Artigos da Federaçãooo
Gala da secção de basquetebol do CPN
O evento contou com a presença do Presidente da Associação de Basquetebol do Porto, Vítor Carneiro, o Vereador da Educação da Câmara Municipal de Valongo, Orlando Rodrigues, Miguel Oliveira, tesoureiro em representação do Presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde, João Morgado.
A secção de basquetebol, juntamente com o clube, aproveitou a época natalícia para juntar toda a família do basquetebol para homenagear todos aqueles que mais se evidenciaram na época 2016/2017.
Foram entregues os prémios de assiduidade e atletas do ano de todos os escalões (são votadas por todas as atletas do escalão).
De referir que foram também distinguidas as equipas Sub14 e Sub16 por terem ganho o Torneio Interassociações e o Campeonato Distrital e Nacional, respetivamente, tendo o CPN aproveitado ainda para homenagear as atletas, treinadores e dirigentes que, na época transata, fizeram parte das seleções distritais e nacionais.
Pelas seleções distritais fizeram parte as atletas Raquel Rosas (Sub12), Gabriela Santos, Rita Santos (Sub14), Marta Leite, Marta Fernandes, Eva Carregosa, Mariana Pereira, Leonor Carvalho, Leonor Ferreira, Miriam Umabano, Filipa Trancoso, Margarida Lopes e Natália Santos (Sub16).
Já pela seleção nacional homenageou-se a representação das atletas Catarina Bonito (Sub20), Natália Santos e Mariana Pereira (Sub16).
Houve reconhecimento também para Agostinho Pinto e Fernando Coelho – seleção nacional de Sub18, seguindo-se a entrega dos prémios de reconhecimento a duas personalidades que muito fizeram pelo clube e secção: ex-Presidente da AB Porto, António Belém, e o ex-Presidente do CPN, Raul Santos.
Espaço de reconhecimento também a SabsegSeguros com o prémio de patrocinador do ano, sem o apoio da qual seria difícil atingir os êxitos alcançados, sem esquecer Foi também o prémio de Personalidade do Ano para o já mencionado Orlando Rodrigues por todo o apoio que deu ao clube.
VI Torneio de Minibasquete “Natal Solidário”
No passado dia 16 de dezembro, o Pavilhão D. Bosco voltou a acolher mais uma edição do Torneio “Natal Solidário”, num evento organizado pelos Salesianos de Évora e já se tornou numa referência da quadra natalícia do minibasquete do sul do país.
A iniciativa tem na sua génese uma estreita ligação do desporto à solidariedade social, no sentido de ajudar os mais necessitados. Ao longo das várias edições deste evento já foram angariados milhares de produtos para serem distribuídos pelas inúmeras famílias carenciadas apoiadas pelo projeto SolSal (Solidariedade Salesiana).
Na edição deste ano, a sexta, marcaram presença 30 equipas de 11 clubes de diferentes proveniências: AJES, Atlético SC, Beja BC, Belenenses, CP Bosco (Mérida), Eléctrico FC, GDR André de Resende, Oeiras IS, Salesianos do Estoril, Salesianos de Lisboa e Salesianos de Évora.
Ao todo realizaram-se 48 partidas nos escalões de minis 8, minis 10 e minis 12, nas quais participaram mais de 200 crianças e treinadores, sempre num ambiente muito positivo e propício ao bom desenvolvimento desportivo e social.
Com registo dos resultados dos jogos, mas sem qualquer classificação ou premiação final, foi muito interessante ver o esforço de todos e, acima de tudo, os sorrisos de satisfação pela participação no evento.
A cerimónia de abertura do Torneio “Natal Solidário” contou com a presença do Vereador da Câmara Municipal de Évora, Eduardo Luciano, e do Vice-Diretor da comunidade salesiana de Évora, Pe. António Gomes, os quais dirigiram umas palavras a todos os presentes, terminando a sessão com mais uma atuação da ginástica dos Salesianos e Évora.
Os Salesianos de Évora agradecem a todos os clubes presentes pela forma exemplar como decorreu o evento e ainda pelo grande contributo para a onda solidária, que voltou a angariar largas centenas de produtos para o projeto SolSal.
Final de ano em grande estilo com a FPB TV
O quarteto da frente da Liga Placard entra em ação e o nosso canal vai estar lá para acompanhar todas as emoções da receção do SL Benfica, líder da prova, à UD Oliveirense, segunda classificada, agendada para as 19 horas, seguindo-se o FC Porto (3.º) vs Vitória SC (4.º), que principia às 20h30.
De referir que ambas as partidas também passarão em direto na BTV e Porto Canal.
O ano basquetebolístico fecha este sábado (18 horas) com outro jogo relativo à 13.ª jornada e que opõe o Galitos Barreiro ao Illiabum Clube.
