Artigos da Federaçãooo

Clinic Selecções Nacionais Jovens

Este clinic tem o objectivo de dar a conhecer aos treinadores portugueses,o trabalho realizado pelas diferentes selecções que participaram nos campeonatos europeus deste ano – dificuldades, aspectos positivos, caminhos a seguir, potenciar o/a jogador nacional. O Clinic realizar-se-á no Pavilhão Multidesportos de Coimbra, no dia 30 de Outubro.

Foram convidados todos os treinadores nacionais que estiveram presentes com as selecções nos europeus Serão moderadores do debate final os Treinadores/seleccionadores: Ricardo Vasconcelos e Rui Alves.O clinic inicia-se ás 9.30 com a recepção dos participantes 10.00Horas – Catarina Neves – Seleccionadora Sub- 16 Fem ( Sessão Prática)11.45Horas – André Martins – Seleccionador Sub 20 Masc.( sessão Prática) 13.00Horas – Almoço15.30Horas – Auditório – Selecções Nacionais Jovens – Desafios e Caminhos a seguir – Presença dos seleccionadores masculinos e femininos das selecções Nacionais.17.00Horas- Debate – Moderação – Ricardo Vasconcelos e Rui Alves. Em breve, será enviada a todos os treinadores um folheto com a divulgação do clinic.


Norberto Alves: «Limitações são o nosso combustível»

As dificuldades são muitas, mas Norberto Alves acredita que o espírito de coesão e de entreajuda existente no grupo serão suficientes para as ultrapassar. Como de resto sucedeu em épocas anteriores.

Está a ser um inicio de época bastante atribulado?Mais que atribulado, inesperado. Mas a situação está resolvida da melhor forma. Espero que não se repita, porque teve reflexos negativos a vários níveis.Durante o período em que esteve afastado da equipa, o facto de ter sido o seu adjunto, o professor Jacinto, a ficar a comandar o grupo, favoreceu a preparação?O Professor Jacinto Silva está claramente identificado com um modelo de jogo e o modelo de preparação que o constrói e isso sem dúvida que foi importante.Acha que esta sua ausência atrasou a evolução da equipa?O que atrasou a preparação da equipa foram os problemas que entretanto foram resolvidos. Isso é que atrasou a preparação da equipa. Nenhum treinador é insubstituível, embora os mais incompetentes sejam mais substituíveis.Já sentia saudades do treino e dos jogos?Havia tanta coisa a preparar e a fazer há pouco mais de uma semana que não existe tempo para ter saudades. É tempo de concentração e trabalho e não de sentimentalismo. O sentimentalismo a este nível torna-nos mais fracos, menos focados no que é importante. Não vamos dar esse trunfo aos nossos adversários.A situação do Manuel – detectado um problema cardíaco – é mais um problema acrescido?É um grande problema. Um jogador como o Manuel Johnson, com a sua enorme dedicação à equipa e ao clube, a sua liderança, coragem e atitude no jogo e no treino, não é fácil de substituir. Mas a vida infelizmente é assim, quem demonstrou um coração tão nobre não merecia ser traído pelo seu coração. Mas viver é o mais importante. E queremos o Manuel bem vivo e junto de nós. Ele diz que a Académica é o seu clube e nunca quis mudar, mesmo para clubes com outras condições financeiras. Espero que o seu exemplo seja lembrado por todos mesmo aqueles em que o seu problema é o umbigo e não o coração.Esteve envolvido na escolha de todos os atletas do plantel?Claro. Se sou eu que os treino, sou eu que os escolho dentro das possibilidades financeiras do clube e do carácter que desejamos. Apesar das limitações da Académica, acha que têm mais condições para repetir uma boa época?As limitações da Académica são o nosso grande combustível ao nível da motivação diária e essas condições são as mesmas. O problema é que surgem clubes cada vez mais reforçados e cada vez a “décalage” a vencer é maior e o grau de dificuldade aumentou muito. Queremos ficar neste nível. Esse é o nosso objectivo – é difícil mas é alcançável.A cada época que começa renovam-se as esperanças e o desejo de se fazer melhor. Para que isso aconteça vai ter que mudar muita coisa relativamente à época passada?É muito difícil fazer melhor nas nossas circunstâncias de trabalho. A Académica não consegue treinar as vezes que gostaria porque a maioria dos seus jogadores trabalha ou estuda – tal como os treinadores e dirigentes. O que parece um paradoxo é como nas épocas anteriores fizemos excelentes campeonatos. Pensamos que só o fantástico espírito e coesão desta equipa conseguem justificar essas épocas. Por isso, vamos mudar apenas o que mudamos normalmente – experimentar algumas coisas novas que nos façam evoluir e consolidar o sistema de preparação dos jogos em que acreditamos.Tem alguma opinião formada de como irá ser o campeonato esta época?Bem, normalmente ganha a equipa que tiver os melhores jogadores e um trabalho à sua altura. Parece que este ano é mais difícil identificar essa equipa mas entre Benfica, FC Porto, Ovarense, V. Guimarães e CAB estará o campeão. Depois, as outras equipas estarão envolvidas na luta pela presença no playoff e pela não descida de divisão. Das outras equipas, o Barreirense, o Illiabum e o Penafiel parecem melhor apetrechadas, mas é cedo para falar. Penso que alguns jogos serão, infelizmente para o campeonato, muito desequilibrados. Para a Académica vai ser um campeonato bem difícil. Como sempre. Aproveito a ocasião para desejar um bom campeonato a todos os colegas treinadores.


