Artigos da Federaçãooo
Medalha de ouro para Portugal
A selecção brasileira, muito jovem, – vai participar no Campeonato Mundial de Sub19 femininos,que terá lugar na Tailândia, a partir do próximo dia 23 – , ofereceu forte resistência às nossas representantes, que só no final do segundo período (minuto 18) conseguiram inverter o rumo dos acontecimentos, quando Paula Muxiri fez 19-20. Depois de Sónia Reis ter sido a marcadora de serviço na 1ª metade (14 pontos), dos 24 anotados pelas portuguesas, foi a extremo/poste Muxiri que esteve em foco na parte final do 2º quarto ao contabilizar os ultimos 8 pontos da nossa equipa, contribuindo para que Portugal fosse para o intervalo na frente (21-24). No reatamento, as comandadas de Carlos Portugal ainda permitiram que a selecção canarinha voltasse a comandar, após um parcial de 8-2, obrigando o seleccionador luso a parar o jogo, no minuto 24 (29-26 para o Brasil). A entrada de Nádia Tavares, para a posição de extremo, por troca com a capitã Sara Filipe, indo Paula Muxiri jogar dentro, possibilitou desde logo uma presença mais efectiva das portuguesas na área pintada, que num ápice provocaram três faltas com direito a lances livres, fazendo um parcial de 0-10. Foi a vez de o treinador brasileiro Luiz Tarallo pedir um desconto de tempo no minuto 26 (29-36) para tentar travar a arrancada lusitana, sem grandes resultados práticos, porque foi neste período até ao final do 3º quarto (35-42) que Portugal acertou os seus únicos 2 triplos (fracos 18% de eficácia) por intermédio de Sofia Ramalho (13 pontos, 50% nos triplos, 2 assistências, 4 ressaltos, 5 roubos e 5 faltas provocadas, com 6/6 da linha de lance livre), ponto de partida para uma excelente prestação nos últimos dez minutos e de Carla Nascimento (3 pontos, 1 triplo, 8 ressaltos defensivos, 1 assistência e 4 roubos). No derradeiro quarto (12-15) a turma das quinas geriu a vantagem sem grandes sobressaltos, com a vantagem a oscilar à volta da dezena de pontos. Neste período foi notória a experiência de Sofia Ramalho, bem a controlar a posse de bola e a provocar faltas, contabilizando 10 pontos da sua conta pessoal (13). Destaque para a actuação de Sónia Reis, MVP do encontro com 31,0 de valorização, ao anotar 26 pontos, 55% nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 assistências, 4 roubos, 3 desarmes de lançamento e 6 faltas provocadas, embora não estivesse muito certeira nos lances livres (57%), ao falhar 3 em 7 tentativas. Bom contributo de Paula Muxiri (13 pontos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 7 faltas provocadas, com 7/10 da linha de lance livre), ainda que tenha estado desastrada no ataque. Na selecção do Brasil as melhores foram as postes Fabiana Sousa (10 pontos, 21 ressaltos sendo 7 ofensivos, 4 assistências, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 2 faltas provocadas), autora de um duplo-duplo e Mónica Nascimento (16pontos, 9 ressaltos sendo 7 ofensivos, 2 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento), as maoires responsáveis pela esmagadora superioridade das canarinhas nas tabelas (48-30 ressaltos). Esta dupla ganhou tantos ressaltos (30) como os conseguidos pela nossa equipa. Nos restantes indicadores, Portugal esteve melhor nos roubos(11-16), nos turnovers (22-15), nas faltas provocadas (15-19), nos triplos (11%-18%) e nos lances livres (43%-74%), enquanto o Brasil foi mais colectivo (14-10 assistências), alé de ter ganho a luta de ressaltos. Nos lançamentos de 2 pontos as duas equipas equivaleram-se (39%).No jogo para atribuição do 3º lugar (medalha de bronze), que foi dirimido entre Angola e Moçambique, uma partida rasgadinaha, as angolanas triunfaram por 65-62, com Nacessela a ser a heroína do encontro, ao converter 4 lances livres nos derradeiros 29 segundos. Moçambique alinhou desfalcado da sua principal referência, a poste Clarisse Machanguana,que ontem regressou a Maputo em virtude do falecimento de sua avó. Por este motivo foi guardado um minuto de silêncio antes do início do encontro.
