Artigos da Federaçãooo

Cuba foi mais forte

No primeiro dos encontros de preparação agendados com a selecção de Cuba, Portugal perdeu ontem no pavilhão municipal de Vila Pouca de Aguiar por 51-66. A equipa cubana vinda de uma digressão por Espanha onde defrontou a selecção principal do país vizinho tendo perdido os 2 jogos por diferenças entre 11 e 14 pontos, além de ter ganho à selecção da Galiza por mais de 40 pontos, demonstrou que está num patamar uns furos acima do basquetebol luso. A participação em campeonatos Sul-Americanos, Mundiais e Jogos Olímpicos, naturalmente que transmite às praticantes cubanas um à vontade e uma dinâmica de jogo superior ao patenteado pelas nossas representantes.Não podendo contar com Paula Muxiri (do 5 inicial) e Susan Foreid em virtude de ambas terem prolongado a sua estadia em Angola após o torneio internacional do Lubango, Carlos Portugal apostou em Débora Escórcio para a posição de extremo, solução que se verificou não ter sido muito conseguida face à baixa produtividade ofensiva da jogadora madeirense. A perder por 6-12 no minuto 6, o seleccionador luso fez entrar a jovem poste (ainda Sub-19) Sofia Carolina que entrando com grande à vontade e confiança, soube aproveitar a oportunidade concedida por Carlos Portugal batendo-se muito bem nas tabelas (4 ressaltos) e do ponto de vista atacante esteve em bom plano (12 pontos). Depois de estar a perder por 10 pontos (16-26) no minuto 15, Portugal acertando 2 triplos (Ana Oliveira e Ana Fonseca) reduziu o prejuízo para 4 pontos (28-24). Pedido um desconto de tempo com 2 minutos e 18 segundos para jogar, o técnico lusitano viu as suas pupilas desconcentrarem-se sofrendo um parcial de 0-9 até ao descanso (24-37). A entrada de Sofia Ramalho no inicio do 3º período transmitiu a turma das quinas uma maior velocidade na transição defesa-ataque e mais agressividade a atacar o cesto (3 faltas provocadas no 3º quarto) vindo a culminar com mais duas penetrações coroadas de êxito e um triplo nos últimos 10 minutos terminando com 12 pontos. No ultimo quarto o seleccionado luso, defendendo com grande espírito de ajuda e agressividade, conseguiu diminuir a diferença pontual (que chegou a ser de 23 pontos no final do 3º período) para os 15 pontos finais (51-66). Destaques na selecção portuguesa para Sónia Reis (17 pontos e 8 ressaltos), Sofia Carolina (12 pontos e 4 ressaltos) e Sofia Ramalho (12 pontos, 1 triplo e 3 faltas provocadas). Na equipa de Cuba as melhores foram a base Gelis (12 pontos e 1 triplo), a atiradora Amaro (12 pontos e 2 triplos) e a poste Ávila (15 pontos e 1 triplo). Ficha de Jogo Portugal (51) – Carla Nascimento (2), Carla Freitas (2), Débora Escórcio, Sara Filipe e Sónia Reis (17); Sofia Carolina (12), Joana Fogaça, Ana Fonseca (3), Ana Oliveira (3) e Sofia Ramalho (12). Cuba (66) – O. Gelis (12), Y. Amaro (12), M. Cepeda (4), K. Clavo (3) e S. Ávila (15); C. Noblet (2), C. Echevarria, I. Casanova (4), L. Oquendo (8), A. Romero (4) e T. Fernandez (2). Por períodos: 12-14, 12-23, 10-20, 17-09 Árbitros: Nelson Guimarães e Marco Teixeira


