Artigos da Federaçãooo
“É preciso defender bem”
Em declarações à Benfica TV, Carlos Lisboa fez a antevisão doo terceiro jogo frente à Académica de Coimbra. O treinador encarnado apelou à consistência da equipa como forma de ultrapassar um adversário a quem reconhece qualidade. Pensar jogo a jogo, com o técnico a dar ênfase à defesa, que tão bons resultados deu nos dois primeiros encontros desta eliminatória.
No início do seu discurso, Carlos Lisboa fez questão de dizer que a ronda ainda não está decidida. “Estar em vantagem é sempre importante, mas pensamos a eliminatória jogo a jogo e ainda falta ganhar um encontro.”O Benfica lidera por 2-0, no entanto, Carlos Lisboa salientou que a Académica tem muita qualidade. “Estamos a jogar frente a uma boa equipa e temos de estar concentrados no nosso trabalho. É fundamental que se pense que temos de ganhar mais um jogo para passar às meias-finais e para isso temos de estar consistentes em todo o jogo, como fizemos nestes dois primeiros encontros”, considerou. Nos dois primeiros encontros, o Benfica apresentou-se bem em termos defensivos e é isso que o treinador espera que aconteça no próximo sábado, em Coimbra. “Apesar das contrariedades que houve ao longo destes três/quatro meses, com muitas lesões, a nossa equipa tem mantido um nível defensivo bom. Para se ganhar os jogos e o Campeonato, é preciso defender bem e é isso que nós fazemos. Ganhámos os dois primeiros jogos com a Académica, porque defendemos bem”, apontou. Caso confirme a passagem às meias-finais, o Benfica vai defrontar o vencedor do confronto entre a Ovarense e o Lusitânia. A formação da ilha Terceira está em vantagem, no entanto, Carlos Lisboa está apenas concentrado na prestação da formação benfiquista diante os conimbricenses. “Só me preocupo com o Benfica e com o próximo jogo com a Académica. Só ganhámos o direito de estar nas meias-finais, se fizermos a terceira vitória e espero que seja já no próximo sábado”, finalizou.
«Faremos tudo para ganhar»
O primeiro jogo está agendado para as 16 horas de sábado, dia 21 de Abril. Nas vésperas do encontro com o Barreirense, o treinador João Freitas falou ao site do clube sobre o jogo que se avizinha. O técnico afasta qualquer tipo de cenário de excesso de confiança, até porque está certo da reação dos barreirenses. O líder da formação insular apela ao espírito coletivo da equipa, já que só com empenhamento total acredita que seja possível marcar presença nas meias-finais, algo que seria histórico para o clube.
“Não nos passa pela cabeça em momento algum que esta eliminatória esteja já resolvida. No Campeonato ganhamos fora e perdemos em casa. Não há na equipa nenhum tipo de relaxe, porque isso sempre poderia por em causa todo o trabalho desenvolvido”, refere o técnico.A situação em que a equipa se encontra é bastante favorável, se bem que o trabalho semanal continua a não ocorrer da forma desejada pelo técnico. “Respeitamos muito todos os adversários e ainda mais nesta fase da competição. No entanto não estamos a trabalhar como gostaríamos. As lesões continuam a fazer das suas. Mas, sei que tenho um grupo de jogadores com um coração enorme e um orgulho pessoal que os leva a fazer tudo para ganhar. “João não dá por decidida a eliminatória, até porque reconhece orgulho ao adversário. “Poucos acreditavam que estivéssemos a ganhar por 2-0. Mas estamos e é com essa responsabilidade acrescida que encaramos o próximo jogo. O Barreirense como equipa lutadora que é não vai entregar nada. Tudo o que conseguirmos terá que ser conquistado palmo a palmo.”A entreajuda será na opinião do treinador um aspeto decisivo para uma terceira vitória, e para que isso possa acontecer o apoio do público é sempre importante nestes momentos de decisão. “Quando olharmos para o lado temos que ver um colega disposto a fazer tudo por nós e um adversário a impedir que isso aconteça. Só com jogadores empenhados, concentrados e focados vamos poder ganhar este jogo. Queria muito sinceramente agradecer a três dos nossos melhores adeptos, que nos acompanharam no Barreiro e saber que também por eles nos empenhamos. Como espero, também, que este sábado os adeptos encham o nosso Pavilhão para este grande jogo de basquetebol. Precisamos de todo o apoio possível. Não vai ser fácil mas faremos tudo para ganhar!”
