Artigos da Federaçãooo

Mário Leite: «Ovarense é para ganhar»

ário Leite faz um balanço da época anterior e lança nova temporada. Numa longa entrevista ao site do clube, assinada por Dinis Amaral, o treinador da Ovarense diz que quer esquecer os momentos difíceis do passado; destaca influência dos árbitros na eliminação do playoff, frente ao FC Porto; fala do “caso” Miguel Miranda e aponta um novo caminho para a formação do clube.

Que balanço faz da última época? Penso que a prestação da equipa honrou aquilo que é a filosofia do clube. Estivemos em todos os momentos altos das competições que disputámos, numa época em que tivemos de enfrentar situações complicadas, como a morte do Kevin e as lesões difíceis de alguns jogadores.Momentos difíceis? Por estes motivos foi uma época que quero esquecer depressa.E o final de época? Até aí tivemos problemas. Basta lembrar que às portas do playoff o Barbosa partiu o tendão de um dedo da mão e fomos obrigados procurar um substituto, que tinha de ser português e que ainda não tivesse jogado em Portugal nessa época.Esta contratação revelou-se um erro de casting? Não. É preciso lembrar que nós tínhamos dois bases, o Nuno Manarte e o Barbosa, e não existia mais nenhuma alternativa interna. Ainda experimentámos o Waller, mas concluímos que, pelas suas características, não resultava. Foi aí que avançámos para a vinda do Frederico.Foi uma necessidade? Sim. Era preciso dar descanso ao Nuno Manarte, a quem tive oportunidade de dar os parabéns pela excelente época que fez no ano passado. Como só havia dois jogadores que reuniam os pressupostos para esta contratação, optámos pelo Frederico. Ele veio a revelar-se uma pessoa muito trabalhadora e educada, e parece-me que, pelas suas características de base que pensa na equipa, pode ser uma mais-valia para o basquetebol português.Mas a meia-final com o FC Porto marcou… Nós fizemos um campeonato tranquilo. Terminámos a fase regular na segunda posição e acabámos prejudicados contra o FC Porto. Em casa, especialmente num dos jogos, verificámos critérios de arbitragem completamente diferentes para uma e para a outra equipa, e fomos nitidamente prejudicados. De qualquer das formas, acabámos no terceiro lugar, que penso ser uma posição honrosa para a equipa da Ovarense.Foi com receio de este ano se voltar a verificar o que aconteceu na última época, que optou pela contratação de um base norte-americano? Não. É preciso perceber que o Nuno Manarte, apesar de eu o considerar um dos melhores, senão o melhor base português, está a caminho dos 34 anos e que não existem pessoas eternas. Eu penso que o Nuno Manarte ainda pode dar muito a este clube e é por isso que ele vai ficar connosco mais dois anos.E é um líder no balneário? O Nuno Manarte é o capitão. Quando as pessoas entram pelas portas deste clube percebem que já é diferente. O Nuno Manarte tem desenvolvido um trabalho no balneário extremamente eficaz, coerente, desempenhando sempre aquilo que deve ser a função de um capitão.Mas há o jogo… É preciso perceber que ele não pode continuar a dar-nos os minutos que precisamos, ao nível que nos habituou. Nesse sentido, e porque é necessário protegê-lo, entendemos que a opção da contratação de um base seria o melhor.E o Barbosa? O Barbosa é uma aposta nossa, para dar continuidade àquilo que é o Nuno Manarte. Por isso é que vai estar cinco anos connosco, por forma a adaptar-se à realidade da Ovarense.A Ovarense contratou três norte-americanos. Foram as primeira escolhas? Em primeiro lugar, é preciso dizer que o John Waller fazia parte da continuidade, só que existem condicionantes, nomeadamente de ordem financeira, que impediram que ele continuasse. Portanto, os jogadores estrangeiros contratados estavam referenciados há bastante tempo e acreditamos que nos podem levar àquilo que nos queremos.O plantel está fechado, ou é curto? É um plantel curto que, nitidamente, precisa de mais dois jogadores. Só que o nosso orçamento não o permite. Portanto, é com esta equipa que temos de contar.A Ovarense perdeu o comboio que apanhou há dez anos? A Ovarense está no comboio. A prova é que o FC Porto fala na Ovarense. O Benfica fala na Ovarense.Será pela hegemonia que a Ovarense alcançou na modalidade nos últimos anos? A hegemonia é o respeito. Os orçamentos não ditam leis e a prova disso são os nossos resultados do ano passado. O importante é a forma como nos apresentamos nas competições, sempre como objectivo de ganhar, mesmo defrontando equipas com orçamentos superiores. A seriedade é muito importante.E o trabalho? Claro. Todos conhecem o trabalho deste clube. Sempre fomos sérios quando havia muito dinheiro. Continuamos a ser sérios com menos orçamento.O que faltou à equipa do ano passado, que esta possa ter e que pode trazer mais pessoas ao pavilhão? Eu acho que este problema não