Artigos da Federaçãooo
Projeto ABP/Dragon Force
José Ricardo (atual treinador da UD Oliveirense – LPB, selecionador nacional e formador de treinadores da ENB/FPB) que apresentou um conjunto de conceitos e exercícios que versaram sobre o processo de transição defensiva.
Fez ainda questão de referir particularidades que devem ser salvaguardadas quando nos referimos ao treino de equipas de formação.
A 3ª sessão desta iniciativa está programada para o próximo dia 07.03.2016, pelas 20H30, no Dragão Caixa, e estará a cargo do treinador espanhol, Miguel Angel Hoyo.
«Capacidade de superação»
Para este duplo confronto, Ricardo Vasconcelos desta vez convocou 14 atletas, como forma de precaver problemas físicos e manter a excelência do treino. O selecionador pretende nesta semana de trabalho melhorar alguns aspetos defensivos e ofensivos, numa tentativa de aperfeiçoar aquilo que foi o desempenho da equipa nos jogos anteriores. E para alcançar o sucesso, o técnico nacional não tem dúvidas de que a coesão, a “capacidade de superação e entrega serão a base de uma defesa exemplar que garanta competitividade”.
Para esta fase de trabalho, Ricardo Vasconcelos quis assegurar mais garantias para que o trabalho decorra sem condicionantes. Até porque a preparação é curta e Portugal está sempre obrigado a encurtar distâncias face aos adversários. “As alterações na convocatória prendem-se acima de tudo pelo aumento para 14 em vez de 12 atletas, uma vez que as jogadoras chegam com algumas mazelas que tornam necessário ter um grupo mais alargado de forma a manter o bom nível do treino.”, afirmou o selecionador.
Melhor do que ninguém Ricardo Vasconcelos já analisou o comportamento da equipa nos dois jogos disputados, e definiu capítulos do jogo a que dará maior enfâse durante os treinos: “Do ponto de vista defensivo necessitamos melhorar a defesa da bola, nomeadamente em situações de close out onde temos muito para trabalhar. Do ponto de vista ofensivo é fundamental um melhor balanço entre jogo exterior e interior, bem como trabalhar o ritmo de passe de forma a criar maiores vantagens.”
Logicamente que é preferível aprender nas vitórias, mas mesmo nas derrotas se retiram aspetos positivos. E o técnico reconhece, dando mérito ao grupo, por algumas qualidades reveladas nos embates anteriores: “O grupo mostrou uma grande capacidade de superação e entrega, demonstrando um coletivo forte nos vários momentos da competição. Crescemos ao longo do período de trabalho na nossa atividade defensiva, pois necessitamos muito dela para poder competir ao nosso melhor nível nos jogos que se avizinham!”
Atletas convocadas:
Ana Fonseca
Carolina Escórcio
Catarina Neves
Inês Faustino
Inês Viana
Joana Lopes
Joana Ramos
Lavínia Silva
Luiana Silva
Marcy Gonçalves
Michelle Brandão
Rosinha Rosário
Sofia Silva
Tamara Milovac
Dirigente: Sidónio Fernandes
Selecionador: Ricardo Vasconcelos
Treinadores-adjuntos: Agostinho Pinto e José Araújo
Secretária: Inês Antunes
Fisioterapeuta: Ana Bárbara Rola
«Vencer os dois jogos»
O técnico do Vasco sabe que vai encontrar dificuldades na Tapadinha, ou não tivesse a “experiente” formação dos alcantarenses derrotado recentemente o até então invicto Illiabum, mas não esconde a intenção dos portuenses nos dois jogos.
Uma vez que defrontam este fim de semana o Atlético para duas competições distintas, pergunto-lhe se o jogo da Taça é mais importante.
Encaramos todos os jogos com a mesma seriedade, ambição e objetivo: vencer o jogo. Sabemos que são dois jogos distintos. O campeonato é para nós uma prioridade porque apesar de já termos garantido a manutenção de uma forma bonita, queremos continuar a marcar uma posição forte na competição, com vista a solidificarmos o estatuto do Vasco da Gama. A Taça é um sonho. Sabemos a importância de uma presença na final a 8 porque seria histórico para o clube, mas temos trabalhado sempre com os pés bem assentes na terra. Em suma, sabendo de todas as dificuldades, vamos a Lisboa para vencer os dois jogos.
