Artigos da Federaçãooo
Portugal vence Hungria
Portugal termina amanhã mais uma fase da sua preparação, jogando, pelas 16h30, com a Jordânia, no Pavilhão do Casal Vistoso.
Portugal entrou determinado e cedo se percebeu que o jogo seria muito diferente do de sexta. Aplicação defensiva e bos opções no ataque garantiram uma vantagem de 18-11 ao fim dos primeiros 10 minutos. Tentaram reagir os hungaros mas a equipa portuguesa estava atenta e não permitiu veleidades na primeira parte, atingindo o descanso com 36-27 a seu favor.
No regresso dos balneários veio o melhor Portugal do jogo e a meio do 3º período a diferença já se cifrava na casa dos vinte pontos. Ligeira reacção hungara mas o último período iria começar com 14 pontos à maior para os da casa. A Hungria puxou então do seu melhor basquetebol para tentar virar a partida e, paulatinamente, aproximou-se no marcador chegando a 3 pontos a pouco mais de 3 minutos do final. Os jogadores portugueses não vacilaram e garantiram o triunfo final por 70-61.
Estatística em: http://www.fpb.pt/fpb_portal/!fpb.go?s=673329479&p=fpb.203040&k_id_jogo=105482&co2=B1&bl2=LAYOUT-1
Ineficácia no último quarto tirou-nos o bronze
A 22 de Julho de 2007, em Druskininkai (Lituânia), perdemos com a Grã Bretanha na discussão pela medalha de bronze (79-73), ano em que Montenegro e Lituânia garantiram a subida à Divisão A. Hoje, em Kavadarci (Macedónia) o carrasco chamou-se República Checa (era um forte candidato à subida) que nos venceu por 61-47.
O bronze fugiu-nos no último quarto, mercê de uma ineficácia gritante (1-19). Depois de termos chegado ao intervalo a perder por 7 pontos (24-31), com os parciais de 12-18 e 12-13 respectivamente no 1º e 2º períodos, Michelle Brandão liderou a equipa lusa com grande clarividência (5 assistências no 3º quarto), sendo a principal responsável pela viragem no marcador. À entrada do minuto 24 fazia um passe decisivo para a poste Sofia Carolina converter o cesto (34-33) e Portugal embalou até aos 40-33 (minuto 27). A turma adversária não baixou os braços, respondendo com um parcial de 0-7, que empatou a partida (40-40). Acto contínuo o treinador português pediu um desconto de tempo que surtiu efeito pois atingimos o final do 3º período (22-11) na liderança por 4 pontos (46-42). No derradeiro quarto as nossas representantes não acertaram com o cesto durante 6 longos minutos, só tendo convertido um lance livre, por intermédio da capitã Joana Bernardeco, a reduzir para 47-56, a meio do minuto 37, após ter sofrido um parcial de 0-14. A reentrada de Michelle Brandão no minuto 36 (perdíamos por 46-51) foi insuficiente para dar a volta ao texto, porque a força anímica das nossas jogadoras já era muito pouca, enquanto do lado contrário, as checas sentiam que tinham apenas de fazer a gestão do resultado. E foi isso que aconteceu, mesmo depois de o banco de Portugal ter parado o cronómetro com 2,40 minutos para jogar. Nas vencedoras que só perderam um jogo durante o campeonato (ontem ante a Eslováquia, na meia-final), destaque para a extremo (de 1,90m) Alena Hanusová, MVP da partida, com 10 pontos, 7 ressaltos, 3 roubos e 2 desarmes de lançamento, bem acompanhada por Dana Kusiltová (12 pontos, 5 ressaltos e 1 desarme de lançamento), Katerina Bartonová (13 pontos, 4/7 nos triplos, 2 ressaltos e 3 assistências) e Katerina Sedlaková (2 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências). No seleccionado luso, a mais valiosa foi a base Michelle Brandão (12 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas), com o senão de ter feito 7 turnovers, seguida de perto por Sofia Carolina (16 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo e 1 roubo). A superioridade checa assentou na maior eficácia do tiro exterior (7%-32%), graças aos 6 triplos convertidos em 19 tentativas contra apenas um das portuguesas em 14 tentados e também nas tabelas (38-46 ressaltos), particularmente na tabela ofensiva (6-12 ressaltos). Nos restantes indicadores, as coisas estiveram equilibradas: assistências (10-13), roubos (12-13) e turnovers (20-20). Nos duplos (38%-36%) e nos lances livres (60%-50%), Portugal até esteve ligeiramente melhor. Resultados: (7º/8º lugares) Bélgica 58-52 Grécia(5º/6º lugares) Israel 60-85 Hungria(3º/4º lugares) Portugal 47-61 República Checa(1º/2º lugares) Grã Bretanha 47-46 Eslováquia A Grã Bretanha é campeã.
