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Três minutos fatais para Portugal

No outro encontro da ronda, a Bulgária bateu a Holanda por 69-63, curiosamente a mesma diferença (6 pontos) com que a nossa equipa ganhara às holandesas na véspera. A formação germânica (é da Divisão A, tendo sido 11ª há duas épocas), é a virtual vencedora do torneio, uma vez que o seu adversário desta tarde é a Holanda que ainda não ganhou, enquanto na partida que encerra a competição, Portugal e Bulgária discutirão o 2º lugar porque ambas estão em desvantagem perante as alemãs.

Embora tenha perdido o jogo, a turma das quinas bateu-se muito bem durante 3 dos 4 períodos, nomeadamente no 1º (20-21 para as forasteiras), no 3º (16-15 para as nossas cores) e no 4º (23-23). Foi pena que no 2º quarto (9-19), a favor da Alemanha, as nossas representantes tivessem 3 minutos de desconcentração (entre os minutos 13 e 15) que acabaram por ser fatais, em que consentiram um parcial de 0-9, disparando a vantagem germânica de 1 ponto (22-23) para 10 pontos (22-32). Foi nesse período de apatia que se cavou a diferença pontual, com que veio a terminar a partida.Portugal perdeu claramente as tabelas (19-34 ressaltos), nomeadamente os ressaltos ofensivos (4-14), onde a maior estatura germânica (média de 1.84m) ditou leis, com sete jogadoras acima de 1.80m sendo as duas postes Katja Bavendam (2.02m), que alinha no Hondarribia (Espanha) e Lisa Koop (1.97m), autoras de 7 ressaltos cada uma. Outro factor determinante a impressionante eficácia das germânicas (100%) da linha de lance livre ao fazerem 22/22, enquanto do nosso lado houve 9 falhanços em 33 tentativas (73%).Nos outros indicadores as nossas representantes superiorizaram-se nos roubos (11-7), nos turnovers (9-17) e nas faltas provocadas (27-13), enquanto a Alemanha esteve melhor nos duplos (46%-50%) e nas assistências (6-15). Igual eficácia tiveram as duas equipas nos lançamentos do perímetro (ambas com 4/13, correspondentes a 31%).Nas vencedoras as melhores foram Sarah Austmann, MVP da partida com 19 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos e 4/4 nos lances livres, seguida da poste Romy Bar (15 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 3 faltas provocadas com 6/6 nos lances livres), e ainda a extremo Anne Breitreiner, que joga no Tarbes (França), que terminou com 13 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, duas assistência e 1 roubo.Na selecção portuguesa as mais valiosas foram Paula Muxiri (17 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos, uma assistência, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas com 4/5 da linha de lance livre), Sónia Reis (15 pontos, 4 ressaltos, duas assistências e 7 faltas provocadas com 5/9 nos lances livres), Sofia Ramalho (12 pontos, 1 triplo, duas assistências, 5 roubos e 6 faltas provocadas, falhando apenas 1 dos 6 lances livres de que dispôs) e Sara Filipe (9 pontos, 4/5 nos duplos, 3 ressaltos e um roubo), mas Carla Nascimento (2 triplos, 3 ressaltos e 2 roubos) e Tamara Milovac (4 ressaltos sendo 2 ofensivos e 3 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres) também não destoaram do quarteto anterior, obtendo valorizações muito próximas das suas companheiras de equipa.Arbitragem fraca, com muitos erros para ambos os lados.


Portugal em Itália com baixa de última hora

No entanto, na véspera de partir, os responsáveis foram confrontados com uma repentina baixa de última hora. João “Betinho” Gomes não pode embarcar devido a ter sido acometido de febre alta e, nos dias que correm, todos os cuidados são poucos e a equipa médica logo reagiu.

O Jogador esteve em observação e já teve alta do hospital afastando hipóteses de cenários mais graves, estando agora a recuperar. No seu lugar viajou Fernando Sousa, que estando de férias, não hesitou em juntar-se à equipa numa demonstração de dedicação que é sempre de louvar.Amanhã Portugal realiza duas sessões de treino, de manhã entre as 9h30 locais e as 11h30 e à tarde entre as 16h00 e as 17h30.Portugal está na cidade de Trento, no Norte de Itália, onde participará num Torneio com as selecções nacionais de Itália, Canadá e Nova Zelândia.O primeiro adversário será a Nova Zelândia, no dia 25 (Sábado), pelas 18h30 locais. No dia seguinte Portugal defronta o Canadá à mesma hora terminando o Torneio frente aos anfitriões italianos, na segunda-feira, 27 de Julho, pelas 20h30 locais.Em seguida Portugal viaja para Sófia (Bulgária) onde realizará mais duas partidas de preparação.


