Artigos da Federaçãooo

«Ainda estou a apalpar terreno»

Aos 65 anos, o treinador português mais vitorioso da atualidade decidiu aceitar um convite para treinar o Tunis até ao final de maio de 2016, altura em que termina o campeonato deste país do norte de África. O Presidente da FPB, Manuel Fernandes, mostrou-se muito agradado com este novo projeto do selecionador nacional, até porque uma situação deste tipo estava prevista no contrato de trabalho, mas sempre com a salvaguarda dos interesses da seleção sénior portuguesa. Nesta nova aventura, Mário Palma será acompanhado por outro treinador nacional, Vasco Curado, naquela que será a sua primeira experiência no estrangeiro.

 

Em declarações à agência Lusa, Mário Palma, embora já tenha observado alguns vídeos da equipa, admite que ainda não conhece bem a equipa, mas a sua vasta experiência permite-lhe rapidamente identificar o seu potencial e que áreas serão necessárias melhorar ou corrigir.  "Vou dar o meu primeiro treino e não tenho muitas informações a dar sobre a minha nova equipa. Daqui a uns dias já terei uma ideia concreta sobre o valor do plantel. Ainda estou a apalpar terreno. Trata-se de mais uma experiência no estrangeiro, que não coloca em causa o meu trabalho na Seleção Nacional.”

 

O selecionador português partiu no passado domingo para a Tunísia já acompanhado de Vasco Curado, ex-treinador do Algés e atual adjunto no Tunis. Palma orientou em Angola o 1º de Agosto e a seleção angolana', à frente da qual conquistou seis Afrobaskets e foi eleito treinador africano do ano em 2005. Classificou ainda a seleção de Angola para os Jogos Olímpicos de Sydney'2000 e Atenas'2004. Ao serviço do 1º de Agosto conquistou quatro títulos de campeão de Angola e quatro Taças dos Clubes Campeões Africanos. Depois, rumou até à Jordânia, seleção que apurou, através do Campeonato da Ásia, para a fase final do Mundial de 2010 disputado na Turquia, em que se quedou pela 23.ª posição.

 

Em Portugal, o palmarés também é impressionante. Arrebatou 22 títulos no SL Benfica, entre campeonatos nacionais, taças de Portugal, taças da Liga e supertaças, e mais troféus (campeonato da Liga e Taça de Portugal) na extinta equipa do Estrelas da Avenida.

 

O técnico regressa a Portugal em finais de maio após a conclusão do campeonato da Tunísia a tempo de ainda acompanhar as meia final e a final do playoff da Liga Portuguesa de Basquetebol. Em julho e agosto volta aos trabalhos da seleção lusa, que vai preparar a fase de qualificação para o Eurobasket'2017, cuja fase final se reparte por quatro países europeus. Finlândia, Israel, Roménia e Turquia, país que acolhe a decisão da competição.

 

"É com muita satisfação que vejo o Mário Palma a treinar uma das melhores equipas da Tunísia. Ele tinha uma cláusula de rescisão que lhe permitia ir treinar um clube estrangeiro desde que isso não colidisse com o trabalho nas seleções nacionais", frisou à Lusa Manuel Fernandes, presidente da FPB.


«Até ao soar do apito»

Todavia, no seio do Lousada a filosofia é clara: não há vencedores nem vencidos antecipados.

 

Quando a época começou, desde logo perceberam e sentiram que existia qualidade e potencial para realizarem uma fase regular ao nível que estão a ter?

 

A nossa equipa é uma equipa quase toda nova, apenas 3 jogadoras se mantiveram do ano anterior. A equipa conta com 5 atletas com 17 anos. Sabíamos que ia ser um processo demorado conhecermo-nos dentro de campo e encontrarmo-nos enquanto equipa. Os primeiros encontros da época foram a prova disso, várias derrotas por diferenças mínimas em jogos decididos nos últimos segundos. Acho que tirámos o melhor proveito dessas derrotas, digerimos e retiramos o maior proveito, percebemos que conseguimos disputar jogos com todas as equipas desta liga, sabendo que a competição esta época é das mais fortes dos últimos anos, e a partir daí todos sentimos que éramos capazes de mais e que este ano tínhamos uma palavra a dizer. Em consequência do trabalho realizado.