Selecção Feminina de Cuba já chegou

Regressada de Angola ao início da manhã do passado domingo, a Selecção Nacional Senior Feminina concentra-se de novo amanhã, pela 10h00 no Centro de Estágio da Cruz Quebrada, viajando de autocarro para Vila Pouca de Aguiar onde ficará instalada numa unidade hoteleira local. Entretanto a Selecção de Cuba, que tem estado em digressão por Espanha, já chegou ontem ao Porto, tendo seguido para Peso da Régua onde está alojada. Depois de amanhã (4ª feira) está agendado o primeiro jogo entre as duas selecções, no Pavilhão Municipal de Vila Pouca de Aguiar, com início marcado para as 21h00. O segundo encontro terá lugar no dia seguinte (5ª feira), no Pavilhão Municipal de Peso da Régua, pelas 18h30.Para colmatar as ausências de Paula Muxiri e Susan Foreid, que foram autorizadas a prolongar a estadia em Luanda, em casa de familiares próximos, o seleccionador Carlos Portugal convocou duas outras jogadoras em sua substituição, as postes Sofia Carolina Silva ( Académica) e Patrícia Jesus (Olivais), mantendo-se as restantes convocadas para o Torneio Internacional 18 de Maio no Lubango, incluindo a base Sofia Ramalho que não viajou para Angola por motivos imponderáveis, de última hora. Assim a lista de convocadas é a seguinte:Sofia Ramalho (Obenasa Navarra, Espanha)Joana Fogaça (Algés)Carla Nascimento (AD Vagos)Carla Freitas (CAB Madeira)Ana Fonseca (Olivais)Ana Oliveira (Maquinaria Ensino, Espanha)Débora Escórcio (Pabellon Ourense, Espanha)Tamara Milovac (Arxil Pontevedra, Espanha)Sara Filipe (Marsol Conquero, Espanha)Sónia Reis (Cadi la Seu D’Urgel, Espanha)Sofia Carolina Silva (Académica)Patrícia Jesus (Olivais)A realização destes dois jogos particulares, com a selecção cubana, integra-se no plano de preparação da equipa portuguesa com vista ao Europeu de Seniores Femininos, Divisão B, cuja 2ª volta decorrerá de 15 a 26 de Agosto e caso tenhamos acesso ao play-off de subida à Divisão A até 9 de Setembro (jogos do play-off a 5 e 9 de Setembro). Esta acção de preparação só foi possível graças ao apoio incondicional das autarquias de Peso da Régua e Vila Pouca de Aguiar, que mais uma vez se prontificaram em colaborar e ajudar a FPB em prol do desenvolvimento da modalidade, que muitas vezes é esquecida nas regiões do interior do país. Bem hajam!


Defesa foi a chave do êxito

Lubango (Angola) – A selecção portuguesa de seniores femininos conquistou com inteiro mérito o 1º lugar do Torneio Internacional 18 de Maio que ontem terminou nesta cidade angolana, ao vencer no jogo que fechou a ultima jornada, a congénere de Angola por 52-43. Além do troféu correspondente à vitória no torneio, Portugal arrebatou também 2 prémios individuais (Melhor Jogadora e Melhor Marcadora) a cargo da poste Sónia Reis. No outro encontro da ronda a R.D. Congo bateu a R. Africa do Sul por 63-48, ocupando as duas últimas posições da tabela classificativa.A justiça do triunfo da equipa das quinas não sofre qualquer contestação, na medida em que o colectivo de Carlos Portugal comandou sempre o marcador à excepção de um escasso minuto, ainda no 1º período, quando as anfitriãs passaram para a frente (11-8) com um triplo de Aristida Vicente no minuto 8. O técnico lusitano parou de imediato o jogo e um minuto volvido Portugal voltou a liderar a marcação com um cesto de Sónia Reis (11-12), a melhor marcadora da partida. Foi efectivamente através de uma defesa muito bem conseguida que assentou o êxito das nossas representantes (como o comprovam os 43 pontos sofridos), compensando de certo modo a pouca inspiração atacante. Ganhando os duelos individuais (Paula Muxiri “meteu no bolso” a credenciada extremo Nacessela Mauricio que se quedou por um único triplo em mais de 32 minutos de utilização, tarefa em que Susan Foreid também teve forte contributo nos cerca de 10 minutos em que jogou).Indo para o descanso a vencer por 8 pontos (20-28), já depois de ter conseguido vantagens de 12 pontos por duas vezes (14-26 e 16-28), Portugal deparou com empolgante reacção da equipa da casa que, fortemente apoiada pelo seu publico, reduziu o prejuízo até um cesto (30-32) no minuto 27 Uma bomba de Carla Freitas em altura crucial devolveu a tranquilidade ao seleccionado luso que até ao final do 3º quarto (32-41) logrou um parcial de 2-9. Nos derradeiros 10 minutos a vantagem da turma das quinas foi gerida sem grandes sobressaltos tendo chegado a ter 16 pontos à maior (36-52) no minuto 37. Destaques para Paula Muxiri, MVP da partida, com 13 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos, duas assistências e 6 faltas provocadas, Sónia Reis (18 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos, duas assistências e 8 faltas provocadas), Joana Fogaça (7 pontos, 1 triplo, 3 ressaltos, 5 roubos e duas assistências) e Carla Freitas (8 pontos, 2 triplos e 4 assistências).

Em termos de indicadores Portugal perdeu a luta das tabelas (29-19 ressaltos), mas compensou isso cometendo muito menos erros (17-9 turnovers) e roubando mais bolas (8-13). No que concerne à eficácia de lançamento houve bastante equilíbrio nos lançamentos de campo: duplos (53%-50%) e triplos (31%-30%).