«Um dia voltarei»
Leia tudo, nos detalhes desta notícia.
«Vivi e cresci neste clube desde os meus 11 anos de idade onde passei grandes momentos de alegria. Fui adepto, jogador e treinador e sempre fiel ao clube e a Ovar, recusando várias vezes propostas muito mais vantajosas para sair. Sou um OVARENSE assumido.Falar na Ovarense basquetebol é mais do que falar num clube de basquetebol, a notoriedade alcançada e o grande trabalho social que desempenha em prol dos jovens de Ovar, merece ser respeitado e apoiado.Neste momento, emocionado, quero agradecer a todos os que me apoiaram e contribuíram para ser a pessoa que sou hoje.Não posso esquecer dos colegas que fizeram parte das equipas que joguei, dos dirigentes que desinteressadamente têm sabido dirigir este clube ao longo destes anos, dos funcionários, equipas médicas, dos jogadores que eu treinei, assim como dos treinadores com quem trabalhei, o meu muito obrigado.Aos adeptos, uma só palavra “aplauso”.Por último, um grande abraço ao amigo Carlos Pinto que comigo assumiu este desafio e à equipa as maiores felicidades para os jogos que faltam disputar. Lutar sempre, Ganhar talvez, Desistir nunca.Acredito que um dia voltarei!Mário Leite»
Compal Air e ENB realizam formação de professores
Aconteceu na Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa, durante a tarde daquela quarta-feira.
Esta acção contou com a presença de cerca de 40 professores, oriundos de escolas dos distritos de Lisboa e Setúbal. Os professores e também treinadores, João Pereira e Mário Gomes, foram os responsáveis por esta primeira formação, que abarcou as perspectivas do ensino-aprendizagem do basquetebol em contexto do desporto escolar e da educação física. Os diferentes níveis de prática dos alunos foi uma preocupação nas duas intervenções, que no final motivaram uma troca de impressões entre professores assistentes e prelectores. Refira-se que para a realização desta acção foi fundamental a disponibilidade que a escola D. Dinis mostrou, tanto em termos da cedência das instalações como dos alunos, na prática dos diversos exercícios propostos pelos formadores.No dia 2 de Maio, será a vez da Escola Drº Azevedo Neves, na Amadora, receber a segunda acção de formação, que terá como formadores, André Martins e Alexandre Correia.
“Entrar a ganhar”
Como não podia deixar de ser, o jogo de palavras já começou e Eugénio Rodrigues, treinador do Académico, aponta a AD Vagos como favorita a vencer esta eliminatória e considera que, independentemente do que venha a acontecer nas partidas com a AD Vagos, o saldo desta época já é muito positivo. Nuno Ferreira, técnico da AD Vagos, fala nesta entrevista sobre os objetivos da equipa e faz a antevisão para este primeiro jogo no Porto.
