Artigos da Federaçãooo
All Star Sub12
Este evento, reconhece o mérito dos atletas do escalão de Sub 12, reunindo num Torneio os selecionados pelo seu desempenho na Final Six. Esta atividade reunirá um total de 48 atletas (24 masculinos e 24 femininos) e 8 treinadores do escalão.
Atletas e treinadores
Vitória Sport Clube
Ana Cruz
Mariana Silva
Diana Guimarães
Ana Cunha
José Maia
Vasco Silva
Simão Pacheco
João Pacheco
Grupo Desportivo André Soares
Joana Gonçalves
Ana Faria
Mª Inês Silva
Bruna Machado
Gonçalo Rebocho
Daniel Pereira
José Rodrigues
Luís Bastos
Basquete Clube Barcelos
Bárbara Machado
Raquel Veloso
Margarida Vasconcelos
Bernardo Cardoso
Diogo Faria
Miguel Leal
João Lopes
Associação Teatro Construção
Lara Azevedo
Mariana Silva
Ana Miranda
Sofia Cortinhas
Francisco Silva
André Freitas
Diogo Costa
Simão Ribeiro
Sporting Clube Braga
Andreia Borges
Ana Amorim
Constança Borges
Mafalda Teixeira
Tiago Sylla
João Reis
Afonso Fernandes
Miguel Lopes
Sport Clube Maria da Fonte
Eduarda Antunes
Inês Fernandes
Filipa Fernandes
Beatriz Oliveira
Lara Fernandes
Ricardo Gonçalves
Daniel Oliveira
Hugo Silva
Jorge Mendes
Treinadores
Catarina Costa e Rui Silvério – VSC
Margarida Fonseca – SCMª Fonte
Cristina Cruzinha – SC Braga
Paulo Freitas e Octávio Correia – ATC
Ricardo Correia – BCB
Filipe Araújo – GDAS
Eugénio Rodrigues venceu Scania Cup
Foi neste escalão de sub-19 que Eugénio Rodrigues conquistou a Scania Cup, prova em que participam as melhores equipas da Escandinávia, ao bater na final realizada este Domingo, a equipa sueca do Alvik Basket por 56-44.
A Scania Cup é o campeonato não oficial da Escandinávia para todos os escalões de formação até sub-19 inclusive. É uma competição reúne anualmente os 3 melhores classificados da Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia e Islândia, apurando-se assim o campeão da Escandinávia em cada setor e escalão.
Por se tratar de uma espécie de Liga de Campeões para os escalões de formação, “vencê-la é mais significativo do que conquistar o próprio campeonato Nacional sendo unanimemente considerada como a segunda competição mais importante depois das respetivas Ligas nacionais seniores”, explicou o treinador português.
A equipa de Sub-19 Feminina (BMS-Herlev) é formada por 13 atletas que constituíram a base da equipa da Liga e terminado o campeonato sénior, Eugénio apontou baterias para a preparação desta competição. “Sabíamos de antemão que a permanência na Liga feminina estava garantida face ao reduzido número de equipas inscritas e tendo em conta a nossa falta de meios financeiros para investir fortemente na equipa sénior, estrategicamente decidimos apostar na juventude que o Clube tinha e na sua preparação desde o início da época.”
“Já conquistamos a Taça da Dinamarca (competição que existe em todos os escalões e não apenas ao nível sénior), e começaremos os quartos de final do campeonato no dia 11 de Abril depois de termos sido primeiros na fase regular.”
Em concreto, sobre a Scania Cup, as comandadas de Eugénio Rodrigues tiveram um percurso imaculado vencendo na fase de grupos o HOP BBK da Noruega e Luleå da Suécia (campeão em 2014). Nos quartos de final bateu o Hölsbo da Finlândia e nas meias finais o Tapiolen Honka também Finlandês.
Na final derrotou o finalista vencido do ano passado, Alvik de Estocolmo. “Foi um feito extraordinário já que os campeonatos Finlandeses e Suecos são muito mais fortes do que os restantes e o vencedor da Scania Cup neste escalão, é invariavelmente uma equipa oriunda de um destes dois países.”
