Artigos da Federaçãooo
Triunfo sobre a Hungria a fechar a 1ª fase do Europeu
Portugal vai agora disputar o 5º lugar, estando já qualificada nos 8 primeiros da competição.
O encontro começou por ser equilibrado, mas no segundo período a Selecção assumiu as rédeas da partida e recolheu aos balneários com uma vantagem de 8 pontos no marcador (43-35). Na segunda parte, não obstante a boa reacção dos húngaros nos últimos 10 minutos, os jovens portugueses voltaram a exibir-se a grande nível e acabaram por conseguir segurar a vantagem até ao derradeiro apito.Ao nível individual, destaque para os desempenhos de Diogo Correia (23 pontos, 2 assistências e 1 roubo de bola) e Tomás Barroso (23 pontos, 2 assistências, 1 ressalto e 2 roubos de bola).
Sónia Reis e Paula Muxiri não chegaram
Ganhando os 3 primeiros parciais, respectivamente por 16-13, 17-14 e 17-12, as anfitriãs depois de terem chegado ao descanso com uma vantagem de 6 pontos (33-27), ampliaram-na no final do 3º quarto para 11, diferença que conseguiram manter no final da partida, dado que no último período o equilíbrio foi evidente (17-17).Sónia Reis (16 pontos e 11 ressaltos) e Paula Muxiri (14 pontos e 5 faltas provocadas) foram insuficientes para evitar o desaire.A comitiva portuguesa regressa hoje ao nosso país.
Portugal nos quartos-de-final
A equipa lusa ainda não perdeu qualquer jogo; lidera o Grupo A e garantiu, assim, o apuramento para os quartos-de-final.
Israel foi mais forte
Depois de vencer o primeiro período por 28-23, Portugal ainda conseguiu chegar ao intervalo na frente do marcador – 50-49. No entanto, o inicio de segunda parte foi devastador com a equipa israelita a encontrar soluções defensivas e a partir em rápidos contra-ataques conquistando um parcial de 28-11 e uma vantagem de 16 pontos à entrada do último parcial. Portugal ainda esboçou reacção mas já era tarde.
Reviravolta surgiu no último quarto
Desta feita a Estónia não faz parte do nosso Grupo, integrando o Grupo B, com a Bósnia e Herzegovina, Albânia, Luxemburgo e Suiça. Mas nos dois jogos disputados em 2007 e 2008, na capital do país à beira do Báltico, as duas vitórias conseguidas foram muito suadas e a última só surgiu após prolongamento.O êxito de ontem (73-75) foi resolvido apenas no derradeiro quarto, porque até aí o sinal mais tinha sido da equipa da casa, que na 1ª parte chegara à vantagem de 13 pontos. Com os parciais de 20-14 e 19-19, respectivamente no 1º e 2º períodos, atingiu-se o intervalo com as anfitriãs na frente (39-33).No reatamento a Estónia manteve a liderança, acabando o 3º período com 10 pontos à maior (62-52). A reviravolta aconteceu no derradeiro quarto (11-23), com o seleccionado luso a surpreender as suas adversárias, alcançando uma vitória justa e moralizadora porque revelou que a equipa nunca baixou os braços, acreditando até ao fim que era possível vencer a partida.Na equipa de Ricardo Vasconcelos, destaque para as prestações de Sónia Reis (24 pontos e 8 ressaltos), Sara Filipe (11 pontos, 7 ressaltos e 6 faltas provocadas), Paula Muxiri (11 pontos) e Larisse Lima (10 pontos).As duas selecções voltam a defrontar-se hoje novamente em Tallin.
Termina sonho da subida
Portugal perdeu esta terça-feira diante da Suécia, por 79-87, e apresenta apenas uma vitória, num grupo onde figuram 6 equipas e onde apenas duas se apuram para as meias-finais.
Os jovens portugueses encontraram algumas dificuldades diante desta formação do Norte da Europa. Apesar de terem conseguido equilibrar a contenda na segunda parte do jogo, a vantagem trazida da primeira metade (ao intervalo a nossa selecção perdia por 50-37) acabou por ser suficiente para que os suecos se mantivessem na frente do marcador até ao final.Esta quarta-feira, na última jornada desta fase, a equipa portuguesa defronta a Hungria.
Portugal vence Israel
Nos detalhes da notícia pode consultar a ficha do jogo.
