Artigos da Federaçãooo

“Queremos ganhar um jogo nesta excelente competição”

E é com grande optimismo e entusiasmo que o treinador José Miguel Araújo e a sua equipa encaram este jogo. Trata-se claramente de mais uma oportunidade para se ver basquetebol de alto nível em Coimbra.

José Miguel Araújo considera que “vamos defrontar uma equipa muito boa, com um plantel de grande qualidade e, como é normal nesta competição, uma equipa que nos vai criar muitos problemas no jogo interior. Pela análise feita às equipas do nosso grupo, é claramente uma forte candidata para seguir em frente na prova, “Com efeito, a terceira equipa do grupo I da EUROCUP WOMEN é a equipa eslovaca do MBK Ruzomberok da cidade eslovaca com o mesmo nome. A equipa é pouco conhecida mas contém 12 jogadoras muito altas, cinco das quais com mais de 1m 85, todas eslovacas e uma checa. A jogadora mais alta é Klaudia Lukacovicová, com 1m 93; tem apenas 21 anos mas desde 2006 que participa na selecção do seu país e desde 2008 que participa nascompetições europeias. Este ano marcou uma média de 14,7 pontos no campeonato europeu de sub 20 (onde defrontou algumas jogadoras do Olivais que também estavam na selecção de sub 20, tendo Portugal ganho por 72-68) e no ano passado marcou 12,7 pontos e ganhou 7,3 ressaltos nas competições europeias. Todas as jogadoras eslovacas têm uma larga experiência europeia.Não admira que José Miguel Araújo considere que “para nós é mais um grande desafio tentar ser competitivos durante o jogo e, se assim for, tentar ganhar pela primeira vez.” O treinador ficou satisfeito com a prestação das olivanenses em França pois considera que foi “um jogo muito bom contra uma equipa fortíssima e de outro nível financeiro e competitivo, e mostramos que aos poucos nos estamos a tornar competitivos a este nível.”José Miguel Araújo considera que “Agora passa a ser um objectivo claro ganhar um jogo nesta excelente competição.”As jogadoras estão optimistas e têm treinado com afinco, não estando afectadas pela recente derrota com o Vagos para a Liga Feminina. Kiva Herman, a jogadora do Olivais natural da ilha caribenha de Santa Lucia, considera que os treinos têm sido bons e que a equipa está a melhorar todos os dias. Considera que o Olivais tem grandes hipóteses de ganhar desde que se mantenha dentro do jogo como mostrou ser capaz em França. Claro que reconhece que os principais desafios estão no jogo interior e na defesa.O treinador José Miguel Araújo considera que “a nossa equipa continua a evoluir e em busca do nosso objectivo, ganhar um jogo na Eurocup.”O treinador termina apelando à comparência dos amantes do basquetebol. Trata-se de um jogo de alto nível pelo que “Todos nós gostaríamos de ver o excelente pavilhão Multidesportos Dr Mário Mexia com muito publico, será muito importante para a equipa sentir um forte apoio e deixo o convite a todos para que compareçam.”O jogo disputa-se 4ª feira no Pavilhão Multidesportos Dr Mário Mexia pelas 20h 30m. Entrada livre.


Coordenadores em entrevista

Se não houvesse outros motivos, a curiosidade e as dúvidas que o PFD tem suscitado junto da comunidade basquetebolística justificam por si só uma conversa com estes dois experientes técnicos.

