Artigos da Federaçãooo
Sub-20 cedem nas meias-finais
A equipa portuguesa, que na Macedónia realizou um campeonato fantástico, pois até então não tinha cedido em qualquer encontro, esteve à beira de alcançar o objectivo a que se propôs, mas acabou por morrer na praia…
Jordânia vence Hungria
Portugal e Hungria fecham o evento, amanhã, no Pavilhão do Casal Vistoso, em partida que atribui o 2º e 3º lugar, pelas 19H00.
Portugal termina Europeu em 7º
A equipa nacional derrotou a Bélgica, por 64-61, assegurando, assim, uma posição que, embora não garanta a promoção à Divisão A, não deixa de ser muito digna. Os jovens portugueses, e a sua equipa técnica, estão de parabéns pelo trabalho que desenvolveram ao longo dos últimos dias nesta competição, que teve lugar na Áustria.
A Selecção Nacional precisava de ganhar para garantir a 7ª posição e foi o que acabou por acontecer. Os belgas chegaram ao fim do primeiro período na frente, por apenas um ponto, mas no segundo os jovens portugueses arregaçaram as mangas e quando o intervalo chegou já ganhavam por 3 de diferença (33-30). Na segunda parte Portugal entrou muito bem e, apesar de uma ligeira quebra nos últimos 10 minutos, a vantagem de 3 pontos obtida antes do intervalo acabou por ser determinante com vista a garantir o triunfo.Ao nível individual, destaque para as actuações de Tiago Raimundo (9 pontos, 12 ressaltos, 3 assistências, 5 roubos de bola e 1 desarme de lançamento), André Pereira (10 pontos e 3 ressaltos) e Tomás Barroso (10 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola).
Sub-18 voltam a ceder
Depois de ter cedido, na véspera frente à Bélgica, a equipa lusa foi derrotada pela Hungria, por 56-71. Segunda-feira, na última jornada da fase preliminar do Grupo B, Portugal mede forças com a Escócia.
Alma lusa faz história na Macedónia
Em Kavadarci, num pavilhão sem ar condicionado e em condições quase sobrehumanas (o termómetro marcava 41º C), o seleccionado luso apurou-se para as meias-finais ao bater a Bélgica (habituada às andanças da Divisão A) por 59-40.
E vão 5 vitórias consecutivas, tantas quantos os jogos disputados. Hoje, sábado, véspera do termo da competição que decorre naquela cidade da Macedónia, Portugal terá pela frente um adversário difícil, a Grã-Bretanha, que se desembaraçou de Israel por 72-65. Recorde-se que Israel foi 3º classificado do nosso Grupo, na 1ª fase e o triunfo caiu para as nossas cores por 60-46.Claro que cada jogo é um jogo, mas à partida não nos parece ser inacessível. Físicamente é uma equipa bem constituída, mas parece-nos que temos valores e soluções para discutirmos palmo a palmo, melhor dizendo ponto a ponto, a passagem à final. Mantenho-me teimoso… portanto deixem-me continuar a sonhar. Conheço bem as nossas jogadoras e confio nelas, bem como nos seus técnicos.Mas vamos comentar o que se passou no jogo com a Bélgica. Eram decorridos apenas 3 segundos e já Maria João Correia acertava a sua 1ª bomba (3-0), um bom prenúncio pois a temível atiradora do CAB Madeira acabaria como a melhor marcadora da partida (18 pontos e 3 triplos). O calor sufocante dificultava sobremaneira as marcações defensivas, com a defesa pressionante das nossas representantes a não conseguir prevalecer nos 10 minutos iniciais (20-20). Isso só veio a acontecer no 2º período (11-2), quando a nossa estratégia defensiva acabou por encaixar na movimentação atacante belga, obrigando o adversário a cometer 9 turnovers. O intervalo chegou com a nossa equipa na liderança (31-22).No 3º quarto (19-11) Maria João Correia e Sofia Carolina continuavam a dar nas vistas no ataque e gradualmente também começava a aparecer no jogo a base Michelle Brandão, não só na leitura das situações, ora assistindo (4 passes decisivos), ora recuperando