Artigos da Federaçãooo
Divulgação dos candidatos a Delegados à Assembleia Geral
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. Ernesto Ferreira da Silva, divulgou a lista definitiva de 69 candidatos aos 37 lugares de Delegados eleitos para a Assembleia Geral, no âmbito do processo eleitoral para o quadriénio 2026-2030. Do total de candidatos apresentados, 9 são mulheres e 60 são homens.
Os candidatos distribuem-se por quatro áreas de representação. Em representação dos Clubes concorrem 30 candidatos, sendo eleito um delegado pela área geográfica de cada Associação Distrital ou Regional, num total de 21 lugares. A votação é de âmbito local, decorre na respetiva Associação e é efetuada pelos Clubes, sendo obrigatória a apresentação de uma credencial do clube por parte do votante.
Na representação dos Jogadores apresentam-se 19 candidatos para a eleição de 8 delegados. A votação é nacional e podem votar os jogadores que estavam inscritos até 31 de janeiro de 2026 e que tenham 18 ou mais anos à data da eleição.
Para a representação dos Juízes concorrem 8 candidatos, sendo eleitos 4 delegados. A votação é igualmente nacional, participando os juízes inscritos em 31 de janeiro de 2026 e com 18 ou mais anos à data do ato eleitoral.
Relativamente à representação dos Treinadores, concorrem 12 candidatos a 4 lugares. Têm direito de voto os treinadores com 18 ou mais anos à data da eleição que estavam inscritos em 31 de janeiro de 2026 ou que, não estando inscritos, sejam detentores de TPTD válida.
As eleições realizam-se no dia 21 de fevereiro de 2026, entre as 10:00 e as 20:00 (hora local), na sede das 21 Associações Distritais e Regionais. Cada eleitor vota exclusivamente na Associação onde se encontra inscrito, sendo permitido apenas um voto por pessoa, nos termos do artigo 18.º, n.º 1 do Regulamento Eleitoral.
Em anexo encontra-se a lista completa dos candidatos a Delegados à Assembleia Geral. Os cadernos eleitorais serão divulgados oportunamente.
Todas as informações relativas ao processo eleitoral para o quadrénio 2026-2030 disponíveis aqui.
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Mery Andrade faz história e integra staff da Team World no NBA All-Star Game 2026
Se em abril de 2020, em plena pandemia, Mery Andrade falava desde Boston sobre criatividade, resiliência e aprendizagem constante, seis anos depois o seu percurso ganha um novo e simbólico capítulo: a treinadora portuguesa integra o staff técnico do NBA All-Star Game, ao serviço da Team World.
Na entrevista concedida à FPB, Mery descrevia um quotidiano marcado pelo isolamento da COVID-19, mas também por uma disciplina férrea: aulas de fitness online, estudo constante e “clinics” para treinadores enquanto pedalava na bicicleta estática. Já nessa altura era claro que a ex-internacional portuguesa encarava cada obstáculo como uma oportunidade de crescimento, uma mentalidade que ajudou a pavimentar o caminho até ao maior palco do basquetebol mundial.
Depois da estreia como treinadora adjunta na G-League, nos Erie BayHawks, Mery sublinhava a importância da flexibilidade, do desenvolvimento individual dos jogadores e do trabalho humano fora de campo. Funções que continuam a defini-la hoje, já como adjunta de Darko Rajaković nos Toronto Raptors e que agora lhe valem o reconhecimento da NBA.
A presença no NBA All-Star Game de 2026, agendado para 15 de fevereiro, no Intuit Dome, casa dos Los Angeles Clippers, acontece num contexto especial. A edição deste ano estreia o formato “USA vs World”, espelhando a crescente influência internacional na liga um cenário perfeito para uma treinadora que sempre defendeu que o basquetebol “não olha a género, raça ou origem”.
Em 2020, Mery já antecipava mudanças históricas, afirmando que era apenas “uma questão de tempo” até vermos uma mulher como treinadora principal na NBA. Hoje, a sua nomeação para o All-Star confirma que esse futuro está cada vez mais próximo e que Portugal faz parte dele.
Tal como acreditou no potencial de Neemias Queta quando muitos ainda duvidavam, Mery Andrade continua a abrir portas, a inspirar gerações e a levar o basquetebol português a patamares nunca antes alcançados.
Mais do que uma distinção individual, esta presença no All-Star é mais um marco para o basquetebol português e a prova de que a visão, o trabalho diário e a capacidade de adaptação podem levar Massamá até ao centro do mundo NBA.
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Tudo o que precisas saber sobre as eleições da FPB em 2026
As eleições de uma Federação Desportiva representam um momento chave para o futuro da respetiva modalidade, com impacto direto no seu rumo no quadriénio seguinte.
Compreender como funciona o processo eleitoral, quem decide e o que está em causa é essencial para acompanhar de forma informada cada um desses momentos determinantes para a modalidade.
A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) terá eleições em 2026, conforme calendário já divulgado. Essas eleições decorrem em duas fases: primeiro, com a eleição dos delegados à Assembleia Geral da FPB, no dia 21 de fevereiro. Depois, com a eleição dos órgãos sociais, a 25 de abril.
ASSEMBLEIA GERAL
Quem são os delegados à Assembleia Geral?
Os elementos que compõem a Assembleia Geral da FPB, órgão deliberativo da instituição.
Quantos delegados são eleitos?
37. 21 delegados em representação dos clubes e sociedades desportivas participantes nas competições nacionais, mas também: 8 delegados em representação dos jogadores; 4 delegados em representação dos juízes e 4 delegados em representação dos treinadores.
E quem pode ser delegado?
Todos os jogadores, treinadores e juízes, quer estejam atualmente inscritos ou que já tenham estado inscritos na FPB. Devem ter mais de 18 anos e nacionalidade portuguesa. Em representação dos clubes podem ainda ser eleitos atuais ou antigos dirigentes (desde que estejam ou tenham estado inscritos na FPB).
