Artigos da Federaçãooo
Fraca exibição dita derrota
No segundo jogo da Trentino Cup, frente ao Canadá, Portugal realizou uma exibição pouco feliz. Fracas percentegens de lançamento, muitos turnovers, e uma primeira parte muito fraca, resultou numa derrota, por 74-55. Foi uma partida marcada por uma má primeira parte e pela tentativa de reacção na segunda metade. Amanhã, pelas 20h30 locais (menos uma em Portugal) a equipa lusa defronta a Itália, que hoje venceu a Nova Zelândia, por 88-70. Foi um jogo cuja história se resume fácilmente devido à desastrosa primeira parte de Portugal com fracas percentagens de lançamento e inúmeros turnovers que o Canadá aproveitou da melhor maneira para cavar um fosso que se viria a revelar inultrapassável.Portugal nem começou mal. Diogo Carreira prometia mão quente com 2 triplos consecutivos e Portugal na frente nos primeiros minutos (8-5). No entanto foi sol de pouca dura. Portugal parou nos 8 pontos e sofre um parcial de 13-0 que deu 10 pontos de vantagem aos canadenses. Até final do primeiro período Portugal não conseguiu reagir e os 23-11 exigiam um segundo período de maior empenho.Puro engano. Os jogadores portugueses não conseguiram contrariar o ascendente de uma boa equipa do Canadá, com bons argumentos técnicos e fisicos, e a diferença foi crescendo até aos 20 pontos à saída para o intervalo (23-43).A ida ao balneário foi boa para Portugal e, se se pudesse apagar os primeiros 20 minutos, Portugal teria saído com outro resultado pois a segunda parte foi muito melhor. A Nova Zelândia até começou melhor chegando a 25 pontos de vantagem, mas a equipa portuguesa recompôs-se e entrou no 4º período a perder por 17. A vitória estava entregue mas Portugal ainda tentou reagir. Tarde de mais. A tranquilidade de 20 pontos de vantagem permitiu ao Canadá controlar a reacção. Filipe da Silva não jogou por precaução, enquanto João Figueiredo e elvis regressaram.Devido a uma falha do programa estatístico o jogo de Portugal não teve o habitual registo. Deixamos os pontos marcados pelos jogadores portugueses:D.Gomes (1), J.Costa (3), D.Carreira (9), R.Mota (8), F.Silva (nj), C.Andrade (10), J.Coelho (3), J.Figueiredo (0), E. Évora (4), M. Miranda (10) e J. Santos (3)
Europeu de Sub-18
A Selecção Nacional de Sub-18 cedeu diante da Áustria, por 66-89, na terceira jornada do Campeonato da Europa, Divisão B, que está a ter lugar em Sarajevo. Portugal ocupa a última posição no Grupo D.Ainda não foi desta. A Selecção Nacional de Sub-18 perdeu com a Áustria e somou o terceiro desaire consecutivo no Campeonato da Europa. “Voltamos a perder, agora já sem hipóteses de tentar alcançar o nosso objectivo, ou seja, entrar no grupo intermédio (9º ao 16º lugar). Outras equipas de valor semelhante estarão presentes nesse grupo.” lamentou o seleccionador nacional Mário Barros.A equipa até entrou bem no encontro, conseguiu equilibrar o primeiro período (ganhava por 21-20), mas no segundo permitiu que o adversário descolasse no marcador e chegou ao intervalo a perder por 10 pontos de diferença (38-48).Na segunda parte, os austríacos souberam gerir eficazmente a vantagem e acabaram por obter diante de Portugal a sua primeira vitória na competição.O adversário foi estudado ao promenor, mas nem sempre isso é suficiente para garantir sucesso. “A nossa série não era fácil, tínhamos a noção exacta das dificuldades que iríamos enfrentar. Preparamos o jogo com o máximo cuidado, mesmo ao pormenor; demos todas as soluções possíveis para contrariar as movimentações ofensivas dos austríacos. A diferença não esteve na estratégia escolhida, já ontem afloramos as principais causas.”O saldo da participação portuguesa até ao momento na prova não é famoso, mas a análise do técnico Mário Barros já foi feita. “Procurar culpados é redutor e fácil, os