vem do ano passado. O basquetebol tem vindo a perder qualidade por duas razões: a primeira, porque houve uma redução dos estrangeiros, aliada ao fim da Liga; a segunda, porque o basquetebol deixou de ser falado nos canais de televisão abertos e passou para um fechado. Esta última foi a grande machadada no basquetebol. Paralelamente, existem dificuldades financeiras que impedem as famílias de vir ao basquetebol. Isto não é só um problema do basquetebol.Mas Ovar é a cidade do basquetebol? Pois é. Quem é que não jogou, pelo menos um ano, basquetebol na Ovarense? Quem gosta de basquetebol vem sempre aos nossos jogos.Mas os resultados ajudam. Até onde pode ir a Ovarense esta época? Nós temos este princípio – Ovarense é para ganhar! Isto quer dizer que em todas as competições onde vamos participar queremos ganhar. Quem disser que é mais forte do que nós, vai ter de provar em campo. Esta é a nossa forma de estar.Como é que a Ovarense perdeu um jogador como o Miguel Miranda, que demonstrou ter o culto do clube? Tem o culto deste clube quem quer ficar. Eu não gosto de falar dos que partem. O grande culto que existe é a Ovarense, não é identificado nem pelo Mário Leite, nem pelo Nuno Manarte, nem por quem é Ovarense.Mas saída dele não foi assim tão pacífica quanto isso… Pois não. O que posso dizer sobre este assunto é que houve alguém que quebrou não só as regras de carácter, como aquelas que devem prevalecer no desporto. Eu não sei se foi o FC do Porto, se foi o treinador ou se foi o próprio atleta. O que eu sei é que o Miguel Miranda já tinha acordado a sua continuidade na Ovarense há muito tempo.Foi uma situação que alterou os planos de abordagem à época? É lógico que uma equipa começa a ser preparada em função do que já temos. Mas, o importante é dizer que não está connosco e não estamos aflitos. Este grupo de trabalho que temos é o que conta e é neste que acreditamos.Como olha para a maior escola de formação de basquetebol do país que é a Ovarense? A Ovarense entrou no caminho certo há uns cinco anos, quando escolheu que deveria ter um coordenador para a formação. O treinador da Liga não pode ter essa responsabilidade, porque depende dos resultados e hoje está, amanhã pode não estar. Nesse sentido, deve ser dada continuidade a este trabalho.Mas deve haver acompanhamento e ligação entre treinadores? Deve, mas para isso temos de deixar de ter cada um o seu quintal. Este é o principal papel de um coordenador, por forma a que, quando existirem dificuldades possamos, em conjunto, encontrar soluções. Por exemplo, na definição da linha orientadora para todos os escalões de formação devem participar todos os treinadores, inclusive os da Liga. E nós sempre nos disponibilizámos para isso.A que nível? Por exemplo. Nós abrimos a possibilidade dos treinadores da formação participarem e acompanharem o nosso trabalho nos seniores. Desde que tivessem tempo, poderiam ser nossos treinadores adjuntos durante o tempo que quisessem. Infelizmente, no clube só três treinadores demonstraram interesse em participar. Este ano é a Renata que está cá, mas antes só o Candeias e o Sona estiveram connosco.E a formação na sua essência? Devo dizer que não gosto do caminho que a formação está a seguir. É urgente definir o modelo de jogador que queremos formar. Esta é a minha opinião. Não nos podemos agarrar à ideia de que não temos jogadores grandes. Se não temos grandes, formamos bases.É um outro caminho? É. Nós temos muitos miúdos com 1,80m e 1,85m que podem vir a ser grandes bases ou bases extremos. É preciso definir o perfil de jogador que queremos formar, sob pena de nunca mais formarmos jogadores como Mário Leite (1,85m), como o Nuno Manarte (1,84m), como o Pedro Nuno (1,90m), como Jaime Silva (1,89), como o Pedro Azevedo (1,94m). Antes também não havia jogadores muito grandes. É preciso pegar nestes jogadores e não os colocar, durante a formação, a jogar no interior só por serem maiores que os outros. Temos de formar jogadores que joguem de cara para o cesto, que atirem, que decidam com o seu drible.Mas da maior escola de basquetebol do país não têm saído atletas para a equipa sénior… Isso é que nos deve fazer pensar. Por que razão, com uma base tão grande de atletas da formação, chegamos ao topo e não encontramos a qualidade necessária para determinados atletas fazerem parte da equipa sénior?E o mini-basquetebol? Também deve ser repensado. Neste momento estamos com menos dois anos de basquetebol na formação. Os miúdos têm de sair do mini-basquetebol a saber fazer mais coisas, como antigamen


Missas concentrado no Mundial

É a primeira vez que os gregos vão participar no evento e é uma oportunidade que Missas e as suas atletas têm estado a pensar há mais de um ano – desde 20 Junho de 2009, o dia em que venceram a Itália na batalha pelo quinto lugar EuroBasket.