bolas (5 roubos), mas também assumindo na hora de lançar ao cesto (2 triplos), compensando a fraca eficácia nos duplos. No final do 3º período a vantagem lusa era de 17 pontos (50-33).A reacção adversária surgiu forte no derradeiro quarto, reduzindo o prejuízo para 12, mas um oportuno desconto de tempo pedido por Eugénio Rodrigues acalmou a equipa, transmitindo-lhe simultâneamente o discernimento e a confiança necessários para voltar a impôr os nossos trunfos. Assim sucedeu, ampliando-se a diferença para os 19 pontos finais (59-40).Na selecção portuguesa grande destaque para a poste Sofia Carolina, MVP do encontro, ao contabilizar mais um duplo-duplo: 15 pontos, 6/12 nos duplos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 3 roubos, 5 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Maria João Correia (18 pontos, 4/7 nos duplos, 3/6 nos triplos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e uma falta provocada), Michelle Brandão (13 pontos, 2/4 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 5 roubos e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), Luiana Livulo (3 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências e 2 desarmes de lançamento) e Francisca Braga nas tarefas defensivas (2 ressaltos, 2 roubos e 3 desarmes de lançamento). Por banda das belgas, as mais valiosas foram Lieve Rombouts (8 pontos, 2 triplos, 2 ressaltos e 2 roubos), Nele Poffyn (8 pontos, 6 ressaltos defensivos, uma assistência e 2 roubos) e Miete Cellus (6 pontos, 5 ressaltos, duas assistências, 1 roubo e 1 desarme de lançamento).Em termos globais, Portugal superiorizou-se nas tabelas (44-34 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (15-8) e foi mais eficaz nos duplos (37%-34%) e nos triplos (26%-21%). Foi também mais colectivo (13-6 assistências), roubou mais bolas (12-9), conseguiu mais desarmes de lançamento (10-4) e cometeu menos erros (11-19 turnovers). Este sábado, Portugal discute com a Grã-Bretanha, a partir das 18H45 (17H45 portuguesas), a passagem à final do campeonato. Se isso acontecer, o sonho da subida à Divisão A será uma realidade. Continuamos a acreditar. Força, equipa!
Portugal perde frente a mundialistas jordanos
Portugal não foi capaz de se adaptar ao jogo da equipa da jordânia e perdeu por 55-64. Portugal até esteve bem na luta das tabelas mas irreconhecível na hora de atirar ao cesto com 39% de duplos e 26% nos triplos.
Amanhã, a Jordânia volta a entrar em campo e defrontará a equipa da Hungria, pelas 18H00, no Pavilhão do Casal Vistoso.
Link para estatística nos detalhes da noticia.
O inicio de jogo confuso não fazia antever tarefa fácil para a equipa lusa. Portugal começou mal e não atinava no ataque conseguindo, com empenho defensivo, manter o jogo equilibrado. No final do primeiro período, 13-14 para os jordanos. A toada manteve-se até final da primeira parte e a Jordânia conseguiu conquistar uma curta diferença, saindo para o balneário ainda na frente (25-29).Esperava-se a reacção lusa mas o desacerto no ataque penalizava a euipa nacional que, ao invés, viu a Jordânia começar a acertar ainda mais co o cesto e afastar-se um pouco mais. À entrada do último parcial POrtugal perdia por 8 (36-44). Num último esforço, os jogadores portugueses ainda conseguiram “encostar” e até empatar a partida, no entanto, dois triplos mortíferos a cerca de 2 minutos do final praticamente sentenciaram o jogo.Estatística em:http://www.fpb.pt/fpb_portal/!fpb.go?s=1237224363&p=fpb.304012&K_ID_COMPETICAO=3151
A um passo da subida
As jovens portuguesas, que ainda não perderam qualquer jogo, derrotaram esta sexta-feira a Bélgica, por 59-40, apurando-se, assim, para as meias-finais da prova. Este sábado, no duelo de acesso à final, Portugal defronta a Grã-Bertanha.