diagnósticos estão mais que feitos, importará antes operacionalizar o que deve ser trabalhado. Este é um labor colectivo a envolver todos os agentes da modalidade. Enquanto os nossos praticantes, particularmente entre a faixa etária dos 7 aos 14 anos forem treinados por jovens, muito jovens, bem intencionados, é certo, mas sem preparação adequada para a função e, sem quaisquer apoios de responsáveis técnicos qualificados, nada mudará. As excepções na formação existentes no nosso País, confirmam a regra. E, a continuarmos assim, estaremos sempre à espera do milagre das “boas” gerações.”Destaque, entre a Selecção Nacional, para o desempenho de Miguel Queiroz, autor de 21 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências.Alinharam e marcaram:Áustria (89)– Vancur, Maresch (3)Fiedrish (10), Pöcksteiner (5), Vieider (21), Saukel , Klepeisz (21), Frühwirth (4), Trappl (3)Gunka (2), Novas (14) e Kern (6)Portugal (66): Daniel, Paulo, Renato (7), Ferreirinho (12), Rafael (7), Miguewl Bruno (5), Edgar (4), Eduardo (2), João Costa (4), Vitor, Torrié (4) e Miguel (14).Portugal volta a jogar esta segunda-feira, agora diante da Inglaterra, líder do grupo.
Europeu de Sub-18
A Selecção Nacional de Sub-18 cedeu este sábado diante da Bélgica na segunda jornada do Campeonato da Europa, Divisão B, que está a ter lugar em Sarajevo. A equipa portuguesa, que perdera na estreia frente à Suíça, ocupa a última posição do Grupo D, com os mesmos pontos da Áustria, penúltima classificada.Portugal voltou a perder agora por 25 pontos. Dois péssimos inícios de períodos (1º e 3º) foram fatais para uma eventual (possível) discussão do resultado final. O seleccionador nacional, Mário Barros, considera que Portugal está num grupo fortíssimo. “É nossa convicção de que estamos inseridos na série mais forte, com a Inglaterra e a Bélgica a apresentarem fortes credenciais na discussão dos lugares de topo.”Mas salienta ter existido alguma “falta de concentração”. “Numa competição deste nível, nada comparável aquelas que se verificam nos nossos campeonatos “domésticos”, não são perdoáveis falhas de concentração, particularmente quando são notórias certas fragilidades do ponto de vista técnico e atlético. As nossas movimentações tácticas são semelhantes às dos nossos adversários mas, falha sempre algo, que tem a ver com os aspectos acima focados.”Está difícil, mas a equipa nacional não se vai render…Alinharam e marcaram:Portugal (59): Daniel, Paulo (3), Renato (16), Ferreirinho (3), Rafael (6), M.Bruno (2), Edgar (3), Guimarães (2), Pedro Costa (2), Vítor, Torrié (6), M.Queiroz (16).Bélgica (84): Deroover (5), Steinbach (2), Loris (6), Donkor (11), Devacht (4), Moray (8), Marion (2), Georgemans (8), Gillet (9), Rademakers (16), Desiron (13) e Hartshome.Hoje, Portugal defronta a Áustria às 18h30 (17h30 em Portugal)
Apesar de jogar bem, Portugal não vence na Trentino Cup
Na primeira partida da Trentino Cup, em Trento (Itália), Portugal defrontou e perdeu com a sua congénere dos antípodas, a Nova Zelândia (91-98). No entanto, a prestação portuguesa pecou apenas pela inconstância e por não conseguir vencer na luta das tabelas. Em tudo o resto Portugal demonstrou que está no bom caminho, com boas percentagens de lançamentos (52,5% de dois, 41,7% nos triplos e 95% nos Lances Livres. Nota ainda para Elvis Évora que, devido a um estiramento no treino de ontem, não foi utilizado por precaução. No outro jogo, a Itália venceu o Canadá por 91-69.Portugal iniciou a partida na frente mas foi sol de pouca dura. Valeu à Nova Zelândia, apesar da apertada marcação, o endiabrado Kirk Penney que à sua conta converteu 35 pontos, com triplos verdadeiramente incríveis (5 em 6). Os neozelandeses, com um jogo feito de forte presença na tabela, rápidas transições e velocidade de execução, logo