Então posso ser delegado?
Sim, se cumprires os requisitos. As candidaturas são formalizadas através do preenchimento dos impressos próprios, disponíveis no final deste artigo, sendo que cada candidatura tem de ser subscrita por um número pré-determinado de apoiantes (todos eles devidamente inscritos na FPB), nomeadamente:
➤ Delegados em representação dos clubes – candidatura subscrita por pelo menos um clube
➤ Delegados em representação dos jogadores – candidatura subscrita por pelo menos 10 jogadores
➤ Delegados em representação dos juízes – candidatura subscrita por um mínimo de 5 juízes
➤ Delegados em representação dos treinadores – candidatura subscrita por um mínimo de 5 treinadores
Até quando é que posso apresentar a minha candidatura?
1 de fevereiro.
E como o fazer?
Através dos formulários em anexo ou no tópico Impressos do separador Eleições. Depois, é enviar o processo de candidatura para a sede da Federação Portuguesa de Basquetebol, ao cuidado do Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
Não quero ser delegado. Posso votar nos representantes dos clubes?
Não. Vota um representante por cada clube ou sociedade desportiva, somente nos candidatos da sua Associação Distrital.
Mas posso votar nos delegados em representação dos jogadores, dos juízes e dos treinadores?
Sim, se estiveres inscrito na Federação à data de 31/01/2026 enquanto jogador, treinador ou juíz. No caso dos treinadores, os que tenham carteira válida podem votar, mesmo que não estejam em atividade. E aqui votas em todos os candidatos a nível nacional.
Se estiveres inscrito em mais do que uma categoria e/ou se estiveres a representar um clube, vais ter que optar em qual das condições queres votar, já que cada pessoa pode votar uma única vez.
Onde e quando votar?
Dia 21 de fevereiro, na Associação Distrital onde efetuaram a atual (ou última) inscrição, entre as 10:00 e as 20:00 (hora local).
Preciso levar alguma coisa?
O documento oficial de identificação ou o cartão válido da FPB, a que se junta uma credencial, se fores votar em representação de um clube.
E como sei de antemão em quem votar?
A FPB irá divulgar de antemão os candidatos. Podes sempre consultar tudo no separador Eleições.
Há mais delegados que não sejam eleitos?
Sim. Além dos presidentes da Associação de Jogadores de Basquetebol, da Associação Nacional de Juízes Basquetebol e da Associação de Treinadores de Basquetebol, que são delegados por inerência, todas as direções das Associações Distritais e Regionais de Basquetebol têm um lugar de delegado na Assembleia Geral, designando um membro da sua direção para o ocupar. Assim, os 37 delegados a eleger no dia 21 de fevereiro juntar-se-ão a estes 24 delegados por inerência, para termos os 61 delegados que compõem a Assembleia Geral.
E depois?…
ÓRGÃOS SOCIAIS
Quem são os órgãos sociais da FPB?
➤ Assembleia Geral
➤ Presidente
➤ Direção
➤ Conselho Fiscal
➤ Conselho de Disciplina
➤ Conselho de Justiça
➤ Conselho de Arbitragem
Quem vota para eleger os órgãos sociais?
Todos os delegados da Assembleia Geral. Os 37 delegados eleitos a 21 de fevereiro e os 24 delegados por inerência (Associações Distritais e Regionais e Associações Nacionais de Jogadores, Juízes e Treinadores).
Onde e quando vão eles votar?
Dia 25 de abril, em Assembleia Geral Eleitoral, na sede do Comité Olímpico de Portugal.
E em quem?
A data limite para receção das candidaturas aos órgãos sociais da FPB é 5 de abril.
Qualquer pessoa pode candidatar-se?
Sim, desde que preencha os requisitos definidos nos Estatutos da FPB, Regulamento Geral e Regulamento Eleitoral.
Como oficializar essa candidatura?
Enviando o processo de candidatura para a sede da Federação Portuguesa de Basquetebol, ao cuidado do Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
Quanto vale um voto?
Cada delegado dispõe de um voto.
Onde posso saber mais sobre o que faz cada órgão social?
Nos Estatutos da FPB e no seu Regulamento Geral.
Como posso acompanhar melhor o processo eleitoral?
Através do site da FPB, nomeadamente no separador Eleições. A leitura deste artigo não dispensa a leitura dos Estatutos e Regulamentos aplicáveis.
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FPB convoca eleições para Delegados à Assembleia Geral
A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) divulgou a convocatória para a eleição dos Delegados à Assembleia Geral para o quadriénio 2026-2030, marcada para o dia 21 de fevereiro, inserida no calendário eleitoral para o período em questão.
Segundo o documento assinado em Lisboa a 13 de janeiro de 2026 pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Ernesto Ferreira da Silva, o ato eleitoral será realizado nas sedes das Associações Distritais e Regionais de Basquetebol, decorrendo entre as 10:00 e as 20:00 horas (hora local).
Nos termos do Regulamento Eleitoral, as candidaturas a Delegados devem ser remetidas ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e entregues na sede da FPB até 1 de fevereiro de 2026, devidamente instruídas de acordo com as formalidades previstas.
Segundo o documento orientador, serão eleitos 37 delegados, distribuídos pelas representações dos clubes, jogadores, treinadores e juízes, garantindo a participação de todos os agentes desportivos no processo eleitoral.
A informação detalhada pode ser consultada nos documentos em anexo.
FPB anuncia calendário eleitoral para 2026–2030
A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) divulga o calendário do processo eleitoral para o quadriénio 2026–2030, dando cumprimento ao compromisso assumido pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Ernesto Ferreira da Silva, na reunião magna realizada no passado dia 13 de dezembro, em Lisboa.
De acordo com a informação tornada pública, o processo eleitoral abrange a escolha dos delegados à Assembleia Geral e dos órgãos sociais da Federação, decorrendo em várias fases ao longo do primeiro semestre de 2026. Entre as principais datas definidas contam-se a receção de candidaturas, a eleição de delegados, a realização da Assembleia Geral Eleitoral e entre outras.
