Artigos da Federaçãooo
«Playoff será equilibrado»
A equipa joga este fim-de-semana em Barcelos e se vencer passa para a 5.ª posição, por troca com o GDESSA. Sem preferência no emparelhamento para o playoff, o treinador Marcos Couto assegura que vai simplesmente jogar para a melhor posição possível.
Analisando o historial da equipa insular na presente temporada, a equipa do CAB Madeira parece ser um adversário a evitar. “Efectivamente o CAB é uma equipa com a qual não temos tido muita sorte este época, no entanto, não podemos esquecer que agora vamos iniciar o verdadeiro campeonato.” O último encontro a contar para a Liga Feminina, disputado na ilha Terceira, terminou com uma vitória frente ao Olivais. Mais do que um indicador da forma como a equipa vai surgir no playoff é demonstrativo do equilíbrio existente entre as equipas do topo da tabela. “A vitória sobre o Olivais, simplesmente significa que entre os primeiros seis classificados todos são capazes de se vencer mutuamente, o que acho que irá levar a um playoff muito equilibrado.” Embora tendo estado afastado dos primeiros lugares durante a fase regular, Marcos Couto não considera que a prestação da equipa até ao momento esteja abaixo das expectativas. Face às limitações orçamentais e do próprio plantel, os objectivos propostos foram todos alcançados, falta apenas agora saber qual irá ser o comportamento das açorianos, que tal como Marcos Couto afirma, agora é que se vai iniciar o verdadeiro campeonato. “Não concordo minimamente que a época esteja a ser uma desilusão, muito pelo contrário. Tínhamos como objectivo inicial estar em todos os pontos altos da época. Até ao momento esse é um feito 100% conseguido. Se atendermos ao facto de este ser o plantel mais barato da história do Boa Viagem, bem como às limitações no nosso jogo interior com a lesão da Ana Sousa, que não tem jogado nos últimos 2 meses, acho que só temos de estar satisfeitos, e com razões para olharmos o futuro com muita esperança. Somos um clube com os pés bem assentes na terra. Os nossos objectivos são estabelecidos dentro de portas e somos 100% fiéis a eles. A Guerra ainda não começou.”“Como é óbvio queremos mais, mas esse mais não pode ser conseguido à custa da nossa credibilidade e futuro. Basta olharmos à nossa volta temos bons exemplos do que quero dizer. Fazer equipas nas ilhas é muito diferente de fazer no continente e o segredo do Boa Viagem tem sido saber entender isso”, finalizou o técnico.Lista completa dos jogos da Liga Feminina para este fim-de-semana:Sábado, dia 20 de MarçoTodos os encontros terão início às 17 horasOlivais x AlgésAD Vagos x Quinta dos LombosCAB Madeira x União da MadeiraBarcelos x Boa Viagem
Cláudio Figueiredo: «Estamos bastante moralizados»
O técnico Cláudio Figueiredo explica nesta entrevista as razões pelas quais a equipa decresceu de produção e os motivos que a fizeram recuperar o estatuto de equipa sensação, tal como já tinha sucedido no início da temporada.
