Artigos da Federaçãooo

Dinamarca e Bulgária na Divisão A

A Dinamarca era vista à partida como a selecção menos favorita a garantir a presença na Final e consequente subida de Divisão. No entanto, no jogo da Meia-Final frente à forte selecção inglesa, a Dinamarca não deu hipóteses e venceu sem qualquer contestação, tendo dominado o jogo desde o começo, e conseguindo anular bem duas das principais armas de Inglaterra: Joe Hart e John Stewart.

Do lado dos dinamarqueses o base-extremo Esben Reinholt voltou a ser a grande figura do jogo com 23 pontos marcados e 9 ressaltos conquistados, contando com o precioso contributo de Frederik Rungby um precioso contributo: 12 pontos e 16 ressaltos. Do lado de Inglaterra só o base Devon van Oostrum esteve a um bom nível, mas ainda assim longe do que vinha mostrando ao longo da competição.A vitória por 82-56 demonstra bem a supremacia dinamarquesa, que no final do jogo festejaram a merecida subida de Divisão.No jogo seguinte, Bulgária e Eslovénia prometiam um jogo equilibrado, já que estavam frente a frente duas das melhores equipas da competição, com jogadores de grande qualidade de ambos os lados.Mas tal como tinha acontecido no jogo anterior em que desde cedo uma equipa ganhou vantagem no marcador, também na segunda Meia-Final a Bulgária rapidamente ganhou uma vantagem que não mais largou e que lhe permitiu a subida à Divisão A. Com Pavlin Ivanov a demonstrar, uma vez mais, a sua grande qualidade – 30 pontos marcados e 4 assistências – com lances espectaculares. Destaque também para o seu colega de equipa Tencho Tenchev, que sem ter dado muito nas vistas acabou o jogo com 17 pontos marcados e 11 ressaltos.O resultado final de 87-63 não deixa dúvidas quanto à qualidade que a Bulgária exibiu neste jogo, e a que a Eslovénia nunca conseguiu responder.


Último período desastroso

Os 17 pontos (67-50) favoráveis às anfitriãs cavaram-se nos últimos 8 minutos da partida, pois com 8 minutos e 29 para jogar o encontro estava empatado (43-43).

Até aí a partida foi muito disputada nomeadamente na primeira metade (21-20) em que se registaram várias alternâncias no marcador embora por curtas margens. No reatamento as suecas entraram melhor com um parcial de 6-0 mas a turma das quinas encostou o resultado (29-29) no minuto 26 com 2 cestos consecutivos de Sara Filipe. Nova arrancada das nórdicas, bem lideradas por uma das gémeas Eldebrink, Frida, que foi a MVP do jogo ao contabilizar 24 pontos, 4/6 nos triplos, 8 ressaltos, 4 assistências, 1 desarme de lancamento e 4 faltas provocadas, não falhando qualquer das 8 tentativas de que dispôs na linha de lance livre. Entrando no quarto periodo com uma desvantagem de 6 pontos (41-35), Portugal ainda foi buscar o jogo com 2 triplos consecutivos de Joana Lopes no minuto 32 (43-43). Acto continuo o seleccionador sueco pediu 1 desconto de tempo que acabou por ser providêncial para as aspiracões da sua equipa, com Frida Eldebrink a assumir as despesas num parcial de 9-0. Um triplo de Sofia Ramalho à entrada do minuto 36 (52-46) ainda mantinha alguma esperanca nas hostes lusas, mas rápidamente aconteceu o descalabro com novo parcial de 11-2, sentenciando a partida. Na equipa portuguesa a mais combativa foi Paula Muxiri que, apesar de ter chegado ao intervalo sem qualquer ponto, acabou por ser a jogadora mais valiosa da nossa seleccão, terminando com 8 pontos, 11 ressaltos, duas assistências, 1 roubo e 8 faltas provocadas, com o senão de uma fraquissima eficácia nos duplos (3/13). Paradoxalmente cometemos poucos erros (12-9 turnovers), mas a Suécia foi mais eficaz nos lancamentos, além de ter ganho as tabelas (49-34 ressaltos), com a supremacia neste indicador, onde a poste Louice Halvarsson que na próxima época vai alinhar no Spartak de Moscovo, ditou leis (14 ressaltos), a acentuar-se no ultimo quarto. As coisas ficam assim adiadas para a próxima quarta-feira em Coimbra, aquando do jogo com a Estónia. Só a vitória serve as aspiracões lusas. Para isso há que continuar a trabalhar, acreditando que com o apoio do nosso público temos argumentos para lever de vencida a formacäo estoniana. A comitiva portuguesa regressa amanhã a Lisboa seguindo de imediato para Coimbra.


