Artigos da Federaçãooo

“Closeout defense” por Dan Burke

Esta semana voltamos a focar atenções nos aspetos defensivos do jogo e recordamos o Clinic de Dan Burke, técnico-adjunto dos Indiana Pacers, mundialmente reconhecido pelo trabalho no meio-campo defensivo e que conta com vasta experiência na NBA onde, além dos Pacers, também integrou a equipa técnica dos Portland Trail Blazers.

 

Neste Clinic em específico, o treinador de 61 anos focou atenções nos “closeouts”.


“Cutting Drills and Transition Defense”

Regressamos às preleções e desta vez contamos com alguns conceitos básicos explanados por Ron Adams, treinador-adjunto dos Golden State Warriors, que nos fala sobretudo de transição defensiva e outros exercícios neste clinic promovido pela World Association of Basketball Coaches (WABC).

 

O treinador de 72 anos, que ajudou os Warriors a conquistar três títulos da NBA, conta com uma longa carreira de mais de cinquenta anos dividida entre a NBA, a Europa e a NCAA, tendo-se especializado na vertente defensiva do jogo.


Ciclo de “Clinics” para acompanhar na FPBtv

A FPBtv volta a estar em cima do acontecimento e, além do regresso ao passado com alguns dos momentos mais emblemáticos do basquetebol nacional, recorda também preleções que marcaram as últimas décadas.
Na abertura deste ciclo de “clinics” viajamos até 2010, ao Alentejo, para recordar a “aula” do atual treinador do FC Barcelona, Svetislav Pesic, que se apresentou no Clinic Internacional de Rendimento de Évora para nos falar de “ritmos de jogo”. Além do consagrado técnico sérvio, também Chechu Mulero, Chus Mateo, Mário Leite e Nuno Ferreira deixaram os seus contributos.


“O mais interessante é a evolução desportiva quando jogas a este nível”

Ao serviço do Nissan Al-Qázeres, na temporada de estreia na Liga Femenina Endesa, Ricardo Vasconcelos conversou com a FPB e fez uma análise da primeira experiência no escalão máximo do basquetebol feminino espanhol.

O que mais destacas na época de estreia na Liga Femenina Endesa? 
O crescimento devido ao grau de exigência elevado das competições, das atletas… que coloca problemas constantes, sobretudo pela experiência que a maioria dos treinadores e jogadores têm da competição. Tudo isto implica um constante ajuste e adaptação dos planos de jogo. Há ligas onde há um domínio claro, nesta em específico há problemas semanais que nos obrigam a reajustar e a alterar certas questões. Um treinador prepara-se para a competição, para evoluir, para pensar em estratégias competitivas e respetivo planeamento. O que é valido para um sábado, pode não ser para o próximo, depende da equipa que tens pela frente. Não há como relaxar, há sempre problemas para resolver. O mais interessante é a evolução desportiva quando jogas a este nível. Foi uma época que me obrigou a crescer.
A 1.ª volta do campeonato foi mais positiva para o Al-Qázeres, na 2.ª parte da época tiveram alguns problemas com lesões e tiveram de reajustar. Com que dificuldades te deparaste? 
Há diversas. A primeira é a forte concorrência, o poderio financeiro de certas equipas permite-lhe responder à adversidade com novos reforços. A equipa que enfrentas na fase inicial da época não é a mesma que enfrentas na segunda parte da temporada. A título de exemplo temos o Girona, que é campeão e está em segundo lugar e trocou três jogadoras fulcrais na equipa. Isto acontece em todas as equipas, nas que estão no topo da tabela, como as que estão na parte de baixo. Procuram fortalecer-se para dar conta das lacunas que apareciam. Surpreendemos com uma metodologia e forma de jogar distinta, entremos na Liga com um basquetebol diferente do habitual, mas com o despertar de atenção as dificuldades foram surgindo depois de um bom começo. Tivemos dificuldades em implementar o nosso jogo.
Como descreverias o estilo de jogo que tentaste aplicar na equipa?
Tentamos explorar o contra-ataque, ser rápidas e defendemos campo inteiro, estratégias que acabam por surpreender, mas que depois os adversários se adaptam. Até podes roubar tempo de ataque, mas não efetuas o roubo de bola. Para isso precisávamos de mais profundidade para podermos aplicar em todos os jogos este tipo de plano de jogo. Tínhamos sete, oito jogadoras sólidas apesar do plantel bastante jovem e inexperiente. A média de idades da liga ronda os 26, 28 anos e nós tínhamos apenas duas atletas com mais de 24 anos. Tivemos dificuldades pela falta de experiência, as grandes equipas são sempre um misto de experiência e juventude, há um equilíbrio, mas financeiramente era impossível construir um plantel assim. Até podíamos ter mais qualidade na experiência, mas teríamos certamente menos jogadoras connosco.
A época foi interrompida quando ainda faltavam quatro jornadas para o fim da fase regular do campeonato. Ainda esperas um possível regresso da competição?
É o menos importante nesta fase, atravessamos um momento crítico do ponto de vista social que se sobrepõe a qualquer profissão ou desporto. Contudo, o que me parece é que dificilmente haverá tempo para recuperar o tempo perdido. O que nos dizem é que a situação tão cedo não melhora ao ponto de retomarmos a atividade. Pelo que leio e ouço, parece-me que não haverá tempo suficiente para jogar o que falta. Todas as despesas inerentes desta pausa podem não ser suportadas, daí dificilmente esteja crente na recuperação da época. Quem nos dera a todos nós voltar a jogar, era sinal de que tínhamos todos dar uma resposta espetacular.

