Artigos da Federaçãooo

Sábado é no pavilhão

Este será o primeiro encontro da equipa perante o seu público após a conquista da Taça de Portugal. O site do clube desafiou o treinador João Freitas a fazer uma breve antevisão do jogo, que vê o próximo desafio da seguinte forma:

“Temos a certeza que vai ser um jogo muito complicado. Não vai ter nada que ver com o jogo da Taça. O Guimarães é uma das boas equipas desta Liga com equilíbrio entre o jogo interior e o jogo exterior. Tem bons executantes portugueses e três estrangeiros muito bons. Vamos ter muita atenção com o jogo interior deles, assim como com o ressalto ofensivo, aspecto este onde são muito fortes”.”Pela nossa parte vimos de um jogo muito difícil, em que ganhamos nos últimos segundos. Mostramos mais uma vez que somos uma equipa muito forte e que está num momento muito bom. Os nossos jogadores continuam a interiorizar e a pensar no jogo da equipa e como isso os torna mais fortes individualmente. Continuamos com o nosso objectivo de ficar num dos quatro primeiro lugares e este jogo assume importância redobrada por ser com um dos adversários directos nessa luta. Penso que já vamos poder contar com o Fábio Lima, aumentando assim as nossas opções”.”Para finalizar um desejo, que venham apoiar a nossa (vossa) equipa que por tudo o que tem passado e feito bem merece.”


“Vamos ter de ser mais agressivos”

O Benfica-Ovarense vai ter lugar este sábado, dia 26 de Março, pelas 16h30, no Pavilhão Império Bonança. Esta partida vai ser transmitida em directo pelo canal de televisão do Clube.

“Vamos ter de ser mais colectivos no ataque e mais agressivos a defender, de forma a que não permitamos tantos lançamentos com uma percentagem tão alta”, afirmou o técnico, não esquecendo o que se passou na partida da última quarta-feira com o FC Porto.Já o capitão Sérgio Ramos fez questão de sublinhar que o adversário tem qualidade, apesar de ocupar o quarto lugar da tabela classificativa. “Todos os jogos são difíceis. A Ovarense era a tricampeã nacional antes de sermos campeões nacionais. Apesar de ter sofrido uma renovação, continua a ser uma equipa perigosa”, avisou o jogador.


Técnicos analisam jornada

Este fim-de-semana disputa-se a 20ª jornada e os treinadores das várias equipas explicam o que se pode esperar de cada um dos duelos. Tudo nos detalhes desta notícia.