À semelhança do que ocorreu em 2022, a FPB volta agora a reforçar a transparência e a antecipação do processo eleitoral, disponibilizando atempadamente a informação aos agentes desportivos e associados.
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral sublinha que a divulgação deste calendário decorre “em conformidade com os Estatutos e com o Regulamento Eleitoral” da Federação.
A informação pode ser consultada em anexo.
Terminada mais uma semana dos portugueses fora de Portugal
Mais uma semana, mais uma rubrica de portugueses além fronteiras. Os internacionais portugueses tem sido peças fundamentais nos respetivos campeonatos e até mesmo em competições europeias. Passando um pouco por toda a Europa, podemos encontrar um Português que esteja a triunfar.
Em território Francês, Anthony da Silva e Travante Williams tiveram mais uma semana de elevado rendimento com jogos complicados. Apesar da derrota, Anthony foi uma peça fundamental na partida e ao longo do 37 minutos jogados, marcou 11 pontos, fez sete assistências e um ressalto, mostrando que depois da sua lesão está completamente recuperado e apto para jogar ao mais alto nível.
Já Travante Williams teve dois jogos: um para o campeonato francês e o outro para o patamar mais alto do basquetebol; Champions League. O Le Mans defrontou no fim de semana o JL Bourg-en-Bresse numa partida complicada e disputada até ao final, terminando na vitória da equipa do internacional português por 84-82 onde contou com 6 pontos, duas assistências e dois roubos de bola. Na passada segunda feira, defrontou o SL Benfica, para a Champions League. Uma partida que ao intervalo estava bastante equilibrada (45-43) mas que acabou com a vitória confortável por 20 pontos (89-69) do Le Mans. O extremo marcou 8 pontos, uma assistência e um ressalto.
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Hungria, Espanha, Itália ou Alemanha são alguns dos sítios onde podemos encontrar as verdadeiras atletas que brilharam ao longo da última semana. Em Espanha apesar das inúmeras portuguesas em destaque, esta semana é Carolina Bernardeco quem merece o título de MVP.
Depois de uma grande vitória da sua equipa (Alcorcón) por 11 pontos frente ao Andratx, a internacional foi mesmo a jogadora mais valiosa da partida com 13 pontos, três assistências e dois roubos de bola, formando 18 de valorização.
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Um nome que já não espanta de ser falado é Carolina Rodrigues. A internacional está na Hungria a defender o Szekszard e teve uma semana com dose dupla: EuroCup Women na quarta-feira e campeonato no domingo.
Na competição europeia, a base venceu frente ao SF Gheorghe (Roménia) por 63-49 e marcou 16 pontos, fez cinco assistências e fez dois ressaltos, ajudando significativamente a equipa em 33 minutos jogados. No campeonato, a história não divergiu muito; mais uma vitória e mais 9 pontos, quatro assistências e três ressaltos em 29 minutos.
Voando até Itália, o nome de Carolina Cruz também tem estado em grande destaque na Série2. A poste portuguesa tem feito jogos de enorme calibre e na última partida frente ao San Salvatore, fez 16 pontos e uns incríveis 15 ressaltos (nove defensivos e seis ofensivos), tendo sido a jogadora mais valiosa do encontro. De referir que na junção dos dois jogos anteriores, Carolina conta com 26 pontos, cinco assistências e 12 ressaltos.
Terminando o voo desta semana na Alemanha, Tess Santos, está a representar o Wasserburg (equipa da segunda liga alemã) pelo segundo ano e tem feito jogos de alto nível. A equipa, inserida na zona Sul, encontra-se em 4º lugar do campeonato com três vitórias e uma derrota. Na última partida, Tess entrou no cinco inicial e foi MVP com 21 pontos, nove ressaltos e duas assistências.
Estatísticas individuais dos atletas portugueses:
Travante Williams (Le Mans, LNB – França)
6pts, 2ast, 2res (20min) na vitória frente ao Bourg (84-82)
8pts, 1ast, 2res (23min) na vitória frente ao SL Benfica (89-69) – Champions League
Anthony da Silva (Évreux Basket, Elite 2 – França)
11pts, 7ast, 1res (37min) na derrota frente ao Antibes (83-89)
Diogo Brito (Monbus Obradoiro, Primera FEB – Espanha)
9pts, 3res (26min) na vitória frente ao Melilla (79-59)
Diogo Seixas (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
6pts, 1ast, 1res (12min) na vitória frente ao Palmer Basket Mallorca Palma (82-69)
Rafael Lisboa (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
7pts, 5ast, 2res (21min) na vitória frente ao Grupo Caesa Seguros FC Cartagena CB (90-77)
Francisco Amiel (Albacete Basket, LEB Plata – Espanha)
4pts (8min) na derrota frente ao Huesca (80-88)
Tiago Teixeira (Toledo, Segunda FEB – Espanha)
7pts, 1ast, 2ress (13min) na vitória frente ao La Leonesa (90-73)
Carolina Rodrigues (Szekszard, NB I.A – Hungria)
16pts, 5ast, 2res (33min) na vitória frente ao SF Gheorghe (63-49)-EuroCup Women
9pts, 4ast, 3res (29min) na vitória frente ao PEAC-Pecs (78-67)
Inês Ramos (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
7pts, 1ast (24min) na derrota frente ao Celta Zorka (58-67)
Raquel Laneiro (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
3pts, 3ast, 3res (31min) na derrota frente ao Celta Zorka (58-67)
Josephine Filipe (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
11pts, 3ast, 1res (30min) na derrota frente ao Celta Zorka (58-67)
Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote, LF2 – Espanha)
12pts, 1ast (22min) na vitória frente ao El Plantel GMASB (80-61)
Carolina Cruz (Livorno, Série2 – Itália)
16pts, 15res (28min) na derrota frente ao San Salvatore (59-62)
Carolina Bernardeco (Itesal Femenino Alcorcon, LF2 – Espanha)
13pts, 3ast, 2res (28min) na vitória frente ao Andratx (90-79)
Eva Carregosa (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha)
8pt, 3res (18min) na derrota frente ao Adareva (66-72)
Ana Raimundo (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
2pts, 1ast (3min) na derrota frente ao ALBA Berlin (50-68)
Sara Guerreiro (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
4pts, 2ast, 3res (23min) na derrota frente ao ALBA Berlin (50-68)
Tess Santos (Wasserburg, 2ª Bundesliga – Alemanha)
21pts, 2ast, 9res (26min) na vitória frente ao Mainz (92-59)
IV Seminário Manuel Sérgio debate desporto, ética e comunidades
De 29 de outubro a 26 de novembro de 2025 realiza-se o IV Seminário Manuel Sérgio “Desporto, sociabilidades e comunidades”, promovido pela Cátedra Manuel Sérgio – Desporto, Ética e Transcendência do CITER da Universidade Católica Portuguesa, em parceria com o Instituto Português do Desporto e Juventude e o Plano Nacional de Ética no Desporto. O seminário, de participação gratuita e formato online, decorre entre as 18h30 e as 20h00, com inscrições abertas até 26 de outubro.
