Artigos da Federaçãooo

Jose Maria Izquierdo em Cantanhede

Este prestigiado treinador da escola de treinadores do Juventud de Badalona, substituirá o treinador, Pep Claros, por este ir assumir as funções de Seleccionador Nacional do México.

José Maria Izquierdo é um jovem com um grande percurso de treinador. Iniciou a sua funções de treinador no Joventud de Badalona na categorias juvenis. Durante dois anos foi treinador principal dos juniores. Trabalhou nas equipas técnicas dos seniores com os seguintes treinadores: LoLo Sainz, Herb Brown, Zeljko Obradovic, Alfred Julbe.Nas épocas de 1999 a 2001 foi treinador principal do Badalona, Em 2002/2003 foi treinador adjunto do Real Madrid com Javier Imbroda.Entre 2003 e 2006 Treina o Melila BasqueteDesde 2007 é o principal treinador do Hospitalet, clube conhecido por ter nos seu plantel jogadores formados no clube.


Chus Mateo seleccionador adjunto de Espanha

Os temas das suas conferências são: preparação da competição e scouting; defesa individual em meio campo; conceitos ofensivos 4 abertos.Caro treinador está atento ao portal muito em breve iniciam-se as inscrições.


Abertura de inscrições

Em anexo encontra-se o tríptico que inclui a ficha de inscrição. A juntar aos três treinadores já conhecidos Aleksandar Dzikic, António Perez e Pep Clarós, estarão também presentes dois treinadores portugueses, Bruno Regalo – F. C. Barreirense – e Jorge Correia – Formador da Escola Nacional de Basquetebol -.

As incrições poderão ser feitas por envio da ficha de inscrição devidamente preenchida juntamente com o pagamento para a Federação Portuguesa de Basquetebol ou envio da ficha de inscrição com pagamento por transferência bancária, (neste caso deverá ser enviado, obrigatoriamente, o comprovativo para a FPB).


Forum do basquetebol – ABC

Com os convidados Prof. Jorge Araújo e Prof. Norberto Alves, esperamos trazer ao debate de ideias um contributo importante de quem têm muito trabalho realizado e reconhecido no desenvolvimento da nossa modalidade.

Este é um momento importante no nosso distrito pois é a hora de todos terem a palavra para que se avalie e trace rumos em relação ao nosso basquetebol.Convidamos todos os agentes ligados à modalidade a estarem presentes neste Forum e a contribuirem para que debate seja mais rico, reflectindo ideias consistentes e ponderadas quer em conjunto quer individualmente.


Jovens portugueses no Mundial

O projecto denomina-se “Children of the World Camp” e Portugal vai lá estar.

Trata-se de uma fantástica oportunidade para um rapaz, uma rapariga e um treinador portugueses poderem desfrutar de uma experiência inolvidável junto de outros jovens, bem como fazer novos amigos. Portugal será, assim, representado pelo o técnico Hugo Matos, treinador residente do CNT Paredes e seleccionador nacional adjunto Sub-16 masculinos, e pelos atletas Francisco Amiel, do Basket Almada Clube, e Simone Costa, do Benfica. A iniciativa decorre de 24 a 31 de Agosto.


Curso Treinadores Nível I

Será realizado de 09 a 17 de Julho, em Ponta Delgada.

Os interessados devem reunir as seguintes condições:– Possuir a escolaridade mínima obrigatória;- Ter a idade mínima de 16 anos à data do inicio do curso.


«Entrega nunca esteve em causa»

O treinador reconhece que confrontos em Lisboa a equipa registou “baixas percentagens de lançamentos fáceis e lances livres”, situação que espera corrigir nestes duelos.

