Artigos da Federaçãooo

Vitória expresiva sobre Macau e 1º lugar no grupo

Já se esperava que Macau não oferecesse grande resistência ao conjunto luso e, tal veio a confirmar-se, com Portugal a garantir o 1º lugar no grupo 2, depois da expressiva vitória sobre o frágil conjunto macaense (113-42). Seguem-se as meias-finais onde Portugal defrontará a aguerrida selecção de Cabo Verde, no dia 18 (Sábado) pelas 11:00 horas. O Brasil e Angola jogarão a seguir a outra meia-final.

Mas não só do triunfo de Portugal se fez o dia de hoje. Mais boas noticias chegaram ao seio do grupo, com a cada vez maior probabilidade de Betinho e João Figueiredo poderem ser opção muito em breve. João Figueiredo, depois de 3 semanas de trabalho consecutivo, sofreu um toque no joelho que causou apreensão. Depois dos exames e com o tratamento prescrtio, o jogador soube hoje que, muito em breve, poderá estar em condições de voltar a dar o seu contributo. Já Betinho, que desde o inicio se debate com uma arreliadora lesão, está na fase final do seu tratamento e, muito em breve, será realidade a sua completa integração sem limites.No que concerne à partida de hoje, a história do jogo resume-se ao avolumar do resultado e ao facto de Moncho Lopez ter aproveitado para dar mais minutos aos jogadores, até aqui, menos utilizados e assim dar descanso aos jogadores mais desgastados, depois de 6 jogos em 8 dias.Portugal cedo disparou no marcador e a única dúvida eram os numeros finais. 31-13 e 24-9 davam 33 pontos de vantagem a Portugal ao intervalo de um jogo sem grandes motivos de interesse. Portugal aproveitou para efectuar um jogo tranquilo, treinar movimentações ofensivas sem forçar muito na defesa. Prova disto mesmo foi o facto da equipa portuguesa apenas ter cometido 6 faltas em todo o jogo.Com 35-9 no 3º período e 23-11 no 4º e último, o resultado final espelhou a natural superioridade portuguesa. No entanto podem tirar-se algumas ilacções positivas como a continuação da excelente percentagem de triplos (48%) e de dois pontos (60%).


Vitória na estreia diante a Georgia

A Selecção Nacional de Sub-20 Masculinos estreou-se com uma vitória no Campeonato da Europa, Divisão B, batendo a equipa da Georgia, por 78-75. Integrada no Grupo A, que conta ainda com as selecções da República Eslovaca, Suécia e Luxemburgo, próximo adversário da equipa portuguesa já esta sexta-feira, com este triunfo os comandados de Orlando Simões deram um importante passo rumo a fase seguinte da competição.Depois de ter dominado por completo toda a 1ª parte (55-33 ao intervalo), o descanso fez mal à formação lusa. Com um recomeço de encontro desastroso, os pupilos de Orlando Simões permitiram que o adversário reentrasse na discussão do resultado, depois de terem sofrido um parcial de 18-5 durante o 3º período da partida.Apesar de os georgianos terem vencido o derradeiro quarto (24-18), a equipa portuguesa conseguiu segurar a liderança do marcador, confirmando a vitória – principal objectivo para este jogo de estreia. Nada melhor que iniciar uma competição com um resultado positivo e com boas perspectivas de o riunfo voltar a repetir-se já no próximo encontro, diante a frágil selecção do Luxemburgo.Destaques individuais para José Silva, autor de 22 pontos, António Monteiro, melhor ressaltador português com 7 ressaltos, e Pedro Pereiro, que brilhou com o mesmo número de assistências (7).Grupo A17.07.2009 – Portugal X Luxemburgo18.07.2009 – Portugal X R. Eslovaca19.07.2009 – Portugal X SuéciaRestantes jogos dependem da classificação obtida no Grupo A