“Tive um orgulho muito particular com esta conquista pois como coordenador da equipa sénior e sub-19 tive de tomar decisões e traçar caminhos de risco face à escassez de meios e por vezes isso acaba por não ser visível e reconhecido. Felizmente o trabalho duro de uma época foi compensado.”
“O balanço é portanto, francamente positivo e para encerrar a época em beleza falta-nos apenas juntar o título nacional e depois pensar em novos projetos para o futuro.”
«Confiança nos nossos atletas»
Nem o facto de ter que comandar o comboio já em andamento, impediu que esta primeira experiência na Liga esteja a ser, até ao momento, bem-sucedida. Na próxima jornada a equipa mede forças com o Galitos.
Mas apesar da boa prestação da equipa na Final a 8, e o resultado positivo obtido na última jornada, a Oliveirense não tem como garantida a presença no playoff. Pelo que o jogo com o Galitos se torna muito importante, já que do lado oposto estará um adversário que luta por metas diferentes mas igualmente importantes. "Não vai ser um jogo fácil, como nenhum é nesta fase da competição. Sabemos que vamos encontrar uma equipa bem orientada, muito aguerrida, e que na luta em que está envolvida pelos seus objetivos, e jogando em casa, vai fazer valer todas as suas armas para vencer o jogo.”
O grupo quer prolongar o bom momento, razão pela qual o técnico não tem dúvidas que o grupo de trabalho irá continuar trabalhar com a mesma ambição e aplicação. “Isso não nos tira a vontade de vencer, nem a vontade de trabalhar o melhor possível durante a semana na preparação do jogo para podermos levar de vencida a equipa do Barreiro. Pois também lutamos pelos nossos objetivos, mas temos confiança nos nossos atletas e na vontade que demonstram dia após dia em trabalhar mais e melhor."
Embora a Oliveirense continue pressionada pelo Maia Basket, a equipa não deixa de olhar para cima, na tentativa de melhorar a sua atual posição na tabela classificativa. “Até final da fase regular iremos lutar pela melhor classificação possível, isso implica vencermos os nossos jogos e esperar para ver o que os adversários fazem nos seus, mas repito, primeiro vencer os nossos jogos.
Hugo Matos naturalmente já fez as contas, sendo certo que no que falta ainda disputar, o desempenho da Oliveirense pode conduzir a equipa a um maior sucesso, ou então redundar na desilusão. “Olhando friamente para a tabela classificativa, podemos chegar ao 6º lugar, ou cair para 9º, daí reforçar a ideia de que primeiro estamos focados em vencer os nossos jogos que é onde podemos realmente fazer algo, e só depois ver os outros resultados."
«Temos de ser mais coesos»
Defrontar as campeãs nacionais nunca é fácil e o Benfica sabe disso. A equipa encarnada perdeu o primeiro jogo do playoff com a Quinta dos Lombos, mas para a segunda partida, este fim-de-semana, o treinador vai pedir às suas jogadoras que sejam mais competitivas, e que o sejam durante mais tempo.
André Cardoso começa o seu discurso destacando o comportamento da equipa no seu primeiro ano de Liga, isto apesar de algumas contrariedades que, em seu entender, impediram que a temporada pudesse ter sido de um sucesso ainda maior. “Para nós estar a disputar este playoff da Liga Feminina no ano de estreia é um enorme motivo de orgulho, ainda mais quando tivemos uma época de adversidades constantes, que culminou com as saídas de duas atletas no inicio de Fevereiro.”
O resultado do primeiro jogo não foi nada favorável para a equipa encarnada. Mas o técnico benfiquista pretende dar outra imagem condizente com o valor da sua jovem equipa, à semelhança do que demonstrou durante a fase regular da prova. “Estamos a discutir estes quartos-de-final com uma das melhores equipas da Liga, campeã nacional em título. Vamos para o segundo jogo com o objetivo de sermos mais competitivos e de sermos competitivos durante mais tempo no jogo.”