Só o tempo irá dizer se Missas permanecerá como responsável da equipa feminina, já que é apontado como um dos mais fortes e cotados candidatos para ser o próximo treinador da equipa masculina. “Claro que eu gostaria de orientá-los (os homens). Acredito que é uma honra para qualquer treinador poder treinar uma equipa com história, com resultados e com talento.”Jonas Kazlauskas conduziu a Grécia à medalha de bronze no Eurobasket de 2009, mas a equipa sofreu uma saída precoce do Campeonato Mundial FIBA na Turquia, no início deste mês, ao perder para a Espanha nos oitavos-de-final.Foi um período muito difícil para a Grécia, que iniciou o torneio com Sofoklis Schortsanitis e Antonis Fotsis ambos suspensos por dois jogos como punição pela intervenção que tiveram na luta que começou no final de um jogo amigável contra a Sérvia, em Atenas. “O Campeonato do Mundo foi um mau momento para a equipa”, opinou Missas. “Acho que a luta com a Sérvia teve uma má influência sobre nós. (Mas) Continuo a achar que existe muito talento para o EuroBasket e Jogos Olímpicos.””É uma honra para qualquer treinador grego ter a oportunidade de poder treinar uma das nossas selecções nacionais, mas no topo fica a equipa masculina. Todos ficariam felizes de ter esse trabalho.”Quando questionado se considera que tem uma excelente oportunidade para ser o próximo treinador, Missas, disse: “O presidente (George Vassilakopoulos) da federação vai decidir, com o conselho da federação. Estamos a aguardar. O importante agora é a opinião que tenho sobre o Campeonato do Mundo feminino e não quero pensar nisso. Muitos jornais não me deixam em paz para pensar nisso, mas estou a tentar manter a minha mente focada no Campeonato do Mundo. Essa é a coisa mais importante para mim neste momento.”


Palavra ao Mestre

Mas não é sobre isto que gostaríamos de falar, mas apenas fazer referência às declarações de um dos treinadores mais prestigiados e bem sucedidos do basquetebol actual. Falamos de Phil Jackson, actual treinador dos Lakers, e sobre aquilo que ele considera ser mais importante para que uma equipa tenha sucesso.

Toda a gente sabia que este verão iria ser agitado no que toca a transferências, pois sabia-se antecipadamente que existia um grande número de “free agents” e várias equipas que se foram preparando ao longo da temporada para poderem atacar esses jogadores, de modo a poderem reconstruir os seus clubes.O caso mais extraordinário e mediático acabou por ser a reunião de LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh na mesma equipa. Num ápice uma equipa que discutia a qualificação para o playoff, passou a ser apontada como candidata ao título da NBA.Foi então que o Mestre Zen, alcunha pela qual Phil Jackson é conhecido, decidiu emitir a sua opinião, deixando no ar que é sempre positivo ter excelentes jogadores, mas que às vezes o talento não basta para ganhar títulos. “Eles têm um grande talento. Não há dúvida sobre o talento que possuem. Mas, o talento nem sempre ganha. A equipa que apresentar o melhor trabalho em conjunto vai vencer. Pensamos que temos alguma coisa estabelecida. Mas, se (os Heat) se unirem – e construírem rapidamente – eles poderão ser capazes de fazê-lo. “Os Lakers, obviamente, têm demonstrado ser a melhor equipa nos dois últimos anos. A defesa do campeonato terá pela frente um grande desafio vindo da Flórida, embora o homem com mais anéis de campeão do que dedos se sirva de um pouco da história dos Lakers para ilustrar ainda mais o desafio que os Miami Heat têm pela frente esta época.”Faço sempre referência à altura em que Wilt Chamberlain foi negociado de Filadélfia para Los Angeles, colocando na mesma equipa Baylor, Chamberlain e West – três dos melhores marcadores na história da NBA – e que nunca ganhou um campeonato nos quatro anos em que jogaram juntos. Nem sempre os grandes marcadores de pontos e mais talentosos é que vencem. Mas é o trabalho de equipa que o torna possível. “


Favoritismo repartido

Com o início esta quinta-feira do Campeonato do Mundo Feminino, na República Checa, todas as atletas estão prestes a descobrir se tudo valeu a pena.