Preparadas para a luta

Norrköping (Suécia) – A escassas 6 horas da partida com a Suécia, que marca o início da segunda volta do Europeu de Seniores Femininos, Divisão B, o seleccionado luso está preparado para a luta. A viagem feita ontem desde Lisboa, de onde partimos às 9h40 em voo TAP com destino a Estocolmo decorreu sem problemas. A chegada ao aeroporto da capital sueca verificou-se cerca de 4 horas após a partida, eram 14h40 locais (+1 hora que em Portugal).Logo no aeroporto o primeiro contratempo por não ter chegado a bagagem da capitã Sara Filipe. Cumpridas as habituais formalidades e o inevitável tempo de espera para que ficasse registada a correspondente reclamacão, a comitiva tomou os seus lugares no autocarro que assegurou o transporte para o hotel Scandic Nord, em Norrköping. A viagem demorou um pouco mais que o previsto porque tivemos que parar para tomar uma refeicão ligeira, numa área de servicos, além de haver bastante tráfego para atravessar a cidade até apanhar a auto-estrada, a caminho da cidade onde a equipa de futebol do Benfica, nos anos sessenta, defrontou o clube local numa eliminatória da Taca dos Campeões Europeus, nos saudosos tempos de Eusébio, Coluna e companhia (1961 ou 1962). Chegados ao hotel só houve tempo para se fazer a distribuicão dos quartos e partir para o treino no Stadium Arena, onde se realiza o jogo desta tarde. Banho, jantar e cama, porque o levantar tinha sido às 6 horas da manhã e o cansaco já era bem visível. Ainda deu para seguirmos algumas fases do jogo na Bósnia, em que a turma das quinas ficou definitivamente afastada do acesso à fase final do Europeu de Seniores masculinos, com bastante mágoa de toda a comitiva. Hoje, acordar às 8 horas, pequeno almoco e partida para o treino de uma hora, das 9 às 10 horas. Tudo normal, sem quaisquer problemas. A equipa está bem, confiante num bom resultado. Disso mesmo nos dá conta o seleccionador nacional Carlos Portugal, que fez a antevisão do encontro: “Embora saibamos que a Suécia é uma equipa bastante forte, com muitas solucões, não entraremos em campo derrotados. Nada disso. Temos também as nossas armas e vamos dar tudo em busca do melhor resultado. Uma vitória seria ouro sobre azul já que nos garantia o apuramento para o play-off, de imediato.”


Bósnia foi mais forte

Mas por vezes querer não é poder. Portugal deixou hoje na Bósnia as esperanças de chegar ao Eurobasket 2009. Portugal tudo fez mas foi a Bósnia foi mais forte e venceu por 12 pontos (73-61). Falta um jogo e o grupo quer vencer a Bélgica. Se há coisa que Portugal conquistou nos últimos anos, na Europa do Basquetebol, foi respeito, demonstrando, jogo após jogo, que pode discutir o resultado com qualquer equipa. Num momento menos fácil, permitam-me que fale na primeira pessoa para dizer que é um orgulho trabalhar com este grupo. Em Coimbra, dia 20, frente à Bélgica Portugal merece o apoio de todos os adeptos de basquetebol. Não faltem!