Foi um jogo duro contra uma formação habituda a marcar presença em Fases Finais de Europeus. POrtugal começou determinado e desde cedo conquistou alguma vantagem, chegando ao final do 1º período com 26-19.Alta percentagem de triplos, 42% no final, com João Santos em destaque (7 triplos) foi uma das armas utilizadas e exploradas por boa construção dos sistemas ofensivos e excelentes escolhas de lançamento. Ao intervalo, Portugal continuava a manter os israelitas à distância (43-35).No regresso dos balneários, a equipa portuguesa permitiu alguma reacção do adversário que, chegou a empatar a partida a meio do 3º período. A equipa lusa não deixou mais do que isso. Reconquistou nova vantagem que já não voltaria a largar. Com 63-59 à entrada do decisivo período, o jogo estava em aberto. Mas a personalizada e determinada exibição da equipa portuguesa conferiu qualidade e uma vantagem na casa das dezenas (74-64) a 5 mn do final. Portugal geriu a reacção israelita e conquistou uma vitória. A primeira deste ano e de atletas como Pedro Pinto, André Pinto e Heshimu Evans (MVP do jogo) ao serviço da Selecção Nacional.
Superioridade britânica nas tabelas foi decisiva
A Grã-Bretanha repetiu o triunfo (73-65), em que após uns 10 minutos iniciais sob o signo do equilíbrio (21-21), acelerou o ritmo e ao intervalo a vantagem das anfitriãs já era de 17 pontos (48-31), com os 27-10 do 2º quarto a cavarem a diferença.No reatamento Portugal reagiu como lhe competia, ganhando o 3º (13-18) e o 4º período (12-16), mas não conseguiu evitar o desaire.A pecha fundamental da selecção lusa foi a dificuldade em lutar de igual para igual nas tabelas, em que a superioridade britânica foi gritante (47-28 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva em que aos 27 ressaltos conquistados pelas nossas adversárias só conseguimos contrapôr 7, ou seja menos 20. As melhores marcadoras de Portugal foram Sónia Reis (17 pontos), Sofia Ramalho (13) e Paula Muxiri (12).A comitiva lusa viaja hoje para Tallin, capital da Estónia, onde joga amanhã (20) e depois de amanhã (21) com a congénere anfitriã. O regresso a Lisboa está previsto para a próxima 5ª feira, dia 22.
Supremacia lusa em aspectos fundamentais
Ontem no pavilhão LORD, da FMH, as comandadas de Mariyana Kostourkova entraram bem (4-0), mas num ápice a Estónia respondeu com um parcial de 0-10, obrigando a seleccionadora nacional a parar o encontro. Decorria o minuto 4 e após as necessárias rectificações, em termos defensivos, as nossas representantes começaram por igualar (12-12 e 14-14) para a partir do minuto 9 passar para o comando, terminando o 1º quarto (18-14) já na frente.As forasteiras ainda reagiram no início do 2º período (18-13), chegando a 20-21, mas Daniela Domingues com 6 pontos consecutivos (26-23), iniciados com um triplo em cima do minuto 12, catapultou definitivamente o seleccionado luso para a liderança do marcador que ao intervalo se cifrava em 9 pontos (36-27).Sempre com a equipa portuguesa no controlo das operações, a vantagem lusa ampliou-se naturalmente tendo chegado aos 18 pontos (53-35), a maior diferença, no minuto 29, depois de Jessica Almeida ter acertado dois triplos consecutivos (49-33 e 52-35), com a Estónia a reagir de novo para fixar o resultado em 53-40 no final do 3º período (17-13).No derradeiro quarto (16-14) a partida enveredou por muito contacto físico, com as forasteiras a não aceitarem da melhor maneira a forma rija como as nossas jogadoras disputavam os lances, mas a arbitragem não permitiu que as coisas azedassem. Nos últimos 5 minutos a Estónia dispôs de 14 lances livres, convertendo apenas 5, mas a vitória das nossas cores já não fugia.Destaque na equipa de Kostourkova para as prestações de Maria João Andrade, com um duplo-duplo (13 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma asistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Vitória Pacheco (9 pontos, 11 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência e 2 roubos), Daniela Domingues (12 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, uma assistência, 3 roubos e 4 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres) e Luzia Lampreia (9 pontos, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências e 1 roubo). Na turma forasteira a mais valiosa foi a poste Maaja Bratka (12 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos e 1 desarme de lançamento), seguida da base Marii Pilu (10 pontos, 2 ressaltos, 3 assistências e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) e da atiradora Nele Laurimäa (9 pontos, 2/4 nos triplos e duas faltas provocadas). A extremo esquerdina Rosemary Rits (8 pontos) apesar de ter provocado 7 faltas, exagerou nas tentativas de lançamentos de campo, revelando pouca eficácia (20%).Em termos globais, Portugal assentou a sua superioridade na luta das tabelas (38-28 ressaltos), particularmente na tabela ofensiva onde ganhou 18 ressaltos contra apenas 7 das adversárias e ainda foi mais colectivo (17-6 assistências), com realce para os 4 passes decisivos da capitã Filipa Bernardeco, roubou mais bolas (12-2) e cometeu menos erros (12-17 turnovers). Na eficácia de lançamento houve muito equilíbrio: 41%-42% nos duplos, 36% para as duas equipas nos triplos, curiosamente com os mesmos índices (4 convertidos em 11 tentados) e 55%-58% nos lances livres. Ficha de jogoPortugal Sub 18 Fem (69) – Filipa Bernardeco (4), Jéssica Almeida (6), Luzia Lampreia (9), Vitória Pacheco (9) e Maria João Andrade (13); Inês Faustino (4), Daniela Domingues (12), Joana Jesus (2), Paula Couto (4), Catarina Neves, Vânia Sousa (2), Susana Cardoso, Inês Pinto (2) e Joana Ramos (1)Estónia Sub 18 Fem (54) – Marii Pilu (10), Nele Laurimäa (9), Rosemary Rits (8), Annika Koster (7) e Maaja Bratka (12); Trine Kasemagi (2), Kadri Krüusimagi (4), Greeta Üprus, Maia Bratka, Janeli Lilleallik, Birgit Piibur (2) e Berta MürkPor períodos: 18-14, 18-13, 17-13, 18-14Árbitros: Paulo Pereira, José Gouveia e Luís Marinho, de LisboaHoje as duas selecçõe voltam a defrontar-se no Pavilhão Carlos Alberto Carvalho (SIMECQ), a partir das 21H00.
Quase uma cópia do jogo da véspera
Curiosamente a diferença pontual foi a mesma -15 pontos (66-51) – , mas ainda com outras coincidências: igual resultado no 1º período (18-14), e também percentagens idênticas nos tiros do perímetro, com as duas equipas a converterem 3 triplos em 15 tentativas (20%).
Desta feita foi a Estónia que entrou melhor na partida (0-6), mas as nossas representantes responderam com um parcial de 10-0, na conclusão de movimentações bem urdidas, após boa circulação de bola. Com a poste Maaja Bratka em evidência na área pintada, as forasteiras ainda voltaram ao comando (10-12 e 12-14), mas rapidamente o colectivo luso respondeu com novo parcial de 6-0, terminando o 1º período a vencer por 18-14.Portugal não diminuiu a intensidade no início do 2º quarto (15-12), chegando a 25-14 (minuto 12), mas alguns turnovers cometidos pela nossa equipa e alguma permeabilidade defensiva na marcação a Maaja Bratka (16 pontos até ao intervalo) possibilitaram à Estónia encostar o resultado (27-24), o que obrigou Mariyana Kostourkova a pedir um desconto de tempo, com 3.54 minutos para jogar. Feitas os devidos ajustes defensivos, Portugal foi para o descanso a comandar por 7pontos (33-26).No reatamento as pupilas de Kostourkova entraram com a mão quente, com Jéssica Almeida e Filipa Bernardeco a acertarem 2 triplos de rajada em pouco mais de meio minuto (39-26). Portugal estava embalado e depois dos 41-31 (minuto 22), com Luzia Lampreia a fechar com uma bomba mais um parcial de 7-0 em menos de um minuto, ampliando a diferença para 17 pontos (48-31), à entrada do minuto 24. Foram efectivamente 3 minutos de luxo com a treinadora da Estónia a ter que parar o cronómetro.A escassos 1,2 segundos do termo do 3º quarto, com o resultado em 52-37, na disputa de um ressalto na nossa tabela defensiva, a extremo/poste