Como e porquê surge agora o PFD da FPB?Ricardo Vasconcelos (RV) – O projecto surge pela necessidade que o Gabinete Técnico e Equipa Técnica Nacional sentiam em normalizar alguns procedimentos internos, melhorar a comunicação interna e externa e ainda garantir a monitorização do percurso de alto rendimento que a FPB proporciona aos mais aptos, nos diferentes CNT’s e Selecções Jovens. Rui Alves (RA) – Eu acrescentava que não estamos a inventar nada… os espanhóis têm o «método FEB», os italianos a «azzurrina», e muitos outros países também… mas aqui o importante é o conteúdo das acções e do trabalho, não o nome. Quantas pessoas estão directamente envolvidas?RV – Estamos a falar de 8 selecções (4 masculinas e 4 femininas) e 5 CNT’s. Isto pode abranger entre 260-290 atletas. E depois todo o staff… No basquetebol não há sucesso nem insucesso solitário.RA – A nossa ambição vai um pouco mais longe. Queremos influenciar ainda mais o trabalho com os mais aptos que é realizado pelas diferentes Associações, a antecâmara do percurso no PFD. Tudo isto sem esquecer os clubes, pois não há jogadores sem clubes.Esse é um dos pontos menos unânime… porquê a aposta nos jogadores?RV – Os jogadores são as células funcionais de todo o processo. Eu posso juntar-me a uns amigos e jogar um 3×3. Preciso treinador? Preciso Clube? Preciso árbitro? Melhores jogadores, o nosso slogan, representa na essência o que realmente desejamos formar, porque é o caminho para termos melhores equipas, melhores clubes, melhores selecções distritais e nacionais.RA – Vejo-me obrigado a fazer referência ao slogan do Departamento de Treinadores da FIBA Europe: «Always remember. It’s a players game». Acho que diz tudo…Quais as primeiras acções que vão ser visíveis do vosso trabalho?RV – Bem, visíveis vamos tentar que sejam todas, pois a nossa estratégia de comunicação vai nesse sentido. O nosso trabalho está a desenvolver-se em 3 frentes, digamos assim: primeiro, estamos a ultimar o diagnóstico da última década no que diz respeito às selecções e CNT’s; depois, estamos a uniformizar um conjunto de procedimentos técnico-administrativos e de organização interna; e, simultaneamente, estamos a fazer trabalho de campo, eu tenho a vida facilitada porque tenho 2 CNT’s diariamente mas o Rui…RA – Eu estou a fazer trabalho de campo todas as semanas no CNT Paulo Pinto e CAR Jamor Masc., o que tem sido muito interessante. Quanto às outras tarefas, devo reconhecer que não estamos a começar do zero. Por exemplo no masculino, é justo referenciar o Prof. Artur Lima, Valentyn Melnychuck, Prof. Orlando Simões e Moncho López, pois os documentos que produziram ao longo das suas coordenações está-nos a ser muito útil. Então é expectável uma melhoria dos resultados das selecções nacionais?RV – Vamos com calma… Nesta altura, face aos constrangimentos de vária ordem, a metade superior da tabela classificativa na Divisão-B parece ser o objectivo mais razoável, o que não significa abdicar da luta pela subida de divisão.RA – Eu gostava de combater desde já essa associação entre sucesso do PFD ser igual a melhoria das classificações nos europeus do verão. Faltam poucos meses e há um conjunto de decisões que nos ultrapassaram. A prioridade é melhorar os jogadores, investir no médio prazo, no percurso. Lá mais para a frente, a seu tempo, vamos definir os objectivos para a competição internacional.


PFD/CAR Jamor Masc.

Bruno Cabanas, João Ribeiro, Filipe Elias, Hernâni Medina e João Grosso foram os resistentes que, mal refeitos do jogo e viagem da véspera, estiveram muito empenhados no trabalho proposto. Certamente, uma experiência que se repetirá ao longo do ano.


José Ricardo: «Apenas portugueses no plantel»

A aposta do técnico barcelense, José Ricardo, para a nova época assenta em jogadores nacionais, já que para esta temporada a equipa de Barcelos prescindiu de atletas estrangeiros para enfrentar o exigente campeonato da Proliga.

Foi um treinador motivado, aliás como sempre, que encontrámos em Barcelos, a poucas horas do começo demais uma temporada da Proliga. “Estou a gostar muito de trabalhar com este grupo. Acho que podemos vir a fazer coisas muito ‘giras’ se continuarem a trabalhar da forma como têm feito até aqui.”O experiente técnico tomou a opção de ter no seu plantel apenas jogadores portugueses, algo que reafirma ser a opção definitiva até ao termo do campeonato. “Foi uma decisão e uma aposta minha para esta temporada, ter apenas jogadores portugueses no plantel. Abdiquei de jogadores estrangeiros para poder contratar atletas como o Nuno Pedroso, o João Moreira e o Tiago Barreiro.” A excepção poderá acontecer mas em casos muito específicos. ”Só no caso de lesões graves, ou dar-se o caso de virem buscar algum atleta durante o decorrer da competição.”Na primeira competição da Proliga – Troféu António Pratas – disputada este ano, foi notório o facto de serem vários os clubes a actuarem com apenas jogadores portugueses. Uma situação que José Ricardo está plenamente convencido que irá mudar, assim arranque o campeonato. “Não tenho dúvidas que alguns clubes estão a estudar os adversários e o próprio nível da competição, de modo a decidirem como e quando e se irão reforçar com a integração de jogadores estrangeiros.”Relativamente à equipa que treina, José Ricardo não tem dúvidas que a equipa irá manter-se competitiva, deixando para mais tarde a definição de objectivos. “Tem-me dado imenso prazer treinar este grupo. Estão sempre prontos para trabalhar, o que para um treinador, para além de ser gratificante, simplifica e torna muito menos desgastante o seu trabalho.” Jogos da 1ª jornada do campeonato da Proliga:Sábado, dia 6 de Novembro16.00 horas – Eléctrico FC x Terceira Basket16.00 horas – Seixal FC x Barcelos16.00 horas – Galitos FC x Maia Basket18.00 horas – Guifões SC x Física T.VedrasDomingo, dia 7 de Novembro17.30 horas – Sangalhos x AngraBasket18.30 horas – CD Póvoa x Algés


Embate de velhos rivais

Com efeito estas duas formações têm dominado o basquetebol feminino nos últimos três anos, conquistando quase todos os troféus em disputa, apenas com uma ligeira incursão do CAB Madeira.