A atitude, a entrega e o desejo de vencer dos portistas estiveram sempre presentes nos dois jogos que a equipa disputou em Lisboa. Para o técnico Moncho López a postura da equipa em momento algum foi causadora da baixa prestação ofensiva dos azuis e brancos. “Nunca esteve em causa a entrega da equipa. A baixa prestação da deve-se às baixas percentagens de lançamentos fáceis e lances livres”, referiu. Estar a perder por 2-0 nunca é uma situação confortável num playoff, mas face ao rendimento ofensivo do FC Porto nas duas primeiras jornadas, a tendência será para melhorar. “Estão frente a frente duas das melhores equipas em termos ofensivos a nível nacional. Fiquei surpreendido pelo facto de o Benfica não ter conseguido alcançar os seus registos habituais, ao jogar perante o seu público”, acrescentou o técnico portista. Obviamente que treinador espanhol já analisou os dois jogos e tirou as suas conclusões. Apesar dos resultados negativos Moncho não vai “promover ajustes para os próximos encontros”, mantendo a mesma estratégia ofensiva e defensiva. A eliminatória está longe de estar decidida, no entanto, estes próximos dois jogos, no Dragão Caixa, vão ser determinantes para o desfecho final da série. Embora não tenha conseguido vencer qualquer partida, a forma como o Benfica se apresentou nesta final “não surpreendeu” o técnico dos dragõesPara o FC Porto voltar a exibir-se ao seu melhor nível e regressar às vitórias tem de fundamentalmente melhorar “nas percentagens de lançamento.”A Federação Portuguesa de Basquetebol considerou os jogos do Play Off final da Liga Portuguesa de Basquetebol – a disputar entre as equipas do Sport Lisboa e Benfica e do F.C.Porto Ferpinta – jogos de risco elevado.Calendário de jogos referente ao playoff Final do II Campeonato da LPB: 3ª Jornada – 04/06/2010 FC Porto Ferpinta – Sport Lisboa Benfica – 21:30 – Dragão Caixa 4ª Jornada – 06/06/2010FC Porto Ferpinta – Sport Lisboa Benfica – 16:00 – Dragão Caixa 5ª Jornada – 09/06/2010 Sport Lisboa Benfica – FC Porto Ferpinta – 21:00 – Império Bonança 6ª Jornada – 13/06/2010 FC Porto Ferpinta – Sport Lisboa Benfica – 17:00 – Dragão Caixa 7ª Jornada – 16/06/2010Sport Lisboa Benfica – FC Porto Ferpinta – 21:00 – Império Bonança


Moncho López: «Agora temos mais hipóteses»

O treinador espanhol concedeu uma entrevista ao Eurobasket, que transcrevemos na íntegra e que pode ler nos detalhes desta notícia, onde aborda, entre outros aspectos, a preparação da Selecção Nacional, os encontros que a equipa vai disputar no próximo Verão, bem como a final do playoff da Liga.

