Artigos da Federaçãooo

Espanha (Sub18) mais forte

Terminou ontem em Pontevedra o estágio da Selecção Nacional de Sub 20 Femininos, englobado na preparação para o Campeonato da Europa Divisão B, a realizar no próximo mês de Julho em Okrid (Macedónia). Esta acção realizada no Norte do país concluiu-se com um jogo particular com a congénere espanhola de Sub 18, em Pontevedra, ontem, tendo a equipa portuguesa perdido por 69-42, com 38-23 ao intervalo.O seleccionado de Eugénio Rodrigues, desfalcado das jogadoras madeirenses que alinharam este fim-de-semana pelo Marítimo, nos jogos 3 e 4 da final do play-off do Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, frente à Quinta dos Lombos, casos de Catarina Caldeira, Marcy Gonçalves e Carolina Escórcio, não conseguiu suster a maior velocidade de nuestras hermanas, que cedo ganharam vantagem, imprimindo um ritmo muito intenso. Independentemente de estarem bem no ressalto ofensivo, as nossas representantes não conseguiam concretizar em cesto essa vantagem, por via da fraca eficácia na hora de atirar ao cesto.Alinharam por Portugal: Joana Bernardeco (2), Ana Catarina Rodrigues (2), Sara Dinis (4), Sara Djassi (9) e Rosinha Rosário (2); Bárbara Pedro (10), Sofia Silva (9) e Francisca Braga (4)Por períodos: 16-6, 22-17, 18-9, 13-10


Selecção entra em estágio

A Selecção Nacional feminina de Sub-20 vai realizar um estágio em Melgaço, entre os dias 5 e 7 de Junho, que engloba uma partida com a selecção espanhola de Sub-18, no dia 7, a disputar em Pontevedra.Eis a lista das atletas convocadas pelo seleccionador nacional, Eugénio Rodrigues: Ana Catarina Rodrigues (Olivais Coimbra)Bárbara Pedro (Algés)Francisca Braga (Académico FC)Joana Bernardeco (ADE Sintra)Joana Pinto (AD Ovarense)Juliana Ferreira (Esgueira)Luísa Morais (CPN)Nancy Barbosa (Lousada AC)Rosinha Rosário (União da Madeira)Sara Dinis (Colégio Calvão)Sara Djassi (GDESSA)Sofia Silva (Académica de Coimbra)


Selecção em estágio

A Selecção Nacional de Sub-18 vai realizar um estágio de preparação para o Torneio Internacional da Amadora, prova integrada no plano de preparação para o Europeu de 2009. A concentração terá lugar no Centro de Alto Rendimento do Jamor, a partir de 9 de Junho. Eis a lista dos atletas convocados pelo seleccionador nacional Mário Barros para o estágio e para o Torneio Internacional da Amadora: Miguel Bruno (Ovarense)João Fernandes (Barreirense)Paulo Santos (Algés)Daniel Coelho (Barreirense)Eduardo Guimarães (FC Porto)Bruno Cunha (Telecom Coimbra)Carlos Erickson (Algés)Renato Azevedo (Oliveirense)Carlos Ferreirinho (Benfica)Vítor Félix (Guifões)Manuel Semedo (Sangalhos)João Torrié (Vasco da Gama)Miguel Queiroz (Barreirense)João Pedro Costa (Diogo Cão)Rafael Wildner (Portimonense) No Torneio Internacional da Amadora, a realizar entre os dias 12 e 14 de Junho, serão realizados os seguintes jogos: 12 Junho: Benfica (Sub-10)-Portugal (20.30h)13 Junho: Portugal-Escócia (18.00 h)14 Junho: CIBA-Portugal (14.00 h)