O facto de jogarem em dias consecutivos poderá influenciar dalguma forma os resultados?
Não acredito que tenha grande influência. O Atlético tem uma equipa muito forte, alta e experiente, que estará super motivada depois da excelente vitória sobre o Illiabum. Certamente também quererão ganhar os dois encontros e a gestão da equipa será feita nesse sentido. Acredito que serão dois grandes jogos de basquetebol.
Quais os pontos fortes a condicionar na equipa adversária?
Sabemos que o Atlético, com a sua experiência, vai tentar tirar partido do jogo interior, visto existir uma diferença acentuada de altura. Estarão certamente nalguns momentos do jogo com uma defesa zona, de modo a condicionar o nosso ritmo, pois acreditarão que será a forma de parar o nosso forte jogo interior ofensivo. O Sérgio Ramos tem estado a um nível muito alto e quererá evidenciar-se nas partidas. Cabe a nós cumprirmos com a estratégia que temos definida para os jogos e encararmos os dois encontros com a concentração devida e com o foco nos objetivos que temos para cada um dos jogos.
E qual o estilo de jogo que poderá beneficiar o Vasco durante estes dois confrontos?
Temos conseguido por diversas vezes ajustar-nos a diferentes estilos de jogo. Já perdemos jogos que pensámos que íamos ganhar, tal como já ganhámos jogos em que toda a gente apostaria que iríamos perder. Sabemos como gostamos de jogar e o que temos que fazer para levar de vencida os encontros. Contará o trabalho e a concentração com que estaremos dentro do campo.
«Sem margem para erro»
O selecionador Agostinho Pinto não espera facilidades…
Agostinho Pinto não esconde que Portugal vai à Bósnia com o objetivo de lutar pela subida, mas não será uma tarefa propriamente fácil. “O nosso é o único grupo com 5 equipas, o que o torna mais competitivo, sendo que consequentemente ficamos sem margem para erro. Tendo em conta que apenas conseguem ter acesso à subida duas seleções, e que vamos defrontar a seleção representativa do país organizador (Bósnia), não nos espera tarefa fácil para este Europeu”, sublinha.
O treinador já analisou os adversários e conta-nos o que espera de cada um deles:
“A Bósnia, além de ser o país organizador, é tradicionalmente um adversário incómodo e que joga um bom basquete. Será sempre um opositor em ter conta na luta por objetivos mais ambiciosos.”
“A Finlândia é uma seleção que anda com alguma regularidade na Divisão A. Pratica um basquete muito físico e explosivo, características que fazem com que seja um adversário muito complicado e com o qual não nos encaixamos muito bem.”
“Já a Roménia é uma seleção que nos últimos anos baixou o seu nível basquetebolístico. No entanto, todos os cuidados são poucos a este nível de competição.”
“Quanto à Islândia, é uma seleção que nem sempre está presente nos campeonatos da Europa de jovens, mas que quando participa normalmente consegue ser competitiva e ter algumas jogadoras com qualidade. Embora seja uma incógnita é de esperar que coloque dificuldades a qualquer opositor.”
“Sermos cada vez melhores”
Embora esteja mais focado na Liga, o treinador está confiante que a equipa se preparou para disputar a eliminatória frente ao Boa Viagem. Satisfeito por conseguir marcar presença em mais um ponto alto do calendário competitivo, José Monteiro espera que a equipa continue a evoluir em mais esta experiência, revelando-se coesa e lutadora na eliminatória desta sexta-feira.
A época do CDTorres Novas tem sido marcada por altos e baixos. Concorda com esta leitura? E em caso afirmativo consegue apontar os motivos para essa falta de consistência?
A presente época desportiva do CDTorres Novas tem sido, até agora, a melhor de todas as épocas desde que o clube compete na Liga Feminina. Quando ainda nos faltam realizar 8 jogos da fase regular da Liga Feminina, já conseguimos obter mais vitórias que na época transacta inteira, e estabilizámos no meio da tabela classificativa.
Acresce ainda como positivo o nosso apuramento para a fase final do Troféu Vítor Hugo, a participação nos quartos final da Taça de Portugal onde apenas caímos diante do CAB e o apuramento para a Taça Federação.
Todo este trajeto nos tem motivado imenso, tanto mais que sabemos que somos o grupo mais jovem da Liga, constituído maioritariamente por jogadoras Sub 19 (10 em 14) por apenas duas atletas seniores de primeiro ano sénior, e por duas jogadoras estrangeiras também elas a terem primeira experiência "overseas ".