Sónia Costa: “O Basquetebol é um estilo de vida”

Aqui, criou amizades e praticou a sua profissão sem nunca se desligar da sua paixão. Passou por clubes como o Basket Clube Vila Real e o Clube Juvenil Boa Viagem (Ilha Terceira – Açores).

Olá Sónia, antes de começarmos parabéns pela tua nova função na Associação de Basquetebol de Bragança e que tenhas muito sucesso.Conta-nos o teu percurso desportivo, como jogadora e como treinadora.Iniciei a minha aventura no desporto escolar (E. Básica Pêro de Alenquer) por incentivo do meu professor de educação física, José Couto. Mais tarde foi criada uma secção de basquetebol na Associação Desportiva do Carregado onde ingressei. Depois passei pelo Clube de Jovens Alves Redol e CTM Vila Pouca de Aguiar e assim se passaram 15 anos fantásticos. Como treinadora tudo começou com um convite do professor Nuno Leite. Na altura estava no meu 3º ano de universidade e ele lançou-me o desafiou de treinar uma equipa de minibasquete no Basket Clube de Vila Real (BCVR) e bem acho que gostei mesmo da experiência pois nunca mais parei. Um muito obrigado pelos votos de confiança ao professor Nuno Leite e ao José Leonardo, na altura presidente do BCVR. De uma forma sumária como treinadora passei pelo BCVR (minis, iniciados (masculinos e femininos) e cadetes femininos), AB Vila Real selecção minis, selecção iniciados masculinos), CJ Boa Viagem (minis) e AB Ilha Terceira (selecção minis femininos).Quais são os teus objectivos no basquetebol?Os meus principais objectivos são tentar ao máximo ajudar a criar “aquele bichinho” os jovens, ou seja, o gosto pelo basquetebol e poder contribuir de alguma forma para o melhoramento do basquetebol (competições/prática) quer a nível local quer a nível nacional. Também através do basquetebol espero poder contribuir para o desenvolvimento pessoal dos jogadores.Como vês o Basquetebol? O que achas que mudou e melhorou desde que deixaste de praticar?Para mim o basquetebol é uma diversão e um gosto. Ir para o treino era um escape, era algo positivo e bom, posso mesmo dizer que no momento em que ir para o treino passou a ser um compromisso/obrigação deixei de jogar. Quando passei para o papel de treinadora tentei criar sempre esse momento de prazer nos meus jogadores. Através do basquetebol tentei e tento incutir aos jogadores um momento de diversão bem como de crescimento pessoal e desportivo.Desde que deixei de jogar penso que o que melhorou foi o aumento do número de praticantes nos escalões de formação e o número de actividades que se proporciona aos jogadores. Diz-nos aspectos positivos e negativos na tua vida basquetebolística.Aspectos positivos sem dúvida o convívio e o contacto com outros jogadoras e treinadores. As competições e os encontros de rua nos vários torneios, havia sempre bastante competitividade no entanto qb, posso mesmo dizer que era uma competitividade e agressividade positiva. Em relação aos negativos só mesmo a falta de fair-play que se tem verificado nos últimos tempos. Por vezes e mais nos meios pequenos existe uma grande rivalidade entre treinadores/clubes que muitas vezes são transmitidas aos jogadores.RetrospectivaQuem és? Fala-nos do teu lado desconhecido.Lado desconhecido? Ah, ah, ah!!! Sinceramente acho que sou um livro aberto. Como todos sabem sou uma pessoa simples mas com convicções fortes e não gosto muito de desistir. Quando entro em alguma coisa é para ir até ao fim tento dar