«O técnico de Portugal, Moncho Lopez, elogiou a decisão da FIBA Europa em aumentar o número de equipas de 16 para 24 para o Eurobasket’2013. Os portugueses conquistaram os corações de todos os espectadores com uma exibição sólida no Eurobasket’2007, em Espanha, mas ficaram de fora da Eurobasket’2009, falhando o acesso à fase final na Ronda de Qualificação adicional. “É uma notícia fantástica para Portugal. Acho que agora temos mais hipóteses de nos qualificarmos para o Eurobasket 2013”, disse a Basketball World News.”Acima de tudo, esta alteração da FIBA Europa é um incentivo para os jogadores portugueses, que estão destinados a aparecer nessa competição tão importante. É um evento de Basquetebol Europeu em que todos desejam estar”, referiu Lopez, que sabe muito bem o quão especial é esta prova, afinal, há sete anos Moncho Lopez treinou uma jovem equipa espanhola, que incluía Pau Gasol e Juan Carlos Navarro, que chegou à medalha de prata na Suécia.”Esta decisão diminui de certa forma a carga que tínhamos sobre os nossos ombros pelo facto de termos de enfrentar adversários mais experientes”, disse Lopez. “Em alguns casos, tivemos que jogar bem para além dos nossos limites.” Quanto à equipa de Portugal, este Verão Moncho pretende fazer algumas melhorias. “Vou promover dois ou três jogadores jovens que tenho vindo a acompanhar desde há algum tempo.”Tornarei públicos os seus nomes num futuro próximo.” Portugal vai reunir-se a 4 de Julho para iniciar sua preparação para a dura campanha da Divisão A, na esperança de alcançar EuroBasket do próximo ano, na Lituânia. A equipa está incluída no grupo C, juntamente com a Geórgia, Bélgica, Bulgária e Polónia. “Em teoria, os nossos adversários são melhores que nós. Mas nós somos experientes o suficiente para saber que os jogos têm de ser ganhos no campo e não com conceitos teóricos. A Bulgária e a Polónia são os mais fortes adversários do grupo”, analisou treinador. A Bélgica não será uma surpresa, tal como a França descobriu no último Verão, quando os belgas ganharam aos “bleus” o primeiro jogo do Adicional de Qualificação Final. Para entrar na fase AQR Final, a Bélgica teve de bater o conjunto português. “No ano passado perdemos dois jogos com a Bélgica, mas mostrámos que podemos jogar ao mesmo nível. Honestamente, a Geórgia é uma equipa desconhecida para mim, não sei muito sobre o seu jogo”, reconheceu, acrescentando: “Enfrentar essas equipas em casa, com a presença dos nossos adeptos, será uma grande experiência para nós.” Bósnia Herzegovina, Croácia, República Checa, Alemanha, Itália e Eslovénia têm expressado interesse em serem anfitriões do EuroBasket’2013. Portugal seria ambicioso ao ponto de adicionar o seu nome à lista de países candidatos? “Portugal tem as infra-estruturas, boa imprensa e os fãs de basquete, que vivem intensamente o jogo, mas essa decisão não passa por mim. Pessoalmente, adoraria que isso viesse a acontecer.” Há um ano, Lopez aceitou o duplo desafio de liderar a Selecção de Portugal e o FC Porto Aproveitou a oportunidade e encontra-se no bom caminho, pois neste momento está a disputar a final do playoff. Mas enfrenta uma dura batalha para conquistar o título. O FC Porto tem nesta altura uma desvantagem de 2-0 contra o seu rival, o Benfica, na série à melhor de sete. Esta sexta-feira, o FC Porto irá receber o Benfica, no jogo 3. “Nós vamos conseguir virar o resultado. Esperava mais dos meus jogadores nos dois primeiros jogos, mas o Benfica jogou bem e mostrou alguma qualidade.” Portugal vai iniciar a sua preparação para o EuroBasket’2011 no dia 4 de Julho com um grupo preliminar de 14 jogadores. Lopez irá reduzir o grupo para 12 antes do período de preparação final. A equipa portuguesa espera disputar um torneio internacional com Angola e Jordânia, duas equipas que vão estar presentes no Campeonato Mundial FIBA, na Turquia, este Verão.»


Rui Fonseca: «Tínhamos mais responsabilidade»

O treinador da equipa recorda que o grupo sentia a pressão de ter de defender o troféu na temporada passada mas, assegura, por outro lado também sempre sabia que as pessoas tinham confiança nos jogadores.

