Artigos da Federaçãooo
Moncho visita Selecção de Sub-18
Domingos de Rana, e conduziu, inclusivamente, o treino da tarde. Foram abordados os conceitos das defesas zonais. A jovem equipa, recorde-se, prepara a participação no Campeonato da Europa, Divisão B, a decorrer em Tel Aviv entre 22 de Julho e 1 de Agosto, inserida no grupo B, juntamente com a Bósnia, a Hungria, a Bélgica e a Escócia.
Esta deve ser a última intervenção do Seleccionador sénior, uma vez que no dia 4 de Julho começa o estágio da Selecção principal, sendo que ainda irá participar como prelector no Curso de treinadores de nível III, que terá lugar nas Caldas da Rainha.Os Sub-18 nacionais irão no dia 15 de Julho para a Bulgária, onde vão realizar os últimos jogos de preparação. No dia 20 chegam a Israel para a 22 começarem a sua participação no Europeu, frente à Bósnia.
Convocatória
Bosco, na Rua Bispo de Dili em Évora, a Assembleia-geral da Associação Nacional de Treinadores de Basquetebol. Pode ver a Ordem de Trabalhos, no desenvolvimento desta notícia.
Ordem de Trabalhos1. Regularização da situação dos Associados; quotização.2. Relatório e Contas – Apreciação e votação do Relatório e Contas dos anos 2000 a 2009 (Ficheiro em Anexo).3. DiversosNota: só podem participar na Assembleia-geral os Associados da A.N.T.B.Lisboa, 28 de Julho de 2010O Presidente da Mesa da Assembleia-geralManuel Fernandes
Ricardo Vasconcelos: «Objectivo é subir à Divisão A»
O primeiro estágio está a decorrer em Alcochete e termina no próximo sábado.
Ricardo Vasconcelos não esconde a ambição de levar a equipa nacional ao principal escalão. “Iniciámos um novo ciclo de trabalho, começando por recuperar fisicamente as jogadoras de umas merecidas férias, com o objectivo claro de subir à Divisão A. Queremos formar uma equipa que possa representar os interesses do País durante os próximos anos”, refere o seleccionador, sem esconder a sua ambição.Nestes primeiros dias o técnico já pôde aferir o estado físico e psicológico das suas jogadoras. “Estou plenamente satisfeito com a entrega e a motivação do grupo de trabalho. Estamos a tentar consolidar algumas ideias/valores que acreditamos estritamente necessárias para quem encara um projecto como este – de alto nível –, onde queremos que as atletas sintam que são valorizadas e que, campanha após campanha, se tornem melhores jogadoras”, refere Ricardo Vasconcelos, deixando um alerta: “Desejamos que fique claro para cada uma delas que este é um dos maiores e melhores investimentos que podem fazer nas suas carreiras.”O técnico quer que as jogadoras sintam a camisola que vão vestir. “Queremos que sintam orgulho em representar a nação, dando-lhes a consciência da honra que é servir a pátria”, rematou.
Cantanhede 2010
Dois dias de formação e convívio e apesar do calor, todos os partcipantes mostraram interesse e apreciaram o que foi transmitido.
Destacamos o empenho de todos os Prelectores na forma como se entregaram, dando o seu melhor e sempre disponíveis para responder às dúvidas e questões colocadas pelos treinadores. De reforçar também a atitude e empenho com que os jovens jogadores da A.B.Coimbra participaram, contribuindo para o sucesso do Clinic. A ENB agradece ao Município de Cantanhede, em especial ao Engenheiro Hugo Oliveira e à Professora Eduarda Lopes toda a disponibilidade demonstrada, fazendo do Clinic um evento de sucesso. Agradece igualmente à AB Coimbra e à sua DTR Prof. Isabel Lemos toda a contribuição prestada. Aos treinadores que estiveram presentes o nosso Obrigado e esperamos por todos no próximo ano. Em Setembro receberão o DVD do Clinic
Cantanhede 2010
Este fim de semana,são esperados 170 treinadores para assistirem ao clinic.Confirmadas até quinta – feira 150 inscrições.