Chegado o momento das grandes decisões, qual é o estado anímico e físico da equipa?Trabalhamos desde o dia 29/08/2011 com o objetivo de chegarmos a todos os jogos para vencer, seja em que competição for. Sendo esta a última competição e a mais importante de todas, é lógico toda a equipa querer jogar já hoje. Depois de muitos treinos, é chegado o momento de nos entregarmos a um objetivo comum. Respondendo à sua pergunta, o nosso estado anímico é o melhor e, claro, o entusiasmo e a vontade de jogar é muita. E fisicamente?Temos alguns problemas físicos, mas nada que impeça a estrutura do clube de fazer tudo o que está ao seu alcance para que todas as atletas se apresentem no máximo das suas capacidades. A aposta nas jovens do plantel mantém-se nos playoffs?Eu diria que aposta será cada vez maior. A nós interessa-nos competência. Se são mais ou menos jovens, isso não é importante. Mas está satisfeito com a forma como têm evoluído?Queremos e trabalhamos para que todas sejam, e se sintam, importantes, independente do tempo de jogo. A evolução das mais jovens tem sido dentro do esperado. Tentamos projetar o dia de amanhã dentro daquilo que cada uma consegue fazer, trabalhando e corrigindo situações e elevar cada vez mais o potencial de cada uma delas. Diria então que enfrentam estes playoffs com um elevado nível de confiança nas vossas capacidades?Confiança é um ponto que temos de ter sempre em nós e na equipa, só assim vamos conseguir ultrapassar cada dificuldade e alcançar cada objetivo. Gostaria de ter um apoio do público igual ao da final da Taça de Portugal?Acho que o clube vive hoje uma envolvência e uma dinâmica cada vez maior. O apoio que nos deram na conquista da Taça de Portugal é a prova disso mesmo. Muita gente se deslocou a Vila Real para nos dar uma força e energia suplementar, e é isso que pretendemos conquistar cada vez mais. A identidade única no clube, através da sua escola de minibasket e de todos os escalões de formação, é fantástica. Todos vestimos um amarelo único, um amarelo bem forte, um amarelo de quem quer ser feliz e vencer. Acho que hoje, e no futuro, a equipa sénior feminina é a imagem de um clube/família com que todos se identificam. A proximidade diária entre as atletas séniores, escalões de formação e a nossa fantástica escola de minibasket é cada vez maior e, sem dúvida alguma, uma garantia de sucesso. A sua equipa ganhou todos os jogos esta época contra o Académico. Por conseguinte, a AD Vagos não deverá ter problemas em passar à fase seguinte…Não concordo. Acho que nenhum jogo tem uma história igual. No momento em que a equipa pensar que não deverá ter problemas para passar esta eliminatória, estará com toda a certeza a dar mais armas e trunfos ao nosso adversário. Sabemos que o Académico tem elevado a sua qualidade de jogo para jogo. Em termos ofensivos tem crescido muito, conseguindo pontuações elevadas. Tem jogadoras que são fortes no 1×1 e rápidas nas transições ofensivas. Teremos de ser uma equipa muito forte e competente em termos defensivos, capazes de condicionar a estrutura ofensiva do Académico. Em termos ofensivos, temos de ser coletivos e procurar criar desequilíbrios no nosso opositor. Mas para além dos resultados entre as duas equipas, até o treinador rival reconhece o favoritismo da AD Vagos…Jogando o Académico o 1º jogo desta eliminatória em casa, e sendo uma série à melhor de 3 jogos, é um discurso que aposta tudo para entrar a vencer. Nós percebemos a mensagem. Sabemos isso e estamos diariamente no treino a preparar este embate com todo o cuidado, respeitando muito um adversário que tem argumentos. Temos que jogar, e dedicarmo-nos ao jogo, no limite das nossas capacidades, e é isso que vamos fazer. Pretendemos entrar a ganhar e sei que as minhas jogadoras também têm esse objetivo. Vê as declarações dele como uma estratégia? Acha que o plantel do Académico merece cuidados especiais?Temos uma estratégia e um plano de jogo coletivo e individual para todas as jogadoras mais utilizadas pelo Académico, tal como fazemos para todos os outros jogos, seja qual for o adversário. Tal como afirmei anteriormente, o nosso objetivo é ganhar e é para isso que trabalhamos.
