Artigos da Federaçãooo
MVPs e cincos ideais da 1ª jornada
Inicia-se uma nova época e reaparece a newsletter da Liga Feminina de Basquetebol que no ano passado foi lançada em regime experimental.A sua existência mereceu bastantes elogios e isso encoraja-nos a continuar, mas temos de chamar a atenção de todos que, para poder manter uma folha informativa útil e actualizada, é preciso a colaboração de todos, jogadoras, treinadores, dirigentes e outros actores.Uma inovação deste novo ano de newsletters é a publicação de pequenas crónicas dos jogos enviadas pelos clubes, em regra os clubes da casa. Esperamos que com isso e outras novidades a incluir posteriormente o número de leitores da newsletter possa ser cada vez maior.MVPs da 1a jornada:O cinco ideal da 1ª jornada da Liga Feminina (as 5 jogadoras com melhor pontuação MVP) é constituído pelas seguintes jogadoras:Clarissa Santos ADVCandice Champion CABIzabela Moraes ADVJoana Araújo SADDaniela Domingues BCBEm consequência, a MVP da 1ªjornada da Liga Feminina é Clarissa Santos, do Vagos, que nos 34 minutos em que esteve em jogo marcou 31 pontos, ganhou 13 ressaltos (5 ofensivos), fez 2 assistências, roubou 7 bolas e fez 2 desarmes de lançamento.A MVP portuguesa é Joana Araújo do Algés que, nos 33 minutos em que esteve em jogo, marcou 13 pontos, ganhou 12 ressaltos (2 ofensivos) fez 4 assistências e roubou 8 bolas. A MVP jovem (nascida a partir de 1990) é Daniela Domingues do Barcelos que nos 38 minutos que esteve em jogo marcou 14 pontos ganhou 12 ressaltos (3 ofensivos) fez 5 assistências e roubou 2 bolas. Cinco Ideais:O cinco ideal português é constituído por:Joana Araújo SADDaniela Domingues BCBJoana Lopes ADVAna Tenreiro BCBSara Filipe BCBEnquanto no cinco ideal da jornada apenas a equipa do Vagos bisa, neste cinco é de assinalar que há três jogadoras do Basquete Clube de Barcelos.O cinco ideal jovem da 1ª jornada da Liga Feminina é constituído por:Daniela Domingues BCBInes Faustino ADVMichelle Brandão OFCSofia Silva OFCMaria Correia CABDe assinalar que Daniela Domingues figura no cinco geral da semana, feito notável para uma jovem. Neste cinco a única equipa a bisar é o Olivais.A próxima jornada é dupla:3ª Jornada07/11/2009 CAB Madeira – BCBarcelos-Hotel Terço, 16.00, Pav. C.A.B.Algés – BoaViagem-Angra-Açores, 16.00, Pav. Gomes PereiraUnião da Madeira – Sporting C Figueirense, 16.30, Pav. CaniçoQuinta dos Lombos – GDESSA Barreiro, 19.00, Pav. Desportivo Lombos4ª Jornada08/11/2009AD Vagos – Olivais Coimbra, 15.30, Pav. Municipal de VagosCAB Madeira – Sporting C Figueirense, 16.00, Pav. C.A.B.União da Madeira – BCBarcelos-Hotel Terço, 16.30, Pav. B. PerestreloQuinta dos Lombos – BoaViagem-Angra-Açores, 18.00, Pav. Desportivo Lombos11/11/2009Algés – GDESSA Barreiro, 21.15, Pav. Gomes Pereira
VI Clinic Internacional da AB Porto
Teve lugar no passado fim de semana, a 6ª edição do Clinic Internacional da AB Porto, que contou com o repetente e imprescindível apoio da CM Póvoa de Varzim. Na presente edição, também a Escola Nacional de Basquetebol, orgão da FPB, não quis deixar de se associar a este importante evento.Louva-se mais esta parceria realizada com o Municipio da Póvoa de Varzim, que mais uma vez revelou enorme sensibilidade para com a causa do Basquetebol, acolhendo a inicitaiva e proporcionando excepcionais condições, sem as quais não teria sido possivel atingir o nível obtido.Estiveram presentes cerca de 100 treinadores oriundos, maioritariamente, da zona Norte do país, que tiveram a oportunidade priveligiada de assistir a prelecções de grande qualidade. Os temas escolhidos favoreceram a qualidade das intervenções dos prelectores, contudo as perspectivas assumidas valorizaram decisivamente essas mesmas intervenções.Assistimos pois a um grande momento de Formação de Treinadores, onde as experiências e conhecimentos partilhados serviram para alargar horizontes de conhecimento a todos os treinadores presentes.E se não for antes, marcamos desde já encontro para 2011.
