Artigos da Federaçãooo

Curso Grau 1 de Basquetebo​l

As atividades desenvolvem-se na Pavilhão Gimnodesportivo, Polidesportivo do Agrupamento de Escolas de Góis e auditório da Biblioteca Municipal de Góis António Francisco Barata, com a participação de 51 formandos, dois dos quais são da localidade.Este é o primeiro curso de grau 1, sob o novo modelo de formação, servindo de avaliação/teste aos novos manuais e programa. Teresa Barata é a diretora e formadora deste curso que tem também como formadores da componente específica, Eurico Brandão, João Ribeiro e José Salgueiro.A parceria com o município visa dar as ferramentas para que surja em Góis um núcleo de basquetebol, de forma a oferecer às crianças e jovens da vila outra alternativa à prática desportiva existente no concelho.Hoje, dia 19 de Julho, os formadores e formandos são recebidos nos Paços do Concelho pela presidente da Câmara Municipal, Sra. Dra. Maria de Lurdes Castanheira.


«Vamos jogar duro»

A equipa portuguesa inicia a sua campanha de Fase de Qualificação, a 15 de Agosto contra a Itália, em Sassari, numa poule, Grupo F, em que terá igualmente de enfrentar a Bielorrússia, República Checa e Turquia.

Depois de dois desaires diante a Grã-Bretanha no passado fim-de-semana, em Sheffield, Palma diz que os seus jogadores acusam inexperiência e em algumas áreas do jogo estão aquém do desejado. Para aumentar as suas possibilidades de apuramento os atletas nacionais devem rapidamente melhorar, de modo a tornarem-se competitivos diante de algumas das melhores equipas europeias com aspirações a marcarem presença na Eslovénia.”Fomos infelizes no sorteio”, disse Palma ao site da FIBAEurope.com.”Além de Itália e Turquia, vamos enfrentar a República Checa, que, na minha opinião, é a melhor equipa entre todas aquelas que faziam parte do pote 3 do sorteio.”O que realmente fere o experiente treinador português é a falta de experiência em competições europeias dos clubes de topo do basquetebol nacional. “Mesmo os jogadores mais velhos, há anos que não jogam na Europa “, disse Palma.Portugal, competiu no último EuroBasket, e dessa equipa manteve Miguel Minhava, João Santos, Cláudio Fonseca e Elvis Évora. João Betinho Gomes também voltou depois de ter estado ausente por lesão na última edição do torneio. “Estamos a renovar a equipa nacional.Alguns destes atletas nem nos seus clubes jogam” Um dos jogadores mais jovens que procura deixar sua marca na formação de Portugal é Cláudio Fonseca. O poste de 23 anos com 2.06m, média 2,6 pontos e 3,2 ressaltos por jogo no Eurobasket 2011 disse: “No final do dia, apesar de algumas caras novas que temos, o objetivo mantêm-se. Será muito difícil para nós qualificarmo-nos, mas vamos tentar fazê-lo. É um grupo muito difícil, mas vamos entrar em todos os jogos determinados a conseguir o melhor resultado possível. O nosso objetivo é EuroBasket 2013. Já os meus objetivos pessoais passam por ajudar a equipa mais do que eu fiz no último EuroBasket…para ajudar mais em todos os aspetos do jogo.”O sorteio voltou a ser madrasto para a formação nacional, mas Palma sempre foi um lutador e espera que os seus jogadores sejam combativos. “Vamos jogar duro para tentar ganhar jogos em casa, bem como fora”, disse. Há um sentimento de tristeza em torno de basquetebol português agora que surgiu a especulação que o FC Porto poderá deixar de ter a sua equipa sénior.Um eventual sucesso da Seleção Nacional poderia despertar o interesse pelo basquetebol em Portugal. “O basquete português fechou-se em si mesmo”, disse Palma. “O basquetebol masculino é a única modalidade nacional que não participa nas competições europeias. Mesmo basquete feminino o faz. Temos um dos mais fracos campeonatos da Europa e a equipa nacional é naturalmente profundamente afetada por todos estes eventos. A atual crise económica não contribuiu em nada. Se os jogadores portugueses dependem da equipa nacional para jogarem internacionalmente, isso não é um bom sinal.”


Ana Catarina Neves: «Para nos vencerem terão de ser muito boas e competentes»

A competição principia amanhã (dia 12) e o primeiro adversário das portuguesas é precisamente a selecção anfitriã, em jogo do Grupo A agendado para as 20H30 locais (18H30 portuguesas).