FICHA DE JOGOAngola (43) – Catarina Camufal (3), Irene Guerreiro (6), Nacessela Mauricio (3), Jaqueline Francisco e Luisa Macuto (11); Aristida Vicente (6), Judith Queta (3), Clarice Mpaka (1), Antonieta Gabriel (2), Ngiendula Filipe, Nadir Manuel e Sónia Guadalupe (9).Portugal (52) – Carla Nascimento, Carla Freitas (8), Paula Muxiri (13), Sara Filipe (2) e Sónia Reis (18); Débora Escórcio, Joana Fogaça (7), Ana Fonseca, Tamara Milovac (2) e Susan Foreid (2).Por períodos: 11-13, 9-15, 12-13, 11-11Árbitros: Domingos Simão (Angola), Charles Foster (Africa do Sul) e Samira Barrima (Portugal).Classificação final:1º Portugal 3V – 0D2º Angola 2V – 1D3º R.D. Congo 1V-2D4º Africa do Sul 0V-3D


Portugal já conhece adversários no Masculino e Feminino

Foi hoje sorteado o calendário de Basquetebol dos jogos da Lusofonia. A primeira curiosidade prende-se com o facto de Portugal ir encontrar, no primeiro jogo, a Selecção de Angola, quer na competição masculina quer na competição Feminina.

Mais informações em http://www.lisboa2009.org

No sector masculino que se disputará no Complexo Desportivo de Almada, Portugal iniciará a competição frente a Angola, no dia 14 de Julho, pelas 19:00 horas. Portugal só voltará a jogar no dia 16, pelas 21:15 horas, frente ao vencedor do jogo entre Macau e São Tomé e Principe. Em caso de se apurar para a Fase Final, Portugal disputará as meias-finais no dia 18 e a Final ou apuramento do 3º e 4º lugar no dia 19.
O outro grupo terá as equipas do Brasil, de Cabo Verde e o vencedor do Guiné-Bissau x Moçambique.

A competição Feminina jogar-se-á no Pavilhão do Hockey Clube de Sintra no formato de poule, todos contra todos. Também aqui Portugal arranca frente a Angola, no dia 12 de Julho, às 14:00 horas. No dia seguinte, à mesma hora, o adversário será Moçambique. No dia 15, Portugal defronta Cabo Verde também às 14:00 horas. A competição recomeça no dia 18 mas Portugal só volta a jogar no último dia, 19 de Julho, frente ao Brasil, pelas 12:15 horas.


Fraca oposição Sul-Africana

A segunda jornada do Torneio Internacional 18 de Maio que principiou anteontem na cidade do Lubango (Angola) abriu com o Angola – R.D. Congo, uma partida que as angolanas venceram sem margem para dúvidas (61-41). A vantagem das anfitriãs ao intervalo já era confortável e embora as congolesas tenham reagido no inicio do 3º periodo, baixando o prejuízo para 11 pontos, o acerto no jogo exterior (4 triplos em poucos minutos) rapidamente fez disparar o marcador para casa da vintena.A oposição da selecção sul-africana não foi de molde a causar dificuldades às comandadas de Carlos Portugal. Primeiro porque a selecção da Africa do Sul viajara no mesmo dia, para o Lubango, almoçou fora de horas e não teve obviamente tempo para recuperar do cansaço. Por outro lado a fragilidade das nossas adversárias foi uma realidade, pois possuem uma estatura média abaixo da nossa, tecnicamente são mais fracas e não possuem ritmo competitivo. Deste modo não foi surpresa que em menos de 5 minutos Portugal já comandava por 0-11. Carlos Portugal aproveitou e bem para rodar todo o banco, utilizando inclusive durante mais tempo as jogadoras habitualmente com menos minutos de jogo. Ao intervalo o resultado (11-45) retratava a flagrante superioridade lusa. Sem grandes alterações a partida prosseguiu até final havendo a registar apenas a situação anomala de um corte de energia que implicou uma paragem de cerca de 20 minutos, até que as coisas fossem solucionadas. De salientar o facto de a pontuação da equipa portuguesa se ter distribuido por todas as jogadoras utilizadas com 6 delas a marcarem 10 ou mais pontos. Referencia ainda para a eficácia de Carla Freitas nos lançamentos do perimetro (4 triplos) e para a boa percentagem da linha de lance livre (80%, com 24 convertidos em 30 tentados). FICHA DE JOGO Africa do Sul (34) – E.Moutlwatse (5), L.Mtsweni (8), T.Mosehlane, N.Njokweni e E.Ledwaba (2); R.Molema (6), P.Khoabane, M.Moloantoa (5), S.Mokhathi (4), V.Samuels, P.Mosehlane e T. Mfamadi (4) . Portugal (95) – Carla Nascimento (3), Ana Fonseca (7), Paula Muxiri (11), Sara Filipe (5) e Sónia Reis (13); Joana Fogaça (8), Carla Freitas (12), Débora Escórcio (5), Tamara Milovac (10), Ana Oliveira (11) e Susan Foreid (10). Por periodos: 7-23, 4-22, 12-24, 11-26 Árbitros: Domingos Simão, Adriano Manuel e Job Celestino, de Angola. O 1º lugar do torneio será discutido hoje entre Angola e Portugal.