As 16 equipas que participam neste Mundial, bem como as atletas da equipa grega, mal podem esperar para que a bola vá ao ar. “Depois de quase um mês de treinos, as coisas estão muito bem na nossa equipa e estamos todos ansiosas pelo grande desafio do Campeonato do Mundo. Graças a Deus não tivemos lesões na nossa equipa”, afirmou a veterana base grega Dimitra Kalentzou. A Grécia conquistou um surpreendente quinto lugar no EuroBasket feminino do ano passado, tendo ainda Evina Maltsi sido votada para MVP do torneio. Para além de tudo isto convém não esquecer que são treinadas pelo impressionante treinador Kostas Missas. As gregas terão como adversários no grupo B, as campeãs olímpicas dos Estados Unidos, a França, medalha de ouro no Eurobasket de 2009, e o Senegal, vencedor do título Africano, com os jogos a terem lugar em Ostrava. “Mesmo se pensarmos que esta será a nossa primeira participação num Campeonato do Mundo, a nossa meta é passar à próxima fase com uma ou duas vitórias”, frisou Kalentzou. A França não vai poder contar com Sandrine Gruda, jogadora do ano eleita pela FIBA. A poste do UMMC Ekaterinburg foi cortada da equipa na semana passada por causa de problemas no joelho. “É certo que o nosso grupo é difícil, mas acho que o Senegal e a França não estão fora do nosso campeonato”, disse Kalentzou. Mas a competição deste ano está muito equilibrada, dando a sensação que paira uma lufada de incerteza no ar. A Austrália, vencedora de há quatro anos, no Brasil, está no Grupo A juntamente com o Canadá, Bielorrússia e China. As australianas chegam com o objectivo de defender o seu título mundial e, talvez, apenas talvez, tenham o suficiente para o fazer, a julgar pelos seus desempenhos na semana passada em Espanha. Com Lauren Jackson a juntar-se à equipe após a conquista do seu 3º prémio de MVP da WNBA na sua ilustre carreira, coroando a temporada com uma vitória em branco de 3-0 das Atlanta Dream na final dos playoff, os Opalas parecem difíceis de bater. Mesmo sem Jackson, as australianas venceram os Estados Unidos, por 83-77, num jogo amigável na passada noite de sexta-feira, em Salamanca, derrotando, 24 horas depois, as espanholas (85-66).Contudo, tanto nos Estados Unidos como na Espanha faltaram jogadoras-chave. A base norte-americana Sue Bird, que foi companheira de equipa de Jackson nas Seattle, foi baixa nas americanas, enquanto que a recentemente naturalizada espanhola Lyttle também ficou de fora. A pressão está realmente elevada para aquelas que tentam ganhar um lugar no plantel dos Estados Unidos – 1ª do ranking da FIBA Mundial para mulheres – que reduziu, após os jogos em Salamanca, a sua lista de atletas de 17 para 14. A selecção americana, liderada por Auriemma, deslocou-se à República Checa, a Brno, para realizar o seu último jogo de preparação. “Acho que as jogadoras, o staff e todos no geral estão ansiosos para que chegue o meio da semana, quando finalmente tivermos o grupo das 12 para começarmos a jogar o Campeonato do Mundo”, disse Auriemma, o treinador de longa data, da Universidade da equipa feminina de Connecticut. Outras equipas nacionais têm vindo a ser notícia. Apesar da perda de Gruda, a França, que é orientada por Pierre Vincent, recebeu a Argentina, Japão e Brasil e venceu todos esses jogos de treino. A poste brasileira Alessandra não teve dúvidas em afirmar sobre as vencedoras do Eurobasket de 2009: “Acho que a equipa vai superar a perda de Sandrine Gruda. Pelo que vi no jogo contra o Japão, (uma estreia) Jennifer Digbeu está a jogar muito bem.” O Brasil, que é liderado pelo espanhol Carlos Colinas, conseguiu vencer os seus rivais sul-americanos Argentina, mas depois desiludiu frente ao Japão antes de perder para o conjunto francês. A chegada das veteranas de Iziane e Erika De Souza, ambas atletas das Atlanta Dream que disputaram a final da WNBA, devem dar um impulso à equipa brasileira até ao momento de se iniciar o Campeonato do Mundo. No Grupo C com o Brasil estão também a Espanha, Mali e na Coreia. A última vez que a China participou numa grande competição foi nos Jogos Olímpicos que acolheu em 2008. A China faz parte do Grupo A, com Austrália, Bielorrússia e Canadá. A Bielorrússia irá fazer manchetes não só pelo seu jogo corajoso no campo, como também pela moda. A equipa vai competir em Ostrava, utilizando equipamentos Tuta. “Será a primeira vez a um nível tão elevado de competição que uma equipa de basquete feminino vai jogar com uniformes deste estilo moderno,” disse com orgulho a CEO da Tuta Valentinas Navikauskas. “Temos visto também na internet que a empresa chinesa Peak tem utilizado o conceito do nosso modelo de Afrodite (que foi criado em conjunto com a FIBA Europa) e está a utilizar esse estilo para a equipa nacional australiana. Como tal, nós já estamos a progredir para o próximo nível de equipamentos de jogo.” A poste biolorrussa Yelena Leuchanka falhou a preparação da equipa, já que se encontrava ao serviço das Atlanta Dream, mas estará presente em Ostrava. O Grupo D é constituído por um duo de pesos pesados europeus, já que conta com a Rússia e a República Checa. A Rússia venceu as checas no jogo da medalha de ouro no EuroBasket feminino de 2003, vingando-se as checas desse revés dois anos mais tarde. É difícil falar da Rússia e não pensar em Maria Stepanova, a poste veterana do UMMC Ekaterinburg. Ela ajudou a Rússia a vencer os Estados Unidos nas meias-finais do Campeonato do Mundo há quatro anos no Brasil. “Todas as nossas jogadoras são ambiciosas”, Stepanova. “E seja qual for o caso, nós vamos lutar por medalhas, depois se verá qual irá ser…” A Rússia sofreu uma perda importante no jogo de preparação contra a Grécia com Marina Karpunina a romper os ligamentos do joelho. A companheira de Stepanova no UMMC Ekaterinburg, Svetlana Abrosimova jogou pelas Seattle e ajudou-as a conquistar o título da WNBA. A República Checa, que se espera poder jogar perante grandes audiências na sua terra natal, sob o comando do técnico Lubor Blazek, que também contará com a recém-coroada campeã da WNBA Jana Vesela.


