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Moncho López: “Resultados não cumpriram as expectativas”

Saiba nesta entrevista o balanço que o treinador espanhol faz do trabalho na Selecção e o que espera desta época ao serviço dos dragões

Que balanço faz da última participação da Selecção na Fase Adicional de Apuramento para o Campeonato da Europa? Os resultados não cumpriram as nossas expectativas mas mais uma vez fiquei satisfeito com a capacidade de sacrifício e esforço da equipa, que nos abre boas perspectivas para o trabalho no próximo Verão durante a luta pelo apuramento. Renovada que foi a sua ligação com a Federação Portuguesa de Basquetebol, quais os objectivos estabelecidos a curto e médio para a Selecção? Tentar o apuramento para o Eurobasket 2011 e garantir a manutenção na Divisão A europeia. Sente que existe uma necessidade de renovar o grupo de trabalho? É evidente que a saída voluntária de José Costa, Nuno Marçal e Sérgio Ramos obriga-nos a pensar em alargar a lista de seleccionáveis e os nossos olhos estão postos nos internacionais Sub-20. Face às retiradas e indisponibilidade de alguns atletas, tem sentido dificuldades para manter o nível competitivo da equipa? Esse constrangimento foi colmatado com um grande esforço de todos os jogadores que deram o passo em frente. Sem querer entrar em comparações individuais, os atletas que agora dispõe para às suas ordens dão-lhe garantias para poder aspirar a voos mais altos? O núcleo duro da equipa mantém-se, logo, conto com eles para transmitirem aos “novos” os valores e as virtudes que a equipa tem demonstrado. O plantel possível As suas escolhas no que diz respeito a reforços recaíram em atletas que já conhecia e preferencialmente portugueses. As contratações de qualquer clube obedecem às leis do mercado. Nesse sentido, optámos pelos jogadores que mostraram interesse em representar o FC Porto e que nos dão garantias de construir uma equipa competitiva. Formou um plantel que preenche todos os requisitos que acha indispensáveis para conquistar títulos? Formámos o melhor plantel possível dentro do orçamento que tínhamos. Agora há que trabalhar muito para conseguir alcançar os objectivos. Poder trabalhar ao longo de uma época inteira a sua equipa é motivo para estar mais confiante no sucesso? Uma equipa é diferente de uma selecção. Os tempos de trabalho e a planificação são distintos mas sinto-me confiante nas duas situações.


Três minutos finais inglórios

Alguns erros das nossas representantes, que se desconcentraram numa altura em que era importante manter a lucidez e a cabeça fria, deitaram tudo a perder e o resultado final (53-61), não reflecte de maneira nenhuma o equilibrio verificado ao longo da partida.

