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APD Braga vence sem contemplações

Num jogo que se previa desnivelado, a APD Braga “esmagou” o CD Os Especiais por 95-14 e deu continuidade à senda de vitórias na fase regular da zona norte, ficando agora a faltar apenas um encontro fora de portas, diante da APD Leiria. À semelhança do que tem vindo a acontecer noutros jogos, a desigualdade de forças permitiu ao treinador minhoto, Ricardo Vieira, dar minutos aos jogadores menos utilizados e ensaiar outros quintetos para os desafios de maior grau de dificuldade. O extremo internacional português, Filipe Carneiro, com 35 pontos, e o experiente poste Eduardo Gomes, com 24, também ele recentemente convocado para os trabalhos da Seleção Nacional, assumiram-se como os jogadores em destaque.

 

No pavilhão da Maceira, a APD Leiria superiorizou-se à APD Paredes, embora por uma margem inferior à esperada, facto que se explica pela boa entrada da equipa comandada por Domingos Marinho. Aos poucos, os locais impuseram o seu jogo e acabariam por chegar à vitória por 50-42, consolidando assim a segunda posição na fase regular da zona norte sem perder de vista a primeira, embora as hipóteses sejam remotas já que na primeira volta, perante o primeiro classificado, a APD Braga, saíram derrotados por 16 pontos.

 

Jogos do fim de semana de 5 e 6 de Março:

 

5/03 – APD Paredes vs APD Leiria – 16h – Pavilhão Municipal Rota dos Móveis

6/03 – GDD Alcoitão vs APD Lisboa – 14:15h – Pavilhão Municipal de Murches

6/03 – APD Sintra vs GDR A Joanita – 18:00h – Pavilhão Serra das Minas

 

Nota: Nas fotografias podemos ver Filipe Carneiro, da APD Braga

 

 

 

 


CPN ganha na Amadora

A equipa nortenha continua a somar bons resultados na 1ª fase do campeonato da 1ª divisão feminina. O triunfo conseguido este fim-de-semana frente à ESA (70-75), isolou a formação do CPN na primeira posição da tabela. Já na deslocação do Guifões ao reduto do Marítimo, a equipa da casa arrecadou a segunda vitória na prova, depois de vencer o adversário por 74-44.

 

Em Gaia, o Coimbrões recebeu o CD Póvoa, segundo classificado do campeonato, com as poveiras a somarem a 12ª vitória, por 44-59. Por seu turno, a Simecq recebeu e bateu o Académico por 64-44, obtendo o oitavo o êxito na competição, ao passo que a formação visitante averbou a sexta derrota.

 

Já o Gafanha alcançou mais um resultado positivo, desta feita frente ao Algés, após prolongamento, vencendo a partida por 57-53, enquanto a Juvemaia se superiorizou ao Galitos. Aproveitando o fator casa, a turma de Manuel Monteiro arrecadou um precioso triunfo, por 53-31.

 

Próximos jogos

5 de Março

Guifões vs ESA às 15h, no Pavilhão Municipal do Guifões

Académico vs Gafanha às 16h30, no Pavilhão do Académico

CPN vs Coimbrões às 16h30, no Pavilhão Municipal de Ermesinde

Galitos vs Simecq às 18h30, no Pavilhão Municipal do Galitos

 

6 de março

CD Póvoa Vs Juvemaia às 14h45, no Pavilhão CD Póvoa


«Fazer tudo para chegar à final»

As açorianas defrontam na meia-final a Quinta dos Lombos, às 18 horas, um adversário que o treinador-adjunto da formação insular considera difícil. Mas a confiança que reina no seio da equipa deixa o técnico muito optimista para esta competição.

 

Esta pausa na competição motivada pelos trabalhos da seleção foi positiva para recuperar forças e treinar um pouco mais de forma a preparar esta Final 4?

 

Esta pausa já estava programada no sentido de recuperar e preparar a forma física, para o próximo ciclo que teremos pela frente, com o objetivo de apresentarmos a equipa na máxima força.

