Artigos da Federaçãooo
«Precisamos de mais vontade e espírito de luta»
Na superflash de antevisão do desafio, o treinador Moncho López adiantou que vai pedir «mais vontade e espírito de luta» à equipa para repetir as vitórias alcançadas nos dois encontros em Ovar.
À espera de surpresas«Os dois primeiros jogos foram muito difíceis, imagino que o terceiro ainda vá ser mais, pelas características das equipas. Como o último jogo foi no domingo, há tempo para apresentar surpresas tácticas. Estamos a preparar a equipa para isso.»Mais coração«Jogamos contra o segundo classificado da fase regular, uma equipa muito experiente, com dois jogadores com muita capacidade para definir jogos e para os controlar, que são o Nuno Manarte e o Miguel Miranda. A Ovarense vale pelo seu colectivo, mas estes dois génios do basquetebol causam-nos muitos problemas. Preciso que os meus jogadores estejam mais desejosos de lutar, tenham muito coração, porque estes jogos exigem muito a nível mental. Precisamos de mais vontade e espírito de luta para ultrapassar esta eliminatória.»Repetir títulos do hóquei e andebol«Somos Porto, somos Dragões e trabalhamos no Dragão Caixa, com o hóquei e o andebol, em permanência. Queremos conseguir mais um título de campeão, mas por agora pensamos só no jogo de sexta-feira. Esta época o basquetebol já tem dois troféus (Taça de Portugal e Taça Hugo dos Santos) e penso que está a ser uma temporada fantástica para as modalidades.»
«Fundamental recuperar união»
O treinador Fernando Sá fala em união como forma de ultrapassar o momento menos positivo vivido pela formação minhota na deslocação que fez até Lisboa.
Naturalmente que os actuais campeões nacionais reuniam maior dose de favoritismo à partida desta meia-final, frente ao conjunto minhoto. O domínio absoluto revelado pelos encarnados nas duas primeiras partidas é que talvez não fosse tão esperado por todos aqueles que acompanham mais de perto a modalidade. Algo preocupante para o Vitória, quanto mais que agora os comandados de Fernando Sá terão de vencer três jogos consecutivos aos benfiquistas para estar presente na final. “Temos que dar uma imagem totalmente diferente daquela que deixámos nos jogos em Lisboa”, afirmou o treinador Fernando Sá. O jovem treinador vimaranense deu a cara pelo grupo de trabalho e, embora reconhecendo que a prestação da equipa esteve longe de o agradar, mais do que os aspectos técnicos e tácticos, aponta a coesão do grupo como sendo o elemento fundamental para mudar as coisas. “É fundamental recuperar o mais rápido possível a união entre todos os atletas. Foi essa a nossa grande força ao longo da época e, se não a recuperarmos, corremos o risco de repetir a prestações de Lisboa.” Foi notória a falta de alegria e entusiasmo no seio da equipa vitoriana, que em momento algum no decorrer dos dois primeiros jogos conseguiu sequer discutir o resultado. Sem retirar o mérito à formação encarnada, que o tem e não é pouco, o V. Guimarães já demonstrou que pode colocar outro tipo de problemas aos actuais campeões nacionais. Lista dos jogos 3 e 4 da ronda para este fim-de-semana:Sexta-feira, dia 21 de Maio21.15 horas – Vitória Guimarães x SL Benfica – Sport TVDomingo, dia 23 de Maio16 horas – Vitória Guimarães x SL Benfica
«Queremos o título nacional»
“Vamos com vontade de disputar a vitória em todos os jogos”, garante o técnico.