O jogo da 5ª jornada da Liga Feminina estava marcado para Vagos mas será em Coimbra porque a C.M.Vagos ainda não deu como pronto o Pavilhão Municipal de Vagos para a realização de jogos, e a solicitação da equipa vaguense, a equipa de Coimbra concordou em trocar as jornadas das duas voltas da Liga Feminina entre as equipas do AD Vagos e do Olivais.José Miguel Araújo, técnico principal do Olivais, já mais de uma vez declarou que “há cada vez mais gente a trabalhar bem no basquetebol feminino” em Portugal e não é surpresa que o CAB Madeira comande isolado o campeonato da Liga Feminina e que equipas como a Quinta dos Lombos ou o Torres Novas se encontrem em segundo lugar.Mas a época ainda vai no início e os dois primeiros troféus da época foram conquistados por Olivais e Vagos que assim se vão encontrar mais uma vez. Duas equipas que se conhecem bem, que já se estudaram mutuamente, mas que estão a tentar jogar ao mais alto nível e por isso ininterruptamente participam há 3 anos nas competições europeias.O Vagos reforçou-se este ano com a americana Chineze Nwagbo que foi a MVP da SuperTaça e esteve no cinco ideal da final da Taça Vitor Hugo. A jovem Daniela Domingues formada no CD Póvoa está a começar da melhor forma a temporada em Vagos e foi já MVP na jornada inicial da Liga Feminina.Mas a jovem equipa do Olivais vai poder jogar já com a base revelação Michelle Brandão que no último jogo europeu jogou já 24 minutos e marcou 10 ponto e fez 4 assistências. A capitã Ana Fonseca tem vindo a subir de forma e no mesmo jogo europeu foi a melhor marcadora da equipa olivanense ao marcar 18 pontos tendo marcado 5/8 triplos.O Olivais tem uma equipa, que pode ter os seus dias maus como no recente jogo contra o CAB, mas, tal como diz a sua capitã Ana Fonseca, “De nós podem esperar que vamos deixar tudo em campo.”O jogo nº 552 do Campeonato da Liga Feminina Olivais Coimbra – AD Vagos será assim dia 07/11/2010 pelas 17.30 no Pav. Multidesportos Dr Mário Mexia em Coimbra enquanto que o jogo nº 486 AD Vagos – Olivais Coimbra passa para 15/01/2011 16.00 no Municipal de Vagos.José Miguel Araújo apela a uma grande afluência de público: “Mais uma vez apelo ao público para que compareça, é uma oportunidade de ver basquetebol de bom nível.” e a capitã da equipa olivanense, Ana Fonseca apelo a todos os sócios e simpatizantes do Olivais: “Precisamos do vosso apoio. Gostamos do vosso apoio..”


Paços de Ferreira pulveriza todas as expectativas

“Pulverizando” completamente todas as expectativas, a afluência chegou mesmo a “entupir” o processo de credenciação, atrasando mesmo o inicio do Clinic.

A cerimónia de abertura teve o privilégio de contar com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, Pedro Pinto, o Presidente da Associação de Basquetebol do Porto, António Belém e o Director Técnico Nacional do CNMB, o Comandante San Payo Araújo.Ultrapassado o contratempo do processo de credenciação, houve oportunidade de assistir e participar (os formandos foram convidados a assumir o papel de executantes) de forma entusiástica nas habilidades que MARTIN SPENCER (England Basketball) ia propondo. Depois do almoço foi a vez de ROBERTO MONJAS e FERNANDO REAL (da Federacion Autonomica de Castill Y Leon) surpreenderem com os exercícios propostos e respectiva abordagem dos temas.Com o decisivo apoio prestado a mais esta iniciativa, a Câmara Municipal de Paços de Ferreira “teima” em querer para si o estatuto de “CAPITAL do MINIBASQUETE”, particularmente a norte de Portugal, tendo como reflexo no imediato, o significativo registo atingido pelo CDC Juventude Pacense de mais de 130 atletas, divididos por cerca de 7 escalões/equipas.Os formadores presentes, sempre muito disponíveis, disponibilizaram algum material e os seus respectivos contactos junto dos presentes para usufruto de todos.Atendendo ao sucesso da iniciativa traduzida na significativa adesão à mesma e pela pertinência dos temas tratados, a Associação de Basquetebol do Porto assumiu já o compromisso de repeti-la num futuro muito próximo.Desde já, deixamos os nossos parabéns à iniciativa e ao sucesso da mesma.


“O jogo mais difícil para o Olivais”

Este jogo deverá ser um dos mais difíceis da fase de grupos do
grupo I da EuroCup Women 2011.