sempre tudo e o meu melhor. Este princípio aplica-se tanto na minha vida pessoal como profissional.Como ocupas os teus tempos livres. Quais os teus hobbies?Nos últimos anos felizmente não tenho tido muito tempo livre. Mas sempre que tenho algum tempo livre esse é para realizar pesquisas no âmbito desportivo e se possível no basquetebol e para descansar é claro.Nova EtapaFoste recentemente convidada para ser a Directora Técnica da A.B. Bragança. Como surgiu o convite?Estava a preparar mais uma viagem para Torre de Moncorvo, local onde trabalho, quando surgiu o telefonema do António Costa, presidente da Associação. O meu nome surgiu por intermédio o professor Marco Oliveira, DTR Vila Real. Depois de analisadas as possibilidades o perfil desejado pela nova direcção da AB Bragança foi o meu e assim surgiu mais este desafio na minha vida.Quais são os objectivos da Associação a curto e longo prazo?O principal objectivo da associação e consolidar as relações com os clubes existente e angariar novos clubes. Numa primeira fase estamos a ajudar os clubes já filiados a dar uma maior importância ao minibásquete. Estamos também já a entrar em contacto com alguns clubes e câmaras no intuito de criar novas secções de basquetebol, ou seja, estamos a tentar criar novos grupo de minibásquete. Uma das grandes preocupações desta nova direcção é criar uma boa base de sustentação, como se diz na gíria construir uma casa pelos alicerces, ou pela base. Desta forma queremos a longo prazo ter um maior número de clubes filiados e atletas inscritos bem como uma boa prática desportiva.No Minibásquete, o que pretendem fazer para aumentar o número de praticantes e de torneios?Como já referi anteriormente nesta primeira fase estamos a realizar uma intervenção um pouco agressiva. Estamos a entrar em contacto antigos clubes filiados e câmaras no intuito de criar novos grupos de minibasquete. Neste momento apenas temos um clube com minibasquete. Para dinamizar este aumento de atletas de clubes para além da nossa presença em campo estamos a planear campos de férias e intervir em campo de férias já realizados através das câmaras municipais.Sabemos que participaste no IV Jamboree de Vila Pouca de Aguiar, como foi a experiência. O que recordas com saudade desse evento?Sim é verdade. Foi uma experiência muito enriquecedora. O contacto e a troca de experiências com outros treinadores e com os miúdos é algo que não se consegue exprimir, só mesmo passando por lá. Aconselho a todos os treinadores e monitores dos escalões de formação a participar num Jamboree. Em relação ao que recordo com mais saudades: o convívio.Que tipo de estratégias vão implementar para dinamizar o minibásquete na zona e aumentar a participação dos outros escalões de formação?Penso que já respondi a esta questão. Vamos dinamizar campos de basquetebol, aumentar o número de concentrações/encontros (nacionais e internacionais) e intervir com blocos de basquetebol, dados por treinadores de basquetebol em campos de férias camarários.


DTN promove encontro

A partir de agora, cada um deles ficará responsável pela coordenação dos respectivos centros de treino e selecções jovens. Esta primeira reunião serviu apenas para aflorar tudo aquilo que, em conjunto, os dois novos coordenadores se propõem a implementar no sentido de garantir que a formação proporcionada pela Federação Portuguesa de Basquetebol se aproxime cada vez mais da excelência.