 

A última competição que disputaram não correu nada bem. O que falhou na equipa? E quais os erros que não poderão ser repetidos nesta Final 4?

 

Não correu bem porque queríamos vencer a Taça Federação e não conseguimos. Os mais atentos aperceberam-se de que na primeira eliminatória se defrontaram duas equipas candidatas a vencer a prova. Tivemos uma percentagem atípica de lançamentos, mas temos treinado muito e de certeza de que vamos apresentar uma equipa com muita confiança e muito forte, não só no seu jogo interior, mas também no seu jogo exterior.

 

Concorda que vão defrontar na meia-final uma equipa que, muito provavelmente, nesta fase da época está a atravessar o seu melhor momento. O que faz desta equipa dos Lombos um adversário complicado e explique o facto de só ter perdido apenas um jogo nos últimos onze disputados?

 

Não pensamos nisso, esta época já defrontámos adversários muito difíceis, mas a verdade é que quem não se classifica com facilidade somos nós e garantidamente que vamos fazer tudo para conseguir chegar à final.

 

Para esta meia-final os Lombos vão apresentar mais soluções e mais qualidade do que no último confronto entre as duas equipas. Em que áreas do jogo o Sportiva terá que ser mais forte de modo a poder vencer esta eliminatória?

 

O segredo para vencer este jogo é a nossa equipa apresentar a sua personalidade, uma equipa muito organizada, motivada, criando muitas dificuldades na defesa e muita confiança no ataque. 


Clinic Internacional BCR

 

Datas e Horários: 19 e 20 de março, das 9h00 às 18h00.

Local: Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, Concelho de Sintra.

Destinatários: Treinadores de basquetebol/Treinadores e praticantes de BCR.

Prazos para Inscrição: 14/03.16, é a data limite para as inscrições.

Nº de Participantes: 20 (Admissão por ordem de chegada da inscrição)

Prioridades/Admissão: 1ª prioridade – Treinadores de basquetebol.

2ª Prioridade – Treinadores de BCR.

3ª Prioridade – Praticantes de BCR.

Objetivos: Formação básica/aquisição de competências na vertente do BCR.

Criar oportunidades de formação para os treinadores de basquetebol, treinadores e praticantes de BCR.

Promover o desenvolvimento do BCR em Portugal.

 

Para mais informação: www.anddemot.org.pt 


Portugal já conhece adversários para o Europeu

Bósnia-Herzegovina, Áustria, Letónia e Lituânia. Serão estes os rivais de Portugal, no grupo A do Campeonato da Europa da divisão B*, que terá lugar em Sarajevo, entre 9 e 18 de julho. Apesar de ter escapado ao maior colosso, a França, vice-campeã do mundo em 2010, que integra o grupo B juntamente com Croácia, Rússia, Eslovénia e Irlanda, calhou em sorte à Seleção Nacional o 3º, o 5 º e 6º classificados da última edição do Campeonato da Europa B – Lituânia, Áustria e Letónia, respectivamente. O outro oponente, a Bósnia-Herzegovina, apesar de recém promovida ao escalão B, já que se sagrou campeã da divisão C diante de Portugal, tem do seu lado o ascendente motivacional de acolher o torneio, assim como uma experiência competitiva assinalável. Recorde-se que o país dos Balcãs foi vice-campeão em três ocasiões do escalão B – 2004, 2008 e 2012 – alcançando assim a elite do basquetebol em cadeira de rodas europeu, o escalão A. Por tudo isto, prevêem-se duelos difíceis e equilibrados e onde só a melhor versão da equipa lusa permitirá a passagem à fase seguinte para continuar na luta pelas duas vagas de acesso à divisão A.