Vitória Pacheco, uma unidade muito influente para não dizer decisiva no nosso jogo interior, caiu mal no solo, com o joelho, indo para o banco e não voltando a reentrar. A ganhar por 54-40 no minuto 34, o seleccionado luso geria a vantagem sem grandes problemas, conseguindo mesmo ampliá-la para 24 pontos (64-40), a maior diferença registada ao longo da partida, após novo parcial de 10-0, com a extremo Paula Couto a assumir e bem, facturando 6 pontos consecutivos, para depois ser a vez de Jéssica Almeida e Susana Cardoso não falharem da linha de lance livre, indicador onde as portuguesas estiveram ontem irrepreensíveis, convertendo todas as 13 tentativas de que dispuseram. Dois triplos das forasteiras já no último minuto, atenuaram a derrota da Estónia (66-51). No colectivo de Kostourkova, destaque para a prestação de Jéssica Almeida, MVP do jogo, com 14 pontos, 3/4 nos duplos, 1/2 nos triplos, 5/5 nos lances livres, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 4 roubos e 3 faltas provocadas. Na luta das tabelas, a nossa melhor ressaltadora voltou a ser Vitória Pacheco (9 ressaltos), em 25 minutos de utilização, bem acompanhada por Vânia Sousa (6 ressaltos), enquanto Maria João Andrade (apenas 2 ressaltos defensivos) esteve infeliz nos triplos (0/4), compensando com 6 assistências e 3 roubos.Todas as 13 jogadoras utilizadas marcaram pontos, revelando que o colectivo é forte.Na selecção da Estónia, a mais valiosa voltou a ser a poste Maaja Bratka, com novo duplo-duplo (16 pontos, 10 ressaltos sendo 5 ofensivos e 3 faltas provocadas), seguida da base Marii Pily (6 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, 3 assistências, 7 roubos e duas faltas provocadas) e da extremo/poste Annika Koster (6 pontos, 5 ressaltos, duas assistências e 2 roubos), enquanto a extremo Rosemary Rits voltou a salientar-se pelo elevado número de faltas provocadas (6), sendo mais eficaz da linha de lance livre (4/5).Em termos globais, Portugal voltou a ser superior nas assistências (14-6), nos roubos (17-11) e nos erros cometidos (25-27 turnovers), ainda que tenha estado abaixo do nível da véspera. Desta feita esteve melhor na eficácia dos duplos (47%-40%) e muito melhor da linha de lance livre (100%-43%). Por seu turno a Estónia superiorizou-se nas tabelas (34-39 ressaltos), com a diferença a ser feita na tabela ofensiva (7-12 ressaltos) e também provocou mais faltas (13-15), mas nada parecido com o 1º jogo, em que provocaram 25 contra apenas 15 das portuguesas.Numa primeira avaliação feita após o jogo, a fisioterapeuta Ana Bárbara Rola, é de opinião que se deve aguardar pela evolução da lesão contraída por Vitória Pacheco. Esperemos que a lesão não tenha a gravidade que impeça a jogadora de integrar a equipa para o Campeonato da Europa. Ficha do jogoPortugal Sub 18 (66) – Filipa Bernardeco (5), Luzia Lampreia (9), Daniela Domingues (6), Vitória Pacheco (6) e Maria João Andrade (6); Jéssica Almeida (14), Inês Faustino (2), Inês Pinto (2), Paula Couto (8), Vânia Sousa (2), Catarina Neves (2), Joana Jesus (2) e Susana Cardoso (2)Estónia Sub 18 (51) – Marii Pily (6), Kadri Kruusimagi, Rosemary Rits (8), Annika Koster (6) e Maaja Bratka (16); Maia Bratka, Janeli Lilleallik, Trine Kasemagi (4), Berta Mürk (3), Birgit Piibur, Greeta Üprus (2) e Nele Laurimäa (6)Por períodos: 18-14, 15-12, 19-11, 14-14 Árbitros: José Manuel Lopes e Inês Freire, de Lisboa O terceiro e último encontro entre as duas selecções joga-se hoje à tarde (18H30), no Pavilhão LORD (FMH).
Colectivo de Kostourkova voltou a ser mais forte
Quando temos esta opinião, falamos com conhecimento de causa. Na génese do 5º lugar alcançado brilhantemente em 2009, em Eilat (Israel), esteve, entre outros factores, o facto de menos de uma semana antes do início da competição, termos feito três jogos na Holanda, o que deu à equipa o ritmo competitivo absolutamente necessário para estar sem complexos, mas com redobrada confiança nos palcos internacionais.
