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Quinta dos Lombos vence União Sportiva com recuperação no último suspiro

 

Por seu turno, o Carnide Clube/Holos ganhou no pavilhão do Boa Viagem AngraAçores (58-64) e o CAB Madeira levou a melhor diante da Ovarense, fora de portas, por 62-50.

 

 

União Sportiva 64-67 Quinta dos Lombos

Embate de gigantes no Pavilhão Sidónio Serpa, em Ponta Delgada, com União Sportiva e Quinta dos Lombos a não defraudarem as expectativas, proporcionando um jogo emocionante.

Os donos da casa chegaram aos derradeiros dez minutos com uma vantagem de 10 pontos (54-44), mas o líder da Liga não esteve pelos ajustes, e com um parcial de 8-0 nos últimos instantes virou completamente a contenda a seu favor, num triunfo muito importante.

Na Quinta dos Lombos destacaram-se Merissa Quick (16pts, 5res, 1as, 2rb), Ana Carolina Rodrigues (11pts, 4res, 3as), Chanaya Pinto (10pts, 7res, 2as) e Márcia Costa (10pts, 2res, 5as, 1rb), enquanto no atual campeão nacional sobressaíram Kankou Coulibaly (22pts, 14res, 1rb), Josephine Filipe (10pts, 6res, 4as, 1rb), Destinee Young (10pts, 10res, 1as, 1dl) e Sara Djassi (10pts, 3res, 1as, 1rb).

 

Boa Viagem AngraAçores 58-64 Carnide Clube/Holos

Ainda não foi desta que o Boa Viagem AngraAçores se estreou a vencer na Liga Feminina, com o Carnide Clube/Holos a levar a melhor em solo insular.

Porém, a formação lisboeta teve sempre as anfitriãs por perto, num encontro em que contou com os bons contributos de Inês Cruz (19pts, 2res, 2as, 1rb), Maria Santos (14pts, 7res, 2rb), Treyvonna Brooks (14pts, 6res, 1rb) e Inês Faustino (13pts, 4res, 5as, 3rb), ao passo que no Boa Viagem deram nas vistas Miriam McKenzie (23pts, 12res, 4as, 2rb), Mirela Ávila (10pts, 2as), Kayla Grimme (9pts, 12res, 1as, 1rb) e Vânia Sengo (6pts, 11res, 1as, 1dl).

 

Ovarense 50-62 CAB Madeira

O CAB Madeira arrancou um importante resultado no reduto da Ovarense, muito graças à inspiração revelada no último quarto, em que com um parcial de 23-8 recuperou de uma desvantagem de três pontos.

Na equipa insular ditaram leis Mandy Coleman (20pts, 12res, 2rb), Cíntia França (14pts, 6res, 2rb), Carolina Escórcio (13pts, 11res, 1as) e Chelsea Welch (13pts, 12res, 3rb), enquanto nas donas da casa estiveram em melhor plano Erika Williams (15pts, 12res, 1dl) e Gabriela Raimundo (11pts, 8res, 7as, 1rb).

 

 

 


Olivais Coimbra bate SL Benfica e “mete” a sétima na Liga Feminina

 

Já o GDESSA Barreiro ganhou no reduto do CAD Coimbra/Chelo, curiosamente pelo mesmo resultado (51-78), ao passo que o Vitória SC arrancou um importante resultado no pavilhão da AD Vagos (59-65).

 

 

Olivais Coimbra 78-51 SL Benfica

O Olivais Coimbra controlou as operações na receção ao SL Benfica, obtendo um triunfo confortável.

Na formação da cidade dos estudantes assumiram destaque Inês Viana (23pts, 4res, 5as, 5rb), Hristina Marjanovic (17pts, 3res, 5as, 6rb), Norianna Haynes (15pts, 8res, 1as, 2rb) e Tyler Gilbert (10pts, 7res, 1rb, 1dl), enquanto nas “águias” as melhores em campo foram Quanetria Bolton (13pts, 8res, 1as, 1rb) e Mariana Silva (11pts, 8res, 1as, 1rb).

