Artigos da Federaçãooo

Clinic BCLis

No passado dia 26 de Maio realizou-se o 1º Clinic do Basket Clube do Lis. Contando com apoio da Junta de Freguesia do Souto da Carpalhosa (na cedência do seu Pavilhão Desportivo) e da AB Leiria, este momento de formação contínua teve a presença de 30 treinadores. Foram preletores desta ação Ivan Kostourkov e José Salgueiro, tratando respetivamente o tema referente ao aproveitamento do jogador interior em escalões de formação e o tema relacionado com conceitos da tática individual defensiva em escalões de formação.

 
 
Na primeira preleção Ivan Kostourkov sistematizou de forma simples e clara um conjunto de soluções ofensivas e princípios táticos individuais para que qualquer jogador possa explorar posições do cesto. Ligando-as a ideias e conceitos táticos coletivos Ivan partilhou a forte convicção de que jogar próximo do cesto é mais um argumento que valorizará o jogador em formação
 
 
Já no que respeita ao tema da defesa, José Salgueiro deixou bem claro que para que se possa pensar em defender todos os jogadores deverão assumir compromisso, sacrifício e entrega aos princípios táticos e técnicos de uma defesa individual assente na ideia de que todos defendem a bola com diferentes responsabilidades.
 
 
O Basket Clube do Lis aproveita este meio para agradecer aos preletores a sua disponibilidade e elevada competência nas suas intervenções

 

Esta iniciativa, foi creditada pelo IPDJ e Escola Nacional de Basquetebol.


II Clinic Internacional de Treinadores de Formação

Estiveram presentes no Clinic cerca de 35 treinadores filiados nas Associações de Basquetebol da Ilha Terceira e de São Miguel.


Guifões SC sagra-se campeão nacional de Sub 18 Masculinos pela primeira vez

A formação orientada por Nuno Freitas bateu o Dragon Force por 64-59 e assim garantiu o primeiro lugar, apesar da vitória do SL Benfica no jogo anterior frente ao CB Queluz, por 70-66.

Muito por culpa de um primeiro período muito forte, a equipa do Guifões SC acabou por vencer a partida, nunca chegando a ter liderança propriamente em causa. Num duelo entre equipas do Norte, e depois do triunfo do SL Benfica, os jogadores do Guifões sabiam que apenas ganhando se sagrariam campeões nacionais, e por isso mesmo entraram em campo determinados a decidir a questão.

Por isso mesmo, após os 10 minutos iniciais, o conjunto de Matosinhos já liderava o marcador por 25-13, o que tranquilizou os jogadores. No segundo período, o Dragon Force, comandado por Daniela Gomes, superiorizou-se ao adversário, na fase do desafio com menor pontuação, atenuando um pouco a desvantagem, o que se traduziu num resultado de 33-25 ao intervalo, favorável ao Guifões.

No segundo tempo, os 'dragões' surgiram mais eficazes e começaram a aproximar-se no marcador, embora nunca passando para a frente. Num jogo bem disputado e  próprio das grandes decisões. o Guifões tentou controlar a situação, entrando no último  período com uma vantagem de 5 pontos (48-43). Aí, na fase final da partida, assistiu-se a muito equilíbrio, como se comprova pelo resultado de 16-16 verificado no derradeiro quarto, o que se traduziu no 64-59 final para o Guifões, perante um Dragon Force que terminou na terceira posição.

Em termos individuais, pelo Guifões SC, realce para Miguel Pereira, que efetuou um duplo-duplo (18 pontos e 11 ressaltos), Gonçalo Madureira (16 pontos) e Rodrigo Lima (11 pontos, 5 ressaltos e 6 assistências). Por seu turno, relativamente ao Dragon Force, saliência para Henriques Barros (14 pontos e 6 ressaltos), Miguel Valente (10 pontos), Tomás Domingos (8 pontos e 8 ressaltos) e Vladyslav Voytso (8 ressaltos).

 

De referir que Tomás Domingos, do Dragon Force, foi eleito o MVP da Fase Final, ao passo que o cinco ideal da prova foi o seguinte: Tomás Domingos (Dragon Force), Vladyslav Voytso (Dragon Force), Gonçalo Madureira (Guifões SC), Rodrigo Lima (Guifões SC) e Vasco Catarro (SL Benfica).

 

Classificação final:

1.º SC Guifões

2.º SL Benfica

3.º Dragon Force

4.º CB Queluz


CB Queluz supera Guifões SC e deixa Nacional de Sub 18 Masculinos ao rubro

Excelente propaganda para a modalidade, aquela que CB Queluz e Guifões SC protagonizaram no Pavilhão Municipal Paulo Pinto, em São João da Madeira. Alternâncias no marcador, muita emoção, bom basquetebol.