Playoff da CNB1 – Zona Norte
O treinador da equipa, Pedro Costa, não espera facilidades, mas confia no valor do grupo que lidera. “Como em todos os jogos de ‘play-off’, a tarefa de defrontar a Sanjoanense não irá ser fácil. Tudo voltou à estaca zero e todas as equipas vão querer seguir em frente. A Sanjoanense é uma equipa jovem, que progrediu muito ao longo da fase regular, e que vai, com certeza, colocar-nos muitos problemas. Estamos a preparar o jogo com muito rigor, no sentido de passar esta eliminatória, conscientes das dificuldades que iremos encontrar, mas também do valor que temos”, começou por analisar. Confrontado com o actual momento da equipa, o treinador esgueirense revelou que a mesma está confiante. “Fora o problema das lesões, que nos afectou durante toda a época, e apesar de mais uma vez não podermos contar com todos os elementos, a equipa está confiante, unida e pronta a todos os níveis (técnico, táctico, físico e mental) para defrontar qualquer adversário. Tenho a sorte de ter ao meu dispor um conjunto de pessoas fantásticas, que irão dar tudo de si para atingirmos os objectivos a que nos propusemos no início da época”, salientou. Por fim, Pedro Costa analisou o sistema de disputa do “play-off”, considerando mesmo que o modelo “é, sem dúvida, bizarro”. “É claro que quem fica melhor classificado deveria jogar primeiro em casa, mas o que eu digo aos meus jogadores é que se queremos chegar ao fim em primeiro, temos de ganhar, seja primeiro fora ou em casa. Por isso… não vamos arranjar desculpas”, garantiu.1ª ronda do playoff:GDB Leça x SC ConimbricenseACR Vale de Cambra x SC Beira MarEsgueira OLI x AD SanjoanenseSC Vasco da Gama x Infante Montemor
«Discutir o 1º jogo em casa»
Formada por um grupo muito jovem, todo ele sub-23, o técnico Carlos Caetano está consciente das dificuldades que terá em defrontar o experiente Algés nesta 1ª ronda, um adversário que ainda só por 3 vezes perdeu esta temporada e já conquistou a Supertaça. O técnico acredita que com empenho a equipa poderá neste primeiro jogo, em casa, domingo pelas 18.15 horas, repetir triunfos conseguidos durante a fase regular diante de adversários bem mais fortes.
“É com enorme satisfação e sentimento de dever cumprido que a equipa do Montijo Banda Basket irá disputar a 1ª Eliminatória do playoff da época 2011/2012. O objetivo delineado pelo grupo de trabalho e Direcção, de ficar entre os 8 primeiros classificados foi atingido a três jornadas do fim da Fase Regular, e creio que, se não fosse a lesão da atleta Sarah Soroka (que nos últimos 5 jogos apenas jogou 34 minutos), poderíamos mesmo ter terminado na 7ª posição, que ficou à distância de apenas uma vitória”, refere, entusiasmado.E não deixa de enaltecer o apuramento da sua jovem equipa: “Apesar da inexperiência própria da idade, de uma equipa que toda ela é sub-23, conseguimos atingir algo que não aconteceu nos últimos anos, a equipas como o Académico do Porto e Quinta dos Lombos que no seu primeiro ano de Liga Feminina, não, disputaram esta fase da competição.”Mas Carlos Caetano sabe que a aventura que a equipa agora vai iniciar não será propriamente fácil, pois o Algés não é uma equipa qualquer. “Estamos conscientes das enormes dificuldades que vamos encontrar, por defrontar o Algés que, para além de ter uma presença assídua na discussão do playoff, esta época não só terminou a fase regular em 1º lugar (com apenas uma derrota), como também venceu a Supertaça, contabilizando apenas 3 desaires em todas as competições, no espaço de 7 meses”, refere, acrescentando: “No entanto, as nossas vitórias caseiras alcançadas frente a equipas como o GDESSA, Boa Viagem ou as campeãs nacionais em título – Quinta dos Lombos, fazem-nos pensar que, com empenho, querer, atitude e níveis de concentração no limite, podemos começar por discutir este 1º Jogo com o Algés, na nossa casa.”“Neste momento importa que as nossas atletas desfrutem do que é estar nesta fase a eliminar, cresçam como jogadoras e continuem a fazer história neste projecto novo e diferente do MBB”, frisa.A finalizar, o treinador deixa uma mensagem: “Fica aqui um agradecimento ao enorme apoio que temos tido, de todos os nossos adeptos que, de forma fiel e apaixonada, todos os fins-de-semana se deslocam ao Pavilhão Municipal do Montijo, para nos ajudarem a conquistar cada vitória.”