Quando Sofia Ramalho (16 pontos, 4/5 nos triplos, 4 assistências, 2 ressaltos defensivos e 3 faltas provocadas) colocou a turma das quinas a ganhar por 53-51, concluindo uma penetração a 3,43 minutos do termo da partida, poucos esperariam o desabar das esperanças lusas na ponta final, quando até aí se tinha assistido a um confronto muito equilibrado e quase sempre com sinal mais para as nossas cores. Mais: a diferença pontual registada no final dos 40 minutos (8 pontos) foi a maior verificada desde o apito inicial com o seleccionado luso a deter vantagens de 5 pontos por 4 vezes (7-2, 9-4,17-12, 31-26) e uma vez de 6 pontos (31-25) no minuto 19. Durante toda a primeira parte as montenegrinas só estiveram na frente aos 0-2 (minuto 1) e 9-10 (minuto 7), conseguindo ainda uma igualdade (12-12) um minuto volvido. No tempo restante as comandadas de Carlos Portugal comandaram a marcação mercê do acerto no tiro exterior (71% resultantes de 5 triplos em 7 tentativas), compensando deste modo a fraca eficácia na área pintada (33%), ao invés das forasteiras que terminaram a 1ª metade com 50% nos duplos e 33% nos triplos. O avolumar de faltas por parte de algumas das nossas pedras mais influentes, casos de Sónia Reis e Mery Andrade, ambas com 3 faltas ao intervalo, obrigou Carlos Portugal a mexer na equipa, fazendo entrar primeiro Sara Filipe e logo a seguir Joana Lopes (2/4 nos triplos) e já no 3º periodo a fazer outras substituições com o objectivo de evitar a desqualificação de Sónia Reis (4 faltas no minuto 26) e ainda de fazer descansar a base Carla Nascimento, responsável pela vigilância à organizadora do jogo de Montenegro, Jelena Skerovic (12 pontos, 2 triplos, 6 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo) a unica jogadora das 16 utilizadas que jogou os 40 minutos da partida. A loira montenegrina, que já foi internacional pela Sérvia, antes da independência do Montenegro, demonstrou toda a sua classe e inteligência, jogando e fazendo jogar as suas companheiras. Durante o 3º periodo, depois de Portugal ter ampliado novamente para 5 pontos (33-28) no minuto 22, através de Paula Muxiri (13 pontos, 1 triplo, 2 ressaltos, 2 roubos e duas faltas provocadas), assistiu-se à reacção da turma adversária que passou para a frente no minuto 26 (36-37) e depois 36-39 (no minuto seguinte), para se atingir o final do 3º quarto com uma igualdade (43-43).A alternância de comando prosseguiu no 4º periodo, mas sempre por curtas diferenças: 43-46, 51-49, 53-51. A partir daqui alguns erros das nossas representantes, que que se desconcentraram numa altura em que era importante manter a lucidez e a cabeça fria, deitaram tudo a perder e o resultado final (53-61), não reflecte de maneira nenhuma o equilibrio verificado ao longo da partida. Até final Portugal consentiu um parcial de 0-10, com 0-6 da linha de lance livre, nos derradeiros 33 segundos. Montenegro fez valer a sua maior estatura nas tabelas (23-33 ressaltos) com a poste Perovanovic (14 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos e 9 faltas provocadas), a extremo Bjelica (9 pontos e 5 ressaltos) e Jelena Dubljevic (13 pontos, 2 ressaltos e 5 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres) a cotarem-se como as maiores responsáveis por essa supremacia nos ressaltos. Portugal apesar de ter terminado com melhor eficácia nos triplos (47%-31%), de ter sido mais clectivo (11-5 assistências), de ter roubado mais bolas (10-7) e de ter cometido menos erros (19-23 turnovers), falhou redondamente na percentagem dos lançamentos de 2 pontos (37%-55%), pagando também a factura de ter consentido mais 10 faltas que o adversário, tendo este aproveitado esse diferencial na linha de lance livre ao converter 15 das 22 tentativas de que dispôs contra apenas 6 de Portugal em 9 tentados.Com este resultado, a tarefa da selecção portuguesa no jogo da 2ª mão complicou-se. As comandadas de Carlos Portugal terão que jogar em superação para ultrapassarem os 8 pontos negativos, em Niksic, na próxima quarta-feira (dia 9). A comitiva portuguesa viaja amanhã de Lisboa para Dubrovnic (Croácia), com escala em Frankfurt fazendo depois de autocarro a ligação até Niksic onde se espera a chegada ao final da tarde.


Ainda é possível sonhar…

Mas isso a seu tempo será do conhecimento de todos os apaixonados da modalidade.