O primeiro período revelou duas equipas muito personalizadas, com bons índices de eficácia. Prova disso é o resultado de 23-20 favorável ao Queluz, orientado por Kostourkov, após os 10 minutos iniciais, sendo que no segundo quarto a formação da Grande Lisboa disparou no marcador. Graças à sua melhor fase na partida, o Queluz construiu uma boa vantagem, indo para o intervalo a vencer por 43-34.

Na etapa complementar, o Guifões, treinado por Nuno Freitas, surgiu revigorado, encetando uma excelente recuperação. Os papéis inverteram-se e a turma nortenha acabou por ser claramente superior no terceiro período, passando para a frente (55-52) à entrada para o último quarto. E aí o espetáculo mantéve-se, com a imprevisibilidade como tónica principal.  O Queluz voltou a ganhar forças e encostou no marcador, chegando à vantagem decisiva a 12 segundos do fim (66-65), sendo que o resultado final acabou por se cifrar num 68-67, sendo que as duas equipas estão de parabéns pelo desempenho que tiveram.

Em termos individuais, e relativamente ao C Queluz, de referir as exibições de Miguel (17 pontos e 4 ressaltos), Miguel Mories (16 pontos e 6 ressaltos) e Tiago Gomes (14 pontos e 8 ressaltos). Já pelo Guifões, de salientar as prestações de Gonçalo Madureira (16 pontos e 5 ressaltos), Miguel Pereira (13 pontos e 9 ressaltos) e Gonçalo Franco (10 pontos).

 

Sendo assim, amanhã teremos os seguintes jogos: CB Queluz vs SL Benfica (9h30) e Dragon Force vs Guifões SC (11h30).


SL Benfica bate Dragon Force e reentra na luta pelo título nacional de Sub 18 Masculinos

Num clássico do basquetebol jovem, as 'águias' estiveram quase sempre na frente do marcador, acabando assim por igualar o Dragon Force, que contabilizava uma vitória.

O Pavilhão Municipal Paulo Pinto, em São João da Madeira, recebeu um clássico sempre apetecido, entre SL Benfica e Dragon Force, numa partida para a qual os encarnados sabiam que teriam de derrotar os atuais campeões nacionais de Sub 18 Masculinos, sob pena de se consumar o adeus ao título. E a verdade é que os comandados de Nuno Rodrigues não acusaram a pressão, contruindo uma importante vitória.

No primeiro período assistiu-se à fase mais equilibrada do jogo, com o Dragon Force, orientado por Daniela Gomes, a chegar a liderar o resultado. No final dos 10 minutos iniciais, verificava-se uma igualdade a 14 pontos, mas a partir daí o Benfica assumiu as despesas, beneficiando também dos turnovers portistas e da ausência de bom jogo exterior do Dragon Force (não converteu qualquer triplo ao longo de todo o desafio). Sendo assim, ao intervalo a equipa da Luz já vencia por 33-26.

À entrada para a etapa complementar, o clube da Invicta consegiu  estancar um pouco o ímpeto benfiquista, mas não o suficiente para permitir uma aproximação no resultado, já que os encarnados até acabaram por ser superiores no terceiro quarto (15-14), colocando o resultado em 48-40 antes do derradeiro período. E aí, na fase final, o Benfica voltou a disparar, assegurando definitivamente o triunfo por 65-51, que lhe permite estar por dentro, tal como o Dragon Force, da luta pelo campeonato.

Em termos individuais, e em relação ao Benfica, destaque para Pedro Lança (16 pontos e 7 ressaltos), Vasco Catarro (10 pontos e 9 ressaltos) e João Machado (10 pontos). Por seu turno, na turma do Dragon Force, de relevar o duplo-duplo de Vladyslav Voytso (15 pontos e 10 ressaltos) e as exibições de Fernando Maia (11 pontos e 4 ressaltos) e de Tomás Domingos (8 pontos e 9 ressaltos).


“Ganhar os dois jogos”

Defrontar o FC Porto em sua casa não muda em nada a estratégia do Benfica, sendo que está bem definida a forma como os encarnados terão que jogar no Porto. O terceiro jogo está agendado para as 21h00 desta sexta-feira, o quarto disputa-se no dia seguinte à mesma hora. Ambos os jogos terão lugar no Dragão Caixa.

 

“O objetivo é o mesmo de sempre, pensar jogo a jogo e, se possível, ganhar os dois jogos. Estamos confiantes mas temos de lutar e trabalhar muito. Queremos ser campeões independentemente do pavilhão em que for”.