Portugal iniciou bem a partida com Elvis Évora (15 pts e 5 res) em plano de destaque. A vantagem era minima no final do 1º período (22-21) mas a equipa portuguesa estava desinibida e confiante. Os segundos 10 minutos tiveram duas partes disitntas. Nos primeiros 5 minutos o jogo, de parte a parte foi confuso, com muitos turnovers e pouca concretização. Portugal defendia bem mas não concretizava os ataques. Com o aproximar do intervalo, alguns erros nacionais permitiram que a Bósnia saisse em contra-ataque e, assim, ganhasse ascendente no marcador (39-28). A saída dos balneários foi benéfica a Portugal que conseguiiu reentrar na partida mercê de algumas recuperações de bola na defesa. Cedo a Bósnia assentou o jogo e voltou ao comando das operações e à entrada do último período tinham 14 pontos à maior. A equipa portuguesa voltou a entrar melhor no último período e, jogados os primeiros minutos já estava dentro do jogo outra vez, a 4 pontos do adversário- Faltou o salto final. Dois triplos em momentos cruciais do jogo permitiram à Bósnia manter a liderança e controlar a vitória final.


João Figueiredo já está com a equipa

Chegado hoje ao início da noite, o atleta demonstrou estar bem de saúde não tendo acusado sequer o desgaste da longa viagem que o trouxe de Portugal.

A Selecção continua a trabalhar árduamente em busca da primeira vitória e, em bora dependendo de terceiros, com a esperança de ainda poder chegar ao objectivo principal. Portugal está instalado no Hotel Zenica, na cidade com o mesmo nome, que dista 55 Km da capital Sarajevo. O complexo onde a comitiva se encontra compreende um magnifico Pavilhão, estreado há cerca de um ano, com capacidade para cerca de 6200 pessoas, um estádio com relvado e pista de atletismo, hotel e centro comercial, tudo com ligação entre si.Portugal joga amanhã, dia 14, pelas 20h15 (menos 1 hora em Portugal), com transmissão em directo na SportTV.


Portugal na luta pela subida

Um ano depois de ter iniciado a presente campanha frente ao mesmo adversário, em Oliveira do Hospital, partida que foi ganha pela equipa nórdica (56-78), as perspectivas do seleccionado luso no tocante à subida de divisão mantêm-se em aberto, na medida em que ocupamos a 2ª posição da tabela classificativa, com uma derrota, atrás da Suécia que ainda não perdeu. A recente desistência da Macedónia que era 3ª classificada com duas vitórias e duas derrotas, com a anulação dos resultados verificados até então pela equipa desistente, decisão algo controversa da FIBA, só veio beneficiar a Estónia (4ª classificada) com apenas um triunfo, deixando de contar a derrota sofrida com a Macedónia, bem como as vitórias da Suécia e de Portugal contra a mesma equipa. O encontro de sábado, ainda que deveras importante, acaba por não ser decisivo, carácter antes atribuido ao jogo da próxima semana (dia 19), em Coimbra, ante a Estónia, já que a formação estoniana voltou a estar na corrida, com apenas mais uma derrota que Portugal. Caso aconteça a vitória lusa na partida de Coimbra, então sim teremos matemáticamente garantida a participação no play-off de acesso à Divisão A, a derimir com o 1º classificado do Grupo A (Montenegro ou Holanda). Os responsáveis federativos estão a envidar todos os esforços para que a selecção possa contar com o contributo da experiente Mery Andrade, no jogo com a Estónia (esse sim decisivo) e mais tarde nos encontros do play-off (5 e 9 de Setembro). A comitiva que viaja amanhã para Estocolmo no voo TP 500 com partida do aeroporto da Portela às 9h05, estando a chegada à capital sueca prevista para as 14h25 locais, é constituida pelos seguintes elementos: Jogadoras (12) Ana OliveiraJoana LopesSónia ReisSofia RamalhoTamara MilovacJoana FogaçaPaula MuxiriSara FilipeSara DjassiCarla NascimentoNádia TavaresDébora Escórcio Responsáveis: José Tolentino (Vice-Presidente)Carlos Portugal (Seleccionador)Carlos Seixas (Treinador-Adjunto)Nuno Manaia (Secretário-Técnico)Maria José Pires (Fisioterapeuta) A comitiva portuguesa ficará alojada no Hotel Scandic Nord, em Norrkoping e o jogo terá lugar no Stadium Arena daquela cidade.