encostou e passou para a frente. No final do primeiro período 21-25.No segundo período manteve-se a toada de equilibrio embora Portugal andasse agora, sempre atrás do prejuízo que, diga-se, nunca chegou a atingir a casa das dezenas na primeira parte. Ao intervalo, Portugal estava a perder por 8 pontos.O terceiro período teve, simultaneamente, o melhor e o pior de Portugal. Mau inicio do parcial, com a Nova Zelândia a disparar uns claros 13-2 e a colocar-se, muito cedo, com vantagens na ordem dos 17 pontos. Foi então que surgiu o melhor de Portugal. Defesa agressiva, boa escolha de lançamentos e Portugal reentrava no jogo. Os 9 pontos à entrada dos últimos 10 minutos cedo chegaram a 3. Foi então que surgiu, uma vez mais o infernal nº 6 dos Tall Blacks que, com 2 triplos, praticamente resolveu a partida pois a 2 minutos do final, o resultado acusava 80-94. Portugal, encheu-se de brio, puxou das últimas forças e a 49 segundos reentrava no jogo depois de um parcial favorável de 9-0. Mas não chegou e a Nova Zelândia, com experiência, garantiu a vitória por 91-98.Destaque individual em Portugal para Carlos Andrade e Miguel Miranda (18 pts e 5 ress cada um), Rui Mota (15 pts) e João Santos (14 pts). Na Nova Zelândia, Kirk Penney é o destaque óbvio.Para Moncho Lopez, “foi um grande jogo ofensivo por parte das duas equipas, que nos mostra que estamos no caminho certo no que consiste na capacidade de converter pontos do conjunto”. O seleccionador “lamenta o inicio do terceiro quarto com vários erros, provocados talvez pelo cansaço, que permitiram à Nova Zelândia distanciar-se, obrigando-nos a navegar contra a corrente”. Moncho termina dizendo que o “jogo foi condicionado pela estatura e capacidade atlética do adversário que nos criou muitos problemas de ressaltos”.Portugal volta a jogar amanhã, frente ao Canadá, pelas 18:00 horas locais (17:00 em Portugal).
Portugal 15º no Europeu
A Selecção Nacional de Sub-20 bateu a Roménia, por claros 96-63, na última jornada do Campeonato da Europa, Divisão B, na Macedónia, e classificou-se na 15ª e antepenúltima posição.A partida foi equilibrada até ao intervalo, mas a ida aos balneários parece ter dado novo fulgor aos comandados de Orlando Simões, que realizaram um terceiro período fortíssimo (32-11), não dando quaisquer hipóteses ao adversário.Destaque para as exibições de António Monteiro (16 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola), João Soares (12 pontos, 4 ressaltos e 2 roubos de bola) e André Bessa (15 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola).
Dois treinos no Pallatrento
Depois de um dia em viagem e de uma noite dormida a correr, nada melhor que o trabalho duro logo pela manhã. O relógio marcava 9.30 horas locais (menos uma em Lisboa) e já a equipa lusa trabalhava no excelente pavilhão Pallatrento.Foram 2 horas de treino seguidas de trabalho na sala de musculação. Foi já perto das 12,30 horas que Portugal saíu para o almoço, e às 16.00 horas já se trabalhava de novo. Mais duas horas de aperfeiçoamento, sobretudo táctico, incidindo nos diversos sistemas ofensivos e preparando a primeira partida da Trentino Cup, amanhã, pelas 18.30 horas (17.30 em Portugal). Esteja atento ao twitter ou no site da FPB e vá seguindo as incidências do embate com a Nova Zelândia.Entretanto o grupo recebeu com agrado as boas noticias vindas de Portugal, com João “Betinho” Gomes já melhor da maleita que o impediu de viajar, embora ainda em recuperação. Enttretanto, e assim que autorizado pela equipa médica, reiniciará trabalho específico contando-se com o atleta para enfrentar o desafio de tentar o apuramento para o Eurobasket 2009
Sem Sónia era preciso lutar mais