 

A próxima etapa de preparação da Seleção Nacional acontece já a 25 e 26 de março, em Lordelo, Paredes, tendo o Selecionador Nacional, Jorge Almeida, convocado 20 atletas, entre os quais se destacam os regressos de Henrique Sousa (1.0** extremo, APD Braga), Cláudio Batista (4.5 poste, Clinicas Rincon Amivel) e Marco Gonçalves (1.5 extremo, GDD Alcoitão), três atletas com presenças em Campeonatos de Europa. Eis a convocatória completa: APD BRAGA: João Ribeiro (2.5 extremo), Jorge Palmeira (2.5 extremo), Filipe Carneiro (2.0 extremo), Sílvio Nogueira (2.5 base/extremo), Gabriel Costa (4.0 poste), Eduardo Gomes (4.0 poste) e Henrique Sousa (1.0 extremo); APD PAREDES: Carlos Cardoso (1.0 extremo) e Filipe Silva (2.5 extremo); APD SINTRA: Rui Nicolau (1.0 extremo) e Pedro Gonçalves (3.5 base); APD LEIRIA: Aníbal Costa (4.0 poste) e Nelson Oliveira (1.0 extremo); GDD ALCOITÃO: Hugo Maia (2.5 extremo/base) e Marco Gonçalves (1.5 extremo); CP MIDEBA – 1ª Liga espanhola: Hugo Lourenço (4.0 poste); SERVIGEST BURGOS – 2ª Liga espanhola: Márcio Dias (4.5 poste); FUNDACION GRUPO NORTE – 1ª Liga espanhola: Pedro Bártolo (2.5 base); CLINICAS RINCON AMÍVEL – 1ª Liga espanhola: Cláudio Batista (4.5 poste); MEYLAN GRENOBLE HANDIBASKET – 1ª Liga francesa: Nuno Neves (2.0 extremo/base).

 

*Nota: A PONTUAÇÃO DO JOGADOR É ATRIBUÍDA POR CLASSIFICADORES ESPECIALIZADOS QUE ATENDEM À FUNCIONALIDADE DO ATLETA NA CADEIRA DE JOGO, ASSIM COMO À SUA LESÃO. VARIA ENTRE 1 A 4.5, SENDO QUE QUANTO MAIS ALTA, MAIOR A FUNCIONALIDADE DO JOGADOR, E O TOTAL PRESENTE NO 5 INICIAL NÃO PODE EXCEDER OS 14,5 PONTOS, EM COMPETIÇÕES DE CLUBES, E OS 14 NAS COMPETIÇÕES DE SELECÇÕES.


«É uma desilusão»

O treinador lamenta a sorte dos açorianos, mas quer ver a sua equipa integrar a terceira e decisiva fase do campeonato, embora reconheça que não será fácil. Sábado, às 16 horas, na ilha Terceira, o Lusitânia começa a 2ª fase do Grupo B, diante do Eléctrico.

 

Acaba por ser uma desilusão não integrarem o Grupo A desta 2ª fase da LPB?

 

Sim, sem dúvida alguma que é uma desilusão.

 

Consegue identificar as razões pelas quais o Lusitânia não ficou entre os seis primeiros da 1ª fase?

 

A análise feita revela vários fatores, um deles tem muito a ver com o formato da competição e o seu início. A insularidade criou esta época ainda mais problemas, sendo que sem termos competido na fase de preparação ainda se torna mais difícil. Acabámos por pagar a fatura de ter entrado no campeonato sem ter realizado jogos de pré-época, de termos iniciado a temporada a 9 de setembro, já que desta forma só conseguimos ver se os jogadores que tínhamos contratado conseguiam adaptar-se já com o campeonato a decorrer. Esta época optámos por não participar no troféu António Pratas porque não tínhamos jogadores suficientes.

Após todos estes contratempos conseguimos, com muito trabalho, ficar em 7º lugar com 9 vitórias e 11 derrotas.

