Artigos da Federaçãooo

«Queremos melhorar»

 

Atleta estreante – José Veiga

 

O que te provoca mais curiosidade nesta tua primeira participação na Festa de Basquetebol Juvenil?

Onde vamos jogar e com quem.

 

Qual o teu jogador preferido da LPB?

Não conheço nenhum…

 

Atleta que já regressa às Festas – Eduardo Bastos

 

Quais as melhores recordações que guardas da tua primeira participação na Festa do Basquetebol Juvenil?

A melhor recordação foi jogar contra rapazes que me motivaram a ser melhor.

 

 

Qual o teu jogador preferido da LPB?

Não tenho um jogador preferido, mas gosto do estilo de jogo do base do Dragon Force, o Pedro Bastos.

 

Atleta que já regressa às Festas – Bruna Campos

 

Quais as melhores recordações que guardas da tua primeira participação na Festa do Basquetebol Juvenil?

As pessoas que conheci e o facto de ter sido a primeira vez que vi e participei em tantos jogos em tão pouco tempo

 

Qual a tua jogadora preferida da LF?

A Joana Cortinhas, do Lousada

 

Alfredo Brigas – Chefe de Comitiva

 

Quais as expetativas e objetivos definidos pela Associação para mais uma participação nas Festas do Basquetebol Juvenil?

A ABVR encara este momento alto do Basquetebol Português, que são as Festas, com elevada expectativa. Ao longo dos 10 anos deste evento, a nossa Associação procura atingir um patamar superior, sabendo das nossas limitações geográficas, dos poucos clubes que temos e do curto campo de recrutamento. Contudo, isso não obsta à qualidade do trabalho desenvolvido pelos clubes, treinadores e dirigentes.

Temos como objetivo quantitativo a manutenção de uma equipa no grupo 1 e tentar a subida de mais uma a esse grupo. Mas o nosso maior objetivo é a nível qualitativo, quer organizacional quer no que diz respeito aos modelos de jogo das nossas seleções.

 Queremos aproveitar este momento para balizar o nosso nível com as seleções de associações de referência. Que os nossos atletas sintam que podem ser como aqueles que com eles partilham a mesma competição e que têm outro patamar competitivo.

Que as Festas sejam um momento de aprendizagem e de partilha.

Sabemos que o caminho é difícil mas queremos melhorar qualitativamente e quantitativamente o basquetebol vilarealense.


«Vai além da dimensão desportiva»

Ao longo dos anos tem acompanhado a evolução em termos organizativos e tem também visto que para os jovens jogadores este é um dos grandes momentos da época.

 

Quais as principais diferenças que apontaria nas Festas do Basquetebol Juvenil decorridas estas primeiras nove edições?

 

É um evento que está mais organizado, cada edição tem a sua história, com novas atividades e este ano, com a inclusão do All Star Game, confirmo mesmo que é uma promoção da nossa modalidade em relação aos mais jovens.

 

Sente que as gerações mais novas têm como objetivo marcar presença na Festa de Basquetebol Juvenil? É algo que lhes é transmitido pelos mais velhos?

 

Sim participar nas Festas, onde durante quase uma semana se tem a oportunidade de conhecer pessoas de toda a parte do país e ainda ter o contacto com os melhores jogadores nacionais, é sempre aliciante, é algo que marca e é transmitido às gerações mais novas. 

 

Nos nove anos que leva de experiência, nota que o comportamento e o desempenho dos atletas se altera tendo em conta o envolvimento em que decorrem os jogos?

 

Sim estão aqui muitos jovens com grande talento, o desenrolar da competição motiva-os a ser ainda melhores, com esse estímulo, com grande prazer, pelas suas características, pela vontade de aprender, jogarão basquetebol até onde conseguirem.

 

Acredita que é uma experiência que marca os atletas para a vida, não só na vertente desportiva, como também social?

 

Este evento vai muito além da dimensão desportiva, há a euforia da viagem, aprendizagem, a competição, o convívio, o sonho de participar e o querer mostrar que vale a pena o trabalho desenvolvido nos clubes e só quem está presente, percebe este espírito e o quanto marca o atleta.

 

Consegue estabelecer algum termo de comparação entre aqueles que participam na Festa e os que prolongam por mais tempo a prática da modalidade e conseguem alcançar mais sucesso?