CPN x Ovarense“Podemos afirmar que se trata de um jogo de ‘dois campeonatos’ pois, enquanto a Ovarense irá tentar manter o 4º lugar, e com isso garantir o ‘factor-casa’ na 1ª ronda do playoff, nós continuamos na luta por um lugar no mesmo. De certo que assistiremos a um jogo muito diferente do da primeira volta, que por diversos motivos (lesões, jogadoras novas à procura do devido entrosamento e a sobrecarga de dois jogos no mesmo dia) acabou por não ter muita história, ganhando a Ovarense por uma larga vantagem. Desta vez, com o plantel quase na máxima força, esperamos um jogo marcado pelo equilíbrio, tal como foi o das sub-19, em que as intervenientes não variam muito, visto serem duas formações com uma base forte em atletas juniores.”Agostinho Pinto (Treinador CPN)”Esperamos um jogo bastante disputado e equilibrado. São duas equipas constituídas maioritariamente por atletas juniores e com as intervenientes a conhecerem-se bem. Julgamos que vai ser uma partida com grande emoção e competitividade”.Jorge Maia (Treinador Ovarense)Col.Calvão x Lousada“Jogo que somos favoritos. De forma a não sermos surpreendidos pela equipa do Lousada, é importante iniciar o jogo concentrados, com a mesma seriedade e espírito de conquista que temos apresentado ao longo do campeonato. Com a nossa classificação praticamente assegurada, este jogo terá como objectivos principais a consolidação dos nossos conceitos e o crescimento da nossa jovem equipa, já com olhos postos no playoff.”Paulo Carlos Silva (Treinador Col. Calvão)”Num jogo onde defrontamos uma das equipas mais fortes deste campeonato, queremos dar continuidade à boa exibição que fizemos na jornada passada e dar um passo em direcção ao objectivo principal, que é a qualificação para o playoff. Vamos encontrar uma equipa jovem, ambiciosa, que trabalha junta há já algum tempo e que é muito bem orientada pelo Paulo Silva. Da nossa parte tudo faremos para contrariar os pontos fortes do Calvão, explorando alguns pormenores onde poderemos ter vantagem. Se encararmos o jogo com seriedade, concentração, muita vontade e conscientes das tarefas que temos de realizar para superar as dificuldades, podemos causar problemas ao adversário!”João Pedro Chaves (Treinador Lousada)Estoril Basket x Montijo Banda Basket“Com o campeonato a acabar e os lugares do playoff a ficarem preenchidos, o Estoril tem uma tarefa muito complicada pela frente, diante de uma equipa que tem feito um campeonato impecável, consciente dos seus pontos fortes (jogo interior e a versatilidade da Márcia). O Estoril tem de se apresentar muito motivado para conseguir o seu objectivo o mais cedo possível. Vamos jogar sempre pelos nossos princípios (defesa agressiva e jogo rápido) e depois do jogo faremos as contas. De certeza que vai ser um jogo com muita intensidade e muito interessante”. Bruno Cazeiro (Treinador Estoril)”Analisando o calendário até ao final da Fase Regular, será praticamente uma certeza o apuramento do Estoril Basket para o playoff. No entanto está ainda por definir a sua posição final, tal como a ordem classificativa de algumas das equipas que disputarão essa fase seguinte… Prevejo um jogo bem disputado, em que, à semelhança do último para a Taça de Portugal, o Estoril deverá recorrer a uma Defesa Zona, por forma tentar ‘parar’ as nossas jogadoras mais influentes. No entanto, considero que estamos preparados para lutar pela 19ª vitória, de forma a mantermos e consolidarmos o 1º lugar na classificação”.Carlos Caetano (Treinador Montijo Banda Basket)EMA Menéres x Marítimo“Estamos a 3 jornadas do fim e a tabela classificativa pode ainda ‘mexer’ o que prova a competitividade desta competição. Relativamente ao jogo com o Marítimo, queremos manter a nossa posição na tabela, considerando, no entanto, que este é sempre um jogo entre duas equipas muito jovens e que, como é próprio da juventude, nem sempre é muito consistente. Esperamos estar a um bom nível, nomeadamente na defesa, pois as jogadoras da Madeira são muito eficazes no capítulo do lançamento”. Isabel Ribeiro dos Santos (Treinadora EMA Menéres)Santarém x Gafanha“Após vir de uma derrota amarga frente ao Estoril Basket, que quase nos afastou definitivamente da luta pelo playoff, vamos disputar um jogo frente ao Santarém BC, equipa que nos segue na classificação (e sendo que o jogo na Gafanha acabou por ser equilibrado), com a intenção de vencer para garantirmos a manutenção e de ainda sonhar com o acesso ao playoff no caso do CPN escorregar em algum dos seus jogos e nós não”.Carlos Vaqueiro (Treinador Gafanha)Coimbrões x Tubarões“O nosso objectivo é ficar nos playoff.Assim sendo, este é um jogo, que, teremos que ganhar, principalmente por ser em casa. Acredito que a vitória irá sorrir para a nossa equipa do Coimbrões”.A. Pedro (Treinador Coimbrões)


Aprender na ACB (1)

Demorou algum tempo a pensar sobre como e o que escrever e decidiu fazê-lo em jeito de crónica. Mais do que desenhar movimentos ofensivos, António Paulo desafia cada um de nós a perguntar porque é “que nós não podemos ser assim.” Publicamos aqui a primeira de 5 crónicas a sair semanalmente.

