Artigos da Federaçãooo

Selecção Nacional Sub-20 Masculina

Incluído no plano de preparação da Selecção Nacional de Sub 20 Masculinos para o Europeu 2010 do escalão, vai a referida selecção participar num Torneio Internacional em Arroyo – Espanha de 26 a 29 de Dezembro.Responsáveis:Dirigente: Carlos PiresSeleccionador: André MartinsFisioterapeuta: Miguel Caeiro


Selecção Nacional de Sub-18 Femininos

Tendo em vista a participação da Selecção Nacional de Sub-18 Femininos no Campeonato da Europa – Divisão B a disputar no próximo ano, vai a referida equipa realizar um estágio de observação entre os dias 27 e 30 de Dezembro, na Cruz Quebrada.Responsáveis:Dirigente: José TolentinoSeleccionadora: Mariyana KostourkovaTreinadora-Adjunta: Paula ShirleySecretário: Nuno ManaiaFisioterapeuta: Maria José Pires


Estágio de Observação

Tendo em vista a participação da Selecção Nacional de Sub-20 Femininos no Campeonato da Europa – Divisão B a disputar no próximo ano, vai a referida equipa realizar um estágio de observação entre os dias 26 e 30 de Dezembro, em Oeiras e Cruz Quebrada.Responsáveis:Dirigente: José TolentinoSeleccionador: Eugénio RodriguesTreinador-Adjunto: José AraújoSecretário: Nuno ManaiaFisioterapeuta: Sandra Carvalho


Estágio de Observação – 1ª Acção

Incluído no plano de preparação da Selecção Nacional de Sub 18 Masculinos para o Europeu 2010, vai a referida selecção efectuar um estágio de preparação em Lisboa – CAR Jamor de 26 a 28 de Dezembro


Treino diferente no Jamor

A convite do Seleccionador Nacional Sub-18, Ivan Kostourkov, o jogador Heshimu Evans aceitou o desafio de integrar o treino, tornando-se assim durante duas horas e meia novamente num jovem aprendiz da modalidade. Depois de um treino em que o empenhamento foi uma constante, Evans ainda se disponibilizou para responder a algumas perguntas no sentido de satisfazer a natural curiosidade de quem tem pela frente um antigo campeão universitário norte-americano e nacional.

Demonstrando um grande à-vontade para lidar com jovens, Heshimu rapidamente se integrou no espírito do treino, começando por desafiar alguns dos atletas a jogar 1×1 enquanto a sessão não se iniciava. “Estar com miúdos e treinar com eles é algo que estou habituado a fazer durante o Verão quando estou nos Estados Unidos. Quando recebi este convite não hesitei em aceitar. Para mim treinar basquetebol, mesmo que seja na companhia de atletas mais jovens, é sempre um prazer.” Mas desenganem-se aqueles que ficaram a pensar que este foi um primeiro passo de Evans para uma carreira de treinador. “Penso ainda jogar por alguns bons anos e a minha passagem por aqui significou apenas um pequeno contributo da minha parte para que estes miúdos se dediquem, ainda mais, aquilo que eu continuo a adorar fazer, que é jogar basquetebol.” Terminado o treino, que decorreu sempre num espírito de grande alegria e motivação, Heshimu teve ainda direito a um trabalho individual específico. Esteve à disposição de todo o grupo de trabalho para responder às questões que tivessem, aproveitando o momento para destacar “a forma viva como o treino decorreu” e o “conhecimento do jogo revelado por alguns dos atletas.” Fez ainda referência ao facto de se “lembrar de alguns atletas (que agora integram o CAR Jamor) dos clubes por onde passou”, casos da Ovarense e FC Porto, terminando esta curta experiência de uma forma muito humilde. “Foi um enorme prazer treinar com todos vocês.”


Selecção Nacional Sub-20 Masc.