«Uma época extraordinária»
O treinador elogia a atuação dos seus jogadores, mas teme que as coisas possam não correr tão bem durante o playoff…
João Freitas não poupa nos elogios à sua equipa e congratula-se com o desempenho dos insulares na fase regular da Liga. No entanto, o técnico teme que o playoff possa vir a ser complicado, uma vez que o grupo não está nas melhores condições: “O CAB Madeira fez este ano uma época extraordinária. Ficámos em primeiro nas assistências, nos roubos de bola, lançámos mais triplos e com melhor percentagem, somos a equipa que faz menos turnovers, temos 5 jogadores com mais de 10 pontos por jogo, todos aspetos em que se verifica uma noção de equipa muito boa. Pela negativa sofremos muitos pontos e a nível do ressalto não estivemos tão bem. Apesar destes indicadores não chegamos ao playoff nas melhores condições”, refere Freitas.E concretiza: “Uma série de fatores extraordinários fazem-me temer um playoff em que o CAB não vai ser a equipa que sempre queremos que seja. Todos estamos a suportar momentos difíceis e sinais de quebra têm sido dados ultimamente. Os envolvidos na equipa têm sido verdadeiros heróis, mas chegam momentos de rutura. Temo que estejamos a atravessar um desses momentos”, refere o treinador, acrescentado: “Tem que ser dada a palavra e a responsabilidade aos treinadores e jogadores, para que sejam eles mais uma vez a buscarem o que resta de empenho e determinação, para que sejam eles a dar a imagem de todo o trabalho que fizeram durante a época. Há ocasiões em que dar um passo em frente é quase impossível. “O adversário dos madeirenses na primeira eliminatória do playoff merece todo o respeito: “O Barreirense está a fazer uma época muito boa, é uma equipa que sabe o que procura em cada ataque, sabe explorar os seus pontos fortes e tem as peças montadas para que cada um faça o que melhor faz. Na defesa vão variando as situações de acordo com o adversário.” Mas deixa uma garantia: “Vamos estudá-los durante a semana e prepararmo-nos, para por um lado atacar onde são mais fracos e contrariar onde são mais fortes. Não sei se vai ser uma eliminatória equilibrada porque agora mesmo defrontamos coisas que não conseguimos controlar.”
“Queremos chegar às meias-finais”
A equipa prepara agora os jogos para o Play-off com o CAB Madeira, 6º classificado. Em entrevista, o treinador da equipa do Barreiro, Nuno Manaia, começa por abordar a 1ª ronda do Play-off. Refere que “deverá ser uma eliminatória muito equilibrada” uma vez que a sua equipa ganhou os dois jogos disputados frente à equipa da Madeira na fase regular “mas foram partidas extremamente equilibradas e com diversas alternâncias no marcador”. Contudo, a sua equipa conseguiu “chegar aos minutos finais de ambos os jogos na frente do marcador e essa curta vantagem foi bem gerida”.
Quando questionado com o facto de o CAB ter alcançado o 6º lugar, o técnico barreirense afirma que isso não quer dizer que seja uma equipa menos competitiva que o GDESSA: “O CAB teve esta época alguns problemas e, mesmo assim, só com a falta de comparência é que caiu para o 6º lugar. Em condições normais o CAB poderia ter ficado melhor classificado. É uma equipa com um estilo de jogo consolidado nas últimas épocas e que tem muitas jogadoras que jogam juntas há bastante tempo”. O primeiro jogo (sendo que nesta primeira fase passa a eliminatória quem ganhar dois, de três jogos disputados) realizar-se-á na Madeira, já este Sábado, dia 14, e Nuno Manaia espera um jogo extremamente difícil mas reforça que a sua equipa já provou que é capaz de ultrapassar situações complicadas. O treinador acrescenta ainda que “é um jogo de Play-off, sabemos que vamos jogar com uma boa equipa e que em sua ‘casa’ é ainda mais difícil de ganhar”. O técnico do Barreiro mostra-se ainda consciente de que não há jogos iguais e afirma que a sua equipa tem que “escrever a história deste jogo, para depois resolver a eliminatória em casa, pois queremos chegar às meias-finais”. O treinador Nuno Manaia, fala ainda das alterações e lesões que muito afetaram o plantel mas que, ainda assim, não se refletiram nos resultados: “tem sido uma época complicada de gerir. Na brincadeira costumamos dizer que é gerida ao dia”. Com as saídas durante a época de Luiana Livulo e Rosinha Rosário (embora esperadas), e as lesões de Toni Thomas (jogou apenas 39 minutos durante a 1ª volta), de Vera Correia (não joga desde Novembro) e agora de Catarina Neves (em recuperação desde o início de Março) surgiram obstáculos que “não foram fáceis de ultrapassar. Valeu-nos o espírito de grupo e também a vantagem de sermos uma equipa que já joga junta há alguns anos e que fez uma segunda volta brilhante” conclui.