 

CAD Coimbra/Chelo 51-78 GDESSA Barreiro

O GDESSA Barreiro não tremeu na deslocação ao pavilhão do CAD Coimbra/Chelo, apesar do equilíbrio no quarto inicial (13-14).

No conjunto da margem sul do Tejo evidenciaram-se Maianca Umabano (14pts, 3res, 2as), Ashunae Durant (13pts, 13res, 1as, 1rb), Ana Faustino (10pts, 3as, 1rb) e Ana Jesus (8pts, 13res, 1as, 1rb, 1dl), sendo que nas donas da casa deram nas vistas Aya Traore (16pts, 10res, 2rb), Maria Andrade (13pts, 5res, 2as) e Oyanaisy Gonzalez (10pts, 5res, 3as, 1rb).

 

AD Vagos 59-65 Vitória SC

O Vitória SC obteve um precioso resultado fora de portas, frente a um difícil adversário como a AD Vagos.

As “conquistadoras” chegaram ao intervalo com uma vantagem de 13 pontos (29-42), resistindo depois do regresso dos balneários.

No emblema vimaranense assumiram o papel principal Leah Somerfield (28pts, 13res, 1as, 1rb), Sara Ressurreição (13pts, 2res, 3as, 2rb) e Bárbara Miranda (13pts, 2res, 3as), enquanto nas anfitriãs há que salientar Tainá Paixão (27pts, 4res, 5as, 3rb, 1dl) e Susana Carvalheira (14pts, 6res, 1as, 2rb, 10dl).

 

 


Ticha Penicheiro no Women’s Basketball Hall of Fame

Ticha Penicheiro conta com uma carreira recheada de títulos coletivos e individuais destacando-se o título da WNBA conquistado em 2005 ao serviço das Sacramento Monarchs, as quatro distinções para o WNBA All-Star Game, as duas vezes que foi nomeada All-WNBA First Team, os 7 anos que liderou a WNBA em assistências e ainda o facto de integrar o lote das 20 melhores atletas da WNBA nos primeiros 20 anos de existência da liga norte-americana.
 
A ex-internacional portuguesa tem a companhia de algumas das grandes figuras da modalidade como Beth Bass, Debbie Brock, Joan Cronan, Nora Lynn Finch, Lucille Kyvallos ou Ruth Riley. A classe de 2019 será composta por seis das doze finalistas e será anunciada no dia 4 de fevereiro.
 
 

Hora de antever o dérbi!

Khalen Cumberlander – Ovarense Gavex

A Ovarense tem pela frente a Oliveirense, atual campeã nacional e que leva uma série de seis vitórias consecutivas. Quais são as maiores qualidades do adversário? Este jogo torna-se especial por se tratar de um dérbi?

Penso que as principais qualidades da Oliveirense residem na sua capacidade física e na competência a proteger o cesto. Este jogo é muito especial porque vamos defrontar os nossos rivais locais, campeões em título!

A Ovarense tem feito um bom campeonato, sempre nas primeiras posições. Qual é o grande objetivo do clube para esta temporada?

O nosso principal objetivo passa por abordar cada jogo em busca da vitória. Queremos disputar cada posse de bola como se fosse a última, completamente concentrados.

Esta é a tua época de estreia em Ovar. Como te tens sentido neste histórico do nosso basquetebol?

Não senti nada para além de carinho e amor por parte de todos, dos meus colegas de equipa aos treinadores. Os adeptos são ótimos e mostram um tremendo apoio nos jogos, sentimos que temos um homem a mais enquanto estamos em campo. Já fui abordado inúmeras vezes nas ruas de Ovar para me encorajarem a manter o bom momento.

 

Eric Coleman – UD Oliveirense

A Oliveirense tem pela frente a Ovarense, num sempre entusiasmante dérbi. Quais são os maiores perigos do adversário?

A Ovarense joga bem como equipa, tem vários jogadores que podem desequilibrar, então teremos de estar muito atentos. Eles são uma equipa verdadeiramente defensiva e que gosta de ditar o ritmo, por isso teremos de ser sólidos com a bola e limitar os turnovers.

