 triplos lusos a caírem na 1º parte, foi mais colectivo (12-3 assistências) e conseguiu mais roubos de bola (18-11). Nos erros cometidos, a Estónia acabou por ser a menos má (26-23 turnovers).Ficha do jogoPortugal Sub 16 (58) – Inês Viana (7), Letícia Fonseca (9), Laura Ferreira (6), Helena Costa (3) e Raquel Jamanca (5); Nádia Fernandes (3), Carolina Anacleto, Joana Filipe (5), Mafalda Barros (11), Leonor Cruz, Joana Soeiro (7) e Joana Canastra (2)Estónia Sub 18 (62) – Birgit Piibur (4), Janeli Lilleallik, Nele Laurimäa (18), Berta Mürk (2) e Trine Kasemagi (7); Marii Pilv (12), Greeta Üprus (4), Maaja Bratka (13) e Maia Bratka (2)Por períodos: 19-16, 18-10, 13-9, 4-19, 4-8 (prolongamento) Árbitros: Vasco Viana e Jorge Marques, de LisboaHoje jogam a partir das 11H00 no Pavilhão LORD (FMH) as equipas de Sub 18 e de Sub 16 de Portugal, completando-se o ciclo de jogos de preparação.
Dinâmica de vitória e apuramento para os quartos
Foi isso que aconteceu no jogo que abriu a 4ª ronda do Europeu de Sub 20 Femininos a decorrer em Kavadarci (69-48), na Macedónia, com as comandadas de Eugénio Rodrigues a cumprirem o que lhes era pedido, atingindo o primeiro objectivo, o apuramento para os quartos-de-final.
A partir de agora a margem de erro é nula, ou seja para se estar nas meias-finais será preciso afastar o próximo adversário, o 4º classificado do Grupo B, em princípio a Bélgica, em partida agendada para depois de amanhã às 18H45. As meias-finais serão jogadas no sábado e a final, no domingo. Deixem-nos sonhar porque acreditamos no valor do nosso seleccionado. A primeira parte do trabalho já está feita. Agora é preciso contar também com uma pontinha de sorte.Nãs se julgue que as austríacas foram presa fácil. Fisicamente bem constituídas, criaram-nos bastantes dificuldades, nomeadamente no 1º quarto (14-12). No 2º período (21-13) gradualmente começou a vir ao de cima a nossa superioridade, através de uma leitura de jogo mais colectiva e de uma defesa pressionante, obrigando a turma adversária a cometer muitos erros. Ao intervalo vencíamos por 35-25. No reatamento a máquina lusa continuou bem oleada, gerindo a vantagem que se cifrava em 13 pontos no final do 3º período (51-38). No derradeiro quarto (18-10), Portugal controlou as operações sem problemas, terminando a partida com 21 pontos à maior (69-48).Destaque na selecção portuguesa para Sofia Carolina, MVP do encontro, com 14 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 5 roubos e 3 faltas provocadas, bem acompanhada por Maria João Correia (14 pontos, 2/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 assistências e 2 roubos), Luiana Livulo (10 pontos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos, 3 roubos e uma falta provocada), Joana Bernardeco (10 pontos, 2/2 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências e 2 roubos), Michele Brandão (10 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 assistências e 2 roubos) e Francisca Braga (5 pontos, 1 triplo, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências e 5 roubos).Nas austríacas a mais valiosa foi Georgia De Leeuw (13 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 1 roubo), seguida por Julia Köppl (9 pontos, 2/5 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos e 3 desarmes de lançamento) e Pia Zderadicka (8 pontos).Em termos globais a supremacia lusa assentou na melhor eficácia nos duplos (42%-33%) e nos lances livres (70%-63%), no maior colectivismo (16-11 assistências), em ter roubado muito mais bolas (23-7 roubos) e no menor número de erros cometidos (19-30 turnovers). Ao invés, a Áustria foi mais certeira nos tiros do perímetro (32%-42%) e ganhou a luta das tabelas, apesar de ter sido muito equilibrada (38-39 ressaltos), com a nossa equipa a superiorizar-se na tabela ofensiva (16-14 ressaltos).
Triunfo sobre a Hungria a fechar a 1ª fase do Europeu
Portugal vai agora disputar o 5º lugar, estando já qualificada nos 8 primeiros da competição.