Derradeiros 4 minutos foram fatais

Portugal partia para este jogo com 2 vitórias e 0 derrotas no Grupo G, e sabia que mesmo que perdesse por uma desvantagem que fosse até aos 5 pontos de diferença, teria acesso garantido para a fase de disputa do 9º ao 12º lugar. A Geórgia precisava de ultrapassar essa marca pontual, resultado que veio a acontecer, pois venceu o conjunto nacional, por 85-64, ficando a aguardar que não surgisse uma grande surpresa do Irlanda-Bélgica. O jogo começou mal para Portugal, com os jogadores interiores a averbarem algumas faltas pessoais – Filipe Elias, Hugo Sotta e Artur Castela com 2 faltas pessoais cada. A juntar a estas faltas, notava-se ainda alguma passividade na defesa portuguesa, algo que se manteve quando a equipa passou a defender numa zona 2-3 – esta mudança defensiva surgiu numa altura em que perdíamos por 9 pontos de diferença. Apesar dos contributos positivos de Miguel Cardoso e de Jonah Callenbach, a nossa equipa chegou ao final do primeiro período a perder 18-24. No segundo período denotávamos alguns problemas em marcar pontos, até que Miguel Soares apareceu a concretizar alguns pontos importantes. Aos poucos a equipa foi recuperando no marcador, e eis que a 1:30 do final da primeira parte, Portugal passa para a frente do marcador, 34-33, já com um quinteto composto por jogadores de menor estatura, mas que deu boa conta do recado: Miguel Cardoso, Miguel Soares, Pedro Costa, Jonah Callenbach e Ruben Silva. A primeira parte acabou com Portugal na frente, 37-36. A segunda parte não começou nada bem para Portugal: a passividade defensiva voltou a ser uma realidade na nossa equipa, e em 4 minutos de jogo a Geórgia conseguiu um parcial de 13-0, aproveitando ainda alguma falta de discernimento ofensivo nos portugueses. Mas quando se conseguiu aumentar um pouco a agressividade defensiva, Portugal recuperou um pouco no marcador, obrigando o treinador da Geórgia a pedir um desconto de tempo para serenar a sua jovem equipa. Este período acabou com a Geórgia na frente por 46-60. Com o objectivo da vitória neste jogo ainda a ser uma possibilidade, e sabendo que uma derrota por 5 ou menos pontos ainda nos qualificaria para a fase de qualificação do 9º ao 12º lugar, Portugal mudou para uma defesa homem-a-homem bem mais agressiva, com maior pressão na bola, criando mais dificuldades à equipa georgiana, e permitindo a Portugal subir e recuperar no marcador – um parcial de 12-2 permite-nos ficar a apenas 4 pontos de diferença: 58-62. No entanto, e depois de termos recuperado para uma diferença inferior a 5 pontos, os últimos 4 minutos de jogo foram desastrados, e permitimos que a Geórgia construísse um parcial de 23-6, terminando o jogo com o resultado de 64-85 para a Geórgia. Por Portugal jogaram e marcaram:#4 João Álvaro (2 pontos), #5 Hugo Sotta (11 pontos), #6 João Barbosa (0 pontos), #7 Miguel Soares (14 pontos), #9 Jonah Callenbach (19 pontos), #10 Miguel Cardoso (9 pontos), #11 Filipe Elias, #12 Ruben Silva (0 pontos), #13 Bruno Cabanas (0 pontos), #14 Pedro Costa (5 pontos) e #15 Artur Castela (4 pontos).Amanhã, sexta-feira, é dia de folga para Portugal, que volta a jogar no sábado, às 16h.15 em Paços de Brandão.