O técnico José Miguel Araújo reconhece que “Vai ser um jogo muitodifícil para nós. Teoricamente vamos jogar com a equipa mais forte dogrupo.O campeonato francês é um dos mais fortes da Europa e para alémda qualidade do basquetebol praticado por estas equipas vamos ter pelafrente uma dificuldade extra, a enorme diferença de tamanho e pesoentre as duas equipas.” A capitã do Olivais Coimbra também concordaque vai ser um jogo difícil: “Sabemos que o adversário é mais forte evamos jogar no campo delas, mas não é por isso que nos damos comovencidas.”Com efeito, a equipa do Lille Villeneuve d’Ascq ainda só perdeu esteano no campeonato francês com a equipa Nantes-Rezé (que curiosamentefaz parte do grupo do Vagos) e tem um impressionante grupo de postes:a americana Carla Thomas, a sua jogadora mais alta (1m 91), a tambémamericana Olayinka Sanni (1m 88), a inglesa Julie Page (1m 88) e afrancesa Elodie Bertal (1m 90). No jogo anterior da EuroCup CarlaThomas marcou 26 pontos e Olayinka Sanni marcou 25.Mas Ana Fonseca não desarma: “A equipa está motivada e temostrabalhado muito bem. Sabemos que vai ser um jogo muito complicadodevido ao valor da equipa do Lille mas como já referi antes, os jogosdas competições europeias são diferentes dos outros e é por estesjogos que todas ansiamos.”Claro que há dois anos o Olivais Coimbra cometeu a proeza de forçar aequipa francesa do Tarbes a prolongamento em sua própria casa, perantemais de mil espectadores. Mas José Araújo reconhece que será difícilrepetir esse feito: “Gostaria muito que fosse possível uma proezaigual mas, quando jogamos com o Tarbes estávamos na segunda volta dacompetição e a equipa estava já habituada a jogar contra este tipo dejogadoras. Este ano temos uma equipa menos experiente e há que terpaciência e trabalhar para melhorar.”Efectivamente a jovem equipa do Olivais tem ainda muito a aprender. Ajovem Susana Cardoso veio este ano da Ovarense, a ex-júnior do OlivaisAna Calheiros e a ainda júnior Andreia Diniz começaram a jogar esteano na equipa sénior feminina. Ainda não se sabe se Michèlle Brandão,que está recuperar muito satisfatoriamente de uma lesão, irá jogarpara acompanhar Jessica Almeida, a outra base da equipa. Mas istoconstitui uma motivação extra para José Miguel Araújo: “Para as nossasjovens jogadoras é realmente decisivo jogar nesta competição. Tudovamos fazer para conseguir realizar um bom jogo em França e tentardiscutir o jogo. Como é óbvio estamos todos muito motivados pelaoportunidade de estar nestes momentos. “Ana Fonseca concorda: “Acho que estes jogos são diferentes de todos osoutros e como tal tudo é possível. Podemos estar num dia excelente eelas num dia mau e aí tudo pode acontecer. Que vai se difícil repetira proeza e ir a prolongamento, isso vai, mas nada é impossível.”Claro que a este alto nível europeu todos os jogos serão muitodifíceis. Mas é assim que nós aprendemos, jogando com os mais fortes eisso é benéfico para as jogadoras do Olivais mas também para asselecções nacionais pois os contactos internacionais das jogadorasportuguesas são escassos e a equipa sénior feminina do Olivais inclui4 atletas de selecções nacionais.A equipa francesa do Lille Villeneuve d’Ascq, treinada por AbdouN’Diaye, participa pelo oitavo ano consecutivo nas competiçõeseuropeias, tendo participado nos três anos anteriores na Euroligafeminina (o equivalente à Liga dos Campeões) tendo sido despromovidano ano passado. É assim uma equipa enormemente experiente a nívelinternacional que este ano se reforçou com a internacional belgaMarjorie Carpréaux.Segundo a página da internet do clube francês, este vai querer ganharao Olivais Coimbra para se redimir da primeira derrota no campeonatofrancês no passado fim de semana. O clube francês acha que a equipaportuguesa está ao seu alcance até porque a equipa francesa ganhou oseu primeiro jogo na EuroCup fora de portas e a equipa portuguesa foilargamente batida em casa. A equipa francesa pretende “apagar adecepção da derrota caseira batendo a equipa portuguesa, e recomeçar asenda das vitórias externas e internas.”Contudo, o técnico olivanense não pretende facilitar a tarefa dasfrancesas: “Temos sempre o mesmo objectivo, ser competitivos.” Acapitã portuguesa. Ana Fonseca, também não parte derrotada: “Somos umaequipa ganhadora e nunca entramos como perdedoras, independentementedo valor do adversário. Já se verificou em diversas vezes que, frentea adversários teoricamente superiores e mais fortes, cerramos osdentes, juntamo-nos e fomos capazes de vencer. Este jogo não éexcepção.”E a capitã conclui: “De nós podem esperar que vamos deixar tudo em campo.”O jogo será transmitidos em directo pela internet pelo sistema deinformações da FIBA Europa.


Abertura de portas da Europa

Esta formação contou com uma parte prática, demonstração do trabalho a desenvolver com os jovens em campo, dada pelos Seleccionadores Ana Catarina (sub-16 fem.) e André Martins (sub-20 masc.). No período da tarde a sessão foi em auditório. Presentes, Ana Catarina, Maryana Koustorkova, Eugénio Rodrigues, no feminino e Augusto Araújo e André Martins, no masculino. Cada Seleccionador apresentou um vídeo resumo de alguns momentos dos jogos do Europeu, destacando os aspectos mais críticos.