 

A Oliveirense segue numa série de seis vitórias consecutivas. Sentem-se no melhor momento da temporada? Há mais concorrência, esta temporada, pela conquista do título?

Sinto que estamos a jogar bem, mas não ainda no nosso melhor. Temos muito que trabalhar para alcançar aquilo que queremos. O objetivo é revalidar o título, daí quase todos os jogadores terem continuado no plantel. Estamos focados e motivados e vemos todas as equipas com hipóteses de ganhar a competição, por isso devemos respeitar os adversários em qualquer momento.

 

Estás na segunda época em Oliveira de Azeméis. Qual é o balanço que fazes até ao momento? Como te sentes como campeão nacional?

Eu continuei na Oliveirense por causa da mentalidade de todo o grupo, desde a direção aos jogadores, toda a gente está a esforçar-se para revalidar o título. A conquista do último campeonato significou muito para mim, especialmente sendo o primeiro para esta cidade e para esta organização. É algo que nunca será apagado.

 


CAD Coimbra/Chelo vs. GDESSA Barreiro marca a agenda da Liga Feminina

Oyanaisy Gonzalez – CAD Coimbra/Chelo

O GDESSA Barreiro é o próximo adversário na Liga Feminina. Por aquilo que já conheces do adversário, quais são as suas maiores qualidades?

O GDESSA tem jogadoras fortes e com garra na defesa. Espero que a nossa equipa cumpra bem o seu papel para que superemos as nossas atuais dificuldades.

O CAD venceu na Madeira no passado fim de semana. Sentem-se no melhor momento da temporada? Chegar aos playoffs ainda é um objetivo?

Não nos sentimos no nosso melhor momento, só que fizemos aquilo que deveria ser executado em termos defensivos e ofensivos, jogámos como equipa. Vencemos, mas para já o objetivo é a manutenção na Liga e depois, quem sabe, pensaremos noutras coisas.

Em pleno ano de estreia na nossa Liga, estás a realizar uma grande temporada, como ainda se viu na passada jornada, em que alcançaste um sensacional triplo-duplo (23pts, 10res, 10as). O que estás a achar da competição e do CAD?

Já tive oportunidade de jogar em ligas de vários países e cada experiência me ensinou a poder ajudar uma equipa a subir de nível. Desde que cheguei a Portugal que tenho transmitido toda a minha experiência para tentar que o CAD evolua, e por isso sinto-me feliz ao ver que consegui esse objetivo.

 

Maianca Umabano – GDESSA Barreiro

O GDESSA tem pela frente o CAD Coimbra, este sábado. Quais são os maiores perigos do adversário? Na primeira volta o GDESSA venceu com dificuldade.

O CAD é uma equipa com três estrangeiras muito boas e vem de uma vitória no último jogo, por isso certamente surgirá confiante e com mais vontade de ganhar.

A conquista do título continua a ser o grande objetivo do GDESSA ou pensas que esta temporada a situação está mais complicada, devido à forte concorrência dos primeiros classificados?

Sim, claro, até ao fim. Ainda temos muita margem de evolução e muito trabalho para cumprir também, mas o que interessa é como acabamos e não como começamos.

Ainda no último fim-de-semana foste a MVP Nacional, numa temporada em que tens rubricado grandes exibições. Sentes-te no melhor momento de forma da carreira? Tens algum objetivo individual para esta época?

Não tenho nenhum objetivo individual, nem penso nisso. A nossa equipa é bastante equilibrada e qualquer uma pode sobressair a qualquer momento. A Catarina Neves é a melhor e quero agradecer-lhe!

 

 

 


Formação Contínua de Treinadores está de regresso

Para a edição de 2019 já estão garantidas as presenças de André Martins (selecionador nacional de Sub18 masculinos), Rúben Vieira (preparador físico do Monbus Obradoiro – Liga ACB) e Carlos Colinas (diretor-técnico da Federación Galega de Baloncesto). Entretanto, aguarda-se ainda a confirmação do regresso de Moncho Fernandez (treinador principal do Monbus Obradoiro – Liga ACB) para “fechar” um quadro de preletores de grande qualidade.