 

Levam seis vitórias consecutivas. Alguma coisa mudou na equipa que justifique este ciclo de resultados tão positivo?

 

Acho que é apenas o culminar de vários meses de trabalho, a exigência diária levou-nos a sermos melhores naturalmente, muita força de vontade e união, pudemo-nos conhecer melhor e fomos crescendo enquanto equipa e enquanto Família.

 

Este jogo com o CAB Madeira será um bom teste à vossa competitividade? E se concordam que surge numa boa altura?

 

Sem dúvida. Vimos de uma onda de vitórias o que, como seria de esperar, nos aumenta o moral. É sempre um bom desafio defrontar uma equipa como o CAB, que todos os anos marca presença no topo da tabela, e que tem responsabilidades, especialmente neste momento do campeonato em que estamos todas muito motivadas, mas, conscientes da nossa realidade.

 

O CAB tem melhorado o seu rendimento com o avançar da competição, bem como reforçou recentemente a sua equipa. Encontra pontos, digamos, menos fortes, nesta equipa madeirense e que possam explorar no próximo fim de semana?

 

A equipa do CAB é, como tem sido habitual, uma das equipas mais fortes do campeonato. Apresenta sempre jogadoras muito experientes e muito fortes, sendo estes últimos reforços a prova disso mesmo. Estamos conscientes que são uma equipa mais alta, mais forte e mais experiente, não havendo, do meu ponto de vista, pontos fracos muito evidentes. De qualquer forma estamos a trabalhar na nossa estratégia esta semana para tentar contrariar alguns desses desequilíbrios. 

 

De que forma se irá apresentar o Lousada, que lhe permita dar continuidade aos bons resultados das últimas semanas de competição?

 

Da mesma forma que nos apresentamos em todos os jogos até aqui. Humildes e com vontade de ir à luta, respeitando sempre quem se encontra do outro lado. Sabemos que é um adversário de peso e que não vai ser em nada fácil, até porque a realidade do CAB, que joga todos os anos para ser campeão, não é a mesma que a nossa. Já estivemos presentes num ponto alto esta Época, Taça Vítor Hugo, vamos estar presentes na Taça da Liga. No entanto entramos para cada jogo para cumprir o plano de jogo. Acreditamos que nunca há vencedores nem vencidos antecipados. Quem joga contra o Lousada sabe que o jogo vai ser competitivo até ao soar do apito.


Orientações Nacionais para a Formação de Jogadores

Daí que produzir, divulgar e (ajudar a) aplicar estas Orientações Nacionais tenha seja uma tarefa prioritária para a Equipa Técnica Nacional.

 

As Orientações Nacionais são compostas por três partes:

 

·         “Percurso de Formação dum Jogador”, com coordenação do S. N. de SUB-16 Masculinos, António Paulo Ferreira;

 

·         “Tendências de Evolução do Jogo – Princípios, Conceitos”, com coordenação do S. N. de SUB-20 Masculinos, José Ricardo Rodrigues;

 

·         “Prioridades de Trabalho”, com coordenação do D. T. N., Mário Gomes.

 

A utilidade destas Orientações Nacionais dependerá da sua divulgação generalizada junto dos treinadores das categorias de formação e, principalmente, da forma como estes as aplicarem, no seu trabalho diário com os jogadores, tanto nos Clubes, como nas Seleções Regionais.

 

Num primeiro momento, a sua divulgação e apresentação foi feita, desde Outubro, junto dos Selecionadores Regionais de SUB-14 e SUB-16, através dos D. T. Regionais e em reuniões com o D. T. Nacional, expressamente convocadas para o efeito.

 

É chegada a altura de generalizar a divulgação das Orientações Nacionais e, em simultâneo, transmitir a total disponibilidade da parte da Equipa Técnica Nacional, em conjunto com a Escola Nacional de basquetebol para apoiar, no terreno, a sua aplicação, trabalhando com jogadores e treinadores.