Antes de fazermos a antevisão do encontro Portugal-Montenegro, agendado para as 20h30 de amanhã, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra, graças mais uma vez à disponibilidade manifestada pela autarquia conimbricense, através do papel decisivo do vereador do Desporto, Dr. Luís Providência, queremos deixar aqui o registo do dia de ontem, em que estivemos em representação da FPB no funeral do Padre João Mónica, realizado no Calvão, freguesia do concelho de Vagos. Não podemos esquecer a homenagem prestada a um homem bom, solidário, amigo do próximo, que fez da implantação do basquetebol no Colégio Diocesano de Nossa Senhora da Apresentação, onde terminou os seus dias como Director, uma das suas bandeiras. Uma multidão anónima composta por largas centenas de pessoas participou nas exéquias em sua memória, acompanhando depois, a pé, o cortejo fúnebre até à campa onde ficou sepultado o Padre João Mónica. Tivemos o privilégio de o conhecer e na meia dúzia de contactos que tivemos, aquando da instalação do Centro Nacional de Treino Colégio Calvão / Vagos, nos terrenos daquele estabelecimento de ensino, e desde a primeira hora deparámos com uma pessoa de trato fácil, determinada em atingir os seus sonhos e objectivos, extremamente educada e expansiva. Inclino-me perante a sua memória, na certeza de que o exemplo de vida que ele nos deixou, perdurará para sempre através das gerações vindouras.Agora sim vamos à análise do primeiro jogo de uma eliminatória a duas mãos com a congénere de Montenegro para disputa de uma vaga de acesso à elite europeia. A outra vaga será dirimida entre a Suécia e a Holanda. Todos sabemos, pelo menos os amantes da modalidade, que as nossas adversárias aprenderam na velha escola jugoslava, sobejamente conhecida pelos inúmeros valores que deram cartas nos palcos basquetebolísticos europeus e mundiais. Nunca defrontámos Montenegro em seniores femininos, mas nos outros escalões isso já aconteceu, nomeadamente no Europeu de Sub18 de 2007, em Timisoara (Roménia). Perdemos naturalmente ante uma equipa mais adulta, com boas lançadoras e as mesmas jogadoras, menos de um mês decorrido, conquistavam a subida à Divisão A, no escalão de Sub 20. Mas isso já faz parte do passado e vamo-nos reportar ao presente para dizer que as montenegrinas venceram o Grupo A, com os seguintes registos: 10 jogos, 10 vitórias, 729 pontos marcados e 612 pontos sofridos, a que corresponde uma média de 72,9-61,2 por jogo. Na primeira volta não contaram com a poste Iva Perovanovic (1,88m , 26 anos), que por curiosidade se apresenta como a melhor marcadora (15,0 pontos por jogo) e a melhor ressaltadora da equipa (média de 7 ressaltos), a par da base Jelena Skerovic (1,77m , 29 anos), as duas jogadoras com mais tempo de utilização, respectivamente 30 e 38 minutos por jogo. Na opinião de Carlos Seixas (treinador adjunto) e Nuno Manaia (secretário) que integram o staff do seleccionado luso, todo o jogo montenegrino passa pela sua base, muito experiente e que dirige toda a manobra da suaequipa. Isso foi constatado por ambos quando assistiram ao encontro Holanda-Montenegro, em Almére, no passado dia 22 de Agosto. Outras duas jogadoras são também muito influentes, concretamente a extremo/poste Elena Dubljevic (1,88m , 22 anos) e a extremo Milka Bjelica (1,93m , 28 anos), detentoras de 14,0 pontos e 6 ressaltos por jogo, com 24 e 27 minutos de utilização, respectivamente, embora por norma não integrem o cinco inicial. Dubljevic é uma boa lançadora (60% nos duplos) que milita no Rivas (1ª Liga espanhola), enquanto Bjelica apresenta 55% nos duplos e 42% nos triplos. A organizadora de jogo Skerovic destaca-se nas assistências (5,0 por jogo) e nos lances livres (94%, com apenas um falhanço em 16 tentativas)., contribuindo ainda com uma média de 10 pontos marcados, ao passo que a poste Perovanovic, já referida, tem boa eficácia nos duplos (61,5%). O cinco inicial ostenta uma estatura média de 1,84m, enquanto em termos globais a equipa é um centímetro mais alta (1,85m) e tem uma média de 25 anos de idade. Nos jogos realizados depararam com maior resistência em casa ante a Holanda (vitória por um cesto) e fora, na Irlanda e na Eslovénia, em que triunfaram por 3 e 5 pontos, respectivamente.Para contrapôr aos argumentos do técnico Miodrag Baletic, o seleccionador Carlos Portugal conta com a regressada poste Sónia Reis, que por coincidência também não alinhou na 1ª volta, devido a lesão, a melhor marcadora com 21,7 pontos por jogo, 56% nos duplos e a segunda melhor ressaltadora (média de 6,3 ressaltos), atrás da extremo/poste Paula Muxiri (8,0 ressaltos, melhor ressaltadora) e ainda 16,4 pontos marcados. É no jogo interior que assenta o ponto forte da equipa das quinas (média de 69,3 pontos marcados e 48,3 pontos sofridos), embora o jogo exterior apresente uma eficácia mais elevada (46%) do que nos duplos (44%), com realce para as atiradoras Sofia Ramalho (70%) e Joana Lopes (50%), nos jogos da 2ª volta (16 triplos em 35 tentados). Sofia Ramalho contribuiu com 11,0 pontos por jogo, sendo a que roubou mais bolas (média de 2,7), ultrapassada por Muxiri nas assistências (2,3), contra 2,0 de Sofia Ramalho e da base Carla Nascimento. Sofia Ramalho é mesmo a mais utilizada (32,6 minutos por jogo), à frente de Sónia Reis (30,2 min) e Paula Muxiri (29,5 min). Completam o lote das mais utilizadas a base Carla Nascimento (25,0 min) e a poste Sara Filipe (20,8 min).E quem quiser saber mais sobre o jogo, só terá que dar um pulinho amanhã a Coimbra para presenciar in loco o desenrolar da partida. Estão 13 jogadoras em estágio e só amanhã, após o treino matinal, se saberá quem fica de fora. Tudo depende…