Em jeito de antevisão quisemos ouvir a seleccionadora nacional, Ana Catarina Neves, sobre as perspectivas para este Europeu, sabendo que o Grupo A ainda conta com a Ucrânia e a Finlândia os outros opositores que iremos defrontar na fase preliminar, respectivamente depois de amanhã (18H00) e no sábado (12H45).P (JT) – Depois de dois anos consecutivos com bons resultados (3º lugar em 2010 e 7º em 2011… mas que poderia ter sido melhor) que perspectivas para este Europeu?R (SN) – Efectivamente os resultados nos últimos anos têm melhorado, não só em termos classificativos mas também no balanço vitórias/derrotas (nem sempre a classificação traduz o nível a que se joga). O principal objectivo é ficar nos oito primeiros lugares. Este ano, depois de 5 anos de Centro Nacional de Treino de Calvão, voltamos a disputar o Europeu sem ter este trabalho de rectaguarda, que foi decisivo nesta melhoria de resultados. Estamos portanto na expectativa de ver em que medida o nosso nível competitivo é ou não afectado. P (JT) – O Grupo A em que Portugal se integra (Estónia, Ucrânia e Finlândia) que possibilidades de apuramento oferece?R (SN) – Relativamente ao Grupo que nos calhou em sorteio… a Estónia é a equipa da casa, o que por si só lhes transmitirá confiança e provavelmente alguma tranquilidade para enfrentar a competição. Das quatro é a que tem ficado em piores classificações nos últimos campeonatos. A Ucrânia é tradicionalmente uma equipa muito grande (elevada estatura), com um basket muito objectivo e dirigido para as suas jogadoras interiores. No último Europeu jogámos duas vezes com elas, tendo-se registado uma vitória para cada lado. Da Finlândia esperamos jogadoras muito atléticas, agressivas e a jogar em transições muito rápidas. É uma das duas selecções que disputou a Divisão A, no ano passado… Não estamos portanto à espera de facilidades…P (JT) – Partindo do princípio que vamos lutar para os 8 primeiros (para isso temos que ficar em 1º ou 2º na fase de grupos), que possibilidades antevês no cruzamento com os apurados do Grupo B (Lituânia, Dinamarca e Israel)? R (SN) – Se por acaso viermos a apurar para esse cruzamento, não haverá certamente adversários fracos. A Lituânia deve ser candidata a subir à Divisão A. Julgo que vai apresentar um basquetebol muito evoluído tacticamente e fisicamente com atletas muito aptas e disponíveis. Dinamarca e Israel são equipas de luta, garra e muita vontade, que nunca dão o jogo como perdido. Vão ser adversários muito duros.P (JT ) – A equipa que levas tem apenas duas jogadoras repetentes (Simone Costa e Emília Ferreira). Achas que a inexperiência das 10 restantes nestas andanças pode ser um handicap negativo para o comportamento da equipa, ou não? Acreditas que o valor individual de cada uma pode minimizar essa falta de experiência?R (SN) – Efectivamente gostávamos de ter mais atletas com vivências deste tipo de competição, mas também não nos lamentamos desse facto. Disputámos no passado fim-de-semana os Jogos da CPLP que, de certa forma, nos ajudaram a minimizar esse factor e claro… acreditamos no valor e no carácter das nossas atletas. Não temos dúvidas de que vamos ser sérias e trabalhadoras e que, apesar do pouco tempo de preparação, qualquer equipa que nos queira vencer terá de ser muito boa e competente. A comitiva portuguesa, chefiada pelo vice-presidente Manuel Barbosa, é composta ainda pelos seguintes responsáveis e atletas:Ana Catarina Neves (Seleccionadora nacional)Agostinho Pinto (Treinador adjunto)João Janeiro (Secretário)Carla Nunes (Fisioterapeuta)Jogadoras (12)Catarina Cavaco (Juventude BC)Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres)Francisca Meinedo (CPN)Ana Sofia Moniz (CPN)Simone Costa (SL Benfica)Sofia Almeida (CPN)Emília Ferreira (GDESSA)Chelsea Guimarães (GDESSA)Mafalda Marques (SIMECQ)Maria Kostourkova (SIMECQ)Joana Alves (SL Benfica)Marlene Cassamá (GDESSA)O primeiro dia de descanso é a seguir ao termo da fase preliminar, portanto no próximo domingo (dia 15).