Portugal entra com vitoria
No jogo de estreia na prova e contando com o apoio de 9 adeptos portugueses, os pupilos de Ivan Kostourkov mostraram um grande querer e muita concentração durante todo o encontro frente à Bósnia e Herzegovina, saindo vitoriosos por 73-61.
Portugal chegou ao comando da partida ao minuto 3 e desde então não mais perdeu a liderança.O primeiro período foi o melhor de Portugal. Através de uma defesa individual pressionante e de rápidas transições defesa-ataque, os jovens portugueses conseguiram surpreender os balcânicos e saltar para o comando da partida. Destaque neste período para Daniel Coelho (8 pts) e Eduardo Guimarães (7 pts), ambos com dois triplos concretizados e ainda para Rafael Wildner (6 pts e 4 ress).No segundo período a Bosnia reagiu e tentou recuperar a desvantagem, mas os homens que saltaram do banco português não estiveram pelos ajustes. Jonah Callenbach com 8 pts e Hugo Sotta (7 ressaltos) foram fundamentais para a manutenção da liderança e Portugal atingiu o intervalo na frente, com 8 pontos de vantagem, 42- 34.Nos terceiro e quarto períodos, novos protagonistas deram cartas por parte de Portugal. Miguel Maria Cardoso, Artur Castela, Sérgio Santos e Hugo Sotta contribuiram com pontos, assistências e ressaltos e ajudaram a manter o controlo da partida, acabando em definitivo com as aspirações Bósnias.As duas estrelas do Bósnia, o base Nebojsa Maksimovic e o segundo base Dino Begagic foram muito bem controlados pelos jovens portugueses, tendo-se exibido a um nível bem abaixo do seu habitual. Já o poste Ernard Mujic (208 cm) foi mais difícil de parar e acabou como melhor marcador do encontro com 16 pts.Esta sexta-feira, Portugal joga contra a Bélgica pelas 20H15 (18H15, em Portugal).Ficha do JogoPavilhão: Zisman, Tel AvivBósnia e Herzegovina 61-73 PortugalPor períodos: 18-27, 16-15, 13-16, 14-15Portugal (73) – Daniel Coelho 8, Sérgio Santos 3, Hugo Sota 4, Miguel Cardoso 12, Bruno Cunha, Jonah Callenbach 14, João Álvaro 2, Eduardo Guimarães 9, Rafael Wildner 13, Artur Castela 6, Daniel Margarido 2, Filipe Duval
Selecção regressa depois de curto descanso
Hoje já treinaram os 12 jogadores convocados para o torneio, onde não se inclui Marco Gonçalves, entretanto dispensado, nem José Silva, a contas com uma pequena mazela nas costas, sendo que se irá juntar aos colegas em Ovar. A boa notícia é a presença de Carlos Andrade que já se treinou sem limitações.
Entretanto, Portugal jogará ainda mais um jogo de treino, na segunda feira, dia 26, com a Jordânia, pelas 16h30 no Pavilhão do Casal Vistoso.
Hoje também já treinaram as selecções da Jordânia e da Hungria. Nos jordanos o destaque vai para os dois técnicos portugueses que conseguiram apurar esta selecção para o Mundial, prova que agora preparam. A Hungria, habitual presença em fases finais, está, tal como Portugal, a preparar a Fase de qualificação do Eurobasket onde terá pela frente as equipas da Bósnia, Macedónia, Ucrânia e Grã-Bretanha.Os 12 atletas portugueses convocados são:Miguel Minhava, Pedro Pinto, Mário Fernandes, Carlos Andrade, João Santos, Jaime Silva, André Pinto, Heshimu Evans, Francisco Jordão, Nuno Cortez, David Gomes e Miguel Miranda.