Mário Palma vai treinar campeão da Tunisia

Mário Palma vai treinar a equipa e procurar chegar a mais um título já a partir da próxima semana, sendo que o contrato (previsto no acordo que existe com a FPB no caso de clubes estrangeiros) durará até Maio e não interferirá com a necessária preparação da principal Seleção de Basquetebol.

O Club Africain de Tunis é o atual bi-campeão nacional e conta no seu palmarés com 3 campeonatos, 6 Taças, 3 Supertaças e um 3º lugar na Taça dos Campeões Africana.

A Federação Portuguesa de Basquetebol congratula-se com esta boa noticia e deseja ao seu Selecionador os maiores sucessos à frente da nova equipa.

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ABCoimbra promove Curso Treinadores Grau I

É através da sua atuação, que o treinador tem influência sobre o seu desenvolvimento em diversos domínios sejam eles desportivo, cognitivo, motor e pessoal. Este curso vem dar resposta a uma necessidade formativa no distrito.

 

Trata-se de um programa de conteúdos para aquisição de competências e conhecimentos associados ao ensino do basquetebol, devidamente credenciado pela FPB/ENB e IPDJ onde se complementam ferramentas indispensáveis para se “Ser treinador”, que significa o desempenho de vários papéis: dirigir, orientar, ensinar, demonstrar, corrigir, aprovar, estimular e motivar.

 

Numa oportunidade única, de adquirir formação especializada e a aquisição do título de treinador, solicitamos a todos os agentes que promovam e divulguem esta ação junto de estudantes, atletas, ex-atletas, professores, animadores, entre outros para que possamos ter mais e melhores treinadores.

 

É sem dúvida uma oportunidade a não perder.

 

a)​ Aviso de Abertura do curso onde constam todas as informações associadas.

​b) Regulamento Geral do Curso

c) Poster Curso


«Temos muita qualidade»

 

 Na sua opinião, qual foi o grande segredo deste resultado?

 

Eu diria que este jogo foi acima de tudo o culminar de todo o trabalho que temos vindo a fazer na construção da cultura e identidade do clube. Pela primeira vez nos últimos anos tivemos um pavilhão a transbordar com energia positiva, com um barulho ensurdecedor no constante apoio à nossa equipa. Dizer que o público ontem nos carregou em ombros é pouco para o que se passou no nosso pavilhão. Só quem lá esteve, pôde realmente sentir o grandioso espectáculo desportivo que conseguimos voltar a proporcionar e que iremos certamente repetir no futuro.

 

Mas não foi esse o único segredo da vitória ou foi?

 

Obviamente que não. Lidero um grupo de trabalho simplesmente fabuloso do ponto de vista basquetebolístico e humano. Trabalhamos diariamente em condições que estão muito longe de serem as ideais, com 100% de amadorismo, treinando a horas tardias e em campos na maior parte das vezes sem as medidas oficiais. Todas trabalham, ou estudam, tendo que levantar-se no dia a seguir às 7h ou 8h após terem tido treino até ás 23.30 e adormecido provavelmente perto da 1 da manhã. O respeito que eu tenho pela minha equipa e por todas as atletas e equipas que trabalham nestas condições é imenso.

Mas como disse, temos muita qualidade basquetebolística, atletas que já deixaram e vão continuar a deixar a sua marca no basquetebol nacional, cuja grande vitória da minha parte foi manter ou voltar a fazer renascer a sua paixão pela nossa fantástica modalidade.

 

Agora vão receber o Olivais na próxima eliminatória da taça. Acham possível repetir a façanha desta eliminatória?

 

O Olivais é um histórico do nosso basquetebol, que nos merece total respeito. Será, como este, um jogo em que teremos que jogar em enorme superação, esperando também que o público mais uma vez nos consiga empurrar para a vitória.

 

Têm apenas uma derrota no campeonato da 1ª divisão. Quais são os objetivos competitivos traçados para esta época desportiva?

 

Desde o início da época, e com total apoio da nossa direção, que o objetivo é subir de divisão e regressar novamente à Liga Feminina, competição em que o clube quer competir com a máxima regularidade que a nossa estrutura nos permitir.

