Artigos da Federaçãooo
Clinic Internacional Açores 2016 foi um êxito
Esta ação de formação nacional, organizada pela ENB em colaboração com a AB São Miguel, teve como preletores Angel Cepeda, técnico espanhol, que falou sobre metodologia de ensino para clubes de formação com vista a melhorias na visão de jogo e nos lançamentos, assim como uso de espaços no ataque e João Santos, que abordou o treino de jogadores exteriores e o treino físico na basquetebol.
Clinic Regional do Fundão
Clinic Internacional Formação – Campeonato da Europa de Sub 20 Femininos
Em baixo poderá consultar o percurso de cada treinador, o valor das taxas de inscrição e tudo aquilo que precisa de saber sobre as refeições que serão disponibilizadas, assim como em anexo tem à disposição o cartaz do evento e o seu programa oficial.
Jota Cuspinera será um dos treinadores presentes neste Clinic, apresentando-se no evento como técnico do Fuenlabrada, da poderosa Liga Espanhola, que ainda esta temporada foi considerada a equipa revelação da prova. Este espanhol, de 46 anos, apresenta um vasto currículo, contando-se passagens pelo comando do Real Madrid e Laboral Vitoria, assim como um percurso na formação dos Estudiantes de Madrid e nas seleções jovens espanholas.
A outra presença internacional é a de Paco Redondo, atual treinador-adjunto do Real Madrid, e que já foi selecionador nacional de Espanha em camadas jovens, além de se ter sagrado campeão europeu de Juniores por Real Madrid e Joventut Badalona.
Quanto aos preletores portugueses teremos Nuno Freitas, que conquistou há pouco tempo o Campeonato Nacional de Sub 18 Masculinos ao serviço do Guifões SC e Américo Santos, coordenador técnico do basquetebol feminino do Académico FC – clube ao serviço do qual subiu à Liga Feminina esta temporada – formador ENB e professor de basquetebol na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FADEUP).
Destaque também César Cerqueira (treinador do Basquete Clube de Barcelos) e Sebastião Mota (treinador do Basket Clube de Vila Real), ambos fundadores do Centro de Otimização do Movimento e Performance, que irão apresentar uma aplicação prática de trabalho de força para jovens dos escalões Sub 12 e Sub 14.
As taxas de inscrição são as seguintes:
– 40 euros até 4 de julho
– 25 euros para sócios da ANTB com quota de 2016
– 15 euros para formadores e selecionadores regionais
– 10 euros para treinadores estagiários
De referir que o Guifões SC, de uma forma amável, disponibilizou-se a proporcionar refeições a todos inscritos na Escola Básica Irmãos Passos, onde ficarão também alojados todos os treinadores que solicitaram dormidas à ENB. No caso de estar interessado em usufruir das refeições no dia 9 de julho (sábado), deverá enviar um email a solicitar inscrição e referir se pretende apenas almoçar/jantar ou disfrutar de ambos para ant.man.gomes@gmail.com.
Preço unitário de cada refeição: 5 euros.
“Defensivamente somos muito fortes”
A nossa seleção, que regressa a esta Divisão seis anos depois, encontra-se motivada para enfrentar a prova, e quem o dá conta é Jorge Almeida, responsável pela equipa de todos nós.
Qual é o estado de espírito da equipa com este regresso à Divisão B, seis anos depois?
Estamos com o melhor espírito possível e muito ansiosos para que comece este Europeu. Desde o início deste projeto que sabíamos que o nosso lugar era na Divisão B, e agora teremos que o demonstrar.
Como avalia cada um dos nossos adversários no Grupo A?
Os dados que temos são escassos, pois como é do conhecimento geral, Portugal desceu para a divisão C na última vez que esteve no Campeonato da Europa B, com a maioria das seleções que ainda por lá se encontram, o que, desde logo, perspetiva um campeonato difícil.
No nosso grupo encontram-se os 3.º (Lituânia), o 5.º (Áustria) e Letónia em 6.º classificados do último Europeu B em 2014, sendo para mim este o grupo mais forte.