Como antevê a presença da sua equipa na fase final? Naturalmente com vontade de disputar a vitória em todos os jogos e portanto conquistar o título nacional. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Sim. O resultado natural, sem retirar valor às equipas que defrontamos, seria o apuramento para esta fase final. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? Formar a vencer. Creio que esta expressão define exactamente o que pretendemos no clube. A exigência de formar bons jogadores implica também o hábito e a experiência da vitória, porque para vencer é necessário ser competente. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? A realidade não sendo muito boa, é melhor do que o passado recente. Creio que nos escalões etários sub-15 e sub-16 existe um conjunto de jogadores bastante promissor. Teremos nós treinadores e clubes saber extrair deles todo o potencial que possuem e prepará-los melhor do que no passado. Quanto aos resultados das selecções jovens, acredito que face ao que referi anteriormente os resultados melhorarão, mas temos de ter a noção que nunca seremos um país de topo no basquetebol. ———————–Pedro Catarino considera um “objectivo mínimo” o apuramento para esta fase final e, a partir de agora, a ideia passa pela obtenção “da melhor classificação possível”. Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Não diria que o apuramento para a fase final seja um prémio mas sim um objectivo mínimo da época atingido, e agora que estamos presentes queremos ter a melhor classificação possível, sendo o primeiro lugar o verdadeiro prémio de uma longa época de muito trabalho e dedicação de toda a equipa. Tem conhecimento das equipas adversárias? Sim claro, desde o início da época que tenho grandes expectativas com este grupo, logo procurei informar-me o máximo possível, quer vendo vídeos das equipas adversárias, quer trocando impressões com atletas rivais, com quem me relaciono, e obviamente, trocando impressões com o meu treinador. Com certeza que todos os jogadores das outras equipas têm a mesma linha de pensamento que eu, logo trataram de se informarem de forma semelhante à minha. Como foi o trajecto até chegar aqui? Bastante tranquilo, alguns jogos difíceis mas era já o que estávamos a espera. Prova disso é o facto de em toda a época até agora termos apenas duas derrotas, das quais apenas uma com uma equipa do escalão sub-20. ———————André Cristiano não tem dúvidas que a presença dos dragões nesta fase do campeonato “é um prémio justo”. O jogador lembra que a equipa trabalhou arduamente para chegar até aqui… Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Penso que é um prémio justo a nossa participação na fase final, após toda esta época de trabalho, mas não me contento apenas com a participação, pois toda a equipa pretende alcançar o título nacional. Durante toda a temporada trabalhámos diariamente para atingirmos o objectivo do título nacional. Tem conhecimento das equipas adversárias? Sim. O CD Póvoa é uma equipa que já defrontámos por 5 vezes esta época e já conhecemos os seus pontos fortes. Quanto as duas equipas do sul, ainda não realizámos nenhuma partida com qualquer uma desta formações, mas conhecemos os seus jogadores mais influentes por já nos termos encontrado em fases finais anteriores e pela observação que os nossos treinadores efectuaram. Como foi o trajecto até chegar aqui? Na minha opinião, acho que tivemos um trajecto muito regular. Conseguimos apurar-nos facilmente para a fase final e a partir daqui, tirando 3 ou 4 jogos, foi tudo muito acessível, tendo mesmo terminado esta fase sem derrotas. É no entanto de salientar que o alcançar desta final four se tornou fácil devido ao nosso trabalho e empenho.Pav. Desp. Mun. Póvoa de Varzim21.05.2010 – 6ª feira20H30 – FC Porto x SL Benfica22H30 – FC Barreirense x CD Póvoa22.05.2010 – Sábado18H00 – Vencedor 1ºJg x Vencido 2º Jg20H00 – Vencedor 2º Jg x Vencido 1º Jg23.05.2010 – Domingo15H00 – Vencido 1º Jg x Vencido 2º Jg17H00 – Vencedor 1º Jg x Vencedor 2º Jg
«Fomos ganhando confiança»
Diz que a equipa ultrapassou dificuldades e alguns medos, estando nesta altura muito motivada
Como antevê a presença da sua equipa na fase final? Como coordenador do clube estou realmente entusiasmado por termos conseguido alcançar este ponto alto nacional, depois de 6 anos de trabalho árduo para reestruturar o trabalho de formação, com um maior investimento nos escalões mais jovens. Como técnico da equipa, fico muito satisfeito pelo empenho e pela dedicação das atletas durante toda a temporada, onde fomos ultrapassando dificuldades e alguns ‘medos’, e fomos ganhando uma confiança que finalmente nos levou à Fase Final Nacional. Nestes momentos, vejo a minha equipa motivada e com muitas ganas de fazê-lo bem em Idanha. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Quando delineamos os nossos objectivos, sempre o fazemos a médio-longo prazo. É evidente que no caminho do desenvolvimento da nossa programação de trabalho, encontramos “momentos competitivos” mais relevantes, e como treinadores temos que estar preparados para dar resposta a estes momentos, que para as atletas são marcantes (como foi no nosso caso a vitória na Final Distrital frente a AD Sanjoanense por apenas 1 ponto). À medida que avança a temporada e os resultados continuam a aparecer, é importante perspectivar novas metas como meio de motivação para as nossas atletas e é nesse momento que sentimos que podíamos estar na Fase Final Nacional, tendo trabalhado para isso. Nas duas últimas épocas, a nossa equipa de Sub-14 Feminina (actual equipa de Sub-16) ficou sempre às portas da Fase Final Nacional… era importante atingir este objectivo para o grupo e, uma vez conseguido, é por mais evidente que vamos dar tudo por tentar conquistar o título. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? A verdade é que é mais fácil formar atletas quando se ganha que quando se perde, mas também é importante educar as atletas para a derrota e para a vitória. O problema não é “ganhar ou perder”, mas sim dar prioridade à vitória frente a aspectos e valores educacionais que vão acompanhar as atletas durante toda a vida (educação, responsabilidade, respeito, colaboração…). Evidentemente, na sua formação antes de chegar aos escalões de seniores, as atletas devem aprender a lidar com a vitória e a derrota de maneira construtiva, pois de não consegui-lo não estou a ver que tenham sucesso nem na sua vida desportiva nem na sua vida pessoal. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Vindo de uma realidade diferente como é Espanha, onde existe um modelo de jogo aceite por todos e onde existe uma linha de trabalho desde o minibasquete, penso que falta uniformidade no trabalho de formação em Portugal. Não me parece que exista coesão entre os técnicos das diferentes Selecções Nacionais (não vejo continuidade no trabalho realizado nas selecções de sub-16, sub-18 e sub-20), não me parece que exista muito diálogo entre os Seleccionadores Nacionais e os Seleccionadores Distritais (Portimão foi prova disso, sendo que cada selecção fazia o que queria sem haver um fio condutor entre todas elas), e também não me parece haver muita empatia entre os Seleccionadores Distritais e os Técnicos dos clubes. Em resumo, penso que o que é mais necessário é ter mais momentos de discussão entre os treinadores, onde trocar impressões, ideias e filosofias abertamente, pois sem lugar a dúvidas é o mais enriquecedor para o nosso crescimento como pessoas e como técnicos. Enquanto às Selecções Jovens, é claro que existem condições (fiquei surpreendido pelas ‘potenciais’ atletas que vi em Portimão – com físicos impressionantes), mas não é suficiente se não houver vontade de todas as partes. Todos nós temos que trabalhar para ajudar, desde os clubes até a Federação, sabendo que nós (treinadores) somos pedras angulares para o sucesso ou insucesso deste processo. ——————————————————————————————————————————A capitã Ana Graça considera esta presença na fase final uma recompensa pelo trabalho desenvolvido ao longo da época e que o triunfo seria a cereja no topo do bolo… Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Chegar a uma fase final é como se fosse uma “recompensa” de todo o nosso trabalho ao longo do ano e é gratificante, pois tivemos de percorrer um longo caminho até chegar aqui. O mais importante é evoluirmos como jogadoras e não há nada melhor que uma fase final para isso… Vencer? Sim todas nós temos essa ambição, mas o facto de chegarmos aqui já foi bastante bom, ganhar seria “a cereja no topo do bolo”. Tem conhecimento das equipas adversárias? Sim, vai ser uma fase final muito equilibrada. Como foi o trajecto até chegar aqui? Percorremos um longo caminho até chegar aqui, muitas horas de treino, esforço e dedicação, com altos e baixos, fomos ultrapassando os problemas que iam surgindo, é com muita satisfação e alegria que aqui estamos e unidas esperamos alcançar o máximo. O que gostaria de atingir no basquetebol? Chegar o mais longe possível.———————A vice-capitã Andreia Branco salienta, por sua vez, que a equipa tem de estar muito concentrada… Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Na minha opinião já é um prémio justo para todo este ano de trabalho, claro que é sempre bom ganhar e se ganhássemos esta fase final nacional era “a cereja em cima do bolo”. Tem conhecimento das equipas adversárias? Sim, com duas delas já jogamos e a outra temos pequenas ideias. Como foi o trajecto até chegar aqui? Foi bastante atarefado mas recompensador. Tivemos de estar muito concentradas naquilo que queríamos, no nosso objectivo. O que gostaria de atingir no basquetebol? É sempre bom e acho que um sonho de qualquer jogador é ser campeão nacional . Agora é o meu maior objectivo, depois deste veremos o próximo.XXII Campeonato Nacional Sub 16 Feminino Calendário da prova a realizar no próximo fim-de-semana no Pavilhão Municipal de Idanha a Nova: 1ª Jornada – Sexta-feira, dia 21 de Maio 19:30 Horas 21:30 Horas 2ª Jornada – Sábado, dia 22 de Maio 15:30 Horas17:30 Horas 3ª Jornada – Domingo, dia 23 de Maio 09:00 Horas11:00 Horas
«Aproveitar para aprender»
A organização da prova vai ser da responsabilidade da Associação de Basquetebol de Castelo Branco, que escolheu Idanha a Nova como local para a realização do evento, nos dias 21, 22 e 23 Maio 2010.