Simone Costa e Rosinha Rosário no 5 Ideal da WBBL

Na rubrica desta semana dos portugueses pelo mundo, realce para o domínio português na WBBL inglesa. Simone Costa voltou a repetir a presença no cinco ideal da jornada, contando com a companhia de Rosinha Rosário que também esteve em destaque.

Na Suíça, Inês Viana ficou perto do duplo-duplo em mais um triunfo do Elfic, ao passo que Sofia da Silva esteve em bom plano na vitória a contar para o campeonato. Na Liga Femenina 2, em Espanha, Márcia Carvalho conseguiu o máximo de pontos marcados esta época (21), mas não conseguiu evidar a derrota do Baloncesto Aviles.

Relativamente aos treinadores lusos fora de portas, o Al-Qázeres de Ricardo Vasconcelos continua a marcar passo e desta vez perdeu contra o poderoso Spar Citylift Girona (55-61) e permanece no antepenúltimo posto do campeonato. O GISA Lions SV Halle, de José Miguel Araújo e Francisco Rothes, perdeu em casa do Herner (82-70).

Na Islândia, Rui Costa, ao serviço do FSU Selfoss, regressou aos resultados negativos, após derrota caseira com o Hottur (69-74). Depois da paragem para os jogos das seleções, a Pro A regressou, assim como o Nanterre de Phillipe da Silva, que voltou a vencer, desta feita o Boulazac (85-78).

Na segunda fase dos playoffs da Total League, Daniel Brandão e o US Heffingen perderam no regresso à competição perante o Racing Luxembourg (54-82) e Esch Basketball (102-63).

Jeremiah Wilson (Acqua S.Bernardo Pallacanestro Cantù, Lega Basket – Itália):
Não teve jogos esta semana.