Neste ponto destacamos algo comum a quase todos os grupos, como positivo a dinâmica ofensiva, capacidade para responder às várias dificuldades que nos foram criadas do ponto de vista da defesa pelas outras selecções, e o ressalto ofensivo, numa demonstração da atitude de entrega ao jogo e espírito solidário dos nosso atletas. Também praticamente transversal a todas as selecções , o sucesso defensivo com a aposta na defesa em todo o campo.Os nosso pontos fracos comuns foram identificados como sendo o ressalto defensivo e a percentagem de lançamentos, em especial a capacidade de finalização em zonas próximas do cesto.Estava lançado o mote para o debate previsto com todos os treinadores presentes mas os moderadores, Ricardo Vasconcelos e Rui Alves, tinham algo importante a anunciar: O início do PFD, Processo de Formação Desportiva, como um conjunto de intenções que visa a coesão nos métodos de recrutamento, planeamento, treino, acompanhamento e competição de todas as selecções nacionais jovens e centros de treino nacionais, com ligação prevista às selecções distritais e clubes de todo o país. Objectivo: Formar Melhores jogadores.Assim, foi com este pano de fundo promissor que decorreu o debate sobre a sessão. Os treinadores presentes demonstraram ter estado atentos às apresentações, com algumas questões práticas sobre as estratégias e as prioridades do trabalho desenvolvido. Sentiu-se também nas intervenções o desejo de fazer parte desta grande equipa de trabalho, para o que forma pedidas aos coordenadores nacionais, orientações que possam ser aplicadas ao trabalho dos clubes.Terminou ainda com muitas questões no ar, mais uma formação muito participada e de grande interesse para quem está comprometido no trabalho com os jovens jogadores.Esta acção foi organizada em colaboração entre a ENB e a ABC com o grande apoio da Câmara Municipal de Coimbra, Secção de Basquetebol da Associação Académica de Coimbra, Escola Superior de Educação e Sindicato dos Professores da Região Centro.As Selecções distritais da ABCoimbra de sub-16 fizeram a demonstração das prelecções.


“Espírito de equipa”

O treinador Moncho López e Julian Terrell perspectivaram a disputa da Supertaça, frente ao Benfica (segunda-feira, 15h30, em Albufeira), sob o mesmo prisma, apesar das possíveis ausências por lesão. Os Dragões pretendem somar o segundo êxito da época, depois do Troféu António Pratas.

Moncho López: «Gostamos de assumir o favoritismo»«É um jogo entre duas equipas que se conhecem bem. Para nós, é a segunda final da época e sentimos que vamos adquirindo experiencia em finais. Num ano, estivemos presentes em todas, com a excepção do Troféu António Pratas da última época. Contudo, temos pela frente um adversário igualmente experiente, com jogadores maduros. Gostamos de assumir o favoritismo. Temos um plantel com grandes potencialidades, temos trabalhado bem e sentimos a responsabilidade deste emblema e desta grande organização. Melhoramos um pouco a cada semana que passa, contudo estamos há uma semana a treinar sem dois atletas [Nuno Marçal e Stempin] muito influentes para nós, o que nos levou a preparar a final com algumas incertezas quanto à sua utilização.»«Sabemos que o nosso adversário perdeu e como perdeu, que dificuldades encontrou frente ao Guimarães e a outros adversários. Mas, essencialmente, o que nos preocupa é a nossa equipa e o nosso jogo, já que temos de ultrapassar as dificuldades decorrentes da ausência de jogadores importantes e do facto de jogarmos muito longe dos nossos adeptos e do nosso ambiente. Quanto a isso, já temos experiência, porque as finais são jogadas quase sempre num local onde é mais fácil para o nosso adversário ter o apoio do público. Espero que o facto da final ser longe do Porto não tenha influência nos árbitros e na nossa concentração. Preferia jogar num local onde houvesse mais possibilidades dos nossos adeptos assistirem ao jogo, assim torna-se complicado.»«Não sei se este Benfica está mais forte relativamente ao da época passada, mas está diferente. Ganhou um maior poderio físico e de ressalto e talvez tenha perdido algum poder no lançamento exterior. Porém, continua a ser uma das equipas mais fortes do campeonato. Mais importante do que isso é o facto de gostar muito desta equipa do FC Porto: ganhámos muito força no lançamento exterior e muito conhecimento táctico com a chegada do Miguel Miranda, João Santos e José Costa.»Julian Terrell: «Espero um bom jogo de basquetebol»«Espero vencer e espero que joguemos como equipa, conforme temos treinado. Temos seis competições durante a época, esta é mais uma e espero vencê-la. Acho que o Benfica vai estar preparado para nos defrontar, será igualmente importante para eles vencer esta final. Espero um bom jogo de basquetebol. Considero que estamos mais fortes do que na temporada passada. A cada ano que passa vamos conhecendo-nos melhor e temos um equipa recheada de jogadores com vontade de trabalhar.»


Perseguindo o sonho europeu

Apresentamos-lhe mais 8 das 24 equipas participantes, as contratações efectuadas por todas elas e as aspirações que têm para esta edição da prova.