Incluído no plano de preparação da Selecção Nacional de Sub 20 Masculinos para o Europeu 2010 do escalão, vai a referida selecção efectuar um estágio de observação e preparação no Centro de Estagio do Jamor de 20 a 23 de Dezembro.Responsáveis:Dirigente: Carlos PiresSeleccionador: André MartinsFisioterapeuta: Miguel Caeiro


FIBA anuncia datas

A Federação Internacional de Basquetebol (FIBA) já anunciou as datas em que serão disputados os vários Campeonatos da Europa jovens no próximo ano. No total serão 14 selecções, masculinas e femininas, das Divisões A, B e C, que vão competir em três escalões – sub-16, sub-18 e sub-20. O sorteio será realizado em Munique, na Alemanha, no dia 16 de Janeiro.Eis as datas e os locais das provas: Masculinos Sub-20, Divisão A, 8-18 Julho, Zadar, Croácia Sub-20 Divisão B, 14-24 Julho, Güssing/Oberwart, Áustria Sub-18 Divisão A, 22 Julho-1 Agosto, Vilnius, Lituânia Sub-18 Divisão B, 22 Julho-1 Agosto, Telaviv, IsraelSub-16 Divisão A, 5-15 Agosto, Bar, Montenegro Sub-16 Divisão B, 5-15 Agosto, Tallinn, Estónia Sub-16 Divisão C, T.B.D. Femininos Sub-20 Divisão A, 15-25 Julho, Liepaja, Letónia Sub-20 Divisão B, 15-25 Julho, Ohrid, Macedónia Sub-18 Divisão A, 29 Julho-8 Agosto, Kosice, Eslováquia Sub-18 Divisão B, 29 Julho-8 Agosto, Oradea, Roménia Sub-16 Divisão A, 12-22 Agosto, Grécia Sub-16 Divisão B, 12-22 Agosto, Skopje, Macedónia Sub-16 Divisão C, T.B.D. Nota: A negro as provas em participam Selecções portuguesas


Rui Alves: «Ser adjunto de Moncho é uma escola»