Cansaço acumulado acentuou a diferença

Não correu da mesma maneira para as nossas cores o segundo encontro de preparação com a selecção feminina de Cuba, ontem realizado no pavilhão municipal do Peso da Régua, a fechar a primeira fase do plano de preparação para a 2ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B, que se inicia a 15 de Agosto na Suécia, ante a formação anfitriã.Antes de analisarmos a prestação do seleccionado luso, não queremos deixar de referir que esta acção de preparação só foi possível graças ao empenho e apoio das autarquias de Vila Pouca de Aguiar e do Peso da Régua, com o trabalho de campo a ser desenvolvido pela AB Vila Real (o nosso obrigado ao DTR Prof. Marco Oliveira), que fez os contactos e assegurou toda a logística da acção, sem falhas de peso.Segundo jogo, segunda derrota. Não é que não fosse o resultado mais previsível, mas não esperávamos uma diferença tão acentuada de rendimento em relação ao jogo da véspera. De 15 pontos o prejuízo passou para 32, com as pupilas de Carlos Portugal a não conseguirem ter a mesma capacidade de resposta do dia anterior, para o que contribuiu o cansaço acumulado desde o passado dia 12, em que as convocadas se concentraram em Alcochete e praticamente apenas com dia e meio de descanso após a chegada de Angola, no domingo. Resquícios da estadia em terras angolanas teve a poste Tamara Milovac, com uma gastroenterite que a impossibilitou de dar o seu concurso à equipa, tendo estado algumas horas no Hospital de Vila Real no dia da chegada a terras trasmontanas (3ª feira passada), enquanto a base Carla Nascimento já não alinhou ontem por estar adoentada.Portugal teve um início desastrado (3-12), com uma série de 5 turnovers, tendo obrigado o seleccionador nacional a pedir um desconto de tempo no minuto 4 (3-10). Feitas as necessárias rectificações, as coisas melhoraram com Sónia Reis a resolver três situações na área restritiva bem coadjuvada por Carla Freitas na hora de atacar o cesto. A superioridade cubana nas tabelas era avassaladora, partindo para situações de contra-ataque e de segundos lançamentos, após terem ganho o ressalto ofensivo, castigando as nossas jogadoras com faltas, nomeadamente através da poste Klaudia Clavo (nº 8), que no primeiro período anotou 11 pontos, sendo 7 de lances livres, ao provocar 4 faltas. Com 15-28 no final do primeiro quarto, a supremacia cubana manteve-se até ao intervalo (26-43), pese o empenho da capitã lusitana, Sara Filipe (9 pontos e 5 ressaltos), a protagonizar ligeira reacção das nossas representantes nos últimos 3 minutos do 2º período (11-15).A 4ª falta da nossa melhor marcadora, Sónia Reis (22 pontos, 53% nos duplos, 7 faltas provocadas, 4 ressaltos e 2 desarmes de lançamento), obrigando Carlos Portugal a resguardá-la no banco, à entrada do minuto 22, acentuou as nossas dificuldades particularmente em termos ofensivos, vindo a reflectir-se na fraca pontuação conseguida pela equipa no 3º quarto (9-13). A perder por 21 pontos à entrada do último período (35-56), a turma das quinas viu o seu adversário disparar para a maior vantagem conseguida ao longo da partida (37 pontos, por duas vezes, aos 40-77 e 42-79), atenuando o prejuízo nos últimos dois minutos com um parcial de 5-0 a fixar o resultado final (47-79). Além de Sónia Reis e Sara Filipe, já referidas anteriormente, apenas Carla Freitas (11 pontos, 1/4 nos triplos, 3/4 nos duplos e 2/2 nos lances livres) escapou à fraca inspiração colectiva do plantel de Carlos Portugal, que terminou com 18 turnovers, 24 ressaltos (19 defensivos e apenas 5 ofensivos), 6 assistências, 8 roubos e baixas percentagens de lançamento (45% nos duplos, 13% nos triplos e 63% nos lances livres).Na selecção de Cuba o principal destaque vai para o colectivo de Alberto Zabala, com as mais produtivas a serem Clenia Noblet (13 pontos), Klaudia Clavo (12 pontos, 5 faltas provocadas e 8/10 nos lances livres), Taymi Fernandez (12 pontos) e Suchitel Ávila (11 pontos), sob a batuta da base Oyanaisis Gelis (7 pontos e autora do único triplo da equipa).Ficha do jogoPortugal (47) – Sofia Ramalho (2), Carla Freitas (11), Débora Escórcio, Sara Filipe (9) e Sónia Reis (22); Sofia Carolina (1), Ana Oliveira, Joana Fogaça (2) e Ana Fonseca Cuba (79) – Oyanaisis Gelis (7),Yamara Amargo (6), Suchitel Ávila (11), Klaudia Clavo (12) e Marlene Cepeda (8); Leydis Oquendo, Ineidis Casanova (2), Clenia Noblet (13), Taymi Fernandez (12), Arlenys Romero (4), Lazara Moises (2) e Carlota Hechevarria (2)Por períodos: 15-28, 11-15, 9-13, 12-23Árbitros: Fernando Rocha e Marco Teixeira Tarde inesquecível em Pedras SalgadasNo dia do primeiro jogo com Cuba, a seguir ao almoço, a selecção portuguesa visitou o Agrupamento de Escolas de Pedras Salgadas, antiga estância termal que teve grande notoriedade estando agora desactivada, cuja população escolar constituída por jovens do 1º ao 8º anos num total de mais de 400 alunos, conviveu com as nossas jogadoras, que distribuíram autógrafos e interagiram com a pequenada. Fomos recebidos pela presidente e vice-presidente do Conselho Executivo da referida escola tendo sido referida a importância da nossa visita para as crianças e jovens trasmontanos, que anseiam pela construção de um pavilhão para as actividades desportivas curriculares. Segundo aqueles responsáveis, o projecto já foi feito, aguardando-se que em breve a população escolar de Pedras Salgadas e das aldeias em redor possam ter direito à prática da actividade física em todas as épocas do ano, mesmo quando chove ou neva, o que não tem sucedido até agora, pois a instalação de que dispôem é apenas um polidesportivo ao ar livre.