Soluções vieram do banco

No começo da segunda fase de competição, Portugal tinha pela frente uma selecção da Irlanda que ainda não tinha provado o sabor da vitória neste Campeonato da Europa de Sub16 Masculinos.Talvez cientes das debilidades dos irlandeses, os jogadores nacionais entraram em campo algo relaxados e passivos, o que deu origem a um mau começo de jogo de Portugal: parcial de 9-3 para a Irlanda, o que obrigou o treinador Augusto Araújo a pedir um desconto de tempo para tentar melhorar o desempenho de Portugal. Nesta fase, a nossa selecção cometia muitos erros, averbando 8 perdas de bola no final do primeiro período, e dava-se mal com a agressividade dos jogadores da Irlanda. Os primeiros dez minutos terminaram com Irlanda na frente, 25-17.No segundo período, e perante a passividade dos jogadores portugueses, a Irlanda foge para 15 pontos. É então que com Ruben Silva, Pedro Costa e Miguel Soares em campo, todos vindos do banco, e com a mudança para defesa zona 2-3 que Portugal consegue um parcial de 12-0. Até ao final da primeira parte ainda conseguimos passar para a frente do marcador. No entanto, o marcador registava um empate a 40 pontos quando chegou o intervalo.Na segunda parte o jogo manteve-se muito equilibrado, e Portugal nunca conseguiu disparar no marcador. A Irlanda continuava bastante agressiva, mas agora com piores percentagens de lançamento, tinha mais dificuldades em concretizar como vinha acontecendo na primeira parte. Portugal mantinha a sua aposta na defesa 2-3 a meio campo, e num quinteto formado por Miguel Cardoso, Pedro Costa, Miguel Soares, Ruben Silva e Filipe Elias, que estiveram em campo durante quase toda a segunda parte e que aos poucos foram dando a Portugal uma vantagem a rondar a dezena de pontos.Até final, não mais a Irlanda conseguiu reduzir, e Portugal acabou por vencer um adversário claramente inferior, mas que mais uma vez provocou problemas à nossa equipa pela atitude que colocou em campo.Por Portugal jogaram e marcaram: #4 João Álvaro (1 ponto), #5 Hugo Sotta (1 ponto), #6 João Barbosa (3 pontos), #7 Miguel Soares (15 pontos), #8 Júlio Silva (3 pontos), #9 Jonah Callenbach (2 pontos), #10 Miguel Cardoso (17 pontos), #11 Filipe Teixeira (13 pontos), #12 Ruben Silva (17 pontos), #14 Pedro Costa (7 pontos) e #15 Artur Castela (2 pontos).Declarações de Miguel Soares no final do jogoSentimos algumas dificuldades no início do jogo. Entraram em campo a pensar que o jogo ia ser mais fácil?Sim, pelos resultados que eles vinham fazendo, é verdade que entrámos em campo convencidos que iria ser mais fácil. Depois eles ganharam uma vantagem, moralizaram-se e não conseguimos entrar no ritmo do jogo. Mas quando conseguimos mostrámos que podíamos vencer.Depois do primeiro jogo em que estiveste muito bem, andaste um pouco afastado das boas exibições, mas hoje voltaste a estar em bom nível. Que se passou nos restantes jogos: falta de concentração ou cansaço?Penso que foi algum cansaço. Não me estava a sentir tão bem como no primeiro dia, e as coisas não estavam a sair muito bem. Mas agora estive melhor e espero que seja para continuar.É indiferente para ti começar o jogo de início ou no banco?Para mim não há grande diferença. Acho que de ambas as maneiras objectivo é o mesmo: ajudar a equipa. Por isso, começar de início ou no banco não tem grande diferença.Esta quinta-feira, Portugal joga frente à Geórgia pelas 14h no Pavilhão Salvador Machado em Oliveira de Azeméis.