 

Sei que o poderem participar na Festa surge como uma oportunidade para os atletas partilharem e terem uma experiência enriquecedora que perdura ao longo dos anos, tornando-os mais competitivos, a trabalharem com mais afinco, sejam capaz de dar o seu melhor, quem sabe poderem dar o seu contributo às equipas seniores e também um dia ser grandes treinadores.


SL Benfica conquista Taça de Portugal Masculina

MVP da Final: Daequan Cook (SL Benfica) – 25 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências

 

O SL Benfica puxou dos galões na 67.ª Final da Taça de Portugal Masculina, não dando hipóteses a uma Ovarense Dolce Vita que ainda resistiu durante o 1.º tempo, mas que cedeu na etapa complementar.

 

Perante um público muito entusiasta que proporcionou uma grande assistência no Pavilhão Dr. Salvador Machado, a partida começou de uma forma muito movimentada, marcada por triplos e afundanços de grande qualidade. Até meio do 1.º período, registou-se algum equilíbrio, até que os encarnados se distanciaram um pouco, contribuindo para isso algo que foi constante durante todo o desafio: uma elevada eficácia das águias, incluindo um jogo exterior muito forte.

 

No 2.º quarto o Benfica mateve-se por cima, com grande parte dos seus atletas a revelarem estar de mão quente, em especial Daequan Cook, anotando alguns lançamentos espetaculares. A Ovarense não conseguia aproximar-se no marcador, mesmo que apoiada pelos seus ruidosos adeptos, enquanto do outro lado tudo parecia sair bem aos campeões nacionais. Contudo, à entrada do intervalo, os vareiros ainda se encontravam na luta pela vitória (36-48), numa 1.ª parte na qual o Benfica marcou 10 triplos.

 

Foi no regresso dos balneários que o clube da Luz arrumou com a questão, ao realizar um 3.º período de alto nível, ao passo que a Ovarense quase se eclipsou. Cook, Jeremiah Wilson e Radic não perdoaram, com lançamentos para todos os gostos, sendo que a Ovarense obteve apenas dois pontos em todo o quarto, talvez se ressentindo do grande esforço físico dispendido na véspera, frente ao FC Porto. 

 

Com o resultado a marcar 69-38 no arranque do 4.º período, tudo parecia decidido, o que se confirmou. O Benfica, mesmo com uma grande rotação de jogadores, não se ressentiu, prosseguindo com a excelente eficácia, enquanto a Ovarense se rendeu em definitivo, transformando a parte final do desafio numa quase consagração dos encarnados, que ainda passaram a barreira dos três dígitos, colocando o resultado em 103-51.

 

Em termos individuais, foram vários os atletas do Benfica em grande plano, com destaque para Daequan Cook, o MVP da final (25 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências), sendo que também Ivica Radic (16 pontos e 5 ressaltos) e Jeremiah Wilson (15 pontos e 5 ressaltos) sobressaíram na manobra dos encarnados. Por seu turno, em relação à Ovarense, há a salientar as prestações de Nicholas Novak (13 pontos e 2 ressaltos) e de Raven Barber (11 pontos e 4 ressaltos).

 

Sendo assim, o SL Benfica alcançou a 21.ª Taça de Portugal Masculina da sua história (clube recordista de troféus), naquela que foi a 3.ª vitória consecutiva na competição por  parte das águias.

 

Reações dos treinadores

Tanto os treinadores Carlos Lisboa (SL Benfica) como Felix Alonso (Ovarense Dolce Vita) estavam de acordo quanto à justiça do resultado. "Fizemos um excelente jogo. Conseguimos que a Ovarense marcasse poucos pontos, respeitámos sempre o adversário e todo o público que esteve aqui", afirmou Lisboa após o desafio, concordando ainda com este modelo de competição (Final 8) da Taça de Portugal. Já Felix Alonso era um técnico conformado com o desfecho da partida, mas satisfeito com os seus jogadores: "Quando há uma diferença tão grande não há nada a dizer, temos que dar mérito ao Benfica. SInto-me orgulhoso dos meus jogadores e estou muito agradecido aos nossos adeptos", afirmou.

 

 


3º Clinic ABL

As inscrições deverão ser efetuadas até ao próximo domingo, dia 20 de março.”