A iniciativa pretende refletir sobre o papel do desporto na construção da cultura contemporânea, a sua relevância ética e o contributo para a coesão social. O programa inclui cinco sessões dedicadas a temas como Desporto e Urbanidades, Sociabilidades Religiosas, Ética e Cooperação, Política e Associação e Desporto e Educação, com a participação de investigadores e docentes como Pedro Braga Falcão, Alfredo Teixeira, Rita Mendonça Leite, José Miguel Cardoso, Luísa Ávila da Costa e Maria Alexandra Leandro.
O seminário é acreditado para treinadores e técnicos de exercício físico.
Créditos – Universidade Católica Portuguesa
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José Araújo: “O Europeu de Matosinhos ficou-me atravessado”
José Araújo cumpre a segunda temporada no BC Marburg, abriu 2025-26 com três vitórias em três jogos e aposta numa equipa equilibrada, agora com as portuguesas Sara Barata Guerreiro e Ana Raimundo. Em entrevista exclusiva à FPB, o técnico, também selecionador Sub20 femininos, explica o que encontrou nesta segunda passagem pela Alemanha, a ponte entre a Seleção Nacional e as Sub20, e um Europeu que lhe ficou “atravessado” em Matosinhos.
Chegaste ao Marburg com a época passada em curso e a equipa a atravessar uma fase negativa. Como surgiu este convite?
Eu já tinha estado aqui duas épocas. Vim na altura em que saí da Roménia. Cheguei a uma equipa que estava na 2.ª divisão e o plano era ficar mais um ano, mas depois veio a Covid-19 e todas aquelas confusões. Tinha algum conhecimento do campeonato alemão, embora ele tenha mudado e esteja mais interessante do que há cinco ou seis anos, quando cá estive pela primeira vez. Lembrava-me do Marburg, de jogar contra eles, e acompanhei mais quando a Laura (Ferreira) e a Maria (Kostourkova) jogaram aqui. A Simone (Costa) também esteve cá, mais recentemente. E em Marburg jogou a Marta Vargas um ano; fui acompanhando e vendo a evolução da liga, sobretudo por serem jogadoras da Seleção. Quando me falaram a primeira vez, estudei a equipa à distância. Foi a primeira vez que peguei num projeto a meio, nunca o tinha feito. É diferente, mas foi um desafio muito interessante.
Quando entras num comboio em andamento, quais foram as tuas prioridades para mudar o rumo?
Primeiro, perceber muito bem como a equipa jogava, o que procurava no ataque e na defesa. As coisas não estavam claras: a equipa estava numa dinâmica má e não era claro o que se fazia em ataque e defesa. Havia muita vontade, mas também muita confusão e ansiedade. Percebi que tínhamos duas ou três atiradoras, uma delas muito boa, uma autêntica “sniper”, e não entendia como é que a equipa não tirava partido disso. Os lançamentos eram precipitados, maus, ou fora das zonas onde elas eram realmente eficazes. Isso ajudou-me a preparar melhor o “spacing” para as jogadoras que tinha. Defensivamente tivemos de construir quase tudo, porque a filosofia anterior era completamente diferente da minha. Não há só uma forma de fazer bem as coisas. Cheguei e fiz dois treinos; um dia e meio depois já estávamos a jogar. Nem sabia bem os nomes de todas. O primeiro mês foi duro; fui mudando as coisas paulatinamente. Tinha a dúvida se seria fácil para elas largarem o que faziam e pegarem em coisas novas. Curiosamente, como a dinâmica começou a mudar e agarraram-se às ideias novas. Começámos a competir. E tive muita sorte com o carácter das pessoas que encontrei aqui. Receberam-me bem. Se apanhasse um grupo com carácteres diferentes, teria sido mais difícil.
Conseguiste a manutenção e, esta época, arrancaste com três vitórias em três jogos. Que metas traçaste para 2025-26?
Em teoria estamos no último terço da tabela a nível de orçamento, mas a liga deu uma cambalhota: a ideia era 14 equipas e passaram a 10. Para uma equipa como nós, cujo objetivo é o playoff, há menos jogos para ganhar, digamos assim. Com 10 equipas fazem-se duas voltas e meia; depois dividem em dois grupos e cinco equipas jogam uma terceira vez. A primeira volta nunca é igual à segunda, a ordem das jornadas muda, é estranho. O objetivo do clube é o playoff. No ano passado, mesmo sem descidas, a pressão interna era playoff. Este ano, com pré-época minha e alguma continuidade, a equipa está mais equilibrada, com mais opções. Mantivemos seis ou sete jogadoras que me davam garantias na liga e trouxemos gente nova com critério. Não controlo tudo e o orçamento é o que é, mas fizemos um bom trabalho no verão e estou muito contente com a equipa.