O que designo por “Aprender na ACB” resulta de duas ideias fortes que caracterizaram uma experiência passada com os Estudiantes Club de Baloncesto durante 15 dias. A primeira, a ideia de Aprender. Observar uma realidade que não conhecemos tão bem, é sempre um contexto de aprendizagem para um treinador que a isso se disponha. Não só encontra motivos para questionar muitas das suas práticas, o que é sempre positivo. Mas percebe muitas outras razões para reforçar as suas convicções, algo ainda mais gratificante. Apesar de passar o tempo com os treinadores do Estudiantes, particularmente com Alberto Lorenzo (treinador adjunto da equipa ACB), a minha reflexão ultrapassava frequentemente o clube e as pessoas. Resultou daqui a segunda ideia forte que o título expressa. Uma inevitável reflexão sobre o que ia vendo no enquadramento de um clube ACB, e de um modo geral, sobre a realidade do basquetebol espanhol. No fundo, tratava-se de fazer um exercício de comparação sobre as razões pelas quais “mesmo ao nosso lado” temos um basquetebol tão distinto em dimensão e qualidade, daquele a que assistimos na nossa realidade. Ao pensar nas diferenças, estarei longe de as elencar de forma completa. Nem me arrojo a tanto despropósito. Serei capaz apenas de descrever algumas impressões sobre o que tive oportunidade de ver, contaminadas pelo meu próprio modo de pensar o jogo. Fá-lo-ei centrado em cinco grandes temas – 5 crónicas –, que aparentemente distintos, me parecem complementar-se entre si. Tenho a ideia de que o papel dos treinadores é de vital importância para o desenvolvimento continuado do nosso jogo. Por isso o objectivo destas linhas é tão somente lançar debate, deixar opinião em torno de questões, que actualmente me parecem pertinentes no domínio do basquetebol de rendimento.Não me parece desajustado dizer que na realidade da ACB os jogadores JOGAM QUE SE FARTAM! Isto é, há muitos jogos. Para aludir a muitos aspectos do treino e da condução do jogo, Jorge Araújo dizia frequentemente (tem-no escrito em diversos livros) que quem joga são os jogadores. Mas para eles jogarem é preciso que tenham jogos. A ACB tem 18 equipas, o que perfaz uma fase regular com 34 jogos. Começando a jogar em Outubro e terminando em meados de Maio (início do playoff), muitas semanas são necessariamente de jornada dupla. Cerca de 45% das equipas (5 na Euroliga e 3 na Eurocup) estão (ou estiveram) envolvidas nas competições ULEB, e tendo em conta a Copa do Rey – competição de grande carisma na vida do basquetebol espanhol –, para estas equipas jogar o seu “joguinho” semanal é uma raridade ao longo da época. As equipas de top terminam a época com cerca de 60 jogos oficiais, número significativo se considerarmos os 8/9 meses de época normal. Quando afirmo que os jogadores jogam, quero ressaltar a importância do jogo na formação da qualidade dos jogadores, e consequentemente no contributo que isso pode dar à exposição pública de uma competição. Ao nível do basquetebol de rendimento, os jogadores fazem-se jogando, porque é para os jogos que se preparam e treinam, e nele são obrigados a demonstrar competências. Uma competição com poucos jogos é uma competição que limita a necessidade de superação permanente a que jogadores e treinadores devem estar sempre sujeitos, para além de ter uma visibilidade reduzida aos poucos jogos que tem. Ao contrário, uma competição em que se jogue mais vezes, é uma competição que por si só gera motivos de interesse vários para todos os que participam, força a necessidade de desempenhos mais sólidos e consistentes ao longo do tempo, e que não se duvide, jogar mais vezes nestas condições é factor de promoção da qualidade. Olhando para a nossa LPB, há equipas que chegam ao final da época com menos de 30 jogos oficiais. Pode-se pensar que não sendo uma competição profissional estará muito bem assim. Este não é o meu argumento. Não sendo uma competição profissional, sabemos há equipas profissionais, e as que não o são, não creio que não o gostassem de ser. Trinta jogos/época parece-me pouco. As equipas de rendimento constroem-se para competir. Jogos sistematicamente espaçados de semana em semana, dilatam o compromisso preparação/competição por que as equipas de rendimento tanto anseiam. Por estranho que pareça até pode convidar a regimes de treino menos compatíveis com aquilo que se pretende ao alto nível. Pela minha parte gostaria que se jogasse mais. Parece-me que se podem encontrar outras formas de disputa da competição mais representativa do basquetebol português que assegurem um bom compromisso entre mais jogos e mais competição em cada jogo, sem esquecer os dias de crise difíceis em que vivemos, aos quais o basquetebol não está obviamente imune. Não querendo fazer comparações desajustadas, na ACB os jogadores e as equipas fartam-se de jogar, por cá, parece-me que se podia jogar bastante mais.


“Garantir já as meias-finais”

“Sábado pelas 18h00 o CAB vai defrontar o Torres Novas no segundo jogo referente à primeira eliminatória do playoff. Queremos garantir já neste jogo o apuramento para as meias finais da Liga Feminina, continuando assim a caminhada até a tão desejada final”.”A boa prestação conseguida no primeiro jogo disputado em Torres Novas, confere boas perspectivas para este segundo jogo. Queremos repetir algumas das regras criadas especificamente para esta equipa e, se assim for, certamente que não será necessário realizar o terceiro jogo”.”A equipa está num momento de grande motivação, criada com base no trabalho que temos desenvolvido. O CAB tem sobretudo um grande valor colectivo que manifesta-se através da agressividade presente nas acções defensivas”.”Será importante referir que, em caso de vitória, a equipa atinge um dos objectivos determinados desde o inicio da época: direito a participar na Eurocup na época 2011/2012. Gostaríamos de enaltecer este facto pois, todas as atletas merecem mais esta vitória”.”Sendo assim, entendemos estarem reunidos muitos motivos de interesse à volta deste jogo, salientando a necessidade de todos os AMIGOS virem apoiar a nossa equipa. “


“Queremos que venham ao pavilhão”