Cuba foi mais forte

No primeiro dos encontros de preparação agendados com a selecção de Cuba, Portugal perdeu ontem no pavilhão municipal de Vila Pouca de Aguiar por 51-66. A equipa cubana vinda de uma digressão por Espanha onde defrontou a selecção principal do país vizinho tendo perdido os 2 jogos por diferenças entre 11 e 14 pontos, além de ter ganho à selecção da Galiza por mais de 40 pontos, demonstrou que está num patamar uns furos acima do basquetebol luso. A participação em campeonatos Sul-Americanos, Mundiais e Jogos Olímpicos, naturalmente que transmite às praticantes cubanas um à vontade e uma dinâmica de jogo superior ao patenteado pelas nossas representantes.Não podendo contar com Paula Muxiri (do 5 inicial) e Susan Foreid em virtude de ambas terem prolongado a sua estadia em Angola após o torneio internacional do Lubango, Carlos Portugal apostou em Débora Escórcio para a posição de extremo, solução que se verificou não ter sido muito conseguida face à baixa produtividade ofensiva da jogadora madeirense. A perder por 6-12 no minuto 6, o seleccionador luso fez entrar a jovem poste (ainda Sub-19) Sofia Carolina que entrando com grande à vontade e confiança, soube aproveitar a oportunidade concedida por Carlos Portugal batendo-se muito bem nas tabelas (4 ressaltos) e do ponto de vista atacante esteve em bom plano (12 pontos). Depois de estar a perder por 10 pontos (16-26) no minuto 15, Portugal acertando 2 triplos (Ana Oliveira e Ana Fonseca) reduziu o prejuízo para 4 pontos (28-24). Pedido um desconto de tempo com 2 minutos e 18 segundos para jogar, o técnico lusitano viu as suas pupilas desconcentrarem-se sofrendo um parcial de 0-9 até ao descanso (24-37). A entrada de Sofia Ramalho no inicio do 3º período transmitiu a turma das quinas uma maior velocidade na transição defesa-ataque e mais agressividade a atacar o cesto (3 faltas provocadas no 3º quarto) vindo a culminar com mais duas penetrações coroadas de êxito e um triplo nos últimos 10 minutos terminando com 12 pontos. No ultimo quarto o seleccionado luso, defendendo com grande espírito de ajuda e agressividade, conseguiu diminuir a diferença pontual (que chegou a ser de 23 pontos no final do 3º período) para os 15 pontos finais (51-66). Destaques na selecção portuguesa para Sónia Reis (17 pontos e 8 ressaltos), Sofia Carolina (12 pontos e 4 ressaltos) e Sofia Ramalho (12 pontos, 1 triplo e 3 faltas provocadas). Na equipa de Cuba as melhores foram a base Gelis (12 pontos e 1 triplo), a atiradora Amaro (12 pontos e 2 triplos) e a poste Ávila (15 pontos e 1 triplo). Ficha de Jogo Portugal (51) – Carla Nascimento (2), Carla Freitas (2), Débora Escórcio, Sara Filipe e Sónia Reis (17); Sofia Carolina (12), Joana Fogaça, Ana Fonseca (3), Ana Oliveira (3) e Sofia Ramalho (12). Cuba (66) – O. Gelis (12), Y. Amaro (12), M. Cepeda (4), K. Clavo (3) e S. Ávila (15); C. Noblet (2), C. Echevarria, I. Casanova (4), L. Oquendo (8), A. Romero (4) e T. Fernandez (2). Por períodos: 12-14, 12-23, 10-20, 17-09 Árbitros: Nelson Guimarães e Marco Teixeira