Hélder Pimentel treina sub-16

Assim, os jovens pupilos do clube da Rua da Sé iniciarão ainda hoje (segunda-feira) os trabalhos de preparação para a nova temporada.


Palestra do técnico Rui Alves

Rui Alves deu uma palestra sobre o Processo de Formação Desportiva que a FPB proporciona através dos Centros Nacionais de Treino, dando a conhecer também a sua articulação com a Escola.

A assistir estiveram cerca de 60 conferencistas de 20 países, Professores Universitários, responsáveis de Centros de Treino, responsáveis de Centros de Investigação, treinadores, e uma referência particular para Bart Ooijen, responsável pelo Observatório Europeu do Desporto, que assessoria directamente a Comissão Europeia. Na sua apresentação sobre «A Educação e o Desporto de Alto Rendimento na perspectiva da Comissão Europeia», o prestigiado autor realçou como ponto-chave a necessidade dos países da União Europeia aumentarem e melhorarem os seus Centros de Treino regionais e nacionais.


Laso explica o jogo dos bases

Um mestre nos roubos de bola e assistências, sempre à procura de dar início a um rápido contra-ataque. Jogou em grandes clubes como Taugres (Caja Laboral Baskonia) e Real Madrid, e atingiu mais de 80 internacionalizações pela Espanha, tendo conquistado a medalha de ouro, em 1989, no Campeonato Mundial de Sub-22.

Agora é um treinador de sucesso na Liga Espanhola ACB, prestes a iniciar sua terceira temporada como treinador do Lagun Aro Guipuzkoa Basket Club e é um dos prelectores da FECC. Na sua última palestra dirigida a treinadores de todas as partes da Europa, Laso focou-se nas habilidades dos bases, nas tácticas ofensivas sem a bola e em como tudo isto poderá ser influenciado com as novas regras. Do ponto de vista dos bases, têm que trabalhar mais o seu tiro de longa distância, agora com a linha 3-pontos a mover-se para 6,75m? Como explorar os bloqueios longe da bola agora que o jogo ficou mais aberto com as novas marcações? Respostas às quais o ex-base procurou dar respostas. “No que aos bases diz respeito, os fundamentos básicos não são influenciados pela mudança. O base tem que ser um líder, tem que organizar o jogo e controlar o ritmo. Espero no entanto, que o jogo se torne mais rápido, com ataques a serem realizados em 14 segundos ou menos, o que significa que um base terá que ser capaz de tomar decisões mais rapidamente.”“É verdade que o tiro exterior de um base deve agora, mais do que nunca, consistir numa ameaça, caso contrário, senão a defesa terá o luxo de fechar debaixo do cesto, mas considero que o trabalho em outros aspectos ofensivos é igualmente importante, na procura e utilização de espaço disponível.”Por exemplo, até agora, era muito comum para criar uma jogada colocar um jogador na posição do canto para tentar um lançamento sem oposição de três pontos, mas agora vai haver tão pouco espaço disponível entre as linhas, que ele não será capaz de colocar em posição de lançamento suficientemente rápido sem acabar por pisar uma delas.”É aqui que o trabalho do treinador deve intervir, a maneira como usamos os bloqueios na bola e longe dela para criar espaços e onde exactamente deverão usá-los tendo em atenção a relação com o arco, isso terá de ser modificado.O caminho seguido por Pablo Laso foi o ideal, no sentido em que teve uma carreira muito bem sucedida como jogador antes de se tornar um treinador. Mas para aqueles que não tiveram a experiência de jogador e não evoluem da mesma forma. o treinador espanhol tem um importante conselho. “A coisa mais importante que um treinador deve ter é paixão. Eu sinceramente não consigo entender um treinador que não experimente o basquetebol a 100%, que não vive e respira para este desporto e não é apaixonado por seu trabalho.Na minha opinião, deveríamos estar a direccionar jogadores, de modo a que, por sua vez, eles possam direccionar o jogo. O principal aspecto de nosso trabalho é orientar os jogadores para torná-los capazes de tomar decisões importantes no campo em fracções de segundo.Fazemos isso através de uma minuciosa preparação a todos os níveis, trabalhando com os jogadores fisicamente e o lado técnico, de modo a que eles estejam bem equipados para enfrentar qualquer situação. Como treinador deve procurar o aperfeiçoamento constante, é da sua responsabilidade que os seus jogadores se tornem melhores a cada dia que passa.É claro que os jogadores mais novos exigem mais atenção, porque são como esponjas e podem aprender muito rápido, mas qualquer jogador, mesmo o mais realizado em idade adulta, ainda pode melhorar alguns aspectos de seu jogo ou acrescentar algo de novo. Podem ser pequenas coisas tais como a forma como ele dribla, ou a sua técnica de “jump shot”, etc, mas os detalhes podem fazer a diferença.O maior desafio, porém, é provavelmente o trabalho sobre o aspecto psicológico, pois lidar com personalidades diferentes, idades diferentes, de diferentes nacionalidades e origens culturais, é trabalho seu manter este grupo diverso de pessoas altamente motivado em todos os momentos.”