Caso pretendas estar presente, ainda o podes fazer, para isso basta estar no sabado,a partir das 8 horas, no Pavilhão dos Marialvas, local do clinic. Sugerimos a todos os inscritos que chegem o mais cedo possivel a fim de evitar uma grande aglomeração de participantes perto da hora do inicio do clinic. A recepção será a partir das 8 horas de sabado dia 26. Encontramo-nos em Cantanhede e boa viagem.
Cantanhede 2010
As inscrições continuam abertas e para tal basta preencher o folheto de inscrição e enviar para a Federação Portuguesa de Basquetebol.
Mais informo que prolongámos até quarta feira dia 23 de Junho, as inscrições com inclusão de almoços. Depois desta data não podemos garantir os almoços. Como já noticiámos, Jose Maria Izquerdo será o treinador convidado em substituição de Pep Clarós. Encontramo-nos em Cantanhede.
Forum do Basquetebol em Coimbra
Jorge Araújo e Prof. Norberto Alves.
Na sessão inicial, Jorge Araújo fez uma abordagem a vários conceitos relativos à actividade desportiva, salientando aspectos essenciais da actividade do treinador e do dirigente, sempre orientados para o jogador.Retivemos a necessidade permente de serem definidas regras, princípio e valores para a modalidade, assim como objectivos claros sobre o que se pretende atingir, sendo estes fundamentais para definir a forma como se vai treinar e consequentemente aquilo que estamos a ensinar e a transmitir aos jovens atletas.É preciso treinar com qualidade e intensidade pois só assim estamos a servir os atletas que nos procuram para melhorar o seu nível de jogo.De entre os temas destinados ao debate, moderado por Norberto Alves, destacamos o papel dos dirigentes e a importância do seu trabalho para garantir equipas técnicas de qualidade, condições logísticas para a actividade e o enquadramento de todos os agentes num ambiente sereno e ético.Não podemos ignorar a presença dos pais e mães no movimento associativo, principalmente enquanto dirigentes, mas também enquanto colaboradores. São hoje cada vez mais e precisam também de apoio para a sua formação e para melhorarem na sua função.No ponto relacionado com a fornação de treinadores foi focada a importância da atitude de cada um e também da actividade interna do clube, onde todos devem pertencer a uma equipa com um rumo e com avaliação constante. A formação inicial deve ser mais exigente tal como os perfis de entrada dos candidatos.Algumas questões relativas às competições foram ainda discutidas no sentido de favorecer o trabalho com todos os atletas da equipa e procurar soluções para as dificuldades que se prevêem com as alterações às regras já a partir da próxima época.A prática informal foi salientada como algo muito importante para a formação do jogador. Precisamos de miúdos, na rua, com a bola na mão! Num Forum muito participado e de longa duração, foi visível a necessidade de união em torno de objectivos e projectos comuns para que seja possível melhorar o trabalho realizado na formação dos nosso jovens. As dificuldades do movimento associativo, fruto da falta de apoio e meios e do completo esquecimento da função dirigente por parte da tutela, têm que ser superadas pelo colectivo e pelo compromisso de cada um com a sua função.
«Temos os pés assentes na terra»
O técnico conhece o valor dos adversários, mas garante que os encarnados querem dar uma boa imagem do trabalho que efectuaram até então.