Selecção Feminina de Cuba já chegou

Regressada de Angola ao início da manhã do passado domingo, a Selecção Nacional Senior Feminina concentra-se de novo amanhã, pela 10h00 no Centro de Estágio da Cruz Quebrada, viajando de autocarro para Vila Pouca de Aguiar onde ficará instalada numa unidade hoteleira local. Entretanto a Selecção de Cuba, que tem estado em digressão por Espanha, já chegou ontem ao Porto, tendo seguido para Peso da Régua onde está alojada. Depois de amanhã (4ª feira) está agendado o primeiro jogo entre as duas selecções, no Pavilhão Municipal de Vila Pouca de Aguiar, com início marcado para as 21h00. O segundo encontro terá lugar no dia seguinte (5ª feira), no Pavilhão Municipal de Peso da Régua, pelas 18h30.Para colmatar as ausências de Paula Muxiri e Susan Foreid, que foram autorizadas a prolongar a estadia em Luanda, em casa de familiares próximos, o seleccionador Carlos Portugal convocou duas outras jogadoras em sua substituição, as postes Sofia Carolina Silva ( Académica) e Patrícia Jesus (Olivais), mantendo-se as restantes convocadas para o Torneio Internacional 18 de Maio no Lubango, incluindo a base Sofia Ramalho que não viajou para Angola por motivos imponderáveis, de última hora. Assim a lista de convocadas é a seguinte:Sofia Ramalho (Obenasa Navarra, Espanha)Joana Fogaça (Algés)Carla Nascimento (AD Vagos)Carla Freitas (CAB Madeira)Ana Fonseca (Olivais)Ana Oliveira (Maquinaria Ensino, Espanha)Débora Escórcio (Pabellon Ourense, Espanha)Tamara Milovac (Arxil Pontevedra, Espanha)Sara Filipe (Marsol Conquero, Espanha)Sónia Reis (Cadi la Seu D’Urgel, Espanha)Sofia Carolina Silva (Académica)Patrícia Jesus (Olivais)A realização destes dois jogos particulares, com a selecção cubana, integra-se no plano de preparação da equipa portuguesa com vista ao Europeu de Seniores Femininos, Divisão B, cuja 2ª volta decorrerá de 15 a 26 de Agosto e caso tenhamos acesso ao play-off de subida à Divisão A até 9 de Setembro (jogos do play-off a 5 e 9 de Setembro). Esta acção de preparação só foi possível graças ao apoio incondicional das autarquias de Peso da Régua e Vila Pouca de Aguiar, que mais uma vez se prontificaram em colaborar e ajudar a FPB em prol do desenvolvimento da modalidade, que muitas vezes é esquecida nas regiões do interior do país. Bem hajam!


Defesa foi a chave do êxito

Lubango (Angola) – A selecção portuguesa de seniores femininos conquistou com inteiro mérito o 1º lugar do Torneio Internacional 18 de Maio que ontem terminou nesta cidade angolana, ao vencer no jogo que fechou a ultima jornada, a congénere de Angola por 52-43. Além do troféu correspondente à vitória no torneio, Portugal arrebatou também 2 prémios individuais (Melhor Jogadora e Melhor Marcadora) a cargo da poste Sónia Reis. No outro encontro da ronda a R.D. Congo bateu a R. Africa do Sul por 63-48, ocupando as duas últimas posições da tabela classificativa.A justiça do triunfo da equipa das quinas não sofre qualquer contestação, na medida em que o colectivo de Carlos Portugal comandou sempre o marcador à excepção de um escasso minuto, ainda no 1º período, quando as anfitriãs passaram para a frente (11-8) com um triplo de Aristida Vicente no minuto 8. O técnico lusitano parou de imediato o jogo e um minuto volvido Portugal voltou a liderar a marcação com um cesto de Sónia Reis (11-12), a melhor marcadora da partida. Foi efectivamente através de uma defesa muito bem conseguida que assentou o êxito das nossas representantes (como o comprovam os 43 pontos sofridos), compensando de certo modo a pouca inspiração atacante. Ganhando os duelos individuais (Paula Muxiri “meteu no bolso” a credenciada extremo Nacessela Mauricio que se quedou por um único triplo em mais de 32 minutos de utilização, tarefa em que Susan Foreid também teve forte contributo nos cerca de 10 minutos em que jogou).Indo para o descanso a vencer por 8 pontos (20-28), já depois de ter conseguido vantagens de 12 pontos por duas vezes (14-26 e 16-28), Portugal deparou com empolgante reacção da equipa da casa que, fortemente apoiada pelo seu publico, reduziu o prejuízo até um cesto (30-32) no minuto 27 Uma bomba de Carla Freitas em altura crucial devolveu a tranquilidade ao seleccionado luso que até ao final do 3º quarto (32-41) logrou um parcial de 2-9. Nos derradeiros 10 minutos a vantagem da turma das quinas foi gerida sem grandes sobressaltos tendo chegado a ter 16 pontos à maior (36-52) no minuto 37. Destaques para Paula Muxiri, MVP da partida, com 13 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos, duas assistências e 6 faltas provocadas, Sónia Reis (18 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos, duas assistências e 8 faltas provocadas), Joana Fogaça (7 pontos, 1 triplo, 3 ressaltos, 5 roubos e duas assistências) e Carla Freitas (8 pontos, 2 triplos e 4 assistências).

Em termos de indicadores Portugal perdeu a luta das tabelas (29-19 ressaltos), mas compensou isso cometendo muito menos erros (17-9 turnovers) e roubando mais bolas (8-13). No que concerne à eficácia de lançamento houve bastante equilíbrio nos lançamentos de campo: duplos (53%-50%) e triplos (31%-30%).