“Tentar surpreender o adversário”
Pelo quarto ano consecutivo, a equipa de Coimbra estará presente na segunda fase da competição, tendo como adversário na 1ª ronda o SL Benfica. Assim, no próximo sábado e domingo, pelas 15.00 horas, a AAC joga, em Lisboa. Serão dois jogos em que o técnico Orlando Simões pretende retirar o máximo de rendimento dos seus atletas, de forma a poder surpreender, através da defesa, um adversário mais experiente, alterando assim as responsabilidades na eliminatória.
A Académica vai defrontar o Benfica nos playoffs. Quais as perspectivas?A AAC vai defrontar o Benfica consciente do valor do adversário e com a experiência de quem sabe que os play-offs jogam-se jogo a jogo e que em qualquer momento a responsabilidade de querer seguir em frente se altera em função dos resultados de cada jogo na série. Vamos preparar os dois jogos em Lisboa tentando surpreender o adversário, mas sabendo que para o fazer teremos de defender ao nível do que fizemos na Final 8 da Taça e melhorar substancialmente a nossa produção ofensiva. Como analisa a época da Académica até ao momento. Finalista da Taça de Portugal e 7ª classificada na LPB?A época da AAC até ao momento teve um ponto bem alto na presença da Final da Taça de Portugal e expressou alguma irregularidade na fase regular do campeonato, que na nossa opinião deveria ter atingido o 6º lugar e ficou para a história a conquista dum lugar abaixo, cumprindo portanto mais um objetivo da equipa. Quais as maiores dificuldades que encontrou neste regresso à alta competição e à Académica?Neste meu regresso á principal competição as maiores dificuldades encontradas foram sentidas na construção da equipa que vim encontrar já construída e particularmente no conhecimento do que poderia maximizar com cada um deles, face às dificuldades competitivas. E quais as coisas boas que viveu neste período?Como aspetos positivos aponto a qualidade e experiência competitiva dum núcleo de jogadores portugueses disponíveis e competentes para as tarefas e ainda uma estrutura humana de suporte à equipa do melhor que encontrei na minha carreira. Volta a estar em discussão número estrangeiros por equipa? Qual a sua opinião?Sendo um tema de interesse nacional e em face da grande concentração de jogadores portugueses de reconhecido valor no Benfica e Porto, julgo que para não aumentar o desequilíbrio já existente na competição se deveria apontar para uma solução idêntica à anterior, isto é, 3 não selecionáveis por equipa e não seria por aí que a seleção nacional seria afetada no seu nível competitivo. Que mensagem quer deixar para os simpatizantes da Académica?Gostaria que os adeptos da Académica e o público em geral amante do basquetebol viesse, neste final de época, apoiar a equipa e porque não, fazer-lhe sentir a gratidão pela presença em mais um momento grande da competição (4ª época consecutiva) e pela presença na Final da Taça de Portugal.
«Equipa está motivada»
Por isso Juca colocou as madeirenses de sobreaviso… O treinador conta tirar partido do facto de começar a eliminatória em casa e espera, em caso de vitória, criar alguma ansiedade nas adversárias.