A Académica chegou às meias finais da Taça de Portugal? Um ponto afastou a equipa da Final. Desanimado? Não estou desanimado, mas sim triste porque vencer a Taça de Portugal era um sonho de todos. Estaria desanimado se a equipa não tivesse dado o melhor de si. Fizemos tudo para ir à final e ganhar a Taça. Perder no fim e depois de um esforço incrível nos dois jogos que efectuámos deixa um sentimento inexplicável. No entanto, quem lutou como lutámos pela vitória, contra um adversário que estava muito mais fresco – no jogo 1º com a Ovarense o Penafiel ganhou por 20 e cedo o jogo se decidiu e que não teve tão cedo o problema com faltas em jogadores fundamentais como são o Matt Shaw e o Tommie Eddie, só pode ter orgulho na atitude dos jogadores. Continua a ser a melhor época dos últimos vinte anos: 3º lugar na Hugo dos Santos, meia final da Taça e brilhante campanha na Liga. A equipa está bem? Quem vence uma equipa como o Porto só pode estar bem nos diversos factores do jogo. Nos próximos dias temos que recuperar a equipa do esforço físico e mental da Final 8 da Taça de Portugal.Sábado, recebe o Lusitânia. Perspectivas para este jogo? É um jogo muito importante para nós. Vencendo garantimos o terceiro lugar, o que seria notável face aos objectivos inicialmente traçados. Mas vai ser um jogo complicado. O Lusitânia é uma equipa completamente profissional e o novo Americano – que esteve com um pé na NBA é muito bom. Mas precisamos de ganhar para depois gerir à nossa maneira e com tempo para planearmos os play-offs, nomeadamente no que à dinâmica das cargas físicas diz respeito. Temos de recuperar fisicamente do esforço despendido ao longo da época logo após esse jogo. Mas temos de ganhar primeiro.Que apelo que deixar para os simpatizantes da Académica?Quero agradecer o seu apoio. Faremos tudo o que é preciso para o merecer. Temos recebido imensas mensagens de incentivo. Isso é muito importante para os jogadores. Uma palavra especial para aqueles adeptos que nos seguem sempre e que estão sempre connosco, nos bons e maus momentos.Estamos a chegar aos momentos mais importantes da época. Foi-nos pedido, como sabem, que não descêssemos de divisão. Mas nós queremos mais do que isso e tudo faremos para o alcançar. Queremos ficar nos 4 primeiros lugares do basquetebol em Portugal. Queremos que venham ao pavilhão ver-nos jogar para atingir esse objectivo.


«O futuro é já no domingo»

A equipa vai concentrar-se em outros objectivos, que passam, para já, segurar o quarto lugar sem perder de vista os lugares mais acima na tabela classificativa. A formação de Ovar recebe no próximo domingo o FC Porto.

De regresso ao campeonato nacional a equipa de Ovar quer esquecer o mais rápido possível a má imagem deixada na Final a 8 da Taça de Portugal. Para o técnico Mário Leite o encontro frente ao Penafiel já faz parte do passado e o que conta agora é o encontro do próximo domingo, frente ao FC Porto. “Todos temos a consciência do mau jogo que realizámos, mas nada podemos fazer para alterar o resultado, é verdade que falhámos um objectivo mas costuma-se dizer que águas passadas não movem moinhos. Neste momento estamos centrados no futuro e o futuro é já no domingo.”É verdade que as trocas de norte-americanos no decorrer da época complicam e atrasam a preparação de uma equipa, mas o técnico vareiro não acredita que essa tenha sido a causa de uma temporada mais apagada de um clube com a tradição da Ovarense, habituada a discutir e vencer títulos. “Não penso que o problema resida somente na questão dos estrangeiros. É bem verdade que adaptação de alguns jogadores a um clube que luta por conquistar todas as competições que disputa não seja fácil, mas por outro lado o plantel em relação ao ano passado é mais curto e, juntando a isto, ainda tivemos uma série de lesões graves.”O facto de o FC Porto, tal como aconteceu com a Ovarense, ter sido eliminado precocemente na Taça de Portugal, coloca uma pressão extra no jogo do próximo fim-de-semana, em que cada uma das equipas luta pelos próprios objectivos. “O próximo jogo tem um carácter diferente. Enquanto o da Taça era a eliminar, este não, é só mais um jogo nos objectivos de acabar a época regular o mais acima possível.”A profundidade do banco do FC Porto tem marcado a diferença nos confrontos com os seus adversários. A rotação efectuada pelo técnico Moncho López provoca desgaste, um problema que Mário Leite reconhece acentuar-se no decorrer das segundas partes. “Tem sido um dos factores de desequilíbrio, todos os jogos que realizámos esta época no final da 1ª parte os resultados foram sempre equilibrados, é verdade que na hora da decisão quem se apresentar fisicamente melhor leva vantagem.”Nesta altura a equipa de Ovar encontra-se envolvida na luta pelo quarto lugar, em igualdade pontual com o Vitória de Guimarães. Mário Leite promete empenhamento até ao termo da fase regular, embora reconheça que a posição actual depende apenas deles. “O nosso objectivo é ficar o mais à frente possível na tabela classificativa, é verdade que o quarto lugar depende somente de nós.”


It´s showtime

Reproduzimos aqui as suas palavras:

“A equipa feminina do CAB cumpriu um dos objectivos traçados no inicio da época: liderar a classificação no final da fase regular da Liga. Tendo em atenção que este Campeonato apresenta níveis competitivos muito elevados, provavelmente o mais disputado dos últimos anos em virtude do forte recrutamento de atletas de nível superior, consideramos que o desempenho da nossa equipa foi brilhante nesta fase regular. Um dos factores de grande orgulho tem a ver com a comprovação prática do trabalho que desenvolvemos na formação de atletas locais. Pela primeira vez o CAB disputa a Liga feminina com 10 atletas oriundas da sua formação e este facto, tem se revelado como uma mais valia competitiva.Naturalmente que estas razões, juntamente com o facto de assegurarmos a vantagem do factor ‘casa’ nos playoffs, atribui-nos maior responsabilidade competitiva. O novo desafio prende-se com a manutenção desta atitude ganhadora.A primeira eliminatória do playoff será determinante para elevarmos os níveis motivacionais da equipa. Neste sentido, estamos a preparar o primeiro jogo frente ao Torres Novas, salientando aspectos particulares relativamente à forma como vamos defender.Gostaríamos ainda de reforçar que o factor “casa” só será determinante se conseguirmos cativar o maior número possível de AMIGOS (claque Raça Vermelha, atletas, treinadores, pais, sócios…) a marcarem presença nos nossos jogos.Pela nossa parte reafirmamos o compromisso de tudo fazermos para manter um bom nível competitivo, elevando assim as probabilidades de sucesso desportivo. Paralelamente, vincamos com determinação que o empenhamento na formação de atletas é cada vez mais uma realidade rentável.”


Rui Fonseca: «Há grande vontade de ganhar»

O treinador Rui Fonseca não se deslumbra com os mais recentes resultados, apontando a qualificação para o playoff como meta do grupo de trabalho. O técnico que esta temporada se mudou para o Terceira Basket diz não existirem segredos para o sucesso, referindo ao longo desta entrevista um conjunto de valores que explicam o bom momento que a equipa atravessa.

Como aconteceu a tua mudança para o Terceira Basket? A minha mudança para o Terceira aconteceu no inicio da época, altura em que recebi um convite do treinador Nuno Barroso para o acompanhar no comando da equipa do TBC (Fórum Terceira Basket Club) no campeonato da Proliga. Até essa altura estive no Angrabasket, onde fui adjunto e treinador de formação. Quando assumiu o comando técnico da equipa o que lhe foi pedido por parte do clube? O grande desafio com que me deparei foi alcançar alguma serenidade e tranquilidade no plantel, procurando sempre uma união e espírito de grupo, de modo a conquistarmos os objectivos da época, ou seja, o playoff. Tenho orgulho em poder afirmar, com alguma certeza, que estes pressupostos foram claramente atingidos, sendo o TBC, neste momento, uma equipa unida, com sentido de responsabilidade partilhada e em que todos trabalhamos para atingir um objectivo comum: o sucesso desportivo de uma equipa açoriana em contexto nacional. Também é nossa intenção constante fazer o melhor para dignificar e representar o melhor possível a nossa cidade, a nossa ilha e a região em geral.O facto de ter tomado conta da equipa a meio da época não tornou mais difícil o seu trabalho? Divido esta época em dois momentos distintos: o primeiro muito complicado, marcado por diversas circunstâncias, tais como a lesão grave (rotura do tendão de Aquiles) do nosso primeiro base norte-americano Cavel Witter; a chegada tardia do segundo norte-americano; lesões variadas de jogadores cruciais e, por fim, a saída do treinador anterior. Um segundo momento, mais positivo, em que posso dispor de uma equipa completa, motivada, com grande espírito de sacrifício e trabalho, recheada de talento individual e colectivo, que nos permite realizar um campeonato tranquilo, se bem que com alguns jogos que não nos deixam boas recordações, mas com outros inesquecíveis. São estes, precisamente, que queremos repetir e consolidar, para que possamos, efectivamente, chegar mais longe nesta competição.Assim, e respondendo concretamente à sua pergunta, nenhum momento é fácil para assumir o comando de uma equipa, pois pressupõe sempre um ponto de partida, em que as incertezas são da mais variada ordem, e depois, progressivamente, o atingir de objectivos que vão dissipando essas dúvidas, tentando adquirir, simultaneamente, uma consistência e inteligência de grupo que nos permita um trabalho de qualidade e desenvolvimento geral da equipa. Qual o segredo que sustenta o facto de a equipa não perder desde o dia 9 de Janeiro de 2011 em jogos a contar para o campeonato da Proliga? Não há segredos. Existe na equipa actual do TBC uma grande vontade de ganhar e de evoluir à medida que o campeonato avança. Há pressupostos incontornáveis neste processo, tais como: a responsabilidade que é partilhada pelo treinador e pelos jogadores, tanto nas vitórias como nas derrotas; a defesa, que consiste num factor imprescindível para o sucesso colectivo; a compreensão por todos das vantagens da equipa; e por fim, jogadores muito ávidos, unidos, formando um ambiente competitivo muito interessante e, consequentemente, ambicioso.Face aos resultados conseguidos, já teve necessidade de reformular os objectivos da equipa para esta temporada? Não. Os objectivos mantêm-se e consistem, numa primeira instância, em alcançarmos o playoff, “depois logo se vê”… Temos uma sequência gratificante de vitórias, mas é necessário lidar com este sucesso com alguma inteligência, já que sabemos que não existem equipas invencíveis e temos de estar preparados para um dia menos positivo em que, naturalmente, percamos. O desafio está em saber ultrapassar o insucesso e acertar processos equilibrados de forma a alcançarmos o sucesso novamente. Ter os “pés assentes na terra”, tal como digo muitas vezes aos meus jogadores, é essencial para a realização de um bom campeonato, já que, como referi anteriormente, o talento e a dedicação são desígnios consolidados no Fórum Terceira Basket.