“Alterações às regras e citérios de arbitragem”

Esta Acção será ministrada pelo dirigente do CAD e árbitro de I categoria, Prof. João Veiga que abordará o tema: “ As alterações às regras para a época 2010/2011 e critérios de arbitragem”Dado a actualidade do tema decidiu esta Associação abrir a acção a treinadores, oficiais de jogo, dirigentes, jogadores e encarregados de educação que queiram ficar desde já elucidados em relação às referidas alterações.Contamos pois com a vossa presença.


Povea: «Uma guerra de 22 batalhas»

O treinador tem à sua disposição um grupo novo – apenas 3 atletas da equipa treinada por Melnychuk permaneceram em Penafiel – mas mostra-se esperançado e muito optimista na realização de uma boa prova.

O técnico espanhol Manuel Povea regressa a Portugal depois de na última época em que trabalhou em Portugal se ter sagrado campeão nacional, ao serviço da Ovarense. Desta vez o desafio tem contornos bem diferentes, mas o desejo manifestado pela equipa penafidelense convenceu-o a voltar à Liga portuguesa. “O C.B. Penafiel sempre mostrou um enorme interesse na minha contratação, mais ainda com grande insistência, amabilidade e motivação. Isso fez deles uma das hipóteses muito interessante para mim. O facto de ser o seu primeiro ano na Liga é um grande desafio enquanto treinador. É assim que o encaro.” Voltar a treinar em Portugal foi sempre uma opção em aberto para o treinador espanhol, já que ele próprio, pelo tempo que por cá trabalhou, sente que faz parte da modalidade. “Sinto-me muito à vontade em Portugal, portanto nunca deixou de ser uma hipótese. De alguma forma, e com toda humildade, sinto que faço parte do basquetebol português, após quatro épocas consecutivas a trabalhar aqui.”Os objectivos desta nova aventura são bem diferentes do último projecto que liderou, embora haja princípios que não mudam na postura do treinador. ”Há coisas que não devem mudar: o nível de exigência; a ambição por melhorar cada dia; a evolução enquanto equipa; o desenhar um jogo adaptado às qualidades dos nossos atletas e, acima disso tudo, acreditar no caminho que achamos certo para atingir os objectivos. Isto não muda. Ou não deve mudar.Outras coisas mudam: os tempos mudam, a permanência é uma luta que começa no 1º jogo, cada vitória conta, e há pouca margem para os erros. O campeonato é decidido ao final da época, os planeamentos são diferentes, a gestão da equipa também. Mas em ambos os casos há um objectivo a cumprir e uma enorme pressão para atingi-lo.” O trabalho já se iniciou em Penafiel e muito embora ainda seja muito cedo para se chegar a conclusões, Povea já tem uma primeira avaliação sobre o grupo que tem à sua disposição. “É um grupo totalmente novo, apenas com 3 atletas do ano passado. Temos muitos jogadores jovens sem experiência profissional, quer os americanos, quer jovens como o António Monteiro, um rapaz mesmo interessante e de quem esperamos muito e bem. Para já, estamos numa fase de adaptação entre os atletas, aos métodos do novo treinador, etc. O fundamental que tenho observado é uma enorme vontade para progredir e para trabalhar. E isto é a base para atingir qualquer objectivo, mesmo o mais complicado.”Causou imensa curiosidade o facto de ter optado por um jogador de 2.26 metros e perceber quais os motivos que pesaram na decisão da escolha de um atleta com estas características. “Gosto de jogar com um poste interior claramente definido. Dentro do nosso orçamento, devíamos escolher entre um jogador mais pequeno, se calhar com pouca cultura táctica, ou fazer um investimento em alguém muito novo, como o Will Foster (22 anos), formado numa muito boa universidade (Gonzaga), mas que ainda é apenas um projecto. É um risco, mas ao mesmo tempo, uma motivação.”Apesar do razoável conhecimento que Manolo tem da Liga portuguesa, não arrisca dizer como irá ser a época do Penafiel. “Ainda é cedo. Mas o desafio é simples: vai ser uma guerra de 22 batalhas. E esperamos bem continuar em pé ao fim de todas elas.”Sem deixar de reconhecer que a luta pelo título este ano, muito provavelmente, se irá discutir a dois, Povea deixa em aberto algum espaço para que possa haver surpresas na disputa do campeonato. “Acompanhei o campeonato época passada e até tive a sorte de assistir, em Lisboa, aos dois primeiros jogos da final. Os melhores jogadores portugueses e americanos de grande valia estavam lá. O potencial dos planteis, quer do FC Porto, quer do Benfica, fazem deles as equipas mais bem colocadas para isso. Mas a verdade é que sempre há espaço para as surpresas. O espírito de campeão da AD Ovarense, que conheço muito bem, irá tentar sem dúvida, contrariar os ‘grandes’, e equipas como Guimarães e CAB Madeira, que estão a investir em planteis muito interessantes, também não vão querer ficar de fora.”