Duas dessas opções novas são portuguesas, a Sara Barata Guerreiro e a Ana Raimundo. Como nasceram essas contratações e o que traz cada uma? Pelo menos podes falar Português.
Em jeito de brincadeira: ao segundo ou terceiro dia de pré-época, a base mais nova já estava a dizer duas asneiras em português. Não sou só eu a desenferrujar o “Português”, elas apanham tudo.
Sobre a Sara: precisava de um 2/3. Não quis ficar com a europeia que cá estava e, entre ir buscar alguém muito experiente – cara e possivelmente já longe das melhores condições – e apostar numa jogadora com potencial, surgiu a Sara. Conhecia o percurso dela na universidade, o Ricardo também me tinha falado que a ia chamar para as Universíadas, e aquilo ficou-me na orelha. É abnegada, trabalha muito, fisicamente muito boa, ganha muitos ressaltos e tem muita vontade. Foi falar com ela, acertar detalhes com agentes, e fechámos o acordo. É potencial enorme e em evolução, duas coisas que gosto de trabalhar.
A Ana foi diferente. O plano era ter mais uma base alemã, olhámos para jovens talentos, mas havia indecisão e comecei a ficar preocupado. Soube que a Ana queria mudar-se para a Alemanha e resolvi o problema. Tenho uma base muito nova, fez agora 20 anos, e juntar juventude e experiência deu-nos duas bases muito diferentes, com coisas importantes para nós. É a primeira experiência dela fora de Portugal; sentiu a fisicalidade no início, estava habituada a 30 e tal minutos e agora não precisa, nem eu quero. Vejo-a feliz, espero não estar enganado. E logo na primeira jornada, quando o jogo não estava a sair, entrou e controlou, e ainda fez as tropelias dela: colocou o ritmo certo, correr quando era preciso, não correr quando não era. A experiência a falar. Curiosamente, as duas bases encaixam muito bem.
Disseste que não querias ninguém acima de 30 minutos, mas tens duas jogadoras nesse patamar, uma delas a Sara. Estás a aproveitar a juventude e as pernas frescas?
Não é por aí. Tínhamos uma baixa: uma jogadora que ficou do ano passado, operada a uma hérnia. Jogou a época toda e o verão na Austrália, chegou e foi operada logo. Está a recuperar e por isso a Sara e a Lea, eslovena, têm jogado muitos minutos.
Este ano há um contingente português inédito na Alemanha. Defrontaram o Herner TC, da Catarina Miranda e da Mariana Silva Pereira, neste fim de semana. Na 2. Bundesliga há a Teresa Faustino, a Tess Santos e a Bárbara Calvinho. O que está a mudar para os clubes alemães olharem para jogadoras portuguesas?
Com a Laura e a Maria, ficou uma imagem muito boa das portuguesas. Hoje tens duas características distintas: as universidades nos EUA levam as melhores; e a jogadora portuguesa é, neste momento, muito interessante em custo/qualidade. Estamos a desbravar caminho. Na primeira vez tens oportunidade, e o custo não é tão elevado quando és “rookie” lá fora. Como temos provado valor, já não é preciso olhar só para o mercado do Norte da Europa, que tradicionalmente agrada à Alemanha – finlandesas, suecas, letãs. Não se vão atirar para Espanha e para mercados fortes, mas o português começa a ser interessante para eles.
E quanto a treinadores portugueses, o teu trajeto pode abrir portas no mercado alemão?
Espero que sim, mas quando se chega a treinadores o mundo é mais difícil: entra a questão dos agentes, das “connections” (risos) e deixa de ser tão simples. No meu segundo ano na Alemanha, no primeiro ano da Liga, trouxe o Francisco Rothes. Não uso muito redes sociais, mas vou percebendo que há treinadores portugueses por cá, noutras ligas.
Falemos da Seleção de Sub20 femininos: Matosinhos 2025 não trouxe a permanência na Divisão A. Entre outras, não contaste com a Clara Silva, que vinha do Mundial Sub19. Que balanço fazes?
Ainda não me passou. Ficou-me atravessado. Não por perder, mas por ser a Seleção, que é maior do que o resto. Tínhamos um grupo de jovens que se esforçou muito para ficar na Divisão A. Foi um ano espetacular para Portugal, com os EuroBaskets masculino e feminino, e o Mundial Sub19 e os Sub20 na Divisão A. A preparação foi difícil porque não tínhamos muitas atletas disponíveis; não foi só a Clara. Perdemos também a Fatu (Fatumata Djaló), um problema grande. É líder em campo e lidera pelo exemplo. Depois disto tudo, o último jogo foi com a França. Se me dissessem no início que o último jogo seria com a França, pensava que seria final ou 3.º/4.º. Perdemos por poucos. A três minutos do fim estávamos no jogo, a França nervosa, depois fizemos disparates e elas fugiram. Quando começa a correr mal, às vezes corre mesmo. Subir nunca é fácil. Espero que a Sub20 e as outras voltem o mais rapidamente possível à Divisão A.
As Sub20 são antecâmara da Seleção A. Tens uma articulação próxima com o Ricardo Vasconcelos. Como funciona essa ponte, pensando que há jogadoras da A com 35, 36, 37 anos e a renovação será inevitável?
Desde que estou nas Sub20, o nosso jogo, conceitos e filosofia são completamente baseados na Seleção A, adaptados ao perfil das jogadoras. Quatro ou cinco coisas que usamos são iguais. Trabalhamos para que a entrada nas seniores seja o mais serena e fácil possível. Houve muitos verões em que fazia Sub20 e, quando havia estágio da A, estava muito focado nas que chegavam da Sub20, a fazer a ponte: abrir a porta, mostrar os primeiros passos. Não é fácil entrar na Seleção sénior: há ansiedade, medo de errar. Gosto desse papel de bengala de apoio. Falamos bastante sobre as jogadoras, o que desenvolvem e o que falta. Acho que isso vai voltar a acontecer.