Holanda com menos soluções

Portugal começou da melhor maneira a sua participação no 4º Torneio Internacional de Oliveira do Hospital ao bater a Holanda, por 67-61. No outro jogo que fechou a primeira jornada do Torneio a Alemanha derrotou a selecção da Bulgária, por 70-57.Mesmo sem poder contar com a influente Paula Muxiri com algumas queixas no joelho), a equipa das quinas conseguiu uma vitória justa ante uma Holanda bastante forte fisicamente, com um jogo interior poderoso, onde sobressai a poste Naomi Halman (16 pontos, 73% nos duplos e 5 ressaltos, sendo 2 ofensivos). Depois de algum equilíbrio nos primeiros 5 minutos, as portuguesas com Sónia Reis, forte no um contra um, a destacar-se na área pintada, passaram para o comando, situação que não mais perderam até ao apito final. Com uma vantagem de 8 pontos (23-15) no 1º período, Portugal não abrandou o ritmo e chegou ao intervalo na frente (38-30), após um segundo quarto em que o equilíbrio foi a nota dominante. Com um triplo de Sofia Ramalho à entrada do minuto 22 (15 pontos, 3/7 em triplos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 4 roubos e 1 falta provocada) as nossas representantes passaram a vantagem para 11 pontos, pela primeira vez na partida (41-30) e depois souberam geri-la sem grandes problemas, sabendo explorar os seus pontos fortes. Assim se chegou ao final do terceiro período (49-41), depois de nova igualdade (11-11), pecúlio que no derradeiro quarto, as comandadas de Carlos Portugal conseguiram manter sem grandes oscilações.Sónia Reis (22 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 assistência e 8 faltas provocadas, com 6/8 da linha de lance livre) foi a MVP do encontro, formando a par de Sofia Ramalho e da capitã Sara Filipe (10 pontos, 1 triplo, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas) o trio em maior evidência no seleccionado luso.Nas holandesas destaque ainda para Tanya Broring (12 pontos) e Rebecca Maessen (13 pontos), enquanto a atiradora Leonie Kooij (1/6 nos triplos) esteve longe do habitual.


Joana Lopes junta-se à equipa

O seleccionador nacional, Carlos Portugal, divulgou esta segunda-feira a lista das atletas convocadas para a 4ª edição do Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, e a única novidade relativamente à equipa que conquistou a medalha de ouro nos Jogos da Lusofonia prende-se com a inclusão de Joana Lopes, do Boa Viagem, na lista.O Torneio Internacional de Oliveira do Hospital realiza-se de quarta a sexta-feira no pavilhão Serafim Marques, em São Paio de Gramaços, e conta, para além de Portugal, com as presenças das selecções da Bulgária, Alemanha e Holanda.Recorde-se que a equipa portuguesa está a preparar a participação no Campeonato da Europa, Divisão B.Eis a lista de atletas convocadas para o Torneio Internacional de Oliveira do Hospital: Ana Catarina Coelho – AlgésAna Oliveira – Maquinaria Ensino (Esp)Paula Muxiri – Badajoz (Esp)Carla Freitas – CAB MadeiraCarla Nascimento – AD VagosCélia Simões – Boa ViagemDébora Escórcio – Pabellon Ourense (Esp)Joana Fogaça Araújo – AlgésNádia Tavares – CAB MadeiraJoana Lopes – Boa ViagemSara Filipe – Marsol Conquero (Esp)Sofia Ramalho – Obenasa Navarra (Esp)Sónia Reis – Cadi la Seu (Esp)Tamara Milovac – Arxil Pontevedra (Esp)Calendário22 Julho16.45 – Portugal-Holanda18.45 – Bulgária-Alemanha23 Julho16.45 – Bulgária-Holanda18.45 – Portugal-Alemanha24 Julho16.45 – Holanda-Alemanha18.45 – Portugal-Bulgária