Preparação para os jogos da CPLP
Sendo uma Selecção constítuida maioritariamente por atletas do CNT PP, este estágio serviu para integrar os 4 atletas que não fizeram parte do CNT PP na época passada. De realçar que destes 4, 3 vão integrar o referido CNT na próxima época. O estágio correu muito bem, com todos os atletas a empenharem-se ao máximo. Durante esta semana fizemos 10 treinos e 2 jogos, jogos estes integrados num Torneio Triangular que o Clube local, ACER Tondela, organizou. Neste Torneio participaram as Equipas do C.A.D. de Coimbra – Sub-18 (Ex. PT Coimbra) e o ACER Tondela – misto de Sub-18 e Seniores. No primeiro jogo com o C.A.D. a nossa selecção ganhou 50-37 e no segundo com o ACERT perdeu 57-38. Os 12 atletas que vão a Maputo já no dia 27 Julho representar o nosso País são: Pedro Marques, Luís Carmo, Gil Seabra, Francisco Amiel, Diogo Gameiro, Miguel Fonseca, Diogo Fontes, André Figueiredo, Eduardo Araújo, João Guimarães, Benvindo Mendes e João Moreira.Quero agradecer á Câmara de Tondela por ter proporcionado todas as condições para os nossos atletas, quer no alojamento (Pousada da Juventude de Viseu), quer nas refeições (Refeitório da Câmara e Escola Secundária). Por fim, quero agradecer ao ACER Tondela por toda a disponibilidade, quer do Pavilhão quer de logística, em especial ao seu Treinador Luís Carmo, que foi excepcional no esforço que fez para que não faltasse nada aos nossos atletas.Obrigado!!!
Inglesas foram bem mais eficazes
Resta agora às nossas representantes lutar esta tarde por um lugar no pódio, quando defrontarmos a República Checa para a 3ª e 4ª posições. As checas foram surpreendidas pelas suas rivais eslovacas, num duelo fratricida, por 50-53.