Fernando Sá: «Queremos estar nas decisões»
Fernando Sá ver o V. Guimarães lutar por títulos, pois estabeleceu como objectivo lotar o pavilhão durante os jogos da sua equipa.
Esta vitória na final do Troféu António Pratas foi mais fácil do que esperado? Na verdade, nunca pensei conseguir uma vantagem de 20 pontos no final da 1ª parte, nem de 14 já no 4º período, principalmente depois de o Benfica ter recuperado da desvantagem em que se encontrava ao intervalo. Foi mais uma prova que a minha equipa me deu.Quais foram os segredos para conseguir vencer o Benfica nesta final?Não há grandes segredos. Sabemos que a grande vantagem do Benfica relativamente a nós poderia vir a partir da sobrecarga de faltas dos nossos jogadores interiores e, para que tal não nos acontecesse, definimos a estratégia que achamos ser a mais adequada, que felizmente deu resultado.Alterou o seu modelo ou filosofia de jogo da época passada para esta ou simplesmente mudou a qualidade dos intervenientes? Sim, alteramos algumas estratégias mas dentro do mesmo modelo de jogo. São alterações que foram e serão melhoradas ao longo da época. É claro que tudo parece mais fácil quando os intervenientes são da qualidade dos que eu felizmente tenho na minha equipa. Já venceram esta temporada os ditos candidatos ao título. Pensa que é uma situação pontual, ou pelo contrário, sente que o V. Guimarães poderá intrometer-se nessa luta? Queremos estar presentes nos momentos das decisões e, se conseguirmos, somos tão candidatos como os outros.Pensa que num clube como o Vitória, em que a sua massa associativa muito provavelmente mais se aproxima de um dos grandes, fazer uma época de sucesso poderia transformar a modalidade numa aposta do clube? Esse é o meu grande objectivo, encher o pavilhão de adeptos a ver um jogo de basquetebol do Vitória, ainda por cima porque sei que para que isso aconteça é necessário estar a lutar por títulos. Sente que o seu trabalho começa a dar frutos depois de aceitar o projecto V. Guimarães? Quando aceitei vir para Guimarães foi-me pedido a conquista do título da Proliga, que felizmente surgiu. Depois, tudo aconteceu muito mais rápido do que era esperado.
VI Clinic Internacional AB Porto/ENB
Depois do sucesso que o V CLINIC INTERNACIONAL AB PORTO constituiu em 2007, com cerca de 150 participantes, chega agora a 6ª edição.Dia 31 de Outubro e 01 de Novembro, a solarenga cidade da Póvoa de Varzim acolhe, mais uma vez, esta importante iniciativa contando para o efeito com um prestigiado leque de prelectores:GUSTAVO ARANZANA(Treinador ACB e actual Seleccionador de Espanha – SUB 20) RICARD CASAS(Treinador ACB e ex-Seleccionador de Espanha ) NACHO COQUE(Preparador Físico da Selecção senior de Espanha – actual Campeão do Mundo e da Europa) RUI ALVES(Seleccionador Adjunto de Portugal – seniores masculinos) Não perca já a oportunidade de estar presente e assistir a mais um grande momento de FORMAÇÃO de TREINADORES, com alguns dos melhores especialistas do treino da alto rendimento em Basquetebol. Todas as condições de participação poderão ser consultadas no flyer oficial do evento, que anexamos. Caso tenha essa necessidade, desenvolvemos parcerias com as unidades hoteleiras NOVOTEL VERMAR e no GRANDE HOTEL DA PÒVOA, no sentido de proprocionar TARIFAS ESPECIAIS de ALOJAMENTO. Para qualquer esclarecimento adicional, estou à disposição Paulo NetaDirector Técnico Associação de Basquetebol do PortoRua António Pinto Machado, 60 – 1º4150-068 PORTO – PORTUGAL Tel.: +351 22 605 29 80Fax.: +351 22 609 12 14Tm.: +351 91 972 81 16Novo Email: areatecnica@abp.pt
Fátima Silva: «É um grande desafio para mim»
A antiga internacional portuguesa está a trabalhar com a equipa feminina do União, com o objectivo de construir uma equipa de futuro num clube onde também coordena toda a formação.