Foi fácil para si como treinador e líder do grupo manter a ambição, transmitindo sempre o desejo de voltar a ser campeão? Não foi nada fácil, só foi possível porque trabalhámos muito durante a época e tínhamos mais responsabilidades porque estávamos a defender o título nacional. Senti muito durante o campeonato nacional e ainda mais na final-4 que as pessoas que adoram o Vasco estavam com muita confiança neste grupo. A apreciação que fazem da sua equipa, é que se trata de um grupo com algum talento individual mas um exemplo na entrega e na atitude. Na sua opinião o trabalho supera as qualidades inatas num jogador de basquetebol? Não concordo muito, porque os meus atletas têm muito individual, só que trabalham muito em grupo e isso disfarça o valor deles ao nível individual. Mas só com um grupo de atletas assim é que conseguimos fazer história no clube e ser bicampeões nacionais. Um atleta só cresce com muito trabalho e eu sou muito duro com eles nesse ponto (só com dedicação, atitude e muito empenho se consegue chegar lá). Com estes dois sucessos consecutivos acha possível a curto prazo ter uma equipa sénior do Vasco da Gama nos escalões superiores da modalidade? Nesses escalões não sei se vai ser muito fácil porque os dias de hoje financeiramente não estão nada bons para os clubes. Mas sempre os mentalizei que para o facto de terem de trabalhar para chegarem todos aos seniores do clube, o que já era um feito muito bom. O que gostaria de ver alterado ou melhorado na formação e no seu clube para que o sucesso pudesse ser cada vez maior? A nível da formação acho que se está a trabalhar bem com os nossos jovens; este ano assisti a muitos jogos a nível nacional de vários escalões e vi a grandes encontros com qualidade. No meu clube gostava de ter outras condições para estes magníficos atletas que são os únicos a nível do país a trabalhar sem terem um pavilhão. Miguel Toreia foi um dos “heróis” do Vasco da Gama nesta final 4 e o atleta elogia toda o desempenho de toda a equipa, desde os jogadores aos treinadores.Qual a sensação de serem os melhores do país?A sensação é boa e ainda custa acreditar porque, além de termos sido campeões nacionais, o nosso grupo é fantástico. E também com os treinadores que temos que fizeram de nós os melhores do país.Em algum momento da final 4 sentiram ou chegaram a pensar que não seriam campeões?Sim, no momento em que estávamos a nove pontos na partida frente a Sanjoanense. Achei que ainda era possível serem eles a fazerem a festa em vez de nós.Qual foi o adversário mais complicado que defrontaram nesta fase final?O mais complicado foi a Sanjoanense porque ao longo da época sempre nos criou problemas. Têm uma boa equipa e foi claramente o adversário mais complicado.O que significa ser um jogador vascaíno? Um jogador vascaíno olha o Vasco como uma ” família ” e sabe que pode contar com tudo e com todos. Um jogador vascaíno é também um jogador que tem orgulho na camisola que veste e faz tudo pelo clube. Tudo aquilo que mostrámos no passado fim-de-semana na final 4 foi a prova de como se é vascaíno e como também se joga à Vasco.


Carlos Cântara: «Deixaram tudo em campo»

O Guifões foi promovido à Proliga, é um histórico da modalidade e ainda “vai dar que falar”