A partida que nos cortou o sonho da subida à Divisão A começou mal para as comandadas de Eugénio Rodrigues que, perante uma equipa mais alta, mais pesada e mais rápida, sentiu imensas dificuldades para atacar o cesto, enquanto as suas opositoras revelavam grande eficácia, pelo que não surpreendia a marcação no final dos 10 minutos iniciais (4-17). No 2º período (11-11) conseguimos finalmente entrar no jogo, equilibrando as operações e fomos para o intervalo em desvantagem (15-28). O cariz do encontro não se modificava porque embora se notasse um grande empenho das lusas, isso não era suficiente para reduzir o prejuízo de forma significativa, que no final do 3º quarto (12-11) ainda era de 12 pontos (27-39). À custa de muita garra e espírito de entreajuda, Portugal lá ia alimentando o sonho e a 3 minutos do termo, já no último quarto estávamos a 6 pontos (40-46). Esse minuto fatídico (37) acabou definitivamente com as chances da nossa equipa, porque num ápice a vantagem britânica disparava de novo para a dezena. Já sem reacção as portuguesas viram as adversárias consolidar o triunfo, cavando o fosso para os 19 pontos finais (40-59. Nas vencedoras, prevaleceu a força do colectivo, embora as mais influentes tenham sido Mary Durojaye (9 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres), Katrin Chiemeka (9 pontos, 3/5 nos triplos, 8 ressaltos, duas assistências e 3 roubos), Mairi Buchan (10 pontos e 8 ressaltos, sendo 3 ofensivos) e Kristhie Sheils (7 pontos e 4 assistências). Na selecção portuguesa, a mais valiosa voltou a ser a poste Sofia Carolina, ao alcançar o seu 3º duplo-duplo na competição e sendo de novo a MVP do encontro, com 11 pontos, 11 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 3 desarmes de lançamento e uma falta provocada). Foi bem secundada por Luiana Livulo (8 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada) e Francisca Braga (5 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências e 2 roubos). Discretas e pouco eficazes estiveram Michelle Brandão (6 pontos, 3/12 nos duplos e 0/5 nos triplos), Joana Bernardeco (6 pontos e 2/8 nos triplos) e Maria João Correia (4 pontos). Em termos globais, a supremacia britânica assentou basicamente nas tabelas (37-52 ressaltos), nomeadamente na tabela defensiva (23-35 ressaltos) e no maior número de faltas provocadas (8-13), com reflexos nas idas à linha de lance livre. Enquanto Portugal usufruiu de apenas 4 tentativas (3/4), as britânicas dispuseram de 26 tentativas, concretizando 19 (73%). Aliás o seleccionador Eugénio Rodrigues referiu que arbitragem não foi equilibrada (apenas uma falta assinalada à Grã Bretanha no 1º quarto) e na ponta final aquando da nossa reacção e consequente encostar do resultado, foram-nos assinaladas duas faltas técnicas e uma falta anti-desportiva, sem que se vislumbrassem motivos para tal. A turma adversária foi também mais eficaz nos lançamentos do perímetro (13%-36%), com 8 triplos convertidos em 22 tentados, enquanto as portuguesas se quedaram por 3 em 23 tentativas. Portugal esteve melhor nos duplos (33%-24%) e cometeu menos erros (10-16 turnovers), sendo ainda menos colectivo que as contrárias (7-11 assistências). O jogo que decidirá a medalha de bronze (3º/4º lugares), entre Portugal e a República Checa principia às 16H30 (15h30 portuguesas), enquanto a final (Grã Bretanha-Eslováquia) terá início às 18H45.
Estágio de preparação no Luso
Responsáveis:Dirigente: José TolentinoSeleccionador: Ricardo VasconcelosTreinador-Adjunto: Carlos SeixasMédica: Susana SantosFisioterapeuta: Maria José PiresSecretário: Nuno Manaia
4ª semana de preparação
Foram seis dias de muito trabalho e suor, mas também de alguns mergulhos na piscina da Pousada e duas pequenas deslocações à praia do Furadouro para uns breves momentos de lazer.
Na 4ª e 5ª feira a jovem selecção portuguesa realizou 2 jogos como preparação para o Campeonato da Europa (Tallin/Estónia de 5 a 15 de Agosto), respectivamente com a AD Sanjoanense e com o GRI Brandoense (mistos de jogadores juniores e seniores) ; os dois jogos saldaram-se com duas vitórias por 20 e por 21 pontos de diferença.Na próxima semana, última da preparação iniciada em 30 de Junho, a equipa assentará arraiiais em S. João da Madeira, local de alojamento e em Paços de Brandão como local de treinos e dos dois jogos agendados.