Terceira vitória nos Jogos da Lusofonia

Portugal, sem jogar bem, acabou por cumprir o objectivo que era a vitória, frente à congénere de Cabo Verde (63-42), na 3ª jornada dos Jogos da Lusofonia, equipas femininas. No outro jogo, realizado de manhã, no pavilhão do Hóquei de Sintra, palco da competição feminina, a selecção do Brasil superou Moçambique por 58-53, numa partida em que as moçambicanas tiveram o pássaro na mão, acabando por perder o encontro na ponta final. Sabendo de antemão que o adversário, em condições normais, não tinha argumentos para se opor à turma das quinas, Carlos Portugal optou por apresentar de início um cinco em que a única titular habitual era a extremo/poste Paula Muxiri, concedendo minutos às jogadoras menos utilizadas, casos de Célia Simões (estreia na selecção senior), Nádia Tavares e Ana Oliveira. Além disso também a poste Sónia Reis não foi utilizada por apresentar uma lesão articular no dedo médio da mão direita, contraída no encontro de ontem. Observada no Hospital Lusíada que presta apoio aos Jogos, para despiste de eventual fractura, os exames revelaram que felizmente a lesão não é grave, podendo a priori estar apta para o jogo do próximo domingo, com o Brasil (10 horas), que em princípio será o jogo de atribuição do 1º e 2º lugares do torneio. Portugal não entrou bem no jogo, denotando muitas dificuldades para encaixar na defesa zona montada pelo técnico cubano, Francisco Romero, ao serviço da selecção caboverdiana. Seleccionando mal os lançamentos, as nossas representantes facilitaram a tarefa das adversárias, que lideradas pela base Jade Leitão (alinhou pelo Olivais em 2006/2007), melhor marcadora de Cabo Verde com 16 pontos, comandaram o marcador durante os primeiros 7 minutos (9-5). Só a partir do minuto 9 (9-11) é que o seleccionado luso passou para a frente, graças a um parcial de 0-12, com Paula Muxiri, de mão quente, a assumir as despesas da equipa, marcando 14 pontos consecutivos, enquanto a poste Tamara Milovac, outra boa actuação, completava com 3 pontos a pontuaçao de Portugal no final do 1º período (9-17). No segundo quarto (9-11) as dificuldades para atacar a zona contrária mantiveram-se porque o tiro exterior não acertava. Era um daqueles dias em que não entrava nada e … não entrou mesmo, porque no final, foram 20 as tentativas para além da linha dos 6,25 sem qualquer triplo convertido. O intervalo chegou com 18-28, para as nossas cores. No regresso do balneário as acções ofensivas foram sistematicamente concluídas por Paula Muxiri (26 pontos, 9/14 nos duplos, 13 ressaltos sendo 6 ofensivos, 1 assistência, 2 roubos e 7 faltas provocadas, com 100% de eficácia da linha de lance livre não falhando nenhuma das 8 tentativas de que dispôs), MVP do jogo, com 38,0 de valorização e por Tamara Milovac (15 pontos, 14 ressaltos sendo 7 ofensivos, 1 roubo e 3 faltas provocadas), a segunda mais valorizada (com 24,5), das 22 intervenientes na partida.Entrando no último quarto a vencer por 31-44, as nossas representantes geriram a vantagem sem sobressaltos até final. Sem ter jogado bem, como dissemos na abertura do comentário, a selecção portuguesa dominou a maioria dos items: duplos (32%-52%), lances livres (50%-88%), ressaltos (29-44), assistências (9-18), roubos (10-12), turnovers (19-17) e faltas provocadas (14-17).As caboverdianas superiorizaram-se apenas nos lançamentos de 3 pontos (19%-0%) e nos desarmes de lançamento (3-0), curiosamente todos da autoria da nº 15, D’Jenifer Monteiro, que acabou por ser a mais valorizada da sua equipa, mesmo à frente das conhecidas Jade Leitão e Natália André (Algés), que terminou com 6 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo.


Portugal vence e convence Angola

Portugal estreou-se com uma vitória convincente frente à forte selecção de Angola por 81-72. Foi uma vitória incontestada com os portugueses a vencederem todos os períodos e a estarem sempre na frente do marcador. Com uma substancial melhoria nas percentagens de lançamentos (54% nos triplos), Portugal tem vindo a crescer de jogo para jogo, melhorando em todos os aspectos ofensivos e defensivos. No jogo de ontem, destaque para as exibições de Carlos Andrade (29 pontos – 6 triplos) e José Costa (18 pts) num colectivo que esteve bem na defesa compensando a luta das tabelas. Na segunda jornada, amanhã pelas 19:00 horas, Portugal defrontará a equipa de Macau que derrotou S. Tomé e Principe.