 

A primeira sessão está agendada para 14 de janeiro (20h30-22h30).

 

Todas as sessões são creditadas pelo IPDJ para efeitos de revalidação do Título Profissional de Treinador de Desporto, sendo que a totalidade das mesmas terá lugar no Dragão Caixa (0,5 créditos por sessão).

 

Inscreva-se em https://goo.gl/forms/phMThjF1esUtmZfj1.

 

 


“Quero poder desfrutar do gostinho e adrenalina da competição”

 

O Sporting CP/APD Sintra agradece, pois o salto de qualidade dado pela formação sintrense é inegável, como corrobora o registo imaculado na presente época. O poste ex-Mideba Extremadura e antigo internacional português refuta, contudo, a possibilidade de regressar à Seleção, ressalvando que o objetivo passa por “poder desfrutar do gostinho e da adrenalina da competição”.

 

No final da época 2015/2016, o anúncio público da sua retirada internacional amargurou toda a comunidade do BCR nacional e o CP Mideba, casa de Hugo Lourenço durante mais de uma década ao mais alto nível no máximo escalão espanhol. Chamar-lhe casa foge do lugar-comum ou não fosse a relação com o clube de Badajoz pontuada por genuína admiração e carinho, mútuos. No mesmo ano, o desfecho anticlimático com a Seleção Nacional, relegada para a Divisão C graças a uma derrota por um ponto contra a Eslovénia, também não ajudou a prolongar a carreira do primeiro jogador português profissional de BCR. A família e o trabalho cimentaram-se como prioridades, mas as saudades impuseram uma gestão ainda mais meticulosa do tempo para o que o BCR se encaixasse novamente na rotina.

 

Depois de um ano intermitente, regressaste esta época com energias redobradas, permitindo à APD Sintra voltar a sonhar com algo mais. Que metas traças em termos coletivos e individuais?

Em temos individuais, os objetivos são sobretudo voltar a treinar com regularidade (1 vez por semana) e sempre que possível poder desfrutar do gostinho e adrenalina da competição. A prioridade continua a ser a vida pessoal e a profissional, mas sempre que ambas o permitem é de facto um prazer “regressar”. Quanto aos objetivos coletivos, numa equipa como a APD Sintra/Sporting CP, os títulos têm de estar sempre em mente! No entanto, há que ser realista e perceber que é necessário ter mais tempo de treino, mais jogadores e mais e melhores meios técnicos. A única equipa em Portugal na atualidade que tem as condições mínimas para ser bem sucedida é a APD Braga, pelo trabalho que começou a desenvolver há alguns anos. No entanto, isso não é tudo e naturalmente estamos cá para tentar contrariar esse favoritismo.

Ao ver-te novamente em forma e a desfrutar do jogo, torna-se inevitável abordar um hipotético regresso à Seleção. Essa porta está aberta?

Para mim essa porta está praticamente fechada. Primeiro pelo motivo que expliquei anteriormente – disponibilidade. Segundo, não tendo eu oportunidade de treinar com regularidade e por esse motivo não me poder apresentar numa forma física e técnica mínima (segundo os meus parâmetros) para representar a Seleção de forma digna, é algo que não pondero. Para mim não faz sentido estar eventualmente a tirar o lugar a alguém que esteja realmente disponível e em condições de estar na Seleção. Atualmente, parece estar em curso um projeto para construir uma equipa competitiva no futuro e para isso precisa de jogadores novos e disponíveis. É outra página da minha vida desportiva da qual me orgulho muito e que me deu muitas e enormes alegrias e um par de desilusões, porém é algo que faz parte do passado.

Competiste durante cerca de uma década na liga espanhola, o que, apesar de treinares cá, distanciou-te da realidade do nosso campeonato. Como avalias o progresso do nível nacional?