“Máxima ambição”

No jogo dos quartos de final que terá transmissão em direto no Porto Canal, o adversário é o Barreirense, equipa que disputa o Grupo B do Campeonato da Proliga. Os dragões estão a travessar um bom momento, traduzido em vitórias importantes, e, mais importante, conquista de títulos. Algo que Moncho Lopez quer que se repita este fim de semana, mas para chegar à final há ainda um caminho a percorrer, e dois adversários para superar.

 

“É uma competição que nos entusiasma muito e para a qual partimos com a máxima ambição. Quero que os atletas encarem este primeiro jogo com a máxima exigência, até porque somos suficientemente inteligentes para perceber que, jogando perante uma equipa do segundo escalão, não temos nenhum tipo de desculpa para não dar o nosso melhor. Para além disso, temos que entender que somos favoritos porque a nossa mentalidade é tão boa como a que o Barreirense vai apresentar, para assim podermos impor aqueles outros aspetos que na teoria nos fazem ser uma equipa mais potente”, defende o treinador dos azuis e brancos em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal.

 

Pela frente, o FC Porto terá, segundo Moncho López, uma equipa “muito bem orientada” por António Ferreira, “um dos melhores treinadores portugueses”: “O Barreirense é uma equipa muito boa no pick and roll, tem um base [Alexandre Coelho] que jogaria perfeitamente no primeiro escalão, que consegue fazer pontos e criar situações para os colegas lançarem”.

 

Apesar de ter pela frente um adversário do escalão inferori, que ocupa o quarto lugar do Grupo B da 2ª fase da Proliga, e de haver apenas um dia de repouso para a meia-final, Moncho López garante que não fará qualquer gestão do plantel: “Não temos o pensamento no sábado e não vamos fazer nenhum tipo de especulação no primeiro jogo, porque seria um erro. Só pensamos em fazer o melhor possível, em colocar os nossos melhores jogadores em campo, defendendo da melhor maneira possível”.

 

Quanto ao desgaste a que os dragões serão sujeitos nesta competição, o técnico dos azuis e brancos defende que a sobrecarga só poderá ser superada com a boa condição física da equipa. “É um handicap para as equipas do nosso quadro, que jogam na sexta-feira. O sorteio é assim, puro, não tem cabeças de série e não tem em conta as classificações anteriores, pelo que vamos tentar aproveitar a nossa boa condição física e fazer a melhor gestão possível do esforço, sem pôr em causa o resultado de um jogo”.

 

Esta sexta-feira, também se joga o Ovarense Dolce Vita-Basquete de Barcelos (21h00), encontro do qual será apurado o adversário de FC Porto ou Barreirense numa das partidas das meias-finais, que está agendada para sábado, às 18h00.


All Star – LFB/LPB

Para isso, apenas têm que se deslocar até à parte inferior do nosso site, votando então em cinco atletas de cada uma das quatro tabelas que surgem devidamente identificadas (Zona/Género). Apelamos para que tenham em atenção as posições em campo, para que as equipas iniciais façam sentido.

De referir que pela primeira vez teremos jogos deste género integrados na grande Festa do Basquetebol, naquele que será o regresso de um evento do género ao calendário basquetebolístico nacional, depois da sua última edição ter ocorrido em 2010, na Guarda.

O equipamento de ambos os conjuntos será fornecido pela Dhika, marca desportiva oficial da FPB, sendo que em breve teremos novidades sobre o mesmo.

Fique a par das novidades da Dhika no site: www.dhika.pt

 

LFB – Norte

Bases

Felicitè Mendes (SportivaAzoresAirlines); Jasmine Crew (Olivais/UrgiCentro-SAN); Gabriela Raimundo (Ovarense); Shaqwedia Wallace (SportivaAzoresAirlines)

 

Extremos

Kalu Ezinne (CDTorres Novas); Daniela Domingues (AD Vagos); Josephine Filipe (Olivais/UrgiCentro-SAN) Mariana Silva (CDTorres Novas)

 

Postes

Joana Cruz (Lousada A.C.) ; Erin Chambers (Lousada); Ashley Bruner (Sportiva); Allison Bouman (Ovarense)

 

Treinador

Ricardo Botelho

 

LFB – Sul

Bases

Inês Viana (Quinta dos Lombos); Inês Faustino (Sporting CP);  Miriam McKenzie (Boa Viagem Angra-Açores)

 