FICHA DE JOGOAngola (43) – Catarina Camufal (3), Irene Guerreiro (6), Nacessela Mauricio (3), Jaqueline Francisco e Luisa Macuto (11); Aristida Vicente (6), Judith Queta (3), Clarice Mpaka (1), Antonieta Gabriel (2), Ngiendula Filipe, Nadir Manuel e Sónia Guadalupe (9).Portugal (52) – Carla Nascimento, Carla Freitas (8), Paula Muxiri (13), Sara Filipe (2) e Sónia Reis (18); Débora Escórcio, Joana Fogaça (7), Ana Fonseca, Tamara Milovac (2) e Susan Foreid (2).Por períodos: 11-13, 9-15, 12-13, 11-11Árbitros: Domingos Simão (Angola), Charles Foster (Africa do Sul) e Samira Barrima (Portugal).Classificação final:1º Portugal 3V – 0D2º Angola 2V – 1D3º R.D. Congo 1V-2D4º Africa do Sul 0V-3D


Portugal já conhece adversários no Masculino e Feminino

Foi hoje sorteado o calendário de Basquetebol dos jogos da Lusofonia. A primeira curiosidade prende-se com o facto de Portugal ir encontrar, no primeiro jogo, a Selecção de Angola, quer na competição masculina quer na competição Feminina.

Mais informações em http://www.lisboa2009.org

No sector masculino que se disputará no Complexo Desportivo de Almada, Portugal iniciará a competição frente a Angola, no dia 14 de Julho, pelas 19:00 horas. Portugal só voltará a jogar no dia 16, pelas 21:15 horas, frente ao vencedor do jogo entre Macau e São Tomé e Principe. Em caso de se apurar para a Fase Final, Portugal disputará as meias-finais no dia 18 e a Final ou apuramento do 3º e 4º lugar no dia 19.
O outro grupo terá as equipas do Brasil, de Cabo Verde e o vencedor do Guiné-Bissau x Moçambique.

A competição Feminina jogar-se-á no Pavilhão do Hockey Clube de Sintra no formato de poule, todos contra todos. Também aqui Portugal arranca frente a Angola, no dia 12 de Julho, às 14:00 horas. No dia seguinte, à mesma hora, o adversário será Moçambique. No dia 15, Portugal defronta Cabo Verde também às 14:00 horas. A competição recomeça no dia 18 mas Portugal só volta a jogar no último dia, 19 de Julho, frente ao Brasil, pelas 12:15 horas.


Fraca oposição Sul-Africana

A segunda jornada do Torneio Internacional 18 de Maio que principiou anteontem na cidade do Lubango (Angola) abriu com o Angola – R.D. Congo, uma partida que as angolanas venceram sem margem para dúvidas (61-41). A vantagem das anfitriãs ao intervalo já era confortável e embora as congolesas tenham reagido no inicio do 3º periodo, baixando o prejuízo para 11 pontos, o acerto no jogo exterior (4 triplos em poucos minutos) rapidamente fez disparar o marcador para casa da vintena.A oposição da selecção sul-africana não foi de molde a causar dificuldades às comandadas de Carlos Portugal. Primeiro porque a selecção da Africa do Sul viajara no mesmo dia, para o Lubango, almoçou fora de horas e não teve obviamente tempo para recuperar do cansaço. Por outro lado a fragilidade das nossas adversárias foi uma realidade, pois possuem uma estatura média abaixo da nossa, tecnicamente são mais fracas e não possuem ritmo competitivo. Deste modo não foi surpresa que em menos de 5 minutos Portugal já comandava por 0-11. Carlos Portugal aproveitou e bem para rodar todo o banco, utilizando inclusive durante mais tempo as jogadoras habitualmente com menos minutos de jogo. Ao intervalo o resultado (11-45) retratava a flagrante superioridade lusa. Sem grandes alterações a partida prosseguiu até final havendo a registar apenas a situação anomala de um corte de energia que implicou uma paragem de cerca de 20 minutos, até que as coisas fossem solucionadas. De salientar o facto de a pontuação da equipa portuguesa se ter distribuido por todas as jogadoras utilizadas com 6 delas a marcarem 10 ou mais pontos. Referencia ainda para a eficácia de Carla Freitas nos lançamentos do perimetro (4 triplos) e para a boa percentagem da linha de lance livre (80%, com 24 convertidos em 30 tentados). FICHA DE JOGO Africa do Sul (34) – E.Moutlwatse (5), L.Mtsweni (8), T.Mosehlane, N.Njokweni e E.Ledwaba (2); R.Molema (6), P.Khoabane, M.Moloantoa (5), S.Mokhathi (4), V.Samuels, P.Mosehlane e T. Mfamadi (4) . Portugal (95) – Carla Nascimento (3), Ana Fonseca (7), Paula Muxiri (11), Sara Filipe (5) e Sónia Reis (13); Joana Fogaça (8), Carla Freitas (12), Débora Escórcio (5), Tamara Milovac (10), Ana Oliveira (11) e Susan Foreid (10). Por periodos: 7-23, 4-22, 12-24, 11-26 Árbitros: Domingos Simão, Adriano Manuel e Job Celestino, de Angola. O 1º lugar do torneio será discutido hoje entre Angola e Portugal.