Habitualmente nos escalões de formação é costume falar-se em “fornadas”. Que se pode dizer desta? É uma geração com pouco tamanho, não tem especial talento mas no outro «T», de trabalho, tem-se mostrado muito empenhada a fim de colmatar as suas limitações. Quais são os critérios, caso existam, de selecção dos atletas para integrar o centro de treino? Claro que existem, e sempre existiram, critérios de selecção. Era fastidioso estar a transcrevê-los aqui, tanto mais que é tão simples de os aceder aqui no Portal (estão em «Documentos Obrigatórios» e de nome «Documento Orientador S16»). Do contacto que tem com miúdos ainda jovens, quais são as principais lacunas, técnicas e tácticas, que destacaria? Os jogadores chegam-nos mesmo muito jovens (13-14 anos) e portanto há que treinar praticamente tudo. Destacaria aquilo que assumimos como prioritário desde tenra idade: não haver pausas de concentração e intensidade durante a actividade. Todos e cada um têm um papel a desempenhar em cada fase do jogo e não há tempo para “chorar” os erros. Na sua opinião, o que nos coloca tão distantes de outros países em termos de resultados nas selecções jovens? Primeiro que tudo, o tipo de prática. A prática federada no nosso país assenta muito mais em modelos de recreação e lazer ou promoção da saúde e muito menos em rendimento desportivo. Não conheço nenhum estudo comparativo recente mas do contacto que tenho com colegas europeus a sensação que me dá é que treinamos muito menos (é certo que temos horários escolares que não facilitam em nada). Depois, o nosso campo de recrutamento é reduzido. Costumo dizer que em Portugal não seleccionamos os melhores, tentamos melhorar os seleccionados (somos 10 milhões, pouco motivados para a prática desportiva de rendimento, cerca de 25.000 praticantes, e as “sobras” do futebol). Depois, a dificuldade do contacto internacional na preparação das competições (pois estamos no início da Europa e só temos uma fronteira terrestre). É certo que, dada a descrição anterior, estamos muito mais susceptíveis aos efeitos geracionais (a tal “fornada”), e agora muito mais porque há competição todos os anos. Contudo, também nos considero distantes de alguns países de “fundo de tabela”. Sinto um orgulho enorme em ver os seniores masculinos na divisão A, os Sub-16 a terem por lá passado há pouco e o resto das selecções no segundo terço classificativo, principalmente porque há 7 URSS’s e 6 Jugoslávias. Defende que deveria existir um modelo de jogo definido para todas as selecções que se adequasse às nossas características físicas? Não penso termos características físicas especiais… Há quem pense que o facto de sermos mais baixos deveria fazer-nos ser mais rápidos… mas o actual recordista mundial dos 100 metros (Usain Bolt) tem 1,96m… e o Francis Obikwelu 1,95m… Depois não defendo a visão clássica dos modelos, do tipo, “Temos de jogar em contra-ataque!”. Qual é a equipa que não procura jogar em contra-ataque? O que eu defendo, e está a ser feito no masculino já com a influência do Moncho López, é adoptarmos um conjunto de princípios/conceitos técnico-tácticos, como senhas de identidade nacional. Por exemplo, como jogar a partir da entrada da bola num poste ou como jogar sem bola numa penetração em drible, entre outros… Comenta-se muito o facto de não surgirem novos jogadores na modalidade, e que não saem atletas dos centros de treino. Concorda com esta leitura tão reduzida da realidade? Essa leitura não é reduzida, é caluniosa… Vamos a factos. Remeto-me apenas ao nosso CNT Porto/Paredes e das gerações com que começámos a trabalhar em 2002, ou seja, a “fornada” nascida em 1988, 89 e 90 (porque os seguintes ainda são sub-19). Temos actualmente na LPB 11 ex-jogadores. Dá para formar uma equipa… E podemos juntar mais 3 que estão a jogar em Espanha. Da mesma geração, jogam apenas 4 na liga que não passaram pelos CNT’s. Entretanto já se estrearam na selecção sénior o José Silva (Barreirense) e o Fábio Lima (Illiabum), ambos ex-CNT Porto/Paredes. Mais, na última selecção nacional Sub-20, 8 dos 12 jogadores são nossos ex-CNTeiros, como carinhosamente apelidamos. E temos os que jogam na Proliga, CNB1, outros que estão a acabar licenciaturas em medicina, fisioterapia, economia. Esta é a verdade dos factos para quem quiser ver. Digo isto com vaidade mas não por vaidade, porque o sucesso do nosso CNT depende de muitas pessoas, a começar na direcção da FPB e do DTN, pela visão e aposta no modelo que melhor serve ao desenvolvimento do basquetebol de rendimento no país. Treina jovens e colabora com a Selecção Nacional Sénior. O prazer que tem é equivalente, ou são complementares para si? Ser adjunto do Moncho López é uma escola de como ser um bom treinador principal. O seleccionador dá-me muitíssima responsabilidade e confiança. É um enorme prazer fazer parte desse grupo de trabalho. Também é justo dizer que adoro o ambiente familiar de um CNT, e com um adjunto como o Hugo Matos tudo se torna ainda mais agradável. Mas devo dizer, e acho que nunca o fiz publicamente, que o maior prazer que sinto enquanto treinador é o reconhecimento que os jogadores da selecção sénior demonstram face ao meu trabalho; e a entrega absoluta dos meus rapazes do CNT ao longo de semanas… sei que não é fácil. Será uma das pessoas indicadas, e provavelmente mais habilitadas, para responder a uma questão que tem sido muito escutada nos últimos anos. Que o problema do basquetebol português está nos treinadores de formação. Será só isso ou o atleta também não terá a sua quota parte de falta de comprometimento com a modalidade? A única habilitação que encontro em mim é o facto de estar dos dois lados… Primeiro, acho que a formação de um jogador não tem data e hora para acabar. Um jogador tem de aprender tudo entre os 15 e 20 anos de idade para depois, até aos 32, só jogar? Acho que não. Depois, compreendo que os treinadores de formação estão no fim da “cadeia alimentar”, logo mais susceptíveis a esse preconceito. Mas atenção, não tenho dúvidas que muitas soluções para o basquetebol português estão nos treinadores (de formação incluídos). Agora, não consigo concordar com o imputar de responsabilidade aos atletas, subjacente na formulação da pergunta. O jovem português está mentalmente preparado para fazer sacrifícios? O jovem português está preparado para fazer o que o seu treinador lhe pedir, lhe demonstrar. A atitude do treinador e o exemplo que a mesma traduz são, na minha opinião, a chave para preparar os jogadores. Quais os objectivos e as prioridades definidas para este ano de trabalho? No que diz respeito à selecção sénior, continuar o acompanhamento dos jogadores na nossa liga e no estrangeiro e preparar os relatórios audiovisuais para o seleccionador. Quanto ao CNT Paredes, continuar a trabalhar para que a maioria dos jovens possam vir a integrar a selecção sub-16, a curto prazo, e desenvolver as suas capacidades para que possam um dia vir a representar a selecção sénior.