Carlos Vaquero abandona o GDG basquetebol

Carlos Vaqueiro continuará a trabalhar para o GDG até finais de Agosto, de maneira a garantir uma transição segura e sem grandes mudanças, e assim ajudar aos novos responsáveis pela coordenação da secção no enquadramento das suas novas funções.Desde a Direcção do GDG Basquetebol, quer agradecer o empenho e dedicação de Carlos Vaqueiro no desenvolvimento do seu trabalho durante todo este tempo, sendo um pilar fundamental no crescimento do clube, assim como o seu relacionamento constante com todos os elementos do clube, com quem conseguiu ter grande empatia.O clube deseja-lhe também muita sorte no seu novo projecto, confiando em que os visite regularmente e continue a fazer parte da sua família na distância.


Temos necessidade de provocar mais faltas

Cumpridas as formalidades habituais sem qualquer complicação, saímos do Aeroporto com destino ao Hotel Leonardo, pertencente à cadeia com o mesmo nome, instalado na Leonardo City Tower, uma torre enorme (30 andares pelo menos), que tem também apartamentos (zona residencial).

Depois de uma ceia ligeira, foi hora de recolher aos quartos, cerca das 02H30, para o merecido descanso. No final do pequeno-almoço a equipa técnica decidiu anular o treino que estava marcado para as 13H00, preferindo que as jogadoras recuperassem do desgaste acumulado (a equipa está nestas andanças desde meados de Maio, portanto há 2 meses, com grandes deslocações pelo meio) e ao princípio da noite façam um bom treino à hora do jogo de amanhã.Logo após o pequeno-almoço alguns membros do staff fizeram uma pequena caminhada com o objectivo de desentorpecer as pernas, mas o excessivo calor (ainda não era meio-dia) agravado pelo facto de haver poucas sombras no percurso, encurtou o passeio decorridos cerca de 45 minutos.Antes do treino desta noite, fizemos a habitual antevisão do encontro com o seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos. Sabendo que o jogo de amanhã (início às 21H00) é o último da campanha iniciada a 13 de Junho, na Ucrânia e que Israel já está completamente afastado da hipótese de apuramento, após a derrota sofrida em Sopron, na passada 4ª feira ante a Hungria (vitória das húngaras por 73-66), com mais uma prestação decisiva da norte-americana naturalizada Quigley (20 pontos) por banda do conjunto magiar, questionámos o nosso interlocutor se acredita eventualmente em alguma desmotivação por parte das israelitas, que conjugada com o facto de termos discutido o triunfo em Casal de Cambra (derrota por 60-62), há pouco mais de duas semanas, dará alguma réstia de esperança às nossas representantes para a obtenção do 1º êxito luso.«Israel vai fazer o primeiro jogo sem a pressão competitiva a que esteve sujeito até à ronda anterior. Vem de uma jornada de desalento em que perdeu matematicamente as hipóteses de se qualificar. É claramente a equipa do ponto de vista biométrico que não apresenta uma estatura tão alta como os outros opositores e a verdade é que todos ficámos com a noção de que era um adversário que podíamos ter vencido em casa. Sabemos no entanto que a selecção israelita é uma equipa fortíssima em casa (só perdeu com a Hungria), com um ambiente que ajuda a galvanizar as suas jogadoras e essa será claramente a sua maior arma.», referiu o seleccionador luso na sua abordagem à questão.Mais adiante analisou de uma forma pragmática as nossas possibilidades em conseguir um resultado positivo: «Assim penso que estão reunidas todas as condições para fazermos mais um jogo onde queremos ser competitivos, entrar a pensar em ganhar, sem perder de vista que é mais uma oportunidade de ganharmos mais experiência, importante neste tipo de competição. Acredito que a sua base e a “2” são as que mais desequilíbrios criam a jogar no 1×1 e no 2×2, pois são jogadoras com experiência de Euroliga, concretamente a Shay Doron no Ekaterinburg (Rússia) e a Liron Cohen no Familia Schio (Itália) e portanto tenderemos a organizar a nossa defesa no sentido de diminuir o tempo de posse de bola nas mãos destas duas jogadoras.».Fazendo uma leitura da estatística do jogo da 1ª volta em que por exemplo foi evidente o equilíbrio na área pintada (20 pontos nossos contra 18 das israelitas), o que não foi possível nos confrontos com os outros adversários, muito fortes nesse capítulo, Ricardo Vasconcelos disse que «temos necessidade de provocar mais faltas e ter mais atenção à Abramzon que pode aproveitar as folgas da pressão que vamos fazer em relação à Doron e à Cohen.».