Portugal rumo à Divisão A

Consciente das dificuldades que esta eliminatória envolve, a atleta portuguesa Sofia Ramalho acredita na subida, desde que a equipa demonstre em campo, durante os quarenta minutos de jogo, a atitude mais correcta.

O registo apresentado por Montenegro durante a fase de qualificação, dez vitórias em outros tantos jogos, é bem elucidativo da qualidade que a equipa possui. Nada que amedontre as atletas portuguesas como ficou bem expresso nas declarações da base atiradora Sofia Ramalho. ” Sei que vai ser um jogo muito difícil e equilibrado. Elas têm um plantel bastante alto e, neste momento, este será o jogo mais importante que iremos disputar. A equipa que entrar mais concentrada e tranquila terá mais hipóteses de vencer o encontro. É desta forma que teremos de jogar desde o primeiro minuto da partida para nos colocar-mos em vantagem.”Numa eliminatória disputada a duas mãos, se se verificar uma vitória para cada um dos lados o desempate será feito pelo cestoaverage (diferença de pontos marcados e sofridos), sendo que, um empate só é possível num dos jogos em disputa. O vencedor desta eliminatória assegura a subida à Divisão A, meta estabelecida pelo grupo de trabalho desde que iniciou esta longa caminhada de qualificação.


José Costa: “Custou ouvir o hino pela última vez”

O base, de 35 anos, conta-nos como foi a despedida e o que espera relativamente ao futuro da equipa de todos nós.

Portugal perdeu o jogo com a Bélgica, em Coimbra, e perdeu o seu capitão, pois esse foi o último encontro em que José Costa vestiu a camisola das quinas. Tratou-se de uma noite de emoções fortes, conforme nos conta o próprio jogador. “A viagem até ao pavilhão foi fácil. Os momentos que me custaram foi ter ouvir o hino pela última vez com a camisola vestida – a lágrima veio ao canto do olho – e quando acabou o jogo e os meus companheiros levantaram-me no ar. Acabei por dar a volta ao campo as cavalitas do Filipinho [Filipe da Silva]”, recorda o jogador. Por enquanto ainda não tem saudades, mas quando sair a próxima convocatória… “Penso que o mais difícil ainda está para chegar. No próximo Verão é que realmente vou ter a perfeita noção de que acabou a Selecção para mim.” Vestiu tantas vezes a camisola de Portugal que à partida podia ser difícil escolher o momento mais marcante de todos estes anos, mas não foi assim. “Houve muitos, mas não esqueço o apuramento para o Europeu, contra Israel, em Paredes”, refere, lamentando o facto de não ter chegado a ir à fase final dessa prova, que teve lugar em Espanha. No que diz respeito ao futuro, José Costa deixa um conselho: “Penso que é urgente voltar a trabalhar na formação, não só para reforçar a Selecção principal mas também para tornar o nosso campeonato mais forte.Com apenas 3 estrangeiros há espaço para começarem a aparecer novos valores, mas para tal é preciso apostar, como já referi, na formação.” E o capitão, que tanto deu ao basquetebol português, deixa aqui uma mensagem aos mais novos: “Sem nunca descurarem os estudos, penso que é muito importante terem vontade de trabalhar para se tornarem jogadores. Sem sacrifício não se chega a lado nenhum”, garante.