As duas equipas já se defrontaram por uma vez esta temporada. O triunfo caiu para o lado das açorianas, ainda que tenha sido por uma curta vantagem. Pressupõe que existiu equilíbrio. Na sua opinião, o que ditou a diferença nesse jogo? E que aspetos terão de ser corrigidos para o jogo da próxima sexta-feira?
O jogo da 1ª volta da Liga Feminina diante do Boa Viagem, foi um dos jogos que perdemos por diferença escassa (3 pontos), e que sabemos que poderíamos e deveríamos perfeitamente ter vencido. Foi um jogo equilibrado entre equipas de valor semelhante, a vitória sorriu ao Boa Viagem, mas nós sabemos que podemos ganhar. Este fim de semana e no próximo o CDTN e o Boa Viagem irão de novo medir forças por duas vezes. Este fim semana para Taça Federação e no próximo para a Liga Feminina e vamos nos aprontar para conseguirmos obter aquilo que pretendemos. Confesso que nesta fase da época os nossos objetivos estão muito mais focados na Liga Feminina onde desejamos muito conseguir manter um equilíbrio entre o numero de vitórias e de derrotas e assim um posicionamento agradável no playoff.
Preocupa-o mais o desempenho ofensivo da equipa, nomeadamente o capitulo do lançamento? Ou garantir a tabela defensiva e não permitir segundos lançamentos?
Globalmente estes e outros, são itens que muito consideramos no nosso plano de jogo. Nem sempre temos tido fortes especialmente nos confrontos diretos com equipas que dispõe de argumentos mais fortes do que os nossos. Mas estamos conscientes do nosso real valor e do trajeto que o CDTN está a trilhar desde que assumimos a liderança técnica do projeto. E vamos continuar o nosso percurso querendo ter uma palavra a dizer em todos os momentos altos do nosso calendários basquetebolistico.
Quais serão os principais argumentos apresentados pelo Torres Novas para chegar à meia-final?
Sermos um bloco forte e unido, bem consciente do que em cada semana teremos de enfrentar e dispostos a lutar como grupo por sermos cada vez melhores.
“Lição bem estudada”
A semana serviu para Ricardo Botelho corrigir o que esteve menos bem, definir com todo o cuidado o plano de jogo. Considera ainda que caso a equipa o interprete desde a bola ao ar, o espetáculo será bom e o técnico acredita que a vitória caia para o lado da equipa de S. Miguel.
O CAB de alguma forma surpreendeu-vos taticamente no último encontro? O que motivou tamanha diferença pontual entre as duas equipas durante alguns períodos do jogo?
O CAB não nos surpreendeu taticamente. O que se passou no primeiro período foi que a nossa equipa não entrou bem em todos os aspectos do jogo e do outro lado estava uma equipa que converteu quase tudo o que lançou ao cesto. Neste período o União Sportiva teve uma eficácia no lançamento de 10% e o CAB de 85%.
O que mudou na equipa do União da 1ª para a 2ª parte no jogo com o CAB Madeira?
Foi um jogo muito invulgar no que se refere à marcha do marcador: Tivemos dois períodos equilibrados, o 2º e o 4º, e dois muito desequilibrados, o 1º que foi favorável ao CAB por 27/9 e o 3º que foi favorável ao União Sportiva por 3/20.
Na segunda parte, o União Sportiva começou a selecionar melhor os lançamentos e a jogar mais rápido no ataque. Na defesa, começamos a ser mais agressivos, com maior espírito de sacrifício e entreajuda.
Ressalto e percentagens de lançamento são as áreas com as quais se devem preocupar para esta eliminatória?
Vamos ter que trabalhar muito durante esta semana e ir com a lição bem estudada. Vamos ter que nos preocupar com todos os pormenores, com todas as áreas do jogo por igual. É ai que está a chave deste jogo.
Espero que seja um bom jogo, um bom espetáculo e que ganhe o União Sportiva.
Conferência de imprensa
Será uma organização conjunta da Federação Portuguesa de Basquetebol, da Câmara Municipal de Oliveira de Hospital, da Associação de Basquetebol de Coimbra e do Sampaense Basket.