Extremos

Marcia Costa (GDESSA Barreiro); Joana Ramos (SL Benfica); Arantxa Cea (Sporting CP); Marcy Gonçalves (Quinta dos Lombos)

 

Postes

Calan Taylor (SL Benfica); Kamila Jackson (GDESSA Barreiro); Sonia Reis (Quinta dos Lombos); Cherin Miller (CAB Madeira); Aleigsha Welch (CAB Madeira)

 

Treinador

João Pedro Vieira

 

LPB – Norte

Bases

Pedro Bastos (FC Porto); Pedro Pinto (Vitória SC-Guimarães); Jose Barbosa (Ovarense Dolce Vita); Bradley Tinsley (FC Porto)

 

Extremos

João Balseiro (Vitória SC-Guimarães); James Ellisor (UD Oliveirense); Mads Rasmussen (Maia Basket); Rui Coelho (UD Oliveirense)

 

Postes

Igor Dukovic (Basquete de Barcelos); Miguel Queiroz (FC Porto); Raven Barber (Ovarense Dolce Vita); Nicholas Washburn (FC Porto)

 

Treinador

Moncho López

 

LPB – Sul

Bases

Jarred Jackson (Galitos – Barreiro); Tomás Barroso (SL Benfica); Tiago Pinto (Eléctrico F.C.); Daequan Cook (SL Benfica)

 

Extremos

Fabio Lima (CAB Madeira SAD); Jovonni Schuler (CAB Madeira SAD); Quinton Upshur (Lusitânia)

 

Postes

Jeremiah Wilson (SL Benfica); Jordan Baker (Galitos – Barreiro); Stefan Djukic (Lusitânia); Josimar Cardoso (Eléctrico F.C.); Sasa Borovnjak (Lusitânia)

 

Treinador

Carlos Lisboa

 

Concurso de Triplos – Quem vai participar:

 

LFB

– Calan Taylor (SL Benfica)

– Catarina Mateus (Lousada A.C.)

– Joana Ramos (SL Benfica)

– Daniela Domingues (AD Vagos)

 

LPB

– Andrew Ferry (Basquete de Barcelos)

– Daequan Cook (SL Benfica)

– Rui Costa (Maia Basket)

– Jeremiah Wilson (SL Benfica))


“É sempre importante e especial vencer o Benfica”

O mais recente duelo foi favorável aos dragões (69-68) e valeu a conquista da Taça Hugo dos Santos, mas Moncho López acredita que a história deste jogo será diferente. Atribuindo maior dose de favoritismo aos encarnados, o treinador portista, em declarações ao site oficial do clube, assume que quer vencer, mesmo sabendo reconhecendo que muito dificilmente chegará ao 1º lugar do Grupo A. Para repetir o sucesso o técnico espera da sua equipa empenhamento, atitude positiva e mentalidade ambiciosa. André Bessa partilha o desejo de sucesso e não esconde que o grupo está preparado para bater novamente os benfiquistas. O capitão não esconde que vencer o Benfica é sempre especial, e este jogo é mais uma oportunidade para provar que os azuis e brancos estão em condições de contestar a hegemonia revelada pelo benfiquistas nas últimas temporadas.

 

“Imagino que, para o Benfica, estes também são jogos especiais. Uma equipa que ganhou tanto nos últimos anos tem a obrigação de continuar a vencer. Com um plantel tão forte, não pode encarar nenhum jogo sem assumir o papel de favorito. Depois, há as outras tais circunstâncias de um FC Porto-Benfica e cada jogo é uma história diferente, independentemente do que está para trás e do que vai acontecer. É um jogo especial, altamente motivante para quem está e faz parte dele, para as massas associativas dos dois clubes”, afirmou Moncho López, que considera complicado tirar a liderança do Grupo A aos lisboetas, à distância de três pontos: “Honestamente, é difícil tirar o primeiro lugar ao Benfica. Acho que, dada a diferença pontual, se eles fizerem o que é normal ou expectável, dificilmente o primeiro lugar lhes fugirá das mãos. Evidentemente, temos a responsabilidade de tentar vencer este jogo”.