Como antevê a presença da sua equipa na fase final? Quando conseguimos chegar a este ponto alto da competição, mesmo sendo uma equipa de sub 16, temos de pensar em competir, em disputar todos os jogos em aproveitar a oportunidade de estar entre as melhores equipas para aprender, melhorar e desenvolvermos todos os factores de trabalho físico, técnico, táctico e psicológico. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Quando iniciamos a época com a equipa de sub 16 os nossos principais objectivos dividem-se em 2 áreas: de participação e de competição. Muito resumidamente preparamo-nos para que a assiduidade e a disponibilidade das jogadoras ronde os 90% (em 3/4 treinos semanais); pensamos em primeiro lugar nas jogadoras do ponto de vista individual perspectivando-as para o futuro querendo que adquiram e aperfeiçoem a técnica individual dentro de um conjunto de conceitos ofensivos e defensivos do jogo colectivo. Do ponto de vista competitivo aquilo que pretendemos é alcançar uma prova Nacional, pois é aquela que proporciona a melhoria e a superação das jogadoras. Quando conseguimos, como aconteceu este ano, ficamos satisfeitos mas não altera a nosso trabalho. Passar a uma competição superior (Nacional) é a oportunidade que temos de trabalhar com os melhores e por isso só temos que aproveitar. Temos dados de referência colectivos como sejam o número de ressaltos e % que queremos garantir nos jogos; queremos recuperar mais bolas do que perder; queremos fazer 30% dos pontos da equipa em contra ataque, etc. Estes são alguns dos aspectos que trabalhamos com as jogadoras. Sabemos que garantir estes e outros dados é a certeza de estarmos a melhorar as jogadoras, logo, estamos a melhorar também a equipa. É claro que pensamos lutar pelo título, mas a nossa participação na fase final não se esgota aí. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? É claro que ganhar é melhor que perder, no entanto não nos podemos esquecer que só pode ganhar um e por isso ao treinador de jovens cabe a capacidade de entusiasmar as atletas a trabalhar sempre, mesmo quando perde pois como disse anteriormente o trabalho não se esgota, principalmente quando se tratam de jogadoras com 15, 16 anos. Não se ganha hoje pode-se ganhar amanhã, mas se não se treinar hoje de certeza que se perde amanhã. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Em geral é como tudo na vida, umas coisas boas e outras mal. No entanto gostaria que Portugal se concentrasse nas coisas boas e procurasse desenvolvê-las. Estamos muito melhores que há 50 anos (nem havia escalões: uma rapariga com 13 anos podia jogar nas seniores ao lado de outras com 25 anos). Estamos bem melhor que há 25 quando por volta dessa data iniciámos o trabalho com selecções jovens e criámos o primeiro centro de treino em Rio Maior. Há 10 anos era difícil encontrar atletas altas (havia algumas muito altas, mas a generalidade das equipas jogava com as jogadoras pequeninas pois elas é que “mexiam” na bola). Hoje já há a preocupação de procurar atletas altas e fortes mas trabalhamos menos os aspectos da técnica. As jogadoras correm mais, saltam mais, mas tecnicamente e também tacticamente são mais pobres. Há que investir nestes aspectos. XXII Campeonato Nacional Sub 16 Feminino Calendário da prova a realizar no próximo fim-de-semana no Pavilhão Municipal de Idanha a Nova: 1ª Jornada – Sexta-feira, dia 21 de Maio 19:30 Horas 21:30 Horas 2ª Jornada – Sábado, dia 22 de Maio 15:30 Horas17:30 Horas 3ª Jornada – Domingo, dia 23 de Maio 09:00 Horas11:00 Horas
«Defender título com humildade»
o Barreirense reina a confiança. O treinador da equipa de Sub-20 da margem Sul do Tejo conta-nos que esta época o grupo passou por algumas dificuldades (lesões, cedências de jogadores à formação sénior) mas acredita que os seus atletas estão preparados para voltar a festejar a conquistar do campeonato nacional do escalão