Moncho López no treino

Depois de ter visto praticamente todos os jogos da equipa, da fase inter-distrital de Sub-20, o treinador desceu ao campo e deu esta semana um treino aos jovens Sub-16.

Moncho fez uma avaliação positiva do que encontrou: “Gostei muito da disponibilidade dos rapazes face ao trabalho, percebe-se que estão a ser treinados num patamar de exigência elevada quanto à concentração e intensidade”. Com esta visita o seleccionador inicia um périplo pelos CNT’s onde procurará apoiar a actividade aí desenvolvida: “Nas reuniões que realizámos em S. João da Madeira com os responsáveis dos CNT’s masculinos ficou definido a ideia destas minhas visitas pontuais, não que seja portador de uma fórmula mágica mas como catalisador da experiência dos treinadores do gabinete técnico da FPB”. Para saber mais novidades do CNT Paredes visite o BLOG OFICIAL: http://www.cntparedes.blogspot.com


Atitude lusa fez suar as anfitriãs

Niksic (Montenegro) – O sonho acabou mas Portugal bateu-se com grande determinação e espirito de equipa na partida ante Montenegro (derrota por 64-59) que decidiu a subida à Divisão A.Apesar de as montenegrinas terem estado sempre no comando até ao minuto 36, altura em que uma bomba de Paula Muxiri igualou o marcador (55-55), as comandadas de Carlos Portugal ainda tiveram capacidade animica para, depois de terem recuperado de uma desvantagem que chegou a ser de 14 pontos, no 3º periodo (45-31, 47-33, 49-35 e 51-37), saltar para a liderança à entrada do minuto 39 (56-57) através de uma penetração convertida por Joana Lopes e logo depois a 53 segundos do final por intermédio de Mery Andrade (57-59) ao converter 2 lances livres. A 38 segundos do termo e com o marcador igualado (59-59) o seleccionador luso pediu um desconto para transmitir serenidade às suas jogadoras, depois da exclusão de Mery Andrade, penalizada com a 5ª falta, cirurgicamente marcada pela romena Fabiana Nitu. Habitualmente não comentamos as decisões da arbitragem, mas desta feita a actuação dos juízes foi manifestamente infeliz prejudicando em alguns lances decisivos a turma das quinas. O árbitro principal Petar Obradovic (Bósnia & Herzegovina) terá sido o mais imparcial. A primeira parte (39-31) revelou um seleccionado luso com boas percentagens de lançamento mas que claudicou sempre nos finais dos periodos: 17-13 (1º) e 22-18 (2º). Alguns erros de marcação proporcionaram nos ultimos 24 segundos antes do descanso uma vantagem montenegrina de 8 pontos. Uma má reentrada na partida, ao consentir um parcial de 6-0 obrigou Carlos Portugal a parar o jogo no minuto 23 (45-33) e 4 minutos volvidos novamente (51-39). Só a partir daí é que a turma das quinas começou a acreditar que seria possivel complicar a vida ao seu adversário. Entrando no derradeiro quarto a perder por 7 (55-48), a união das portuguesas através basicamente de uma atitude defensiva muito forte, foi dando os seus frutos ao passo que simultaneamente os nervos se iam apoderando da selecção anfitriã cujo o treinador foi obrigado a pedir 3 descontos de tempo neste último quarto. Sem conseguir acertar com o cesto durante quase 8 longos minutos (Bjelica fez 56-55 da linha de lance livre a 2 minutos e 16 do termo), as montenegrinas denotaram extrema dificuldade em marcar pontos. Basta dizer que os únicos 2 lançamentos de campo convertidos no último quarto, por banda do Montenegro foram obtidos nos derradeiros 9 segundos depois da igualdade a 59 pontos com 38 segundos