Curso de Nível II Porto

O curso realizou-se no Pavilhão do SC Coimbrões e Bombeiros Voluntários de Coimbrões.

A ENB agradece o apoio da Associação de Basquetebol do Porto e do seu Director Tecnico Regional Paulo Neta pela forma como contribuiram para o sucesso do curso.Este curso teve como director o Prof. Rui Alves, acompanhado pelos formadores – Prof. Luís Geirinhas, Prof. Dimas Pinto, Prof. Ricardo Rodrigues e o juiz Internacional Luís Lopes.A Relação dos novos treinadores de nível II:NomeJosé CardosoAndré TeixeiraPedro LeiteRui CostaRui P. RamosValter MonteiroCelso RochaInês SilvaPaulo FidalgoDuarte OliveiraAndré LourençoRicardo PetizCarlos MarquesDiogo CardonaRui FonsecaRui M. RamosLuciano CaçadorTiago FariaLuís AgostinhoMaria MotaJosé FrançaCláudia BritoVenância BairosAntónio CorreiaJorge Moreira


Illiabum mostra-se aos sócios

O jogo terminou com a vitória dos encarnados por 77-55, uma vitória considerada normal pelo técnico ilhavense Alexandre Pires, tendo em consideração a valia dos dois conjuntos, a fase de preparação de ambas as equipas e a base de trabalho da época anterior.

O resultado não foi o mais desejado, mas ao convidar os encarnados para o jogo que serviu de apresentação de todos os escalões do clube, o técnico Alexandre Pires tinha consciência que tinha pela frente uma tarefa muito difícil. “Já sabíamos das dificuldades que iríamos encontrar pela frente. Sendo este o nosso segundo jogo da temporada, frente a uma equipa muito mais avançada na preparação, mais rotinada e a preparar a sua participação na competição europeia, um resultado destes era perfeitamente possível de vir acontecer.”O treinador ilhavense, que na época anterior se estreou com sucesso como técnico principal na Liga, tem este ano pela frente um novo desafio de ter de construir, quase de raiz, uma nova equipa para a temporada que agora começa. “Nós ao fim ao cabo acabámos por construir uma equipa praticamente nova, facto que torna ainda mais complicado o arranque de temporada. Ao jogar diante de um adversário tão forte como o Benfica, as nossas debilidades, a falta de rotinas e de conhecimento mútuo tornam-se ainda mais evidentes.”Apesar da derrota, Alexandre Pires tirou aspectos positivos deste confronto frente aos campeões nacionais. Analisando a estatística torna-se evidente que os encarnados marcaram a diferença nas percentagens de lançamento, já que na luta das tabelas e no controlo da posse de bola a equipa da casa equilibrou as coisas. “De uma forma global, e enquanto treino, foi positivo. Gostei daquilo que fizemos e serviu na perfeição para testarmos as nossas capacidades frente a um candidato ao título. Na próxima quinta-feira defrontamos o outro grande candidato, o FC Porto, mais um teste de elevado grau de dificuldade.”Sem querer ultrapassar etapas, o jovem técnico sabe bem o que é mais importante nesta fase da temporada. “O objectivo nesta altura é tentar competir, equilibrar jogos e fundamentalmente construir uma equipa.”