Play-off de apuramento para a Divisão A

A equipa realiza um estágio de 28 a 30 de Agosto, em Rio Maior. Para esta acção estão convocadas as seguintes atletas:Ana Oliveira Maquinaria Ensino (Esp) Carla Freitas CAB Madeira Carla Nascimento AD Vagos Débora Escórcio Pabellon Ourense (Esp) Joana Fogaça Araújo Algés Joana Lopes Boa Viagem Mery Andrade Umana Venezia (Ita) Nádia Tavares CAB Madeira Paula Muxiri Badajoz (Esp) Sara Djassi GDESSA Sara Filipe Marsol Conquero (Esp) Sofia Ramalho Obenasa Navarra (Esp) Sónia Reis Cadi la Seu (Esp) Tamara Milovac Arxil Pontevedra (Esp) TREINOS: 28 a 30 Agosto – Pavilhão Municipal de Rio Maior02 a 07 Setembro – Pavilhão Multidesportos de Coimbra08 e 09 Setembro – aguardamos informação da Federação de MontenegroJOGOS: 05 Setembro Portugal x Montenegro 20h30 Pav. Multidesportos Coimbra09 Setembro Montenegro x Portugal a indicar a indicar


Portugal não deu chances

Niederanven (Luxemburgo) – Sem quaisquer dificuldades, pese embora tenha estado 3 minutos sem acertar com o cesto, obrigando mesmo o seleccionador nacional a pedir 1 minuto com o resultado em 2 – 0 (minuto 3), a partir daí Portugal embalou e não deu mais hipóteses à simpática congénere do Luxemburgo no encontro de ontem à noite relativo à oitava jornada do Campeonato da Europa de Seniores Femininos, Divisão B, Grupo B. Os 48 pontos de diferença registados no final (37 – 85), curiosamente a mesma diferença do jogo da primeira volta, há um ano em Ovar (80 – 32), espelham bem a superioridade incontestável das comandadas de Carlos Portugal.Com Sónia Reis imparável na área pintada (15 pontos até ao intervalo com 7/7 nos duplos e 1/1 nos lances livres) e Sofia Ramalho com a mão quente (80% nos triplos, fruto de 4 em 5 tentativas), a turma das quinas praticou um basquete fluído e eficáz, indo para o descanso com o dobro da marcação das anfitriãs (18 – 36). Embora a rotação do banco se continuasse a processar (11 jogadoras utilizadas nos primeiros 20 minutos) o rendimento do seleccionado luso não baixou devido à atitude das nossas representantes que continuaram a usar o colectivo e o contra-ataque, fruto da superioridade na tabela defensiva, para aumentarem a vantagem que no final do terceiro periodo (27 – 63), se cifrava já em 36 pontos. Sónia Reis (23 pontos, 11/12 nos duplos, excelentes 92 %, 4 ressaltos, 2 roubos e 2 faltas provocadas, com o senão de ter cometido 7 turnovers) foi a MVP da partida, bem acompanhada por Paula Muxiri que subiu de rendimento após o intervalo (17 pontos, 7/9 nos duplos, 11 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 assistências, 2 roubos e 5 faltas provocadas) e Sofia Ramalho (15 pontos, 5/7 nos triplos correspondentes a 71 % de eficácia, 2 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos) constituíram o trio em maior evidência na selecção portuguesa. Na formação anfitriã destaque para a poste Jil Haentges (13 pontos, 7 ressaltos e 4 faltas provocadas) num modelo de jogo que usa e abusa do tiro exterior sem grandes resultados (3 em 18 tentativas). Em termos colectivos Portugal terminou com 50% nos duplos, 44% nos triplos, 37 ressaltos contra 23 do Luxemburgo, 9 assistências e 14 roubos com o Luxemburgo a superiorizar-se apenas nos lances livres (77% – 67%).No final da partida Portugal somava 14 turnovers sendo metade consentidos no primeiro período, enquanto a formação da casa terminava com 22. Nos outros encontros da ronda, enquanto a Suécia expressou a sua supremacia na Estónia (63 – 100), Montenegro consolidou a primeira posição no Grupo A, mantendo-se invicto (sétima vitória), ao vencer na Holanda por 61 – 70. Deste modo, Montenegro discutirá com Portugal um dos lugares de acesso à Divisão A, no play-off, com jogos a 5 (em Coimbra) e a 9 de Setembro próximo (em local a designar no Montenegro), enquanto a Suécia ficará ainda à espera do seu adversário (Holanda ou Irlanda).


Com honra e dignidade no adeus internacional de um grande capitão

Portugal perdeu com a Bélgica (58-60) numa partida onde os forasteiros tinham que vencer e muito sofreram para o conseguir e, assim, garantir a presença no playoff, frente à França. Foi um jogo intenso, com Portugal a defender de forma implacável e a criar muitas dificuldades à equipa belga. Portugal ainda teve a hípótese de, na última posse de bola, empatar ou vencer, mas não conseguiu concretizar o ataque.Nota de grande destaque para a despedida internacional do Capitão José Costa, em Coimbra. O base deixará de envergar a camisola das quinas deixando para trás um brilhante percurso internacional e, sobretudo, uma marca indelével junto de todos que com ele trabalharam. Boa sorte Zé!