Miguel Maria Cardoso (CB Almansa, LEB Oro – Espanha):
1as (5min) na derrota frente a Chocolates Trap Palencia (77-106)

Bruno Fernando (UPB Gandia, Liga EBA – Espanha):
2pts, 10res (12min) na derrota frente a UCAM Murcia Jiffy (72-87)

Gonçalo Tavares (CB Chantada, Liga EBA – Espanha):
12pts, 2res, 1as (20min) na vitória frente a Calvo Basket Xiria (78-53)

Maria João Correia (CDB Clarinos Ciudad de Los Adelantados, Liga Femenina Endesa – Espanha):
Não jogou na vitória frente a Valencia BC (71-69)

Laura Ferreira (Nissan Al-Qázeres Extremadura, Liga Femenina Endesa – Espanha):
4pts, 4res, 1rb (18min) na derrota frente a Spar Citylift Girona (55-61)

Emília Ferreira (Sinergia Real Canoe N.C., Liga Femenina 2 – Espanha):
6pts, 4res, 1as (15min) na vitória frente a AD Cortegada

Márcia Carvalho (Agrupacion Deportiva Baloncesto Aviles, Liga Femenina 2 – Espanha):
21pts, 3res, 1as (29min) na derrota frente a Patatas Hijolusa (71-87)

Simone Costa (Nottingham Wildcats, WBBL – Reino Unido):
18pts, 7res, 6as, 3rb (33min) na vitória frente a Oakland Wolves (76-61)
21pts, 5res, 5as, 2rb (27min) na vitória frente a Caledonia Pride (76-41)

Lavínia da Silva (BA London Lions, WBBL – Reino Unido):
6pts, 4res, 3as, 1rb (29min) na derrota frente a Sevenoaks Suns (41-70)

Rosinha Rosário (Sheffield Hatters, WBBL – Reino Unido):
20pts, 19res, 4as, 2rb (38min) na vitória frente a Cardiff Met Archers (82-78)

Luiana Livulo (Sheffield Hatters, WBBL – Reino Unido):
14pts, 1res, 3as (29min) na vitória frente a Cardiff Met Archers (82-78)

Sara Djassi (Manchester Mystics, WBBL – Reino Unido):
8pts, 3res, 6as, 3rb, 1dl (30min) na vitória frente a Caledonia Pride (73-68)

Maria Kostourkova (ZKK Cinkarna Celje, SKL – Eslovénia):
11pts, 16res, 1rb, 1dl (26min) na vitória frente Grosbasket (88-43)
3pts, 5res, 2as, 1rb (12min) na derrota frente a Beroe (87-94)

Inês Viana (BCF Elfic Fribourg Basket, SBL – Suíça):
10pts, 3res, 7as, 1rb (37min) na vitória frente a Geneve Basket (89-62)

Sofia da Silva (Namur Capitale, Top Division 1 – Bélgica):
12pts, 7res, 3as, 2rb, 1dl (31min) na vitória frente a Kangoeroes (70-60)
Sem estatística na derrota frente a Castors Braine (53-62)


“Adoro ensinar o jogo e estou pronto para diferentes desafios FIBA no âmbito internacional”

Explica-nos esta subida no teu percurso. Ficas habilitado a que tipo de formação?
Há vários anos que a FIBA organizava cursos de treinadores em países em vias de desenvolvimento, no âmbito do programa de solidariedade olímpica. De há uns anos a esta parte decidiu reestruturar o programa, em parceria com a Associação Mundial de Treinadores de Basquetebol (WABC), e redigiu manuais para operacionalizar os cursos pelo nosso planeta. Eu comecei como instrutor ainda antes de receber o treino para tal, pois era necessário um formador que falasse português. Esse treino veio mais tarde e foi bastante exigente. Aconteceu em dois momentos, um em 2018 (em África) e outro em 2019 (na Ásia). Entretanto fui instrutor responsável por mais cursos e percebi que o feedback que chegou à FIBA foi muito bom, ao ponto de me convidarem para fazer parte deste curso de instrutor de instrutores. Assim, a partir de agora posso continuar a ser instrutor de cursos de treinadores nomeado pela FIBA, posso ser nomeado para cursos de formação de instrutores e ainda para dar a disciplina de “Conhecimento do Jogo” nos cursos de árbitros internacionais.
Qual é a sensação ao estares num lote restrito de 11 pessoas com estas credenciais?
O meu nome surge inicialmente por indicação da FIBA Europa, por currículo. A minha primeira vantagem foi falar português, espanhol e inglês. Foram realizados vários cursos de instutores de nível 1 em diferentes continentes, com centenas de colegas treinadores convidados, para no fim certificarem apenas 40. Fazer parte desse lote já superou as minhas expectativas até porque eu tinha (e continuo a ter) muitas lacunas no âmbito específico da formação de adultos. Trabalhei e consegui. Quanto a este último curso, só fazer parte do lote tão restrito de 12 convidados já foi incrível… e saber agora que fui considerado “Competente” deixa-me, de facto, muito orgulhoso.
Tens alguma formação internacional já agendada?
Em 2019 penso que a FIBA organizou cerca de 50 cursos de nível 1. Em 2020 estão previstos 70, e esse é um dos motivos por quererem aumentar o número de instrutores. Nesta altura tenho entre mãos um trabalho para a FIBA bem complexo que é a revisão dos manuais FIBA para a língua portuguesa. Os cursos estão agora a ser negociados com os continentes envolvidos (América, África e Ásia), que depois os vão levar às federações nacionais para que se candidatem. Adoro ensinar o jogo e estou pronto para diferentes desafios FIBA no âmbito internacional mas continuo igualmente motivado e empenhado em todas as atividades que venho desenvolvendo no nosso país.