O antigo atleta do Guifões Carlos Cântara – que ali iniciou o seu trajecto como treinador –, regressou na época passada às suas funções de técnico de basquetebol. Depois de um interregno de 10 anos, e após uma curta passagem pelos escalões de formação feminina no clube, o desafio de comandar esta época o escalão sénior do Guifões foi coroado de enorme sucesso. “De facto esta época superou as expectativas dos mais optimistas! É um orgulho enorme regressar ao clube onde fiz a minha formação como atleta e dei os primeiros passos como treinador, ainda para mais ajudando a escrever uma página bonita na história do clube: 40 anos depois, o Guifões Sport Clube conquista um Campeonato Nacional em Seniores Masculinos!” Naturalmente, e uma vez que era a primeiro ano de trabalho, as metas que foram estabelecidas pelos directores do Guifões para esta temporada eram bem mais comedidas que o resultado final atingido. “O objectivo definido pela Direcção era a manutenção na CNB1, mas o grupo rapidamente assumiu o desejo de fazer igual e se possível melhor que a época passada (finalista da CNB1 Norte).”, explica-nos o treinador. A final da zona Norte, frente ao ACR, parecia que iria tornar-se num pesadelo. A pesada derrota sofrida em Vale de Cambra no 1º encontro da série, disputada à melhor de 3 jogos, fazia prever um desfecho diferente da ronda. Embora tenha sido um dos piores momentos da época, Carlos Cântara serviu-se desse mau resultado para retirar do grupo de trabalho tudo aquilo que ele poderia dar. “A derrota sofrida no 1º jogo foi, na minha opinião, um dos momentos-chave para o sucesso desta época. Esse jogo demonstrou-nos que teríamos que trabalhar muito para vencer a eliminatória. Só talento e inspiração não eram suficientes, era preciso transpiração, humildade e muito coração! Por outro lado, os jogadores estavam feridos e muito tristes pela instituição e pelos fantásticos adeptos que nos acompanharam e apoiaram desde o 1º minuto. Assim, foi com muita humildade, espírito de sacrifício e de missão que encarámos os restantes jogos desta época… e o trabalho foi recompensado!” Como em qualquer equipa que vence uma competição existem sempre qualidades a destacar no grupo de trabalho. O técnico da equipa nortenha sabe bem o que fez esta equipa tornar-se campeã da CNB1, tendo derrotado de uma forma clara o Algés na final da competição. “Antes de mais, gostaria de deixar aqui uma palavra de apreço ao Algés, que nos criou muitas dificuldades e foi um digno representante da zona Sul. Os pontos fortes deste grupo de trabalho, são sem dúvida o imenso querer, a garra, o espírito de sacrifício e a forte união do grupo. Deixam tudo em campo e foi, para mim, um prazer enorme trabalhar com este grupo fantástico!” O Guifões é um clube histórico da modalidade, que já passou pelo escalão principal do basquetebol. Isto é um sinal claro de que o clube está a dar passos seguros rumo aos escalões principais e não um mero acontecimento casual. “Vencer a CNB1 e a garantir a consequente subida à Proliga é o corolário de todo o trabalho desenvolvido e que permite que o Guifões seja hoje um dos principais clubes de basquetebol portugueses, com mais de 300 atletas inscritos. Por outro lado, o Guifões tem todas as condições para realizar projectos competitivos mais ambiciosos, que lhe possam dar projecção para atrair qualidade e investimento. Estou certo que este clube vai dar que falar!”


Nuno Manaia: «Foi a vitória da garra»

O treinador (que também orienta as seniores) não esconde o orgulho na atitude das suas jogadoras que, afiança, “comem os tacos se for preciso”

Um triunfo muito sofrido o que o torna muito provavelmente ainda mais saboroso? Sem dúvida, foi a vitória da garra e do acreditar sempre até ao fim. Sabíamos que o Olivais era um adversário muito forte, com boas jogadoras e uma estratégia bem delineada. Valorizaram muito o nosso triunfo. O que se alterou durante o decorrer do jogo para que fossem capazes de recuperar de uma desvantagem de 19 pontos? O Olivais tinha dominado sempre a partida até ali, e nós estávamos a perder por 19 pontos a 12 minutos do fim. Quando se chega a esta situação, ou sentamo-nos e desistimos, ou continuamos a incentivar a equipa, mesmo tendo a consciência de que será uma tarefa quase impossível. Foi o que fiz. Tentámos pressionar mais a bola e penso que perdemos o medo. O Olivais começou a falhar os lançamentos e a perder bolas e nós a sairmos em sucessivos contra-ataques. Quando demos por nós estávamos em “cima” dos Olivais, em 8 minutos. Revê nesta equipa potencial para ser uma base de uma equipa sénior com sucesso na Liga? A Luzia Lampreia, a Luiana Livulo e a Telma Fernandes já fizeram parte da equipa de seniores esta época, aliás, as duas primeiras já faziam o ano passado. A Catarina Neves esteve lesionada durante toda a época e só apareceu nesta fase-final, mas também pertencia ao plantel. Mas temos mais jogadoras que podem vir a fazer parte.O sucesso na Liga é algo que procuramos também, e estas jovens têm valor para se assumirem, mas isso é uma coisa que por vezes não depende só delas… Para triunfar na Liga Feminina são precisos outro tipo de apoios. Mas numa coisa eu acredito: elas são um exemplo de trabalho e todas sabem o que têm que fazer todos os dias. Nunca irão envergonhar o nome do clube, comem os tacos se for preciso. Este triunfo é a confirmação do bom trabalho feito na formação de um clube que sempre teve tradições nessa matéria? O facto de o GDESSA ser o clube que tem mais títulos de juniores femininos é realmente uma prova do bom trabalho realizado na formação. Mas não é só isso. A nossa equipa de seniores tinha este ano uma média de idades inferior a 20 anos, estrangeiras incluídas. Mas este trabalho precisa de ser consolidado, ainda podemos fazer mais, e temos muitas coisas a melhorar.