É inglório perder 3 jogos ao ficarmos no segundo grupo, sem dúvida alguma de que a minha equipa merecia ficar no primeiro grupo. Mas acabámos por ser os mais prejudicados com este modelo, pois tínhamos uma diferença de 4 vitórias para o 9º classificado e de 5 vitórias para o 10º, e com este formato acabámos por ter só duas vitórias de vantagem e de três para o 10º. Praticamente estávamos apurados e assim vamos ter muitas dificuldades em conseguir chegar ao playoff.

 

Certamente que o objetivo passa agora por terminar num dos primeiros dois lugares do Grupo B. Com o tempo de trabalho que têm pela frente, a competição que terão até ao playoff, e partindo do pressuposto de que se apuram, o Lusitânia pode ainda ser mais forte?

 

O nosso sentimento é de termos cumprido o nosso trabalho, porque chegámos onde foi possível chegar. O objetivo agora passa pela manutenção, porque é frustrante ter de voltar atrás para tentar novamente chegar ao lugar onde acabámos a fase regular com tanto sacrifício. Estamos a trabalhar muito para chegar ao playoff, mas sabemos as dificuldades por que vamos passar. Podemos acabar a segunda fase e no total termos mais vitórias e não chegar ao playoff.

 

O próximo adversário é o Eléctrico FC, com quem já perderam, em casa, esta temporada. O resultado do último embate foi uma vitória vossa pela diferença mínima. Dados suficientes para esperarem um jogo complicado? E que tipo de problemas vos coloca esta equipa de Ponte de Sor?

 

Esperamos encontrar ainda mais dificuldades, porque a equipa do Eléctrico FC tem muito bons jogadores, habituados a jogarem juntos há muito tempo, estando reforçada neste momento e com uma rotação mais alta.

 

O Lusitânia sofreu muitas alterações no plantel ao longo da 1ª fase. Agora que parece ter assentado em definitivo o seu grupo de trabalho, que tipo de equipa pretende ser o Lusitânia até final da temporada?

 

O Lusitânia pretende ser uma equipa a jogar basquetebol de qualidade como tem feito em muitos jogos, tentando ser mais equilibrada e regular, mas merecendo mais respeito. Para não acontecer o mesmo que tivermos numa das jornadas mais importantes para o apuramento para o playoff, em que éramos para jogar as 14h30m e acabámos por ser obrigados a jogar as 22h30m com árbitros regionais. Atenção que estes senhores tentaram fazer o melhor possível e agradeço-lhes a coragem e exposição a que foram alvo.


«Defender Portugal com garra»

 

Maryiana Kostourkova lembra que neste escalão é sempre complicado avaliar os adversários, mas não tem dúvidas de que pelo seu historial, os adversários de Portugal na primeira fase do Europeu não serão pêra doce. “Espanha, Hungria e Alemanha são países tradicionalmente fortes, com uma sólida presença no basquetebol europeu de alto nível”, refere a treinadora. “Não posso considerar nenhuma das equipas favorita, pois sub-16 é uma idade que não conhecemos bem. Alguns países dependem de boas gerações, caso de Portugal nos últimos anos. Uma coisa é certa: são escolas com tradições no basquetebol e com excelente trabalho em todos os níveis", acrescentou Kostourkova.

 

E passa a analisar cada um dos adversários:

 

Espanha (4º lugar no último CE)

“Acredito que não vai abdicar do seu jogo, baseado nas defesas pressionantes a todo-o-campo e rápidas transições. A grande intensidade do jogo é a característica principal do basquetebol feminino espanhol.”

 

Hungria (7º lugar)

“Por tradição tem atletas com estatura acima da média nesta idade e com bom domínio dos fundamentos. No último Campeonato da Europa ficaram no 7º lugar da Divisão A e com certeza vai contar com uma das peças fundamentais da última edição, uma poste com 190 cm.”

 

Alemanha (9º lugar)

“É mais um adversário forte fisicamente, com atletas altas. O 9º lugar no último CE foi conseguido com 6 atletas de primeiro ano. São atletas de valor, pois foram utilizadas bastante tempo no campeonato em Matosinhos.”