Medalha de ouro para Portugal

A selecção brasileira, muito jovem, – vai participar no Campeonato Mundial de Sub19 femininos,que terá lugar na Tailândia, a partir do próximo dia 23 – , ofereceu forte resistência às nossas representantes, que só no final do segundo período (minuto 18) conseguiram inverter o rumo dos acontecimentos, quando Paula Muxiri fez 19-20. Depois de Sónia Reis ter sido a marcadora de serviço na 1ª metade (14 pontos), dos 24 anotados pelas portuguesas, foi a extremo/poste Muxiri que esteve em foco na parte final do 2º quarto ao contabilizar os ultimos 8 pontos da nossa equipa, contribuindo para que Portugal fosse para o intervalo na frente (21-24). No reatamento, as comandadas de Carlos Portugal ainda permitiram que a selecção canarinha voltasse a comandar, após um parcial de 8-2, obrigando o seleccionador luso a parar o jogo, no minuto 24 (29-26 para o Brasil). A entrada de Nádia Tavares, para a posição de extremo, por troca com a capitã Sara Filipe, indo Paula Muxiri jogar dentro, possibilitou desde logo uma presença mais efectiva das portuguesas na área pintada, que num ápice provocaram três faltas com direito a lances livres, fazendo um parcial de 0-10. Foi a vez de o treinador brasileiro Luiz Tarallo pedir um desconto de tempo no minuto 26 (29-36) para tentar travar a arrancada lusitana, sem grandes resultados práticos, porque foi neste período até ao final do 3º quarto (35-42) que Portugal acertou os seus únicos 2 triplos (fracos 18% de eficácia) por intermédio de Sofia Ramalho (13 pontos, 50% nos triplos, 2 assistências, 4 ressaltos, 5 roubos e 5 faltas provocadas, com 6/6 da linha de lance livre), ponto de partida para uma excelente prestação nos últimos dez minutos e de Carla Nascimento (3 pontos, 1 triplo, 8 ressaltos defensivos, 1 assistência e 4 roubos). No derradeiro quarto (12-15) a turma das quinas geriu a vantagem sem grandes sobressaltos, com a vantagem a oscilar à volta da dezena de pontos. Neste período foi notória a experiência de Sofia Ramalho, bem a controlar a posse de bola e a provocar faltas, contabilizando 10 pontos da sua conta pessoal (13). Destaque para a actuação de Sónia Reis, MVP do encontro com 31,0 de valorização, ao anotar 26 pontos, 55% nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 assistências, 4 roubos, 3 desarmes de lançamento e 6 faltas provocadas, embora não estivesse muito certeira nos lances livres (57%), ao falhar 3 em 7 tentativas. Bom contributo de Paula Muxiri (13 pontos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 7 faltas provocadas, com 7/10 da linha de lance livre), ainda que tenha estado desastrada no ataque. Na selecção do Brasil as melhores foram as postes Fabiana Sousa (10 pontos, 21 ressaltos sendo 7 ofensivos, 4 assistências, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 2 faltas provocadas), autora de um duplo-duplo e Mónica Nascimento (16pontos, 9 ressaltos sendo 7 ofensivos, 2 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento), as maoires responsáveis pela esmagadora superioridade das canarinhas nas tabelas (48-30 ressaltos). Esta dupla ganhou tantos ressaltos (30) como os conseguidos pela nossa equipa. Nos restantes indicadores, Portugal esteve melhor nos roubos(11-16), nos turnovers (22-15), nas faltas provocadas (15-19), nos triplos (11%-18%) e nos lances livres (43%-74%), enquanto o Brasil foi mais colectivo (14-10 assistências), alé de ter ganho a luta de ressaltos. Nos lançamentos de 2 pontos as duas equipas equivaleram-se (39%).No jogo para atribuição do 3º lugar (medalha de bronze), que foi dirimido entre Angola e Moçambique, uma partida rasgadinaha, as angolanas triunfaram por 65-62, com Nacessela a ser a heroína do encontro, ao converter 4 lances livres nos derradeiros 29 segundos. Moçambique alinhou desfalcado da sua principal referência, a poste Clarisse Machanguana,que ontem regressou a Maputo em virtude do falecimento de sua avó. Por este motivo foi guardado um minuto de silêncio antes do início do encontro.