Como antevê a presença da sua equipa na fase final? Uma competição em 3 dias em que todas as equipas se defrontam é sempre muito duro para todos os participantes. Preparámo-nos o melhor possível para a competição e aquilo que espero dos meus jogadores é que joguem como têm feito durante a época e como temos treinado, porque dessa forma certamente que teremos hipóteses de alcançar os nossos objectivos. Apesar das dificuldades que a equipa tem ao longo da época devido ao facto de ter muitos jogadores no plantel sénior, e das lesões que nos foram aparecendo, julgo que estamos bem preparados para, com humildade, tentar defender o nosso título. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? No arranque da temporada estabelecemos como objectivo ir passando cada uma das fases e, ir formando uma equipa. Primeiro disputámos a fase interdistrital, onde alcançamos o 1º lugar e consequente apuramento para a Fase nacional Zona Sul. Nessa fase ficámos em 1º lugar conseguindo o apuramento para a Fase Final. Tendo em conta as épocas anteriores, achámos que tínhamos hipóteses de estar novamente presentes na Fase Final, e dessa forma, poder defender o Título Nacional, conquistado a época passada. Sendo certo que preparar atletas para, futuramente, alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? Vencer e saber vencer é sempre um factor de motivação, mas temos muitos exemplos de jogadores que fizeram o seu percurso de formação sem nenhum título Nacional e que se impuseram a nível sénior. Não creio que seja linear que quem ganha mais na formação seja um melhor sénior, o mais importante é os jogadores evoluírem e perceberem que só com esforço e uma vontade enorme de superação se consegue ir evoluindo e ganhar espaço no escalão mais alto. Claro que se formos capazes de percorrer esse trajecto de evolução e juntar-lhe participações em Fases Finais, é sempre uma mais valia para o atleta, porque lhe criamos desafios novos com novas situações de aprendizagem. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Julgo que todos os anos, nos jogos que vou observando, e nas Fases Finais dos vários escalões, estão sempre presentes jogadores com qualidades físicas e técnicas interessantes e temos algumas situações em que as nossas selecções fazem bons resultados. Para darmos um salto qualitativo e isto se repercutir ao nível das seleções, temos que pensar em melhorar a qualidade de treino nos escalões mais jovens, aumentando desta forma o número de praticantes e a qualidade dos mesmos. ———————————–Tiago Raimundo, por sua vez, reconhece que só os melhores chegam a esta fase do campeonato e que esse facto constituí um prémio pelo trabalho realizado. “Até aqui temos sido 100% vitoriosos neste escalão e é assim que queremos terminar, cientes de que iremos encontrar adversários valorosos no nosso caminho”, salienta o jogador Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer que assim seja? Chegar a esta fase da competição só está ao alcance das melhores equipas. Disputar estes jogos da final 4 é aquilo que todos ambicionamos desde o princípio da época, logo, o prazer de estar presente já é um prémio para todo o trabalho realizado. No entanto o prazer será certamente maior se pudermos juntar a alegria da conquista de um título nacional e é com esta mentalidade que trabalhamos dia após dia. Tem conhecimento das equipas adversárias? Sim, uma vez que para além de ser a terceira fase final consecutiva em que estas 3 equipas se defrontam neste escalão, muitos de nós partilhámos a experiência de integrar os trabalhos da Selecção Nacional sub-20. Penso que existe um conhecimento mútuo dos valores de todos os conjuntos. Para além disto, no nosso clube temos trabalhado de modo a conhecermos o melhor possível os nossos oponentes nesta fase final. Como foi o trajecto até chegar aqui? Encaramos esta fase final como o culminar de uma longa época, pois a maior parte da nossa equipa participou também no campeonato da LPB e partimos para esta fase com o objectivo de terminar a temporada com uma vitória. Até aqui temos sido 100% vitoriosos neste escalão e é assim que queremos terminar, cientes de que iremos encontrar adversários valorosos no nosso caminho. O que gostaria de atingir no basquetebol? Os objectivos mais imediatos passam pela conquista deste titulo nacional, com uma participação individual e colectiva de sucesso, e pela participação no Campeonato da Europa Sub-20, em Julho na Áustria. Ambiciono ainda ganhar o meu espaço na equipa sénior do Barreirense e afirmar-me no Campeonato da LPB.Pav. Desp. Mun. Póvoa de Varzim21.05.2010 – 6ª feira20H30 – FC Porto x SL Benfica22H30 – FC Barreirense x CD Póvoa22.05.2010 – Sábado18H00 – Vencedor 1ºJg x Vencido 2º Jg20H00 – Vencedor 2º Jg x Vencido 1º Jg23.05.2010 – Domingo15H00 – Vencido 1º Jg x Vencido 2º Jg17H00 – Vencedor 1º Jg x Vencedor 2º Jg
«Cada jogo é uma final»