Juntando a esse objetivo definimos igualmente o de sermos campeões nacionais da 1ª divisão, sabendo de antemão do equilíbrio e da dificuldade que é a competição da 1ª divisão. Um campeonato deveras apaixonante de seguir.

 

Falou no início da Cultura e Identidade do clube. Enquanto coordenador está satisfeito com o trabalho que têm vindo a fazer no clube? Podemos esperar referências nacionais a continuar a sair da formação do Académico nos próximos tempos?

 

Sobre a cultura o John Wooden tem uma frase mítica que a mim me marca toda a minha forma de trabalho, “Build the right Culture and the Right People will come.” Sem dúvida que aqui estamos no caminho certo e queremos fazer mais e melhor.

Quanto à coordenação e a formação do atleta a longo prazo. É sinceramente a área que mais me apaixona e motiva enquanto treinador e na qual penso ter mais sucesso ao longo dos anos. Considero-me satisfeito com alguns princípios que voltamos a conseguir introduzir na nossa cultura de treino no clube, mas por enquanto estamos muito longe do que balizamos como o nosso ideal de formação. Porém, caminhamos diariamente no sentido de “hoje sermos melhor que ontem”.

 Sou uma pessoa muito paciente e acredito muito no trabalho diário e metódico. Sem dúvida que continuaremos mais ano, menos ano a “produzir” atletas de excelência para o basquetebol nacional.


«Candidatos à revalidação do título»

A cidade de Luanda vai acolher a fase final da prova, que se realiza entre 10 e 20 de dezembro na Arena do Kilamba. O técnico português estagiou em Portugal e Espanha durante duas semanas, realizou seis jogos de controlo que serviram igualmente para integrar os dois novos norte-americanos. Em declarações à Lusa, Norberto mostra-se satisfeito por ter todos os jogadores do plantel disponíveis, aponta outros candidatos à conquista do troféu, mas está seguro que a sua equipa tem condições para voltar a conquistar a prova.

 

A fase final integra 12 equipas, três das quais angolanas, o Recreativo do Libolo (campeão em título), o Petro de Luanda (campeão angolano) e o 1.º de Agosto (finalista vencido da Taça de Angola). Além de Norberto Alves, dois outros técnicos portugueses conquistaram este troféu: Mário Palma e Luís Magalhães, ambos ao comando do 1.º de Agosto.

 

A recuperação de alguns jogadores importantes faz naturalmente aumentar as expectativas e confiança de Norberto Alves em ter sucesso na edição deste ano da competição. "Somos fortes candidatos a revalidar a prova que vencemos em 2014, na Tunísia. A equipa está bem e tem finalmente todos os jogadores operacionais. O Milton Barros e o Olímpio Cipriano, dois dos nossos jogadores mais decisivos, estão recuperados".

 

As equipas angolanas, com um total de 10 triunfos, são as mais vitoriosas desta Taça dos Clubes Campeões Africanos. O 1.º de Agosto soma oito troféus, enquanto Petro de Luanda e Recreativo do Libolo conquistaram-no por uma vez.

 

O facto da fase final ser disputada em Luanda, em teoria, favorece as equipas da casa, se bem que Norberto aponte outras equipas como reunindo condições para se baterem pela conquista do titulo. "No lote de principais favoritos estão igualmente os campeões do Egito e da Tunísia. O facto de a fase final se realizar em Luanda, junto dos adeptos, dá alguma vantagem às equipas angolanas", frisou Norberto Alves.

 

O Libolo realizou seis jogos de particulares, que serviram para entrosar os novos reforços norte-americanos, o base Jonathan Wallace e o poste Marcus Willis. Mas para além destes dois mais recentemente recrutados, Norberto Alves conta no seu plantel com alguns dos melhores jogadores angolanos e africanos, como são os casos de Olímpio Cipriano, Eduardo Mingas (MVP da última edição) e Carlos Morais, sendo que o último é considerado o melhor basquetebolista angolano da atualidade.


DTN/ FPB – Prof. Mário Gomes observa Sub 16 algarvios.