para jogar. Foi a MVP do encontro, Jelena Dubljevic (17 pontos, 6/7 nos duplos, 50% nos triplos, 4 ressaltos, 3 assistencias, 5 faltas provocadas e 3 roubos), a autora dos últimos 5 pontos com uma bomba de trás do meio-campo, em cima da buzina, a fixar o resultado final (64-59). Fundamentais no triunfo de Montenegro que assim conquistou com mérito a subida à Divisão A, sem qualquer derrota, foram também as actuações das postes Iva Perovanovic (12 pontos, 5/6 nos duplos, 7 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 roubo e 5 faltas provocadas) e Hajdana Radunovic (6 pontos, 7 ressaltos, 4 assistencias, 1 roubo e 1 abafanço) e ainda da extremo Milka Bjelica (14 pontos, 2 triplos, 4 ressaltos, 2 roubos e 3 faltas provocadas). Menos influente esteve a base Jelena Skerovic (apenas 7 pontos), face à marcação que lhe foi movida por Joana Fogaça, embora tenha deixado a sua marca de grande organizadora ao distribuir 6 assistencias. Na turma das quinas as duas pedras mais valiosas foram as postes Paula Muxiri (18 pontos, 64% nos lançamentos de campo, 3/4 nos triplos, 4 ressaltos e 4 faltas provocadas) e Sónia Reis (18 pontos, 57% nos duplos, 3 ressaltos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas). Todavia para além do destaque já referido para Joana Fogaça, boas prestações também de Joana Lopes (13 pontos, 1 triplo, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 6/7 da linha de lance livre) e Mery Andrade (4 pontos, 2 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo e 6 faltas provocadas). Desta feita Portugal superiorizou-se nas percentagens tanto nos duplos (51%-53%) como nos triplos (31%-50%) e mesmo nos lances livres (64%-79%) embora as montenegrinas tenham usufruido de mais 8 lances livre. Montenegro fez valer a sua maior estatura e peso nas tabela (28-23 ressaltos) e foi também mais colectivo (14-8 assistências) enquanto nos roubos o equilibrio foi evidente (10-9). O seleccionador Carlos Portugal analisou no final da partida o comportamento das suas pupilas: “Foi uma partida de grande equilibrio que Portugal podia ter resolvido a seu favor e quiçá mesmo a eliminatória, se tivesse acreditado mais cedo. Como sempre dissemos era possivel ganhar, mas infelizmente dois ou três erros em momentos decisivos, quando lideravamos por 2 pontos a 2 minutos do fim, deitaram tudo a perder, acabando por sermos batidos pela selecção do Montenegro que conquistou o acesso à Divisão A com justiça e alguma felicidade mormente na ponta final dos 2 jogos. Efectivamente Portugal que jogou para vencer qualquer das partidas, acabou por ser derrotado ingloriamente nos últimos 3 minutos em Coimbra e nos derradeiros segundos aqui em Niksic. De qualquer forma fica o registo de um trabalho bastante positivo ao longo de uma época de verão bem desgastante. A nossa participação neste europeu, onde tinhamos fundadas esperanças, pode ter sido claramente o ponto de partida para um novo ciclo com uma selecção nacioanl a acreditar muito mais nas suas capacidades , dando-nos garantias num futuro que se antevê bem risonho. A equipa nacional ainda é bastante jovem e estamos convictos de que com a inclusão de mais algumas jogadoras promissoras, já com provas dadas nas selecções mais jovens, tornar-se-a certamente uma selecção de grande futuro. Esperamos que isso seja uma realidade já no próximo campeonato da Europa. Este Europeu acabou hoje mas o nosso grupo de trabalho já está a trabalhar com vista ao próximo ano”.