Maccabi Tel AvivSem dúvida uma das equipas que melhor se reforçou no mercado de Verão e o objectivo não pode ser outro que não seja voltar à final-four. A equipa israelita perdeu a sua grande estrela do ano passado, Alan Anderson, mas na verdade, substituiu-a por outra de renome continental, como é o caso de Sofoklis Schortsianitis. O poste está no auge de sua carreira, perdeu peso e parece mais focado do que nunca. Longe do calor de casa, é hora de dar o passo em frente que a sua carreira precisa e de se tornar na grande referência continental, como o foi nas etapas de formação.David Blatt é outra cara nova na equipa. O americano tentará acabar com a maldição que assombra os últimos treinadores estrangeiros e fazer triunfar um procjeto com muitos nomes locais e um Chuck Eidson com mais peso no grupo. A defesa e a força de jogar em casa devem ser as senhas de identidade de uma equipa que estará a lutar até final para chegar a Barcelona.Entradas: Jeremy Pargo, Richard Hendrix, Sofoklis Schortsianitis, Lior Eliyahu e Tal Burstein.Saídas: Raviv Limonad, Andrew Wisniewski, Alan Anderson, Stephane Lasme e D’or FischerMais do que nunca, este Maccabi Tel Avivi recorreu à Liga ACB, com três das suas principais contratações a serem provenientes de Espanha. Aos retornos de Tal Burstein (Basquetebol Fuenlabrada) e Lior Eliyahu (Caja Laboral) há que somar a contratação de Richard Hendrix (CB Granada), que formará com “Big Sofo” uma dupla de muitos quilos e força na área pintada.Montepaschi SienaPara ser dominante na Europa, a equipa do Siena precisa dar o passo necessário para ganhar um título ao qual, apesar da modéstia do seu orçamento, nunca deixou de aspirar. Desta vez, o sonho parece mais distante, com a saída de três ícones nos últimos anos do clube. Terrell McIntyre saiu e rumou a Málaga, Eze para a Rússia e Sato escolheu a Grécia, deixando sem referências a equipa orientada por Pianigiani Simone.No entanto, a equipa não tardou a mover-se e fê-lo magnificamente, renovando o jogo exterior ao conseguir assinar Bo McCalebb, o melhor base da Euroliga da época passada. Esteve muito perto de assinar pelo Partizan mas acabou por optar pelo clube italiano e agora, com um pouco mais ajuda, tudo pode acontecer. Também estará o jovem Milovan Rakovic, além disso, a falta de referências históricas em Montepaschi levou o clube a recuperar Rimantas Kaukenas. O atirador lituano quer esquecer o seu ano de branco e reviver os seus anos de grande marcador. A evolução de Zisis após o Mundial e a capacidade defensiva de Stonerook são as outras garantias para continuar a aspirar a grandes metas.Entradas: Bo Mcalebb, Malik Hairston, Rimantas Kaukenas, Andrea Michelori e David Moss.Saídas: Henry Domercant, Terrell McIntyre, Eze Benjamin, Romain Sato e Uros Slokar.Se o objectivo da Europa se mantém, convém não esquecer que o Montepaschi Siena construiu, em poucos anos, uma ditadura desportiva em Itália. A equipa é jovem (na década de noventa competia na A2), mas nos últimos anos, conquistou quatro títulos da Liga e dois da Copa da Itália.Efes PilsenAté à data ainda não encontrou a fórmula para regressar à final-four. O clube tem apostado nas últimas temporadas em avultados investimentos económicos, mas todos terminaram em frustrações, sendo o do último ano o mais importante. Talvez com a melhor equipa da sua história recente, viu-se arredada muito cedo da Europa e cedeu o campeonato às mãos do Fenerbahce. Agora, foi destituído o treinador Ergin Ataman (um técnico que nunca soube como lidar com a rotação de tantos jogadores poderosos que tinha à sua disposição), substituído por Velimir Perasovic, que deve reestruturar uma equipa que tem experiência, qualidade e agora a mentalidade vencedora, para dar o salto de qualidade que não foi capaz de dar na época passada.Perasovic terá como base o talento de dois jogadores que conhece bem: Igor Rakocevic e Bostjan Nachbar , que serão os pilares de uma equipa que ganha carácter com a presença de jogadores nacionais como Sinan Guler e Cenk Akyol. No interior, renovação total, com a chegada dos potentes Miroslav Raduljica e Lawrence Roberts. Talvez menos nomes e talento, mas mais organizados.Entradas: Andrew Wisniewski, Lawrence Roberts e Miroslav Raduljica, Cenk Akyol, Sinan Guler e Erwin DudleySaídas: Daniel Santiago, Mario Kasun, Charles Smith, Preston Shumpert, Kaya Peker, Bojan Popovic e Ermal KuqoA segunda oportunidade de Cenk Akyol. Foi uma grande promessa do basquetebol turco, mas a sua passagem a profissional foi uma decepção. Depois de épocas menos conseguidas na Europa, conseguiu o ano passado na Benetton encontrar o equilíbrio desportivo necessário e agora retorna com novas esperanças.Armani Jeans MilanoNum mercado dominado pelos grandes clubes europeus, a equipa de Milão foi uma das que melhor se moveu este verão e conseguiu formar um plantel com capacidade para provocar vários sustos aos que aspiram o top16. Conseguiram “roubar” ao Lottomatica Roma Ibrahim Jaaber, base norte-americano com passaporte búlgaro, que há dois anos atrás uma Euroliga fantástica e este ano deve fazer um dueto igualmente fantástico com Morris Finley. O americano é tão imprevisível quanto a equipa, mas nos jogos em casa provavelmente irá agigantar-se.No perímetro, o arsenal de marcadores de pontos é nivelado com o das principais equipas, e é no jogo interior que a equipa tem sentido sempre problemas. Petravicius foi uma decepção na última temporada e Mason Rocca é um perfil muito baixo para aspirar a grandes coisas, por isso todas as opções passam pelo seja capaz de fazer Oleksey Pecherov. O pivot ucraniano chega da NBA ansioso por demonstrar que tem talentoso ofensivo e, se render, será a peça que faltava para a equipa de Milão poder ser uma alternativa de poder.Entradas: Oleksiy Pecherov, Nicolo