Portugal já está no play-off

Com todo o mérito, Portugal garantiu desde já o apuramento para o play-off de acesso à Divisão A, ao vencer sem margem para dúvidas a Estónia (73-41), em partida da 7ª jornada do Europeu de Seniores Femininos, Divisão B, Grupo B.Coimbra foi ontem à noite talismã para a selecção nacional de seniores femininos atingir o primeiro degrau do patamar de acesso à Divisão B. Bastante público acorreu ao Pavilhão Multidesportos desta cidade para assistir a uma prestação categórica da turma das quinas que, desde o apito inicial, demonstrou estar decidida a seguir em frente e continuar na corrida para entrar na elite europeia.Todavia as nossas representantes entraram algo apáticas, falhando três situações de lançamento fácil e só acertando com o cesto no minuto 3. Um parcial de 6-0 levou-nos ao comando do marcador no minuto 5, situação que Portugal manteve definitivamente a partir da igualdade (9-9), após o primeiro dos três triplos de Joana Lopes (12 pontos, 3/5 nos triplos, 4 resssaltos defensivos, uma assistência, 4 roubos e 1 desarme de lançamento). No final dos primeiros 10 minutos já a vantagem lusa era de 6 pontos (19-13) e no segundo quarto a agressividade defensiva das comandadas de Carlos Portugal acentuou-se, manietando o ataque forasteiro que só marcou 2 pontos e de lance livre (13-2). Ao intervalo os 17 pontos à maior (32-15) espelhavam a superioridade do seleccionado luso, melhor em todos os indicadores, excepto nos lances livres (70%-100%).A supremacia portuguesa prosseguiu no terceiro quarto (22-12), com Sónia Reis, MVP da partida, a ser mais forte na área pintada correspondendo às solicitações das suas companheiras, para terminar com 26 pontos, 11/19 nos duplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 80% de eficácia nos lances livres.À entrada do último período já Portugal dobrava a marcação (54-27) e apesar das sucessivas substituições (todas as portuguesas foram utilizadas), o ritmo não abrandou até final, acabando por a diferença pontual se cifrar nos 32 pontos (73-41).Na equipa portuguesa, além das já referidas, destaque ainda para Paula Muxiri (11 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas), Sofia Ramalho (8 pontos, 1/2 nos triplos, duas assistências, 3 roubos e 6 faltas provocadas) e Carla Nascimento (1 triplo, 7 ressaltos defensivos, 4 assistências e 1 roubo), muito atenta na marcação a Merike Anderson, a jogadora mais categorizada da Estónia, que se quedou por escassos 6 pontos.Nas forasteiras, a melhor foi a extremo/poste Vive-Kai Rebane (13 pontos, 10 ressaltos sendo 6 ofensivos, 1 roubo e 3 faltas provocadas), autora de um duplo-duplo.Em termos colectivos, Portugal foi superior na eficácia dos lançamentos de campo (55%-26,5% nos duplos e 60%-7% nos triplos), na luta das tabelas (37-31 ressaltos) e nas assistências (12-5). A Estónia esteve melhor da linha de lance livre (65%-75%) e paradoxalmente cometeu menos erros (24-21 turnovers), porque as portuguesas jogaram mais descontraídas após o descanso.«A selecção nacional teve períodos muito bons ao longo da partida, nomeadamente no 1º e 2º períodos, durante os quais fez alarde de uma defesa muito agressiva que permitiu vários roubos de bola conducentes a situações de superioridade numérica, convertidas com contra-ataques letais. Ao intervalo o jogo parecia decidido (17 pontos à maior), mas a equipa manteve e aumentou até o ritmo de jogo, continuando a defender bem e a atacar com discernimento, construindo mesmo lances de algum brilhantismo. A equipa portuguesa utilizou as suas 12 jogadoras, mantendo um rendimento constante, mas a finalização nos últimos minutos do encontro não foi tão eficaz como até então. De qualquer forma vitória magnífica da nossa equipa que garantiu desde já o acesso ao play-off.Uma palavra de apreço para a Estónia que não me lembro de ter sofrido nestes anos mais recentes uma derrota tão contundente, mas que lutou bravamente, sendo no entanto incapaz de causar mossa à nossa equipa.Com esta vitória, Portugal sai moralizado para o jogo com o Luxemburgo e também para os encontros do play-off.», sintetizou Carlos Portugal no final do jogo.A comitiva portuguesa parte para o Luxemburgo amanhã, viajando de autocarro para Lisboa, a fim de apanhar o voo no aeroporto da Portela às 14h20.