Olhando para Sub18 e Sub16, que sinais vês e que prioridades técnicas devem ser reforçadas para acelerar uma transição serena para Sub20 e, depois, para as séniores?
Não há Seleção sem clubes. Os clubes e treinadores têm feito um trabalho espetacular; sem eles não teríamos estas jogadoras. Nos últimos anos temos tido problemas no lançamento, e preocupa-me. Não por falta de trabalho ou entrega, mas porque, quando chegamos ao alto nível, executar àquela velocidade e intensidade é outra coisa e as percentagens não têm sido boas. A defesa individual e coletiva tem de continuar a evoluir. Sub20 é um campeonato sénior. O salto de Sub18 para Sub20 é maior do que de Sub16 para Sub18: de repente jogas contra atletas que fazem EuroLeague Women e EuroCup Women todas as semanas. A componente tática entra mais a sério, especialmente a tática coletiva defensiva, e aí há dificuldades. Talento há; depois depende do nível em que competes durante a época para estares preparado para o alto nível.
Como geres calendário e cargas entre um clube fora de Portugal e uma seleção nacional?
Tenho uma vantagem: nos últimos anos, uma equipa técnica fantástica nos Sub20, com o Pedro Dias e a Gilda Correia. Todos os fins de semana vejo muitos jogos da Liga; não vejo todos, mas vejo vários, sobretudo jogadoras com potencial para Sub20. Para baixo, o Pedro e a Gilda fazem esse trabalho. Na Seleção, há coisas que conheço bem e outras que, naturalmente, não consigo acompanhar. Depois tenho a capacidade de desligar de uma coisa e ligar a outra. Este ano acabei o Europeu Sub20 e dois dias e meio depois estava a viajar para a Alemanha. Foi o melhor que me aconteceu: o meu “melão” era grande e mudar de chip ajudou-me a recuperar. O truque é esse: ligar o chip Sub20 quando é Sub20 e o do clube quando é clube.
Quando é que tens folgas? Agora só vais ter no verão, antes do próximo ciclo de seleções?
Raramente tenho folgas. Normalmente estou sozinho nestas coisas. Tive o Francisco, que ajudou mesmo muito. De resto, em 11 épocas fora, tive adjuntos três vezes. Nunca correu muito bem: dois despediram-se a meio, porque o trabalho era muito, e o outro não tinha interesse, e eu fazia quase tudo. Acabo as épocas todo roto.
E quais são as tuas perspectivas aí no BC Marburg?
No ano passado vim com contrato em aberto: fazia a época e, até ao fim, eu podia decidir não ficar ou eles podiam decidir não ficar comigo. Em janeiro ou fevereiro já estavam a falar de renovar e eu aceitei. Vinha de estar em casa até novembro, porque nos dois anos anteriores estive no Namur (Bélgica) – num deles com a Carolina Rodrigues -, pensei que estava tudo bem, mas mudou a pessoa à frente da equipa e afinal já não era assim. Fiquei sem clube tarde. Foi por isso que vim parar aqui. O que me fez decidir em dois dias? Vou ser honesto: venho trabalhar feliz aqui. As pessoas são competentes e são boas pessoas. Não é uma estrutura ultra profissional, mas venho trabalhar tranquilo. No desporto estás sempre com a cabeça debaixo de uma “chapa”, nunca sabes quando cai. Se ainda tiveres de te chatear quando vais trabalhar, torna-se pesado. Aqui venho trabalhar feliz todos os dias. Posso sempre esperar por um melhor clube, mas, com 53 anos, estar feliz começa a ser importante.
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Nova época, mesmo orgulho: estão de regresso os Portugueses no Estrangeiro
Nova época de Basquetebol é sinónimo do regresso da rubrica onde acompanhamos os jogadores e jogadoras portuguesas que elevam Portugal além fronteiras; e neste começo de temporada já temos alguns nomes a destacar. No basquetebol feminino, Carolina Rodrigues, Margarida Junqueira, Raquel Laneiro, Josephine Filipe e Inês Ramos começaram desde cedo a mostrar o valor nacional.
No masculino, Travante Williams, Rafael Lisboa e Anthony da Silva já iniciaram também esta época.
A internacional portuguesa, Carolina Rodrigues voou da Suíça até à Hungria e já está a brilhar. Ao longo desta temporada vai representar o Szekszárd e neste arranque do campeonato tem estado em constante destaque. Em três jogos, a equipa já soma três vitórias e a base portuguesa conta com uma média de 15 pontos. Para além do campeonato húngaro, a equipa de Carolina jogou a qualificação para a Eurocup frente ao DSK Brandýs (Chéquia) onde venceram confortavelmente as duas partidas. A base portuguesa marcou 24pts, 9ast e 9res. Com este resultado, a equipa vai integrar o grupo D da competição europeia.
Inês Ramos juntou-se a Raquel Laneiro e a Josephine Filipe no Al-Qázeres, equipa que integra o segundo escalão espanhol. A internacional portuguesa é a mais recente portuguesa no estrangeiro ao fim de toda uma carreira, até agora, dedicada ao CP Esgueira. Este trio de portuguesas já realizou três jogos na LF Challenge e mostraram bem o seu valor. Retomando ainda ao iníco da época, as portuguesas venceram a Final da Copa de Extremadura e Inês Ramos foi a MVP da partida (21pts, 4rb) com 26 de valorização.
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Ainda em território espanhol, Margarida Junqueira terminou a primeira jornada da segunda liga dentro do top 15 de jogadoras com mais pontos, levando já 14 pontos.