Quais os objectivos da sua equipa para esta fase final? Os objectivos foram focados nesta Fase Final – este foi o desafio constante para a nossa evolução, tanto individualmente como colectivamente. Poder fazer o máximo de jogos nesta época e estar entre os melhores foi sempre a nossa vontade. Se a equipa conseguir mais, melhor, mas temos os pés bem assentes na terra e conhecemos a qualidade de todos os nossos adversários. Queremos estar o mais forte possível, para continuarmos a dar a boa imagem do trabalho efectuado. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Os objectivos da época foram todos atingidos. O maior de todos foi formar com o máximo de qualidade. Evoluímos muito a nível individual e colectivo. A equipa a cada dia que passa quer aprender mais conteúdos do jogo para poder dar mais respostas na competição. Quanto ao título vamos tentar ser o mais fortes possível, mas esta é um Final Four de sub-16, depende das reacções e emoções de cada jogador. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? Formar ganhando, ganhando formando é um paralelo que motiva à aprendizagem. Para se aprender e para se ganhar é necessário muito trabalho, muito sacrifício, uma grande atitude, nesse capítulo estes jovens atletas surpreenderam-me, para mim já são verdadeiros campeões, com a superação constante perante as dificuldades. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Acho que tem havido uma boa progressão. Tem que passar por nós treinadores mudar na forma como falamos do basquetebol, temos de falar mais da nossa modalidade nos locais correctos para o desenvolvimento da mesma. Podemos aprender com o que o árbitros tem feito para o crescimento da modalidade, em que há um grande apoio a quem está no inicio. Temos jovens atletas com grande potencial, que tem que ser melhor acompanhados, deve haver uma análise mais exigente a nível dos conteúdos, para nos aproximarmos da realidade do jogo, não pode-mos esquecer que o jogo mudou.CALENDÁRIO: Pav. AC Alfenense 1ª Jornada – 18.06.2010 20H30 – Galitos / INDASA – C.A.Queluz; 22H30 – Sport Lisboa Benfica – FC Porto; 2ª Jornada 15H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 2.º Jogo – Vencido 1.º Jogo; 3ª Jornada 15H00 – Vencido 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencedor 2.º Jogo;
«Pretendemos vencer os 3 jogos»
Numa temporada em que todos os objectivos delineados foram até ao momento alcançados, o técnico não duvidas sobre o potencial dos seus jogadores.
Quais os objectivos da sua equipa para esta fase final? Pretendemos vencer os três jogos da fase final. Os nossos adversários, todos eles têm de igual forma muito valor, mas temos a ambição de ser Campeões Nacionais e acreditamos muito no potencial deste grupo. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Um dos principais objectivos da época era discutirmos o título, tanto a nível distrital como a nível nacional. Este grupo tem dezoito atletas com muito potencial para o basquetebol. Competia-nos discutir os lugares principais em cada uma das provas oficiais que estivéssemos. Também tivemos os nossos problemas. Manter a equipa à frente na tabela classificativa ao longo de uma época não é fácil, principalmente por questões relacionadas com a motivação. Mesmo assim conseguimos chegar à Final-four Nacional sem derrotas sofridas nos campeonatos até agora disputados. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? Acredito que vencer é muito importante na formação de qualquer atleta. O sucesso ao nível dos resultados desportivos não é tudo, mas é um elemento facilitador à implementação da metodologia de trabalho que se pretende para a equipa. Os atletas passam a acreditar de uma forma mais fácil e mais consistente no trabalho que se está a realizar com eles. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Acho que estamos a assistir a uma lenta, mas progressiva melhoria na qualidade de jogadores que chegam dos escalões de formação. Os nossos atletas têm de treinar com uma capacidade de esforço ainda maior para conseguirem atingir as suas expectativas. Também precisamos de melhores condições na formação para cativar os bons treinadores e dirigentes. Sem eles a formação de atletas é uma realidade sem grandes evoluções. Por último, julgo que as selecções e os clubes deviam estar mais próximos e interagir mais.CALENDÁRIO: Pav. AC Alfenense 1ª Jornada – 18.06.2010 20H30 – Galitos / INDASA – C.A.Queluz; 22H30 – Sport Lisboa Benfica – FC Porto; 2ª Jornada 15H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 2.º Jogo – Vencido 1.º Jogo; 3ª Jornada 15H00 – Vencido 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencedor 2.º Jogo;
Luís Araújo: «Queremos ser competitivos»
Mas como isso acabou por acontecer, o grupo agora só pensa em “desfrutar” da experiência e praticar um basquetebol de qualidade. A prova disputa-se entre sexta-feira e domingo em Alfena.