Com a vitória da Alemanha que venceu os 3 jogos, terminou ontem o 4º Torneio Internacional de Oliveira do Hospital. Na última jornada, depois de a formação germânica ter batido a Holanda por 61 – 44, com uma excelente prestação da extremo Anne Breitreiner (19 pontos e 3 triplos), que se sagrou melhor marcadora do torneio, enquanto a sua companheira de equipa Romy Bär ganhou o prémio de melhor jogadora do certame, após votação dos treinadores principais das 4 selecções participantes, Portugal perdeu com a Bulgária por 56-69, na luta pela 2ª posição.Sem a poste Sónia Reis (apresentou queixas ao nível dos joelhos), que vinha sendo a melhor marcadora das portuguesas (média de 19 pontos nas duas primeiras partidas), seria complicado levar de vencida a congénere búlgara, uma equipa que também é da Divisão A e que apresentou excelentes atiradoras, casos da MVP do encontro, Gaklin Zlatanova (17 pontos, 6/7 nos duplos, 1/2 nos triplos, 8 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e um roubo)e Nely Pasheva (14 pontos, 2/2 nos triplos, duas assistências e um roubo). Aliás a escola búlgara por tradição tinha essa característica e no basquetebol português feminino tivemos vários exemplos, nomeadamente Mariyana Kostourkova e Velina Belberova, internacionais de nomeada pelo seu país. Tanto mais que houve pouco colectivismo (apenas 3 assistências contra 8 do adversário) e assim a tarefa não era nada fácil. As nossas representantes acusaram algum cansaço, denotando dificuldades na recuperação defensiva. Depois de muito equilíbrio nos primeiros quatro minutos (7-8), a Bulgária acelerou e num ápice fez um parcial de 0-9, para terminar o 1º período com 10 pontos de vantagem (9-19).A entrada de Carla Freitas (16 pontos e 5 triplos em 8 tentados, com uns excelentes 63% e ainda duas assistências), no minuto 13, foi ponto de partida para uma boa reacção lusa que todavia só ganhou expressão no 3º quarto, depois de o intervalo ter chegado com as búlgaras no comando (26-37). A mão quente da esquerdina madeirense (3 triplos no 3º período, nos minutos 24, 27 e 28, estes dois últimos consecutivos), permitiu encostar o marcador (41-46), depois de um prejuízo de 13 pontos por mais que uma vez. As adversárias não se perturbaram e até ao final do 3º quarto responderam com um parcial de 2-7, indo para os últimos 10 minutos com uma vantagem de 10 pontos (43-53).O cansaço acumulado, foi notório no quarto período (13-16) com as nossas representantes a terem dificuldade em atacar o cesto – dos 13 pontos marcados, 8 foram de lance livre – com Paula Muxiri, a nossa unidade mais valiosa (19 pontos, 6/12 nos duplos, 9 ressaltos, 7 faltas provocadas e 9/13 nos lances livres), a ir à linha de lance livre 10 vezes, não conseguindo concretizar qualquer lançamento de campo nos últimos 10 minutos. A Bulgária foi mais eficaz nos duplos (39%-53%), cometeu menos erros (14-5 turnovers) e roubou mais bolas (7-10), compensando deste modo o equilíbrio nas tabelas (21 ressaltos para cada equipa) e a ligeira superioridade lusa no tiro exterior (55%-50%).Classificação final:1º Alemanha 3V-0D2º Bulgária 2V-1D3º Portugal 1V-2D4º Holanda 0V-3D
Europeu de Sub-20 na Macedónia
A Selecção Nacional de Sub-20 vingou esta sexta-feira o desaire sofrido diante do Luxemburgo na primeira fase do Campeonato da Europa, Divisão B, que está a ter lugar na Macedónia. A equipa treinada por Orlando Simões derrotou os luxemburgueses, por 76-66, em partida do Grupo L.A primeira parte do encontro foi muito equilibrada (Portugal vencia por apenas um ponto ao intervalo) mas na segunda a equipa nacional conseguiu impor-se de forma veemente, batendo uma selecção que na primeira fase deste Europeu acabou por se revelar uma dor de cabeça para as hostes nacionais.Recorde-se que Portugal não conseguiu a promoção à Divisão A e que nesta altura encontra-se num grupo de três equipas que procuraram fugir aos dois últimos lugares.