Capitão ensina os mais jovens

Pelo meio ficaram as conquistas de vários títulos nacionais e diversas internacionalizações ao nível dos escalões de formação mas também o infortúnio de diversas lesões que limitaram a suas reais capacidades enquanto atleta de alta competição.O ex-Capitão, sempre foi um exemplo para os mais jovens pela sua forma de estar dentro e fora do campo fazendo parte de uma geração de atletas que muito tem dado ao basquetebol nacional.Infelizmente e na sequência de diversas lesões Ricardo Gomes viu-se obrigado a abandonar a carreira de jogador embora continue ligado ao clube, desempenhando um papel extremamente importante para o futuro do basquetebol Barreirense.Ricardo Gomes está a trabalhar como os Minis, passando-lhes a sua experiência e saber não só em relação à pratica da modalidade mas também a Mística do clube que comemora o seu Centenário.


“O homem do leme”

Nuno Serralheiro, tem uma vasta experiência ao nível do basquetebol de formação e em particular no que se refere ao Minibasquete onde tem vindo a desenvolver um trabalho que visa fundamentalmente a promoção e o incremento da pratica desportiva e em particular do basquetebol, junto dos mais jovens do nosso Concelho.Estamos convictos que o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido ao nível do nosso Minibasquete irá dar os seus resultados num futuro próximo, afirmando época após época o nome do Barreirense e da Cidade do Barreiro no panorama desportivo nacional.


«Máxima motivação»

Por esta ordem e sempre em ambiente adverso. Na antestreia dos Dragões, Moncho López fala em dois testes distintos, mantendo a intenção de vencer ambos e aceder à fase seguinte da prova. Mesmo sem o norte-americano Sean Ogirri.

Atraso de Ogirri«A pré-época está a correr muito bem, com a equipa a evoluir positivamente e apresentando apenas uma situação negativa, que é a lesão do base Sean Ogirri. O jogador está a perder alguns dias de trabalho, o que implica algum atraso na sua integração.»Máxima motivação«Nos jogos realizados até ao momento, fomos crescendo e melhorando alguns aspectos, e agora chegamos ao Troféu António Pratas com uma grande motivação. Não estamos a 100%, como provavelmente também não estarão os nossos adversários, mas não deixa de ser um torneio com os estímulos e motivações habituais, que nos fazem competir com a máxima vontade de vencer.»Vencer os dois jogos«O objectivo do momento é vencer os dois próximos jogos. Temos, no próximo fim-de-semana, uma fase de grupos em que jogamos frente ao Vitória de Guimarães e ao Penafiel. De momento, a nossa mente está direccionada para o jogo de sábado, estamos focados em vencer o primeiro jogo.»Dois problemas«As duas equipas oferecem esquemas tácticos diferentes. Logo, vão colocar-nos problemas distintos. O Guimarães joga com dois homens interiores com qualidade e muita presença física, e o Penafiel joga com uma estrutura de quatro jogadores abertos e um jogador muito alto no interior, mas simultaneamente versátil no jogo exterior. São duas estruturas de jogo diferentes, que vão colocar à prova a nossa capacidade de adaptação.»ProgramaSábado, 2 de Outubro de 2010Pavilhão do Vitória, em GuimarãesVitória SC-FC Porto Ferpinta (16h00)Domingo, 3 de Outubro de 2010 Pavilhão Municipal de PenafielCB Penafiel-FC Porto Ferpinta (18h00)


Regresso da defesa sufocante

Mas enquanto olhamos para ver como o Superamigos vão funcionar em Miami, como Shaq se encaixará nos Celtics e camisola que Carmelo Anthony irá vestir, também devemos ver algumas estatísticas.