Espetáculo à vista em Oliveira de Azeméis

Em jeito de antevisão desta reedição da última final da Liga Placard, falámos com Norberto Alves e Carlos Lisboa, treinadores do campeão nacional e das “águias”, respetivamente.

Norberto Alves (UD Oliveirense)

A UD Oliveirense vai numa série de quatro triunfos consecutivos e tem agora pela frente o Benfica. Esta partida surge na melhor altura?
Vencer torna-se obrigatório para que a vossa equipa ainda aspire à liderança da Fase Regular?
Pensamos que a nossa melhor forma  ainda está por vir, no entanto temos de estar sempre preparados para jogar ao nosso melhor nível.
Chegar ao primeiro lugar da Fase Regular é mais difícil este ano, visto termos perdido dois jogos em casa.
Vencer esta partida é importante, fundamentalmente para ganharmos a confiança necessária para perceber que podemos competir e ganhar às melhores equipas, como é o caso do Benfica.
O Benfica vem de uma vitória europeia e soma 11 resultados positivos consecutivos na Liga. Trata-se do maior rival na luta pelo título?
O Benfica é uma equipa bastante experiente, muito alta, com excelentes jogadores, e que está a jogar muito bem, quer na competição nacional, quer na Europa.
Com o Sporting e o FC Porto são as equipas mais fortes do nosso campeonato e situo-as ao mesmo nível, apesar de terem cada uma delas formas de jogar diferentes.
As quatro derrotas averbadas foram o “preço a pagar” pela consolidação de equipa? Sente que a Oliveirense já está com o rendimento que esperava?
As derrotas foram a consequência de uma equipa com um nível de jogo abaixo dos anos anteriores, devido à perda de muitos jogadores.
Além disso, tivemos de mudar três atletas, um deles por não corresponder às nossas expectativas, e outros dois por aspetos que eu chamo de treinabilidade.
Neste momento a equipa está a evoluir para o nível de rendimento desejado. Agora uma coisa eu sei: uma grande equipa não se constrói em poucos meses quando muitos dos jogadores nem conhecem o nosso campeonato.
É preciso tempo. Eu sei que estaremos bem nos momentos críticos da época.