Naturalmente que as armas ao dispor dos dois treinadores são bem diferentes, o que faz com que os Lombos tenham mais argumentos para dominar em todos os capítulos do jogo. “Temos tido sempre muitas dificuldades em todas as áreas do jogo devido a grande diferença ao nível físico e atlético.”
Ainda assim, André apela a argumentos que nada têm a ver com altura e peso, mas sim com características que nada dependem desses factores, como forma de conseguir discutir o resultado no próximo encontro rente à Quinta dos Lombos. “Sabemos que temos de ser mais coesos, aguerridos e coletivos para fazer melhor e é isso que vamos procurar conseguir no jogo 2.”
Hoje é dia de aprender e partilhar (Direto em Livestream)
Acompanhe o Clinic em direto AQUI
Programa nos detalhes da notícia.
A ação está creditada pelo IPDJ – 5553849
20.00 – Encerramento.
E a Festa já invadiu Albufeira
Ainda não eram 16h30 quando o Comboio da Festa apitou em Ferreiras com as muitas centenas de participantes a literalmente invadirem a estação ferroviária depois da longa viagem que para muitos começou quase de madrugada e que, de comboio, atravessou o país desde Braga.
Na Praça Duarte Pacheco uma primeira foto e siga para a emblemática Praça dos Pescadores com a fanfarra dos bombeiros a indicar o percurso pelas ruas de Albufeira. No local já Carlos Silva e Sousa, Presidente do Municipio e anfitrião do evento, Manuel Fernandes, Presidente da Federação, José Lima, coordenador do Plano Nacional de Ética no Desporto e diversos presidentes de junta locais, aguardavam as delegações.
Desde a apresentação da nova mascote do Basquetebol, aos juramentos e compromissos com a ética, discursos e um muito animado final, foi uma cerimónia onde o alegre espirito da Festa do Basquetebol Juvenil marcou presença.
Uma a uma, as delegações vindas de todos os pontos do país foram entrando e ocupando os seus lugares junto ao palco onde iria decorrer a cerimónia inaugural da Festa.
E começou em grande estilo com o Blitz, o Lince do Basquetebol Nacional, a surgir por entre a vegetação e a dar-se a conhecer a todos os participantes e à modalidade. Com a bola de basquetebol debaixo do braço, juntou-se aos jovens e ajudou, e de que maneira, a animar a festa.
José Lima, Coordenador do PNED, introduziu uma das novidades desta edição. Ciente da importância da Ética e do Fair play no Desporto a FPB abraçou a iniciativa do projecto Cartão Branco que premiará as boas ações de desportivismo e fair play. Simbólicamente, um representante dos atletas, dos juízes e dos encarregados de educação leram os juramentos e compromisso que todos assumem ter por conduta.
Beatriz Jordão foi a primeira, em representação dos atletas, sendo a mais internacional de todos os presentes (33 internacionalizações) e participante em várias edições da Festa do Basquetebol Juvenil. Pelos juízes, José Filipe Abreu, árbitro internacional do Conselho de arbitragem algarvio foi o desigando, enquanto que Regina Janeiro, mãe de dois gémeos que há 4 anos estão presentes nas seleções de Setúbal no evento, leu o compromisso assumido em nome dos encarregados de educação.
Foi então a vez de "abrir" oficialmente o grande Evento. Carlos Silva e Sousa, Presidente do Municipio deu as boas vindas a todos e realçou a alegria contagiante da juventude e os valores de cidadania que presidem a esta iniciativa que Albufeira abraçou e tem orgulho de receber os milhares de participantes.
Manuel Fernandes, Presidente da FPB, falou então para sublinhar as várias novidades que esta edição terá e os números que configuram a grandeza da Festa com uma palavra especial para os clubes de basquetebol da cidade e para a edilidade que tão empenhadamente tem apoiado este acontecimento.
Coube a Paulo Freitas, Presidente da Assembleia Municipal encerrar o momento mais protocolar com palavras de entusiasmo e dar inicio à música e à animação com o DJ de serviço a fazer questão de incendiar a improvisada pista de dança. Pouco depois era hora de, uma a uma, cada delegação sair para jantar e para descansar porque, amanhã, começam os jogos!