Os números do campeonato da NBA das últimas 10 épocas indicam que as defesas finalmente estão a ajustar-se às mudanças de regras que foram implementadas nos últimos 20 anos de modo a aumentar a pontuação.Entre 1994 e 2001, a NBA implementou uma série de mudanças de regras destinadas a abrir o jogo e colocar mais pontos no marcador: “Hand-checking”, o contacto com o antebraço (esperado na posição de poste baixo), bem como as ajudas dos jogadores longe da bola também foram rejeitados; a regra defensiva de três segundos e as defesas zona foram também postas em prática.As mudanças certamente fizeram a diferença. Na última temporada, as equipas combinaram pontuações que atingiram a marca dos 200 pontos por jogo, primeira vez nos últimos 15 anos. Mas o salto de 199,9 pontos por jogo em 2008-09 teve a ver com o ritmo (posses de bola por jogo) e não a eficiência (pontos por posse de bola).RitmoA temporada 2009/10 foi a temporada em que o ritmo foi o mais rápido das últimas 10 temporadas, com média de 95,1 posses de bola por equipa por 48 minutos, contra 94,1 da temporada anterior. Mas o aumento de ritmo não tem sido exactamente uma tendência ao longo das últimas 10 épocas. Pelo contrário, tem oscilado entre 93,0 (2005/06) e 95,1 no mesmo intervalo.Uma das razões para a aceleração do ritmo da última temporada foi uma diminuição em ressaltos ofensivos, na medida em que o ressalto ofensivo diminui, as mudanças de posse de bola irão ocorrer com mais frequência.Mas também houve um grande aumento nos pontos de contra-ataque, de 13,0 por 100 posses de bola, em 2008/09, para 14,7 o ano passado. Pontos em contra-ataque tinham pairado em torno da marca dos 13,0 nas últimas sete temporadas, o salto verificado na última temporada surgiu um pouco vindo do nada.Eficiência O aumento de ritmo permitiu a marcação subir, apesar de um decréscimo na eficiência ofensiva. Após a tendência de cinco épocas consecutivas a subir e bater a marca de 105,4 pontos por cada 100 posses de bola, em 2008-09, a eficiência baixou para 104,9 (mesmo assim a segunda melhor marca dos últimos 10 anos) na temporada passada.O lançamento realmente melhorou ligeiramente, e os turnovers permaneceram baixos, mas os ressaltos ofensivos e as tentativas da linha de lance-livre ambos diminuíram. A Liga tentou apenas 25,6 lances livres por 100 posses de bola na temporada passada, que foi a menor marca desde 2001-02. Esse número tem caído a cada um dos últimos quatro anos, portanto é muito possível que os jogadores estejam a aprender a defender melhor, sem usar as mãos.Além disso, a percentagem da linha de lance-livre (75,9) foi mais baixa que em 2008/09 (77,1), mas no entanto foi a segunda marca mais alta na história da NBA.Tiros de longa distânciaEmbora a percentagem efectiva de lançamentos de campo tenha aumentado ligeiramente de 50% em 2008/09 para 50,1% na última temporada, existiram algumas claras mudanças nos tipos de tiros tentados na NBA.Como a eficiência, o tiro de 3 pontos tem tido vindo a subir, tanto em frequência como em precisão, facto constatado na última temporada. Mas justamente quando se pensou que iria ser a melhor temporada de sempre em percentagem de 3 pontos (até melhor do que quando a linha de 3 pontos foi movido em 1993/94 para 1995/96), a marca subitamente abrandou.O campeonato foi de 36,7 por cento, marca registada em 2008/09, para 35,5% na temporada passada. Este é provavelmente um caso onde as defesas finalmente acompanharam os ataques. O tiro de 3 pontos tornou-se mais eficiente ao longo dos anos e treinadores perceberam que precisavam de mudar a maneira como defendê-lo.A melhor forma de manter baixa a percentagem de 3 pontos dos adversários é não permitir lançamentos sem serem contestados. Não é nenhum segredo que o triplo do canto de 22 pés, em vez de 23,9 pés é o mais eficiente. A Liga fez 38,5% de tiros do canto durante os últimos 10 campeonatos, ou seja, quatro por cento melhor do que a marca a partir de outras posições do campo.A precisão das esquinas teve uma ligeira quebra, mas foi a frequência, juntamente com precisão de outras posições, que maior responsabilidade teve pela grande diminuição na percentagem total de 3 pontos na temporada passada.O desaparecimento do lançamento de meia-distânciaSe tiro de 3 pontos caiu, mas a percentagem efectiva de lançamentos de campo ainda subiu, então a Liga teve de lançar melhor do interior do arco. Este é o local onde o ataque continua com tendência para subir.A NBA registou 49,2% de lançamentos a partir de dentro do arco na temporada passada, a maior marca desde 1985/86. E enquanto os tradicionalistas podem lamentar a arte perdida de lançamento de meia-distância, os fanáticos das estatísticas devem celebrá-lo, porque é o tiro mais ineficiente do jogo.Na temporada passada, os tiros de média-distância representaram apenas 23,2% do total das tentativas lançamento de campo, que foi a mais baixa dos últimos 10 anos. Com a frequência de 3 pontos a descer também, as tentativas nas áreas mais próximas do cesto atingiram o máximo de 54,6%. Isso explica como a meta global de percentagem de lançamentos de campo contínua com tendência ascendente.Em que prestar atençãoSerá interessante ver se o número de tentativas da linha de lance-livre continua a descer esta temporada. Uma redução nas idas para a linha de lance-livre foi provavelmente o maior motivo para o decréscimo na eficiência do ano passado. O desaparecimento do lançamento em suspensão de meia-distância é, certamente, uma outra tendência para prestar atenção.Num nível mais abrangente, além do total de pontos por jogo, manter um olho sobre o ritmo e a eficiência. Uma vez que o ritmo tende a alternar para cima e para baixo ao longo dos últimos anos, poderá descer relativamente à temporada passada. Se a eficiência cai novamente, poderemos assistir a uma diminuição na pontuação.