Carlos Lisboa (SL Benfica)

O Benfica soma 11 vitórias consecutivas na Liga Placard e tem agora pela frente a Oliveirense, depois de um importante triunfo europeu. Esta é a melhor altura para jogar em Oliveira de Azeméis?
O Campeonato é composto por 14 equipas e todas têm de jogar umas contra as outras. Como eles já vieram a nossa casa, agora é a nossa vez de ir lá. A altura é a aquela que o calendário determinou.
Esta Oliveirense sofreu várias alterações, mas parece estar no melhor momento da temporada. Quais são as maiores qualidades do adversário?
A Oliveirense é o atual campeão nacional, uma equipa bem estruturada e que joga um bom basquetebol, e por isso temos de estar muito bem defensivamente e ser coletivos em termos ofensivos.
A boa forma do Benfica na Liga está relacionada com a prestação europeia? Sente que a sua equipa se encontra com mais ritmo no Campeonato por força das exibições na FIBA Europe Cup?
Nós temos feito o nosso trabalho para estar em diversas competições. É desgastante jogar e viajar quarta-feira, sábado, quarta-feira, mas escolhemos este caminho e o nosso objetivo é estar sempre o melhor possível em qualquer jogo, de maneira a lutar pelo nosso objetivo, que é vencer.

Equipas técnicas das Seleções Nacionais

Eis os staffs técnicos:

 

Seleção Nacional seniores masculinos

Selecionador Nacional – Mário Gomes
Treinadores-Adjuntos – Nuno Manarte e Sérgio Ramos

Seleção Nacional seniores femininos

Selecionador Nacional – Ricardo Vasconcelos
Treinadores Adjuntos – Agostinho Pinto e Eugénio Rodrigues

Seleção Nacional Sub20 masculinos

Selecionador Nacional – André Martins
Treinadores Adjuntos – João Costeira e Sérgio Ramos

Seleção Nacional Sub20 femininos

Selecionador Nacional – José Araújo
Treinadores Adjuntos – João Pedro Vieira e Pedro Dias

Seleção Nacional Sub18 masculinos

Selecionador Nacional – João Tiago Silva
Treinadores Adjuntos – Andrii Melnychuk e Hugo Matos

Seleção Nacional Sub-18 Femininos

Selecionador Nacional – Agostinho Pinto
Treinadores Adjuntos – Gilda Correia e Marco Rodrigues

Seleção Nacional Sub16 Masculinos

Selecionador Nacional – Nuno Freitas
Treinador Adjunto – António Raminhos
Preparador Físico – Pedro Mota

Seleção Nacional Sub16 femininos

Selecionadora Nacional – Mariyana Kostourkova
Treinadores Adjuntos – André Janicas e João Janeiro

Seleção Nacional Sub15 masculinos

Selecionador Nacional – Rui Nazário
Treinadores Adjuntos – Filipe Talaia e Paulo Raminhos

Seleção Nacional Sub15 femininos

Selecionadora Nacional – Fátima Silva
Treinadora Adjunta – Margarida Pereira

Seleção Nacional Sub14 masculinos

Selecionador Nacional – Rui Nazário
Treinadores Adjuntos – Filipe Talaia e Paulo Raminhos

Seleção Nacional Sub14 femininos

Selecionadora Nacional – Teresa Barata
Treinadora Adjunta – Margarida Pereira

Seleções Nacionais 3×3

Selecionador Nacional masculino – João Chaves
Selecionador Nacional feminino – Américo Santos

Kayla Gordon de alta voltagem na 13.ª jornada da Liga Feminina

Por seu turno, como MVP Nacional temos Susana Carvalheira, da AD Vagos, que registou uma valorização de 38 (11pts, 19res, 2ast, 2rb, 5dl, 5/5 LL) na vitória por 59-55 sobre o CAB Madeira, enquanto Eva Carregosa, a alinhar no CP Natação, é a MVP Jovem (valorização de 29.5 – 24pts, 4res, 5ast, 3rb, 8/10 L2P).