Vale o que vale, mas não deixa de ser um momento alto para o clube, derrotar sucessivamente FC Porto e Ovarense… Sabíamos que iriam ser dois jogos muito complicados e preparamo-nos muito bem. Tinha dito aos meus jogadores que não tínhamos nada a perder e que não existia qualquer pressão sobre eles. Tivemos ao nosso melhor nível nos dois jogos e foram duas vitórias muito importantes para conseguirmos atingir os nossos objectivos. Já pudemos observar duas versões bem diferentes do Sampaense durante o decorrer desta época. Consegue apontar os motivos pelos quais a equipa baixou drasticamente de rendimento, para algumas semanas mais tarde voltar ao meu melhor nível? Começámos muito bem o campeonato. Não tínhamos lesões e estávamos bem fisicamente. No mês de Dezembro e Janeiro tivemos algumas lesões e as condições de treino devido ao Inverno rigoroso, não foram as melhores. Nas últimas semanas temos trabalhado muito bem e com praticamente todo o plantel disponível. Estamos muito bem fisicamente e bastante moralizados. Como já tinha referido, só com muito trabalho é que podemos estar ao nosso melhor nível. A troca de estrangeiros acabou por influenciar positivamente a forma de jogar da equipa? O Bobby é um grande profissional e um grande homem. É um jogador de equipa. Estamos mais colectivos e todos os jogadores têm capacidade e liberdade para decidirem o melhor para a equipa. Na sua opinião, julga que este irá ser o Sampaense até final da fase regular? Acredita que o grupo vai conseguir atingir o playoff? Espero que assim o seja! Trabalhamos diariamente para nos tornarmos mais fortes e neste momento estamos muito bem fisicamente e mais colectivos. Melhoramos muito na defesa, que era o nosso ponto mais fraco e onde perdemos alguns jogos. O nosso principal objectivo é a manutenção. Mas todos queremos mais e queremos estar presentes no playoff. Para o ano de estreia do Sampaense no principal escalão seria muito bom e uma época bem
Curso de Treinadores de Nível II
A Escola Nacional de Basquetebol divulga datas, locais e corpo de formadores dos próximos cursos de Nível II. Estes terão lugar em Viana do Castelo – de 28 de Junho a 08 de Julho -, em Lisboa – de 13 a 23 de Julho – e no Porto – de 1 a 11 de Setembro -. Para o biénio 2010 /2012, a ENB nomeia as seguintes equipas de formadores de nível II (ver quadro em anexo):
«Vitória aproxima-nos do playoff»
A equipa quer garantir um lugar no playoff e um triunfo neste encontro seria ouro sobre azul para a formação de Ílhavo…
Apesar de o Illiabum ser quinto nesta altura do campeonato, a vantagem de que dispõe dos mais directos adversários na tabela classificativa não lhe permite qualquer espécie de relaxamento. “Temos a perfeita noção que apesar de sermos quintos tudo ainda está por decidir. Existe um grande equilíbrio entre o 5º e o 12º classificado. Queremos alcançar o nosso objectivo – apuramento para o playoff – e para que tal aconteça, teremos de ser mais regulares e consistentes”, refere o treinador Alexandre Pires. Sendo esta a sua primeira época como treinador principal na Liga, Pires em momento algum teve dúvidas quanto ao caminho que deveria seguir, mesmo quando no começo os resultados teimavam em não aparecer. “Apesar de o início ter sido difícil conseguimos reagir e inverter a fase menos positiva. Foi sem dúvida alguma importante acreditar no trabalho que estávamos a desenvolver, mesmo quando os resultados não eram os esperados. As dúvidas convivem com os treinadores e os treinadores com as dúvidas.” Depois de terem vencido, em casa, o FC Porto veio a desilusão frente ao Vagos. Após esta paragem, e com um Benfica “ferido” pela eliminação na Taça, só um Illiabum ao seu melhor nível poderá fazer aquilo que já não acontece há mais de 40 jogos para o campeonato. “Assim esperamos, mas temos plena consciência das dificuldades que iremos encontrar pela frente. Partimos sempre com o mesmo objectivo para todos os jogos, independentemente do grau de dificuldade de cada um. O nosso grande objectivo para este encontro é conseguir ser competitivo durante os quarenta minutos, tarefa nada fácil.” São muitas as armas apresentadas pela formação encarnada, mas o técnico ilhavense destaca alguns pontos como sendo indispensáveis de contrariar para ter aspirações a vencer o encontro. “Adaptação às alternâncias defensivas; controlar a saída para o contra-ataque; controlar o nosso ressalto defensivo; conseguir baixar a percentagem de lançamento e, principalmente, conseguir uma boa selecção de lançamento.” Um triunfo neste encontro significaria mais um importante passo rumo ao objectivo tão desejado. “Uma vitória no próximo jogo, não sendo decisiva, aproximava-nos do nosso objectivo, que é o playoff.”Encontros da ronda deste fim-de-semana da LPB:Sábado, dia 13 de Março16 horas – CAB Madeira x AcadémicaDomingo, 14 de Março15.35 horas – Illiabum x SL Benfica (trnsmissão Sport TV)16 horas – Vitória SC x Fíosica/Riberalves16 horas – Sampaense x Ovarense Dolce Vita17 horas – FC POrto Ferpinta x Vagos Norbain Lusavouga18 horas – Barreirense x Casino Ginásio
“A Influência da Intensidade na Qualidade do Treino.”