 

Na segunda fase Portugal irá cruzar-se com Turquia, Rússia, Itália e Lituânia.

 

“Tenho noção de que vamos sentir dificuldades por causa da falta de altura e experiência (na nossa equipa vamos ter apenas uma atleta que vai repetir e que foi a menos utilizada no CE de Matosinhos). Temos um grupo de atletas interessante, mas com certeza a equipa vai ser muito diferente, comparando com os últimos anos. Temos uma tarefa difícil para frente, mas uma coisa é certa: acredito que todas vão dar o seu melhor e que todas juntas vamos defender as cores do Portugal com muita garra e entrega, para podermos compensar as dificuldades acima mencionadas”, finaliza Maryiana Kostourkova.


«Solidários e unidos»

Sábado, às 17h30, os minhotos recebem o Benfica, uma equipa que, lembra o treinador, “ganhou 11 das últimas 12 competições nacionais” e que “só perdeu um jogo no campeonato”. Mas em Barcelos faz todo o sentido falar do fator casa e o técnico conta fazer uso dessa arma para tentar surpreender os encarnados.

 

Olhando para o desempenho do Barcelos desde o início da temporada, a equipa correspondeu àquilo que esperava dela? Em algum momento da temporada teve dúvidas sobre o grupo que tinha ou o trabalho que estava a desenvolver?

 

Partimos para esta época com a noção das dificuldades e das limitações que a construção  de um novo plantel podiam trazer. Queríamos que esta construção fosse à base de atletas novos, com talento e ambição. Esta juventude e ambição, aliados à experiência de outros jogadores e ao trabalho que temos feito, permitem-nos estar muito contentes com os resultados alcançados até agora.

 

O facto de ser o mesmo grupo de trabalho desde o arranque da temporada contribuiu para uma 1ª fase de sucesso? As 11 vitórias excederam as suas expectativas?

 

É verdade que a estabilidade de um grupo permite a sua evolução como equipa. Só tivemos a saída do nosso capitão Cristiano por motivos profissionais e resolvemos esta falta dentro do grupo. Mas este crescimento como equipa também é fruto das condições que o clube nos dá. O Basquete Clube de Barcelos, dentro das suas dificuldades e limitações, mas com uma estrutura baseada em pessoas com muito carinho pelo clube e pela modalidade, consegue reunir as condições necessárias para realizarmos o nosso trabalho.

No início da época foi-nos pedido como principal objetivo a manutenção na LPB. Com o decorrer da época esse objetivo foi sendo avaliado e ajustado aos resultados que fomos tendo. As 11 vitórias, mais do que exceder as expectativas, deixam-nos muitos orgulhosos e com vontade de continuar a crescer.

 

O que procurou reunir neste grupo de trabalho e que foi a base para conseguir o 5º lugar no final da 1ª fase da competição?

 

Procurámos reunir talento, ambição, vontade de evoluir e capacidade de perceber que trabalhar em prol de um objetivo coletivo nos leva, a todos, àquilo que pretendemos.

 

E a partir daqui o que será um desempenho positivo da equipa do Barcelos?

 

Como dizia um atleta nosso esta semana, “vamos até onde nos deixarem ir”. Temos assegurado o playoff, vamos defrontar as 5 melhores equipas da Liga. Dez jogos que nos vão permitir continuar a crescer se forem encarados com a mesma seriedade e ambição. Ainda temos a participação na Final a oito da Taça de Portugal. Queremos mais e estamos trabalhar para isso.

 

Que aspetos lhe causam maior preocupação num confronto com o SL Benfica?