Portugal reaparece e conqusita bronze com autoridade
Esclarecedores 24 pontos de diferença que valeram o Bronze. Portugal deixa assim boas indicações para o futuro, mostrando que o deslize de ontem deverá ter servido de aprendizagem. A equipa lusa pára agora durante 3 dias, período após o qual viajará para Itália e Bulgária no dia 23, onde continuará a sua preparação com a participação no torneio de Itália e em dois jogos de preparação em Sófia, com a Bulgária.
Depois da apatia frente a Cabo Verde, Portugal devia a si mesmo uma resposta convincente. E ela surgiu, com o colectivo a demonstrar muita união e empenho e a triunfar claramente sobre a forte equipa brasileira. João Santos deu o mote e com a mão afinada foi mantendo Portugal na frente. No final do primeiro período, apesar dos dois pontos de diferença (23-21), já todos se tinham apercebido que a equipa lusa estava diferente para muito melhor.Portugal continuou na sua forte atitude defensiva e certeiro nos tiros triplos (10 na primeira parte) e atingiu o intervalo com 14 pontos de vantagem (53-39). O Brasil estava manietado e Portugal não abrandou. Após o intervalo continuaram as bombas, agora de Filipe Silva, Diogo e de um terrível Andrade que começou a segunda metade com 4 triplos.À entrada para o último período 19 pontos de vantagem faziam adivinhar o bronze. Mas Portugal continuou muito forte e conquistou a medalha com autoridade e 95-71.
Primeira parte muito fraca custa presença na Final
Talvez pela hora matinal, talvez pelo excesso de confiança, o certo é que, por mais razões que se procurem, nada justifica uma primeira parte tão sofrível e desgarrada como a que a equipa portuguesa fez hoje frente a Cabo Verde e que viria a custar a vitória (66-67) e a consequente presença na final. Assim, Portugal jogará amanhã, pelas 14:45 horas o jogo de atribuição da medalha de bronze, contra o Brasil, derrotado na segunda meia-final por Angola.
Portugal entrou de forma displicente na partida e a equipa de Cabo Verde cedo começou a ganhar vantagem no marcador. Jogava-se mal e Portugal não conseguia colocar em jogo a sua habitual eficácia defensiva permitindo a Cabo Verde somar 39 pontos na primeira parte e uma vantagem acumulada de 12 pontos na saída para os balneário.
Confirmavam-se as dificuldades que se adivinhavam desde o inicio.
No 3º período apareceu o verdadeiro conjunto Luso. Agressivo a defender, eficaz no ataque, Portugal conseguiu recuperar a diferença nestes 10 minutos, chegando inclusive a estar na frente. No pavilhão pensava-se que Portugal poderia estara a arrancar para uma dificil vitória. Puro engano.
Veio o 4º e último período e com ele a apatia e o medo da primeira parte. Cabo Verde voltou a comandar as operações, embora, desta feita, de forma menos clara no marcador. Portugal continuava a falhar nos ressaltos e a fazer turnovers que comprometiam uma vantagem no resultado. 67-63 com menos de um minuto por jogar e um triplo luso coloca a diferença minima no marcador. Cerca de 50 segundos por jogar e posse para Cabo Verde. Lançamento falhado mas Portugal, na tentativa de sair rápido, faz um passe para fora. Pouco mais de 24 segundos, posse e vantagem para os africanos. Não convertem e com 5 segundos para jogar, Portugal tinha nas mãos a última posse e a possibilidade de vencer. Depois de um desconto de tempo para preparar o ataque, os jogadores portugueses jogaram os últimos 5 segundos à imagem da maioria do jogo – atabalhoado – e com isto esgotou-se o tempo de jogo e esfumou-se a vitória e a presença na final.
Regresso às vitórias
Depois do inesperado desaire no último desafio disputado diante do Luxemburgo, a equipa portuguesa, comandada pelo técnico Orlando Simões, redimiu-se no encontro deste sábado, vencendo convicentemente a selecção da Eslováquia, por 92-64. Destaques individuais para José Silva e João Soares que, com 19 e 18 pontos, respectivamente, foram os melhores marcadores da turma nacional. No outro encontro do dia, também referente ao Grupo A, a selecção da Geórgia bateu o Luxemburgo, por 88-53, e nesta fase da prova Portugal comanda o grupo com 5 pontos, embora tenha 3 jogos já disputados.O conjunto luso volta a entrar em acção já este domingo, às 17.45 horas, diante a congénere da Suécia que conta por vitórias (Luxemburgo e República Eslovaca) todos os jogos disputados até ao momento.