Torneio do Lubango

Mas não foi fácil o êxito
luso, ante a congénere congolesa, muito forte fisicamente. Acresce a
isto o cansaço decorrente da viagem Lisboa – Luanda, uma noite curta
em que não foi possível recuperar e uma espera de 4 horas no aeroporto
antes da partida para o Lubango, ontem de manhã.

Terminou com a vitória portuguesa o jogo da 1ºa jornada do TorneioInternacional 18 Maio, organizado pela Federação Angolana deBasquetebol na cidade do Lubango (Huila). Mas não foi fácil o êxitoluso, ante a congénere congolesa, muito forte fisicamente. Acresce aisto o cansaço decorrente da viagem Lisboa – Luanda, uma noite curtaem que não foi possível recuperar e uma espera de 4 horas no aeroportoantes da partida para o Lubango, ontem de manhã.O programa da jornada de abertura teve que ser alterado pelo facto dea Selecção da Africa do Sul ainda não ter chegado a Angola, impedindoa realização da partida com as angolanas. O pavilhão desportivo Srª do Monte, palco do torneio, é uma moderna infra-estrutura desportiva inaugurada em 2007 aquando da realização do Afrobasket.A partida não começou bem para as nossas cores, mas gradualmente ascoisas foram-se recompondo atingindo-se o final do 1º período (17-16)com Portugal na frente através de 1 triplo de Joana Fogaça, em cima dabuzina. No 2º quarto as congolesas entraram de rompante fazendo 0-6 ea partir daí andámos sempre atrás do prejuízo, indo para o descansocom o resultado desfavorável de 29-32. Com dificuldade na luta dosressaltos e cometendo mais erros que o habitual, o seleccionado lusosofreu um parcial de 0-8, com as congolesas a dispararem de 34-35 para34-43. A desvantagem ainda aumentou para 11 pontos (38-49), mas mesmocom Sónia Reis no banco por ter atingido a 4ª falta no minuto 28,Portugal reagiu bem e com um parcial de 8-0, reduziu o prejuízo para46-49 no final do 3º período. O ultimo quarto começou praticamente coma exclusão de Paula Muxiri no minuto 31 (46-50), mas rapidamente asnossas representantes reorganizaram-se com Sónia Reis (19 pontos, 60%nos duplos, 6 faltas provocadas com 64% de eficácia da linha de lancelivre, falhando 4 das 11 tentativas de que dispôs) a marcar 3 cestosconsecutivos (52-50), levando a nossa equipa definitivamente para ocomando do marcador, situação que não mais abandonou até ao final doencontro. Aproveitando alguma quebra física das congolesas, quecomeçaram a falhar vários lances livres ao contrário do que sucederaaté ao final do 3º período, as comandadas de Carlos Portugal souberam,com o aumento da eficácia (42%, com 5 em 12 tentados) nos lançamentosdo perímetro ( 3 triplos nos últimos 4 minutos) e através de roubos debola concretizados por Ana Fonseca (11 pontos, 4/5 nos duplos, 3ressaltos ofensivos e 4 roubos), mesmo com as desqualificações deSónia Reis (54-51 no minuto 35) e Carla Nascimento (59-52 no minuto38), gerir e mesmo consolidar o pecúlio até ao apito final (69-58).Além das já referidas, destaque para o desempenho de Paula Muxiri, MVPda partida, ao contabilizar 10 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências, 3roubos, 3 desarmes de lançamento, com 75% dos lances livres (3/4), eainda para o utilidade de Susan Foreid nos aspectos defensivos (7ressaltos, 2 roubos, 4 assistências e 4 faltas provocadas, com 4/6 noslances livres).O seleccionador Carlos Portugal sintetizou o comportamento das suaspupilas: “A nossa 1ª parte foi muito fraca. O único motivo queencontro para tal, para além do cansaço da viagem, foi algumadesconcentração da nossa equipa. No reatamento entrámos melhor, muitoembora a selecção do Congo não seja fácil, pois é muito aguerrida. Sóa partir do minuto 27 começamos a reagir, defendendo de forma bemagressiva o que nos permitiu recuperar rapidamente, mau grado asexclusões de Paula Muxiri, Sónia Reis e Carla Nascimento, mostrandoque a selecção nacional tem mais jogadoras de qualidade. A vitóriaestá certa muito embora as congolesas tenham revelado também que sãobastante fortes, particularmente no capítulo fisico-atlético.”FICHA DE JOGOPortugal (69) – Carla Nascimento (10), Carla Freitas, Paula Muxiri(10), Sara Filipe (6) e Sónia Reis (19); Ana Fonseca (11), JoanaFogaça (3), Susan Foreid (4) e Débora Escórcio (6).R.D. Congo (58) – B. Celestino (6), K. Jeanine (14), Munganza Mireille(5), Y. Jolie (2) e N. Christelle (9); M. Ginette (6), Mbiya Mireille(8), L. Rachel (6), K. Nicole, M. Flavie e N. Sipi.Por períodos: 17-16, 12-16, 17-17, 23-9Árbitros: Domingos Simão, Francisco Pacheco e Adriano Manuel (Angola)