 

O Benfica merece todo o nosso respeito. É o clube que ganhou 11 das últimas 12 competições nacionais. Tem incomparavelmente mais experiência acumulada que nós e muita qualidade em todos os seus jogadores. Só perdeu um jogo neste Campeonato. Mas sou da opinião que nos 3 jogos que tivemos este ano, e sem retirar nenhum mérito ao Benfica, esse respeito foi exagerado e não nos permitiu jogar mais perto do que sabemos. Tirando o jogo da Supertaça, em que fomos literalmente atropelados, podíamos ter feito melhor. O Benfica joga de forma muito intensa. Queremos igualar essa intensidade, sempre no limite, e conseguir jogar dentro daquilo que temos feito. Solidários, unidos e com vontade de continuar a evoluir. Nada melhor do que estes jogos para o conseguir. 

 

Faz sentido falar em fator casa no vosso caso. Qual tem sido o segredo do Barcelos para ser tão forte a jogar perante o seu público e que terá de ser mantido para o jogo com o SL Benfica?

 

No primeiro contacto com o grupo foi-lhe incutida a ideia que jogar em Barcelos tem que ser uma mais-valia para nós. Vir a Barcelos tem que ser sinónimo de dificuldades para os adversários. Os atletas assumiram na perfeição este objetivo. Perdemos 2 dos 10 jogos realizados em Barcelos e contra os dois primeiros classificados. Temos os nossos adeptos, aqueles que estão sempre com a equipa e aos quais estamos muito agradecidos. Mas reconheço que gostava de ver mais gente no pavilhão a ajudar a equipa. Acho que temos feito por merecer essa apoio extra.


«Queremos ficar em primeiro»

Para se manter na liderança, a equipa madeirense está obrigada a vencer um adversário que tem escalado na tabela classificativa e que cada vez mais reúne qualidade e soluções para se tornar ainda mais competitivo. Na antevisão do jogo ao Site Oficial do CAB, o treinador João Pedro Vieira assume que será a defesa a chave para vencer o encontro. O 1º lugar é o objetivo definido até final da fase regular, sendo que este encontro é mais uma etapa para alcançar essa meta.

 

O técnico da equipa madeirense espera dificuldades para o jogo do próximo fim de semana, até porque os Lombos se reforçaram com mais uma jogadora estrangeira. "O Lombos tem vindo a crescer e, agora, com a incorporação desta nova americana, está mais forte", afirmou o treinador, mas nada que afaste o conjunto madeirense da meta estabelecida até ao inicio do playoff. “Nós, CAB, queremos ficar em primeiro nesta fase regular da época e este é mais um jogo que temos de vencer para atingirmos esse objetivo", avisa João Pedro Vieira.

 

O trabalho semanal tem sido marcado pela ausência das jogadoras internacionais, mas o ênfase do treino tem sido quase sempre o mesmo: "Estamos a trabalhar diariamente a nossa defesa, apesar de condicionados pelas ausências da Escórcio, Joana e Rosinha, que estão ao serviço da Seleção Nacional, pois acredito que será a nossa defesa em equipa ('TEAM DEFENSE') que nos vai fazer crescer como grupo e vencer jogos."

 

João Pedro Vieira promete espetáculo e desafia os adeptos a marcarem presença no pavilhão: "Apelamos ao público para aparecer no Pavilhão do CAB no domingo, pois tenho a certeza de que vão desfrutar de um excelente jogo de basquetebol entre duas grandes equipas."


AB Algarve – “Gala 85 Anos de História”

O momento foi assinalado na última sexta-feira – 19 fevereiro – com a Gala dos “85 Anos de História” que se realizou no Hotel Real Marina & Spa em Olhão, cidade onde se situa a sede da instituição. Divididas em diferentes categorias e períodos – 1931/1970, 1971/2000 e 2001/2015 – foram entregues 50 distinções num assinalável esforço de reconhecimento público perante valores fundamentais patenteados como o Mérito, o Empenho, a Dedicação e a Perseverança. Clubes, Atletas, Treinadores, Dirigentes, Juízes, familiares e muitos outros aficionados do universo ABA que fizeram questão de assistir e aplaudir a entrega dos galardões referentes aos Prémios Mérito, Menções Honrosas, Prémios Carreira e Prémios Ouro 2014/2015 (escalões de formação).