João Freitas ambiciona a Europa

Não foi só a equipa sénior masculina a apresentar-se, já que as restantes 12 equipas (masculinos e femininos) que perfazem um total de 200 atletas juntaram-se à festa. A época madeirense promete e está bem expressa na ambição do técnico João Freitas que quer colocar o CAB na Europa. E para que isso possa acontecer nem um piso novo faltará no pavilhão.

Inevitavelmente as equipas seniores são aquelas que maior visibilidade dão ao clube, e esta época o CAB dá sinais de querer regressar ao seu melhor nível e satisfazendo a ambição natural do seu técnico João Freitas. O novo plantel é formado por atletas com provas dadas, onde nomes como Jorge Coelho, Jaime Silva, Frederic Gentry e Bobby Madison garantem qualidade e fazem João Freitas sonhar com voos mais altos. “Queremos ir à Europa. Isso significa alguma final ou ficar num dos quatro primeiros lugares do campeonato. Esse é o objetivo que temos definido”.O novo grupo de trabalho possui sete reforços para a presente época, transitando apenas cinco da anterior. “Qualquer treinador quer ter sempre mais”. De qualquer forma o técnico tem consciência do sacrifício que o clube fez para garantir algumas das contratações. “Acho que a direcção fez um grande esforço para ter aqui determinados jogadores”Na cerimónia estiveram presentes, Francisco Gomes presidente do CAB bem como a presidente da Associação de Basquetebol da Madeira. Sandra Rebolo realçou a importância do clube para a Região Autónoma da Madeira. “Este é o clube com maior expressão ao nível do basquetebol na região. Quem me dera que cada concelho apostasse desta forma no basquetebol”.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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