Tão perto e tão longe

O título desta peça pode ser atribuido ao jogo e à qualificação. Portugal esteve perto da vitória que manteria a equipa numa posição priveligiada, dependendo só de si, na qualificação. No entanto, Portugal sai de Antuérpia com um sabor amargo na boca e mais longe, e dependente de terceiros numa eventual qualificação. Nada está perdido mas, a derrota de hoje (64-58), tornou tudo mais dificil.

Portugal viaja já esta madruga para a Bósnia Herzegovina, onde na próxima sexta-feira, dia 14, pelas 20h15 locais jogará a primeira das duas finalissimas com transmissão directa na SportTV (19h15 em Portugal).Portugal entrou desinibido no jogo demonstrando que, apesar de tudo o que já aconteceu ao grupo, nada impede a equipa de dar o seu melhor e de procurar a vitória. e o espirito de grupo é tão forte que, João Figueiredo , cumprido o período obrigatório de qurentena e ultrapassada a Gripe A, que segundo o próprio, não foi sequer próxima de outras gripes normais que já teve, irá juntar-se amanhã à noite à equipa, pleno de vontade de ainda ajudar a equipa das quinas. A FPB e os seus atletas e dirigentes têm demonstrado que, com informação e os cuidados adequados, pode e deve-se encarar as situações com naturalidade e confiança nas autoridades de saúde portuguesas cuja competência tivemos oportunidade de testemunhar.Voltando ao jogo, o primeiro período foi marcado por equilibrio e por um excelente Portugal que silenciava uma Lotto Arena com mais de 3000 espectadores. 16-17 e 12-15 no segundo período davam uma pequena vantagem de 4 pontos à equipa portuguesa na saída para os balneários.No regresso, Portugal continuou forte, comandado por um imparável João Santos (5 em 6 triplos, 19 pts e 6 ress) e a diferença chegou a 9 pontos. Foi a altura em que soou o alarme belga e um triplo deu o mote para um parcial de 11-0 que colocou a Bélgica no comando, escasso, mas que manteve até à entrada para o decisivo parcial (50-47).Tudo estava em aberto e apenas nos segundos finais o jogo “caiu” para os anfitriões que da linha de lance livre, e depois de um triplo falhado que empatava a partida, conseguiram a vitória por 6 pontos que deveriam ser 4. Isto porque o último cesto validado pela tripla de juízes, foi claramente para lá da buzina final.