Ontem, novamente no Pavilhão LORD (FMH), o colectivo de Kostourkova voltou a ser mais forte, mesmo com o handicap de ter alinhado sem a extremo/poste Vitória Pacheco, lesionada em princípio sem a gravidade a priori esperada, mas que ainda não estava em condições para ser utilizada. A jogadora foi mesmo vista pelo Dr. João Beckert no recinto, tendo aquele especialista sido de opinião de que os sintomas evidenciados pela atleta não apontam a priori para um quadro de gravidade tal que a impedisse de recuperar a tempo de viajar com a equipa, na próxima 3ª feira (dia 27), para a Roménia (Timisoara), cidade que acolherá o Campeonato da Europa, Divisão B, deste escalão, de 29 de Julho a 8 de Agosto.Na primeira metade (35-34), houve muito equilíbrio, porque a maior estatura e peso das forasteiras fazia mossa nas tabelas, mas a maior valia técnica das nossas representantes acabou por compensar esse défice, nomeadamente à custa de uma defesa bastante agressiva, pressionando o portador da bola e optando por transições rápidas quando se ganhava o ressalto defensivo. O colectivismo também foi uma arma fundamental do seleccionado luso (18 assistências), bem como a luta dada na tabela ofensiva, onde ganhámos 13 (quase metade) do total de ressaltos (28), superando mesmo a turma adversária (26, sendo apenas 4 ressaltos ofensivos).A 4ª falta marcada à poste Maaja Bratka no minuto 18 com o resultado em 29-28, obrigando a treinadora Jaane Rits a resguardá-la no banco, para voltar a reentrar no 3º período, também contribuiu para condicionar as acções da Estónia na área restritiva, sem grandes soluções alternativas para a substituir com eficácia. A sua exclusão acabou por surgir ainda antes de acabar o 3º quarto (minuto 30), quando o marcador assinalava 49-45 para a nossa equipa. A vantagem lusa que oscilou quase sempre entre os 4 e os 8 pontos (esta a maior diferença registada ao longo da partida, aos 53-45), acabou por se cifrar em 5, no final do 3º período (53-48), com a nº 4 da Estónia, Berta Mürk, a acertar um triplo de canto em cima da buzina.As forasteiras ainda reduziram para 53-50, no início do derradeiro quarto, mas 3 minutos muito bons de Luzia Lampreia (6 pontos consecutivos) ampliaram o pecúlio para as nossas cores (57-50 e 59-52). Joana Ramos que havia entrado no minuto final do 3º quarto, não se inibiu e marcou por duas vezes (61-52 e 63-55), numa altura em que a turma adversária arriscava no tiro exterior na tentativa de reduzir o prejuízo, com resultados práticos, pois a nº 15, Greeta Üprus, converteu 2 triplos consecutivos (61-55 e 65-58) nos minutos 34 e 35. Após um desconto de tempo pedido pela seleccionadora nacional com 5 minutos e 23 segundos para jogar, a capitã Filipa Bernardeco, ontem em muito bom plano, na liderança da equipa, deu o golpe da misericórdia com uma penetração concluída com êxito e provocando falta (lance livre também convertido), elevando para 68-60. Jaane Rits ainda parou o cronómetro, no minuto 38, mas já não havia nada a fazer porque de novo Filipa Bernardeco acertou mais um triplo (o seu terceiro da tarde) para já no minuto final Daniela Domingues sossegar a nossa equipa passando para 73-62. Num derradeiro lançamento, a base Marii Pilv (nº 7) foi travada em falta e da linha de lance livre, já com o cronómetro a zeros, selou o resultado final (73-64).Na selecção portuguesa, destaque para Maria João Andrade (15 pontos, 7/10 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 4 roubos e uma falta provocada), Filipa Bernardeco (16 pontos, 3/5 nos duplos, 3/5 nos triplos, uma assistência, 2 roubos e duas faltas provocadas), Daniela Domingues (11 pontos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas), Luzia Lampreia (8 pontos, 2 ressaltos ofensivos, uma assistência e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres), Inês Faustino (11 pontos, 2/2 nos triplos, um ressalto defensivo e duas faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres) e ainda Inês Pinto, que confirmou a sua apetência para as tarefas defensivas (6 ressaltos sendo 4 