Na jornada de ontem, no outro grupo, o Brasil venceu uma equipa de Cabo Verde que deu luta no inicio mas claudicou no final.


Sub-20 masculinos no Europeu

A Selecção de Sub-20 masculina estreia-se esta quinta-feira no Campeonato da Europa, Divisão B, prova que vai ter lugar na Macedónia. A equipa portuguesa defronta na primeira jornada a Geórgia, num grupo que inclui, também, a Suécia e o Luxemburgo.Em declarações reproduzidas pela FIBA Europa, João Soares deu conta do ambiente reinante no seio da equipa. “Se jogarmos ao nosso melhor nível e se conseguirmos parar os melhores jogadores adversários, podemos qualificar-nos para o Euro 2009”, considerou o jogador. “Será difícil, mas tudo é possível”.Grupo A16.07.2009 – Portugal X Geórgia17.07.2009 – Portugal X Luxemburgo18.07.2009 – Portugal X R. Eslovaca19.07.2009 – Portugal X SuéciaRestantes jogos dependem da classificação obtida no Grupo A


Triunfo nos Jogos da Lusofonia

No seu segundo jogo a contar para a 2ª edição dos Jogos da Lusofonia que estão a decorrer em Lisboa, Portugal venceu Moçambique por 71-62. Recorde-se que no primeiro encontro, disputado no passado domingo, a equipa das quinas batera a sua congénere angolana por 60-53, após prolongamento.As comandadas de Carlos Portugal não entraram bem na partida, sendo bastante permeáveis na defesa, disso se aproveitando as moçambicanas, muito velozes na transição, que exploraram e bem os sucessivos erros cometidos pelas nossas representantes. Assim no final do 1º período o resultado (14-22), favorável às forasteiras, retratava as actuações de ambas as turmas. No segundo quarto (16-13), a equipa das quinas reagiu como se impunha, defendendo melhor e reduziu para 4 pontos, quando Carla Nascimento acertou o seu 2º triplo (24-28), no minuto 15. Mas a veterana Clarisse Machanguana – lembram-se dela nos anos 90, quando conquistou o título de campeã nacional, ao lado de Ticha Penicheiro e Sara Ferreira, pelo União de Santarém – não esteve pelos ajustes e com a ajuda de Ana Azinheira, outra referência das moçambicanas, protagonizaram novo arranque para as suas cores, voltando a colocar a fasquia em 10 pontos (24-34), no minuto 18. Portugal não baixou os braços e reagiu por intermédio de Sónia Reis (14 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 5 faltas provocadas) e Paula Muxiri (8 pontos, 7 ressaltos, 5 assistências, 3 roubos, 2 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas), esta a acertar o seu único triplo a 30 segundos do intervalo (30-35).O seleccionado luso regressou do balneário na firme disposição de virar o rumo dos acontecimentos. Um triplo de Sofia Ramalho e um cesto inteligente da capitã Sara Filipe (8 pontos, 75% nos duplos, 6 ressaltos, 2 roubos e 2 faltas provocadas) a igualar o marcador (35-35, no minuto 22), obrigaram o seleccionador moçambicano Nazir Salé a parar o jogo, sem resultados práticos, porque Portugal não abrandou e conseguiu um parcial de 10-0 (40-35), praticando um basquete rápido na transição (7/10 nos contra-ataques) e bastante colectivo (18 assistências). Neste aspecto foi determinante a acção de Sofia Ramalho, a nossa jogadora mais valiosa, ao anotar 16 pontos, 2/3 nos triplos, 9 assistências, 3 ressaltos, 4 roubos e 9 faltas provocadas, com 6/7 nos lances livres, assumindo a liderança da equipa com uma excelente prestação na 2ª parte, em que marcou toda a sua pontuação. Moçambique ainda reagiu (42-41, no minuto 26), com a nº 5, Deolinda Ngulela (15 pontos e 2 triplos) “on fire”, mas a ida para o banco da poste Clarisse Machanguana, MVP da partida (20 pontos, 9/15 nos duplos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 4 assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas), com 3 faltas, à entrada do minuto 27 (45-41) enfraqueceu o domínio das tabelas por parte das moçambicanas. No final do 3º período (57-43), a vantagem de Moçambique nos ressaltos já se reduzira a 2 (24-26), quando já dispusera de 7 ao intervalo (13-20). A reentrada de Clarisse no minuto 32 veio dar outro ânimo à equipa de Moçambique, que depois de ter estado a perder por 16 (59-43), no minuto 31, foi buscar o resultado (64-60) com 1minuto e 46 para jogar. Portugal acalmou (passara por uma fase de desnorte, com uma série de turnovers anormal, terminando com 30 contar 20 das moçambicanas) e da linha de lance livre geriu a vantagem até final.