O objetivo destas sessões para a equipa técnica nacional, que tem percorrido as diversas associações regionais, é conseguir ter um cohecimento mais pormenorizado das características dos atletas deste escalão a nível nacional.

 

 

A deslocação ao Algarve foi ainda aproveitada para a realização de uma reunião entre o DTN/ FPB, o Diretor Técnico Regional e os Selecionadores Regionais de Sub 14 e Sub 16. Nesta reunião foram abordadas as linhas orientadoras divulgadas pela FPB para o trabalho dos mais jovens.

 

As Seleções Regionais da AB Algarve tem agendadas sessões de treino na paragem escolar das férias de Natal. As respetivas convocatórias serão divulgadas na próxima semana.


“Aprender a jogar Jogando”

O maior desafio será manter com regularidade a publicação de artigos, e desde já convidamos todos os agentes da modalidade a enviar-nos artigos para o mail: enb@fpb.pt, que, depois de selecionados e validados, serão publicados. Estes artigos não deverão  exceder 5 páginas. Iniciamos com um tema essencial e abrangente, Como – Ensinar o Jogo -. 

 

Entre os treinadores existe, e haverá sempre, uma preocupação técnica, mas também pedagógica e didática, de como ensinar o jogo de basquetebol. " Aprender a jogar Jogando", de Sérgio Ramos, refere "o ensino do basquetebol nas etapas iniciais não pode resumir-se ao ensino descontextualizado das técnicas, nem à simples animação desportiva através de atividades de entretenimento que pouco ou nada têm a ver com o lógica interna do jogo".


União Sportiva só sabe vencer

O Sportiva Airlines Azores não só ganhou, como dominou por completo o conjunto húngaro, estando assim cada vez mais perto de uma presença na próxima fase da competição. Para quem não tinha qualquer tipo de experiência internacional, o comportamento do conjunto da ilha de S. Miguel é sem dúvida surpreendente, até porque impressiona pela consistência apresentada a competir a este nível. Destemidas, com uma abordagem perfeita ao jogo, as açorianas cedo colocaram de lado algum tipo de nervosismo e libertaram-se dentro de campo para garantir a vitória que tornasse o sonho realidade.

 

De facto, o União Sportiva iniciou o jogo a dominar nos dois lados do campo (17-2) e no final dos primeiros 10 minutos já dispunha de uma vantagem de doze pontos (19-7). É sempre importante começar bem um jogo, mas isso não fez as insulares abrandarem o seu ritmo, já que abriram o 2º quarto com um parcial de 6-0.

 

As comandadas de Ricardo Botelho mostravam-se muito coletivas nas ações ofensivas (25 assistências), na busca do melhor tiro de equipa, sinal de paciência atacante e ponderação nas tomadas de decisão. Isso refletiu-se naturalmente nas percentagens de lançamento de campo registadas pelo União Sportiva (52%). A equipa esteve muito bem da linha de três pontos (8/17 – 47%), a que somou uma prestação muito positiva na luta das tabelas (39 vs 26 ressaltos).

 

Mas não foi só no jogo exterior que o campeão nacional esteve bem, já que dominou igualmente nas áreas próximas do cesto, conseguindo uma superioridade de 34 pontos vs 22 no pintado. A equipa portuguesa chegou a liderar, já durante o 4º período, por 26 pontos de diferença, algo que atesta e expressa bem o domínio exercido pelo União Sportiva frente a esta equipa húngara.

 

O técnico Ricardo Botelho voltou a contar com o seu núcleo duro a muito bom nível, destacando-se as boas exibições de Ashley Bruner (21 pontos e 16 ressaltos), Shaqwedia Wallace (18 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos), Tamara Milovac (14 pontos) e Milica Ivanovic (10 pontos, 9 ressaltos e 7 assistências), que nesta fase da competição já serão muito comentadas e conhecidas por quem a acompanha.

 

Tamara Milovac, atleta do Sportiva Azores Airlines

A equipa esteve muito bem na defesa, aspeto importante para ter conseguido parar os pontos fortes do Györ, algo que permitu-nos ganhar confiança nas ações ofensivas. A equipa entrou no jogo determinada em resolve-lo desde o inicio, não dando nunca a oportunidade ao adversário de fazer o seu jogo. Vamos continuar com a mesma determinação, e continuar a lutar em todos os jogos como se fossem o mais importante.