“Regresso aguardado”

Jaime Torre, iniciou a sua ligação ao basquetebol enquanto atleta na época de 1969/1970 onde deu os primeiros passos nas nossas equipas de Minibasquete; posteriormente representou as nossas equipas de Iniciados, Juvenis e Juniores. Em 1979 já como atleta sénior representou o Luso Futebol Clube durante duas épocas embora continuasse ligado ao Barreirense enquanto treinador dos escalões de formação.Jaime Torre é mais um bom exemplo para os nossos jovens pois sempre conseguiu conciliar a sua paixão pelo basquetebol com a vida académica onde se formou em medicina.Nas últimas épocas, Jaime Torre, desempenhou as funções de Seleccionador Regional da Madeira do escalão de Sub14, sendo ao mesmo tempo responsável por várias iniciativas de promoção à pratica do basquetebol junto dos jovens Madeirenses.O regresso de Jaime Torre ao FC Barreirense é sem qualquer dúvida uma mais valia para o Clube e para o basquetebol do Distrito pois poderá utilizar a sua experiência e saber na promoção e desenvolvimento da modalidade.


Alterações às regras FIBA 2010

Assim 2 sessões de esclarecimento terão lugar no Auditório do IDP (ex- Casa do Desporto), no dia 25.09, pelas 10H00 e no dia 27.09, pelas 21H30.A entrada é livre e será creditada pela ENB.


Melnychuk: «Treinos e jogos são como uma droga»

O homem que conduziu Portugal ao Eurobasket 2007, e que esta época levou o Penafiel à Liga, foi traído pelo coração – a saúde já não lhe permite continuar na modalidade, pelo menos enquanto treinador principal. O técnico ucraniano recorda nesta entrevista alguns dos momentos altos da sua passagem pelo nosso país e conta que vai sentir saudades. Saudades dos jogadores, dos treinos, dos jogos e até dos árbitros…

Confirma que este ano, no Penafiel, realizou o seu último jogo enquanto treinador principal de uma equipa? Há quase 99,9 por cento de possibilidades de ter realizado no Penafiel o meu último jogo. Digo 99,9 por cento porque já recebi uma proposta para treinar um clube que vai lutar em patamares altíssimos, onde ainda não trabalhei, e comecei hesitar. Tenho grande vontade aceitar esse desafio, mas realidade com saúde é outra… Era uma decisão que já estava tomada ou foi traído pelo coração? Já fui para Portugal muito cansado e esgotado pelo trabalho que tinha desenvolvido na selecção ucraniana. Pensei que com uma equipa da Proliga não ia ter problemas e que meu cansaço ia passar. Tratava-se de outro ambiente, outra cultura, outras condições de trabalho… No início da época os objectivos da equipa também não eram muito altos. Mas eu sou ‘trabalho-dependente’ e ‘treino-dependente’. Talvez para mim os treinos e os jogos já sejam como uma droga, porque não conheço outra profissão. Chega-se a um ponto em que se quer mais e mais, em que se quer ganhar tudo… Os nossos objectivos no Penafiel mudaram depois da vitória alcançada na Taça de Proliga, mas nem todos jogadores estavam preparados para o trabalho que era necessário fazer para se atingir objectivos ambiciosos. Às vazes as minhas exigências foram muito elevadas. E foi uma época de grande sofrimento, meu e dos jogadores. Na Primavera comecei pensar que se calhar chegara o momento de terminar a carreira, mas acho que a gota de água foram os jogos contra o meu filho nas meias-finais da Proliga. Foi muito difícil para a alma e para o coração. Em consequência disso, aconteceu a viagem às urgências, 20 minutos antes do 4.º jogo final, na ilha Terceira… Do que vai ter mais saudades quando deixar de treinar? Primeiro vou ter saudades das relações diárias com os jogadores de diversas idades, algo que fiz durante 51 anos. Comecei a treinar equipas de formação com 19 anos. Treinei minis e Campeões Olímpicos, em pequenas cidades e em capitais de quatro países diferentes. Vou sentir saudades do cheiro do treino e do jogo, dos desafios, do sentimento de rivalidade, das alegrias das vitórias e da amargura das derrotas. Vou ter saudades dos choques com os árbitros e da amizade deles… Que conselhos deixaria para aqueles que querem seguir a carreira de treinador? Acreditem nas vossas potencialidades. Sem confiança em si próprio não possível sonhar com os êxitos. Depois, é preciso estudar, estudar e estudar. É muito importante ser honesto e respeitar as pessoas com quem se vai trabalhar, e, claro, adorar a profissão. Haverá momentos de orgulho e alegria, mas também de frustração e sofrimento.Vai continuar ligado à modalidade? Espero que sim, na Ucrânia ou em Portugal. Mas nunca como treinador principal.Gostava de deixar alguma mensagem ao basquetebol português?Quero agradecer ao Mário Gil e ao Sidónio Fernandes, que me convidaram, em 1993, para trabalhar no belo país que é Portugal e na maravilhosa Ilha da Madeira. Nunca esqueço a minha primeira equipa no CAB, em 1993.Obrigado a todos vocês, que me ajudaram na adaptação a Portugal;Tenho de agradecer ao Mário Saldanha e ao Manuel Fernandes, que me convenceram a não sair de Portugal em 1996 e pediram-me para desenvolver o basquetebol no concelho de Ponte de Sor;Ao Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, João Taveira Pinto, pelo grande apoio ao desporto no concelho e pela sua colaboração;A todos dirigentes e trabalhadores dos clubes onde treinei (CAB Madeira, Queluz, Sporting – com Pedro Santana Lopes acabámos com o basket de uma forma digna no clube -, FC Eléctrico, FC Seixal, FPB, CAR Jamor, CBP);Presidentes e directores técnicos das associações regionais, todos os treinadores de formação e equipas das Ligas com quem colaborei;Mais uma vez ao Mário Saldanha, que me convidou para trabalhar com a Selecção Nacional;Aos meus adjuntos nas equipas dos clubes e das selecções. A todas as pessoas da FPB que, durante 7 anos de colaboração, sempre me trataram muito bem; Obrigado a todos os jogadores dos clubes e da Selecção de Sub-20 com quem trabalhei durante estes longos anos pelo trabalho feito;Obrigado a todos jogadores e equipa técnica da Selecção Nacional que durante estes anos, passo a passo, construíram uma Selecção digna e mentalmente forte. Esse trabalho duro e longo, com grande sofrimento pelo meio, permitiu preparar uma equipa com valores elevados, que pela primeira vez se apurou para a fase final do Campeonato da Europa e ganhou a primeira edição dos Jogos da Lusofonia. Mostrámos que o jogador português sabe jogar e ganhar nas melhores equipas europeias;Tenho grande respeito para com os jogadores que se entregaram alma e coração durante estes anos e que mereciam participar no Eurobasket 2007. Paulo Pinto, Luís Silva, Raul Santos, Carlos Seixas, Alexandre Pires, Pedro Nuno, António Tavares, Nuno Marçal, Nuno Manarte, Nuno Perdigão, Diogo Carreira, entre outros, que trabalharam de forma honesta durante muitos anos, ajudando a esta subida para um novo patamar; Equipa técnica de Selecção Nacional: Carlos Duarte, Orlando Simões, Rui Alves, Valério Rosa, João Madail, Mário Tenório mais uma vez OBRIGADO.Tenho de pedir desculpa a todos jogados se algumas vezes o meu tratamento em relação a eles não foi correcto. Pessoalmente José Costa, Carlos Andrade e Rui Mota, que fizeram o apuramento para Eurobasket 2007 em 2006, mas não participaram na fase final, em 2007.Obrigado ao meu último clube, pelo trabalho feito e desejo os maiores êxitos ao Penafiel na próxima época na Liga Portuguesa de Basquetebol. Desejo que nossa Selecção Nacional consiga mais um apuramento para Eurobasket 2011. Vou acompanhar e apoiar pela internet todos jogos deles. Para todos saúde e felicidades!