“Não nos podemos dar ao luxo de falhar na formação de jogadoras de especial talento”
Virando agulhas para as nossas seleções femininas jovens, e na tua ótica, continua a haver muito potencial?
Sinceramente, acho que sim. Talvez em menor quantidade, talvez menos organizada e com uma origem mais casuística e menos sistémica, mas com talento ainda assim. Infelizmente somos muito sensíveis ao fator “menor competitividade”, que afeta bastante os nossos campeonatos. Vai obrigar os selecionadores a um trabalho mais complicado e decididamente muito mais dependente dos restantes técnicos nos clubes, pois havendo menor quantidade de jogadoras de especial talento, não nos podemos dar ao luxo de falhar na sua formação.
Quanto ao teu futuro profissional, podemos esperar alguma novidade?
O futuro é uma verdadeira incógnita, pois não tenho nada em vista no presente. Tive alguns convites ou abordagens que muito me honraram, mas que gentilmente declinei por razões de vária ordem. Por isso não tenho qualquer novidade para dar nem nada no horizonte.
Enquanto adepto e profundo conhecedor da modalidade, e falando de uma forma global, qual foi para ti o principal acontecimento do basquetebol nacional em 2017? E do internacional?
No plano nacional, e sem desprimor por muitos e bons eventos que aconteceram por esse país fora em 2017, creio que a Gala dos 90 anos da FPB foi de facto um momento marcante. Pelo regresso à ribalta, pela festa da modalidade que traduz e, sobretudo, pela justiça das homenagens que concitou em si. No plano internacional, eu destacaria o prémio com que a FIBA galardoou o basquetebol português e muito em particular o seu setor feminino. Creio que a maioria dos portugueses amantes desta modalidade não realizou a grandeza da dimensão deste facto.
Seleção Nacional de Sub16 Masculinos discute esta sexta-feira o Torneio Internacional de Oeiras
Por seu turno, a turma helvética ultrapassou os nossos jogadores mais jovens (70-59).
“Se atentarmos aos resultados, tudo correu quase na perfeição”
Eis a 1.ª parte de uma entrevista a Eugénio Rodrigues, que nos falou sem rodeios sobre o seu percurso nos últimos tempos, no findar de um 2017 em que voltou a ser figura.
Olhando em retrospetiva para 2017, como te correu o ano em termos desportivos? Isto falando da Seleção de Sub 20 Femininos e do Phoenix Galati.
Depende da perspetiva. Se atentarmos aos resultados, tudo correu quase na perfeição, quer na Seleção Feminina de Sub20 Feminina, quer no Phoenix Galati – Roménia. Tendo em conta os objetivos pré-estabelecidos para a Seleção, sobretudo depois de constatarmos a ausência de algumas jogadoras basilares daquele grupo etário, a permanência na Divisão A era um objetivo complicado, mas exequível. Já no Phoenix Galati, os objetivos passavam por nos apurarmos para as finais da Taça da Roménia e classificarmo-nos até ao sexto lugar do campeonato. Ora, tendo conseguido ambos, fiquei de consciência tranquila. Porém, se atentarmos ao decurso da época em si mesma, os processos não foram os esperados. Na Seleção, conforme referi, porque tivemos muitas ausências e isso complicou bastante e inclusivamente a preparação do Europeu. Poucas atletas para os estágios (chegámos a ir a um torneio em França com nove atletas apenas) e um plantel muito desequilibrado no que toca à heterogeneidade. Já em Phoenix, basicamente teve a ver com questões financeiras que levaram as jogadoras, numa primeira fase, a fazerem greve e, numa segunda fase, a abandonarem a equipa, pelo que é possível imaginar-se como foi o nosso fim de época!
Muita gente foi apanhada de surpresa pela tua saída do basquetebol romeno, devido a motivos que não passaram por ti. Podes contar-nos por alto o que se passou no clube?
Foi bastante surpreendente de facto, até para mim. A equipa feminina desta época tinha sido constituída com base num orçamento muito limitado porque o apoio do município havia sido drasticamente reduzido, e foi com essas premissas que arranquei. Porém, em fins de outubro, a autarquia decidiu reduzir ainda mais o orçamento do clube, o que tornou inviável a continuidade de duas equipas nas ligas profissionais (o clube tinha também a equipa masculina na Liga Romena). A decisão foi no sentido de manter a equipa masculina e cortar a feminina e, como tal, o meu regresso a Portugal aconteceu por tabela.
Como olhas, em termos gerais, para a experiência no basquetebol romeno?
Foi uma experiência boa, muito enriquecedora, profissional e, acima de tudo, incrivelmente dura pela competitividade dos adversários. Estamos a falar de equipas com cinco estrangeiras e nalguns casos com internacionais romenas à mistura. As referências eram em maior número e mais ricas. Nem tudo era bom, como é evidente, e os aspetos financeiros foram sempre um problema bastante presente. As deslocações eram feitas em condições sofríveis e intermináveis, dado que Galati fica no extremo este do país e as estradas eram efetivamente bastante más. No entanto, e no balanço final, acho que foi bastante positivo.