«Queremos oferecer a Taça aos nossos adeptos»

Também em superflash, o extremo Carlos Andrade, que vem recuperando a forma nos últimos jogos, fala do bom trabalho que o FC Porto Ferpinta tem vindo a fazer e na necessidade de concentração do grupo, mas principalmente na aprendizagem que foi feita com jogos menos bem conseguidos anteriormente com a equipa que vão defrontar na sexta-feira.

O FC Porto Ferpinta vai participar na Final 8 da Taça de Portugal, que decorrerá de quinta a domingo, no Pavilhão Multiusos de Fafe. A equipa mantém-se na liderança da Liga e é detentora da Taça de Portugal. No segundo dia da prova, defrontaa a Académica pelas 19h00.MONCHO LÓPEZJogadores recuperados“Recuperámos jogadores lesionados que não se encontram ainda num bom ritmo de jogo, mas estamos em boa forma. No entanto, há jogadores que estão agora a sair de lesões de longa duração, como são os casos do João Santos e do Carlos Andrade, que já estão a trabalhar com o grupo e vamos ver com que condições conseguem apresentar-se na Taça de Portugal. Mais importante que isso é o à vontade com que os jogadores entram em campo. Em termos da forma física, há a vontade de ganhar, o desejo de jogar e de defender o título.”Preparados para vencer“Preparamos o jogo para vencer. Jogámos, nos últimos tempos, muitas vezes contra a Académica, contra um treinador que prepara muito bem o jogo. Cada um de nós vai utilizar as suas armas e armadilhas para tentar vencer. O FC Porto acredita muito no que está a fazer e estamos convencidos de que vamos ganhar este jogo.”Manter o título“O que queremos é oferecer o título aos nossos adeptos. A época começou muito bem, ganhámos o primeiro título da época, estivemos presentes em diferentes finais e antes de chegar ao final da Liga e da luta pelo campeonato apresenta-se agora esta oportunidade de conseguir mais outro título e queremos consegui-lo.”Estamos mais fortes“A Académica ganhou em Coimbra com todo o merecimento, fez um bom trabalho. Nós estudamos muito bem aquele jogo, encontramos soluções a problemas que eles nos colocaram e quando voltámos a jogar contra a Académica o jogo já foi diferente. Conseguimos estar sempre na frente no marcador, encontrámos diferenças confortáveis e o jogo acabou por ser equilibrado na parte final. Esperamos encontrar soluções para os problemas que eles nos colocarem.”Estamos muito bem“Mentiria se dissesse que estamos a cem por cento. Não estamos a cem por cento, mas estamos bem, estamos muito bem e a motivação ajuda muito. Para além de uma boa condição física, amanhã vai ganhar a equipa que controle melhor as suas emoções, que jogue mais concentrada e que mostre mais desejo de vencer. Sendo um jogo a eliminar, tudo pode fazer a diferença.”Motivação e concentração“Sentimos que somos uma equipa que joga bem. Não nos sentimos superiores aos outros porque o basquetebol é um desporto e no desporto tudo é possível quando se fala de vitórias e derrotas. No entanto, não nos sentimos inferiores. Sabemos que se fizermos o nosso jogo e jogarmos com muita concentração e motivação podemos ganhar.”Somos fortes logo desde o início“Temos alturas durante os jogos que demonstramos um pouco mais de nervosismo, mas é uma situação habitual. Acho que acontece com outras equipas no campeonato. Entramos sempre bem nos primeiros jogos, muito bem preparados e se nos conseguirmos habituar a isso já temos muito mais confiança nos jogos seguintes, já conseguimos lidar com essa pressão.”Fantástica responsabilidade“O facto de várias modalidades do FC Porto liderarem os seus campeonatos incute-nos uma responsabilidade fantástica. No basquetebol, na nossa realidade, também estamos em primeiro lugar no campeonato, portanto isso já faz com que a opinião pública considere que somos os favoritos. Gostamos realmente de ter este emblema, esta camisola. Gostamos que os adversários nos passem esse favoritismo e essa pressão, porque conseguimos lidar com ela e é um motivo de orgulho. Prefiro estar nesta posição do que chegar às provas como outsider. Esta é a melhor posição.”CARLOS ANDRADEJogo bem preparado“Preparamos este jogo da mesma maneira que temos vindo a preparar todos os jogos desde o início da época. Pensamos primeiro em nós, onde queremos estar no jogo, o que queremos fazer, sabendo que todos os adversários vão estar à altura para defrontar e tentar bater o FC Porto.”Motivados e preparados para seguir em frente“As taças são um pouco diferentes. As motivações são diferentes. Todas as equipas à partida têm cinquenta por cento de hipóteses de ganhar. Este jogo não é diferente. Vamos defrontar a Académica, a única equipa na Liga que nos conseguiu ganhar. Vamos estar motivados, bem preparados e, como já disse, só temos que pensar o que temos que fazer e como temos que estar para conseguir seguir em frente.”Erros não se repetem“Estamos sempre a aprender. Aprendemos com as vitórias, mas principalmente com as derrotas ou com os resultados menos bons e quando fomos derrotados pela Académica foi um jogo que começámos mal desde o início. Lembramo-nos de todos os pormenores, dos erros do ataque e da defesa e acho que isso nos ajudou ao longo da época. Temos bem presente o jogo que perdemos e sabemos o que temos que fazer para isso não voltar a acontecer.”Entramos para ganhar“Apesar de não pensarmos muito no passado, é um título que ambicionamos e queremos repetir. A instituição FC Porto entra para ganhar em todas as competições e esta é mais uma.”Lesionados em recuperação“Só joguei dois jogos e isso deixa-me um pouco nervoso, mas sinto-me bem, a recuperar a cada dia que passa. O departamento médico tem feito um trabalho extraordinário connosco. Têm-me feito esforçar ao máximo e isso vem-se reflectindo nos treinos e nos jogos. O pior das lesões é ver os jogos de fora e sofrer no banco. Aos poucos e com paciência vamos voltar à forma em que estávamos.”Podemos contar com todos os jogadores“A perspectiva do jogo estando de fora é diferente. Penso que a equipa não mudou muito a maneira de jogar, quando foi alterada devido às lesões que aconteceram. Isso é um dos pontos fortes da nossa equipa. Não mostrar muitas fraquezas quando um jogador importante, por assim dizer, cai. Acho que os jogadores que tiveram que dar um passo em frente deram, estou a falar do João Soares, do Diogo e do Marçal, que às vezes não jogam tanto, mas que estão preparados para jogar. O treinador e o clube podem contar com eles.”Psicologicamente fortes“O FC Porto é psicologicamente mais forte e mais experiente do que no ano passado e isso tem-se revelado este ano, com as lesões que têm surgido, mas não tendem a abalar a equipa.”