Por isso pede às suas jogadoras que tudo o que foi trabalhado durante a época seja agora aplicado “200 por cento, com a máxima concentração, com muito espírito de sacrifício, empenho e trabalho de equipa”
Como antevê a presença da sua equipa na fase final? Antevejo-a com muito entusiasmo, é claro! Estar entre as 4 melhores do país é sem dúvida fruto de um trabalho sério e esta fase final é o culminar de muito investimento. Há dois anos, quando estivemos presentes na Fase Final de Iniciadas, pudemos sentir o quão difícil foi essa experiência de três dias de grande luta e cansaço. Este ano, temos a consciência que cada jogo é uma final para ganhar e tudo o que foi trabalhado, durante a época, tem de ser executado a 200 por cento, com a máxima concentração, com muito espírito de sacrifício, empenho e trabalho de equipa. Sendo certo que preparar atletas para futuramente alinhar nos seniores deve ser a principal preocupação dos escalões jovens, acredita que formar a vencer é a melhor maneira de os motivar e os manter empenhados na modalidade? O futuro das atletas em equipas de escalão superior é sem dúvida a minha principal preocupação enquanto treinadora, todavia, enquanto formadora, procuro não descurar a importância dos valores nestas jovens. O aumento do rigor, da responsabilidade, da concentração, exigência… contribuirá certamente melhorar as suas performances desportivas. Esse é o meu grande objectivo poder estar onde estão os melhores; é o caminho para evoluir! Ainda respondendo à sua pergunta, no que respeita aos níveis motivacionais, o treinador quando tem uma equipa homogénea e com vontade de ganhar garante parte do sucesso do seu trabalho, podendo, assim, dedicar tempo a desenvolver outros aspectos. Tendo em conta os objectivos delineados no arranque da temporada, já esperava poder chegar a esta altura da época a pensar na conquista do título? Os objectivos da época foram apresentados anteriormente. Participar no campeonato onde se encontram as melhores equipas e, neste caso, a fase final nacional, certamente seria um objectivo. Ser um objectivo não significa desvalorizar as outras equipas, mas sim, uma continuidade do trabalho que termina no seu ponto alto com a fase final nacional. Como caracteriza a realidade do basquetebol nacional na formação? Existem condições para melhorar os resultados das várias selecções jovens a curto-médio prazo? Vou ser um bocadinho dura… mas é o que penso. Para mim a caracterização do basquetebol de formação a nível nacional resume-se a um basquetebol sem orientação, cada treinador trabalha a sua equipa, como se fosse a sua quinta, não existindo uma orientação, uma linha condutora, um elo, tanto entre as equipas dos clubes, como entre as equipas das selecções nacionais e os clubes, salvo raras excepções. São as raras excepções que têm sucesso, como é o caso do Benfica, do Gafanha, da Sanjoanense e poucas outras equipas. Estes exemplos ou se tornam uma normalidade ou então o futuro do basquetebol vai continuar igual… A capitã Maria Amorim (MA), a vice-capitã Joana Moreira (JM) e a atleta Inês Viana (IV) contam-nos como é que a equipa está a viver esta fase final e não escondem o sonho que alcançar o título… Chegar a uma fase final de um campeonato nacional é o prémio justo para um ano de trabalho ou é preciso vencer para que assim seja? MA – Termos chegado à fase final já é muito bom, temos de ter em conta que nem todas as equipas conseguem chegar onde estamos… No entanto, claro que ganhar seria ainda mais gratificante depois de um ano intenso de trabalho. JM – Sem dúvida que chegar a uma fase final nacional é muito bom, muito gratificante, apenas se consegue com muito trabalho. No entanto, na minha opinião é ainda melhor vencer e ser reconhecido por todo o esforço e dedicação presentes durante uma época inteira. Penso que chegar a esta fase é realmente uma grande satisfação mas, para mim, o verdadeiro prémio e aquilo que mais ambiciono, juntamente com a minha equipa, que é a conquista do título. Chegar até aqui já é uma vitória, mas vencer a fase final seria uma batalha ganha! IV – Chegar a esta fase final não é um trabalho só deste ano, temos vindo a trabalhar neste objectivo há algum tempo. Penso que todo este trabalho e esforço está agora a ser reconhecido. Se é preciso vencer? Era fantástico e é esse o nosso desejo!Têm conhecimento das equipas adversárias? MA – Sim. São todas equipas fortes, mas acredito que estamos à altura. JM – Sim. IV – Sim, vai