Surpreender … também a perder
A Selecção Portuguesa de Sub-20 Masculinos realizou ontem (17/7 pelas 20,30h) o seu segundo jogo no Campeonato da Europa da Sub-20 Masculinos que se realiza em Skopje – Macedónia tendo sido derrotada, por 67-86, pela equipa do Luxemburgo, no magnífico pavilhão 1 da Arena Boris Trajkdvski.Consciente da aparente debilidade do seleccionado do principado, que na véspera tinha perdido copiosamente com a Suécia, após um período de relativo equilíbrio (12-11 aos 5´) e apesar de empenhada, a equipa portuguesa revelou-se pouco intensa nas acções ofensivas contra uma agressiva e dura (por permitida pela arbitragem) defesa individual e permissiva ao rápido contra-ataque do seu adversário, que foi progressivamente alargando a sua supremacia também no marcador (25-20 ao 1º período e 34-28 aos 15’), concluindo a 1ª parte com uma vantagem de 11 pontos (43–32).Sentindo as mesmas dificuldades, após até aos 5´ da 2ª parte ver disparar a diferença para os 20 pts (58 – 37), o seleccionado português tenta a defesa 4 em box com a marcação individual a Christopher Jones (38 pts), jogador americano naturalizado que até então tinha sido o quebra cabeças da equipa lusa. Limitada a acção deste e apesar do melhor parcial da equipa das quinas (6 – 0 aos 67 – 54), veio ao cimo a eficácia, não verificada na véspera, dos restantes luxemburgueses com vários triplos anotados, que deste modo foram conseguindo manter a sua vantagem (67–47 no 3º período e 74–56 aos 15’ do 2ª parte). Nos derradeiros 5’, mesmo com a tardia exclusão de 3 jogadores do Luxemburgo, a equipa portuguesa não a conseguiria reduzir, tendo-se jogo concluído com uma diferença de 19 pontos para o seu adversário (86–67).Não “chorando” a derrota, que a toda a delegação assumiu como de todos e de cada um, nem se desculpando com factores exteriores – desde a indisponibilidade em tempo para a prevista e cabal preparação do jogo, por lapso da organização, do vídeo do jogo da equipa adversária da véspera, até a uma infeliz arbitragem por tardia (apenas nos últimos 5´do jogo) uniformização de critérios em termos dos contactos intencionais no “bater”, designadamente por parte dos luxemburgueses –, a Selecção Portuguesa está consciente das exigências que a esperam e que, assim e necessariamente, se obriga a tentar superar – Eslováquia (hoje às 21,00h locais) e Suécia (domingo às 17,45h locais).
“Entro em cada jogo para ganhar”
A Selecção Nacional feminina está na final dos Jogos da Lusofonia e o balanço da participação na prova só podia ser, como nos conta Sofia Ramalho, muito positivo. Este domingo a equipa portuguesa disputa o decisivo encontro diante do Brasil, às 10 horas, no pavilhão do HC Sintra. Três jogos, três vitórias. Foi esta a performance, até ao momento, da Selecção Nacional feminina nos Jogos da Lusofonia. “Só posso dizer que o balanço é positivo. Iniciámos a competição com poucos treinos e em 3 jogos obtivemos 3 vitórias. Acho que não se pode pedir muito mais”, refere Sofia Ramalho. Esta prova está enquadrada no programa de preparação para o Campeonato da Europa, um “ensaio” que está a decorrer de forma bastante satisfatória. “Sabemos que ainda há muito trabalho para ser feito, visto o nosso principal objectivo ser a segunda fase do Europeu, de modo a subirmos à Divisão A. Os Jogos da Lusofonia estão a ser um meio muito bom para trabalharmos a equipa e ganharmos ritmo de competição”, acrescenta a jogadora. Mas ainda há muito trabalho pela frente… “Como disse anteriormente ainda existe muito trabalho para se fazer, mas vejo que a equipa está muito confiante, a trabalhar para atingirmos o nosso objectivo e prova disso mesmo são estes Jogos da Lusofonia. Há dois anos ficámos a um passo de conseguirmos a subida de divisão; agora sabemos que temos de estar bastante concentradas e treinar cada dia mais para chegarmos a esta segunda volta bastante fortes, tanto física como psicologicamente. Mas sim, estamos no bom caminho.” E no que diz respeito à final deste domingo, Sofia não tem dúvidas de qual será a atitude da equipa. “Eu entro em cada jogo para ganhar e este não é excepção. Sabemos que o Brasil é uma equipa muito jovem, que está a preparar um Campeonato do Mundo, mas se entrarmos concentradas e fizermos o nosso jogo acredito que a vitória ficará do nosso lado”, refere, dando depois a receita para o triunfo: “O Brasil estudou muito bem a nossa equipa e viu todos os nossos jogos, por isso é bem provável que comece o jogo a defender zona, que no meu ponto de vista é onde ainda passamos por mais dificuldades. Mas temos que entrar concentradas, cientes que vai ser um jogo duro, para ser jogado com calma e defender. Defender muito bem.”