Nesta conferência estiveram presentes o Prof. José Carlos Alexandrino, Presidente do Município, o Prof. Nuno Ribeiro, vereador do Desporto, o Presidente do Sampaense Basket, Nuno Marques, o representante da Federação Portuguesa de Basquetebol, na pessoa do Diretor de Competições, José Pinto Alberto e o Presidente da A. B. Coimbra, Luís Santarino.
Além dos representantes das referidas entidades, estiveram ainda presentes os atletas, José Barbosa, João Abreu e João Gallina, bem como os treinadores Félix Garcia, José Ricardo Neves e Moncho López, representantes de três dos quatro clubes que irão disputar a edição deste ano do troféu.
Relembramos que as equipas apuradas são as 4 primeiras classificadas da 1ª volta do Campeonato LPB, no caso: SL Benfica, FC Porto, UD Oliveirense e Ovarense Dolce Vita.
No pavilhão municipal, onde irão realizar-se os jogos, defrontam-se no sábado, pelas 14h30, as equipas do SL Benfica e Ovarense Dolce Vita e pelas 16h30 as equipas do FC Porto e da UD Oliveirense. A final será disputada no domingo, dia 14, pelas 14h30. Todos os encontros serão transmitidos pela SportTv. A Taça Hugo dos Santos tem em 2016 a sua sétima edição, homenageando o General Hugo dos Santos, ex-Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol e do Comité Nacional do Minibasquete.
A prova volta a disputar-se em Oliveira do Hospital, terra que viu nascer o General Hugo dos Santos – um oliveirense que ficou na História como um dos principais impulsionadores do Movimento dos Capitães, que conduziu o país ao 25 de Abril de 1974.
«Temos de ser mais consistentes»
As açorianas estreiam-se sexta-feira, às 18h30, frente ao Torres Novas, no Complexo Desportivo de Almada, e o técnico conta nesta entrevista como superar o “experiente” adversário.
Depois dos ajustes feitos na equipa, o Boa Viagem ficou mais competitivo e reúne mais condições para ter sucesso na Taça Federação?
Diria que sim se não fosse os contratempos das lesões nas atletas que fazem parte do normalmente do cinco inicial. Tem sido de todo atípica esta época, pois ainda só foi possível ter 4 treinos com as atletas todas nesta 2ª volta do campeonato ou pelas condições atmosféricas que nos impediram ter o pavilhão em condições para treinar ou pelas lesões e chegada tardia das atletas que vieram substituir a Joana e Alana, pois falta ainda algum entrosamento.
Já defrontaram por uma vez o conjunto de Torres Novas. Quais foram os maiores problemas colocados pelo adversário nesse encontro, e que muito provavelmente se irão repetir no jogo da próxima sexta-feira?
A transição rápida defesa/ataque assim como o valor das suas jogadoras estrangeiras bem secundadas pelas jovens portuguesas Mariana, Patricia Martins e Vânia. São o 5º melhor ataque com 70,2 pontos por jogo, sendo 3ª melhor equipa nos ressaltos, tanto ofensivos como defensivos. São uma equipa muito bem organizada, têm um treinador muito experiente e conhecedor do nosso basquetebol.
Focando-se agora na vossa equipa. Áreas do jogo que poderão fazer a diferença nesta eliminatória? E se estão obrigados a ter que melhorar em algum capítulo do jogo de forma a poderem ter maiores probabilidades de vencer?
Temos que ser uma equipa muito mais consistente do que temos sido até agora, assim como, organizada. Na defesa, temos que defender melhor o portador da bola não sendo ultrapassados logo no 1º drible, assim como, estarmos melhor nas rotações defensivas e bloquear melhor o adversário ("box out") de forma a garantir os ressaltos defensivos na nossa tabela não deixando segundos lançamentos fáceis ao adversário. No ataque, temos que ter paciência e sabermos escolher melhor os nossos lançamentos de modo a podermos não só ter equilíbrio ofensivo para poder disputar segundos lançamentos assim como estar organizados na nossa transição ataque/defesa.
«Têm que se preocupar connosco»
O jogo disputa-se sexta-feira, às 20h30, no pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro.
Já defrontaram por duas vezes esta temporada o GDESSA, tendo perdido ambos os jogos, mas por diferenças curtas. Sentiram que a vitória esteve perto? Reúnem condições para vencer o GDESSA e passar à eliminatória seguinte?