Oito pontos precisam-se

Niksic (Montenegro) – A meia dúzia de horas da decisão em que está envolvida a selecção nacional feminina, tendo em vista a subida à Divisão A, a equipa técnica optou por prescindir do ultimo treino, de uma hora, esta manhã, aproveitando esse periodo para analisar em conjunto com todas as jogadoras o video referente à partida de Coimbra, no passado sábado, em que a vitória sorriu às montenegrinas por 8 pontos (53-61). Quer isto dizer que, para se atingir o objectivo, se precisam no mínimo de 8 pontos. É como se estivessemos no intervalo de um jogo com essa desvantagem e, para dar a volta ao resultado, será necessário ter a ambição, a concentração e o querer para ultrapassar o forte conjunto adversário. Na 1ª mão a estratégia lusa desmoronou-se nos últimos 3 minutos, pois quando era preciso utilizar a lucidez, jogou-se com o coração e os erros foram aproveitados pela experiente selecção do Montenegro. Nestas coisas da vida quando se tem objectivos é imperioso lutar por eles. A postura só pode ser essa porque nada cai do céu. Só a chuva…A receita passa por uma atitude determinada em que a entreajuda e a confiança em todas as suas companheiras tem que ser a palavra de ordem. Tentar não repetir os erros cometidos anteriormente será meio caminho andado para levar a água ao moinho. Fácil não será, tenhamos consciência disso porque o apoio do 6º jogador, neste caso o público anfitrião, será certamente muito entusiástico e barulhento, pressionando a arbitragem e também enervando a equipa forasteira. Serve isto para lembrar que a grande maioria das comandadas de Carlos Portugal joga fora do país, todas elas já passaram pelas selecções jovens e por isso não se pode dizer que são inexperientes. Acreditamos que a capacidade de liderança de Mery Andrade possa servir de catalizador junto das suas companheiras de equipa. Os dados estão lançados e agora só resta esperar com calma e tranquilidade pelas 17 horas locais (menos uma em Portugal).


Portuguesas estão confiantes

Niksic (Montenegro) – A Selecção Nacional de Seniores Femininos já está nesta pequena cidade montenegrina onde amanhã irá disputar com Montenegro a 2ª mão do play-off de acesso à Divisão A. A viagem de cerca de 12 horas desde Lisboa, efectuada ontem, foi algo cansativa deixando naturalmente algumas marcas. Com escala em Frankfurt o voo deixou-nos em Dubrovnik, conhecida estância balnear nas margens do Adriático, no sul da Croácia. Dali até Niksic o percurso foi feito de autocarro, em 2h30, não tanto pela distância (135 kms) mas fundamentalmente pela estrada sinuosa e o terreno montanhoso, sem esquecer as formalidades habituais na passagem das fronteiras, primeiro da Croácia para a Bósnia e Herzegovina e depois desta para Montenegro.Feita a distribuição dos quartos e servido um lanche, a equipa efectuou um treino de desentorpecimento no pavilhão onde se irá realizar a partida. Hoje estamos a escrever esta crónica durante o treino matinal após uma noite bem dormida, apesar de o Hotel Onogost onde estamos instalados tal como a selecção anfitriã ficar aquém dos requisitos minimos exigidos pela FIBA para uma competição deste nivel. Os responsáveis montenegrinos ficaram maravilhados e agradecidos pelas condições que lhes foram proporcionadas em Coimbra, por ocasião do jogo da 1ª mão, pedindo-nos desculpa por não terem possibilidade de corresponder da mesma maneira, dado que o hotel é o único desta cidade, localizada na montanha. Esta tarde a equipa portuguesa fará novo treino, às 17h00 precisamente a hora de inicio da partida, como estipulam os regulamentos da FIBA.Escusado será dizer que as comandadas de Carlos Portugal ainda não atiraram a toalha ao chão. A equipa está consciente das dificuldades que irá encontrar, não só pelo valor das adversárias mas também pelo ambiente adverso tradicional nos palcos desportivos destas paragens. Todavia não deixaram de acreditar nos argumentos que possuem mantendo-se extremamente motivadas para lutar pela vitória e quem sabe conseguir o apuramento.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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