Portugal reaparece e conqusita bronze com autoridade

Esclarecedores 24 pontos de diferença que valeram o Bronze. Portugal deixa assim boas indicações para o futuro, mostrando que o deslize de ontem deverá ter servido de aprendizagem. A equipa lusa pára agora durante 3 dias, período após o qual viajará para Itália e Bulgária no dia 23, onde continuará a sua preparação com a participação no torneio de Itália e em dois jogos de preparação em Sófia, com a Bulgária.

Depois da apatia frente a Cabo Verde, Portugal devia a si mesmo uma resposta convincente. E ela surgiu, com o colectivo a demonstrar muita união e empenho e a triunfar claramente sobre a forte equipa brasileira. João Santos deu o mote e com a mão afinada foi mantendo Portugal na frente. No final do primeiro período, apesar dos dois pontos de diferença (23-21), já todos se tinham apercebido que a equipa lusa estava diferente para muito melhor.Portugal continuou na sua forte atitude defensiva e certeiro nos tiros triplos (10 na primeira parte) e atingiu o intervalo com 14 pontos de vantagem (53-39). O Brasil estava manietado e Portugal não abrandou. Após o intervalo continuaram as bombas, agora de Filipe Silva, Diogo e de um terrível Andrade que começou a segunda metade com 4 triplos.À entrada para o último período 19 pontos de vantagem faziam adivinhar o bronze. Mas Portugal continuou muito forte e conquistou a medalha com autoridade e 95-71.


Primeira parte muito fraca custa presença na Final

Talvez pela hora matinal, talvez pelo excesso de confiança, o certo é que, por mais razões que se procurem, nada justifica uma primeira parte tão sofrível e desgarrada como a que a equipa portuguesa fez hoje frente a Cabo Verde e que viria a custar a vitória (66-67) e a consequente presença na final. Assim, Portugal jogará amanhã, pelas 14:45 horas o jogo de atribuição da medalha de bronze, contra o Brasil, derrotado na segunda meia-final por Angola.

Portugal entrou de forma displicente na partida e a equipa de Cabo Verde cedo começou a ganhar vantagem no marcador. Jogava-se mal e Portugal não conseguia colocar em jogo a sua habitual eficácia defensiva permitindo a Cabo Verde somar 39 pontos na primeira parte e uma vantagem acumulada de 12 pontos na saída para os balneário.

Confirmavam-se as dificuldades que se adivinhavam desde o inicio.

No 3º período apareceu o verdadeiro conjunto Luso. Agressivo a defender, eficaz no ataque, Portugal conseguiu recuperar a diferença nestes 10 minutos, chegando inclusive a estar na frente. No pavilhão pensava-se que Portugal poderia estara a arrancar para uma dificil vitória. Puro engano.

Veio o 4º e último período e com ele a apatia e o medo da primeira parte. Cabo Verde voltou a comandar as operações, embora, desta feita, de forma menos clara no marcador. Portugal continuava a falhar nos ressaltos e a fazer turnovers que comprometiam uma vantagem no resultado. 67-63 com menos de um minuto por jogar e um triplo luso coloca a diferença minima no marcador. Cerca de 50 segundos por jogar e posse para Cabo Verde. Lançamento falhado mas Portugal, na tentativa de sair rápido, faz um passe para fora. Pouco mais de 24 segundos, posse e vantagem para os africanos. Não convertem e com 5 segundos para jogar, Portugal tinha nas mãos a última posse e a possibilidade de vencer. Depois de um desconto de tempo para preparar o ataque, os jogadores portugueses jogaram os últimos 5 segundos à imagem da maioria do jogo – atabalhoado – e com isto esgotou-se o tempo de jogo e esfumou-se a vitória e a presença na final.


Regresso às vitórias

Depois do inesperado desaire no último desafio disputado diante do Luxemburgo, a equipa portuguesa, comandada pelo técnico Orlando Simões, redimiu-se no encontro deste sábado, vencendo convicentemente a selecção da Eslováquia, por 92-64. Destaques individuais para José Silva e João Soares que, com 19 e 18 pontos, respectivamente, foram os melhores marcadores da turma nacional. No outro encontro do dia, também referente ao Grupo A, a selecção da Geórgia bateu o Luxemburgo, por 88-53, e nesta fase da prova Portugal comanda o grupo com 5 pontos, embora tenha 3 jogos já disputados.O conjunto luso volta a entrar em acção já este domingo, às 17.45 horas, diante a congénere da Suécia que conta por vitórias (Luxemburgo e República Eslovaca) todos os jogos disputados até ao momento.