 

Os atuais campeões nacionais já tiveram períodos durante os primeiros dois jogos onde foram capazes de dominar a formação azul e branca. Mas para que isso aconteça, Nuno Ferreira não tem dúvidas que exige da equipa um desempenho defensivo exemplar. “Jogar no Dragão não é um fator extra. Temos de ser uma equipa consistente nos quarenta minutos, muito agressiva e muito coletiva defensivamente. Esta será uma das chaves para atingir o objetivo, que passa por ganhar o jogo ou os jogos”, concluiu Nuno Ferreira.

 

Curiosamente, o Benfica acabou por vencer o jogo 2, tendo sofrido mais pontos e condicionado menos o adversário no capitulo do lançamento. Os dragões converteram 79 pontos no jogo inaugural, e registaram médias de 49% de 2 pts e 35% de 3pts. No dia seguinte, e apesar da melhoria ofensiva, 84 pontos somados, 59% de 2 pts e 38% de 3 pts, a equipa acabou por não repetir o sucesso da véspera. Valeu ao Benfica o domínio exibido na luta das tabelas (42-28), e o facto de ter somado 57 pontos durante a 2ª parte do encontro. 


“Diferença entre as duas equipas está na experiência”

O técnico dos dragões, Moncho López, em declarações ao Porto Canal e ao www.fcporto.pt., mostrou o desejo de voltar a liderar a série, embora saiba que nada será decidido no jogo 3 da eliminatória. O treinador espanhol continua a atribuir aos encarnados o favoritismo nesta final, sobretudo pela experiência acumulada dos atuais campeões nacionais. O fator casa, e o facto de os dois jogos já terem lotação esgotada, certamente que contribuirão para que os azuis e brancos se libertem dentro do campo.

 

“Para já, só penso na sexta-feira. Encaramos esse jogo como jogo único. As contas nunca ajudam. Queremos vencer os três jogos. Este terceiro jogo é o mais importante porque é o próximo. Depois deste começamos a pensar no quarto. O que queremos é somar o quanto antes a segunda vitória. Independentemente disso, sabemos que nada se decide no terceiro jogo. Quem vencer fica mais perto da vitória final, mas quem não vencer não fica com o título perdido”.

 

Depois de dois jogos “muito difíceis” na Luz, o técnico dos dragões admite estar satisfeito com o grupo por conseguir competir com uma equipa “forte” como o Benfica, que diz ser favorita. Moncho descarta qualquer tipo de nervosismo, até porque diz que jogar em casa, com o apoio do público, pode ser um grande trunfo para os azuis e brancos.

 

“Estamos contentes porque estamos a conseguir competir ao nível deles. A grande diferença entre as duas equipas está na experiencia. Acho que o Benfica, sabendo que é favorito, não vai estar nervoso, até porque a lógica diz que eles deverão ganhar o campeonato. Mas nós, não tão favoritos, não podemos estar nervosos, até porque vamos ter o conforto de jogar em casa. Tratando-se de uma final, com casa cheia, pode ajudar-nos a estar tranquilos frente a uma equipa mais experiente como é a deles”, garantiu.


“Temos valor e talento para sairmos vencedores”

O jogo, recorde-se, terá lugar em Montemor-o-Velho, a partir das 16 horas. O jovem treinador, que fez questão de destacar a evolução da equipa ao longo da época, salientou, também, a importância que os adeptos do Clube do Povo de Esgueira poderão ter desfecho do encontro.

 

Chegar a este jogo decisivo foi um objectivo delineado antes do arranque da Taça Nacional ou surgiu com o desenrolar da competição?

 

Chegar à final desta prova foi algo delineado desde o início da mesma. Temos uma equipa jovem, mas com imenso valor, o que nos permitiu discutir e vencer os jogos até esta final. Um dos aspectos dos quais nos orgulhamos é termos tido uma boa evolução dos atletas mais jovens, o que fez com que tenhamos discutido com todos os clubes os jogos que efectuamos até aqui, quer nesta competição, como na 1.ª Divisão Nacional.

 

Quais são as expectativas para a final de sábado?

 

As expectativas que temos para esta final são as de um jogo equilibrado, no qual vamos encontrar do outro lado uma equipa que quer tanto vencer quanto nós, mas acreditamos solenemente que temos valor e talento para sairmos vencedores desta final e tudo vamos fazer para que tal aconteça.

 

Tem algum conhecimento do potencial do Basket Almada Clube?

 

Sim, apesar de não ser tanto quanto gostaríamos, pois nunca os defrontámos… Mas, sim, temos conhecimento do adversário que vamos encontrar.