Torneio do Lubango

Mas não foi fácil o êxito
luso, ante a congénere congolesa, muito forte fisicamente. Acresce a
isto o cansaço decorrente da viagem Lisboa – Luanda, uma noite curta
em que não foi possível recuperar e uma espera de 4 horas no aeroporto
antes da partida para o Lubango, ontem de manhã.

Terminou com a vitória portuguesa o jogo da 1ºa jornada do TorneioInternacional 18 Maio, organizado pela Federação Angolana deBasquetebol na cidade do Lubango (Huila). Mas não foi fácil o êxitoluso, ante a congénere congolesa, muito forte fisicamente. Acresce aisto o cansaço decorrente da viagem Lisboa – Luanda, uma noite curtaem que não foi possível recuperar e uma espera de 4 horas no aeroportoantes da partida para o Lubango, ontem de manhã.O programa da jornada de abertura teve que ser alterado pelo facto dea Selecção da Africa do Sul ainda não ter chegado a Angola, impedindoa realização da partida com as angolanas. O pavilhão desportivo Srª do Monte, palco do torneio, é uma moderna infra-estrutura desportiva inaugurada em 2007 aquando da realização do Afrobasket.A partida não começou bem para as nossas cores, mas gradualmente ascoisas foram-se recompondo atingindo-se o final do 1º período (17-16)com Portugal na frente através de 1 triplo de Joana Fogaça, em cima dabuzina. No 2º quarto as congolesas entraram de rompante fazendo 0-6 ea partir daí andámos sempre atrás do prejuízo, indo para o descansocom o resultado desfavorável de 29-32. Com dificuldade na luta dosressaltos e cometendo mais erros que o habitual, o seleccionado lusosofreu um parcial de 0-8, com as congolesas a dispararem de 34-35 para34-43. A desvantagem ainda aumentou para 11 pontos (38-49), mas mesmocom Sónia Reis no banco por ter atingido a 4ª falta no minuto 28,Portugal reagiu bem e com um parcial de 8-0, reduziu o prejuízo para46-49 no final do 3º período. O ultimo quarto começou praticamente coma exclusão de Paula Muxiri no minuto 31 (46-50), mas rapidamente asnossas representantes reorganizaram-se com Sónia Reis (19 pontos, 60%nos duplos, 6 faltas provocadas com 64% de eficácia da linha de lancelivre, falhando 4 das 11 tentativas de que dispôs) a marcar 3 cestosconsecutivos (52-50), levando a nossa equipa definitivamente para ocomando do marcador, situação que não mais abandonou até ao final doencontro. Aproveitando alguma quebra física das congolesas, quecomeçaram a falhar vários lances livres ao contrário do que sucederaaté ao final do 3º período, as comandadas de Carlos Portugal souberam,com o aumento da eficácia (42%, com 5 em 12 tentados) nos lançamentosdo perímetro ( 3 triplos nos últimos 4 minutos) e através de roubos debola concretizados por Ana Fonseca (11 pontos, 4/5 nos duplos, 3ressaltos ofensivos e 4 roubos), mesmo com as desqualificações deSónia Reis (54-51 no minuto 35) e Carla Nascimento (59-52 no minuto38), gerir e mesmo consolidar o pecúlio até ao apito final (69-58).Além das já referidas, destaque para o desempenho de Paula Muxiri, MVPda partida, ao contabilizar 10 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências, 3roubos, 3 desarmes de lançamento, com 75% dos lances livres (3/4), eainda para o utilidade de Susan Foreid nos aspectos defensivos (7ressaltos, 2 roubos, 4 assistências e 4 faltas provocadas, com 4/6 noslances livres).O seleccionador Carlos Portugal sintetizou o comportamento das suaspupilas: “A nossa 1ª parte foi muito fraca. O único motivo queencontro para tal, para além do cansaço da viagem, foi algumadesconcentração da nossa equipa. No reatamento entrámos melhor, muitoembora a selecção do Congo não seja fácil, pois é muito aguerrida. Sóa partir do minuto 27 começamos a reagir, defendendo de forma bemagressiva o que nos permitiu recuperar rapidamente, mau grado asexclusões de Paula Muxiri, Sónia Reis e Carla Nascimento, mostrandoque a selecção nacional tem mais jogadoras de qualidade. A vitóriaestá certa muito embora as congolesas tenham revelado também que sãobastante fortes, particularmente no capítulo fisico-atlético.”FICHA DE JOGOPortugal (69) – Carla Nascimento (10), Carla Freitas, Paula Muxiri(10), Sara Filipe (6) e Sónia Reis (19); Ana Fonseca (11), JoanaFogaça (3), Susan Foreid (4) e Débora Escórcio (6).R.D. Congo (58) – B. Celestino (6), K. Jeanine (14), Munganza Mireille(5), Y. Jolie (2) e N. Christelle (9); M. Ginette (6), Mbiya Mireille(8), L. Rachel (6), K. Nicole, M. Flavie e N. Sipi.Por períodos: 17-16, 12-16, 17-17, 23-9Árbitros: Domingos Simão, Francisco Pacheco e Adriano Manuel (Angola)