ser uma fase final bastante renhida.Como foi o trajecto até chegar aqui? MA – Um trajecto de muito trabalho, dedicação e, claro, sempre a aprender. Acho que acima de tudo aprendemos que uma equipa só é derrotada quando deixa de acreditar nas suas capacidades. JM – Foi um longo caminho, muito trabalho desde o primeiro dia. Lutámos e agárramos todas as oportunidades para chegar até aqui, mesmo passando por alguns momentos críticos. Somos uma equipa unida e há uma grande colaboração, quer da parte das atletas quer da parte dos treinadores, seccionistas e pais. Foram muitas e muitas horas de treino, mas como a nossa treinadora diz, é a “deixar o suor no campo” e a “comer o chão” que conseguimos chegar mais longe!IV – Esforço, trabalho, dedicação, poucas horas de sono mas valeu a pena. Voltaria a fazer tudo, a viver estes anos pois serei recompensada. Neste escalão é o sonho de qualquer jogador chegar e vencer uma fase final.O que gostariam de atingir no basquetebol? MA – Não pretendo fazer do basquetebol o meu futuro, mas enquanto puder quero continuar a evoluir, a esforçar-me para melhorar e, sobretudo, a tentar ajudar a minha equipa. JM – O basquetebol é uma importante parte da minha vida e espero ter a oportunidade de continuar a praticar. Apesar de não ser algo que eu queira fazer da minha profissão ou do meu futuro, tentarei sempre conciliar o basquetebol na minha vida e fazer dele algo sempre presente.IV – Jogar ao mais alto nível, continuando a representar a selecção portuguesa.XXII Campeonato Nacional Sub 16 Feminino Calendário da prova a realizar no próximo fim-de-semana no Pavilhão Municipal de Idanha a Nova: 1ª Jornada – Sexta-feira, dia 21 de Maio 19:30 Horas 21:30 Horas 2ª Jornada – Sábado, dia 22 de Maio 15:30 Horas17:30 Horas 3ª Jornada – Domingo, dia 23 de Maio 09:00 Horas11:00 Horas
Curso de Treinadores de Nível 1
Todos os interessados deverão enviar a sua inscrição para a Associação de Basquetebol de Leiria. A Taxa de inscrição no curso é de 100 euros e deverá o candidato entregar no acto de inscrição 1 fotografia e a fotocópia do Bilhete de identidade, bem como a ficha de inscrição para o referido curso, que poderão adquirir fazendo o download da mesma nos detalhes desta notícia.
Antonio Perez em Cantanhede
Antonio Perez faz parte da equipa técnica da Selecção Espanhola de Sub – 18 masc. que irá disputar o campeonato de Europa, em Julho, na cidade de Vilnius. Nas últimas cinco épocas foi o treinador principal do Basquete Corunha, equipa da LEB Prata espanhola.
Antonio Perez tem o Curso de Treinador Superior de Espanha, doutorado em Psicologia Desportiva e Licenciado em Ciências da Actividade Física e Desporto.No seu curriculum destacamos a presença nas selecções de Espanha como treinador da selecção de sub 19 que participou no Mundial de Auckland ( 2009)e da selecção de sub 20 no Europeu de Riga ( Medalha de bronze, 2008) . O Clinic será gravado em video e todos os inscritos receberão um duplo DVD. Caro companheiro treinador,coloca na tua agenda o Clinic.Brevemente abrirão as inscrições.
Abertura de Inscrições
A partir do dia 29 e até ao dia 14 de Maio estão abertas as inscrições para os cursos de Ponte de Lima e Amadora. Em breve, serão abertas inscri.ções para o curso do Porto. Para se inscrever consulte os detalhes da notícia.
Académica prepara a nova época
As reuniões com os restantes atletas e possíveis “caras novas” irão decorrer nos próximos dias. Quanto ao técnico Norberto Alves, está praticamente assegurada a sua continuidade, faltando apenas ultimar alguns pormenores de carácter logístico, que permitam à equipa outras condições de trabalho.
A Direcção da Secção de Basquetebol da Associação Académica de Coimbra congratula-se com a excelente prestação da sua equipa sénior masculina na época agora finda. Tendo em conta as limitações orçamentais e algumas dificuldades logísticas, a Académica conseguiu estar presentes em todos os pontos altos da FPB tais como o Play-Off da Liga Portuguesa de Basquetebol, Fase Final do Torneio António Pratas, Final Four da Taça Hugo dos Santos e Final 8 da Taça de Portugal.Nesse sentido, Luis Viegas (Presidente) e Carlos Gonçalves (Director Executivo) começaram de imediato a preparar a época 2010/2011, tendo praticamente tudo assegurado com o técnico Norberto Alves.Quanto aos jogadores e como era já do conhecimento público, estava já garantida a continuidade de Manuel Johnson.