É verdade que esta época o GDESSA está muito forte, mas mesmo assim o Lousada conseguiu discutir os dois jogos até aos segundos finais. Nos dois embates a felicidade da vitória poderia ter ´´caído“ para qualquer um dos lados, no entanto, ganhou a equipa mais experiente e com mais argumentos individuais. Sabemos quem vamos defrontar, como jogam e nas circunstâncias mais difíceis quem vai decidir.
Onde falharam nesses jogos e que terá de ser corrigido ou melhorado neste jogo a eliminar?
Neste segundo ponto alto da época em que estamos presentes, apesar de termos conseguido o 4º lugar da classificação no final da 1ª volta, o sorteio ditou que iríamos jogar contra o 1º classificado. Vai ser necessário corrigir alguns aspetos defensivos, nomeadamente quando a Márcia Costa estiver com a bola na mão nos últimos segundos do ataque. No jogo interior, o adversário também tem pontos positivos, pois investe muito no ressalto ofensivo.
Márcia Costa é a principal ameaça ofensiva do GDESSA? Ou destacaria mais alguma jogadora ou aspeto do jogo em que o adversário é particularmente forte?
Sem querer ser demagógico, penso que as outras equipas têm que se preocupar mais connosco do que nós com os outros. Nesta fase da época estamos praticamente com os objetivos do clube cumpridos. Participar nos pontos altos é por si só um acréscimo do bom trabalho a que estas atletas e este clube se propuseram. Nem sempre com as mínimas condições para treinar, mas estou muito orgulhoso do grupo que lidero, estas atletas são o exemplo pelo qual eu sou treinador. Queremos apresentar o nosso basquetebol na Taça da Federação, que irá certamente ser atrativo para todos os que estiverem presentes no pavilhão.
Prémios da Liga Feminina 2014/2015
A cerimónia irá decorrer durante a Taça Federação da Liga Feminina, mais concretamente no período entre as partidas das meias-finais.
Aqui fica a lista de todas as premiadas e premiados, categoria a categoria, depois de uma grande temporada realizada em 2014/2015.
MVP – Julie Foster (CAB Madeira)
MVP nacional – Sofia Ramalho (SL Benfica)
Melhor marcadora – Julie Foster (CAB Madeira)
Melhor marcadora portuguesa – Sofia Ramalho (SL Benfica)
Melhor ressaltadora – Jade Barber (CDTN)
Melhor passadora (assistências) – Joana Lopes (CAB Madeira)
Melhor nos roubos – Julie Foster (CAB Madeira)
Melhor portuguesa nos roubos – Sofia Ramalho (SL Benfica)
Melhor nos lances-livres – Joana Lopes (CAB Madeira)
Melhor lançadora de 3 pontos – Marta Bravo (CAB Madeira)
Melhor nos lançamentos de campo – Jade Barber (CDTN)
Melhor portuguesa nos lançamentos de campo – Brigita Cismasiu (SL Benfica)
MVP jovem – Chelsea Guiimarães (Algés)
Melhor defensora – Márcia Costa (Quinta dos Lombos)
Revelação – Jovana Nogic (SL Benfica)
Mellhor treinador – Ricardo Botelho (Sportiva)
Melhor dirigente – Dinis de Almeida (Boa Viagem)
Órgão de comunicação – basketotal.com
Prémio carreira – Sara Filipe
Clube do ano – CAB Madeira
«Estamos outra vez a subir»
Mas o regresso aos bons resultados já se iniciou e o treinador conta com que as suas jogadoras dêem prova disso mesmo na próxima sexta-feira (20h30), no pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro, diante do Lousada, em partida da Final 8 da Taça Federação. A 1ª jornada da prova divide-se entre o Pavilhão de Almada e o pavilhão Municipal Luís de Carvalho, sendo que as meias-finais e o jogo do titulo se disputam no Barreiro. De referir ainda que a final será no próximo domingo, às 11 horas, e terá honras de transmissão televisiva no canal ABOLATV.
Depois de três desaires consecutivos o GDESSA regressou às vitórias e à liderança da Liga. Sentiu que a equipa teve um período menos bom? Ou a necessidade de recuperar algo que fez do GDESSA uma equipa invicta durante muito tempo?