Mariyana Kostourkova: “Acreditámos sempre no valor da equipa”

Em diálogo com a seleccionadora Mariyana Kostourkova (MK), a conversa foi fácil, franca e aberta entre duas pessoas que se respeitam mutuamente e não se intrometem nas responsabilidades de cada um.

(P) – A classificação obtida (5º lugar entre 15 participantes) está dentro do que esperava?(MK) – Sim, está. Sempre acreditámos que podíamos estar nos 8 primeiros e fundamentalmente no valor das minhas jogadoras. Entrando neste grupo dos 8 finalistas, a motivação é maior. Sempre disse que era importante entrar neste lote. As coisas depois podem ser mais fáceis porque a pressão não é tanta. As atletas podem jogar com mais alegria, mais soltas.(P) – Em 9 jogos, 6 vitórias e 3 derrotas, mas para além disso, curiosamente, os desaires foram com os três medalhados, as equipas que estiveram no pódio. Acabou por ser uma boa proeza, não acha?(MK) – Sim, dá-nos mais confiança para o próximo ano. Perdemos só por 4 pontos (66-70) com a Eslovénia completa (a base Nika Baric, MVP da competição pelo 2º ano consecutivo, não jogou a final contra a Hungria, devido a lesão) e a máxima diferença pontual sofrida (13 pontos) foi com as vencedoras do campeonato (Hungria), que no jogo da decisão levou a melhor sobre a Eslovénia (60-47), um resultado muito parecido com o nosso frente às húngaras (45-58). Com a Alemanha (3º classificado) perdemos por 11pontos (68-79).(P) – Acha que se tivéssemos apanhado Israel ou a Bósnia em vez da Alemanha – eram as três hipóteses antes da última jornada da 2ª fase -, nos quartos-de-final, podíamos ter chegado às meias-finais?(MK) – Sim, acredito que isso era possível, porque são equipas mais ao nosso alcance. Aliás isso confirmou-se com as bósnias, a quem ganhámos no jogo para o 5º/6º lugares. Não defrontámos Israel (4º classificado), mas temos um ponto de comparação. As israelitas perderam com a Holanda na fase de grupos e nós este ano fizemos três jogos com as holandesas e saímos sempre vencedoras. As alemãs físicamente são bastante mais fortes e por isso tivemos mais dificuldades em impor o nosso ritmo na luta das tabelas. Já as tínhamos defrontado em Janeiro, no Torneio de Ludvigsburgo e baqueámos também (15 pontos).(P) – Na sua opinião, a Hungria foi um justo vencedor?(MK) – Sim, sem dúvida. A Hungria era a equipa melhor construída, que mostrou melhor basquete. Tem um colectivo muito forte, onde se destacam a nº 13, Balint e a nº 5, Raksanyi, esta última a fazer parte do cinco ideal, votado pelos treinadores principais dos 15 países participantes. (P) – Quais foram no seu entender, os pontos fortes da nossa selecção?(MK) – Uma boa defesa, HxH com alternância para zona press e também melhorámos a eficácia de lançamento em relação aos anos anteriores. Curiosamente contra as equipas mais fortes cometemos menos erros. Soubemos ajustar o nosso ritmo em função do adversário e neste aspecto estamos melhores, conseguindo controlar os jogos e até os resultados. Praticamente o nosso jogo mais difícil de vencer foi contra a Inglaterra, que era uma partida com menos importância. Acabámos por entrar um bocado na loucura das inglesas, mas conseguimos acalmar na parte final e arrancar para a vitória.Outro factor positivo que foi muito importante é que este ano a equipa era mais equilibrada e isso permitiu-nos rodar o banco com maior profundidade. Foi possível deste modo gerir também o cansaço das jogadoras. Não houve estrelas, jogadoras que se destacassem mais do que as outras. Havia um grande equilíbrio em quase todos os indicadores (pontos, roubos, ressaltos, assistências, etc.)(P) – Deste grupo, para o ano 6 jogadoras ainda são Sub 18, as nascidas em 1992. Isso é uma mais valia para os objectivos da selecção de 2010?(MK) – Sim. Espero que no próximo ano as mais novas (Dani, Filipa, Sara, Vitória, Inês e Mª João Andrade), com a confiança adquirida neste campeonato e a experiência conseguida nos jogos da Liga e da 1ª Divisão, se consiga formar um núcleo forte. Há também alguns elementos (de 1993) que sobem de escalão etário (eram Sub16 este ano) que possuem valor, além de outras que fizeram parte deste grupo até à escolha final e que são de 1992, casos da Luzia e da Ana Filipa.Por isso estou confiante.