Selecção de Sub-20 no Europeu
A Selecção Nacional de Sub-20 perdeu esta sexta-feira o segundo encontro que realizou no Campeonato da Europa do escalão (Divisão B), que está a ter lugar na Macedónia. A equipa portuguesa cedeu diante do Luxemburgo, por 67-86, e ocupa o terceiro lugar no Grupo A, atrás da Suécia e do Luxemburgo.Portugal tinha entrado na competição com o pé direito, com uma vitória diante da Geórgia, mas acabou por ceder frente ao Luxemburgo. Este sábado a Selecção volta a entrar em campo, para medir forças com a Eslováquia, na terceira jornada da competição.
Começar a ganhar, com empenho e determinação
O seleccionado português começou hoje, da melhor maneira, a sua participação no Campeonato da Europa da Sub20 Masculinos que se realiza em Skopje – Macedónia, ganhando a uma das equipas despromovidas no ano anterior à Divisão B e assumida candidata aos lugares cimeiros da competição deste ano – a Georgia.Desconhecidas as capacidades gerais desta equipa, que não as físicas (com mais e quilos e centímetros) e com jogadores de grande valia técnica que já pontuam em importantes ligas europeias, o jogo realizado esta tarde no Pavilhão 2 da Arena Boris Trajkdvski apresentava-se como uma tarefa difícil para a equipa portuguesa, conscientemente apenas ultrapassável com muita concentração e superação.Assim, se avisadamente o preparou, a equipa portuguesa melhor o concretizou, surpreendendo o seu adversário que apenas liderou o jogo, por segundos e por 1 ponto, nos seus momentos iniciais.A vantagem portuguesa de 8 pontos (15-7) registada aos 5 minutos de jogo, onde conseguiu o seu maior parcial (11-0 para 15 – 5), veio a aumentar para 10 pontos (29-19) no fim do 1º Período assente numa grande atitude competitiva de toda a equipa, em todas as fases do jogo, em particular no contra-ataque no qual explorou a sua maior velocidade, construindo jogadas de belo efeito.O começo do 2º período veio a revelar-se fatídico para os georgeanos que viram a vantagem portuguesa aumentar para 18 pontos (43-25) aos 15’ de jogo, a qual foi ainda ampliada para 22 pontos, diferença de pontuação que se registava ao intervalo (55-33) e que viria a constituir a maior de todo o jogo.Na segunda parte deu-se a reacção da equipa da Georgia que foi diminuindo a desvantagem de 5 pontos a cada 5 minutos (60-45, 60-51, e 67-62), tendo sido neste período que registou o maior parcial a seu favor (8 – 0 aos 63 – 53), por algum desacerto defensivo (as falhas de marcação na zona 2:3 e dificuldades na defesa individual ao jogador do Barcelona Tomike Shengelia (24 pontos)) e ofensivo dos portugueses (no lançamento e no passe/recepção). Diminuída a diferença a 3 pontos (67-64) a 3’52’’ do fim do jogo, a equipa portuguesa reagiu com empenho e determinação, repondo-a a 8 pontos, diferença esta que soube depois gerir até ao final do jogo que se concluiu com 3 pontos a seu favor (78 – 75).Permita-se-nos realçar a atitude de missão e o espírito de equipa que o seleccionado português vem crescentemente demonstrando, que foi bem patente na vitória agora alcançada e que certamente consolidará as condições para que outras se venham a verificar na busca da melhor classificação de sempre para Portugal na competição, naturalmente não deixando de ter os olhos na difícil tarefa, mas não impossível, de subida à Divisão A.Estatísticas e outros elementos do jogo em http://www.fibaeurope-u20men.com/enDivB/default.aspDe Skopje – Macedónia
Vitória expresiva sobre Macau e 1º lugar no grupo
Já se esperava que Macau não oferecesse grande resistência ao conjunto luso e, tal veio a confirmar-se, com Portugal a garantir o 1º lugar no grupo 2, depois da expressiva vitória sobre o frágil conjunto macaense (113-42). Seguem-se as meias-finais onde Portugal defrontará a aguerrida selecção de Cabo Verde, no dia 18 (Sábado) pelas 11:00 horas. O Brasil e Angola jogarão a seguir a outra meia-final.