 

Reconhecendo as “dificuldades” sentidas em todos os desafios já realizados com o Benfica até agora, Moncho López disse que é “natural que ambas as equipas técnicas” olhem com particular importância para o encontro mais recente. Para este, “há que fazer muitas coisas para conseguir ganhar”, até porque, “quando achamos que somos mais bonitos e que jogamos melhor do que os outros, o nosso rendimento é paupérrimo, lamentável”. O técnico espanhol deixou o aviso à equipa, mas não poupou nos elogios à forma como esta tem encarado os jogos contra o Benfica, pedindo uma “mentalidade de muita ambição” perante “um adversário forte”.

 

“Quero que a equipa assuma a responsabilidade de querer vencer, de tentar vencer um jogo que é importante para nós, por ser um clássico, porque é em nossa casa. Se já vencemos o Benfica, foi porque fizemos um muito bom trabalho, inclusive na preparação para estes jogos, pois as semanas que os antecedem são de muito treino e concentração. No jogo, o Benfica coloca-nos muitos problemas, aos quais temos respondido com uma atitude muito positiva para resolvê-los em campo. A equipa tem tido um comportamento excelente e quero que mantenha essa mentalidade de muita ambição, compreendendo que está a defrontar um adversário forte”, finalizou Moncho López.

 

O capitão portista, André Bessa, ressalvou o facto de ser um jogo frente ao “eterno rival” e deu voz à “confiança” da equipa para o quinto clássico da temporada: “Preparamos todos os jogos para vencer e este é mais um. É o nosso eterno rival mas estamos preparados para o que aí vem. Já os vencemos e vamos preparar bem o jogo, mas sabemos que se estivermos ao nosso nível podemos vencê-los outra vez. É sempre importante e especial vencer o Benfica, porque é um clássico e porque é a equipa que tem dominado o basquetebol português nos últimos anos. Já conquistámos um título e quebrámos uma série de 11 troféus consecutivos do Benfica. Temos confiança e sentimos que podemos ganhar. Todos os jogos são especiais, mas jogar contra o Benfica tem uma transcendência maior”.


União Sportiva conquista Taça de Portugal feminina

Parabéns para todos os intervenientes nesta Final Four que animou a cidade de Coimbra!

 

Num bom fim de semana para a propaganda da modalidade, o SportivaAzoresAirlines estreou-se a ganhar a Taça de Portugal, graças ao triunfo sobre o Olivais/UrgiCentro-SAN por 74-51.

 

Com as bancadas do Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra, bem compostas, e pese um início de jogo algo equilibrado, o Sportiva tomou conta das operações, revelando maior acerto na hora de lançar ao cesto. Numa partida durante a qual as jogadoras foram inexcedíveis, a equipa açoriana começou a descolar no marcador a partir do meio do 1.º período, quando atingiu o resultado de 11-5, sendo que logo aí as bases para aquilo que seria o desafio foram lançadas. Um Sportiva forte no jogo exterior – 58% de eficácia da linha de 3 pontos – a contrastar com o maior número de falhanços evidenciado pelo Olivais.

 

A agressividade defensiva exibida pelo Sportiva foi importante para travar o ímpeto do adversário, o que se refletiu em vário turnovers, principalmente no segundo quarto. Foi neste período que a vantagem açoriana se foi avolumando, com algumas atletas em destaque ao não perdoarem os erros ofensivos de um Olivais muito apoiado por entusiastas adeptos. fixando o marcador em 47-26 à entrada para o intervalo.

 

No regresso dos balneários, a formação de Coimbra entrou disposta a inverter o rumo dos acontecimentos, reduzindo distâncias (48-33), mas os triplos iam caindo para o Sportiva, o que originou uma nova e irreversível fuga das insulares. A equipa comandada por Ricardo Botelho passou então a gerir o desafio, nunca deixando de proporcionar bons momentos.

 

O quarto período acabou por se desenrolar de uma forma tranquila, numa altura em que o resultado final já estava traçado, com o mesmo a situar-se  em 74-51, terminado jogo decisivo. Pelo Sportiva há a realçar, em termos individuais, o desempenho de várias basquetebolistas, com destaque para Felicite Mendes (16 pontos e 4 ressaltos), Milica Ivanovic (15 pontos e 5 ressaltos) e Shaqwedia Wallace, que obteve os mesmos números da sua colega sérvia. Por seu turno, em relação ao Olivais, de salientar os 19 pontos e 6 ressaltos de Jasmine Crew, além da exibição de Brittany Hodges (16 pontos e 9 ressaltos).