Portugal perde diante a Eslováquia

Depois de um merecido dia de descanso a selecção portuguesa voltou inspirada e com vontade de proporcionar uma surpresa a este campeonato mas a elevadíssima estatura das eslovacas terminou com as nossas aspirações e depois de muito sofrer acabou por ganhar nos últimos minutos por 58 – 48.O jogo começou com a selecçao muito concentrada e com uma defesa fulminante cilindrou as adversárias com um parcial de 13- 2 em 6m, e sem tirar o pé do acelarador chegou aos 18-5 bem comandadas por Joana Bernardeco com 8 pontos e apoiada por Sofia Silva com 5 ressaltos fechou o primeiro quarto com um resultado merecido e surpreendente de 20-9.Depois de se recompor com este inicio da nossa selecção, o treinador eslovaco meteu a carne toda no assador e colocou todas as armas em campo tapando todos os caminhos as nossas jogadoras que sem se desunirem foram tentando minorar os estragos que as possantes adversárias foram infrinjindo na nossa tabela, numa luta desigual, qual David contra Golias, mas ainda assim fomos fortes para acabar a primeira parte ainda na frente mas pela margem minima com o resultado em 24-23 a nosso favorSe passou por a cabeça de alguém que Portugal iria sucumbir após a “cavalgada das valquirias” eslovacas enganou-se redondamente pois o brio e abnegação das nossas jogadoras foram uma constante, nunca tirando a faca da liga e lutando pela bola em todos os espaços do campo foram guerreiras conseguindo equilibrar a luta nas tabelas, coisa inimaginável frente as paredes que nos montaram em frente das tabelas, e conseguindo melhorar a percentagem do lançamento exterior fomos mordendo os calcanhares das adversárias a ponto de entrar para o ultimo round só a 4 pontos das grandes candidatas ao título, como todos aqui o afirmam e deixando todo o pavilhão incrédulo como era possivel tamanhas formiguinhas conseguirem morder tão fundo a pele das enormes eslovacas.E chegamos aos últimos 10 minutos com elevadíssima esperança em poder ganhar este jogo épico, e lutamos muito até a exaustão mas nesta luta tão desigual a verdade do jogo e como o azeite na água, vem sempre ao de cima. As nossas jogadoras fizeram um jogo sensacional, mas contra factos nao ha argumentos e as desigualdades sao notorias e pagam-se caras, mas temos a noção do dever cumprido, e que tudo fizemos pa elevar bem alto o nome Portugal, e temo lo conseguido, nao só pelas performances das nossas jogadoras como também pelo árbitro Nuno Monteiro que tem valorizado a nossa arbitragem por estas bandas dando algumas vezes a sensação de estar deslocado de muitos aqui presentes tamanha é a qualidade que tem patentiado nos jogos por si dirigidos mas não só, socialmente tem sido de uma grande ajuda para a nossa delegação.


3º lugar soube a pouco

Portugal perdeu o último jogo com o Brasil (73-77) e terminou em 3º lugar num magnífico torneio, repleto de estrelas, público e bons jogos. O vencedor foi o Brasil, enquant que a Finlândia relegou Angola para o 4º e último lugar ao triunfar claramente por 83-96, no primeiro jogo da tarde, que aliás dominou desde o ínicio.