Norberto Alves: “Uma Académica forte e temível. É isso que voltámos ser”

A Académica está pelo segundo ano consecutivo na Final 8 da Taça de Portugal. Quais os objectivos da equipa?Quando chegamos a esta fase final da prova só podemos ter um objectivo: ganhar! Quem não joga para ganhar não merece estar na Final 8 e nunca vai estar lá. A nossa equipa merece e vai jogar para ganhar, aconteça o que acontecer. É um sonho difícil de alcançar? É. O meu trabalho como treinador também é construir sonhos. Como antevê o jogo com o FC Porto na 6ª feira?Vai ser um jogo muito exigente. O F.C.Porto é uma equipa recheada de excelentes jogadores, muito alta e forte fisicamente. Tem um excelente treinador e consegue jogar 40 minutos a um alto ritmo porque pode utilizar, em várias posições, vários jogadores sem perder qualidade. Temos de estar altamente concentrados e jogar o nosso jogo, impondo o nosso ritmo e executar à perfeição o nosso plano estratégico de jogo. É mais fácil, como tudo, dizer do que fazer. Mas não é impossível. Temos de nos manter juntos em campo, acreditar sempre e jogar com ambição. Se eles são mais altos, fortes, rápidos e super – profissionais, nós só temos um caminho para ganhar: ser inteligentes e jogar com alegria – temos de ser os super-amadores. A AAC está em 3º lugar na LPB. Alcançou o 3º lugar na Taça Hugo dos Santos.Tem sido uma campanha fantástica? A que se deve?Deve-se ao facto da equipa ser muito coesa. Alguns destes jogadores já jogam juntos à muito tempo e acreditam uns nos outros. Depois a organização à volta da equipa é fantástica. Os jogadores e treinadores só têm de pensar em treinar e jogar. Esta organização, que já vem sendo construída de à 5 anos a esta parte foi dando frutos. Nunca tive dúvidas: com organização, disciplina e trabalho a Académica podia voltar aos velhos tempos apesar de não ter as possibilidades económicas dos outros clubes. As pessoas devem, no seu trabalho rodear-se de pessoas competentes e trabalhadoras. É isto que a equipa tem hoje em dia a rodeá-la: pessoas competentes e trabalhadoras. Depois de um início de época muito complicado a AAC já atingiu o seu primeiro objectivo, o da manutenção e tem praticamente assegurada a presença nos play-offs. É para ir até onde?Sei onde sonhamos chegar. Temos um plantel curto em várias posições – como alguns dizem, às vezes só jogamos com 6. Permitam corrigi-los: às vezes, para ganhar, temos de jogar com 6! Mas sabemos das nossas limitações. A época já vai longa e começa a haver cansaço acumulado. Vamos pensar jogo a jogo, jogar colectivamente e esperar que esse trabalho em equipa dê o resultado desejado que é nesta altura ficarmos num dos 4 primeiros lugares da Liga. Que mensagem pretende deixar para aqueles apoiam a Académica Basquetebol?Quero, em primeiro lugar, saudar e agradecer o vosso apoio. Gostaria de poder contar-vos muitas histórias vividas nos últimos 5 anos junto destes jogadores, em momentos únicos de total superação das suas próprias capacidades individuais e colectivas. Tenho a certeza que tais histórias vos encheriam de orgulho por apoiarem a Académica. A nossa equipa é de facto a mais baixa da Liga, com jogadores que só treinam à noite depois de um dia de trabalho e já quando as outras equipas descansam. Mas eles são o exemplo vivo onde nos pode trazer a união, a amizade, o espírito de equipa mas também o trabalho exigente e dedicado de todos: directores, treinadores, jogadores e colaboradores. Quando todos se superam só pode dar nisto – uma Académica forte e temível. É isso que voltámos ser.Precisamos do vosso apoio, para ir buscar aquela energia que ás vezes, no final dos jogos, já falta para ir buscar aquele ressalto ou fazer o lançamento da victória. Precisamos da vossa energia para podermos jogar mais alto que os outros.