Tal como a maioria das equipas de qualquer modalidade, atravessámos um momento da época em que os jogos não correram tão bem. Tivemos no mês de janeiro o nosso momento menos bom, que coincidiu com o jogo contra a experiente equipa do CAB, e acabámos por sentir um pouco essa derrota, pois foi a nossa 1ª na Liga. Após esse jogo fomos aos Açores defrontar o Sportiva (para a Taça de Portugal), que é uma equipa fortíssima, e tivemos a deslocação aos Lombos, que tem vindo a subir nesta 2ª volta, como era de esperar. Realmente foram 3 derrotas seguidas, mas também é verdade que foram contra 3 adversários fortes e duas delas foram fora de casa. Claro que quando estamos 12 jogos seguidos a ganhar, torna-se estranho perder. Não nos acomodámos, temos tentado corrigir onde estivemos menos bem e, tendo em conta o nosso último jogo na Luz frente ao Benfica, parece-me que estamos outra vez a subir.
Sentiram sempre muitas dificuldades para vencer os dois jogos já disputados frente ao Lousada. Sinal de que vos colocam muitos problemas? E quais os principais aspetos que terão de ter em atenção no jogo da próxima sexta-feira?
O Lousada tem criado problemas a todas as equipas da Liga e a nossa não é exceção. Sabemos que são uma equipa forte e que teremos que estar ao nosso melhor nível para conseguir ganhar na próxima sexta-feira.
De que forma esperam conseguir ultrapassar o Lousada? Ou por outras palavras, quais os pontos fracos a explorar no adversário?
Antes de nos preocuparmos com o Lousada queremos consolidar esta subida de rendimento que temos vindo a verificar. Quando tratarmos do "scouting" ao Lousada, de certeza de que uma das prioridades será tentar evitar que consigam boas situações para lançamentos de 3pts, pois são um dos melhores conjuntos da Liga nesse aspeto.
Tendo em conta a forma de disputa da competição, e a exigência da mesma, o GDESSA reúne condições para lutar pelo troféu?
O nosso objetivo para esta competição é chegar à Final, não faz sentido pensar de outra maneira, até pela excelente época que estamos a fazer. Temos, para já, que nos focar no Lousada. Se ganharmos, "viramos" a página para o adversário seguinte.
Calendário dos jogos de sexta-feira:
18.30 CDTorres Novas x Boa Viagem-Angra-Açores – Comp Desp Almada
18.30 Sport Lisboa Benfica x Quinta dos Lombos – Pav Mun Luís Carvalho
20.30 SportivaAzoresAirlines x CAB Madeira – Comp Desp Almada
20.30 GDESSA – Barreiro x Lousada A.C. – Pav Mun Luís Carvalho
“Espírito de entreajuda e vontade de vencer”
O Illiabum, que esta época ainda não perdeu, e deixou pelo caminho o Maia Basket (73-70), recebe esta quarta-feira, pelas 21h30, o Terceira Basket. Os açorianos, na eliminatória anterior, bateram o Sampaense Basket por 85-67, e o seu técnico, Daniel Brandão, espera poder vencer esta “final” frente ao Illiabum. Mas para isso a sua equipa terá que ser mais ambiciosa e mostrar ser um grupo coeso dentro do campo.
O treinador da equipa açoriana assume que o grupo está entusiasmado e determinado a bater-se por um resultado positivo, tendo consciência de que perder significa o adeus à competição. “Este é um jogo que a equipa aguarda com imensa expetativa e motivação. A nossa equipa encara este jogo como uma final, dado que pelas características da competição, não há margem de erro possível. Dessa forma só nos passa pela cabeça ser competitivos e lutar pela vitória com todas as nossas forças", avançou Daniel Brandão.
Este será o teste mais difícil da temporada para a equipa terceirense, e para vencê-lo Daniel Brandão aponta dois factores como sendo fundamentais para o sucesso: “Defrontar o Illiabum significa para nós ter o jogo mais difícil da temporada até agora, tendo eles um plantel muito equilibrado e com imensas soluções de qualidade. No entanto, existem dois aspetos nos quais teremos que ser melhores do que eles durante o jogo para termos a possibilidade de vencer: espírito de entreajuda e vontade de vencer.”
“Desejo ainda que este jogo seja uma excelente propaganda à modalidade e que as três equipas intervenientes consigam proporcionar a quem se deslocar ao pavilhão um excelente espetáculo de Basquetebol", afirmou o técnico da formação terceirense.
Jogos de quarta-feira dos 1/8 de final:
21h30 – Illiabum x Terceira Basket
21h30 – Eléctrico FC x SL Benfica
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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