Defender o segundo lugar

Na véspera do encontro com a Estónia, a selecção nacional de seniores femininos prossegue a sua preparação no pavilhão Multidesportos de Coimbra, cidade onde a comitiva portuguesa está desde o regresso da Suécia, no passado domingo. Treinos bidiários fazem parte da receita para se poder atingir o objectivo da turma das quinas, que é manter o segundo posto da classificação do Grupo B, atrás da Suécia, líder sem derrotas.Não queremos deixar de referir o apoio da Câmara Municipal de Coimbra, através do seu vereador do Desporto, Luís Providência, que mais uma vez se esmerou para que nada faltasse à selecção nacional feminina. Excelentes condições de alojamento e a estrutura do pavilhão multidesportos, com todas as suas valências (ginásio de musculação e piscina nomeadamente) ao serviço das jogadoras, que podem assim complementar a preparação feita dentro das quatro linhas. Em termos de antevisão é preciso lembrar que não vai ser um jogo fácil. Face à desistência da Macedónia e à decisão da FIBA de considerar sem efeito todos os jogos realizados pelas macedónias, que reputamos no mínimo de controversa, porque permitiu à Estónia voltar a estar na corrida para o play-off, em virtude de não contar a derrota sofrida na 1ª volta em Skopje, a partida de amanhã assume-se como decisiva para as aspirações de ambos os contendores. O histórico entre os dois países, em seniores femininos, é favorável às cores lusas, com 3 vitórias em 3 jogos: em Vagos (2006) e em Tallinn nos dois últimos anos (2007 e 2008). Relativamente ao último confronto, em Setembro passado, o êxito foi arrancado a ferros (64-65) nos últimos segundos. Nessa altura não contámos com a poste Sónia Reis (lesionada), nem com Mery Andrade. Agora as coisas mudam de figura, pois Sónia reapareceu este ano, tendo participado em todas as competições em que a selecção esteve envolvida desde Maio, nomeadamente no Torneio Internacional do Lubango, nos Jogos da Lusofonia e no Torneio Internacional de Oliveira do Hospital. Relativamente à consagrada Mery, tudo indica que a experiente extremo/poste possa voltar a dar o seu contributo, após longa ausência (desde Setembro de 2005). Por tudo isto, consideramos que os nossos argumentos ficaram mais fortes, mas é preciso demonstrar isso no campo.Há que ter confiança nas nossas capacidades e lutar até à exaustão, porque não se esperem facilidades por parte da Estónia. Merike Anderson, Olmari e Vive-kai Rebane serão os pontos fortes adversários, em relação às quais é preciso ter muita