«Há lugar a surpresas»

O técnico sabe que na prova estão conjuntos mais bem apetrechados que o seu e assume que a classificação da equipa na Liga (onde é 8ª) está acima das expectativas. De qualquer, forma garante que os seus atletas vão encarar a competição jogo a jogo e, quem sabe, assim protagonizar uma surpresa…

Em ano de estreia na LPB a equipa de Penafiel tem vindo a fazer um campeonato relativamente tranquilo. Se a época terminasse agora os penafidelenses estariam no grupo das oito melhores equipas e têm nesta altura a oportunidade de poder disputar a Taça de Portugal, uma competição de carácter eliminatório. “Quando se fala em Taças, a hipótese de estar na final está sempre em aberto, porque há lugar a surpresas. Mas dizer que se está em condições de fazê-lo é uma coisa bem diferente e, nesse sentido, o CB Penafiel ainda não está nesse patamar. O que podemos garantir é que tudo iremos dar para ganhar cada jogo.” A época, até agora, tem sido positiva, o que não invalida que o clube ainda tem muito para crescer, de modo a poder consolidar o seu projecto, bem como estar em condições de poder bater-se por objectivos mais ambiciosos. “Se falarmos em termos de clube, é muito claro que o tempo será um factor importante. Precisamos de maior experiência na Liga e melhorar a estrutura do clube, ainda pouco preparada para este nível. Para além disso, com os apoios financeiros que agora existem, não estou que a elevação desse patamar seja possível. Até posso dizer, acho que de forma objectiva, que a nossa classificação está acima da realidade, se compararmos com as outras formações do campeonato. Se falarmos em termos de equipa, o nosso maior travão está a ser de um lado as lesões, de outro algumas situações pessoais de jogadores que de forma temporária ou definitiva não estiveram connosco o tempo todo.”O grupo liderado por Manuel Póvea parte de uma posição de outsider, embora para o experiente técnico não seja novidade disputar este tipo de competições a eliminar. Se é verdade que não existe margem para erro, o mesmo sucede em termos de surpresa. “Não tenho dúvidas que há apenas uma forma de defrontar este tipo de competições, que é jogo após jogo. Se causar sensação é atingir a final ou ganhar a Taça, então vamos depender muito da nossa capacidade física e do desgaste que podemos sofrer em cada encontro. É também um facto que treinar com apenas 4-5 jogadores nas duas últimas semanas teve um efeito negativo na nossa preparação e rendimento, acima de tudo físico. Se não conseguirmos manter a nossa intensidade habitual, será muito complicado ultrapassar o 1º jogo.”A dupla Webster/Cortez tem causado mossa na maioria dos adversários que tem defrontado, tornando-se, muito provavelmente, no principal problema a resolver pela formação de Penafiel de modo a levar de vencida a Ovarense. “Sem dúvida que estão a ser os melhores jogadores da equipa e, para nossa estrutura, se calhar a principal fonte de problemas. Mas não podemos esquecer o excelente momento de jogo de Fernando Neves ou o regresso do John Waller, jogadores capazes de eles próprios virar um jogo.”Calendário da Final-8 Jogos Santa Casa Taça de PortugalQuartos-de-final 10 de Março – Quinta-feiraJogo 1 – CAB Madeira-Casino Ginásio – 19.00 horasJogo 2 -Eléctrico F.C.-Vitoria S.C. – 21.00 horas11 de Março – Sexta-feiraJogo 3 -FC Porto Ferpinta-Académica Coimbra – 19.00 horas – SportTVJogo 4 -Ovarense Dolce Vita-CB Penafiel – 21.00 horas – SportTVMeias-finais12 de Março – SábadoVencedor Jogo 1-Vencedor Jogo 2 – 14.30 horas – SportTVVencedor Jogo 3-Vencedor Jogo 4 – 16.30 horas – SportTVFinal 13 de Março – Domingo 15.00 horas – SportTV


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.