Três minutos fatais para Portugal
No outro encontro da ronda, a Bulgária bateu a Holanda por 69-63, curiosamente a mesma diferença (6 pontos) com que a nossa equipa ganhara às holandesas na véspera. A formação germânica (é da Divisão A, tendo sido 11ª há duas épocas), é a virtual vencedora do torneio, uma vez que o seu adversário desta tarde é a Holanda que ainda não ganhou, enquanto na partida que encerra a competição, Portugal e Bulgária discutirão o 2º lugar porque ambas estão em desvantagem perante as alemãs.
Embora tenha perdido o jogo, a turma das quinas bateu-se muito bem durante 3 dos 4 períodos, nomeadamente no 1º (20-21 para as forasteiras), no 3º (16-15 para as nossas cores) e no 4º (23-23). Foi pena que no 2º quarto (9-19), a favor da Alemanha, as nossas representantes tivessem 3 minutos de desconcentração (entre os minutos 13 e 15) que acabaram por ser fatais, em que consentiram um parcial de 0-9, disparando a vantagem germânica de 1 ponto (22-23) para 10 pontos (22-32). Foi nesse período de apatia que se cavou a diferença pontual, com que veio a terminar a partida.Portugal perdeu claramente as tabelas (19-34 ressaltos), nomeadamente os ressaltos ofensivos (4-14), onde a maior estatura germânica (média de 1.84m) ditou leis, com sete jogadoras acima de 1.80m sendo as duas postes Katja Bavendam (2.02m), que alinha no Hondarribia (Espanha) e Lisa Koop (1.97m), autoras de 7 ressaltos cada uma. Outro factor determinante a impressionante eficácia das germânicas (100%) da linha de lance livre ao fazerem 22/22, enquanto do nosso lado houve 9 falhanços em 33 tentativas (73%).Nos outros indicadores as nossas representantes superiorizaram-se nos roubos (11-7), nos turnovers (9-17) e nas faltas provocadas (27-13), enquanto a Alemanha esteve melhor nos duplos (46%-50%) e nas assistências (6-15). Igual eficácia tiveram as duas equipas nos lançamentos do perímetro (ambas com 4/13, correspondentes a 31%).Nas vencedoras as melhores foram Sarah Austmann, MVP da partida com 19 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos e 4/4 nos lances livres, seguida da poste Romy Bar (15 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 3 faltas provocadas com 6/6 nos lances livres), e ainda a extremo Anne Breitreiner, que joga no Tarbes (França), que terminou com 13 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, duas assistência e 1 roubo.Na selecção portuguesa as mais valiosas foram Paula Muxiri (17 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, uma assistência, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas com 4/5 da linha de lance livre), Sónia Reis (15 pontos, 4 ressaltos, duas assistências e 7 faltas provocadas com 5/9 nos lances livres), Sofia Ramalho (12 pontos, 1 triplo, duas assistências, 5 roubos e 6 faltas provocadas, falhando apenas 1 dos 6 lances livres de que dispôs) e Sara Filipe (9 pontos, 4/5 nos duplos, 3 ressaltos e um roubo), mas Carla Nascimento (2 triplos, 3 ressaltos e 2 roubos) e Tamara Milovac (4 ressaltos sendo 2 ofensivos e 3 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres) também não destoaram do quarteto anterior, obtendo valorizações muito próximas das suas companheiras de equipa.Arbitragem fraca, com muitos erros para ambos os lados.
Portugal em Itália com baixa de última hora
No entanto, na véspera de partir, os responsáveis foram confrontados com uma repentina baixa de última hora. João “Betinho” Gomes não pode embarcar devido a ter sido acometido de febre alta e, nos dias que correm, todos os cuidados são poucos e a equipa médica logo reagiu.
O Jogador esteve em observação e já teve alta do hospital afastando hipóteses de cenários mais graves, estando agora a recuperar. No seu lugar viajou Fernando Sousa, que estando de férias, não hesitou em juntar-se à equipa numa demonstração de dedicação que é sempre de louvar.Amanhã Portugal realiza duas sessões de treino, de manhã entre as 9h30 locais e as 11h30 e à tarde entre as 16h00 e as 17h30.Portugal está na cidade de Trento, no Norte de Itália, onde participará num Torneio com as selecções nacionais de Itália, Canadá e Nova Zelândia.O primeiro adversário será a Nova Zelândia, no dia 25 (Sábado), pelas 18h30 locais. No dia seguinte Portugal defronta o Canadá à mesma hora terminando o Torneio frente aos anfitriões italianos, na segunda-feira, 27 de Julho, pelas 20h30 locais.Em seguida Portugal viaja para Sófia (Bulgária) onde realizará mais duas partidas de preparação.