«Ter a sensação que demos tudo»

O treinador diz que “é motivo de grande orgulho” o facto de a equipa ter chegado a esta fase da prova.

Quais os objectivos da sua equipa para esta fase final? Passam por fazer o melhor possível, dignificar o nome da Ovarense e chegar ao fim da competição com a sensação de que demos tudo. Se no final conseguirmos obter a vitória tanto melhor! Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Cumprimos claramente os nossos objectivos: fomos campeões distritais e apurámos para esta fase final. Numa época que já vai longa, termos a possibilidade de jogar para sermos campeões nacionais, é muito positivo. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? No nosso caso já é uma realidade, pois a maior parte das atletas integram a equipa sénior. Se conseguirmos formar a vencer melhor ainda, mas não deve ser só com as vitórias que devemos manter ou motivar os nossos atletas. Devem existir outros objectivos bem definidos, realistas e exequíveis, e lembrar que o sucesso e o insucesso está presente, não só no desporto, mas também nas suas vivências pessoais. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? É uma realidade que tem vindo a melhorar. Os centros de treino são uma realidade, mas só isso não é suficiente. É necessário melhorar a comunicação entre todos os intervenientes, seleccionadores (nacionais/distritais) e técnicos do clube. Se tivermos uma organização bem estruturada, com objectivos definidos, mais facilmente se pode atingir patamares que pretendemos, ou seja ter melhores resultados no futuro. Se continuar esta ausência de interacção e com falhas constantes na “mensagem” (que não passa), vamos continuar a sentir dificuldades no panorama europeu. Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Na minha opinião, chegar a uma fase final nacional já é motivo de bastante orgulho, visto que existiam muitas equipas fortes no nosso campeonato e nós mostrámos a nossa força ao superá-las para chegar a esta etapa. Foi um prémio justo estar nesta fase, mas pode tornar-se um prémio melhor se ganharmos e trabalharmos como equipa, e se superarmos as expectativas, aí é um prémio justo. Independentemente de sermos o número um, dois, três ou quatro de Portugal, foi justo estarmos aqui. Maria Jardim, a capitã de equipa, enaltece o facto de a Ovarense ter sido sempre muito consistente ao longo de toda a temporada. Qual foi, na sua opinião, o momento decisivo da época para até chegar aqui? Penso que não houve um momento decisivo esta época porque fomos sempre muito constantes em todo o nosso esforço e trabalho. No entanto, posso salientar que os pontos fortes foram, sem referir nomes, as vitórias sobre as equipas que nos tinham derrotado na 1ª volta do campeonato nacional.O que gostaria de atingir no basquetebol?Visto que estamos na fase final nacional, o meu primeiro objectivo seria a conquista do título. Trazer-me-ia imensa alegria porque seria a minha primeira taça de basquetebol a nível nacional. Para além disso, um dos meus objectivos pessoais é chegar à selecção nacional, apesar de reconhecer que tive alguns altos e baixos durante este campeonato e de haver muitas raparigas com mais qualidades do que eu.Já pensou como gostaria de festejar caso vença a fase final?Para mim, a melhor forma de festejar o título de campeã nacional seria junto das amigas de equipa, do treinador e restante equipa técnica, bem como com os pais que nos acompanharam e nunca nos deixaram sozinhas durante toda a época. Seria histórico e gratificante


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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