Académica Basquetebol

A Académica foi finalista da última edição da Taça de Portugal e foi afastada dos play-off’s, ao quarto jogo, pelo Benfica.

Nesse sentido está garantida a continuidade do capitão Fernando Sousa, Bruno Costa, Diogo Simões, Pedro Rebelo e Arnett Hallman. As conversações continuam e muito em breve serão divulgados outros atletas. Entretanto, Miguel Barroca não vai continuar a representar a Académica.


Clinic Internacional de Formação – Cantanhede 2012

A acção decorrerá na Cidade de Cantanhede nos dias 30 de Junho e 1 Julho. Consulte os detalhes desta notícia para aceder ao tríptico do Clinic.

No próximo dia 11 de Junho abrem as inscrições para o Clinic Internacional de Formação 2012. Esta acção tem o apoio da CM Cantanhede, da Associação de Basquetebol de Coimbra e do Instituto de Desporto de Portugal. Mais informamos que as horas de formação do Clinic já serão contabilizadas para a creditação da Cédula de Treinador de Desporto. No tríptico em anexo, consta o programa do Clinic, os prelectores convidados e a ficha de inscrição, que deverá ser enviada para a FPB/ENBCusto da Inscrição (inclui tshirt, dvd e pasta): 30 Euros (para inscrições feitas até 26 de Junho)40 Euros (para inscrições após 27 de Junho)25 Euros – Sócios ANTB e até 26 de Junho10 Euros – DTR’s, Selecionadores Regionais e Formadores ENBTambém pode efectuar a sua inscrição online, até ao dia 28 de Junho, enviando um email para catiamota@fpb.pt, escrevendo “Clinic Internacional Formação” no Assunto e indicando o seu primeiro e último nome; se for esta a sua opção, preencherá a ficha no local, efectuando o pagamento por cheque (NÃO SE ACEITAM PAGAMENTOS EM NUMERÁRIO).A ENB conta com a presença de todos os treinadores!


Precisa-se disciplina, inteligência e confiança

Frente a um adversário em teoria o mais forte dos quatro que teremos de defrontar (fez 4º lugar no último Mundial em 2010), as perspectivas não são naturalmente as mais optimistas.

«Estamos a falar daquela que é a equipa melhor classificada no ranking europeu do nosso grupo (no sorteio era do pote 1) e habituada a grandes momentos, construída com base em gerações de jovens muito fortes que jogam nas melhores equipas europeias. Em teoria este seria o jogo mais fácil de todos, mas a verdade é que o orgulho ferido do último embate, faz-nos encarar este confronto com uma necessidade acrescida de jogar bem de forma a nós pensarmos que a última prestação, ante a Ucrânia, foi um jogo atípico, em que estivemos muito abaixo das nossas capacidades e do nosso real valor como equipa. Não será o opositor mais fácil para readquirir os níveis de confiança, mas também sabemos que, onde estamos, nenhum jogo era o ideal para isso.», equacionou o seleccionador nacional.Uma das pedras fundamentais das bielorussas, a poste Helena Leuchanka (1,96m), não participa nesta campanha, pelo que em teoria poderá ser um handicap a favor das portuguesas. Ricardo Vasconcelos não pensa assim: «Essa ausência reduz o potencial ofensivo do nosso adversário, mas em nada altera aquilo que é o seu ponto mais forte, a defesa. É preciso não esquecer que contam com Anastasyia Verameyenka (também poste, com 1,92m) uma jogadora do top mundial, que não joga na WNBA porque simplesmente não quer. Tem passado pelas melhores equipas europeias e com 18 anos, depois de ter sido a MVP do Campeonato da Europa de Sub-18 Femininos, Divisão B, que a Bielorússia ganhou, batendo na final a Suécia das gémeas Edelbrink, Egnell e outras por 30 pontos, fez logo um contrato com uma equipa russa (Samara) a ganhar uns milhares de dólares. Ainda anteontem foi a MVP do jogo que a sua selecção venceu, frente à Hungria (51-47). Depois as jogadoras do perímetro são também muito efectivas. Não jogam bonito nem espectacular, mas praticam o basquete de uma forma muito estruturada.».Se pensarmos numa estratégia para o compromisso de amanhã à tarde, no Pavilhão do Olivais, a partir das 18H00, o seleccionador português não tem nada a esconder: «Para nós é importante sermos competitivos. Como somos uma equipa que tem um défice ofensivo, passa obrigatoriamente por defender bem e reduzir o tempo de ataque de um conjunto que vai trabalhar para os postes, já que o jogo interior é realmente o seu ponto mais forte. Quando se encaixa um parcial de 10-0, é muito difícil reagir. Temos que ir de uma forma consistente à procura das coisas que treinámos. Disciplina, inteligência e confiança, três palavras que definem a atitude e a postura que pretendo da nossa equipa para o jogo deste sábado.».