Esta prelecção será iminentemente prática, contará com a participação especial da equipa SUB 16 Feminina do NCR Valongo e o prelector será o Seleccionador Nacional SUB 16 Femininos – Ricardo Vasconcelos.O Tema da intervenção é: “A Influência da Intensidade na Qualidade do Treino.”Estão convidados todos os interessados, sendo que a iniciativa é de inscrição livre.”
Ordenação dos Candidatos
A ENB procede à ordenação dos candidatos ao curso de treinadores de nível 3 de acordo com o ponto 4 do regulamento. Para o devido curso estão convocados os primeiros 25 candidatos, ficando os restantes em lista de espera pela ordem definida na listagem. Aos candidatos não seleccionados, a Federação procederá à devolução das quantias enviadas
Gradeço: «Esperamos uma participação digna»
Francisco Gradeço refere nesta entrevista que sonha eliminar o Barreirense, o primeiro adversário que vai encontrar na competição.
O treinador não esconde a importância de estar presente nesta fase da prova, sobretudo que diz respeito à mediatização das equipas presentes. “Para o Aliança Sangalhos é um orgulho estar presente nesta final a 8 da Taça de Portugal. É um ponto alto onde todos gostam de estar, um excelente momento de divulgação da modalidade, das equipas que nela participam e dos seus patrocinadores”, conta-nos, entusiasmado. “Para os clubes da Proliga é a única oportunidade de poder ter uma transmissão televisiva e das poucas em que poderão ter algum espaço na imprensa escrita.” Mas nem tudo são rosas para os lados de Sangalhos. O técnico fala-nos em dificuldades económicas e esta presença no Entroncamento pode significar um bom retorno para os patrocinadores. “Actualmente o Sangalhos DC está com muitas dificuldades em conseguir os meios financeiros necessários para poder manter toda a sua actividade desportiva, face à estrutura de custos actual das competições em que participa. Nesta medida este é um momento de retorno significativo para todos os que apoiam.” No que diz respeito à competição em si, Francisco Gradeço não traçou metas, mas não esconde o desejo de superar o Barreirense, o primeiro adversário na prova. “O nosso pensamento está centrado no primeiro jogo e estamos a prepará-lo da melhor forma possível. É um sonho legítimo pensar que podemos ultrapassar o Barreirense, embora saibamos que será muito difícil. Só um Sangalhos ao seu melhor nível, com uma defesa sólida e coesa, com um grande sentido colectivo e eficácia no ataque, com uma grande capacidade de superação poderá seguir em frente. Esperamos ter todos os jogadores disponíveis e uma prestação digna”, refere o técnico, elegendo, depois, as equipas que considera favoritas:” Sem qualquer desrespeito pelos outros participantes, atendendo ao seu potencial e ao sorteio, penso que Benfica e Ovarense são os principais candidatos à final.”
Curso de Treinadores Nível I
Estando ainda por definir o local, onde se irá realizar.