Mas não só do triunfo de Portugal se fez o dia de hoje. Mais boas noticias chegaram ao seio do grupo, com a cada vez maior probabilidade de Betinho e João Figueiredo poderem ser opção muito em breve. João Figueiredo, depois de 3 semanas de trabalho consecutivo, sofreu um toque no joelho que causou apreensão. Depois dos exames e com o tratamento prescrtio, o jogador soube hoje que, muito em breve, poderá estar em condições de voltar a dar o seu contributo. Já Betinho, que desde o inicio se debate com uma arreliadora lesão, está na fase final do seu tratamento e, muito em breve, será realidade a sua completa integração sem limites.No que concerne à partida de hoje, a história do jogo resume-se ao avolumar do resultado e ao facto de Moncho Lopez ter aproveitado para dar mais minutos aos jogadores, até aqui, menos utilizados e assim dar descanso aos jogadores mais desgastados, depois de 6 jogos em 8 dias.Portugal cedo disparou no marcador e a única dúvida eram os numeros finais. 31-13 e 24-9 davam 33 pontos de vantagem a Portugal ao intervalo de um jogo sem grandes motivos de interesse. Portugal aproveitou para efectuar um jogo tranquilo, treinar movimentações ofensivas sem forçar muito na defesa. Prova disto mesmo foi o facto da equipa portuguesa apenas ter cometido 6 faltas em todo o jogo.Com 35-9 no 3º período e 23-11 no 4º e último, o resultado final espelhou a natural superioridade portuguesa. No entanto podem tirar-se algumas ilacções positivas como a continuação da excelente percentagem de triplos (48%) e de dois pontos (60%).
Vitória na estreia diante a Georgia
A Selecção Nacional de Sub-20 Masculinos estreou-se com uma vitória no Campeonato da Europa, Divisão B, batendo a equipa da Georgia, por 78-75. Integrada no Grupo A, que conta ainda com as selecções da República Eslovaca, Suécia e Luxemburgo, próximo adversário da equipa portuguesa já esta sexta-feira, com este triunfo os comandados de Orlando Simões deram um importante passo rumo a fase seguinte da competição.Depois de ter dominado por completo toda a 1ª parte (55-33 ao intervalo), o descanso fez mal à formação lusa. Com um recomeço de encontro desastroso, os pupilos de Orlando Simões permitiram que o adversário reentrasse na discussão do resultado, depois de terem sofrido um parcial de 18-5 durante o 3º período da partida.Apesar de os georgianos terem vencido o derradeiro quarto (24-18), a equipa portuguesa conseguiu segurar a liderança do marcador, confirmando a vitória – principal objectivo para este jogo de estreia. Nada melhor que iniciar uma competição com um resultado positivo e com boas perspectivas de o riunfo voltar a repetir-se já no próximo encontro, diante a frágil selecção do Luxemburgo.Destaques individuais para José Silva, autor de 22 pontos, António Monteiro, melhor ressaltador português com 7 ressaltos, e Pedro Pereiro, que brilhou com o mesmo número de assistências (7).Grupo A17.07.2009 – Portugal X Luxemburgo18.07.2009 – Portugal X R. Eslovaca19.07.2009 – Portugal X SuéciaRestantes jogos dependem da classificação obtida no Grupo A
Terceira vitória nos Jogos da Lusofonia
Portugal, sem jogar bem, acabou por cumprir o objectivo que era a vitória, frente à congénere de Cabo Verde (63-42), na 3ª jornada dos Jogos da Lusofonia, equipas femininas. No outro jogo, realizado de manhã, no pavilhão do Hóquei de Sintra, palco da competição feminina, a selecção do Brasil superou Moçambique por 58-53, numa partida em que as moçambicanas tiveram o pássaro na mão, acabando por perder o encontro na ponta final. Sabendo de antemão que o adversário, em condições normais, não tinha argumentos para se opor à turma das quinas, Carlos Portugal optou por apresentar de início um cinco em que a única titular habitual era a extremo/poste Paula Muxiri, concedendo minutos às jogadoras menos utilizadas, casos de Célia Simões (estreia