Nádia Tavares aborda o tema “Coaching”
A ação, apesar de se destinar a todos os treinadores de basquetebol, fará parte do plano de formação dos treinadores estagiários.
3.ª edição do Torneio de Minibasquete de Ano Novo do Racing Basket Clube de Mafra
Para além do Racing participam ainda mais oito clubes: FC Barreirense, Clube Basket Queluz, Clube Hiper-Activo da Malveira, Montijo BA, Scalipus, Seixal 1925, Stella Maris e Real Cavala.
Este ano esperam alcançar-se ou andar muito perto de 200 mini-atletas participantes num evento que contará com 20 equipas e 36 jogos ao longo do primeiro fim de semana de 2018.
O Torneio decorrerá na Fonte Boa da Brincosa, a três minutos de carro do final da A21 na Ericeira.
De salientar que este pavilhão dispõe de uma zona separada para o público, bem como uma área coberta com bancos no exterior do pavilhão.
“Regressar ao Vitória SC foi uma lufada de ar fresco”
Vindo de uma das exibições mais impressionantes da temporada (44 pontos marcados frente ao SL Benfica) e a liderar o ranking dos jogadores mais valiosos da Liga (distinção que arrecadou há sete anos), o poste norte-americano concedeu uma entrevista à FPB.
És o MVP atual da Liga Placard, nunca baixaste dos dois dígitos e vens de uma exibição espetacular contra o Benfica, com 44 pontos marcados. Estavas à espera de um regresso assim?
Sim, porque treinei mesmo muito no verão passado, e tendo 37 anos é algo que eu queria provar a mim mesmo e a todos aqueles que tinham dúvidas, de que ainda poderia jogar a um nível alto. Por isso, foi muito grande a motivação para retornar ao topo desta temporada.
Estiveste no Vitória em 2009-2010, época em que foste o MVP da fase regular. Comparando ambos os momentos, em que aspetos achas que evoluíste mais? E o nosso campeonato? Que diferenças encontras?
A idade trouxe-me experiência e nos seis anos que passei em Angola tornei-me uma pessoa mais forte, sendo que alterei a minha visão da vida, apreciando agora pequenas coisas, algo que nem sempre fiz antes. Por isso, regressar ao Vitória foi uma lufada de ar fresco para mim. Aqui vejo uma ótima equipa e uma organização a evoluir. Enquanto continuarmos a melhorar e com ambição, o céu é o limite.
Como descreves os sete anos que passaste em Angola ao serviço do Petro de Luanda, 1.º de Agosto e Interclube?
Angola é definitivamente diferente, mas em termos basquetebolísticos devo dizer que era uma liga forte. Porém, devido à crise financeira, mudaram muitas coisas, e o que eu adoraria que o campeonato continuasse na direção para a qual estava a ir, mas, infelizmente, as coisas aconteceram assim, é a vida. De todos os clubes angolanos por onde passei, o Petro é o meu favorito porque foi onde me estreei no país e onde ganhei o meu primeiro campeonato. Adorei jogar pelo Interclube também, uma experiência muito divertida e quanto ao 1.º de Agosto, é a principal equipa africana, com muita história. Tive a sorte de ter estas experiências que eu sempre apreciarei.
Encontraste um Vitória SC com ambição de ser campeão?
Esta foi a questão do milhão de dólares, mas espero que continuemos a melhorar e a tentar tornar esse objetivo uma realidade.
Um dos teus maiores objetivos é ser o melhor jogador da liga?
Inequivocamente, sim! Todas as condições estão aqui, temos um staff muito bom e excelentes jogadores. Por isso, tento aproveitar ao máximo, juntando a esta realidade uma ótima temporada.
Tainá Paixão volta a dar espetáculo na Liga Feminina e distingue-se como MVP da 10.ª semana
A atleta brasileira foi a MVP global da 10.ª semana da competição ao alcançar 43,5 pontos no triunfo caseiro (80-55) sobre o CAB Madeira, depois de registar 30pts, 8res, 10as, 2rb e 1dl, enquanto a MVP portuguesa foi Emília Ferreira, do GDESSA Barreiro, com 28 pontos de valorização na vitória por 65-64 sobre o SL Benfica (19pts, 8res, 2as, 2rb e 1dl).
Como MVP jovem sobressaiu Beatriz Jordão, mais uma vez, com uma valorização de 18,5 pontos no duelo diante da Ovarense (62-55, após prolongamento), ao apontar 8pts, 9res e 2dl.
Importa ainda destacar que a MVP portuguesa deste mês é Sara Djassi, a alinhar no União Sportiva (16,3 pontos de valorização média), enquanto como MVP jovem temos Ana Jesus (GDESSA Barreiro) com 10 pontos de valorização.