Norberto Alves volta à Académica

Leia nos detalhes desta notícia o comunicado na íntegra.

Comunicado da Associação Académica de CoimbraA Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra nomeou esta sexta-feira a Comissão Administrativa que irá gerir os destinos da Secção de Basquetebol da Associação Académica de Coimbra.Uma equipa com competências multidisciplinares, composta por pessoas com forte conhecimento histórico da Secção, estando fortemente empenhadas e motivadas para actuar nas diversas frentes da organização desportiva do Basquetebol da AAC.A Comissão Administrativa será acompanhada pelo Presidente da Direcção-Geral da AAC e é composta pelas seguintes pessoas:Diogo Tadeu – Vice-Presidente da Direcção-Geral da AACFrancisco Ferreira – Membro do Conselho Desportivo da AACJoaquim Costa Nora – Ex-Presidente da Secção em 2005-2006/Membro do Conselho Desportivo MunicipalMário Costa – Ex-Presidente da Secção em 2006-2007Fernando Sousa – Ex-Presidente da Secção em 2007-2008 /Capitão da Equipa Sénior Masculina de Basquetebol da AACJoão Carlos Gaspar – Ex-Atleta e Membro de Várias Direcções da História do Basquetebol da AACLino Gonçalves – Ex-Presidente da Mesa do Plenário da Secção de Basquetebol da AACJorge Oliveira – Pai de Atleta da SecçãoAlfredo Robalo – Responsável na Direcção-Geral da AAC pelo Desporto Universitário/Ex-Treinador da Secção de Basquetebol da AACReunida esta sexta-feira no Edifício Sede da Associação Académica de Coimbra, a primeira decisão da Comissão Administrativa foi convidar Norberto Alves para regressar a esta nobre instituição académica e desportiva.Num espírito de missão, Norberto Alves aceitou prontamente regressar à Académica e liderar a equipa sénior masculina que cumpre já amanhã dois treinos no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, às 9:30 e às 19h.A Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra acredita que estão reunidas todas as condições directivas, logísticas e financeiras para continuar a desenvolver um projecto desportivo ímpar já reconhecido pelas mais altas instâncias académicas e desportivas a nível local e nacional.Miguel PortugalPresidenteAssociação Académica de Coimbra


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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