O encontro começou por ser equilibrado, mas no segundo período a Selecção assumiu as rédeas da partida e recolheu aos balneários com uma vantagem de 8 pontos no marcador (43-35). Na segunda parte, não obstante a boa reacção dos húngaros nos últimos 10 minutos, os jovens portugueses voltaram a exibir-se a grande nível e acabaram por conseguir segurar a vantagem até ao derradeiro apito.Ao nível individual, destaque para os desempenhos de Diogo Correia (23 pontos, 2 assistências e 1 roubo de bola) e Tomás Barroso (23 pontos, 2 assistências, 1 ressalto e 2 roubos de bola).
Sónia Reis e Paula Muxiri não chegaram
Ganhando os 3 primeiros parciais, respectivamente por 16-13, 17-14 e 17-12, as anfitriãs depois de terem chegado ao descanso com uma vantagem de 6 pontos (33-27), ampliaram-na no final do 3º quarto para 11, diferença que conseguiram manter no final da partida, dado que no último período o equilíbrio foi evidente (17-17).Sónia Reis (16 pontos e 11 ressaltos) e Paula Muxiri (14 pontos e 5 faltas provocadas) foram insuficientes para evitar o desaire.A comitiva portuguesa regressa hoje ao nosso país.
Portugal nos quartos-de-final
A equipa lusa ainda não perdeu qualquer jogo; lidera o Grupo A e garantiu, assim, o apuramento para os quartos-de-final.
Israel foi mais forte
Depois de vencer o primeiro período por 28-23, Portugal ainda conseguiu chegar ao intervalo na frente do marcador – 50-49. No entanto, o inicio de segunda parte foi devastador com a equipa israelita a encontrar soluções defensivas e a partir em rápidos contra-ataques conquistando um parcial de 28-11 e uma vantagem de 16 pontos à entrada do último parcial. Portugal ainda esboçou reacção mas já era tarde.
Reviravolta surgiu no último quarto
Desta feita a Estónia não faz parte do nosso Grupo, integrando o Grupo B, com a Bósnia e Herzegovina, Albânia, Luxemburgo e Suiça. Mas nos dois jogos disputados em 2007 e 2008, na capital do país à beira do Báltico, as duas vitórias conseguidas foram muito suadas e a última só surgiu após prolongamento.O êxito de ontem (73-75) foi resolvido apenas no derradeiro quarto, porque até aí o sinal mais tinha sido da equipa da casa, que na 1ª parte chegara à vantagem de 13 pontos. Com os parciais de 20-14 e 19-19, respectivamente no 1º e 2º períodos, atingiu-se o intervalo com as anfitriãs na frente (39-33).No reatamento a Estónia manteve a liderança, acabando o 3º período com 10 pontos à maior (62-52). A reviravolta aconteceu no derradeiro quarto (11-23), com o seleccionado luso a surpreender as suas adversárias, alcançando uma vitória justa e moralizadora porque revelou que a equipa nunca baixou os braços, acreditando até ao fim que era possível vencer a partida.Na equipa de Ricardo Vasconcelos, destaque para as prestações de Sónia Reis (24 pontos e 8 ressaltos), Sara Filipe (11 pontos, 7 ressaltos e 6 faltas provocadas), Paula Muxiri (11 pontos) e Larisse Lima (10 pontos).As duas selecções voltam a defrontar-se hoje novamente em Tallin.
Termina sonho da subida
Portugal perdeu esta terça-feira diante da Suécia, por 79-87, e apresenta apenas uma vitória, num grupo onde figuram 6 equipas e onde apenas duas se apuram para as meias-finais.
Os jovens portugueses encontraram algumas dificuldades diante desta formação do Norte da Europa. Apesar de terem conseguido equilibrar a contenda na segunda parte do jogo, a vantagem trazida da primeira metade (ao intervalo a nossa selecção perdia por 50-37) acabou por ser suficiente para que os suecos se mantivessem na frente do marcador até ao final.Esta quarta-feira, na última jornada desta fase, a equipa portuguesa defronta a Hungria.
Portugal vence Israel
Nos detalhes da notícia pode consultar a ficha do jogo.