Surpreender … também a perder

A Selecção Portuguesa de Sub-20 Masculinos realizou ontem (17/7 pelas 20,30h) o seu segundo jogo no Campeonato da Europa da Sub-20 Masculinos que se realiza em Skopje – Macedónia tendo sido derrotada, por 67-86, pela equipa do Luxemburgo, no magnífico pavilhão 1 da Arena Boris Trajkdvski.Consciente da aparente debilidade do seleccionado do principado, que na véspera tinha perdido copiosamente com a Suécia, após um período de relativo equilíbrio (12-11 aos 5´) e apesar de empenhada, a equipa portuguesa revelou-se pouco intensa nas acções ofensivas contra uma agressiva e dura (por permitida pela arbitragem) defesa individual e permissiva ao rápido contra-ataque do seu adversário, que foi progressivamente alargando a sua supremacia também no marcador (25-20 ao 1º período e 34-28 aos 15’), concluindo a 1ª parte com uma vantagem de 11 pontos (43–32).Sentindo as mesmas dificuldades, após até aos 5´ da 2ª parte ver disparar a diferença para os 20 pts (58 – 37), o seleccionado português tenta a defesa 4 em box com a marcação individual a Christopher Jones (38 pts), jogador americano naturalizado que até então tinha sido o quebra cabeças da equipa lusa. Limitada a acção deste e apesar do melhor parcial da equipa das quinas (6 – 0 aos 67 – 54), veio ao cimo a eficácia, não verificada na véspera, dos restantes luxemburgueses com vários triplos anotados, que deste modo foram conseguindo manter a sua vantagem (67–47 no 3º período e 74–56 aos 15’ do 2ª parte). Nos derradeiros 5’, mesmo com a tardia exclusão de 3 jogadores do Luxemburgo, a equipa portuguesa não a conseguiria reduzir, tendo-se jogo concluído com uma diferença de 19 pontos para o seu adversário (86–67).Não “chorando” a derrota, que a toda a delegação assumiu como de todos e de cada um, nem se desculpando com factores exteriores – desde a indisponibilidade em tempo para a prevista e cabal preparação do jogo, por lapso da organização, do vídeo do jogo da equipa adversária da véspera, até a uma infeliz arbitragem por tardia (apenas nos últimos 5´do jogo) uniformização de critérios em termos dos contactos intencionais no “bater”, designadamente por parte dos luxemburgueses –, a Selecção Portuguesa está consciente das exigências que a esperam e que, assim e necessariamente, se obriga a tentar superar – Eslováquia (hoje às 21,00h locais) e Suécia (domingo às 17,45h locais).


“Entro em cada jogo para ganhar”

A Selecção Nacional feminina está na final dos Jogos da Lusofonia e o balanço da participação na prova só podia ser, como nos conta Sofia Ramalho, muito positivo. Este domingo a equipa portuguesa disputa o decisivo encontro diante do Brasil, às 10 horas, no pavilhão do HC Sintra. Três jogos, três vitórias. Foi esta a performance, até ao momento, da Selecção Nacional feminina nos Jogos da Lusofonia. “Só posso dizer que o balanço é positivo. Iniciámos a competição com poucos treinos e em 3 jogos obtivemos 3 vitórias. Acho que não se pode pedir muito mais”, refere Sofia Ramalho. Esta prova está enquadrada no programa de preparação para o Campeonato da Europa, um “ensaio” que está a decorrer de forma bastante satisfatória. “Sabemos que ainda há muito trabalho para ser feito, visto o nosso principal objectivo ser a segunda fase do Europeu, de modo a subirmos à Divisão A. Os Jogos da Lusofonia estão a ser um meio muito bom para trabalharmos a equipa e ganharmos ritmo de competição”, acrescenta a jogadora. Mas ainda há muito trabalho pela frente… “Como disse anteriormente ainda existe muito trabalho para se fazer, mas vejo que a equipa está muito confiante, a trabalhar para atingirmos o nosso objectivo e prova disso mesmo são estes Jogos da Lusofonia. Há dois anos ficámos a um passo de conseguirmos a subida de divisão; agora sabemos que temos de estar bastante concentradas e treinar cada dia mais para chegarmos a esta segunda volta bastante fortes, tanto física como psicologicamente. Mas sim, estamos no bom caminho.” E no que diz respeito à final deste domingo, Sofia não tem dúvidas de qual será a atitude da equipa. “Eu entro em cada jogo para ganhar e este não é excepção. Sabemos que o Brasil é uma equipa muito jovem, que está a preparar um Campeonato do Mundo, mas se entrarmos concentradas e fizermos o nosso jogo acredito que a vitória ficará do nosso lado”, refere, dando depois a receita para o triunfo: “O Brasil estudou muito bem a nossa equipa e viu todos os nossos jogos, por isso é bem provável que comece o jogo a defender zona, que no meu ponto de vista é onde ainda passamos por mais dificuldades. Mas temos que entrar concentradas, cientes que vai ser um jogo duro, para ser jogado com calma e defender. Defender muito bem.”