Vencer na despedida das Travessas

Num jogo em que as aspirações de Portugal já não passavam pela qualificação para os 8 primeiros lugares, era importante vencer para entrar na fase seguinte com uma vitória. É que apesar deste jogo ainda ser da fase inicial de competição o resultado do jogo com a Bélgica ‘transporta’ para a fase seguinte, uma vez que Portugal e a equipa das Flandres vão ficar no mesmo grupo de competição. E o jogo começou com ambas as equipas a defender numa zona 2-3 que acabou por ser benéfica para Portugal que com 4 triplos marcados no primeiro período, e com Hugo Sotta e Filipe Elias bem na luta das tabelas Portugal conseguiu acabar o período com uma vantagem de 16 pontos : 24-8. O segundo período começou com a Bélgica a fazer alguns turnovers, e Portugal a conseguir chegar a uma vantagem de 18 pontos.. No entanto, quando a Bélgica mudou a sua defesa para homem-a-homem, os jogadores portugueses começaram a sentir maiores dificuldades em ataque, e foi então que a Bélgica recuperou um pouco no marcador. A primeira parte acabou com Portugal na frente, e com uma grande jogada de Miguel Cardoso nos últimos segundos, a deixar o marcador em 32-22 para Portugal. No terceiro período, a Bélgica entrou mais forte no jogo e Portugal continuou a sentir dificuldades em atacar o cesto adversário – neste período apenas as penetrações de Miguel Cardoso e os movimentos interiores de Hugo Sotta iam dando pontos a Portugal. Com algumas perdas de bola forçadas pela maior pressão defensiva belga, Portugal acabou o terceiro período na frente, por 43-34. Nos últimos dez minutos de jogo, o equilíbrio manteve-se como a nota deste jogo, e a diferença pontual andou sempre entre os 6 e os 12 pontos – Portugal não descolava, e a Bélgica não conseguia levar as suas tentativas de recuperação até ao fim. No último minuto a Bélgica ainda conseguiu chegar a 5 pontos de diferença e foi assim que terminou o jogo, com 56-51 para Portugal. Por Portugal jogaram e marcaram: #4 João Álvaro (4 pontos), #5 Hugo Sotta (16 pontos), #6 João Barbosa (0 pontos), #7 Miguel Soares (0 pontos), #8 Júlio Silva (0 pontos), #9 Jonah Callenbach (14 pontos), #10 Miguel Cardoso (14 pontos), #11 Filipe Elias (6 pontos), #14 Pedro Costa (0 pontos) e #15 Artur Castela (2 pontos). Terça-feira é o dia de descanso no Campeonato da Europa, e na quarta-feira pelas 16h15m Portugal defrontará a Irlanda no Pavilhão Salvador Machado em Oliveira de Azeméis.


Segundo caso de Gripe A confirmado hoje

As análises que João Figueiredo efectuou durante a noite passada no Hospital Curry Cabral confirmaram o mesmo diagnóstico do seu colega de quarto, Diogo Carreira, ou seja, também contraiu o virus H1N1, vulgo Gripe A. Examinado e medicado adequadamente, o atleta já não apresenta grande sintomatologia pelo que teve alta ainda de manhã tendo recolhido a casa onde irá cumprir o período de quarentena. O próprio jogador, sentindo-se bastante melhor, já demonstrou grande vontade de se juntar ao grupo e jogar logo que acabe o período obrigatório de recolha.Entretanto, toda a restante comitiva viajou hoje para Antuérpia, na Bélgica, onde já se encontra e, depois de amanhã, terça-feira, jogará o segundo jogo da Fase Adicional de Qualificação, pelas 20h00 locais (menos uma em Portugal).


Afastados dos 8 primeiros

Para Portugal ainda ter alguma oportunidade de avançar para a Fase da Qualificação deste Europeu, era necessário que a Bélgica levasse de vencida a selecção da Roménia. Mas desta feita, nem as típicas contas para o apuramento pudemos fazer. A selecção belga, que inicialmente era vista como uma das favoritas do Grupo B a avançar para o grupo dos 8 melhores, acabou por baquear frente aos romenos, tal como na véspera tinha acontecido com Portugal. Aliás, os jogos da Roménia frente a Portugal e Bélgica foram em tudo semelhantes: Roménia permite que o seu adversário ganhe uma certa vantagem no marcador para depois, e apesar da sua menor qualidade técnica e táctica, ir recuperando a desvantagem até a anular por completo – apoiados numa enorme vontade de vencer, nunca desistindo do jogo, os romenos conseguem vencer adversários melhores do ponto de vista técnico e táctico. Mas como demonstraram os jogos deste Grupo B, a atitude e o empenho dos jogadores muitas vezes superioriza-se à capacidade técnica dos adversários. Agora, resta a Portugal lutar pelo 9º lugar na classificação final, começando já pelo jogo frente à Bélgica que se irá realizar em S. João da Madeira, no Pavilhão das Travessas pelas 20h45 do dia 10 de Agosto.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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