Nuno Barroso: «Reorientámos os nossos objectivos»
Depois de um inicio bastante apagado, 5 vitórias nos últimos 6 jogos disputados. O que mudou para que isto fosse possível? Mudaram muitas coisas. Tivemos um início de época com muitas lesões que o tempo foi resolvendo; cometemos alguns erros de recrutamento que foram corrigidos; a competição de preparação e início da competição oficial foram muito severas para uma equipa jovem e inexperiente, mas os efeitos negativos desse período estão definitivamente resolvidos. Hoje o nosso plantel é mais equilibrado, temos uma noção mais clara sobre as exigências impostas pela competição e estamos mais seguros das nossas qualidades. Num ápice, a equipa passou de uma situação de descida para uma posição de luta por um lugar de acesso ao playoff. Será a essa a vossa luta até ao final da fase regular? No início da época definimos como objectivo colectivo a luta por um lugar no playoff. Porém, o frágil início de época obrigou-nos a reorientar os nossos objectivos. Desde então a nossa única preocupação consiste em tentar ganhar cada jogo em disputa e nada mais do que isso. Como esta orientação tem mostrado resultados muito favoráveis, não vejo motivo para a alterarmos, na certeza também que somos das equipas com maior margem de progressão da Proliga e com ambição de o demonstrar. O próximo encontro é frente ao Lusitânia, um derby da ilha Terceira. Concorda que, sendo sempre um jogo de elevado grau de dificuldade, vem numa altura muito favorável para a vossa equipa? Se consideramos o nosso desempenho desde o final da primeira volta, é claro que o jogo vem numa fase favorável para a nossa equipa. Contudo, atendendo à qualidade e competitividade do Lusitânia, não creio que esse seja, por si apenas, um factor de vantagem. Tem o privilégio de poder acompanhar mais de perto o próximo adversário. Que pontos destacaria como sendo os mais fortes da equipa do Lusitânia? Como pontos mais fortes do Lusitânia destacaria três, nomeadamente a liderança imposta em campo pelo Daniel, associada à qualidade das suas decisões, o contra ataque com jogadores muito efectivos para todas as tarefas dessa fase do jogo e o equilíbrio entre o jogo interior e exterior.Lista completa dos encontros da 16ª jornada do Campeonato da ProligaSábado, dia 27 de Fevereiro16 horas – Eléctrico FC x Aliança Sangalhos16 horas – Seixal FC x CD Póvoa/MonteAdriano17.30 horas – AngraBasket x Barcelos-Hotel Terço20 horas – Lusitânia x Terceira Basket21.30 horas – CBP/SentirPenafiel x Maia BasketDomingo, 28 de Fevereiro16 horas – Galitos FC x Academia
João Freitas revela alguns dos segredos do CAB
O técnico enviou-nos este interessante documento, que passamos publicar.
Foi-me proposto que falasse um pouco dos conceitos e das filosofias que levam a que considerem o CAB Madeira uma equipa que põe muita pressão, que defende com muita agressividade e que faz da forma como luta, uma arma sempre presente do início ao fim da cada jogo. Aceitei este desafio na esperança de dar início a um projecto que pretende ser de troca de informações, troca de experiências e que seja um espaço aberto de debate. Dois aspectos fundamentais se colocam. Primeiro aspecto Desde logo a escolha dos jogadores. Aqui o processo tem início. Desde logo jogadores que vão à morte com o treinador. Se este processo tem aqui falhas é impossível construir o que quer que seja. Para não ser muito maçudo vamos salpicar algumas ideias e conceitos… Saber que cada jogador é mais importante que o todo, mas saber também que o todo muitas vezes é mais importante que cada um. O indivíduo acima do conjunto. Mas indivíduos que vêem o conjunto como a forma de realçarem o seu individualismo. É muito difícil construir algum projecto em que alguém pense que pode estar à margem. Ninguém é mais importante que ninguém. A ideia de que precisamos muito de algum jogador vai sempre tirar-nos a capacidade de decidir bem. Eu digo… vivo muito bem sem o Kobe Bryant porque não o tenho… Sempre vivi como treinador sem os jogadores que tenho hoje. Por isso não necessitei deles para nada para chegar onde cheguei. Este desprendimento permite tomar decisões e levar os jogadores a treinarem até à exaustão. Com más caras mas com bons comportamentos. Paralelamente a esta ideia, os jogadores da equipa que treino hoje são os mais importantes e os melhores que já tive. Sem enganos e sem mentiras. Honestamente. São os que hoje tenho. Não há outro caminho. Nunca perguntar a um jogador antes de um treino como se sente, se está melhor. Se fazem menos assumem que o treinador já sabia da sua condição antes do treino ter começado. Se não está a 100% não treina. Se está no treino está a 100%. Sem queixas, sem dores, sem nenhuma justificação para nada que não seja fazer o máximo. Todos os jogadores no treino