Melli, Gabriele Ganeto, Ibrahim Jaaber, David Hawkins e Mike NardiSaídas: Massimo Bulleri, Mike Hall, Luca Ianes e Jeffrey ViggianoDepois de uma vida em Itália, David Hawkins volta a mudar de equipa. Desde que desembarcou em Rieti, em 2004-05, jogou apenas em equipas transalpinas – Roma (2005-08), Milan (2008-09) e Siena (2009-10).Virtus RomaNo ano passado, a temporada não correspondeu às expectativas e foi necessária uma reformulação do projecto em busca da regularidade que tem faltado. Cinco anos na Euroliga dão-lhe uma base sólida, como instituição, e agora pode ser a hora de voltar ao Top16. Para isso contam com Darius Washington, um eléctrico jogador que se sobressaiu na Eurocup como um grande marcador pontos, mais do que base organizador.No interior, Ali Traore é um reforço de luxo para os romanos. O francês é um dos poucos cincos clássicos que actuam na Europa. Sabe jogar, como poucos, de costas para o cesto e assegura alguns ressaltos e intimidação. Angelo Gigli e Charles Smith são os outros pilares de uma equipa à procura de se reencontrar depois da decepção sofrida.Entradas: Darius Washington, Nihad Dedovic, Joshua Heytvelt, Ali Traore, Charles Smith e Vladimir Dasic.Saídas: Ibrahim Jaaber, Andre Hutson, Kennedy Winston e Ricky MinardDe destacar a passagem de Bojan Tanjevic dos campos para os escritórios. Após de ter conduzido a Turquia a vice-campeã do mundo, o treinador bósnio assumiu o cargo de director do clube da capital italiana.Partizan BelgradoDepois de ter atingido a final-four da competição, a equipa do Partizan não pode ser aspirante ao título, isto porque já não existe como tal. Com toda a temporada de verão, os grandes clubes europeus levaram o que de melhor havia em casa … e desta vez não se contentaram com os jogadores. A saída de Vujosevic deixa a equipa órfã. Depois de muitos anos ficaram sem o seu líder e será difícil de o substituir, especialmente se considerarmos que a espinha dorsal da equipa foi desfeita e que no comando técnico está agora o jovem Vlada Jovanovic, de apenas 37 anos.Não estão McCalebb, Rasic e Maric … nem Roberts nem Vranes. Demasiado para qualquer equipa, mas não para o Partizan. Uma formação que se reinventa a cada ano e desta vez não será diferente. Do chapéu são retirados jogadores desconhecidos que descobrem o mercado ou formam talentos para exportar. Desta vez, o desconhecido é Oliver Lafayette, um Entradas: Nathan Jawai, Jaka Klobucar, Aleksandar Mitrovic, Vladimir Lucic, Rasko Katic e Oliver Lafayette.Saídas: Bo Mcalebb, Lawrence Roberts, Aleks Maric, Strahinja Milosevic, Aleksandar Rasic, Slavko Vranes e Stevan Milosevic.Nathan Jawai Depois de dois anos em Toronto, marcados pelos problemas físicos, esta força da natureza australiana viaja para a Europa para se sentir jogador. O atleta aborígene superou os seus problemas de coração e agora ameaça ser uma das revelações da competição.FenerbahçeVencer a Eurocup é a afirmação máxima para os fãs do Fenerbahçe. Neven Spahija deixou Valência em busca de um projecto vencedor e isso parece ser o que oferece o conjunto do Este de Istambul.À sua disposição Spahija terá uma amálgama de exteriores donde irá eleger alguns e será no jogo interior onde terá mais problemas. A saída de Erden e Asik para a NBA dá a possibilidade de Gasper Vidmar e Oguz Savas terem a oportunidade de se destacar ao lado do veterano Darjus Lavrinovic, um jogador revalorizado no Real Madrid e muito do perfil apreciado pelo técnico croata. No perímetro, o desafio de Spahija é conseguir fazer defender jogadores talentosos como Roko Ukic, Tarence Kinsey ou LynnGreer, que são pouco dados ao compromisso defensivo. Talvez os turcos Omer Onan e Egin Atsuro venham a ter a sua oportunidadeEntradas: Kaya Peker, Darjus Lavrinovic, Marko TomasSaídas: Rasim Basak, Semih Erden, Omer Asik, Gordan Giriček, Damir Mrsic e Serhat Cetin.Um veterano como Mirsad Türkcan mantém-se em competição. O extremo/poste foi um dos grandes jogadores do começo da década e chegou à NBA tendo jogado nos Knicks e nos Bucks. Depois de correr metade da Europa – França, Rússia e Itália -, voltou para a Turquia há alguns anos, onde ajuda a ser grande o Fenerbahçe na Euroliga.Asseco Prokom GdyniaRepetir o sucesso que a levou a entrar no top-16 é o difícil desafio que tem pela frente a equipa polaca para esta temporada. O ano passado completou uma notável segunda volta da fase regular batendo equipas do topo, como o Real Madrid, e a fazer do seu campo uma fortaleza.Mais uma vez, a força tê-la-á em casa, já que a nível desportivo as muitas mudanças tornam o futuro da equipa imprevisível. David Logan, a estrela e referência, já não está, e Daniel Ewing é o homem-chave numa equipa com uma vintena de jogadores na folha de pagamento. Bobby Brown promete velocidade e pontos, Jagla classe na área pintada e Varda intensidade e muita defesa. Argumentos fortes, mas muito provavelmente insuficientes para alcançar a próxima fase.Entradas: Aleksander Krauze, Bobby Brown, Michael Wilks, Mateusz Kostrzewski, Iwo Kitzinger e Robert WitkaSaídas: Junior Harrington, David Logan, Przemyslaw Zamojski e Qyntel WoodsÀ equipa e à Euroliga chega uma mais-valia da NBA como Mike Wilks, de 31 anos e baixa estatura (menos de 1,80 m). Wilks jogou em 11 equipas da NBA, onde quase sempre usou o número 29 na camisola, em homenagem à rua 29 da sua cidade natal Milwaukee, onde começou a jogar.Quarta-feira, 27 Outubro, 2010Lietuvos Rytas vs.Montepaschi Efes Pilsen vs. Power Electronics Asseco Prokom vs. Caja Laboral Brose Baskets vs. Olympiacos Partizan mt:s vs. BC Khimki Cholet B. vs. Regal Barcelona Spirou Charleroi vs. Virtus Roma Quinta-feira, 28 Outubro, 2010Cibona vs. Fenerbahce Ulker Real Madrid vs. Unicaja Panathinaikos vs. CSKA Moscow Maccabi Electra vs. Zalgiris AJ Milano vs. Union Olimpija