 

O basquetebol saiu privilegiado depois deste confronto, com o Olivais a merecer elogios pela forma como encarou esta prova, aproveitando o fator casa para proporcionar grandes momentos. Parabéns para o União Sportiva por esta importante conquista, mas também para todos os restantes intervenientes ao longo do fim de semana.

 

Viva o basquetebol!

 


Miguel A. Hoyo esteve na ABP – Treino integrado foi tema da ação

Presentes estiveram 166 treinadores (dados oficiais), oriundos de vários pontos do país, que não quiseram perder mais esta excelente oportunidade de aprendizagem.

 

Em cerca de 120 minutos, Miguel A. Hoyo apresentou diversas propostas de exercícios que procuraram conjugar conteúdos técnicos e tácticos específicos da modalidade com uma dinâmica potenciadora do desenvolvimento de capacidades condicionais e coordenativas. Revelando sempre muita disponibilidade, o tempo restante foi pouco para responder a algumas questões que foram sendo colocadas, numa temática que continua a despertar muito interesse entre os treinadores.

 

Uma palavra especial a Carlos Colinas e à FEGABA pela sugestão do nome de Miguel.

 

A 4ª e última sessão da época 2015/16 decorrerá no mesmo local, no próximo dia 11 de abril, na qual os preletores convidados – Paulo Colaço e Marisa Vieira, colaboradores na área da condição física do FC Porto – se reportarão ao treino pliométrico enquanto ferramenta para a melhoria da força e velocidade no treino dos jovens atletas.


O treino da condição física integrado no trabalho técnico-táctico

Assim, Miguel Angel Hoyo partilhará connosco, no próximo dia 7 deste mês, no Dragão Caixa, às 20h30, alguns dos seus conhecimentos e vivências neste âmbito, apresentando conceitos e propostas específicas para o basquetebol.

 

Se ainda não se inscreveu saiba que ainda o poderá fazer. Se pretende assistir às 2 ações que faltam e ainda receber os vídeos de todas as ações realizadas/a realizar efetue o pagamento de 25€00 (transferência bancária). Caso pretenda apenas assistir às 2 ações que restam e receber os respectivos (2) vídeos o valor será de 15€00/por cada ação.

 

NIB: 0007 0435 0001 0310 0000 2

 

As inscrições devem ser efectuadas direta e preferencialmente por correio electrónico (areatecnica@abp.pt), com os seguintes dados:

Nome COMPLETO:

NIF:

Clube:

Nº. Licença e Nº. TPTD:

Anexo ao email, é obrigatório enviar comprovativo de transferência bancária (digitalizado)


«Inteligentes e concentrados»

O primeiro adversário é o CAB, uma equipa difícil, mas o treinador conta com o espírito guerreiro das suas jogadoras.

 

 

O último mês, contrariamente ao que tinha sucedido em janeiro, não foi de êxito. Sinal de um retrocesso na evolução da equipa? Ou mérito dos adversários na forma como se bateram com o Olivais?

 

O mês de Fevereiro foi atípico devido ao número reduzido de jogos que tivemos por causa dos trabalhos da seleção nacional. A equipa do Olivais teve apenas 2 jogos; contra um adversário direto em casa (Vagos) e fora, com o atual primeiro classificado da Liga (GDESSA). Apesar de termos perdido os dois, aquele que representa uma maior desilusão foi o que disputámos em casa. Aí não deveríamos perder pontos, sobretudo contra um adversário direto. Contudo, o mérito terá que ser dado ao Vagos e a nós compete-nos trabalhar mais para continuarmos diariamente a tentar superar-nos. Relativamente à vitória do GDESSA, não merece qualquer contestação mas, tratou-se apenas de um jogo. Neste momento o nosso foco está no jogo com o CAB, deste fim-de-semana onde nos encontramos por mérito próprio, a disputar uma fase final de uma competição tão importante como a Taça de Portugal.

 

A época não tem corrido muito bem na competição da Liga. Esta participação na Final 4 da Taça de Portugal está a ser encarada como uma forma de tornar a temporada mais positiva? E se pode ser motivadora para um final de época mais positivo por parte do Olivais?