Terminou em grande o Torneio Internacional SportTv que, nos últimos 3 dias levou muito público ao Complexo de Desportos de Almada e permitiu aos inúmeros espectadores disfrutarem de um espectáculo recheado de grandes jogos, animação, passatempos e muito mais. Uma parceria SportTv/FPB que resultou em pleno e que, com o apoio da Câmara Municipal de Almada e da associação de Basquetebol de Setúbal, superou todas as expectativas e fez deste torneio um dos melhores alguma vez realizados no nosso país.Vamos aos jogos. E começamos pela surpresa 8ou talvez não) finalndesa. Os nórdicos vinham em crescendo desde o Luso. Perderam com Portugal, venderam cara a derrota com o Brasil e hoje, deram um recital de bem jogar basquetebol. A Finlândia agarrou o jogo desde o inicio e, paulatinamente, foi cavando um fosso que os angolanos não conseguiam reduzir. 24-30 e 11-19 nos dois primeiros períodos estabeleciam uma diferença de 14 pontos ao intervalo (35-49). Os finlandeses não diminuiram o ritmo e à entrada para o último período eram já 22 os pontos que separavam as equipas. Angola estava inevitavelmente afastada do triunfo e, com brio ainda reduziu para os 13 pontos finais.Perante a vitória finlandesa, o jogo de Portugal com o Brasil decidiria o vencedor. Portugal voltou a entrar mal no jogo e permitiu aos brasileiros conquistar uma curta mas valiosa vantagem. Os 7 pontos no final do 3º período transformaram-se em apenas 3 no intervalo e a equipa lusa continuava em jogo.Palmo a palmo, as equipas lutavam por cada posse de bola comtodo o empenho e o 3º período chegava ao fim com 51-53. Quem iria vencer? Foi mais feliz o Brasil nos momentos decisivos e nos últimos minutos conseguiu assegurar a conquista do trofeu.Prémios individuais:melhor marcador – SAMUEL HAANPAA (Fin)melhor ressaltador – PAULO PRESTES (Bra)melhor assistências – TEEMU RANNIKKO (Fin)MVP – PAULO PRESTES (Bra)


Portugal entra a ganhar

A equipa portuguesa bateu a formação de Angola, por 60-53, uma partida extremamente equilibrada, que apenas se resolveu no prolongamento. O próximo embate acontece já terça-feira, frente a Moçambique

Estes Jogos da Lusofonia servem de preparação para o Campeonato da Europa e, a avaliar pela exibição deste domingo, o grupo parece determinado a garantir a promoção à Divisão A. A Selecção Nacional, que jogou em Sintra, entrou com o pé direito na competição e superou o conjunto de Angola, por 60-53, uma equipa que se apresenta numa fase de forma bem mais adiantada.A partida foi equilibrada (29-29 ao intervalo e 49-49 no final do tempo regulamentar), com nenhum dos dois conjuntos a conseguir grandes vantagens durante todo o encontro. Portugal teve a possibilidade de resolver a contenda durante o tempo regulamentar, não o fez, mas acabou por ser claramente superior durante o tempo extra.Realce para a boa resposta da equipa nacional que, frente a um adversário numa fase de forma mais avançada, conseguiu ter pernas para se bater durante os 45 minutos de jogo. Resta agora saber como vão reagir fisicamente as jogadoras portuguesas a este esforço tremendo, uma vez que o próximo encontro, com Moçambique (o vencedor da primeira edição dos Jogos da Lusofonia folgou nesta primeira jornada), realiza-se já na terça-feira, às 14 horas, e o tempo de recuperação será naturalmente curto.Eis as marcadoras de serviço neste embate com Angola: Sónia Reis 20 pontos, Carla Nascimento 3, Sofia Ramalho 13, Joana Fogaça, Paula Muxiri 15, Sara Filipe 3, Nádia Tavares 6.