Pensamos que as duas seleções mais fortes são a Bósnia e a Lituânia, no nosso grupo.
Quais são os pontos fortes da nossa Seleção?
Defensivamente somos muito fortes, temos connosco o melhor ressaltador do campeonato de Espanha (Hugo Lourenço) e criamos sempre muitas dificuldades aos adversários na construção do seu ataque.
Também somos fortes na transição defesa/ataque, mas o nosso ponto fraco (devido a falta de mais estágios e jogos de preparação) é o ataque organizado.
Antevê favoritos a vencer a competição?
Pensamos que a França será a seleção mais forte, mas o equilíbrio entre todas as seleções será o ponto forte deste campeonato.
Quais são as reais hipóteses de Portugal? Foi traçado algum tipo de objetivo?
Se Portugal conseguir dominar a pressão e a ansiedade (pois temos vários jogadores que irão disputar pela primeira vez um Campeonato da Divisão B), teremos reais hipóteses de fazer um bom torneio e de conseguir atingir o nosso objetivo, que passa pela manutenção (para já) na Divisão B.
1.º Campus Internacional de Minibasquete em Albufeira
O Campus terá a orientação técnica de Toni Carrillo e coordenação geral a cargo de Amândio Amorim, treinador grau III da FPB. A iniciativa servirá também para os treinadores aprofundarem os seus conhecimentos com um dos mais conceituados treinadores de Espanha na área do minibasquete, já que Carrillo é um especialista na formação inicial do jogador e dos treinadores jovens, além de colaborar regularmente com a da Federação Catalã de Basquetebol, tendo a seu crédito um grande número de publicações científicas e uma série de livros publicados, alguns de referência na formação de jovens treinadores. A sua vasta experiência como preletor tem-no levado a conferenciar em vários países como Portugal, Itália, Sérvia, México e Escócia, sendo também colaborador da revista Clinic.
Inscreveram-se 60 atletas no Campus, provenientes de clubes do Algarve, Lisboa e Setúbal. A atividade terá como parceiros o Município de Albufeira e o agrupamento de Escolas da cidade.
Portugal irá defrontar Cabo Verde e Brasil nos Jogos da CPLP
A nossa seleção de Sub 15 Femininos, que competirá englobada na prova de Sub 16, fará parte do Grupo A juntamente com Cabo Verde e Brasil, sendo que o Grupo B será constituído por Moçambique, Guiné-Bissau, Angola e São Tomé e Príncipe. De referir que a equipa portuguesa, comandada por Nuno Manaia e Gilda Correia, tem estreia agendada para 18 de julho, frente ao Brasil.
No dia 10 de julho, irá arrancar o estágio das nossas atletas, em Ermesinde, sendo que cinco dias depois a comitiva partirá para Cabo Verde.
Em anexo enviamos o calendário da fase de grupos.
A FPB optou por participar nos Jogos da CPLP com a Seleção Nacional de Sub 15 Femininos, pois a competição coincide com o período de preparação já anteriormente definido para a Selecção Nacional de Sub 16 Femininos, em que já existiam diversos compromissos assumidos com outras Federações que não eram passíveis de alteração. Sendo assim, será proporcionada a antecipação da preparação e do início do contacto internacional da futura Seleção Nacional de Sub 16 Femininos de 2017, fator considerado fundamental para o progresso dos jovens talentos do basquetebol português.
Portugal obtém 2.ª posição no Torneio de Fourgères
Tratou-se de um bom teste para Portugal, tendo em vista o Europeu de Matosinhos que aí vem (9 de julho).
Em anexo poderá consultar, em formato vídeo, as declarações do selecionador nacional, Eugénio Rodrigues, assim como as suas indicações num dos descontos de tempo do desafio frente ao conjunto transalpino.
O relógio na Salle Justy Specker marcava 8h45 e as bolas já saltavam, para o terceiro e último treino em terras da Bretanha. Foi mais um treino de preparação, onde foram abordadas alguns questões táticas e algum scouting relativamente ao jogo da tarde, frente a Itália, a contar para o Torneio de Fourgères.