 

 

A distribuição de troféus foi bastante abrangente – quase uma dezena de clubes viram representantes seus serem galardoados, destacando-se os seis prémios carreira atribuídos a Humberto Gomes, José Romão Santos, António Herculano, Tito Real, Marcos Bila e Dolorez Vasquez.

A AB Algarve irá nas próximas semanas promover a divulgação dos currículos de grande parte dos homenageados na sua página do facebook.

 

Lista de Homenageados – Prémios Mérito AB Algarve

Período 1931/1970: Luís Ó (Atleta – SC Olhanense) e Joaquim Vinhas (Atleta – SC Farense); António Labisa (Treinador – Imortal DC); Francisco Neves (Dirigente – Imortal DC) e Árbitro Fernando Leitão.

Período 1971/2000: Daniel Guedes (Atleta – CD “Os Olhanenses”, Ginásio C. Olhanense, Estrelas da Avenida, Imortal DC e SC Farense); Júlio Gonçalves (Treinador – SC Olhanense, CD “Os Olhanenses”, SC Farense, Imortal DC e Ginásio C. Olhanense); Dirigentes Amândio Amorim (Imortal DC) e Daniel Nascimento (SC Farense); Árbitro António Paulo.

Período 2001/2015: Atletas – Carla Nascimento (CB Albufeira, AD Vagos, Boa Viagem, Santarém Basket, CAB Madeira, CB Olesa, Univ. Ferrol, Baloncesto Aviles, CD Cáceres e CB Al-Qázeres) e Tomás Barroso (CB Albufeira, Imortal DC, Ginásio C. Figueirense e SL Benfica); Dirigentes Artur Figueiras (CB Quarteira “Tubarões” e José Marrana (Portimonense SC), José Abreu (Árbitro) e os Pais Carlos Afonso (Juventude BC), Mário Ó (Ginásio C. Olhanense), Cláudia Vieira (Imortal BC) e José Queiroz (Portimonense SC).

Lista de Homenageados – Menções Honrosas

António Feu (Atleta – Portimonense SC), João Fonte Santa (Atleta – CD “Os Olhanenses”), Carlos Fontainhas (Atleta – SC Farense), Francisco Bastardinho (Atleta – SC Farense), Humberto Sousa (Treinador – SC Farense), Leonel Castro (Dirigente – SC Farense), João Horta (Treinador/ Dirigente – SC Farense / AB Algarve), Paulo Vinhas (Atleta – SC Farense / AB Algarve), João Sabbo (Atleta – SC Farense / AB Algarve), Valter Dias (Atleta – Juventude BC / AB Algarve) e Manuel Silva (CB Albufeira).

Lista de Homenageados – Prémio Carreira

Humberto Gomes (Treinador – CD “Os Olhanenses”, Imortal DC e SC Farense), José Santos (Treinador – SC Olhanense), António Herculano (Dirigente – Ginásio C. Olhanense), Tito Real (Treinador – Imortal BC, CB Albufeira e Portimonense SC), Marcos Bila (Dirigente – Imortal DC e CB Albufeira) e Dolores Vasquez (Atleta SC Olhanense / Oficial de mesa).

Prémios Ouro – Época 2014/2015 (Escalões de formação)

Atletas

Mini 12: Gonçalo Firme (Imortal BC) e Catarina Frederico (Juventude BC)

Sub 14: João Carreiras (Juventude BC) e Inês Pacheco (Portimonense SC)

Sub 16: Márcio Glória (Ginásio C. Olhanense) e Denise Tavares (CBQ “Tubarões”)

Juízes: Diogo Marrana (árbitro); Vasco Alves (Oficial de Mesa)

Dirigente: Pedro Carvalho (Ginásio C. Olhanense)

Treinadores: Carla Frederico (Mini 12 – Juventude BC), Bruno Henrique (Sub 14 Masculinos – Ginásio C. Olhanense), Manuel Noites (Sub 14 Femininos – Portimonense SC), José Sousa (Sub 16 Masculinos – Ginásio C. Olhanense) e Raquel Carvalho (Sub 16 Femininos – CBQ “Tubarões”).