Paula Muxiri: “Tenho boas recordações de Angola”

Natural de Luanda, a categorizada basquetebolista que na 1ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B, disputada no Verão de 2008, foi a melhor marcadora da equipa das quinas, não se furtou a dar a conhecer a história do seu percurso até chegar aos dias de hoje.

«Vim para Portugal com 16 anos estudar e jogar basquetebol na equipa de juniores do GDESSA. Como é que aconteceu essa possibilidade? É simples. Nesse ano tinha estado nos Jogos dos CPLP, em Moçambique (Maputo), em representação do meu país, Angola. A dupla de treinadores da Selecção portuguesa (José Leite e José Carruna) reparou em mim, fizeram-se os contactos com a minha família e vim. Em 2002 tive a oportunidade de ir estudar para os EUA e não pestanejei. Foram quatro anos de muito trabalho, na Universidade Old Dominion, onde estudei e joguei, tendo sido quatro vezes campeã da Conferência. Foi na mesma Universidade, na cidade de Virgínia, onde tinham estado a Ticha Penicheiro e a Mery Andrade, anos antes. Tirei Gestão de Empresas, que concluí em 2006. Regressei então a Portugal para voltar a alinhar pelo GDESSA, tendo conquistado o título da Liga Feminina (2006/07), onde tive como companheiras de equipa, Susana Soares e Susan Foreid, entre outras. Entretanto nesse ano tirei uma pós-graduação em Direito Empresarial, conseguindo conciliar a prática da modalidade com os estudos.», referiu de uma assentada a nossa entrevistada. Mas isto de conciliar estudos com o basquetebol tem que se lhe diga, porque no início Paula teve algumas dificuldades, como nos conta: «Quando vim para cá o interesse maior era para poder ser jogadora. Depois entrei na Faculdade (Universidade Lusíada) e era muito difícil conciliar. Ia para as aulas de manhã, para Lisboa e treinava ao fim do dia, no Barreiro. Mesmo assim acabei o 1º ano e entretanto surgiu a possibilidade de ir para a Old Dominion. Por causa das equivalências tive de começar de novo no 1º ano.». Depois da licenciatura, a ideia inicial seria começar uma carreira na área empresarial. Foi então que aparece a hipótese de ir jogar para Espanha, onde acabou de concluir a 2ª época consecutiva, na 2ª Liga Espanhola. Em 2007/08 ingressou no Obenasa Navarrra, de Pamplona, onde foram sétimas classificadas no seu Grupo e na época seguinte (2008/09) mudou para o Proffasa Badajoz, onde conquistou o 5º lugar do Grupo A, perdendo nas últimas 4/5 jornadas a hipótese de entrar na Final a 8, que daria o acesso à 1ª Liga. Mesmo assim, Paula Muxiri fez uma temporada espectacular, sendo a jogadora mais influente da equipa, como o comprovam os indicadores seguintes: melhor marcadora da equipa (média de 17,57 pontos por jogo) e 6ª melhor marcadora do Grupo A e 8ª no conjunto dos dois Grupos (A e B); 31,3 minutos de utilização por jogo, sendo a segunda mais utilizada (totalista nas 30 partidas); a jogadora mais valiosa da equipa (média de 20,6 de valorização por jogo); 60% L2; 29% L3; 67% LL; melhor ressaltadora da equipa (8,6 ressaltos por jogo). «Em princípio queria trabalhar mas achei que era capaz de jogar ainda mais alguns anos. O mercado de trabalho não estava favorável e então enquanto esse cenário se mantiver continuarei a jogar basquetebol como profissional. O basquete espanhol é muito mais competitivo. A 2ª Liga espanhola é de melhor qualidade e mais competitiva que o 1º nível em Portugal (Liga Feminina), reflexo do nível global do basquete do país vizinho, que está muito mais à frente que o nosso, ocupando por direito próprio um dos lugares cimeiros no ranking europeu e mundial.», referiu a extremo/poste, que se naturalizou portuguesa em 2005, se não nos falha a memória. Mas defrontar o país onde nasceu é uma sensação que Paula Muxiri vai experimentar pela primeira vez no Torneio Internacional do Lubango. «Claro que mexe comigo. Tenho boas recordações de Angola, é a minha pátria. Embora não seja fácil, sinto que é um privilégio para mim defrontar a selecção do país que me viu nascer. Tenho ainda bastantes familiares em Angola e é sempre bom ter este ensejo de os rever, bem como os muitos amigos que lá tenho. Mas em termos de opção, não estou arrependida de ter optado pela naturalização. Angola naquela altura atravessava um período complicado e como todos os jovens que pretendem o melhor para eles, visando assegurar o futuro, acho que fiz bem.». Antes de terminar, Paula Muxiri referiu o interesse da presença da Selecção Nacional no Torneio a realizar em terras da Huíla. «Espero encontrar naturalmente um basquete mais físico, característico das equipas africanas, particularmente por parte da selecção congolesa, que é muito forte. Estou-me a lembrar por exemplo da poste Pauline Nsimbo que alinhou pelo Olivais, tendo sido campeã em 2007/08, e que esta época jogou nas competições europeias, sendo uma das melhores ressaltadoras e marcadoras da prova em que a sua equipa esteve envolvida. Independentemente dos resultados, sou de opinião que constituirá uma boa preparação para a campanha do Europeu, cuja 2ª volta decorrerá na 2ª quinzena de Agosto e que acredito temos boas chances de disputar o play-off de acesso à Divisão A. Irá dar-nos mais rodagem e maior entrosamento, o mesmo se passando com os jogos frente a Cuba logo a seguir ao regresso de Angola, os Jogos da Lusofonia e a participação no Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, ambas as competições em Julho.».