Entrevista a Augusto Araújo

Que balanço faz deste Campeonato da Europa?Quando no início dissemos que o objectivo era ficar nos 8 primeiros lugares, estávamos a falar a sério. Esse era realmente o nosso objectivo, e ao não conseguirmos alcançar sentimos que ficámos um pouco aquém das expectativas. Pareceu-nos que tínhamos condições para isso, mas depois de termos falhado na primeira fase a equipa deixou de sentir que todos continuavam a apoiar-nos, e como se trata de rapazes de 16 anos acabaram por ir um pouco abaixo.O que acha, então, que faltou?Penso que jogar em Portugal significou um claro aumento da exigência e da responsabilidade para a nossa equipa. E como é uma equipa muito jovem, sentimos alguma dificuldade em lidar com isso. Não sei até que ponto não seria importante incluir no staff uma especialista que desse apoio psicológico a todos estes jovens e mesmo aos treinadores, para que nos piores momentos soubéssemos lidar melhor com esta aura que envolve a equipa.Mas mais importante que isso, penso que não fizemos uma avaliação correcta das nossas capacidades. No período que antecedeu este Europeu apenas fizemos 3 jogos de treino contra a Eslováquia. De resto, e nos últimos 12 dias de preparação, os nossos jogos eram no treino – dividíamos os atletas em duas equipas de 6, e simulávamos ao máximo um jogo de basquetebol. Faltou-nos jogar contra equipas da Divisão A, e outras da nossa Divisão, para que nos fosse possível saber em que situação estávamos, e como nos encontrávamos em relação às outras selecções. Faltou-nos isso…Considera que depois do jogo frente à Roménia apenas neste último desafio frente à Irlanda, a equipa voltou a jogar como sabia?O jogo com a Roménia foi marcante. Até entrámos bem nesse jogo, durante 3 períodos estivemos sempre na frente, mas houve um momento no quarto período desse jogo que estivemos perto de 5 minutos sem marcar qualquer cesto, e os jogadores sentiram isso. E a partir daí penso que entrámos numa espiral negativa da qual foi difícil recuperar. Lembro-me de duas épocas em seniores, em que no primeiro ano a minha equipa era a mais baixa da competição, mas em que ganhámos 14 jogos seguidos e conseguimos apurar para a Taça Korac. No ano a seguir, só com duas trocas na equipa, tivemos uma série de 13 derrotas consecutivas. Ou seja, se com uma equipa de seniores a onda de vitórias ou a onda de derrotas é muito importante para a forma como uma equipa se comporta, imaginem numa equipa de Sub16…


Sub-16 Masculinos terminam no 13º lugar

Em Paços de Brandão, frente à selecção da Holanda, Portugal teve um jogo sempre muito equilibrado, e em alguns momentos mal jogado por ambas as partes. Entrando com um 5 inicial mais baixo – Miguel Cardoso, João Álvaro, Pedro Costa, Miguel Soares e Ruben Silva – a selecção nacional entrou a pressionar a campo inteiro, e tentando jogar rápido. O início do jogo foi também marcado pelas muitas faltas assinaladas, e ao intervalo Portugal já contava 16 faltas pessoais. Quando chegou o intervalo, o marcador registava 38-43 para a Holanda.Na segunda parte, o melhor jogo ofensivo português permitiu que construíssemos uma vantagem de 7 pontos no marcador, que foi sendo gerida até final. Destaque nos últimos 20 minutos de jogo para as prestações de Miguel Cardoso e Miguel Soares – dos 76 pontos marcados por Portugal, a dupla portista somou 40.Na vitória frente à selecção holandesa por 76-71 jogaram e marcaram por Portugal: #4 João Álvaro (6 pontos), #5 Hugo Sotta (4 pontos), #6 João Barbosa (3 pontos), #7 Miguel Soares (18 pontos), #10 Miguel Cardoso (22 pontos), #12 Ruben Silva (11 pontos), #13 Bruno Cabanas (9 pontos), #14 Pedro Costa (2 pontos) e #15 Artur Castela (1 ponto).Com a vitória frente à Holanda, Portugal pôde disputar o 13º lugar contra a Irlanda. Com um 1º período equilibrado, Portugal conseguiu aumentar o ritmo do seu jogo, e com isso teve claros benefícios, já que conseguiu construir uma larga vantagem, e até demonstrar alguma da qualidade que esta equipa tem e que também demonstrou nos dois primeiros jogos da competição.Com um segundo período simplesmente demolidor, no qual Portugal construiu um parcial de 24-4, o jogo ficou praticamente decidido, e a segunda parte veio demonstrar isso mesmo, com os portugueses a alargarem a sua vantagem até aos 30 pontos de diferença, utilizando para isso todos os seus jogadores – dos 12 disponíveis, 10 atletas jogaram mais de 10 minutos nesta partida.Neste jogo merecem destaque as exibições de Hugo Sotta – impressionantes números de 18 pontos e 20 ressaltos – e também de Jonah Callenbach que acabou a partida com 23 pontos marcados e 4 assistências.No derradeiro jogo alinharam por Portugal: #4 João Álvaro (8 pontos), #5 Hugo Sotta (18 pontos), #6 João Barbosa (4 pontos), #7 Miguel Soares (5 pontos), #8 Júlio Silva (11 pontos), #9 Jonah Callenbach (23 pontos), #10 Miguel Cardoso (10 pontos), #11 Filipe Elias (2 pontos), #12 Ruben Silva (10 pontos), #13 Bruno Cabanas (2 pontos), #14 Pedro Costa (2 pontos) e #15 Artur Castela (0 ponto).


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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