Paula Muxiri: “Tenho boas recordações de Angola”

Natural de Luanda, a categorizada basquetebolista que na 1ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B, disputada no Verão de 2008, foi a melhor marcadora da equipa das quinas, não se furtou a dar a conhecer a história do seu percurso até chegar aos dias de hoje.

«Vim para Portugal com 16 anos estudar e jogar basquetebol na equipa de juniores do GDESSA. Como é que aconteceu essa possibilidade? É simples. Nesse ano tinha estado nos Jogos dos CPLP, em Moçambique (Maputo), em representação do meu país, Angola. A dupla de treinadores da Selecção portuguesa (José Leite e José Carruna) reparou em mim, fizeram-se os contactos com a minha família e vim. Em 2002 tive a oportunidade de ir estudar para os EUA e não pestanejei. Foram quatro anos de muito trabalho, na Universidade Old Dominion, onde estudei e joguei, tendo sido quatro vezes campeã da Conferência. Foi na mesma Universidade, na cidade de Virgínia, onde tinham estado a Ticha Penicheiro e a Mery Andrade, anos antes. Tirei Gestão de Empresas, que concluí em 2006. Regressei então a Portugal para voltar a alinhar pelo GDESSA, tendo conquistado o título da Liga Feminina (2006/07), onde tive como companheiras de equipa, Susana Soares e Susan Foreid, entre outras. Entretanto nesse ano tirei uma pós-graduação em Direito Empresarial, conseguindo conciliar a prática da modalidade com os estudos.», referiu de uma assentada a nossa entrevistada. Mas isto de conciliar estudos com o basquetebol tem que se lhe diga, porque no início Paula teve algumas dificuldades, como nos conta: «Quando vim para cá o interesse maior era para poder ser jogadora. Depois entrei na Faculdade (Universidade Lusíada) e era muito difícil conciliar. Ia para as aulas de manhã, para Lisboa e treinava ao fim do dia, no Barreiro. Mesmo assim acabei o 1º ano e entretanto surgiu a possibilidade de ir para a Old Dominion. Por causa das equivalências tive de começar de novo no 1º ano.». Depois da licenciatura, a ideia inicial seria começar uma carreira na área empresarial. Foi então que aparece a hipótese de ir jogar para Espanha, onde acabou de concluir a 2ª época consecutiva, na 2ª Liga Espanhola. Em 2007/08 ingressou no Obenasa Navarrra, de Pamplona, onde foram sétimas classificadas no seu Grupo e na época seguinte (2008/09) mudou para o Proffasa Badajoz, onde conquistou o 5º lugar do Grupo A, perdendo nas últimas 4/5 jornadas a hipótese de entrar na Final a 8, que daria o acesso à 1ª Liga. Mesmo assim, Paula Muxiri fez uma temporada espectacular, sendo a jogadora mais influente da equipa, como o comprovam os indicadores seguintes: melhor marcadora da equipa (média de 17,57 pontos por jogo) e 6ª melhor marcadora do Grupo A e 8ª no conjunto dos dois Grupos (A e B); 31,3 minutos de utilização por jogo, sendo a segunda mais utilizada (totalista nas 30 partidas); a jogadora mais valiosa da equipa (média de 20,6 de valorização por jogo); 60% L2; 29% L3; 67% LL; melhor ressaltadora da equipa (8,6 ressaltos por jogo). «Em princípio queria trabalhar mas achei que era capaz de jogar ainda mais alguns anos. O mercado de trabalho não estava favorável e então enquanto esse cenário se mantiver continuarei a jogar basquetebol como profissional. O basquete espanhol é muito mais competitivo. A 2ª Liga espanhola é de melhor qualidade e mais competitiva que o 1º nível em Portugal (Liga Feminina), reflexo do nível global do basquete do país vizinho, que está muito mais à frente que o nosso, ocupando por direito próprio um dos lugares cimeiros no ranking europeu e mundial.», referiu a extremo/poste, que se naturalizou portuguesa em 2005, se não nos falha a memória. Mas defrontar o país onde nasceu é uma sensação que Paula Muxiri vai experimentar pela primeira vez no Torneio Internacional do Lubango. «Claro que mexe comigo. Tenho boas recordações de Angola, é a minha pátria. Embora não seja fácil, sinto que é um privilégio para mim defrontar a selecção do país que me viu nascer. Tenho ainda bastantes familiares em Angola e é sempre bom ter este ensejo de os rever, bem como os muitos amigos que lá tenho. Mas em termos de opção, não estou arrependida de ter optado pela naturalização. Angola naquela altura atravessava um período complicado e como todos os jovens que pretendem o melhor para eles, visando assegurar o futuro, acho que fiz bem.». Antes de terminar, Paula Muxiri referiu o interesse da presença da Selecção Nacional no Torneio a realizar em terras da Huíla. «Espero encontrar naturalmente um basquete mais físico, característico das equipas africanas, particularmente por parte da selecção congolesa, que é muito forte. Estou-me a lembrar por exemplo da poste Pauline Nsimbo que alinhou pelo Olivais, tendo sido campeã em 2007/08, e que esta época jogou nas competições europeias, sendo uma das melhores ressaltadoras e marcadoras da prova em que a sua equipa esteve envolvida. Independentemente dos resultados, sou de opinião que constituirá uma boa preparação para a campanha do Europeu, cuja 2ª volta decorrerá na 2ª quinzena de Agosto e que acredito temos boas chances de disputar o play-off de acesso à Divisão A. Irá dar-nos mais rodagem e maior entrosamento, o mesmo se passando com os jogos frente a Cuba logo a seguir ao regresso de Angola, os Jogos da Lusofonia e a participação no Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, ambas as competições em Julho.».