Juca não poupa nos elogios às adversárias. “O Santo André tem realizado uma das melhoras épocas dos últimos anos e o resultado foi terem atingido o terceiro lugar, garantindo assim a vantagem do fator casa para esta primeira eliminatória”, começou por considerar. Apesar dos desaires na fase regular, o técnico espera que agora as coisas decorram de forma distinta: “Embora o CAB tenha perdido os dois encontros realizados entre as duas equipas na fase regular, acreditamos que nesta etapa decisiva podemos superar a equipa do ESSA e garantir a passagem às meias-finais”. E dá a receita: “Para que isso aconteça, temos que modificar alguns aspetos defensivos relativamente ao que se passou nos jogos anteriores. Vamos tentar tirar vantagem do facto de jogarmos o primeiro jogo em casa e, em caso de vitória, criarmos alguma ansiedade na equipa adversária nos dois jogos a realizar no seu recinto.” O técnico lembra que a época do CAB Madeira não foi fácil, mas a equipa foi paulatinamente ultrapassando as adversidades: “A nossa equipa está muito motivada com os mais recentes resultados, conseguidos em situações excessivamente adversas ao aspeto competitivo mas que, através da forte coesão existente, fomos sabendo ultrapassar. Com enorme sacrifício e dedicação, valores que têm caracterizado todo o empenhamento da equipa ao longo da presente época, cremos nas nossas competências para seguirmos para as meias-finais do campeonato.” E deixa um apelo: “Neste sentido, será determinante o apoio dos nossos adeptos no próximo sábado, criando um clima favorável ao bom desempenho das atletas”.
«Vamos dar o máximo»
O treinador da equipa do Académico, Eugénio Rodrigues, sabe que o grau de dificuldade desta ronda é máximo, se bem que, e apesar de nunca ter vencido esta temporada as vaguenses, as prestações da sua equipa têm melhorado. Eugénio não esconde que o grupo trabalhou muito para atingir esta fase, pelo que agora espera poder proporcionar bons espetáculos, na esperança de poder tirar partido do fator casa no primeiro embate desta eliminatória disputada á melhor de três jogos.
Embora com objetivos estabelecidos bem diferentes para a época que agora se aproxima do final, Eugénio Rodrigues quer contrariar o favoritismo das vaguenses, uma das equipas candidatas ao título e mais bem apetrechadas da Liga. “O jogo contra o Vagos é um embate com grau de dificuldade máxima para a nossa equipa. Estamos conscientes de que defrontamos uma das melhores equipas do campeonato, candidatas ao título e cujo orçamento lhes dá outro tipo de soluções e responsabilidades.”O Académico nunca conseguiu derrotar na presente temporada o conjunto de Vagos, isto apesar de uma melhoria de comportamento das atletas treinadas por Eugénio Rodrigues. Respeitar o plano de jogo, com o apoio do seu público, potenciando ao máximo os argumentos que a equipa possui, serão certamente os aspetos determinantes para uma hipotética vitória do Académico neste primeiro jogo. “Já jogamos este ano por 3 vezes contra o Vagos e se perdemos nos 3 confrontos podemos no entanto registar o facto de ter existido claramente um ascendente exibicional da nossa parte. No desporto não existem resultados garantidos à priori pelo que pensamos poder ter uma palavra a dizer neste 1.º jogo do playoff. Jogamos com o fator casa e vamos procurar executar a nossa estratégia da melhor forma possível de maneira a controlar os pontos fortes do adversário e tentar rentabilizar os nossos.”Independentemente do que venha acontecer nesta fase a eliminar, o treinador considera que a temporada será sempre muito positiva, já que alcançar o playoff era o grande objetivo do grupo de trabalho. “Lutámos muito para que, no 2.º ano de permanência na Liga Feminina, chegássemos ao playoff. E agora que conseguimos, vamos dar o nosso máximo.”Eugénio promete muita entrega, bem como a tentativa de dar espetáculo a todos aqueles que apoiaram a equipa durante esta temporada. “Queremos igualmente proporcionar um bom espetáculo neste 1.º jogo, pois só assim prestaremos um bom serviço a este campeonato e obviamente aos nossos adeptos.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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