 

O facto de estarmos numa fase final é sempre motivante. Sabemos que estamos nas 4 melhores equipas desta competição, contudo queremos mais. Apesar de jogarmos contra uma equipa de grande valia, queremos tentar estar na final, tentando aí dar o nosso melhor. Independentemente de vencermos ou não a competição, sabemos o que passámos para chegar até aqui. Sabemos da nossa valia e queremos demonstrá-la em campo. Depois, resta-nos capitalizar em termos volitivos o que daí resulta, tentando fazer o seu transfer para uma competição como a Liga Feminina.

 

No único jogo que realizaram esta época com o CAB o resultado não vos foi favorável. Concorda que, muito provavelmente, o maior problema que sentiram foi condicionar o jogo interior das madeirenses? E se destacaria mais algum problema que esta equipa do CAB coloca aos seus adversários?

 

A equipa do CAB ganhou-nos o primeiro jogo realizado na Madeira contudo, esta é outra competição, jogamos em Coimbra, junto dos nossos adeptos, onde contamos com o seu apoio para tentarmos ganhar uma vez mais, uma competição de âmbito nacional para o Olivais. Para atingirmos este desiderato necessitamos primeiro de vencer o CAB. Equipa com outros argumentos não só ao nível do jogo interior mas sobretudo pela experiência acumulada pela presença assídua nas fases finais, das diversas competições ao longo dos últimos anos. Sei que as probabilidades nos são desfavoráveis mas conheço bem o grupo que tenho o privilégio de liderar, de gente guerreira, que fará todos os sacrifícios para ganhar o jogo.

 

Que argumentos do Olivais terão de servir de arma para este jogo de forma a que possa estar presente no jogo da final de domingo?

 

Quando jogamos com equipas tão fortes como o CAB é essencial que estejamos no jogo até ao momento da decisão. Temos que ser inteligentes, estar concentrados todo o jogo, falhar menos que o CAB e procurar as nossas vantagens. Por último gostaria de deixar um agradecimento a todas as pessoas e entidades que nos têm ajudado ao longo de todo este processo/época. Sem eles seria impossível estar em mais uma fase final.


«Não temos espaço para erros»

As insulares defrontam o Olivais, sábado, às 16 horas.

 

Depois de quatro meses de domínio absoluto e em que só somaram vitórias, o CAB cedeu nos últimos dois jogos que disputou, sendo que um deles custou um título. Quebra de rendimento desportivo? Ou aponta outro tipo de explicação para o sucedido?

 

Perante todos os recursos que temos ao nosso dispor perder jogos nunca é bom, no entanto temos que valorizar mais uma das derrotas pelo facto de ter sido na final da Taça Federação, tentando corrigir ao máximo os nossos erros para estarmos melhor na próxima vez, falo da Taça de Portugal que se disputa com as mesmas regras. Podemos dizer que sentimos um pouco a série de cinco jogos em sete dias que fizemos devido a algumas alterações de calendário, bem como algumas lesões “chatas” em algumas das nossas atletas. No entanto, como já referi, temos que olhar para dentro e melhorar o que correu menos bem.

 

Esta Final 4 da Taça é abordada como uma forma de retornar ao sucesso e elevar o estado anímico da equipa para o que falta disputar na temporada?

 

É acima de tudo um dos nossos objetivos traçados no inicio da época que neste momento, depois da derrota na final da Taça Federação, tem um cariz revitalizador para melhor encararmos o final do campeonato.

 

Lidar com o favoritismo para a meia-final frente ao Olivais, tanto mais que a prova é disputada em Coimbra, poderá ser uma pressão acrescida? E que opinião tem desta equipa do Olivais, bem diferente daquela que defrontaram na Madeira há algum tempo atrás?

 

Não creio que seja uma pressão acrescida, o facto de ser um dos nossos objetivos para nós é o suficiente para estarmos bem atentos e trabalharmos o mais e melhor que podemos. A equipa do Olivais está um pouco diferente devido à entrada de duas jogadoras. É uma equipa que tem jogadoras capazes de tirar vantagem nas situações do 1×1, que joga muito situações de bloqueio direto e que sai bem na transição ofensiva.

 

Caso para dizer que à terceira é de vez no que diz respeito à conquista de títulos esta temporada? E de que forma o CAB irá conseguir ultrapassar este primeiro obstáculo que dá pelo nome de Olivais?

 

Temos trabalhado para que de facto à terceira seja de vez… Por se tratar de um jogo a eleminar não temos espaço para erros e estamos convencidos que respeitando a equipa do Olivais dando o nosso máximo chegaremos à final.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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