«É fundamental começar bem»

A equipa, que vem de uma vitória com a Islândia, vai receber a Eslováquia, um adversário difícil, frente a quem Portugal já perdeu nesta campanha. Mas o selecionador sabe o que as suas jogadoras devem fazer para vencer a partida e está a preparar o grupo nesse sentido. Ricardo Vasconcelos quer que a equipa seja agressiva na forma como utiliza o drible, nos timings e zonas do campo mais favoráveis para Portugal.

 

Aspetos positivos a retirar da vitória frente à Islândia? E que áreas do jogo continuam a causar-lhe preocupação para o importante jogo com a Eslováquia?

 

Ficámos bastante satisfeitos com o balanço entre o jogo interior e exterior, especialmente contra zona, conseguido pela equipa. Temos claro que necessitamos apresentar um melhor esclarecimento nas decisões defensivas, quer a defender pick&rol, quer na transição ataque-defesa.

 

Surpreende-o o resultado conseguido pela Eslováquia (derrota por um ponto) na deslocação à Hungria?

 

As duas equipas são muito equilibradas e o facto de a Hungria ter incorporado a jogadora norte americana naturalizada fez a diferença.

 

Tendo em conta o jogo de Portugal na Eslováquia e o desempenho das eslovacas neste último encontro, a luta das tabelas poderá ser um capítulo do jogo decisivo para o desfecho do encontro?

 

Se não controlarmos as tabelas não contolaremos o ritmo do jogo, o que é essencial para poder vencer o encontro.

 

O jogo interior da Eslováquia é a sua principal arma ofensiva?

 

A Eslováquia é uma equipa que assenta o jogo em pick&roll e nos desequilíbrios causados após o mesmo. O que acontece é que na relação direta entre as duas equipas há sempre muita vantagem de altura nas posições 3, 4 e 5.

 

Começar bem o jogo será decisivo para que Portugal possa garantir a vitória e tentar anular a desvantagem pontual trazida do jogo na Eslováquia?

 

É fundamental começar bem o jogo, pois anular desvantagens a uma equipa tão experiente como a Eslováquia é extremamente difícil.

 

Quais os pontos fracos da Eslováquia que Portugal tentará explorar no jogo da próxima quarta-feira?

 

Portugal terá que ser muito inteligente na forma como utiliza o drible. Se jogarmos nos momentos certos e nos espaços correctos, situações de 1×1 ou 2×2 que obrigem a ajudas profundas poderá facilitar em muito as manobras ofensivas da equipa.


Portugal com bom ensaio antes dos exames decisivos

 

Correu bem o teste que Portugal teve esta quarta-feira pela frente, em Vagos, diante da AD Vagos, com vista ao duplo compromisso de qualificação para o Europeu feminino do próximo ano.

 

A formação lusa triunfou por 60-44, tendo estado sempre na liderança do marcador. Contudo, o resultado não era o mais importante, sendo prioritária a criação de rotinas e a observação das jogadoras, daí o selecionador, Ricardo Vasconcelos, ter utilizado as 14 atletas.

 

Esta quinta de manhã o grupo de trabalho teve direito a folga, mas para a tarde já está prevista uma sessão de treino.

 

Recorde-se que Portugal vai jogar a qualificação para o Eurobasket 2017 (irá realizar-se na República Checa) no sábado, frente à Islândia (18h30), e na quarta-feira, contra a Eslováquia, no Pavilhão Municipal Capitão Nordeste, em Ílhavo. A equipa das quinas é a atual terceira classificada do  Grupo E de apuramento.

 

Será necessário todo o apoio do público português, daí as entradas serem livres! COMPAREÇAM!


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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