III Jornadas Técnicas do Clube Ana de Santa Maria

A formação destinou-se a treinadores e dirigentes e como tem sido hábito dividiu-se em sessões práticas e teóricas, sendo as primeiras específicas de basquetebol e as segundas dirigidas a todas as modalidades do clube (Basquetebol, Voleibol, Karaté e Esgrima).

A formação foi ministrada pelo Prof. José Tavares, Quadro da Escola Nacional de Basquetebol, Coordenador de Cursos de Nível II da Federação Portuguesa de Basquetebol e coordenador técnico do Física de Torres Vedras. As Jornadas abriram no dia 7 de Junho com duas intervenções “Princípios de Treino” e “Planeamento da sessão de treino” destinadas a todos os treinadores e dirigentes do clube independentemente da modalidade. A plateia de quase duas dezenas de participantes teve oportunidade de actualizar conhecimentos ao nível da metodologia do treino. O dia 8 foi dedicado a sessões práticas de treino de Basquetebol, nos escalões de Minis foi dado destaque ao “O jogo base e sua aprendizagem” enquanto que em sub-14 a temática abordada foi o “Drible”.A última sessão teórica “Desenvolvimento do jovem praticante” teve lugar no dia 9 e abordou a intervenção junto das crianças em função das suas necessidades dando destaque à fase de alfabetização motora e da iniciação desportiva. Durante o Sábado e Domingo, 9 e 10 de Junho respectivamente, as sessões de treino tiveram como público-alvo os sub-14 e sub-16 sendo abordados os temas “Bloqueios defensivos”, “Defesa Individual com ajudas”, “Movimentações ofensivas” e “Combinações ofensivas de 2 e 3 jogadores”. Nas palavras dos responsáveis do Clube Ana de Santa Maria, ”A formação dos nossos treinadores é um pilar da nossa estratégia e da nossa acção. Treinar crianças e jovens é uma nobre tarefa que exige agentes qualificados do ponto de vista técnico mas também do ponto de vista pedagógico e humano. Pelo que mesmo nas circunstâncias actuais, de constrangimentos e dificuldades financeiras, não abdicamos de fazer este investimento. As III Jornadas Técnicas foram um sucesso que se deve em muito à qualidade das intervenções do Prof. José Tavares bem como pelo seu entusiasmo e paixão que contagia todos aqueles que têm o privilégio de com ele trabalhar”.


Ricardo Vasconcelos confia nas suas jogadoras

Após o treino matinal com a duração de uma hora (das 9 às 10 horas locais), fizemos a apresentação do jogo com o seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos.

«É um grupo extremamente equilibrado com adversários de muito boa reputação no basquetebol feminino (casos de Bielorússia, Hungria e Ucrânia) e que para além disso tem o problema das deslocações. Quando numa competição se joga de 3 em 3 dias com viagens longas e de duração acima da dezena de horas, como foi o caso desta (16 horas), torna-se complicado. Mas é igual para todos.», começou por nos dizer o nosso interlocutor.O desconhecimento do valor da equipa adversária (não possuímos qualquer vídeo) é uma dificuldade acrescida para quem tem a tarefa e a responsabilidade de montar a melhor estratégia. «O treinador ucraniano é novo, algumas jogadoras voltaram à selecção, nomeadamente Oleksandra Kurosova, um extremo experiente (1986), de 1,86 m. A informação que temos é meramente estatística (do site da FIBA) e vale o que vale. Têm uma jogadora de 2 metros, mas penso que não é das mais utilizadas. As jogadoras interiores não são grandes marcadoras. Esse papel caberá a Kurosova e Alina Iagupova (base, 1,81 m, de 1992), para as quais teremos que arranjar soluções defensivas. A maioria das ucranianas joga fora do país, normalmente em equipas fortes.», referiu o seleccionador luso.Neste contexto, delinear a estratégia não é tarefa fácil. Mas… «Estrategicamente vamos montar o jogo no sentido de uma defesa que evite os pontos na área pintada, conquistar pontos em transições ofensivas rápidas e que inevitavelmente passará por uma boa percentagem de lançamentos de 3 pontos.» Ricardo Vasconcelos prossegue a sua abordagem, pondo a tónica no que espera da equipa. «Tenho muita confiança no valor das nossas jogadoras. Elas têm feito um trabalho sério. Somos melhores do que quando começámos a preparação e somos hoje mais equipa. Andamos à procura do nosso lugar. Não sabemos neste momento qual é ele.» «Este é o primeiro de uma série de 8 jogos todos difíceis e que nos dá um gozo especial de jogarmos. Cada vitória que se conseguir irá dar-nos uma satisfação incrível.», finalizou o seleccionador nacional.