Sónia Reis: “Estou muito contente por voltar”

Sónia Reis, isso mesmo, relembra que não nos qualificámos, em detrimento da Itália e da Bélgica, que foram as selecções apuradas. Anne Wouters, a categorizada basquetebolista belga, estrela da WNBA, jogou contra Portugal e no dia seguinte foi embora, mesmo antes de a competição ter acabado.

Sónia Reis, depois de ter sido campeã nacional pelo Santarém Basket (3 vezes), tentou a sua sorte em Espanha, na época 2004/05, no YaYa Maria de Lugo, onde esteve apenas 3 meses, pois as coisas não correram bem. Em 2006/07 voltou a rumar ao país vizinho, desta vez para alinhar pelo Badajoz, na 2ª Liga. «Nesse ano subimos à 1ª Liga e tive como companheira de equipa uma jogadora angolana, a Nacessela, que tinha jogado em Portugal pelo Esgueira, ainda com a consagrada Manu. Não a voltei a ver, mas sei que ela teve uma boa proposta de Angola e voltou ao seu país. Se calhar vou reencontrá-la na próxima semana, quando estivermos no Lubango, a disputar o Torneio Internacional.», recordou a nossa entrevistada. Em finais de Junho de 2007 Sónia Reis sofreu uma grave lesão no último jogo do Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, uma ruptura total de ligamento cruzado anterior (joelho direito), ao serviço da selecção nacional. Começava ali um longo calvário, período durante o qual a excelente poste portuguesa passou por um mau bocado. «Em 2007/08 ainda joguei pelo Badajoz, mas foi para esquecer. Ainda não estava completamente recuperada e por isso tive que recomeçar tudo praticamente do zero. Esta época (2008/09) é que foi a primeira a sério, depois da lesão. Joguei pelo Cadi La Seu D’Urgel, muito perto de Andorra, a uns 10 quilómetros, na 1ª Liga espanhola. Garantimos a permanência, pois ficámos em 10º, entre 13 equipas. A 1ª volta do campeonato foi a mais difícil. Tive que perder o medo e ganhar confiança nas minhas possibilidades, progressivamente. Só a meio da 2ª volta comecei a sentir que estava a voltar ao meu normal.». Sobre este seu regresso à Selecção Nacional, Sónia faz questão de afirmar sem rodeios: «Sinceramente estou muito contente por voltar à selecção. Por todos os motivos, mas também porque me permite continuar a fazer a minha total recuperação. O ambiente do grupo é bom, estamos a trabalhar bem e damo-nos todas bastante bem. É um grupo muito unido, ao contrário do que algumas pessoas possam pensar. E quanto ao novo adjunto, acho que o Carlos Seixas já está integrado. É uma pessoa acessível e portanto fácil de lidar no trato.». A finalizar esta curta conversa não quisemos terminar sem perguntar à nossa interlocutora a sua opinião sobre as perspectivas de Portugal na 2ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B, recordando que ocupamos a segunda posição, com 3 vitórias e uma derrota, esta com a Suécia que lidera invicta. «Claro que o objectivo é pelo menos manter o 2º lugar, para chegarmos ao play-off, que decidirá a subida à Divisão A. Se conseguirmos ser primeiros, melhor será. Da selecção sueca conheço bem a Anne Barthold, que joga em Espanha há alguns anos e sei que as duas gémeas Etelbrink são muito boas jogadoras.».