 

Eduardo Lopes, treinador adjunto do Sportiva Azores Airlines

A equipa do Györ vinha com o jogo muito bem preparado e com a estratégia definida de parar o nosso jogo interior, já que tem sido a nossa principal força nos jogos caseiros. Sabiamos que tinhamos de contrariar isso com o nosso jogo do perímetro. A nossa defesa foi muito boa, à imagem do que tem sido ao longo esta fase, portanto, penso que temos uma equipa competitiva para seguir em frente na competição.

 

Cyesha Goree, Player for Uni Györ

I think it was tough coming back from 2 weeks of national team work. We didn't have much time to work together as a team, which cause for us not to be in siync like we used to be, causing the game to have to turn out like it was and the other team came out too aggressive and got a big lead on the beginning causing us mentally to shut down.

 

Peter Volgyi, Coach for Uni Györ

The home team played exactly the way they know how to play and our team missed too many layup's. We had no chance to win the game today. Congratulations to the Portuguese team and success to reach the next round.


Equipas técnicas


«Estamos a crescer»

O treinador-adjunto recorda o nível das equipas que o BC Barcelos defrontou e espera que esse registo negativo mude já este fim-de-semana, na visita ao Barreiro, onde a equipa vai defrontar o Galitos.

 

Após oito jornadas disputadas, o Basquete de Barcelos soma quatro vitórias, todas elas alcançadas na condição de visitado. “Faz sentido falar em fator casa para todos os clubes. Nós em Barcelos trabalhamos para dificultar ao máximo a tarefa de quem nos visita. Jogar em Barcelos, perante os nossos adeptos, tem que ser um fator que nos ajude a alcançar vitórias. Temos encarado todos os jogos com esse espírito, construindo uma cultura de vitória em casa, que queremos alargar aos jogos fora.”

 

O oposto também é verdade, já que os minhotos ainda não conseguiram vencer fora de Barcelos. Ainda assim, André Matos destaca que a equipa se mostrou competitiva e trabalha para alcançar essa meta. “Entramos sempre com o objetivo de lutar pela vitória. Nos jogos realizados fora ainda não o conseguimos fazer, apesar de termos tido momentos bons. Nos três jogos realizados defrontamos Ovarense, Guimarães e FC Porto, três adversários com muito potencial e que normalmente fazem valer o fator casa que atrás falámos. Estamos a crescer e esse crescimento passa também por conseguir ganhar jogos fora.”

 

Analisando as estatísticas, poder-se-á concluir que o desempenho defensivo da equipa varia consoante a condição em que joga, se bem que o técnico recorde o valor dos opositores. “Para ganhar ajuda sempre sofrer menos pontos. É verdade que sofremos mais pontos fora, em média cerca de 80. Todos na equipa têm a noção que é muito complicado ganhar sofrendo tantos pontos. Mas não podemos esquecer os adversários que defrontámos.”

 

A boa exibição do Galitos no Dragão Caixa, onde não contou com a sua principal referência ofensiva Jordan Baker, reforçou a ideia que o próximo adversário do Barcelos tem muitas armas e soluções ofensivas para castigar os seus adversários. “O Galitos tem uma equipa com muita qualidade. Um plantel cheio de opções e argumentos tácticos e papéis  muito bem definidos. Sabem perfeitamente o que querem em ataque. Estão muito bem orientados e o destaque tem que ser repartido por todos.”

 

Sem apontar qualquer tipo de plano de jogo definido, André Matos não esconde que o adversário naturalmente já foi estudado, basta agora replicar dento do campo os princípios definidos a utilizar nos dois lados do campo, e em todos os momentos do jogo. “Vamos ser iguais a nós mesmos. Temos características como equipa que têm que ser aproveitadas e conhecemos bem a forma como o Galitos tem abordado os jogos. A estratégia passa por potenciar as nossas e condicionar as do Galitos.”

 

Foto: Cláudio Gomes


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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