Depois de vários anos a treinar formação, esta chegada ao escalão de sénior acontece de uma forma natural? Sim. Sempre treinei formação porque, como conciliava o facto de ser jogadora e treinadora, não tinha disponibilidade para treinar escalões com competição regular nos nacionais. Mas neste momento, como deixei de jogar, já tenho essa disponibilidade. Surgiu a oportunidade e aproveitei. Sempre fez parte dos seus planos continuar ligada ao basquetebol no papel de treinadora? Sempre foi um objectivo meu continuar ligada à modalidade como treinadora quando deixasse de jogar. É algo que já faço há muitos anos e que adoro e para o qual neste momento tenho mais tempo para me dedicar. O clube atravessou ou atravessa grandes dificuldades. A sua ida para o União é um sinal de que as coisas estão a melhorar? Espero que sim, esse é um objectivo meu e do clube. Para além da equipa sénior, vou coordenar a formação para podermos daqui a uns anos ter atletas a integrar as nossas equipas principais, isso tem sido um problema de muitos anos no clube que pretendemos rectificar. Para além disso, e visto as dificuldades que o basquetebol nacional feminino passa neste momento, seria péssimo que mais algum clube terminasse. Apesar das dificuldades, conseguimos reunir um grupo de jogadoras que nos permite pensar no futuro e não apenas no agora. Qual o motivo de não terem participado na Taça Vitor Hugo? Isso é uma questão a ser colocada ao director, porque na altura eu ainda não estava no clube. Que tipo de projecto lhe foi apresentado? Como já referi foi o de treinar a equipa sénior e de coordenar a formação do clube. Sendo a equipa sénior um grupo extremamente jovem o objectivo passa por formar jogadoras e de ano para ano sermos mais ambiciosos na competição. Relativamente à formação, temos como objectivos aumentar o número de praticantes e de colaboradores, aumentar a qualidade da formação para podermos “alimentar” as nossas equipas seniores e, de uma forma geral, fazer do clube uma grande família, pois só com a colaboração de todos, directores, treinadores, colaboradores, atletas e pais é que poderemos ter sucesso. Concorda que o União será, muito provavelmente, um clube ideal para começar a sua carreira de treinadora sénior? Claro que sim. É um projecto com o qual me identifico, é um grande desafio para mim, onde coloco toda a minha dedicação e gosto como sempre fiz em tudo o que diz respeito ao basquetebol que é a modalidade que adoro e à qual estou ligada praticamente desde que nasci.
João Oliveira: «Um desafio motivador»
Saiba nos detalhes desta notícia o que motivou o técnico a mudar-se para África
Depois de ter sido campeão da CNB1, este convite para Angola acaba por ser o reconhecimento pelo seu trabalho efectuado em Portugal, feito por alguém que acompanhou o seu trajecto de treinador? Sim, sem dúvida. Depois de pegar numa equipa sem quaisquer ambições e completamente desmobilizada, transformá-la numa equipa competitiva, a praticar um basquetebol atractivo e à base dos jogadores da Póvoa – mais experientes e mais novos – e estar em duas fases finais de Sub-20 masculinos, vencer a Zona Norte e o Campeonato Nacional da 1ª Divisão da forma como o fizemos foi um cartão de visita para clubes sem grande ambição até ao momento, que queiram construir uma equipa vencedora. Satisfeito com os recursos materiais e humanos que foram colocados à sua disposição? Vim encontrar um Interclube em mudança a nível directivo (um novo presidente, José Martinez, novo enquadramento do basquetebol com um vice-presidente, Miguel António), técnico (mudança de treinador e primeiro treinador estrangeiro no basquetebol do Interclube), infraestrutural (queremos melhorar as condições e meios de treino e estamos no mercado a procurar as melhores soluções) e social (através da melhoria das condições para os jogadores). Por último, do ponto de vista humano, vim encontrar um grupo de 40 jogadores a tentar a sua sorte e destes ficaram 8. Completamos o plantel com contratações no exterior. Um dos meus lemas é fazer sempre mais, melhor e diferente. É isso que iremos fazer ao nível com os recursos