Na primeira liga alemã, tivemos um duelo que colocou portuguesas frente a frente. Herner, equipa onde está atualmente Mariana Silva e Catarina Mateus (8pts, 3res, 4ast), perdeu em casa por 69-72 frente ao Marburg, equipa orientada por José Araújo. Sara Guerreiro (11pts, 3res, 1ast e 3rb) e Ana Raimundo (6pts, 2res, 5ast e 3rb) integraram o cinco inicial da equipa visitante e saíram desta difícil deslocação com o sentimento de dever cumprido.

No masculino, Travante Williams mudou-se para França e está no Le Mans, equipa que terminou a temporada 2024/2025 em 6º lugar. No início da temporada, Travante jogou a Super Cup francesa e chegou à final, onde perdeu frente ao Mónaco (79-104). Três rondas já marcaram o início do campeonato e o extremo português conta com duas vitórias, uma derrota e 26 pontos marcados.
Já Anthony da Silva está de regresso depois de ter estado afastado do Eurobasket devido à lesão que teve no joelho. Iniciou esta época ao serviço no Evreux Basket (equipa onde esteve na época passada) e já alinhou no cinco inicial. Na última partida esteve em evidência com 20 pontos, três assistências e três roubos de bola.
Não muito longe, viajamos para Espanha onde o base internacional Rafael Lisboa vai continuar ao serviço do Club Ourense Baloncesto, tornando-se ao fim da temporada de estreia um dos capitães de equipa. O base português foi o MVP do último jogo com 23 pontos, um ressaltos, três assistências e três roubos de bola, formando 20 de valorização. O Ourense somou a segunda vitória do campeonato frente ao CB Zamora (94-84) depois de três jogos na principal liga espanhola.
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Ainda em Espanha de notar a presença de dois internacionais jovens na recente Liga U. A competição sub22 já iniciou e Miguel Sousa e Erickson Teixeira encontraram-se logo na primeira jornada, com este último a sair por cima no duelo luso. Ambos os atletas estiveram no verão a representar Portugal no Europeu de sub16 e sub18 respetivamente e ambos, ainda em idade de júnior, estreiam-se assim nas competições séniores espanholas.
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Estatísticas individuais dos atletas portugueses:
Travante Williams (Le Mans, LNB – França)
11pts, 1rb (24min) na derrota frente ao Lyon-Villeurbanne (66-91)
5pts, 1ast, 3rb (22min) na vitória frente ao Paris (95-89)
10pts, 1rb (22min) na vitória frente ao Dijon (91-89)
Anthony da Silva (Évreux Basket, Elite 2 – França)
20pts, 3ast, 3rb (37min) na vitória frente ao Denain (88-78)
5pts, 4ast, 6rb (35min) na derrota frente ao Hyeres-Toulon (73-93)
15pts, 10ast, 5rb (36min) na vitória frente ao CAEN (79-76)
Diogo Brito (Monbus Obradoiro, Primera FEB – Espanha)
6pts, 1ast, 2rb (18min) na vitória frente ao Gipuzkoa (96-95)
2pts, 2ast, 2rb (14min) na derrota frente ao Grupo Alega Cantabria (82-87)
5pts, 1ast (14min) na derrota frente ao Hestia Menorca (77-97)
Diogo Seixas (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
6pts, 1ast, 1rb (12min) na vitória frente ao Palmer Basket Mallorca Palma (82-69)
Rafael Lisboa (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
23pts, 3ast, 3rb (31min) na vitória frente ao Zamora (94-84)
6pts, 6ast (25min) na vitória frente ao Palmer Basket Mallorca Palma (82-69)
8pts, 2ast, 1rb (17min) na derrota frente ao Palmer Basket Mallorca Palma (76-87)
Francisco Amiel (Albacete, LEB Plata – Espanha)
5pts, 1ast (15min) na vitória frente ao Valle de Egues (98-67)
Tiago Teixeira (Toledo, Segunda FEB – Espanha)
10pts, 4ast (17min) na vitória frente ao Homs UE Mataro (93-79)
2pts, 2ast (20min) na derrota frente ao Valladolid (71-83)
Carolina Rodrigues (Szekszard, NB I.A – Hungria)
8pts, 7ast (32min) na vitória frente ao Vasas Akademia (91-69)
16pts, 3ast, 2rb (38min) na vitória frente ao San Giovanni (78-73) Eurocup
19pts, 3ast, 1rb (37min) na vitória frente ao Cegledi (61-51)
12pts, 6ast, 3rb (28min) na vitória frente ao Szigetszentmiklos (99-46)
15pts, 4ast, 1rb (37min) na vitória frente ao Csata TKK (75-72)
Inês Ramos (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
14pts, 2ast (28min) na derrota frente ao Ardoi (53-85)
16pts, 5ast, 4rb (33min) na vitória frente ao Sernova Renova Canoa Real (75-66)
6pts, 4ast, 2rb (31min) na vitória frente ao Fustecma NBF Castelló (72-67)
Raquel Laneiro (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
8pts, 6ast, 2rb (33min) na derrota frente ao Ardoi (53-85)
23pts, 3ast, 2rb (34min) na vitória frente ao Sernova Renova Canoa Real (75-66)
19pts, 5ast, 2rb (30min) na vitória frente ao Fustecma NBF Castelló (72-67)
Josephine Filipe (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
7pts, 1ast, 2rb (26min) na derrota frente ao Ardoi (53-85)
11pts, 2ast, 2rb (27min) na vitória frente ao Sernova Renova Canoa Real (75-66)
16pts, 3ast, 1rb (31min) na vitória frente ao Fustecma NBF Castelló (72-67)
Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote, LF2 – Espanha)
10pts, 1ast (30min) na derrota frente ao Dishelec 65 Viladecans (70-77)
14pts, 5ast, 4rb (32min) na derrota frente ao Spar Gran Canaria (75-79)
Carolina Cruz (Livorno, Série2 – Itália)
15pts, 4ast, 8res (28min) na vitória frente ao Costa Masnaga (94-65)
11pts, 1ast, 4rb (17min) na derrota frente ao Moncalieri (71-76)
Carolina Bernardeco (Itesal Femenino Alcorcon, LF2 – Espanha)
6pts, 4ast, 2rb (31min) na vitória frente ao Almeda (51-45 )