Carlos Portugal:”Torneio será um bom teste”

Impunha-se pois uma pequena conversa com o seleccionador Carlos Portugal, começando por perguntar a sua opinião sobre a oportunidade deste convite. «Naturalmente que veio em boa altura e que se insere perfeitamente no plano de preparação que idealizámos tendo em vista os Jogos da Lusofonia (em Julho) e mais tarde (Agosto) o Campeonato da Europa, Divisão B, no qual mantemos aspirações para discutir no play-off (5 e 9 de Setembro) a subida à Divisão A.Este torneio em Angola permitirá à Selecção Nacional medir forças com selecções de outro continente que normalmente perfilham equipas de grande poder físico-atlético e com bastante experiência internacional, dadas as competições africanas de clubes e selecções. Em meu entender trata-se de um bom teste para a Selecção Nacional e sobretudo dá-nos a possibilidade de aquilatar as condições actuais das jogadoras que regressaram agora a Portugal (sete estão a jogar em Espanha), bem como das que estão a actuar no nosso país e que acabaram o seu campeonato há pouco tempo.».Com a base Sofia Ramalho (Obenasa Navarra) dispensada até ao próximo domingo, dia 17, em que termina a Final a 8 da 2ª Liga Espanhola, em Badajoz, juntando-se às suas companheiras somente na véspera da partida, quisemos saber se a equipa está na máxima força. «Pensamos que este lote de jogadoras é de momento o melhor, sem embargo de eventualmente sermos ainda mais fortes se pudéssemos contar com outras jogadoras portuguesas a actuar no estrangeiro. De saudar o regresso à selecção de uma jogadora muito querida de todos nós, treinadores, jogadoras e dirigentes, dado que sempre teve um comportamento exemplar para com a Selecção Nacional, tudo fazendo para ajudar o grupo, o que não foi possível no ano passado devido à grave lesão que felizmente está debelada. A Sónia Reis regressa e sentimos a sua alegria por estar no seio do grupo de trabalho e poder novamente dar o seu contributo à equipa de todos nós.».Para fechar este primeiro ciclo de preparação, Portugal tem ainda mais dois jogos, na última semana de Maio, nos dias 27 (Peso da Régua) e 28 (Vila Real). «Após o regresso de Angola (domingo, dia 24), temos dois jogos com a selecção cubana, em digressão pela Europa. Não podemos deixar de aproveitar esta oportunidade para realizar mais dois jogos internacionais, com uma selecção de grande valia, de outro continente (sul-americano), dado que o contacto internacional é fundamental para as jogadoras mais jovens da selecção, que têm ensejo de se mostrar perante jogadoras de um nível bastante elevado. É pois para nós muito importante a realização desses dois jogos, embora naturalmente as jogadoras regressem de Angola desejosas de ir para férias, mas sentem que para os objectivos do grupo é importante mais este esforço, para depois gozarem umas merecidas férias.».


Catorze convocadas para Angola

Arranca esta terça-feira, em Alcochete, o estágio de preparação da Selecção Nacional Senior Feminina que vai participar a convite da Federação Angolana de Basquetebol no Torneio Internacional do Lubango nos dias 20, 21 e 22 do corrente, estando a concentração prevista para o Hotel Alfoz, pelas 14h30.O seleccionador nacional Carlos Portugal convocou as seguintes 14 jogadoras, sendo certo que só 12 viajarão para Angola:Joana Fogaça (Algés)Susan Foreid (Algés)Carla Nascimento (Vagos)Ana Fonseca (Olivais)Carla Freitas (CAB Madeira)Sara Djassi (GDESSA)Rosinha Rosário (União da Madeira)Sónia Reis (Cadi la Seu – Espanha)Sofia Ramalho (Obenasa Navarra – Espanha)Paula Muxiri (Proffasa Badajoz – Espanha)Ana Oliveira (Maquinaria Ensino- Espanha)Débora Escórcio (Pabellon Ourense – Espanha)Tamara Milovac (Arxil Pontevedra – Espanha)Sara Filipe (Marsol Conquero – Espanha)A dupla técnica programou treinos bi-diários, de manhã e de tarde, no Pavilhão Municipal do Samouco. Sofia Ramalho está dispensada até dia 17, último dia em que participa pela sua equipa na Final a 8, em Badajoz, visando a subida à 1ª Liga Espanhola. O Torneio Internacional do Lubango, quadrangular, conta com as selecções de Angola, Portugal, Congo e África do Sul. A partida da comitiva portuguesa será na manhã do dia 19, em voo com destino a Luanda, onde se pernoitará de 19 para 20.