Foi um jogo duro contra uma formação habituda a marcar presença em Fases Finais de Europeus. POrtugal começou determinado e desde cedo conquistou alguma vantagem, chegando ao final do 1º período com 26-19.Alta percentagem de triplos, 42% no final, com João Santos em destaque (7 triplos) foi uma das armas utilizadas e exploradas por boa construção dos sistemas ofensivos e excelentes escolhas de lançamento. Ao intervalo, Portugal continuava a manter os israelitas à distância (43-35).No regresso dos balneários, a equipa portuguesa permitiu alguma reacção do adversário que, chegou a empatar a partida a meio do 3º período. A equipa lusa não deixou mais do que isso. Reconquistou nova vantagem que já não voltaria a largar. Com 63-59 à entrada do decisivo período, o jogo estava em aberto. Mas a personalizada e determinada exibição da equipa portuguesa conferiu qualidade e uma vantagem na casa das dezenas (74-64) a 5 mn do final. Portugal geriu a reacção israelita e conquistou uma vitória. A primeira deste ano e de atletas como Pedro Pinto, André Pinto e Heshimu Evans (MVP do jogo) ao serviço da Selecção Nacional.
Superioridade britânica nas tabelas foi decisiva
A Grã-Bretanha repetiu o triunfo (73-65), em que após uns 10 minutos iniciais sob o signo do equilíbrio (21-21), acelerou o ritmo e ao intervalo a vantagem das anfitriãs já era de 17 pontos (48-31), com os 27-10 do 2º quarto a cavarem a diferença.No reatamento Portugal reagiu como lhe competia, ganhando o 3º (13-18) e o 4º período (12-16), mas não conseguiu evitar o desaire.A pecha fundamental da selecção lusa foi a dificuldade em lutar de igual para igual nas tabelas, em que a superioridade britânica foi gritante (47-28 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva em que aos 27 ressaltos conquistados pelas nossas adversárias só conseguimos contrapôr 7, ou seja menos 20. As melhores marcadoras de Portugal foram Sónia Reis (17 pontos), Sofia Ramalho (13) e Paula Muxiri (12).A comitiva lusa viaja hoje para Tallin, capital da Estónia, onde joga amanhã (20) e depois de amanhã (21) com a congénere anfitriã. O regresso a Lisboa está previsto para a próxima 5ª feira, dia 22.
Supremacia lusa em aspectos fundamentais
Ontem no pavilhão LORD, da FMH, as comandadas de Mariyana Kostourkova entraram bem (4-0), mas num ápice a Estónia respondeu com um parcial de 0-10, obrigando a seleccionadora nacional a parar o encontro. Decorria o minuto 4 e após as necessárias rectificações, em termos defensivos, as nossas representantes começaram por igualar (12-12 e 14-14) para a partir do minuto 9 passar para o comando, terminando o 1º quarto (18-14) já na frente.As forasteiras ainda reagiram no início do 2º período (18-13), chegando a 20-21, mas Daniela Domingues com 6 pontos consecutivos (26-23), iniciados com um triplo em cima do minuto 12, catapultou definitivamente o seleccionado luso para a liderança do marcador que ao intervalo se cifrava em 9 pontos (36-27).Sempre com a equipa portuguesa no controlo das operações, a vantagem lusa ampliou-se naturalmente tendo chegado aos 18 pontos (53-35), a maior diferença, no minuto 29, depois de Jessica Almeida ter acertado dois triplos consecutivos (49-33 e 52-35), com a Estónia a reagir de novo para fixar o resultado em 53-40 no final do 3º período (17-13).No derradeiro quarto (16-14) a partida enveredou por muito contacto físico, com as forasteiras a não aceitarem da melhor maneira a forma rija como as nossas jogadoras disputavam os lances, mas a arbitragem não permitiu que as coisas azedassem. Nos últimos 5 minutos a Estónia dispôs de 14 lances livres, convertendo apenas 5, mas a vitória das nossas cores já não fugia.Destaque na equipa de Kostourkova para as prestações de Maria João Andrade, com um duplo-duplo (13 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma asistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Vitória Pacheco (9 pontos, 11 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência e 2 roubos), Daniela Domingues (12 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, uma assistência, 3 roubos e 4 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres) e Luzia Lampreia (9 pontos, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências e 1 roubo). Na turma forasteira a mais valiosa foi a poste Maaja Bratka (12 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos e 1 desarme de lançamento), seguida da base Marii Pilu (10 pontos, 2 ressaltos, 3 assistências e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) e da atiradora Nele Laurimäa (9 pontos, 2/4 nos triplos e duas faltas provocadas). A extremo esquerdina Rosemary Rits (8 pontos) apesar de ter provocado 7 faltas, exagerou nas tentativas de lançamentos de campo, revelando pouca eficácia (20%).Em termos globais, Portugal assentou a sua superioridade na luta das tabelas (38-28 ressaltos), particularmente na tabela ofensiva onde ganhou 18 ressaltos contra apenas 7 das adversárias e ainda foi mais colectivo (17-6 assistências), com realce para os 4 passes decisivos da capitã Filipa Bernardeco, roubou mais bolas (12-2) e cometeu menos erros (12-17 turnovers). Na eficácia de lançamento houve muito equilíbrio: 41%-42% nos duplos, 36% para as duas equipas nos triplos, curiosamente com os mesmos índices (4 convertidos em 11 tentados) e 55%-58% nos lances livres. Ficha de jogoPortugal Sub 18 Fem (69) – Filipa Bernardeco (4), Jéssica Almeida (6), Luzia Lampreia (9), Vitória Pacheco (9) e Maria João Andrade (13); Inês Faustino (4), Daniela Domingues (12), Joana Jesus (2), Paula Couto (4), Catarina Neves, Vânia Sousa (2), Susana Cardoso, Inês Pinto (2) e Joana Ramos (1)Estónia Sub 18 Fem (54) – Marii Pilu (10), Nele Laurimäa (9), Rosemary Rits (8), Annika Koster (7) e Maaja Bratka (12); Trine Kasemagi (2), Kadri Krüusimagi (4), Greeta Üprus, Maia Bratka, Janeli Lilleallik, Birgit Piibur (2) e Berta MürkPor períodos: 18-14, 18-13, 17-13, 18-14Árbitros: Paulo Pereira, José Gouveia e Luís Marinho, de LisboaHoje as duas selecçõe voltam a defrontar-se no Pavilhão Carlos Alberto Carvalho (SIMECQ), a partir das 21H00.
Quase uma cópia do jogo da véspera
Curiosamente a diferença pontual foi a mesma -15 pontos (66-51) – , mas ainda com outras coincidências: igual resultado no 1º período (18-14), e também percentagens idênticas nos tiros do perímetro, com as duas equipas a converterem 3 triplos em 15 tentativas (20%).
Desta feita foi a Estónia que entrou melhor na partida (0-6), mas as nossas representantes responderam com um parcial de 10-0, na conclusão de movimentações bem urdidas, após boa circulação de bola. Com a poste Maaja Bratka em evidência na área pintada, as forasteiras ainda voltaram ao comando (10-12 e 12-14), mas rapidamente o colectivo luso respondeu com novo parcial de 6-0, terminando o 1º período a vencer por 18-14.Portugal não diminuiu a intensidade no início do 2º quarto (15-12), chegando a 25-14 (minuto 12), mas alguns turnovers cometidos pela nossa equipa e alguma permeabilidade defensiva na marcação a Maaja Bratka (16 pontos até ao intervalo) possibilitaram à Estónia encostar o resultado (27-24), o que obrigou Mariyana Kostourkova a pedir um desconto de tempo, com 3.54 minutos para jogar. Feitas os devidos ajustes defensivos, Portugal foi para o descanso a comandar por 7pontos (33-26).No reatamento as pupilas de Kostourkova entraram com a mão quente, com Jéssica Almeida e Filipa Bernardeco a acertarem 2 triplos de rajada em pouco mais de meio minuto (39-26). Portugal estava embalado e depois dos 41-31 (minuto 22), com Luzia Lampreia a fechar com uma bomba mais um parcial de 7-0 em menos de um minuto, ampliando a diferença para 17 pontos (48-31), à entrada do minuto 24. Foram efectivamente 3 minutos de luxo com a treinadora da Estónia a ter que parar o cronómetro.A escassos 1,2 segundos do termo do 3º quarto, com o resultado em 52-37, na disputa de um ressalto na nossa tabela defensiva, a extremo/poste Vitória Pacheco, uma unidade muito influente para não dizer decisiva no nosso jogo interior, caiu mal no solo, com o joelho, indo para o banco e não voltando a reentrar. A ganhar por 54-40 no minuto 34, o seleccionado luso geria a vantagem sem grandes problemas, conseguindo mesmo ampliá-la para 24 pontos (64-40), a maior diferença registada ao longo da partida, após novo parcial de 10-0, com a extremo Paula Couto a assumir e bem, facturando 6 pontos consecutivos, para depois ser a vez de Jéssica Almeida e Susana Cardoso não falharem da linha de lance livre, indicador onde as portuguesas estiveram ontem irrepreensíveis, convertendo todas as 13 tentativas de que dispuseram. Dois triplos das forasteiras já no último minuto, atenuaram a derrota da Estónia (66-51). No colectivo de Kostourkova, destaque para a prestação de Jéssica Almeida, MVP do jogo, com 14 pontos, 3/4 nos duplos, 1/2 nos triplos, 5/5 nos lances livres, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 4 roubos e 3 faltas provocadas. Na luta das tabelas, a nossa melhor ressaltadora voltou a ser Vitória Pacheco (9 ressaltos), em 25 minutos de utilização, bem acompanhada por Vânia Sousa (6 ressaltos), enquanto Maria João Andrade (apenas 2 ressaltos defensivos) esteve infeliz nos triplos (0/4), compensando com 6 assistências e 3 roubos.Todas as 13 jogadoras utilizadas marcaram pontos, revelando que o colectivo é forte.Na selecção da Estónia, a mais valiosa voltou a ser a poste Maaja Bratka, com novo duplo-duplo (16 pontos, 10 ressaltos sendo 5 ofensivos e 3 faltas provocadas), seguida da base Marii Pily (6 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, 3 assistências, 7 roubos e duas faltas provocadas) e da extremo/poste Annika Koster (6 pontos, 5 ressaltos, duas assistências e 2 roubos), enquanto a extremo Rosemary Rits voltou a salientar-se pelo elevado número de faltas provocadas (6), sendo mais eficaz da linha de lance livre (4/5).Em termos globais, Portugal voltou a ser superior nas assistências (14-6), nos roubos (17-11) e nos erros cometidos (25-27 turnovers), ainda que tenha estado abaixo do nível da véspera. Desta feita esteve melhor na eficácia dos duplos (47%-40%) e muito melhor da linha de lance livre (100%-43%). Por seu turno a Estónia superiorizou-se nas tabelas (34-39 ressaltos), com a diferença a ser feita na tabela ofensiva (7-12 ressaltos) e também provocou mais faltas (13-15), mas nada parecido com o 1º jogo, em que provocaram 25 contra apenas 15 das portuguesas.Numa primeira avaliação feita após o jogo, a fisioterapeuta Ana Bárbara Rola, é de opinião que se deve aguardar pela evolução da lesão contraída por Vitória Pacheco. Esperemos que a lesão não tenha a gravidade que impeça a jogadora de integrar a equipa para o Campeonato da Europa. Ficha do jogoPortugal Sub 18 (66) – Filipa Bernardeco (5), Luzia Lampreia (9), Daniela Domingues (6), Vitória Pacheco (6) e Maria João Andrade (6); Jéssica Almeida (14), Inês Faustino (2), Inês Pinto (2), Paula Couto (8), Vânia Sousa (2), Catarina Neves (2), Joana Jesus (2) e Susana Cardoso (2)Estónia Sub 18 (51) – Marii Pily (6), Kadri Kruusimagi, Rosemary Rits (8), Annika Koster (6) e Maaja Bratka (16); Maia Bratka, Janeli Lilleallik, Trine Kasemagi (4), Berta Mürk (3), Birgit Piibur, Greeta Üprus (2) e Nele Laurimäa (6)Por períodos: 18-14, 15-12, 19-11, 14-14 Árbitros: José Manuel Lopes e Inês Freire, de Lisboa O terceiro e último encontro entre as duas selecções joga-se hoje à tarde (18H30), no Pavilhão LORD (FMH).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.