Conhecidos os convocados

A equipa nacional prepara-se na região centro até dia 10 de Julho, rumando em seguida para a Roménia, onde fará jogos de preparação com a congénere local.

Jogadores Convocados:Nome-Clube-AssociaçãoBenvindo Mendes – Seixal FC – SetúbalCarlos Salamanca – FC Barreirense – SetúbalChris Santos – Seixal FC – SetúbalDavid Jorge – Odisseia Basket – LisboaDiogo Araújo – Ginásio Figueirense – CoimbraDiogo Brito – CD Póvoa – PortoFrancisco Amiel – BAC – SetúbalJoão Lucas – FC Porto – PortoJoão Neves – SL Benfica – LisboaJoão Oliveira – Vasco da Gama – PortoLuís Câmara – Algés – LisboaRicardo Monteiro – Carnide – LisboaRodrigo Soeiro – AD Ovarense – AveiroRui Nery – Estoril BC – LisboaSérgio Silva – SL Benfica – LisboaJogadores à disposição:Francisco Bento – Estoril BC – LisboaGonçalo Ramos – Scalipus – AB SetúbalGuilherme Pires – Física TV – AB LisboaStaff:Vice-Presidente: Vítor FerreiraSeleccionador: Rui AlvesTreinador-Adjunto: Hugo MatosSecretário: Carlos BorgesFisioterapeuta: Guilherme BarretoComentários do seleccionador:Para Rui Alves estes são os 18 jogadores de onde sairão os 12 seleccionados para o europeu: “Acreditamos que estes são os melhores jogadores e, mais importante, com os quais se poderá construir a melhor representação nacional. É um lote de jogadores que nos permite utilizar diferentes estruturas de jogo, ter um pacote táctico defensivo e ofensivo alargado e explorar diferentes vantagens.” Ainda sobre as escolhas, o técnico adianta “as escolhas merecem sempre discussão e é natural. Mas seleccionar não é um processo solitário. Os erros e a responsabilidade assumo-os eu particularmente, mas esta escolha resulta de dois anos de observação intensiva e trabalho de campo de muitos companheiros treinadores, seleccionadores e directores técnicos. Ao longo do processo, treinamos mais de 180 jogadores desta geração, de norte a sul do país. Admito que possamos cometer erros de análise, mas fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para isso não acontecer.” Quanto à preparação propriamente dita, Rui Alves evoca os principais condicionalismos: “o fim dos CNT’s, as curtíssimas 4 semanas entre o fim dos exames nacionais e a data do europeu (que costumava ser sempre em Agosto), o primeiro jogo internacional de preparação que está agendado para apenas 8 dias antes do início do europeu… Mas isso são realidades conhecidas e ultrapassáveis com muito trabalho. Talvez por isso, o lema que escolhemos para esta campanha é «Para chegar onde a maioria não chega é preciso fazer coisas que a maioria não faz»…”


Tam Ling “deu lição” de defesa

Socorrendo-se da sua experiência e conhecimento, Tam Ling, conceituado treinador da formação e com um currículo “recheado” de contributos nas Selecções Distritais e Nacionais dos escalões de formação, foi até à ABP abordar o tema da Agressividade Defensiva enquanto parte duma estratégia de desenvolvimento do jovem praticante. Contando com a colaboração do Académico FC, na disponibilização do espaço e da sua jovem equipa Sub 16 masculina, o prelector apresentou os conceitos teóricos que fundamentam a sua filosofia e, de imediato, demonstrou-os na prática, recorrendo a exercícios práticos com os atletas presentes. Presentes estiveram 45 treinadores dos seguintes clubes: Académico FC; CD Póvoa; GD Bolacesto; Guifões SC; BC Gaia; FC Porto; FIDES – OV; ACR Vigorosa; SC Vasco Gama; SC Coimbrões; Maia BC; UAA Aroso; SC Braga;


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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