 

Para ter sucesso nesta final o que é que terá que ser feito dentro de campo?

 

Sermos nós próprios. Temos a certeza de que, se jogarmos de forma agressiva e com um ritmo elevado, teremos sucesso. Sabemos o que queremos e o que temos de fazer para lá chegar. Tal como já referi, apesar de sermos uma equipa jovem, temos imenso valor e já o demonstrámos ao longo da época. Cabe-nos, agora, voltar a fazê-lo para sairmos vencedores desta competição.

 

Que importância poderá ter o apoio dos adeptos do Esgueira na final?

 

Enorme! Será de uma importância extrema para nós termos o apoio dos nossos adeptos na final. Temos um gosto muito grande pelo nosso público, que sempre nos apoiou de uma forma fantástica, criando um ambiente invejável. Apelamos aqui, também, para que nos acompanhem até Montemor-o-Velho e criem um ambiente espetacular, ao qual estamos habituados e do qual nos orgulhamos imenso.


Formação Itinerante

São preletores os treinadores José Ricardo e Luís Magalhães.


Intensidade, paixão, controlo emocional e muita amizade!”

A subida já foi garantida, o técnico Hugo Sousa sente-se realizado pessoalmente, embora o titulo fosse a forma perfeita de fechar um ciclo. Para conseguir o sucesso, foi necessário mudar hábitos de trabalho, conseguir mais compromisso de todos, e o técnico destaca a excelência do grupo de trabalho que liderou. Para repetir o triunfo em Ílhavo, Hugo Sousa considera que será determinante evitar os desequilíbrios defensivos que permitam tiros abertos. As boas leituras ofensivas terão de ser a resposta à disciplina tática defensiva do adversário, bem como uma equipa mais consistente no seu rendimento. Quanto ao futuro, o ainda treinador do clube de Alcântara aponta o caminho e deixa sugestões para quem tomar conta dos destinos do basquetebol dentro do clube. Nos anexos desta noticia poderá ler o projeto que irá deixar à nova Direção. O jogo 2 realiza-se no próximo sábado às 18 horas.

 

Agora que, mais do que nunca, o final de época se aproxima, sensação de dever cumprido?

Mais do que dever cumprido, é uma enorme sensação de realização pessoal. Há muito que sentia a necessidade de testar as minhas capacidades enquanto treinador e este ano tive a oportunidade de ter trabalhado com um excelente grupo de homens e com um dos melhores jogadores de sempre (para mim o melhor!), que, diariamente, me motivou e desafiou a procurar a excelência, partilhando todo o seu conhecimento e experiência pessoal, confiando e respeitando todos por igual. Foi difícil romper com maus hábitos e consciencializar o quão duro é o trabalho para estarmos preparados da melhor forma, até porque isso em si não é garantia de sucesso, mas é indiscutível, que essa transformação nos ajudou a ficar mais perto do êxito.

 

Fechar a temporada com o titulo de campeão da Proliga seria fechar um ciclo com chave de ouro?

Será sem dúvida uma grande alegria para todos nós e uma merecida recompensa para o grupo, mas também para todos os atletas, treinadores e dirigentes, que, ao longo dos últimos 20 anos, viabilizaram a continuidade da modalidade no Clube e a possibilidade de hoje o Atlético estar novamente entre os melhores do basquetebol nacional.

 

Estão em vantagem na eliminatória, mas o jogo 1 não foi nada fácil de vencer. O que mudou na equipa que tenha permitido virar o jogo na parte final?

Antes de mais há a realçar o espetáculo desportivo que foi o jogo 1. Um jogo extraordinariamente emotivo com ambas as equipas a competirem de forma intensa, apoiadas pelos respetivos adeptos de forma vibrante mas igualmente respeitadora. Para eles também uma merecedora palavra de agradecimento. Foi extraordinariamente gratificante no regresso dos balneários ao intervalo ver o nosso pavilhão repleto de crianças a lançar a bola ao cesto, e mais ainda, ter sido interpelado no final do jogo, por filhos de amigos meus, que assistiram a um jogo de basquetebol pela primeira vez, a perguntarem-me pelo horário dos treinos.Que o próximo jogo seja igualmente uma festa de propaganda do basquetebol!Em relação ao jogo em si, globalmente a equipa do Illiabum foi mais consistente ao longo dos 40 minutos. Não obstante, há que reconhecer o nosso mérito por termos acreditado que era possível recuperar de uma desvantagem acentuada a escassos minutos do fim de jogo, e por termos conseguido manter a estabilidade emocional de não falhar, nomeadamente na linha de lance livre, nos momentos decisivos do jogo.