fazem o mesmo. Ideias de que…faço sempre os meus estiramentos… ou …costumo fazer isto… não têm justificação. Quer fazer as suas coisas então faz. Mas que seja antes ou depois do treino. No treino fazemos todos o mesmo. Nos aquecimentos fazemos todos o mesmo.Nada de corrida à volta do campo, nada de ginásio à parte, nada de fisioterapia na hora do treino. Jogador que está fora está equipado e a assistir ao treino como se dele fizesse parte. Nada de “mas” e nada de “ses”. Com o decorrer dos anos como treinador acredito que ou é branco ou é preto. Não há cinzentos que te distraiam. Não há caminhos alternativos para onde queres chegar. Nada de muitas conversas com os jogadores. Nada de muitas cumplicidades. Tenho na minha carteira uma frase do Winston Churchill “…Das palavras as mais simples. Das mais simples as menores…” Muitas conversas sempre te fazem refém daquilo que dizes. Jogador que está envolvido é o primeiro a fazer e a dar os exemplos. Esses sim podem falar e ser escutados. Olhar jogadores e falar cara a cara. Chamar as coisas pelos nomes. Simpático ou antipático. Nada de . ”.há jogadores aqui que…” Isto sempre com registo de vídeo das acções menos bem desenvolvidas. Muitas vezes os jogadores não têm noção dos seus erros. Nós também não. Mas isso não é motivo deste documento. Nunca recear a reacção de um jogador. Nunca fingir que não se vê. Se é para fazer, é necessário sempre parar quando não se faz. Nunca peço aos jogadores para fazerem o que não conseguem, mas muitas vezes peço para fazerem o que não querem. Nunca deixar um jogador fazer menos. Nada de caminhos fáceis. Nada de basquetebol a fingir. Bater um bloqueio é bater um bloqueio. Negar uma linha de passe é negar uma linha de passe. Não nega, repete. Não faz, saí e entra outro que faça. Não faz e contesta, fora do treino e multa. Com A, B ou C. Sem desculpas. Em que é que estas e outras mais coisas como estas fazem com que trabalhes mais e melhor? O facto de os jogadores sentirem que fazem parte de uma estrutura maior que eles. O facto de os compromissos serem assumidos por todos. Dos seus comportamentos, as suas reacções terem tratamentos diferenciados mas as regras serem seguidas por todos. São estas pequenas coisas que fazem os jogadores treinar e trabalhar melhor. Segundo aspecto O trabalho no campo. Como no anterior alguns salpicos do trabalho no campo. Quase nunca fazemos jogo 5×5 campo inteiro. O jogo tem tantas variáveis que se torna impossível controlar. Muitas das situações do treino decorrem de 2×2 3×3 e 4×4. No máximo corremos três campos. Sempre com regras de ter que parar o ataque um determinado número de vezes consecutivas. Depois podes, quer pelo ressalto ofensivo ou pela falta penalizar quem defende. O facto de dividirmos por equipas mais pequenas e por objectivos mais concretos levam a que a nossa atenção seja mais focalizada no que estamos a trabalhar. Os teus colegas pagam pelo teu erro. Imaginemos trabalho defensivo em que permitimos ressalto ofensivo. Logo quem não bloqueou fica a ver os colegas a pagar uma corrida campo inteiro. Não recuperar defensivamente. Todos os jogadores atacantes ou defesas têm que percorrer 3/4 do campo. Para o ataque ou para a defesa. Novamente se não recuperas-te ou se não ajudas-te no ataque, os teus colegas correm o campo. Fazer ver que os teus comportamentos afectam positiva ou negativamente os teus colegas. Trabalho em inferioridade numérica. 2×3 ou 3×4. Outra vez para o ataque um determinado número de vezes. Com objectivos na defesa que recuperação se pretende fazer? Que rotação? A intervenção dos treinadores sempre centrada em aspectos de trabalho. Fazer ver que quem trabalha nunca joga mal. Podes ter um mau dia lançando, passando, mas negar um passe, negar bola no poste baixo, bater um bloqueio sempre podes fazer bem. Insistir nestes aspectos defensivos. A intervenção sempre centrada em que, se tu não fazes alguém fará no teu lugar. E repetir e insistir no que está mal. Aqui tens que ter muito claro o que queres transmitir. O que queres trabalhar. Trabalhar à máxima velocidade e intensidade. O melhor colega é o que te faz a vida miserável dentro de campo. Quando defendemos sempre pressionamos. Não importa se adversário não lança, se não dribla. Não damos nada. Nem linhas, nem lançamentos, nem lados. Pressão máxima em todos e em todas as situações. Este talvez seja dos aspectos mais incompreendidos pelos jogadores. Sempre se baseiam no jogar esperto. “… se este não lança pode ficar só…” Claro que depois podemos dar mais isto ou aquilo, mas a ideia com que têm que ficar é que tens que tirar tudo. Só assim evoluis. Só assim pões problemas. Haverá com certeza mais conceitos. Haverá certamente outras opiniões. Esta é muita da filosofia e da forma de trabalho que adoptamos no CAB Madeira.