Supremacia nas tabelas e outra maturidade
A vitória por 80-51, com 35-30 ao intervalo, traduz para além da superioridade intrínseca das Sub 18, a circunstância de as vencedoras estarem numa fase mais adiantada de preparação (a completar a 4ª semana), enquanto as Sub 16 iniciaram os trabalhos há apenas uma semana. Todavia na 1ª metade foi excelente a réplica das comandadas de Ana Neves que, depois de terem perdido o 1º período (17-10), reentraram com muita confiança, apostando no tiro exterior (4 triplos em 13 tentados), pelo que ganharam mesmo o 2º quarto (18-20). Poucos erros de parte a parte (5 turnovers para cada lado) e alguma desconcentração das pupilas de Kostourkova, obrigando esta a pedir um desconto de tempo no minuto 19 (31-28), face à aproximação no marcador, depois de terem estado com 12 pontos à maior (27-15), no minuto16. Na etapa complementar um parcial de 14-2 em 6 minutos (49-32) comprovou a maior experiência das Sub 18, com as jogadoras que fizeram muitos minutos na Liga Feminina, casos de Daniela Domingues (Basquete Barcelos), Inês Faustino (AD Vagos) e Maria João Andrade (Olivais), a fazerem a diferença. Os parciais de 20-8 e 25-13, respectivamente nos 3º e 4º períodos, explicam a diferença registada no final da partida, selada com um triplo de Joana Jesus praticamente em cima da buzina. Destaque nas vencedoras para a MVP do jogo, Daniela Domingues (16 pontos, 8 ressaltos sendo 6 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 6 faltas provocadas, com 6/6 da linha de lance livre), bem acompanhada por Maria João Andrade (13 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos,1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), a subir de rendimento e Inês Faustino (13 pontos, 4/5 nos duplos, 1/2 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, 3 assistências, 4 roubos e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres). Vitória Pacheco jogou apenas 4 minutos, por precaução, não se ressentindo. Mas outras jogadoras também não desmereceram, casos de Filipa Bernardeco (4 assistências), Paula Couto (3 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), Joana Jesus (1 triplo e 3 assistências), Susana Cardoso (6 ressaltos sendo 2 ofensivos) e Luzia Lampreia (2 ressaltos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres). Na equipa de Sub 16, a mais valiosa foi Sofia Pinheiro (11 pontos, 3/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 1 roubo e uma falta provocada), seguida da poste Raquel Jamanca (6 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 roubos e uma falta provocada), Laura Ferreira (2 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e 1 roubo) e ainda Inês Viana (10 pontos, 2/3 nos triplos,1 ressalto defensivo, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas), com o senão dos 6 turnovers e da fraca eficácia nos duplos (1/7), que naturalmente penalizaram a sua valorização. Em termos globais, a superioridade das Sub 18 assentou na luta de ressaltos (43-26), na maior eficácia de lançamento nos duplos (48%-44%) e nos lances livres (82%-39%), no maior colectivismo (19-6 assistências), no maior número de roubos de bola (12-7) e por ter provocado mais faltas (21-10), com reflexos na ida à linha de lance livre (22 convertidos em 27 tentativas, contra apenas 5/13 das suas opositoras). Por seu turno, as Sub 16 foram mais eficazes no tiro exterior (20%-25%), convertendo 6 triplos em 24 tentados, enquanto as mais velhas só concretizaram 2 em 10 tentativas. Nos turnovers as coisas estiveram equilibradas (16 para cada lado). Ficha do jogo Portugal Sub 18 (80) – Filipa Bernardeco, Luzia Lampreia (4), Daniela Domingues (16), Vitória Pacheco (2) e Maria João Andrade (13); Vânia Sousa (3), Inês Pinto (5), Inês Faustino (13), Jéssica Almeida 84), Joana Ramos (2), Susana Cardoso (4), Catarina Neves, Joana Jesus (5) e Paula Couto (7) Portugal Sub 16 (51) – Inês Viana (10), Letícia Fonseca (3), Laura Ferreira (2), Helena Costa e Raquel Jamanca (6); Carolina Anacleto (2), Joana Canastra (6), Ana Santos (2), Sofia Pinheiro (11), Joana Soeiro (6), Mafalda Barros (3) e Nádia Fernandes Por períodos: 17-10, 18-20, 20-8, 25-13 Árbitros: Luís Marinho e Vasco Viana
Excelente prestação das Sub 16 portuguesas