 

Líderes estatísticos da 13.ª jornada da Liga Feminina:

MVP Tissot da jornada | Kayla Gordon (Carnide Clube/Holos): 21pts, 28res, 1rb, 7/11 L2P, 43.5MVP

MVP Nacional | Susana Carvalheira (AD Vagos): 11pts, 19res, 2ast, 2rb, 5dl, 5/5 LL, 38MVP

MVP Jovem (atletas nascidas depois de 2000, inclusivé | Eva Carregosa (CP Natação): 24pts, 4res, 5ast, 3rb, 8/10 L2P, 29.5MVP

Pontos | Eva Carregosa (CPN): 24

Ressaltos | Kayla Gordon (Carnide Clube/Holos): 28

Assistências | Mia Loyd (Quinta dos Lombos): 10

Roubos de bola | Martha Burse (CP Natação): 7

Desarmes de lançamento | Susana Carvalheira (AD Vagos): 5

Cinco ideal | Eva Carregosa (CP Natação), Ana Raimundo (Ovarense), A’Lexus Harrison (Vitória SC), Kayla Gordon (Carnide Clube/Holos) e Susana Carvalheira (AD Vagos)

Cinco ideal português | Eva Carregosa (CP Natação), Ana Raimundo (Ovarense), Isabel Leite (Guofões SC), Joana Cruz (Guifões SC) e Susana Carvalheira (AD Vagos)

 

Top recordes:

Pontos | Sabrina Lozada-Cabagge (Vitória SC): 42

Ressaltos | Kayla Gordon (Carnide Clube/Holos): 28

Assistências | Joana Soeiro (SL Benfica): 18

Roubos de bola | Aliyah Collier (União Sportiva): 9

Desarmes de lançamento | Susana Carvalheira (AD Vagos): 5

Mais valorização | Sabrina Lozada-Cabagge (Vitória SC): 62


Balanço do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão Masculina

O destaque da jornada vai para a ascensão do Illiabum DPP B ao primeiro posto da série Norte D, capitalizando a derrota do ex-líder GD Gafanha, bem como para a vitória do Basquete de Barcelos diante do CB Viana/Nortaluga, que perdeu o registo imaculado e o primeiro lugar na série Norte A, precisamente para os barcelenses.  

 

Norte A
O Basquete de Barcelos saltou para o comando do grupo depois de superar o então líder – agora relegado para o segundo posto -, CB Viana/Nortaluga, por 83-74. Ambos somam 21 pontos. 
 
Norte B
O FC Gaia preservou a invencibilidade ao bater o CLIP, fora de casa, por 69-43, e continua com dois pontos de vantagem face ao segundo classificado, Juvemaia-ACDC, que também não facilitou, superando a oposição do BC Vila Real -59-70. 
 
Norte C
A liderança prossegue nas mãos do GRIB/EC Novo Engenho, bem-sucedido na deslocação ao reduto do Beira Mar B – 53-72 -, ainda que em igualdade pontual com a UAA Aroso, cuja tarefa se mostrou árdua para levar de vencida o NCR Valongo por 66-65. 
 
Norte D
O Illiabum DPP B desfruta do comando isolado ao conjugar o seu êxito na receção ao Sangalhos DC B – 73-55 -, com o triunfo do SC Conimbricense por 76-70 em casa do GD Gafanha, que cai da dianteira para o último lugar do pódio, permitindo que o seu rival desta jornada reclame a segunda posição. 
 
Sul A
Os Salesianos Estoril conquistaram um difícil triunfo na visita ao Inimiga Fuligem/GDEMAM por 70-68 e conservam assim um ponto de vantagem em relação ao seu mais direto perseguidor, o Queluz/ONossoPrego B, que alcançou a vitória de modo mais folgado frente ao Basket Loures – 69-48. 
 
Sul B
O Paço de Arcos/Clinia não perdeu o estatuto invicto e impôs-se à Academia do Lumiar B por 78-53, circunstância que lhe vale encabeçar a tabela a solo. O CBF, no segundo lugar do pódio, vergou os Salesianos Lisboa B por 89-82, mas conta com uma derrota no seu trajeto na presente temporada. 
 
Sul C
O FC Barreirense B aproveitou a folga do ESA/Móveis Fernandes para se colocar no topo da classificação à condição, fruto da vitória no campo do CDOM por 69-55.
 