Selecção de Sub-20 no Europeu

A Selecção Nacional de Sub-20 perdeu esta sexta-feira o segundo encontro que realizou no Campeonato da Europa do escalão (Divisão B), que está a ter lugar na Macedónia. A equipa portuguesa cedeu diante do Luxemburgo, por 67-86, e ocupa o terceiro lugar no Grupo A, atrás da Suécia e do Luxemburgo.Portugal tinha entrado na competição com o pé direito, com uma vitória diante da Geórgia, mas acabou por ceder frente ao Luxemburgo. Este sábado a Selecção volta a entrar em campo, para medir forças com a Eslováquia, na terceira jornada da competição.


Começar a ganhar, com empenho e determinação

O seleccionado português começou hoje, da melhor maneira, a sua participação no Campeonato da Europa da Sub20 Masculinos que se realiza em Skopje – Macedónia, ganhando a uma das equipas despromovidas no ano anterior à Divisão B e assumida candidata aos lugares cimeiros da competição deste ano – a Georgia.Desconhecidas as capacidades gerais desta equipa, que não as físicas (com mais e quilos e centímetros) e com jogadores de grande valia técnica que já pontuam em importantes ligas europeias, o jogo realizado esta tarde no Pavilhão 2 da Arena Boris Trajkdvski apresentava-se como uma tarefa difícil para a equipa portuguesa, conscientemente apenas ultrapassável com muita concentração e superação.Assim, se avisadamente o preparou, a equipa portuguesa melhor o concretizou, surpreendendo o seu adversário que apenas liderou o jogo, por segundos e por 1 ponto, nos seus momentos iniciais.A vantagem portuguesa de 8 pontos (15-7) registada aos 5 minutos de jogo, onde conseguiu o seu maior parcial (11-0 para 15 – 5), veio a aumentar para 10 pontos (29-19) no fim do 1º Período assente numa grande atitude competitiva de toda a equipa, em todas as fases do jogo, em particular no contra-ataque no qual explorou a sua maior velocidade, construindo jogadas de belo efeito.O começo do 2º período veio a revelar-se fatídico para os georgeanos que viram a vantagem portuguesa aumentar para 18 pontos (43-25) aos 15’ de jogo, a qual foi ainda ampliada para 22 pontos, diferença de pontuação que se registava ao intervalo (55-33) e que viria a constituir a maior de todo o jogo.Na segunda parte deu-se a reacção da equipa da Georgia que foi diminuindo a desvantagem de 5 pontos a cada 5 minutos (60-45, 60-51, e 67-62), tendo sido neste período que registou o maior parcial a seu favor (8 – 0 aos 63 – 53), por algum desacerto defensivo (as falhas de marcação na zona 2:3 e dificuldades na defesa individual ao jogador do Barcelona Tomike Shengelia (24 pontos)) e ofensivo dos portugueses (no lançamento e no passe/recepção). Diminuída a diferença a 3 pontos (67-64) a 3’52’’ do fim do jogo, a equipa portuguesa reagiu com empenho e determinação, repondo-a a 8 pontos, diferença esta que soube depois gerir até ao final do jogo que se concluiu com 3 pontos a seu favor (78 – 75).Permita-se-nos realçar a atitude de missão e o espírito de equipa que o seleccionado português vem crescentemente demonstrando, que foi bem patente na vitória agora alcançada e que certamente consolidará as condições para que outras se venham a verificar na busca da melhor classificação de sempre para Portugal na competição, naturalmente não deixando de ter os olhos na difícil tarefa, mas não impossível, de subida à Divisão A.Estatísticas e outros elementos do jogo em http://www.fibaeurope-u20men.com/enDivB/default.aspDe Skopje – Macedónia


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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