Sónia Reis: “Estou muito contente por voltar”

Sónia Reis, isso mesmo, relembra que não nos qualificámos, em detrimento da Itália e da Bélgica, que foram as selecções apuradas. Anne Wouters, a categorizada basquetebolista belga, estrela da WNBA, jogou contra Portugal e no dia seguinte foi embora, mesmo antes de a competição ter acabado.

Sónia Reis, depois de ter sido campeã nacional pelo Santarém Basket (3 vezes), tentou a sua sorte em Espanha, na época 2004/05, no YaYa Maria de Lugo, onde esteve apenas 3 meses, pois as coisas não correram bem. Em 2006/07 voltou a rumar ao país vizinho, desta vez para alinhar pelo Badajoz, na 2ª Liga. «Nesse ano subimos à 1ª Liga e tive como companheira de equipa uma jogadora angolana, a Nacessela, que tinha jogado em Portugal pelo Esgueira, ainda com a consagrada Manu. Não a voltei a ver, mas sei que ela teve uma boa proposta de Angola e voltou ao seu país. Se calhar vou reencontrá-la na próxima semana, quando estivermos no Lubango, a disputar o Torneio Internacional.», recordou a nossa entrevistada. Em finais de Junho de 2007 Sónia Reis sofreu uma grave lesão no último jogo do Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, uma ruptura total de ligamento cruzado anterior (joelho direito), ao serviço da selecção nacional. Começava ali um longo calvário, período durante o qual a excelente poste portuguesa passou por um mau bocado. «Em 2007/08 ainda joguei pelo Badajoz, mas foi para esquecer. Ainda não estava completamente recuperada e por isso tive que recomeçar tudo praticamente do zero. Esta época (2008/09) é que foi a primeira a sério, depois da lesão. Joguei pelo Cadi La Seu D’Urgel, muito perto de Andorra, a uns 10 quilómetros, na 1ª Liga espanhola. Garantimos a permanência, pois ficámos em 10º, entre 13 equipas. A 1ª volta do campeonato foi a mais difícil. Tive que perder o medo e ganhar confiança nas minhas possibilidades, progressivamente. Só a meio da 2ª volta comecei a sentir que estava a voltar ao meu normal.». Sobre este seu regresso à Selecção Nacional, Sónia faz questão de afirmar sem rodeios: «Sinceramente estou muito contente por voltar à selecção. Por todos os motivos, mas também porque me permite continuar a fazer a minha total recuperação. O ambiente do grupo é bom, estamos a trabalhar bem e damo-nos todas bastante bem. É um grupo muito unido, ao contrário do que algumas pessoas possam pensar. E quanto ao novo adjunto, acho que o Carlos Seixas já está integrado. É uma pessoa acessível e portanto fácil de lidar no trato.». A finalizar esta curta conversa não quisemos terminar sem perguntar à nossa interlocutora a sua opinião sobre as perspectivas de Portugal na 2ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B, recordando que ocupamos a segunda posição, com 3 vitórias e uma derrota, esta com a Suécia que lidera invicta. «Claro que o objectivo é pelo menos manter o 2º lugar, para chegarmos ao play-off, que decidirá a subida à Divisão A. Se conseguirmos ser primeiros, melhor será. Da selecção sueca conheço bem a Anne Barthold, que joga em Espanha há alguns anos e sei que as duas gémeas Etelbrink são muito boas jogadoras.».


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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