Em baixo poderão consultar as nomeadas em todas as categorias, incluindo os cincos ideais.
MVP geral – Tainá Paixão (Olivais Coimbra): Valorização de 43,5 (30pts, 8res, 10as, 2rb e 1dl)
MVP portuguesa – Emília Ferreira (GDESSA Barreiro): Valorização de 28 (19pts, 8res, 2as, 2rb e 1dl)
MVP jovem – Beatriz Jordão (Quinta dos Lombos) – Valorização de 18,5 (8pts, 9res e 2dl)
Pontos – Dejza James (SL Benfica): 31
Ressaltos – Claire Lamunu (Boa Viagem): 24
Assistências – Tainá Paixão (Olivais Coimbra): 10
Roubos de bola – Catarina Neves (SL Benfica) e Alice Martins (Olivais Coimbra): 5
Desarmes de lançamento – Raphaella Monteiro (União Sportiva): 3
Faltas provocadas – Dejza James (SL Benfica): 5
Cinco geral – Tainá Paixão (Olivais Coimbra), Márcia Costa (GDESSA Barreiro), Sara Djassi (União Sportiva), Dejza James (SL Benfica) e Brittni Montgomery (AD Vagos)
Cinco português – Catarina Neves (SL Benfica), Márcia Costa (GDESSA Barreiro), Sara Djassi (União Sportiva), Isabel Costa (Académico FC) e Emília Ferreira (GDESSA Barreiro)
“Man Out” com… João Jerónimo
Falámos com João Jerónimo, no regresso da rubrica “Man Out”, um jogador poderoso na posição de poste – onde Portugal está carente – e que promete ser um nome a ter em conta nos próximos compromissos oficiais.
Chamam ao basquetebol em cadeira de rodas (BCR) a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como “vendias” a modalidade?
A melhor maneira de convencer uma pessoa a ver ou praticá-la no nosso país, hoje em dia, é agarrarmos no nosso carro, irmos buscar as pessoas a casa e levá-las até ao pavilhao, mas fora isso, o basquetebol em cadeira de rodas é uma modalidade super “poderosa”, onde só experimentando se consegue sentir as coisas, convidar para vir ver um treino, experimentar a cadeira e depois ver um jogo para sentirem a adrenalina que é jogar.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
Sou apaixonado pelo jogo do capitão da Turquia, Ozgur Gurbulak. A maneira como consegue motivar toda a equipa a fazer bons jogos é fascinante, já para não falar da finalização inpresionante que tem. Também gosto imenso do jogador da Grã-Bretanha, Dan Highcock, da dedicação que tem para chegar à perfeição. É um atleta que sigo há imenso tempo e que me dá uma motivação extra.
Ter uma limitação motora, entre outras coisas, produz momentos humorísticos de requinte devido à reação das pessoas menos “familiarizadas” com o tema. Ter uma limitação motora e jogar BCR é uma mistura explosiva? Conta-nos um episódio contigo ou que presenciaste.
Ter uma limitação motora não nos impede de fazer nada! Desde os meus 15 anos, quando tive o acidente, saí do desporto dito “normal” e entrei no mundo do desporto adaptado, e apercebi-me logo de que conseguimos praticar desporto na mesma de alta competição, independentemente de termos ou não uma limitação motora. Tenho imensos episódios em jogos caricatos, sendo que os mais cómicos passam por ver jogadores em contra-ataque com a cabeça no chão, eu pôr-me a jeito parado e o jogador bater em mim e sair literalmente disparado da cadeira. Farto-me de rir e o mais engraçado é que ainda ganho a falta de atacante.
Entre todas as maravilhas passíveis de pôr em prática numa cadeira de basquetebol, qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo predileto?
Eu adoro fazer “abafos”, jogadores em lançamento e roubar bolas quando estão a sair da mão do adversário, adoro. Agora ando a praticar o ”tilting” para conseguir fazer lançamentos apoiados numa roda (ainda tenho muito que trabalhar, mas já esteve mais longe).
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”? Com sinceridade, vá lá!
Como eu gosto de ter a fasquia sempre alta, gostaria imenso de fazer Man Out ao jogador da Argentina, Alber Esteche, contra quem há três anos, no Torneio Internacional de Lisboa, tive oportunidade de jogar. Fiquei fascinado com a perícia da cadeira.
Liga Placard: Terceira Basket vence em Ovar e sobe ao 6.º lugar
Foi apenas no último período que os açorianos se superiorizaram aos vareiros, graças a um parcial favorável de 11-0 que transformou um 62-60 num 73-60. A vantagem de dois dígitos acabou por ser irrecuperável para os homens da casa, que vão passar o ano na 10.ª posição da tabela, embora com menos um jogo realizado.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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