Sul D
O ASC/BVRM/T. d’el Rei goza de uma vantagem de dois pontos no primeiro lugar, graças à vitória obtida frente ao GCO Sub22 Patês Manná por esclarecedores 93-49 e ao revés do Imortal BC B, que cedeu uma derrota por 59-74 perante o CBA Município Albufeira.
 

“Leões” arrancam triunfo no Barreiro

Já o Illiabum Clube quebrou um ciclo de três derrotas consecutivas ao vencer o Terceira Basket Club, nos Açores, por 125-74.

Galitos Barreiro 72-81 Sporting CP
O Sporting CP alcançou a 10.ª vitória seguida na Liga Placard, e num reduto complicado, frente ao Galitos Barreiro, que tem realizado uma boa temporada, apesar das três derrotas consecutivas.
 
Os "leões" estiveram na dianteira do marcador durante quase todo o encontro, e com parciais de 19-14, 26-21 e 18-13 colocaram-se na rota do triunfo, pese a recuperação dos donos da casa no derradeiro quarto.
 
Nos "verde e brancos" sobressaíram James Ellisor (21pts, 6res, 2ast, 2rb), Ty Toney (14pts, 4res, 2ast, 1rb), Diogo Ventura (11pts, 2res, 4ast, 1rb) e Abdul-Malik Abu (10pts, 3res, 1ast, 2rb), ao passo que no Galitos estiveram em destaque Cecil Williams (16pts, 3res, 1ast, 1rb), Ivan Almeida (13pts, 13res, 4ast, 4rb, 2dl), Connor McCleanaghan (12pts, 5res, 1ast, 2rb) e Austin Tilghman (11pts, 5res, 4ast, 3rb).
 

SL Benfica não treme na receção ao Barreirense

Por seu turno, o Esgueira/Aveiro/OLI conquistou dois pontos (88-91) na deslocação ao pavilhão do CAB Madeira SAD.

 

SL Benfica 101-74 Barreirense/Optimize
 
O SL Benfica não permitiu veleidades ao Barreirense/Optimize, que vinha de dois triunfos seguidos.
 
As "águias" lideraram sempre as contas e construíram um avanço confortável à entrada para o derradeiro quarto, graças a parciais de 29-16, 27-14 e 24-20.
 
No emblema da Luz deram nas vistas João "Betinho" Gomes (25pts, 10res, 5ast, 1rb), Damian Hollis (16pts, 6res, 1rb, 1dl), Anthony Ireland (13pts, 2res, 4ast, 2rb), Eric Coleman (12pts, 1res, 2dl) e José Silva (11pts, 2res, 3ast), enquanto no adversário da margem sul do Tejo os melhores em campo foram Kendall Jacks (29pts, 1res, 1ast), Jabari McGhee (17pts, 14res, 2ast, 3rb, 2dl) e Fuquan Niles (11res).
 
 
CAB Madeira SAD 88-91 Esgueira/Aveiro/OLI
 
O Esgueira/Aveiro/OLI, depois de um ciclo de três derrotas, venceu no reduto do CAB Madeira SAD, num jogo de resultado incerto até final.
 
A 1:50 do soar da buzina, o marcador encontrava-se igualado a 85 pontos, o que mostra bem o equilíbrio verificado, apesar do Esgueira ter estado na frente durante a maior parte da contenda.
 
Na formação de Aveiro realçaram-se Daniel Regis (26pts, 13res, 1ast, 4dl), Markus Terry (22pts, 3res, 1ast, 2rb), Montell Goodwin (14pts, 3res, 2ast, 1rb) e Gustavo Teixeira (12pts, 6res, 7ast), ao passo que no CAB ditaram leis George Beamon (21pts, 5res, 1ast, 2rb), Arvydas Gydra (19pts, 10res, 2ast, 1rb, 2dl), Stefan Djukic (14pts, 5res, 1ast, 1rb) e Mário Fernandes (13pts, 2res, 5ast, 1rb).
 

Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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