A partida diante da seleção transalpina começou equilibrada, sendo que sensivelmente a meio do primeiro período registava-se um empate a 10 pontos. Contudo, a zona 1-3-1 agressiva das italianas, conjugada com algum desacerto defensivo das atletas portuguesas, permitiu que o adversário chegasse ao final do primeiro quarto com uma vantagem de 9 pontos (19-10), na qual já se destacava a italiana Marzia Tagliamento (11pontos), com 3 triplos marcados sem qualquer oposição.
Então, o toque de alarme soou, e depois das devidas chamadas de atenção dos treinadores, Portugal entrou no segundo período com outra atitude defensiva, voltando a estar na discussão do resultado graças a um parcial de 7-0 em 5 minutos. Ao faltarem poucos segundos para o intervalo, Maianca Umabano aproveitou 2 lances livres para colocar o resultado em 22-23, mas a Itália ainda tinha 8 segundos para um último ataque e Portugal podia fazer uma falta, só que esta foi feita… dando direito a 3 lances livres para as italianas, que aproveitaram para chegar ao final da primeira parte com uma vantagem de 3 pontos (25-22).
O início da segunda parte foi uma fotocópia do primeiro período, onde a n.º 11 italiana continuava o festival de triplos, sendo que ao marcar o seu sétimo triplo da partida (quarto neste período) colocou o resultado em 42-32. Porém, um triplo de Carolina Bernardeco e um contra-ataque concretizado Carolina Gonçalves após roubo de bola, reduziram a diferença no marcador para 37-42, com o qual se chegou ao final do terceiro período.
À passagem do minuto 6:20 e depois do oitavo triplo da inevitável Marzia (terminou o jogo com 28 pontos e 8/16 em lançamentos de 3 pontos), que colocava o resultado em 10 pontos para as italianas (49-39), o selecionador Eugénio Rodrigues voltou a parar o jogo e pediu às suas jogadoras que "voassem" para a bola, o que surtiu logo efeito, já que a equipa em 2 ataques consecutivos marcou 2 triplos (por Maianca e por Carolina Bernardeco),voltando a entrar na discussão do resultado (45-49). Chelsea Guimarães (11 pontos), a esgotar os 24 segundos, encostou Portugal no marcador a 49-51 e a menos de 2 minutos para o final, Carolina Gonçalves (11 pontos, 4 roubos de bola e 6 faltas sofridas) fez um precioso roubo de bola para dar a primeira vantagem no jogo (52-51), sendo que a mesma, a 2.7 segundos do final teve 2 lances livres, marcando só o segundo, fixando o resultado final em 53-51.
Portugal terminou entao no 2.º posto, num torneio conquistado pela seleção de França, enquanto Itália e Bélgica se classificaram nos 3.º e 4.º lugares, respetivamente, sendo que Chelsea Guimarães foi eleita para o 5 ideal da prova.
Esta foi a 24ª edição deste Torneio Internacional de Fourgères (www.tibf.fr) e a FPB só tem elogios para a organização da prova. Houve sempre hospitalidade de todo o staff, horários cumpridos nos transportes, treinos e refeições, alimentação de boa qualidade e em quantidade e claro, o mais importante foi a qualidade dos jogos que nos permitiram uma preciosa preparação.
Na próxima quarta-feira irá arrancar o estágio final para o Campeonato da Europa que decorrerá em Matosinhos, sendo que ainda haverá 3 jogos de preparação (Espanha, Bélgica e França).
“Jogos internacionais são fundamentais”
Adversários de enorme qualidade, sendo um sinal no entender do selecionador nacional, Eugénio Rodrigues, da “relevância” que é dada a Portugal no basquetebol europeu. Torneios como este são fundamentais numa preparação, não só porque são excelentes testes num contexto muito próximo da realidade de um Europeu, como também para afinar e corrigir detalhes táticos.
Esta viagem até França será a primeira oportunidade para Eugénio Rodrigues avaliar a sua equipa num cenário em tudo igual à competição do próximo verão. “O Torneio de Fourgéres é muito importante para a nossa Seleção pois representa a primeira oportunidade de testarmos as Sub20 com equipas do mesmo escalão e da primeira linha europeia como são a Itália e a França.”