«Fazer um jogo quase perfeito»
Mas o treinador-adjunto dos algesinos não deixa de sonhar com a presença nas meias-finais e já tem uma estratégia delineada para o jogo.
Olhando para o nome da equipa que saiu em sorte aos algesinos será unânime considerar que, em teoria, o Benfica é o adversário mais complicado. Mas o treinador adjunto Vasco Curado quer transformar uma hipotética desvantagem num fator motivacional que conduza o Algés a uma surpresa. “No sorteio calhou-nos o adversário mais difícil. O Benfica tem sido a melhor equipa portuguesa nos últimos anos, sendo constituída por jogadores de grande qualidade. No entanto, a nossa perspetiva é a de que temos pouco a perder e tudo a ganhar neste jogo. O Benfica é claramente favorito para este jogo, mas nós temos plena confiança que podemos discutir o jogo e provocar uma surpresa no final.”
A equipa apura-se pelo segundo ano consecutivo para este ponto alto da temporada, embora o técnico pretenda que nesta edição a imagem deixada seja condizente com o comportamento da equipa nos últimos meses de competição. “O Algés também sente que deve a si próprio uma demonstração da qualidade do trabalho que é feito no clube. Na época passada a equipa também se apurou para a final 8, mas acabou por fazer um dos piores jogos da época nos quartos-de-final. Queremos deixar uma imagem completamente diferente, independentemente do resultado final do jogo contra o Benfica.”
A profundidade do plantel do Benfica proporciona mais soluções e maior rotatividade da equipa. E muito embora Vasco Curado reconheça muitas qualidades à equipa encarnada, destaca duas que causaram mossa no último confronto entre as duas equipas. “O Benfica tem muita qualidade em todas as áreas do jogo e tem dois jogadores de qualidade para cada posição. Há duas áreas em que são muito fortes e onde marcaram a diferença no último jogo em que os defrontámos para a Liga. O contra-ataque e as transições rápidas e no capítulo do ressalto ofensivo.”
Para ter sucesso na defesa, Vasco Curado sabe bem que o Algés tem de controlar muito bem a posse de bola, de forma a não facilitar o trabalho do adversário. “Temos que ser sólidos na execução ofensiva de forma a conseguir sempre bons lançamentos, não permitindo ao Benfica roubos de bola que eles transformam sempre em contra-ataque bem-sucedidos. O controlo da nossa tabela também vai ser decisivo. Não podemos permitir ressaltos ofensivos.”
As individualidades podem fazer sempre a diferença, e o treinador sa bem de onde costuma vir o perigo. O tiro de longa distância é uma das armas ofensivas do Benfica, pelo que contestar os lançamentos é algo a que o Algés está obrigado a fazer durante o jogo. “O Jobey Thomas é obviamente um jogador preponderante e de grande qualidade e teremos que o conseguir controlar. No entanto, não podemos focar a nossa estratégia apenas no Jobey, uma vez que todos os jogadores têm qualidade para marcar a diferença no jogo. O Benfica é a equipa que melhor lança de 3 pontos na nossa Liga. Teremos que os obrigar a baixar a sua eficácia.”
A preparação da equipa não tem corrido da forma desejada, mas isso não impede que o grupo de trabalho tenha o sonho de chegar longe na prova. “Antes de falar em conquistar o troféu, vamos concentrar-nos apenas em tentar ganhar ao Benfica. Teremos que fazer um jogo quase perfeito para o conseguir. Os jogadores têm essa ambição e estão a trabalhar muito bem apesar de algumas limitações que temos tido nos últimos tempos com lesões de vários jogadores.”
Mas Vasco Curado eleva a coesão do grupo, característica fundamental para ultrapassar os maus momentos, sem nunca deixar de ser competitiva. “A nossa capacidade mental vai ser fundamental neste jogo. Teremos de jogar em superação e de saber sofrer em algumas fases do jogo. Temos toda a confiança na qualidade dos nossos jogadores e na sua capacidade de jogar como uma verdadeira equipa. Só assim é que vamos conseguir discutir o jogo até final.”