José Araujo: «Que seja uma grande final»
O treinador alerta para a necessidade de vencer pelo menos um jogo fora de casa e não poupa nos elogios às suas jogadoras, com destaque para as “veteranas” Ana Castro e Ana Fonseca.
Em jeito de balanço e agora que é chegado o momento de todas as decisões, o treinador José Araújo considera que mais uma presença na final é um justo prémio para um grupo de trabalho jovem, exemplar na forma como trabalha e com vontade de aprender cada vez mais. “Primeiro gostava de agradecer às minhas jogadoras o facto de me darem a oportunidade de jogar mais uma final. É um grupo fantástico a trabalhar e tem sido realmente motivador treinar atletas tão jovens e poder observar a sua evolução. Foram oito meses de trabalho exigente, duro e sério, mas estar na final é uma recompensa para o esforço e ambição de todo o grupo.” “Tenho que destacar o papel fundamental de duas jogadoras, a Ana Castro (capitã de equipa) e a Ana Fonseca, as duas “veteranas” da equipa. O seu trabalho, diário e incansável, de liderança deste grupo não aparece nas notícias nem nas estatísticas, mas sem elas era impossível estar nesta final. A sua dedicação e compromisso com a equipa são um exemplo, elas são também responsáveis por todos os êxitos alcançados nestes três anos.” Palavra de apreço da parte do líder para com as suas atletas mais antigas, ao reconhecer que sem o apoio delas seria muito mais complicado gerir com sucesso o grupo até á final. Com o aproximar do início da final é normal que nervosismo comece a apoderar-se de todos. Nada que no entender do técnico da formação de Coimbra seja impeditivo para mais uma excelente promoção da modalidade, mais concretamente do basquetebol feminino. ”Estamos ansiosos para que comecem os jogos, o empenho tem sido total e a vontade de disputar esta final é enorme. Espero que seja mais uma excelente propaganda do basquetebol feminino, tenho a certeza que vai ser uma grande final.”O adversário desta final é sobejamente conhecido e tem sido o grande dominador da época. As vitórias na Supertaça e Taça Vítor Hugo, bem como o primeiro lugar alcançado no final da fase regular, atestam bem a qualidade do plantel vaguense, bem como a forma competente como é orientado. “O Vagos tem sido a equipa mais forte esta época, com todo o mérito. É uma das formações de topo da Liga Feminina nos últimos anos de forma consistente. Uma equipa com excelentes jogadoras nacionais e estrangeiras, uma equipa técnica muito experiente, sabem perfeitamente o que fazer dentro de campo. Sem dúvida um adversário muito difícil e que muito respeitamos.” Respeitar não significa temer e tal sucede com a equipa do Olivais que entra nesta final para tentar vencê-la. “Logicamente vão ser jogos extremamente difíceis e equilibrados, temos consciência do valor da equipa do Vagos, mas estamos na Final para competir.” Quem já viveu e disputou finais sabe bem qual é a importância de vencer um jogo fora de casa, de modo a evitar colocar-se numa situação de margem nula de erro. “Como primeiro objectivo ganhar um jogo em Vagos seria o ideal, apesar das dificuldades tudo vamos fazer para o conseguir.” A presença na final é objectivo que justifica todo o esforço e sacrifício dispendido ao longo de uma época e que merece grandes jogos com uma moldura humana à altura do acontecimento. “Esta é a melhor altura da época, onde todas as equipas querem estar, já provamos o nosso valor e agora queremos e merecemos desfrutar de todos os momentos desta final. Espero encontrar os pavilhões com muito público e mais uma vez conto com o apoio dos sócios e simpatizantes do Olivais. Como já disse várias vezes, sempre que estas equipas se defrontam o espectáculo é garantido, por isso deixo um convite aos amantes do basquetebol para que venham assistir aos jogos. Que seja uma grande final é o meu desejo.”Jogos da final do campeonato da Liga Feminina para este fim-de-semana:Sábado, dia 8 de Maio16 horas – AD Vagos x Olivais CoimbraDomingo, dia 9 de Maio18.30 horas – AD Vagos x Olivais Coimbra
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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