Portugal ficou a um passo divisão A
ortugal cai ao 6º encontro (40-59), depois de vencer por 5 vezes consecutivas. Numa meia final que se antevia equilibrada, ante uma selecção britânica poderosa em todos os aspectos, desde a rapidez ao o peso, dos centimetros à qualidade das jogadoras
O inicio acabou por se revelar nefasto para as nossas aspiraçoes pois no 1º periodo, enquanto que as adversárias não erravam um tiro, Portugal não conseguia acertar nenhum dos seus lançamentos, quedando-se o resultado em 17-4. No 2º periodo Portugal equilibrou finalmente o jogo, empatando o periodo e chegando ao intervalo com a mesma diferença pontual.No 3º e 4ºs periodos esta toada manteve-se com a adversária sempre a uma distancia segura e controlada até que, veio finalmente a reacção das Lusas, encostando o marcador a 3 minutos do fim, em 40-46. Porém este foi o canto do cisne, pois a gra bretanha voltou a escapar para os 10 pontos de diferença, dilatando inclusive para os 19 pontos face as faltas constantes da Portugal para parar o jogo, sem que depois conseguisse converter.A superioridade da Gra-Bretanha é indiscutivel pois dominou completamente a luta das tabelas e foi mais eficaz no tiro, porém, ha que assinalar uma pessima arbitragem, pois na 1ª parte assinalou apenas uma falta à nossa adversaria e ja no final, quando se tentou parar o adversario com faltas, dforam assinaladas 2 faltas técnicas e uma antidesportiva sem que se vislumbrasse razoes pasra isso.Seja como for, o grupo esta de parabéns e amanhã lutará pela medalha com a Republica Checa, pelas 16.30h
Sub-20 cedem nas meias-finais
A equipa portuguesa, que na Macedónia realizou um campeonato fantástico, pois até então não tinha cedido em qualquer encontro, esteve à beira de alcançar o objectivo a que se propôs, mas acabou por morrer na praia…
Jordânia vence Hungria
Portugal e Hungria fecham o evento, amanhã, no Pavilhão do Casal Vistoso, em partida que atribui o 2º e 3º lugar, pelas 19H00.
Portugal termina Europeu em 7º
A equipa nacional derrotou a Bélgica, por 64-61, assegurando, assim, uma posição que, embora não garanta a promoção à Divisão A, não deixa de ser muito digna. Os jovens portugueses, e a sua equipa técnica, estão de parabéns pelo trabalho que desenvolveram ao longo dos últimos dias nesta competição, que teve lugar na Áustria.
A Selecção Nacional precisava de ganhar para garantir a 7ª posição e foi o que acabou por acontecer. Os belgas chegaram ao fim do primeiro período na frente, por apenas um ponto, mas no segundo os jovens portugueses arregaçaram as mangas e quando o intervalo chegou já ganhavam por 3 de diferença (33-30). Na segunda parte Portugal entrou muito bem e, apesar de uma ligeira quebra nos últimos 10 minutos, a vantagem de 3 pontos obtida antes do intervalo acabou por ser determinante com vista a garantir o triunfo.Ao nível individual, destaque para as actuações de Tiago Raimundo (9 pontos, 12 ressaltos, 3 assistências, 5 roubos de bola e 1 desarme de lançamento), André Pereira (10 pontos e 3 ressaltos) e Tomás Barroso (10 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola).
Sub-18 voltam a ceder
Depois de ter cedido, na véspera frente à Bélgica, a equipa lusa foi derrotada pela Hungria, por 56-71. Segunda-feira, na última jornada da fase preliminar do Grupo B, Portugal mede forças com a Escócia.
Alma lusa faz história na Macedónia
Em Kavadarci, num pavilhão sem ar condicionado e em condições quase sobrehumanas (o termómetro marcava 41º C), o seleccionado luso apurou-se para as meias-finais ao bater a Bélgica (habituada às andanças da Divisão A) por 59-40.