Quais os objectivos da sua equipa para esta fase final? Os nossos objectivos foram traçados olhando para esta fase final como um desafio colectivo e individual. O desafio que traçámos para a equipa passa por sermos competitivos, mostrar que praticamos um basket de qualidade, desfrutar desta experiência e, para ganhar, temos de melhorar o nosso desempenho defensivo. Desfrutar da pressão é o nosso desafio máximo. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Os objectivos foram traçados numa análise conjunta com os jogadores, de forma a incluirmos os objectivos pessoais nas metas colectivas. Aquilo que assumimos não dependia exclusivamente de estar aqui e lutar pelo título. Pretendíamos melhorar individual e colectivamente, praticar bom basket e chegar onde a nossa qualidade nos permitisse. Tem sido uma época fantástica e surpreendente pela maneira como encaramos os desafios. Esta é mais uma óptima surpresa. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? A nossa equipa tem tido uma dinâmica fantástica, muito empenho, a treinar no limite, altíssima assiduidade, nomeadamente até conseguimos treinar de manhã antes de irem para as aulas. Além disso temos sido muito positivos perante as dificuldades. Não tenho dúvidas que esta motivação veio com as vitórias. Apesar de não ter sido uma obsessão ganhar, mantermo-nos a vencer foi muito importante. Não é a única maneira de formar, nem de os manter empenhados, mas é uma parte importante. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Acredito que o basquetebol nacional apresenta uma grande margem de progressão, mas infelizmente existem entraves, fundamentalmente ao nível da mentalidade. Há muita dificuldade em arriscar e mudar. O jogo mudou e a maioria dos treinadores não mudou com ele. O perfil dos jovens mudou, com as alterações sociais, mas a forma de os conquistarmos no treino não mudou. Temos de nos adaptar e arriscar. Temos bons exemplos quer de treinadores, de clubes e de centros de treinos, são esses que devemos observar e com eles aprender. Podemos melhorar os resultados das várias selecções mas apenas se conseguirmos que haja um forte poder de influência sobre os treinadores. Gonçalo Catarino, um dos capitães da equipa aveirense, só pensa em “elevar” da Taça…Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Como é óbvio, chegar a uma fase final nacional é sempre uma boa forma de reconhecerem o nosso trabalho, claro que quanto mais longa for a “passada” mais mérito e respeito nos é merecido. Apesar de estar bastante satisfeito com o nosso enquadramento nos quatro melhores, penso que no fundo é necessário elevar a taça para mostrar que o basquetebol aveirense é de qualidade.Qual foi, na sua opinião, o momento decisivo da época para até chegar aqui? Sinceramente, acho que foi quando percebemos que os jogos se ganham a defender. Desde que nos aplicámos seriamente na defesa, o nosso ataque, e por consequência o nosso jogo, tem sido mais fluido e mais homogéneo.Na sua opinião, qual será o adversário mais complicado de defrontar? E porquê? Neste momento a equipa que nos poderá surpreender mais é o Queluz, pois como é um grupo contra quem nunca jogámos, não sabemos qual é a sua estrutura nem os seus jogadores. Fora isso, acredito que as outras duas equipas são alcançáveis e que podemos fazer história neste campeonato. O que gostaria de atingir no basquetebol? Em poucas palavras, gostaria de jogar ao mais alto nível. Gostaria, por outro lado, de modificar o basquetebol português para que tivesse um lugar mais significativo neste país, desde a formação ao profissional. Pedro Santos, por seu turno, considera que foi fundamental para a equipa chegar a esta fase o triunfo sobre o Sangalhos, a duas jornadas do final da fase regular.Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Completamente justo, sem começar a fase final estou muito satisfeito com a época, mas agora estando lá vamos tentar mais um bocado. Qual foi, na sua opinião, o momento decisivo da época para até chegar aqui? Foi a vitória com o Sangalhos, em casa, a duas jornadas do fim da fase regular, tirando todas as dúvidas aqueles que ainda tinham.Na sua opinião, qual será o adversário mais complicado de defrontar? E porquê? O Queluz, porque ainda não jogámos com eles e é muito importante entrar bem.O que gostaria de atingir no basquetebol? Não penso muito nisso, neste momento quero ganhar os jogos que puder, sobretudo os três que faltam.CALENDÁRIO: Pav. AC Alfenense 1ª Jornada – 18.06.2010 20H30 – Galitos / INDASA – C.A.Queluz; 22H30 – Sport Lisboa Benfica – FC Porto; 2ª Jornada 15H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 2.º Jogo – Vencido 1.º Jogo; 3ª Jornada 15H00 – Vencido 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencedor 2.º Jogo;
Ricardo Nobre: «O melhor lugar possível»
Ricardo Nobre espera que o torneio, que se disputa de sexta-feira a domingo, em Alfena, se revele uma “grande festa do basquetetebol”
Quais os objectivos da sua equipa para esta fase final? Garantir o melhor lugar possível e fazer deste torneio uma grande festa do basquetebol. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? No arranque da temporada sonhávamos estar presentes nesta fase e esse sonho tornou-se realidade. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? Acho que em primeiro lugar devemos formar estes jovens para o sucesso e o insucesso, quer na derrota quer na vitória, saber ganhar e perder, esse é o meu papel de treinador – é no dia a dia a ensinar a enfrentar isso tudo. A seguir, devemos formar atletas para a alta competição, mas também para divisões inferiores, futuros treinadores, dirigentes, etc, porque os jogadores de elite com sucesso na alta competição são raros no nosso país. O mais importante é manter o gosto e alegria de praticar esta modalidade. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Acho que o nível actual encontra-se muito baixo e temo que nos próximos anos ainda seja pior. Cada vez existem menos clubes, logo menos atletas para a pratica do basquetebol e, com um campo de recrutamento menor, menos possibilidade existe de se encontrar qualidade. Temos jogadores com qualidade para o nosso panorama basquetebolistico, mas quando vamos jogar ao estrangeiro sentimos logo a diferença. Os capitães Nuno Peralta e Cipriano Cardoso não escondem o sonho de alcançar o título nacional… Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Esta fase final era o nosso objectivo no início da temporada, mas neste fim-de-semana tudo poderá acontecer. Tudo o que vier será bom. Qual foi, na vossa opinião, o momento decisivo da época para até chegar aqui? A vitoria na Chamusca. Na vossa opinião, qual será o adversário mais complicado de defrontar? E porquê? Será o Galitos, porque é o primeiro jogo. Os encontros mais importantes são sempre o que acabámos de jogar e o que vem a seguir. O que gostariam de atingir no basquetebol? O título campeões nacionais.CALENDÁRIO: Pav. AC Alfenense 1ª Jornada – 18.06.2010 20H30 – Galitos / INDASA – C.A.Queluz; 22H30 – Sport Lisboa Benfica – FC Porto; 2ª Jornada 15H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 2.º Jogo – Vencido 1.º Jogo; 3ª Jornada 15H00 – Vencido 1.º Jogo – Vencido 2.º Jogo; 17H00 – Vencedor 1.º Jogo – Vencedor 2.º Jogo;
Chechu Mulero de regresso
Chechu um especialista em trabalho individual com jogadores de basquetebol contribuirá para o êxito do Clinic Évora Património MundialComparece em Évora as inscrições serão disponibilizadas esta semana no Portal.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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