na selecção senior), Nádia Tavares e Ana Oliveira. Além disso também a poste Sónia Reis não foi utilizada por apresentar uma lesão articular no dedo médio da mão direita, contraída no encontro de ontem. Observada no Hospital Lusíada que presta apoio aos Jogos, para despiste de eventual fractura, os exames revelaram que felizmente a lesão não é grave, podendo a priori estar apta para o jogo do próximo domingo, com o Brasil (10 horas), que em princípio será o jogo de atribuição do 1º e 2º lugares do torneio. Portugal não entrou bem no jogo, denotando muitas dificuldades para encaixar na defesa zona montada pelo técnico cubano, Francisco Romero, ao serviço da selecção caboverdiana. Seleccionando mal os lançamentos, as nossas representantes facilitaram a tarefa das adversárias, que lideradas pela base Jade Leitão (alinhou pelo Olivais em 2006/2007), melhor marcadora de Cabo Verde com 16 pontos, comandaram o marcador durante os primeiros 7 minutos (9-5). Só a partir do minuto 9 (9-11) é que o seleccionado luso passou para a frente, graças a um parcial de 0-12, com Paula Muxiri, de mão quente, a assumir as despesas da equipa, marcando 14 pontos consecutivos, enquanto a poste Tamara Milovac, outra boa actuação, completava com 3 pontos a pontuaçao de Portugal no final do 1º período (9-17). No segundo quarto (9-11) as dificuldades para atacar a zona contrária mantiveram-se porque o tiro exterior não acertava. Era um daqueles dias em que não entrava nada e … não entrou mesmo, porque no final, foram 20 as tentativas para além da linha dos 6,25 sem qualquer triplo convertido. O intervalo chegou com 18-28, para as nossas cores. No regresso do balneário as acções ofensivas foram sistematicamente concluídas por Paula Muxiri (26 pontos, 9/14 nos duplos, 13 ressaltos sendo 6 ofensivos, 1 assistência, 2 roubos e 7 faltas provocadas, com 100% de eficácia da linha de lance livre não falhando nenhuma das 8 tentativas de que dispôs), MVP do jogo, com 38,0 de valorização e por Tamara Milovac (15 pontos, 14 ressaltos sendo 7 ofensivos, 1 roubo e 3 faltas provocadas), a segunda mais valorizada (com 24,5), das 22 intervenientes na partida.Entrando no último quarto a vencer por 31-44, as nossas representantes geriram a vantagem sem sobressaltos até final. Sem ter jogado bem, como dissemos na abertura do comentário, a selecção portuguesa dominou a maioria dos items: duplos (32%-52%), lances livres (50%-88%), ressaltos (29-44), assistências (9-18), roubos (10-12), turnovers (19-17) e faltas provocadas (14-17).As caboverdianas superiorizaram-se apenas nos lançamentos de 3 pontos (19%-0%) e nos desarmes de lançamento (3-0), curiosamente todos da autoria da nº 15, D’Jenifer Monteiro, que acabou por ser a mais valorizada da sua equipa, mesmo à frente das conhecidas Jade Leitão e Natália André (Algés), que terminou com 6 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo.
Portugal vence e convence Angola
Portugal estreou-se com uma vitória convincente frente à forte selecção de Angola por 81-72. Foi uma vitória incontestada com os portugueses a vencederem todos os períodos e a estarem sempre na frente do marcador. Com uma substancial melhoria nas percentagens de lançamentos (54% nos triplos), Portugal tem vindo a crescer de jogo para jogo, melhorando em todos os aspectos ofensivos e defensivos. No jogo de ontem, destaque para as exibições de Carlos Andrade (29 pontos – 6 triplos) e José Costa (18 pts) num colectivo que esteve bem na defesa compensando a luta das tabelas. Na segunda jornada, amanhã pelas 19:00 horas, Portugal defrontará a equipa de Macau que derrotou S. Tomé e Principe.
Na jornada de ontem, no outro grupo, o Brasil venceu uma equipa de Cabo Verde que deu luta no inicio mas claudicou no final.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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