 

Os turnovers são o principal problema a resolver para o que ainda falta disputar nesta final?

Os turnovers são sobretudo consequência de algo que temos vindo a tentar melhorar. Controlo emocional na tomada de decisão. Temos de estar claros quanto ao objetivo dos movimentos ofensivos que selecionamos, em função das vantagens que queremos tirar partido e também da forma como a defesa está preparada para nos contrariar. Há que procurar transformar essas dificuldades em oportunidades.

 

O jogo exterior do Illiabum é a principal ameaça que terão de condicionar?

Não obstante o talento individual dos seus atletas, a principal ameaça reside naquilo que a equipa vale pelo seu todo. Estão muito bem preparados e todos sabem o que têm de fazer dentro de campo. As percentagens de lançamento exterior são sem dúvida algumas boas, mas para nós o mais importante é identificar e tentar procurar evitar os desequilíbrios que estão na origem desses lançamentos. 

 

Na sua opinião, o que irá determinar o sucesso do Atlético no próximo fim de semana?

Os mesmos determinantes que ao longo do ano procurámos ter sempre presentes em cada treino e em cada jogo: intensidade, paixão, controlo emocional e muita amizade!


“Acreditamos ter o talento e a capacidade para bater qualquer adversário”

Crente nas capacidades da sua equipa, o treinador não aponta favoritos.

Considera que haja alguma equipa favorita nesta Fase Final?

Não. O estado de desenvolvimento e maturação dos jogadores não o permite. Todas as equipas partem "do zero" pelo que quem se apresentar mais forte e consistente no primeiro dia, ganhará vantagem.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?

Todas as equipas são fortes e apresentar-se-ão motivadíssimas, pelo que aquilo que aconteceu anteriormente pouco ou nada conta durante este fim de semana. Todas as equipas apresentam soluções capazes nas diversas posições, muitos jogadores com experiência em seleções nacionais e fases finais pelo que estarão garantidas as condições para jogos equilibrados e altamente emotivos.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Os nossos jogadores deverão estar sempre em estado de superação, conscientes da necessidade de cumprir os planos de jogo e bastante coesos enquanto coletivo. Mantendo estas premissas, acreditamos ter o talento e a capacidade de bater qualquer adversário, respeitando sempre o seu valor e os muitos problemas que nos irão colocar.

 

O Guifões S.C. terminou a I Fase, Zona Norte, na segunda posição, com apenas duas derrotas. O título nacional sempre foi um objetivo prioritário?

A esmagadora maioria do nosso grupo treinou e competiu durante toda a época no campeonato de seniores da Proliga pelo que ao nível do escalão sub 18 fomos colocando objetivos intermédios que passaram pela presença na final 4 distrital (que viríamos a conquistar) e o apuramento para a final 4 nacional pois consideramos importante competir com os melhores sem prejudicar o nosso objetivo maior, desenvolvimento dos jogadores no campeonato de seniores. Deste modo e sendo esta a terceira fase final nacional consecutiva em que estaremos presentes, estamos extremamente satisfeitos com o comportamento e evolução do nosso grupo individual e coletivamente.


“Iremos lutar até à exaustão pela vitória jogo após jogo”

O primeiro lugar obtido na I Fase, Zona Sul, com apenas uma derrota, traz algum tipo de favoritismo ao SL Benfica?

O primeiro lugar foi fruto de uma competição com caráter regular. Esta fase é composta por 3 finais e tem características muito próprias. Penso que à primeira vista não haverá favoritismos para nenhuma das equipas, pois partimos todos em pé de igualdade.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?

São quatro equipas de grande qualidade e que têm nas suas fileiras jogadores que podem desbloquear jogos.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Teremos de ser iguais a nós mesmos, teremos que estar unidos e pensarmos enquanto um. Será necessário que nestes jogos mantenhamos a nossa identidade para podermos ser fortes defensivamente e depois partirmos para o ataque, onde a partilha e velocidade da bola podem e devem ser um fator chave.

 

A reconquista do campeonato, depois do último conquistado em 2013/2014, sempre foi um objetivo prioritário?

O nosso objetivo é proporcionar aos nossos atletas as experiências que lhes permitam chegar ao mais alto nível do basquetebol nacional. Somos um grupo formado por 10 atletas de primeiro ano e por isso mesmo, estarmos numa fase final com este grupo é potenciarmos a sua evolução. Agora queremos desfrutar do momento, sabendo que iremos lutar até à exaustão pela vitória jogo após jogo, sem nunca perdermos a noção da nossa identidade e dos nossos princípios.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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