A dupla técnica responsável pela nossa equipa de Sub 16 (Ana Catarina Neves e Cristina Viegas) está por certo neste momento muito satisfeita com o excelente comportamento das suas pupilas, que só soçobraram no último quarto, manifestamente porque a capacidade física já estava esgotada, ante uma equipa de estatura elevada e mais pesada, conseguindo mesmo assim impôr o prolongamento. Entrando para o 4º período a comandar por 15 pontos (50-35), depois de terem ganho os 3 primeiros quartos, as nossas representantes que já estavam carregadas de faltas, viram as suas opositoras a privilegiarem as entradas para o cesto, com o objectivo de provocarem a falta, o que acabou por ser uma situação praticamente constante nos últimos 10 minutos do tempo normal. Só nesse período as forasteiras dispuseram de 18 lances livres, concretizando 11 tentativas, além de 4 cestos de campo (duplos), enquanto a equipa lusa só converteu dois duplos (52-42 no minuto 34 e 54-46 no minuto 37). Em 3 minutos e meio a Estónia conseguiu anular o prejuízo de 8 pontos, empatando a partida (54-54) a 10 segundos do termo, por intermédio da base Marii Pilv, convertendo mais 2 lances livres a que teve direito. No prolongamento a equipa estoniana entrou mais forte, conseguindo um parcial de 0-6 e só à custa de muita garra e determinação foi possível às comandadas de Ana Neves encostarem o resultado (58-60), com 1 minuto e 10 segundos para jogar. Dois descontos de tempo pedidos, um para cada lado, até que de novo Marii Pilv selou o resultado final (58-62) da linha de lance livre, a escassos 7,7 segundos da buzina. Destaque nas vencedoras para a base Marii Pilv, MVP do jogo, com 12 pontos, 5 ressaltos defensivos, duas assistências, 5 roubos e 6 faltas provocadas, com 6/9 nos lances livres), bem secundada pela extremo Nele Laurimäa, a melhor marcadora da partida (18 pontos, 5 ressaltos defensivos e 8 faltas provocadas, falhando da linha de lance livre apenas uma tentativa das 15 a que teve direito, excelentes 93%) e pela poste Maaja Bratka, com mais um duplo-duplo (13 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas).Na selecção portuguesa de Sub16 a mais valiosa acabou por ser a base Inês Viana (7 pontos, 3 ressaltos defensivos, 7 assistências, 3 roubos e 7 faltas provocadas, com 5/5 nos lances livres), ainda que penalizada na valorização pelos 7 turnovers e pela fraca eficácia nos duplos (1/8), seguida de Helena Costa (3 pontos, 6 ressaltos defensivos e 2 roubos) e Mafalda Barros (11 pontos, 3/8 nos triplos, uma assistência e 2 roubos) em 11 minutos de utilização. Joana Soeiro (7 pontos, 2/2 nos duplos e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), Raquel Jamanca (5 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e duas faltas provocadas) e Laura Ferreira (6 pontos, 3/4 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos, 2 roubos e 1 desarme de lançamento) também merecem referência. Em termos globais, a Estónia ganhou o jogo da linha de lance livre, pois usufruiu de 39 tentativas, tendo convertido 30 (77%) contra 63% das portuguesas que provocaram 22 faltas, dispondo de 19 lances livres (menos de metade), dos quais só converteram 12, tendo ainda ganho a luta das tabelas (38-41 ressaltos), com as jovens lusas a surpreender ao capturarem 14 ressaltos na tabela ofensiva, mais 6 que as adversárias. Nos restantes indicadores, Portugal superiorizou-se na eficácia dos duplos (37%-33%) e dos triplos (19%-0%), com os 6 triplos lusos a caírem na 1º parte, foi mais colectivo (12-3 assistências) e conseguiu mais roubos de bola (18-11). Nos erros cometidos, a Estónia acabou por ser a menos má (26-23 turnovers).Ficha do jogoPortugal Sub 16 (58) – Inês Viana (7), Letícia Fonseca (9), Laura Ferreira (6), Helena Costa (3) e Raquel Jamanca (5); Nádia Fernandes (3), Carolina Anacleto, Joana Filipe (5), Mafalda Barros (11), Leonor Cruz, Joana Soeiro (7) e Joana Canastra (2)Estónia Sub 18 (62) – Birgit Piibur (4), Janeli Lilleallik, Nele Laurimäa (18), Berta Mürk (2) e Trine Kasemagi (7); Marii Pilv (12), Greeta Üprus (4), Maaja Bratka (13) e Maia Bratka (2)Por períodos: 19-16, 18-10, 13-9, 4-19, 4-8 (prolongamento) Árbitros: Vasco Viana e Jorge Marques, de LisboaHoje jogam a partir das 11H00 no Pavilhão LORD (FMH) as equipas de Sub 18 e de Sub 16 de Portugal, completando-se o ciclo de jogos de preparação.