Programa Passo a Passo

Os Seleccionadores distritais do escalão foram os responsáveis pelos trabalhos que tiveram a participação de 36 jovens seleccionados com a preciosa colaboração dos seus treinadores no clube.Os conteúdos abordados foram as combinações tácticas em 2×0; Transição ofensiva, criar vantagem na saída, desenvolvimento e finalização; Transição defensiva em 1×1 e 3×3; Situações de ataque em 3×3. O programa terá mais 5 acções ao longo da época desportiva sempre cumprindo o objectivo geral de contribuir para o desenvolvimento dos jovens enquanto praticantes da modalidade de basquetebol e enquanto jovens cidadãos desportistas.


Troféus EMBD

Este troféu abrangeu todas as modalidades desportivas e teve por destinatários atletas, árbitros e dirigentes naturais, residentes ou representantes das colectividades desportivas do Concelho de Barcelos bem como os Clubes e Associações Desportivas do mesmo.Para isso definiu três categorias: Atletas, Agentes Desportivos e Colectividades. Foi feita uma seriação inicial com os órgãos de comunicação social da região a votarem em pessoas e colectividades para cada uma das categorias atrás mencionadas. Depois disso foram escolhidos os cinco mais votados em cada uma delas e as mesmas instituições voltaram a votar para a escolha de apenas três candidatos.Na categoria de Agente Desportivo foram escolhidos António Fiúza (Presidente do Gil Vicente), Paulo Alves (Treinador da equipa de Futebol do Gil Vicente) e José Ricardo Rodrigues (Coordenador Técnico e Treinador do Basquete Clube de Barcelos). Por votação de um júri determinado pela Empresa Municipal de Desportos de Barcelos que integrou várias individualidades do Concelho de Barcelos, o I troféu EMBD nesta categoria foi atribuído a José Ricardo Rodrigues.Refira-se que as outras categorias foram vencidas pelo Joaquim Rodrigues (atleta de Motocrosse) e pela Associação Amigos da Montanha. Nos atletas estavam igualmente nomeados os atletas Hugo Viana (Futebol) e João Faria (Tiro) enquanto nas colectividades eram candidatas a Associação de Futebol Popular de Barcelos e o Basquete Clube de Barcelos. Todos os prémios foram entregues na cerimónia de encerramento das 1ªs Jornadas Técnicas do Desporto realizadas em Barcelos no passado fim-de-semana.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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