Carlos Seixas na Selecção sénior feminina

A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) nomeou Carlos Seixas como novo treinador-adjunto da Selecção nacional de seniores femininos.Com um trajecto de vários anos a representar o país enquanto praticante, o também gestor de conteúdos do portal da FPB, vai iniciar na selecção sénior feminina um percurso diferente, agora como treinador-adjunto da equipa liderada por Carlos Portugal. Segundo as palavras de Mário Saldanha, presidente da FPB, a aposta em Carlos Seixas para reforçar a equipa técnica da selecção feminina – que se encontra a lutar pela subida ao Grupo A do Campeonato da Europa – insere-se numa estratégia que pretende aproveitar o contributo de vários ex-jogadores no sentido de colocaram a sua experiência ao serviço das gerações seguintes. “Pretendemos, no futuro, aproveitar a experiência de alguns elementos de referência do basquetebol português para que, mesmo depois de terminarem as respectivas carreiras enquanto atletas, possam continuar a ajudar a desenvolver a nossa modalidade. Pelo que representam para o basquetebol nacional, pelo seu passado, pelas vivências acumuladas e pela dedicação que sempre revelaram em representação de Portugal, creio fazer todo o sentido não desperdiçar o seu contributo. Estou convicto que este é o caminho correcto. Espero que a passagem de Carlos Seixas a técnico-adjunto da selecção sénior feminina seja apenas o início desta nova fase que desejamos ajude a fortalecer o basquetebol nacional e as várias selecções”, explicou o líder da Federação. Recorde-se que Carlos Seixas foi um dos jogadores que mais vezes alinhou pela principal selecção nacional, tendo conquistado inúmeros troféus ao longo da carreira que terminou na época 2007/08. Embora tenha sido com a camisola do Benfica que alinhou mais anos (e onde conseguiu mais títulos), enquanto sénior jogou também no FC Porto, Oliveirense, Queluz e Lusitânia dos Açores, para além de registar uma passagem pela formação alemã do Rondhorf. A nível de formação, Seixas iniciou-se no CDUP antes de se mudar para o FC Porto onde, ainda com a idade de júnior, se estreou na equipa principal. Torneio em Angola Os primeiros jogos em que Carlos Seixas já estará ao lado de Carlos Portugal no comando técnico da principal selecção feminina terão lugar nos próximos dias 20, 21 e 22 de Maio, durante a participação no Torneio de Angola, evento onde participarão, para além das equipas angolana e portuguesa, a África do Sul e o Congo. Este torneio internacional, assim como os dois jogos particulares com a congénere de Cuba (dias 27 e 28 de Maio, em Portugal), inserem-se no programa de preparação da selecção nacional que, recorde-se, está envolvida na luta pela subida ao Grupo A do Campeonato da Europa. Actualmente, Portugal soma uma só derrota na fase de qualificação – em casa, diante da Suécia -, mantendo-se com francas possibilidades de discutir, até ao final, a eventual subida ao escalão principal. Na segunda volta da “poule” em que está inserida, a equipa nacional realizará quatro encontros: na Suécia (15 de Agosto), com a Estónia (19), no Luxemburgo (22) e com a Macedónia (26). As duas partidas em casa serão realizadas em Coimbra.


Três jogos frente a Inglaterra

O estágio decorreu em S. João da Madeira, de 6 a 12 deste mês e teve a presença de 15 jogadores :- Daniel Musili, Filipe Elias, João Gallina – A D Sanjoanense- Miguel Cardoso, Miguel Soares – F C Porto- Hugo Sotta , Nuno Amorim – D Leça- Bruno Cabanas, João Álvaro – F C Barreirense- João Barbosa – U D Oliveirense- Júlio Silva – GRI Brandoense- Pedro Costa – A D Ovarense- André Oliveira – Ginásio Figueirense-Artur Castela – S L Benfica- Jonah Callenbach – Fuenlabrada/EspanhaO jovem Pedro Costa foi dispensado do estágio por apresentar sinais evidentes de gripe.Os 3 jogos realizaram-se em S. João da Madeira ( dias 10 e 12 ) e Paços de Brandão ( dia 11 ), tendo Portugal obtido duas vitórias e uma derrota, com os resultados seguintes :- Portugal 77 / Inglaterra 68- Portugal 62 / Inglaterra 69- Portugal 67 / Inglaterra 53 De salientar que nos 6 dias de estágio ( 9 treinos e 3 jogos ), os jovens portugueses mostraram sempre um elevado espírito positivo , “carregados” de companheirismo e embição.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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