«Não será fácil defrontarem-nos»
O técnico deseja que os seus jogadores desfrutem da competição, consciente que “tudo pode acontecer”.
Ricardo Vasconcelos relembra que o Illiabum chegou a esta fase final com todo o mérito. Sem assumir favoritismo quanto à conquista do troféu, o treinador destaca a competitividade demonstrada pelo Illiabum ao longo de toda a temporada, pelo que não tem dúvidas que a sua equipa será temida por qualquer adversário. “Nós apurámo-nos de forma meritória para esta final a 8. Chegámos aqui, ao longo dos últimos 6 meses, com jogos efetuados contra todos os adversários desta final, e apenas com um nunca conseguimos discutir nenhum dos desafios. Assim, e apesar de não sermos favoritos na conquista deste troféu, tenho a certeza que os nossos adversários vão respeitar-nos e estou convencido que têm claro que enfrentar o Illiabum não é, nem vai ser, tarefa fácil!”
O treinador ilhavense sabe que tem pela frente um adversário experiente, com rotinas bem apreendidas, fruto do trabalho de anos onde foi mantido um núcleo duro de jogadores. “O Barcelos é uma equipa bem organizada e estruturada, com consistência e solidez, quer nos processos defensivos quer nos ofensivos. Isto torna-os numa equipa coesa e muito estável. Possui também jogadores muito eficazes em situações de 1×1, especialmente após vantagens ganhas em bloqueios indiretos. Uma boa defesa da bola, bem como impedir um bom balanço/equilíbrio do jogo interior/exterior serão muito importantes na nossa dinâmica defensiva.”
Ricardo Vasconcelos mostra-se esperançado que a sua equipa se supere com esta presença num ponto alto da temporada. Sem qualquer tipo de pressão, o treinador deseja que os atletas desfrutem deste momento, certo que estarão preparados para o desafio, e a desejar que a felicidade bafeje os ilhavenses. “Taça é sempre uma competição muito própria em todas as modalidades e em todo o mundo. Um jogo, uma inspiração, um momento marca toda a competição! Por isso, tem o seu charme próprio, e dá sempre um grande gozo aos atletas participar neste tipo de competições que tantas vezes tudo se decide em segundos… Estamos prontos para desfrutar do espírito da competição e sabemos bem que tudo pode acontecer!”
Mais um titulo para José Araújo
No jogo da final, o Arad venceu o Alba Iulia, outra equipa romena e grande adversário da equipa treinada pelo técnico nacional, por 75-68. Mas a competição não pára, e o tempo para festejar é curto, visto que este fim de semana, o Arad irá já disputar a Final 4, da Taça da Roménia.
Depois de concluir a fase de grupos em primeiro, e garantir acesso à meia final da competição, o Arad defrontou o 2º classificado do outro grupo. Segundo José Araújo: “Jogámos a meia final contra a equipa de Nymburk, organizadora da final e atual 3º classificado no campeonato checo.”
Um adversário complicado, onde eram esperados problemas nas áreas próximas do cesto. “Uma equipa muito competitiva com um jogo interior muito forte. Vencemos (77-63) fruto de um trabalho defensivo muito consistente durante todo o jogo.”
O jogo da final foi disputado com a outra equipa romena, o Alba Iulia, um dos nossos grandes rivais nas competições internas, e uma das equipas de topo da Liga romena. “Um jogo difícil, mas com uma 1ª parte óptima da nossa parte, a atacar e a defender. Um desempenho que nos deu uma vantagem de 15 pontos ao intervalo. Depois na segunda parte fomos capazes de a gerir, apesar de todas as dificuldades que o nosso adversário nos criou.”
Uma vitória importante para a equipa e para o clube, mas sem tempo para festejar. Depois de uma longa viagem de regresso (900KM) foi “voltar ao trabalho!”
Esta quinta feira voltam a viajar rumo à Final 4 da Taça romena, com o Arad a jogar a meia final, já no dia 13.