2º Curso Suporte Básico de Vida
Depois do êxito que foi o 1º Curso de Suporte Básico de Vida, em que vinte pessoas ficaram com capacidade de prestar os primeiros cuidados médicos aquando de uma situação de paragem cardiorespiratória, num claro envolvimento desportivo e, também, social, decidiu a Secção de Basquetebol da Associação Académica de Coimbra, com a colaboração da Administração Regional de Saúde do Centro e Direcção Geral da AAC e ministrado por elementos do INEM, organizar, nos próximos dias 23 e 24 de Fevereiro, no Centro de Saúde de Eiras, um novo Curso para mais vinte elementos da Secção, entre dirigentes, treinadores e pais.A boa opinião dos participantes do primeiro curso e, consequente contacto com outras pessoas, levou a que muitos interessados contactassem a Secção de Basquetebol para que esta promovesse uma segunda acção.
“Equipa está bem mais preparada”
Partem na madrugada de sábado para os Açores, as dez atletas convocadas por Nuno Ferreira, que no domingo à tarde jogarão contra o Boa Viagem, naquele que será o jogo mais aguardado da 17ª jornada da Liga Feminina de Basquetebol. O jogo está agendado para as 16.30 horas, do próximo domingo, no Municipal de Angra do Heroísmo.Partem na próxima madrugada para os Açores, as dez atletas convocadas por Nuno Ferreira, que no domingo à tarde jogarão contra o Boa Viagem, naquele que será o jogo mais aguardado da 17ª jornada da Liga Feminina de Basquetebol.Frente a frente vão estar duas equipas, que esta época já se defrontaram por duas vezes e nesses dois encontros a vitória caiu para as açorianas. Na jornada da 1ª volta as vaguenses perderam, em casa, por 61-66 e foram afastadas pelas insulares da I Taça Federação Costa Verde. Será por isso um jogo de tira-teimas entre as continentais e as açorianas. Na antevisão desta partida, o treinador vaguense diz que terá pela frente um adversário imprevisível, mas “congratula-se” por ter todas as atletas disponíveis (coisa que não acontecera nos dois encontros anteriores) e “espero que o facto de o grupo estar completo seja aquilo que nos tem faltado para ganhar ao Boa Viagem”. Para vencer Nuno Ferreira afirma que “o sucesso irá residir nos emparelhamentos defensivos que tenhamos de fazer, mas acho que a equipa no domingo, vais estar bem mais preparada do que nos jogos que já fizemos esta época contra eles”.Lista completa dos jogos da Liga Feminina para este fim-de-semana:Sábado, dia 20 de Fevereiro18.30 horas – Algés x União da Madeira18.30 horas – GDESSA x Olivais Domingo, dia 21 de Fevereiro16.30 horas – Boa Viagem x AD Vagos18 horas – Quinta dos Lombos x CAB Madeira
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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