ofensivos, 4 roubos e uma assistência), tendo sido na ausência da lesionada Vitória Pacheco, a melhor ressaltadora da equipa.Na Estónia a mais valiosa foi a extremo/poste Annika Koster (12 pontos, 6/6 nos duplos, 7 ressaltos defensivos e uma asistência), seguida da poste Trine Kasemagi (10 pontos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) e da base Marii Pilv (9 pontos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 5 roubos e 3 faltas provocadas, com o senão de ter feito 7 turnovers). Em termos globais, Portugal superiorizou-se na luta de ressaltos (28-26), na eficácia da linha de lance livre (83%-79%), foi mais colectivo (18-6 assistências), roubou mais bolas (13-6), cometeu menos erros (13-21 turnovers) e provocou mais faltas (14-11). Por seu turno, a Estónia que só utilizou 10 jogadoras (não jogou a extremo Rosemary Rits que nos jogos anteriores se tinha salientado por provocar muitas faltas, além de Kadri Kruusimagi), esteve mais eficaz nos lançamentos de campo, tanto nos duplos (47%-50%) como nos triplos (27%-42%). Ficha do jogoPortugal Sub 18 (73) – Filipa Bernardeco (16), Jéssica Almeida (2), Luzia Lampreia (8), Daniela Domingues (11) e Maria João Andrade (15); Inês Faustino (11), Paula Couto, Inês Pinto, Joana Jesus (2), Catarina Neves (2), Vânia Sousa, Susana Cardoso (2) e Joana Ramos (4)Estónia Sub 18 (64) – Marii Pilv (9), Nele Laurimäa (7), Annika Koster (12), Maia Bratka (5) e Maaja Bratka (8); Trine Kasemagi (10), Greeta Üprus (8), Janeli Lilleallik, Berta Mürk (5) e Birgit PiiburPor períodos: 19-18, 16-16, 18-14, 20-16Árbitros: Jorge Marques e Ana Martins, de Lisboa Hoje a Estónia defronta a selecção portuguesa de Sub 16 femininos, em partida agendada para as 16H30, no Pavilhão Carlos Alberto Carvalho (SIMECQ).
Portugal perde 2º jogo
O resultado final foi praticamente igual ao do dia anterior, uma vitoria para a equipa da casa por 63-48. E até o próprio jogo teve muitas semelhanças com o primeiro.
Mais uma vez, Portugal entrou melhor no jogo, chegando a liderar por 5-9. Mas a reacção dos da casa não se fez esperar e com um parcial de 10-0, a Bulgária acabou o primeiro período a ganhar por 15-9.O segundo período foi muito defensivo, com bastante intensidade e erros de parte a parte. Os jovens portugueses conseguiram anular a principal arma do adversário, o lançamento exterior e acabaram por vencer este segundo parcial por 11-12. E assim atingia-se o intervalo, com a equipa da casa na frente e com um resultado que mais parecia o de um jogo de andebol 26-21.No terceiro e quarto períodos, os búlgaros carregaram forte no ressalto ofensivo. A superioridade física evidenciada ao nível da luta das tabelas acabou por se traduzir num maior número de posses de bola e consequentemente em mais oportunidades de lançamento. A Bulgária acabaria por vencer o jogo por 63-48, ganhando tambem os dois últimos períodos por 17-12 e 20-15.Por Portugal, os melhores foram Rafael Wildner com 12 pts e 4 Ress, Eduardo Guimarães com 11 pts, Daniel Coelho com 12 pts e 3 FP e Miguel Maria Cardoso com 9 pts e 5 FP. Mais uma vez jogaram todos os atletas seleccionados por Ivan Kostourkov.Pela selecção búlgara Georgi Sirakov marcou 14 pts, Dimitar Dimitrov 13 e Georgi Funtarov 11 pts.A selecção portuguesa vai continuar o seu estágio em solo búlgaro, em Samokov, onde irá efectuar mais três treinos. No dia 20 de Julho, terça-feira, pelas 8H00 da manhã viaja para Tel Aviv, onde no dia 22 vai enfrentar outra selecção balcânica, a Bósnia e Herzegovina em jogo a contar para o campeonato de Europa. Todos os jogadores e restante comitiva se encontram bem de saúde.Ficha do Jogo17 de Julho, 14H00Arena de SamokovBulgaria 63-48 PortugalPor períodos: 15-9, 11-12, 17-12, 20-15Portugal (48): Daniel Coelho 12, Sergio Santos, Hugo Sotta, Miguel Maria Cardoso 9, Bruno Cunha, Jonah Callenbach 2, João Álvaro, Eduardo Guimarães 11, Rafael Wildner 12, Artur Castela, Daniel Margarido, Filipe Elias 2.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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