Não sendo uma seleção do topo, a Bélgica tem argumentos e experiência suficiente para ser um bom teste para a equipa nacional. “Jogaremos ainda com a Bélgica, outra formação que desde há muitos anos compete na divisão A e com alguns resultados relevantes”.
Treinar, embora sendo importante, não chega, pelo que se torna fundamental realizar jogos de controlo como forma de testar o trabalho realizado. “Estamos numa fase de reavaliação e solidificação da nossa preparação pelo que a realização de jogos internacionais são fundamentais”.
Tendo em conta o nível das seleções presentes no torneio, Eugénio Rodrigues regozija-se com o facto de Portugal ser uma opção a quem é reconhecido valor e qualidade. “Por outro lado, este tipo de convites são irrecusáveis pois denotam a relevância que Portugal já tem no plano europeu e importa por isso dar continuidade a estes contactos”.
Atletas convocadas:
Carolina Bernardeco – Old Dominion (EUA)
Carolina Gonçalves – CRCQ Lombos
Catarina Mateus – Lousada AC
Catarina Rolo – CPN
Chelsea Guimarães – Georgia Tech (EUA)
Emília Ferreira – GDESSA
Francisca Meinêdo – CPN
Isabel Costa – CD Póvoa
Leonor Serralheiro – GDESSA
Maianca Umabano – GDESSA
Maria Kostourkova – Washington State (EUA)
Sofia Almeida – CPN
Calendário do torneio:
Dia 24 de Junho – Fougères (França), 20h30
França vs Portugal
Dia 25 de Junho – Fougères (França), 18h30
Portugal vs Bélgica
Dia 26 de Junho – Fougères (França), 15h00
Itália vs Portugal
Conheça as 12 atletas convocadas para o Mundial Feminino de Sub 17
De referir que os dois desafios de preparação que estavam agendados frente à Nigéria foram cancelados, devido ao facto da seleção africana não ter conseguido obter os necessários vistos. Sendo assim, as comandadas de Agostinho Pinto irão defrontar esta quinta-feira a Seleção Nacional Senior, em Ermesinde, às 21 horas, tendo ainda marcado um jogo para o dia 20, já em Saragoça, diante do Japão.
A nossa seleção irá viajar para Espanha no domingo.
Fiquem então com as 12 jogadoras que representarão as nossas cores no país vizinho:
Ana Jesus – GDESSA
Ana Ramos – CD Póvoa
Beatriz Jordão – CRCQ Lombos
Catarina Lopes – SC Coimbrões
Cláudia Viana – CRCQ Lombos
Constança Gonçalves – Sport Algés e Dafundo
Eliana Cabral – GDESSA
Luana Serranho – GDESSA
Mariana Silva – CD Torres Novas
Maryam Chermiti – União Sportiva
Susana Carvalheira – SC Braga
Tess Santos – SL Benfica
CPN faz o pleno em dia de consagração
Fim de semana de sonho para a formação orientada por Agostinho Pinto, que aproveitou da melhor forma o fator casa para conquistar o bicampeonato.
Com as contas do título já decididas, o Pavilhão Municipal de Ermesinde acolheu o último dia da Final 6 do Campeonato Nacional de Sub 14 Masculinos, confirmando-se a campanha plena de vitórias do CPN, depois do triunfo sobre o GDESSA.
Nos outros dois jogos deste domingo, o SL Benfica bateu o CAB Madeira por 55-54, num jogo que confirmou o grande equilíbrio entre estas equipas, ao passo que a AD Sanjoanense levou a melhor sobre o União Sportiva por 40-27.
Eis o cinco ideal da prova: Maria Gonçalves (CAB Madeira), Kamila Skierska (CAB Madeira), Leonor Ferreira (CPN), Natália Santos (CPN) e Leonor Paisana (SL Benfica).