Quinto lugar foi merecido

Eilat (Israel) – Portugal terminou em beleza o Campeonato da Europa de Sub-18 Femininos, Divisão B, que hoje terminou nesta cidade do sul de Israel, ao vencer a Bósnia Herzegovina por 82-66, numa partida equilibrada até quase ao final do 3º período. O 5º lugar, a melhor classificação de sempre – antes tínhamos sido 7ºs no Europeu de 2005 em Bihac (Bósnia), com a dupla Eugénio Rodrigues e Ricardo Vasconcelos – acabou por ser um prémio merecido para o grupo de trabalho liderado por Mariyana Kostourkova. Embora com sinal mais das bósnias, a partir do segundo quarto, depois da equipa das quinas ter comandado quase sempre no 1º período (18-17) com a dupla Kapor (24 pontos, 9/12 nos duplos e 2/4 nos triplos) e Fazlic (16 pontos, 9 ressaltos sendo 5 ofensivos, e 5 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres) a fazer estragos na nossa tabela defensiva, sendo as duas jogadoras mais valiosas da partida, Portugal não se desuniu, chegando ao intervalo a perder por 2 (35-37). Regressando do balneário com outra determinação, e depois de uma toada de parada e resposta, a partir da igualdade (47-47) no minuto 27, as nossas representantes fizeram um parcial de 11-0 com Maria João Andrade, que estivera apática na primeira metade, a aparecer finalmente marcando 7 pontos nesse período de minuto e meio, bem servida pelas suas colegas Michelle Brandão e Filipa Bernardeco, respectivamente com 6 e 5 assistências. Telma Fernandes (10 pontos, 4 ressaltos e 1 roubo), outra boa actuação nas portuguesas, marcou um cesto de raiva a fechar o 3º período (62-52). No derradeiro quarto Portugal soube gerir a vantagem mantendo-se imperturbável mesmo depois da débil reacção contrária. Maria João Correia (20 pontos, 5/7 nos duplos, 2 triplos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) foi a nossa unidade de melhor rendimento, bem acompanhada por Daniela Domingues (10 pontos, 4/5 nos duplos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas), Maria João Andrade (19 pontos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 6 faltas provocadas, com 7/9 da linha de lance livre) e Michelle Brandão (10 pontos, 5/6 nos duplos, 3 ressaltos, 6 assistências e 6 roubos).O seleccionado luso foi mais colectivo (16-9 assistências), roubou mais bolas (19-10 roubos), cometeu menos erros (18-28 turnovers), tendo ainda maior eficácia nos duplos (57%-55%) e nos lances livres (74%-62%). A equipa adversária foi superior nas tabelas (31-33 ressaltos) e conseguiu melhor percentagem nos lançamentos do perímetro (17%-27%).Antes de terminar esta última crónica queremos deixar uma palavra de muito apreço ao único apoiante português que acompanhou a equipa das quinas nesta competição. Mário Simões, setubalense de gema, 36 anos idade, um amante de viagens que gosta de correr mundo e que gosta também de basquetebol embora não tenha sido praticante. A comitiva portuguesa sai de Eilat esta noite, viajando de autocarro até ao aeroporto de Telavive para apanhar o voo da KLM às 5h da manhã com destino a Lisboa, fazendo escala em Amesterdão. A chegada está prevista para as 14h35 de amanhã (dia 13).


Campeonato da Europa Sub-16 Masc.

Santo Tirso foi a cidade escolhida para a 2ª semana de preparação da selecção nacional sub 16 ; de 6 a 10 de Julho realizaram-se 8 treinos e 1 jogo ( Desp. Póvoa ).A semana de preparação da “ nossa selecção “Esta segunda acção de estágio, segundo o seleccionador, “ cumpriu os objectivos que eram pretendidos, salientando-se, mais uma vez, o elevado espírito de camaradagem e a capacidade para resistir à fadiga por parte de todos os atletas “.No dia 9, quita feira, uma comitiva da selecção foi recebida nos Paços do concelho pelo presidente da autarquia, Drº Castro Fernandes.Na necessidade do grupo diminuir, o seleccionador nacional realizou o 1º dos 3 cortes previamente agendados : o “ escolhido “ foi o Diogo Ventura ; o grupo ficou triste e, naturalmente, mais “ pobre “, já que o Diogo, além do grande potencial que apresenta, manifestou durante os 15 dias de preparação, um grande empenho e uma boa dose de humildade, próprias dos grandes jogadores.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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