Dinâmica de vitória e apuramento para os quartos
Foi isso que aconteceu no jogo que abriu a 4ª ronda do Europeu de Sub 20 Femininos a decorrer em Kavadarci (69-48), na Macedónia, com as comandadas de Eugénio Rodrigues a cumprirem o que lhes era pedido, atingindo o primeiro objectivo, o apuramento para os quartos-de-final.
A partir de agora a margem de erro é nula, ou seja para se estar nas meias-finais será preciso afastar o próximo adversário, o 4º classificado do Grupo B, em princípio a Bélgica, em partida agendada para depois de amanhã às 18H45. As meias-finais serão jogadas no sábado e a final, no domingo. Deixem-nos sonhar porque acreditamos no valor do nosso seleccionado. A primeira parte do trabalho já está feita. Agora é preciso contar também com uma pontinha de sorte.Nãs se julgue que as austríacas foram presa fácil. Fisicamente bem constituídas, criaram-nos bastantes dificuldades, nomeadamente no 1º quarto (14-12). No 2º período (21-13) gradualmente começou a vir ao de cima a nossa superioridade, através de uma leitura de jogo mais colectiva e de uma defesa pressionante, obrigando a turma adversária a cometer muitos erros. Ao intervalo vencíamos por 35-25. No reatamento a máquina lusa continuou bem oleada, gerindo a vantagem que se cifrava em 13 pontos no final do 3º período (51-38). No derradeiro quarto (18-10), Portugal controlou as operações sem problemas, terminando a partida com 21 pontos à maior (69-48).Destaque na selecção portuguesa para Sofia Carolina, MVP do encontro, com 14 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 5 roubos e 3 faltas provocadas, bem acompanhada por Maria João Correia (14 pontos, 2/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 assistências e 2 roubos), Luiana Livulo (10 pontos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos, 3 roubos e uma falta provocada), Joana Bernardeco (10 pontos, 2/2 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências e 2 roubos), Michele Brandão (10 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 assistências e 2 roubos) e Francisca Braga (5 pontos, 1 triplo, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências e 5 roubos).Nas austríacas a mais valiosa foi Georgia De Leeuw (13 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 1 roubo), seguida por Julia Köppl (9 pontos, 2/5 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos e 3 desarmes de lançamento) e Pia Zderadicka (8 pontos).Em termos globais a supremacia lusa assentou na melhor eficácia nos duplos (42%-33%) e nos lances livres (70%-63%), no maior colectivismo (16-11 assistências), em ter roubado muito mais bolas (23-7 roubos) e no menor número de erros cometidos (19-30 turnovers). Ao invés, a Áustria foi mais certeira nos tiros do perímetro (32%-42%) e ganhou a luta das tabelas, apesar de ter sido muito equilibrada (38-39 ressaltos), com a nossa equipa a superiorizar-se na tabela ofensiva (16-14 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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