“Disciplina, espírito de sacrifício e superação”
Para o técnico, o compromisso dos atletas será decisivo para o sucesso coletivo, algo que terá de estar sempre presente. O grupo revela o tipo de problemas comuns às outras seleções nacionais, ainda que o facto de a grande maioria ter participado em competições seniores possa contribuir para que esteja mais preparado para as exigências da competição. Para André Martins, um lugar entre os oito primeiros seria um desempenho excelente de Portugal, se bem que para o selecionador nacional o mais importante é contribuir para que mais jovens cheguem à seleção principal.
Foi complicado chegar à escolha final dos 16 para iniciar a preparação final?
O processo de seleção é sempre difícil e ingrato para os treinadores. Para os que ficaram de fora, lembrar que este processo não é nenhum fim é apenas uma decisão do momento. E que todos aqueles que participaram nos trabalhos e não foram escolhidos, com trabalho e persistência, têm capacidade para voltar a representar a nossa seleção.
Olhando para as características dos jogadores compõem este grupo, como terá de jogar Portugal no próximo Europeu de Sub 20 – Divisão B?
Temos de jogar como equipa e os interesses da seleção têm de estar acima de tudo e de todos. A experiência nesta competição tem revelado que o talento é importante, mas o factor fundamental para atingir objectivos nesta competição são os valores da disciplina, espírito de sacrifício e superação de todos no grupo.
O Mais importante não é o que dizemos, mas sim as nossas ações no dia a dia, o compromisso que temos com o trabalho diário.
Alguma área do jogo ou posição especifica que nesta fase te levante mais problemas ou dúvidas de sucesso?
A avaliação que temos feito do grupo não foge muito à matriz que temos encontrado nos últimos anos nas seleções de sub 20. Como pontos débeis destacaria a nossa ineficácia quando criamos situações de vantagem numérica, contra-ataque e as questões da percentagem de lançamento quando encontramos situações de lançamento sem oposição.
Agradado com o facto de a grande maioria dos atletas ter participado este ano nas principais competições sénior? E que dividendos poderá tirar a seleção dessa experiência?
Quando abordamos com os atletas o tipo de competição que vamos encontrar no campeonato da europa de sub 20, dizemos que vamos encontrar uma competição de seniores para jogadores jovens. Muitos dos jogadores que vamos defrontar jogam em clubes com um basquetebol completamente profissional.
Não há dúvidas, o facto de os nossos atletas também participarem em competições seniores nos seus clubes, aproxima os jogadores do tipo de competição que vamos encontrar.
Olhando para o Grupo de Portugal. Equipas, em teoria mais fortes? E o que seria uma participação positiva de Portugal?
As seleções jovens masculinas mostram claramente que o nosso nível é de divisão B, e como tal, qualquer participação onde nós classifiquemos nos 8 primeiros lugares será sempre uma participação muito positiva. No entanto, o grande barómetro das seleções jovens revela-se no numero de jogadores que num futuro próximo integram a nossa Seleção Nacional Sénior.
CPN sagra-se bicampeão nacional de Sub 14 Femininos
Simplesmente de loucos, o desafio que todo o público que encheu as bancadas do Municipal de Ermesinde teve oportunidade de assistir! Desde início que se verificaram constantes alternâncias no marcador, muitos triplos, com as jogadoras a darem absolutamente tudo em campo.
A dada altura, no último período, as comandadas de Agostinho Pinto pareceram ter resolvido a questão, mas o CAB reequilibrou e levou o jogo para prolongamento, com o resultado a registar um 46-46. A partir daí foi a emoção total, não havendo uma única jogada a ser dada como perdida.
Após o primeiro tempo extra, a igualdade manteve-se (51-51), mas a história iria repetir-se no segundo prolongamento (59-59), onde aí sim o CPN acabou por disparar decisivamente, assegurando o bicampeonato com um triunfo por 72-63.
Estão de parabéns ambas as equipas, depois do grandioso espetáculo que ofereceram, assim como toda a competição e esta fantástica modalidade.
Porém, a prova ainda não acabou, sendo que ainda teremos duas partidas hoje, assim como a jornada final de amanhã, podendo acompanhar tudo através de indoor.pt.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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