3ª Formação Continua de Treinadores AB Porto – Dragon Force Basquetebol
Com o tema "ATAQUE POR CONCEITOS" o treinador espanhol procurou apresentar um conjunto de ideias que fazem do conhecimento do jogo, da ocupação dos espaços e da tomada de decisão, os pontos fulcrais para a construção do ataque nas equipas de formação.
Numa sessão prática antecedida por um necessário enquadramento teórico, foram sendo apresentados os objectivos, normas e princípios, que segundo Felix devem estar presentes neste tipo de abordagem do jogo ofensivo.
Mais uma vez, a presença dum número expressivo de treinadores foi registada (124), facto que continua a afirmar o projeto a nível nacional.
A 4ª e última ação decorrerá no próximo dia 13/04/2015, pelas 20H30, no Dragão Caixa e será dedicada ao tema "RELAÇÃO ENTRE JOGADORES EXTERIORES E INTERIORES NA TRANSIÇÃO OFENSIVA" e será da responsabilidade do treinador da Dragon Force RUI GOMES.
«Equipa tem qualidade»
Estreia-se este fim de semana, diante do BC Barcelos.
Como surgiu este convite? Concorda que é uma aposta de risco?
Este convite surgiu esta segunda-feira a noite através de um telefonema do presidente do Galitos, Carlos Guerreiro, devido ao treinador Luís Valente se encontrar hospitalizado. Foi pedida a minha colaboração até ao final da época. É sem dúvida uma aposta de risco, mas não podia deixar de colaborar devido a ser uma situação deveras complicada , mexendo com a saúde de um amigo e colega. Estando eu disponível, assumo perfeitamente esse risco .
Provavelmente já teve oportunidade de observar esta temporada jogos do Galitos. Perguntava-lhe o que é mais urgente corrigir ou mudar, de acordo com a sua filosofia de jogo?
Esta época observei vários jogos de Norte a Sul das mais diversas divisões e escalões, visto estar sem clube foi uma forma de estar por dentro do que se vai passando no panorama do basquetebol nacional. Cada treinador tem uma filosofia própria e eu tenho a minha.
Acha que a equipa tem qualidade e soluções para sair da situação complicada em que se encontra?
A equipa tem qualidade para responder de uma forma mais consistente ,mas nem sempre é possível fazê-lo. Espero conseguir dar o melhor seguimento ao trabalho realizado até a este momento. Sendo sem dúvida um trabalho árduo.
Faltam apenas quatro jogos para o final da fase regular. Os dois jogos em casa assumem, mais do que nunca, caráter decisivo?
Neste momento todos os jogos são de caráter decisivo, não existindo margem de erro. É nesse sentido que quero ajudar. Acho que para o basquetebol nacional não seria nada positivo se uma cidade do basquetebol como é a cidade do Barreiro, deixa-se de ter representante na LPB.
O Barcelos é uma das equipas da Liga que há mais tempo mantém o seu núcleo duro. Concorda que é um adversário muito complicado para apadrinhar a sua estreia?
A equipa do Barcelos é um dos adversários mais difíceis de se defrontar , excelentemente trabalhada pelo seu treinador José Ricardo, sendo um grupo, com bastante experiência no que respeita ao seu núcleo duro. Vamos tentar ser mais consistentes para conseguirmos explorar os pontos menos fortes do adversário.
Que capítulos do jogo acha que irão ser decisivos para decidir quem irá vencer no próximo sábado?
Um dos pontos de maior relevo tem a ver com a capacidade em cometer menos erros tanto a nível defensivo, bem como na questão ofensiva. A responsabilidade individual e colectiva, assim como a concentração nos momentos críticos do jogo vão ditar o sucesso no final. A minha equipa está a reagir bem às adversidades, o que me deixa bastante satisfeito.
Clinic Final 8
Para o êxito da iniciativa conta com a presença de dois preletores com uma vasta experiência:
Mário Palma – Selecionador Nacional Seniores masculinos
Alexandre Pires – Selecionador adjunto Sub 18 masculinos
Esta ação será creditada no Plano Nacional de Formação
As inscrições poderão ser direcionadas para os seguintes mails indicando nome e nº de carteira ou licença:
antbbasquetebol@gmail.com
dtr@abbraga.pt
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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