Holanda com menos soluções
Portugal começou da melhor maneira a sua participação no 4º Torneio Internacional de Oliveira do Hospital ao bater a Holanda, por 67-61. No outro jogo que fechou a primeira jornada do Torneio a Alemanha derrotou a selecção da Bulgária, por 70-57.Mesmo sem poder contar com a influente Paula Muxiri com algumas queixas no joelho), a equipa das quinas conseguiu uma vitória justa ante uma Holanda bastante forte fisicamente, com um jogo interior poderoso, onde sobressai a poste Naomi Halman (16 pontos, 73% nos duplos e 5 ressaltos, sendo 2 ofensivos). Depois de algum equilíbrio nos primeiros 5 minutos, as portuguesas com Sónia Reis, forte no um contra um, a destacar-se na área pintada, passaram para o comando, situação que não mais perderam até ao apito final. Com uma vantagem de 8 pontos (23-15) no 1º período, Portugal não abrandou o ritmo e chegou ao intervalo na frente (38-30), após um segundo quarto em que o equilíbrio foi a nota dominante. Com um triplo de Sofia Ramalho à entrada do minuto 22 (15 pontos, 3/7 em triplos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 4 roubos e 1 falta provocada) as nossas representantes passaram a vantagem para 11 pontos, pela primeira vez na partida (41-30) e depois souberam geri-la sem grandes problemas, sabendo explorar os seus pontos fortes. Assim se chegou ao final do terceiro período (49-41), depois de nova igualdade (11-11), pecúlio que no derradeiro quarto, as comandadas de Carlos Portugal conseguiram manter sem grandes oscilações.Sónia Reis (22 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 assistência e 8 faltas provocadas, com 6/8 da linha de lance livre) foi a MVP do encontro, formando a par de Sofia Ramalho e da capitã Sara Filipe (10 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas) o trio em maior evidência no seleccionado luso.Nas holandesas destaque ainda para Tanya Broring (12 pontos) e Rebecca Maessen (13 pontos), enquanto a atiradora Leonie Kooij (1/6 nos triplos) esteve longe do habitual.
Joana Lopes junta-se à equipa
O seleccionador nacional, Carlos Portugal, divulgou esta segunda-feira a lista das atletas convocadas para a 4ª edição do Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, e a única novidade relativamente à equipa que conquistou a medalha de ouro nos Jogos da Lusofonia prende-se com a inclusão de Joana Lopes, do Boa Viagem, na lista.O Torneio Internacional de Oliveira do Hospital realiza-se de quarta a sexta-feira no pavilhão Serafim Marques, em São Paio de Gramaços, e conta, para além de Portugal, com as presenças das selecções da Bulgária, Alemanha e Holanda.Recorde-se que a equipa portuguesa está a preparar a participação no Campeonato da Europa, Divisão B.Eis a lista de atletas convocadas para o Torneio Internacional de Oliveira do Hospital: Ana Catarina Coelho – AlgésAna Oliveira – Maquinaria Ensino (Esp)Paula Muxiri – Badajoz (Esp)Carla Freitas – CAB MadeiraCarla Nascimento – AD VagosCélia Simões – Boa ViagemDébora Escórcio – Pabellon Ourense (Esp)Joana Fogaça Araújo – AlgésNádia Tavares – CAB MadeiraJoana Lopes – Boa ViagemSara Filipe – Marsol Conquero (Esp)Sofia Ramalho – Obenasa Navarra (Esp)Sónia Reis – Cadi la Seu (Esp)Tamara Milovac – Arxil Pontevedra (Esp)Calendário22 Julho16.45 – Portugal-Holanda18.45 – Bulgária-Alemanha23 Julho16.45 – Bulgária-Holanda18.45 – Portugal-Alemanha24 Julho16.45 – Holanda-Alemanha18.45 – Portugal-Bulgária
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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