3pts, 2rb (34min) na vitória frente ao Segle XXI (61-52)
Eva Carregosa (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha)
1pt, 1ast, 3rb (18min) na derrota frente ao Celta Zorka (78-79)
7pts, 1ast, 2rb (28min) na derrota frente ao Ardoi (71-79)
7pts, 2ast, 5rb (20min) na vitória frente ao NBF Castello (68-56)
Rita Oliveira (Valdarno, Serie A2 – Itália)
17pts, 2ast, 1rb (26min) na derrota frente ao Sanga Milano (73-74)
15pts, 1ast, 4rb (36min) na vitória frente ao San Salvatore Selargius (65-61)
Ana Raimundo (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
6pts, 5ast, 2rb (21min) na vitória frente ao Herner (72-69)
6pts, 3ast, 3rb (16min) na vitória frente ao Freiburg (78-70)
8pts, 2ast, 1rb (19min) na vitória frente ao Halle (79-78)
Sara Guerreiro (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
11pts, 2ast, 3rb (31min) na vitória frente ao Herner (72-69)
12pts, 1ast, 3rb (24min) na vitória frente ao Freiburg (78-70)
16pts, 2ast, 1rb (38min) na vitória frente ao Halle (79-78)
Catarina Mateus (Herner, 1ª Bundesliga – Alemanha)
7pts, 4ast, 3rb (28min) na derrota frente ao BC Marburg (69-72)
2pts, 4ast, 2rb (18min) na vitória frente ao Noerdlingen (78-70)
AB Porto promove sessão de formação acreditada para treinadores com Jorge Araújo
A Associação de Basquetebol do Porto (AB Porto) está a promover uma sessão de formação para treinadores com o professor Jorge Araújo, figura incontornável do desporto nacional”, lê-se em nota de imprensa. Segunda-feira, dia 13 de outubro, pelas 21 horas, é no Auditório da Casa do Desporto (IPDJ – Porto) o ponto de encontro.
A ação decorre no âmbito da Formação Continua de Treinadores 2025/2026 e é creditada pelo IPDJ para efeito de revalidação do Titulo Profissional de Treinador de Desporto.
A taxa de inscrição tem o valor de 7,50€, a liquidar por transferência bancária para NIB AB PORTO: 0007 0435 0001 0310 0000 2, conforme o questionário de inscrição, aqui.
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Isabel Ribeiro dos Santos homenageada com “Prémio Formação” da CTP
“É um prémio inteiramente justo”, começa por explicar o Diretor da Escola Nacional de Basquetebol (ENB), João Cardoso, que esteve presente na passada sexta-feira no Parque dos Poetas, em Oeiras, sessão organizada pela Confederação dos Treinadores de Portugal (CTP), entidade que homenageou recentemente quatro formadores de excelência, cada um na sua respetiva área. E a “nossa” Isabel Ribeiro dos Santos venceu o Prémio Formação, que homenageia o trabalho desenvolvido ao nível dos escalões de formação com impacto no desenvolvimento regional/nacional na sua modalidade, apresentando um comportamento ético e de responsabilidade social reconhecido pelos pares, como se lê em nota de imprensa.
“Se há personalidade no Basquetebol que merece este reconhecimento, é a prof. Isabel Ribeiro dos Santos. Falar sobre Isabel Ribeiro dos Santos é falar de Basquetebol de formação, é falar do trabalho sistemático e continuado em prol do Basquetebol”, acredita João Cardoso.
E acrescenta: “É provavelmente a maior referência do Basquetebol de formação no que ao feminino diz respeito. Foi de inteira justiça a Associação Nacional de Treinadores de Basquetebol (ANTB) ter-se lembrado de nomear a professora Isabel Ribeiro dos Santos. É um reconhecimento entre muitos outros e todos são poucos para valorizar uma carreira tão duradora e valiosa”.

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Muito mais do que tática: o dia para celebrar quem guia e transforma atletas
O dia 25 de setembro assinala o Dia do Treinador, uma data simbólica que serve para celebrar e enaltecer uma das profissões mais nobres do desporto. Ser treinador é muito mais do que ensinar questões técnicas ou táticas de uma modalidade, é ser líder, exemplo, modelo e referência para todos aqueles com quem convive diariamente, sejam atletas, colegas treinadores, árbitros, dirigentes ou famílias.
Para João Cardoso, Diretor da Escola Nacional de Basquetebol, o maior desafio da profissão é precisamente perceber que existem vários desafios pela frente. O treinador assume um compromisso de enorme responsabilidade no desenvolvimento dos atletas com quem trabalha e, por isso, deve ser persistente, focado e investir continuamente na sua formação, para se tornar melhor todos os dias e assim ajudar também os seus atletas a evoluírem. É por isso que, mais do que uma celebração anual, todos os dias deviam ser vistos como “Dias do Treinador”, pois é diariamente que exercem a sua missão.
Também Nuno Manaia, Diretor Técnico Nacional da FPB, reforça a importância do papel dos treinadores ao recordar que são eles quem pensa e executa o trabalho de desenvolvimento dos atletas e que, quanto melhores forem os treinadores, melhores serão também os atletas. Sublinha ainda a necessidade de manterem a paixão pelo treino e pelo desenvolvimento, de procurarem constantemente formação e informação, de partilharem conhecimento com outros colegas e de encararem as dúvidas e incertezas como parte do processo, que acaba sempre por trazer muitas aprendizagens e conquistas.
Neste Dia do Treinador, a Federação Portuguesa de Basquetebol reconhece e agradece a todos os que, com dedicação e paixão, contribuem para o crescimento dos atletas e da modalidade.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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