Como sempre, tenho de ser direto e sincero. Infelizmente, na minha opinião, o nível tem evoluído ao mesmo ritmo que sempre evoluiu, ou seja, de forma lenta. Excetuando alguns jogadores que integraram outros campeonatos europeus, o nível mantém-se praticamente igual. Na minha perspectiva, isso deve-se essencialmente aos problemas de sempre: falta de tempo e qualidade de treinos (com o absurdo de ter equipas e jogadores nos últimos anos a dividir tempo com outras modalidades), falta de divulgação e visibilidade da modalidade e consequentemente de novos jogadores e, por fim, devido aos modelos de campeonato, que insistimos em manter com um número tão reduzido de equipas. Concordo que em Portugal as equipas e alguns jogadores evoluíram, porém, quando olhamos lá para fora e vemos o nível dos jogadores, equipas e seleções, sinto que cada vez estamos mais longe…

 

 


Dérbi de alto nível com chancela da RTP2!


Sábado de mão cheia na FPB TV!

 

A não perder!

 


Portugueses nos EUA e Canadá: Laura Ferreira e Maria Carvalho em bom plano

 

No que toca aos treinadores, a adjunta da Universidade de San Diego, Mery Andrade, perdeu os primeiros jogos do ano. Já a Universidade de New Haven, de Michelle Brandão, conquistou a terceira vitória consecutiva diante da Universidade de Dominican (76-67).

Ana Ramos (San Diego, NCAA 1 – EUA):
Não jogou na derrota frente a Loyola Marymount (52-69)
Não jogou na derrota frente a Pepperdine (55-74)
 
Carolina Bernardeco (Queens University, NCAA 2 – EUA):
2pts, 1res, 1as, 2rb (17min) na vitória frente a Livingstone (77-56)
 
Chelsea Guimarães (Florida International, NCAA 1 – EUA):
2pts, 1as, 1dl (25min) na derrota frente a Middle Tennessee (43-49)
12pts, 3res, 1as, 1rb (22min) na derrota frente a UAB (59-83)
 
Luana Serranho (Campbell, NCAA 1 – EUA):
6pts, 4res, 3as, 2rb (28min) na vitória frente a Presbyterian College (51-46)
2res, 2as, 1rb (28min) na derrota frente a Gardner-Webb (52-38)
 
Joana Alves (Seattle, NCAA 1 – EUA):
6pts, 3res, 2as, 1rb, 1dl (18min) na derrota frente a CSU BAkersfield (60-70)
10pts, 4res, 1as, 3dl (29min) na derrota frente a Grand Canyon (73-74)
 
Beatriz Jordão (South Florida, NCAA 1 – EUA):
Não jogou na vitória frente a Temple (63-53)
Não jogou na derrota frente a Central Florida (49-62)
 
Laura Ferreira (South Florida, NCAA 1 – EUA):
16pts, 6res, 4as, 2rb (40min) na vitória frente a Temple (63-53)
Não jogou na derrota frente a Central Florida (49-62)
 
Maria Kostourkova (Washington State, NCAA 1 – EUA):
4pts, 6res, 1as (35min) na derrota frente a Oregon State (69-76)
4pts, 6res, 1as (30min) na derrota frente a Oregon (58-98)
 
Maria Carvalho (Utah Valley, NCAA 1 – EUA):
8pts, 1res, 5as, 3rb (30min) na vitória frente a Grand Canyon (57-46)
16pts, 4res, 4as, 2rb na vitória frente a CSU Bakersfield (78-70)
 
Marta Vargas (Rhode Island, NCAA 1 – EUA):
9pts, 3res, 4as, 2rb (35min) na vitória frente a Richmond (66-60)
 
Tess Santos (Presbyterian College, NCAA 1 – EUA):
7pts, 8res, 2as (36min) na derrota frente a Furman (68-76)
6pts, 3res, 1rb, 1dl (35min) na derrota frente a Campbell (46-51)
8pts, 4res, 1as (26min) na vitória frente a Longwood (81-66)
 
Ana Sofia Rua (Brock University – Canadá):
Não jogou na vitória frente a Western (70-57)
 
Carolina Gonçalves (University of Regina – Canadá):
10pts, 3res, 5as, 1rb (22min) na vitória frente a Victoria (85-50)
5pts, 3res, 1as, rb (16min) na derrota frente a Victoria (69-70)
 
 

Portugueses nos EUA e Canadá: Neemias Queta entra em 2019 com boas exibições

Diogo Brito e Francisco Amiel também viram alguns minutos de ação. 