E vão 5 vitórias consecutivas, tantas quantos os jogos disputados. Hoje, sábado, véspera do termo da competição que decorre naquela cidade da Macedónia, Portugal terá pela frente um adversário difícil, a Grã-Bretanha, que se desembaraçou de Israel por 72-65. Recorde-se que Israel foi 3º classificado do nosso Grupo, na 1ª fase e o triunfo caiu para as nossas cores por 60-46.Claro que cada jogo é um jogo, mas à partida não nos parece ser inacessível. Físicamente é uma equipa bem constituída, mas parece-nos que temos valores e soluções para discutirmos palmo a palmo, melhor dizendo ponto a ponto, a passagem à final. Mantenho-me teimoso… portanto deixem-me continuar a sonhar. Conheço bem as nossas jogadoras e confio nelas, bem como nos seus técnicos.Mas vamos comentar o que se passou no jogo com a Bélgica. Eram decorridos apenas 3 segundos e já Maria João Correia acertava a sua 1ª bomba (3-0), um bom prenúncio pois a temível atiradora do CAB Madeira acabaria como a melhor marcadora da partida (18 pontos e 3 triplos). O calor sufocante dificultava sobremaneira as marcações defensivas, com a defesa pressionante das nossas representantes a não conseguir prevalecer nos 10 minutos iniciais (20-20). Isso só veio a acontecer no 2º período (11-2), quando a nossa estratégia defensiva acabou por encaixar na movimentação atacante belga, obrigando o adversário a cometer 9 turnovers. O intervalo chegou com a nossa equipa na liderança (31-22).No 3º quarto (19-11) Maria João Correia e Sofia Carolina continuavam a dar nas vistas no ataque e gradualmente também começava a aparecer no jogo a base Michelle Brandão, não só na leitura das situações, ora assistindo (4 passes decisivos), ora recuperando bolas (5 roubos), mas também assumindo na hora de lançar ao cesto (2 triplos), compensando a fraca eficácia nos duplos. No final do 3º período a vantagem lusa era de 17 pontos (50-33).A reacção adversária surgiu forte no derradeiro quarto, reduzindo o prejuízo para 12, mas um oportuno desconto de tempo pedido por Eugénio Rodrigues acalmou a equipa, transmitindo-lhe simultâneamente o discernimento e a confiança necessários para voltar a impôr os nossos trunfos. Assim sucedeu, ampliando-se a diferença para os 19 pontos finais (59-40).Na selecção portuguesa grande destaque para a poste Sofia Carolina, MVP do encontro, ao contabilizar mais um duplo-duplo: 15 pontos, 6/12 nos duplos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 3 roubos, 5 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Maria João Correia (18 pontos, 4/7 nos duplos, 3/6 nos triplos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e uma falta provocada), Michelle Brandão (13 pontos, 2/4 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 5 roubos e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), Luiana Livulo (3 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências e 2 desarmes de lançamento) e Francisca Braga nas tarefas defensivas (2 ressaltos, 2 roubos e 3 desarmes de lançamento). Por banda das belgas, as mais valiosas foram Lieve Rombouts (8 pontos, 2 triplos, 2 ressaltos e 2 roubos), Nele Poffyn (8 pontos, 6 ressaltos defensivos, uma assistência e 2 roubos) e Miete Cellus (6 pontos, 5 ressaltos, duas assistências, 1 roubo e 1 desarme de lançamento).Em termos globais, Portugal superiorizou-se nas tabelas (44-34 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (15-8) e foi mais eficaz nos duplos (37%-34%) e nos triplos (26%-21%). Foi também mais colectivo (13-6 assistências), roubou mais bolas (12-9), conseguiu mais desarmes de lançamento (10-4) e cometeu menos erros (11-19 turnovers). Este sábado, Portugal discute com a Grã-Bretanha, a partir das 18H45 (17H45 portuguesas), a passagem à final do campeonato. Se isso acontecer, o sonho da subida à Divisão A será uma realidade. Continuamos a acreditar. Força, equipa!
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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