Diogo Brito (Utah State, NCAA 1 – EUA):
3pts, 4res, 1rb (21min) na derrota frente a Nevada (49-72)
(5min) na vitória frente a Air Force (79-62)
 
Neemias Queta (Utah State, NCAA 1 – EUA):
8pts, 10res, 1rb, 5dl (29min) na derrota frente a Nevada (49-72)
13pts, 10res, 3as, 1dl (21min) na vitória frente a Air Force (79-62)
 
Francisco Amiel (Colgate, NCAA 1 – EUA):
5pts, 3res, 3as, 1rb (29min) na derrota frente a Navy (66-72)
1as (26min) na vitória frente a American (73-69)

Portugueses na Europa: Sofia da Silva e Luiana Livulo entram em 2019 com o pé direito

 

Relativamente aos treinadores portugueses na Europa, referir que o Amicale de Alexandre Pires regressou às vitórias na Total League. A equipa orientada pelo técnico português superou o Racing por 94-62 permanecendo no 3.º lugar do campeonato. Em França, depois da pausa para as festividades, o Nanterre 92 de Phillipe Da Silva venceu hoje o Telekom Bonn (103-56) em jogo a contar para a Liga dos Campeões. 

 

Já em África, mais concretamente na Argélia, Pedro Nuno Monteiro e o GS Pétroliers venceram na deslocação ao reduto do O Batna (75-86), triunfando também perante o OS Bordj Bou Arréridj (77-53). Com uma partida em atraso, o GS Pétroliers ocupa neste momento a 6.ª posição do campeonato argelino. Na Tunísia, o Stade Nabeulin de Vasco Curado perdeu por 48-64 diante do ES Sahel, descendo para o 2.º posto do grupo B do campeonato tunisino.

João "Betinho" Gomes (Aquila Basket Trento, Lega Basket – Itália):
5pts, 9res, 1as  (21min) na derrota frente a Olimpia Milano (78-86)
 
Pedro Costa (UCAM Murcia, Liga EBA – Espanha):
Não teve jogos esta semana
 
Carla Nascimento (Al-Qázeres, Liga Dia – Espanha):
1res (11min) na derrota frente a Baxi Ferrol (68-75)
 
Maria João Correia (Valencia Basket, Liga Dia – Espanha):
1res (9min) na derrota frente a Perfumarias Avenida (59-69)
 
Joana Ferreira (Magec Tias, Liga Femenina 2 – Espanha):
Não teve jogos esta semana
 
Luiana Livulo (Sheffield Hatters, WBBL – Reino Unido):
15pts, 12res, 1as, 1dl (26min) na vitória frente a Nottingham Wildcats (81-56)
 
Vanessa da Silva (Sevenoaks Suns, WBBL – Reino Unido):
10pts, 2res, 1rb (19min) na vitória frente a Essex Rebels (81-45)
1res, 1as (4min) na vitória frente a Leicester Riders (83-71)
 
Lavínia da Silva (BA London Lions, WBBL – Reino Unido):
14pts, 5res, 1rb, 1dl (24min) na vitória frente a Oakland Wolves (59-56)
 
Cláudia Viana (Leicester Riders, WBBL – Reino Unido):
Não jogou na vitória frente a Cardiff Met Archers (102-50)
 
Sofia da Silva (Namur Capitale, Top Division 1 – Bélgica):
11pts, 12res, 1rb (26min) na vitória frente a Dynamite Deerlijk (93-53)
Sem dados estatísticos na vitória (Taça bélgica) frente a Dynamite Deerlijk (71-62)

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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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