humanos e materiais que temos disponíveis. Que objectivos foram definidos por si e pelo clube para esta temporada? A concorrência é muito forte. O 1º Agosto ganhou os dois últimos campeonatos, mantém a grande maioria da equipa, o treinador (Luís Magalhães, bi-campeão em Angola e campeão africano), tem vários jogadores da selecção nacional e uma massa de apoiantes forte. O Petro, depois de vencer dois campeonatos seguidos, não ganha há dois anos e quer recuperar o trajecto anterior. Perdeu alguns jogadores mas contratou jovens de grande valor e, fundamentalmente, dispõe de um novo e competente treinador, o Alberto Babo. Tem uma claque de apoio igualmente forte. O Libolo, à semelhança do 1º Agosto tem muitos jogadores da selecção nacional, manteve o treinador – Raul Duarte –, manteve o estrangeiro e está a contratar jogadores da selecção nacional que jogavam nos concorrentes crónicos ao título. O ASA segurou o treinador – Carlos Dinis –, perdeu alguns jogadores mas manteve igualmente bons jogadores, como comprova o facto de ter vencido o 1º Agosto. O Interclube, por sua vez, está em mudança, como disse anteriormente. Outro facto importante é que, ao contrário da concorrência, não temos – ainda – nenhum jogador na selecção nacional. Em face deste contexto e uma vez mais pegando no lema de juntos conseguimos fazer mais, melhor e diferente, e no facto de querermos criar e viver momentos fantásticos, os nossos objectivos são: 1º A nível competitivo isso representará passar do 6º lugar da época passada para o próximo nível ou seja, colocar a equipa na final-four – 4 primeiros lugares;2º Criarmos uma mística ganhadora;3º Conquistarmos o respeito dos adversários;4º Sermos desportivamente competitivos e dignos representantes da marca “Interclube Séc. XXI” O treinador Alberto Babo há algum tempo, numa entrevista neste site, apontou o Inter, até pelo investimento que fez, como um dos possíveis candidatos ao título. Acha que será colocar a fasquia um pouco alta demais? Tendo presente os factos enunciados anteriormente, específico, mensurável, alcançável, realista e desafiador é colocar os objectivos nos termos que nós colocamos. Não vivemos de fora para dentro. Por mais que essa observação do meu colega Alberto Babo tenha implicitamente a atribuição de crédito à equipa, a realidade dos factos, a nossa filosofia de vida (viver de dentro para fora) e as regras ao estabelecimento de objectivos levam-nos a estabelecer os nossos objectivos. Terceiro treinador português em Angola, e todos em clubes de topo. Que leitura faz desta situação? “Nós” – Basquetebol Português em Geral – não estamos habituados a falar bem do nosso trabalho. Temos muito para melhorar? Sim, com certeza. Temos muito e bom trabalho feito? Sim, absolutamente. Queremos fazer melhor? Claro que sim. Agora agarrarmo-nos apenas ao que de bom existe ou só ao que temos que melhorar é extremamente redutor. Como tudo na vida o basquetebol português tem duas faces. Neste caso, a leitura que faço é de crédito e reconhecimento do basquetebol português por um País que adora esta modalidade. No seu caso em particular, optou por Angola por falta de um projecto interessante em Portugal ou porque aquilo que lhe foi proposto era realmente muito atractivo? Tinha terminado um ciclo fantástico no Clube Desportivo da Póvoa e necessitava de um novo desafio. Das duas uma: ou começava um novo ciclo dentro do CD Póvoa para colocar o clube do topo da Liga ou tinha de iniciar novo desafio. Durante este processo existiram algumas hesitações e em simultâneo surgiu a oportunidade de vir para Luanda. A minha mulher tinha cá estado nos jogos de veteranos e disse-me que Angola era uma terra de basquetebol e que era uma boa oportunidade de fazer aquilo que gosto, num País que adora basquetebol. Por outro lado, o Interclube foi muito persistente, mostrou que queria que fosse eu o treinador e apresentou-me com muita paixão e entusiasmo, primeiro através do vice-presidente, Miguel António, e depois através do presidente, José Matinez, uma ideia, um projecto mas fundamentalmente um desafio motivador: pegar numa equipa em 6º lugar e ajudá-la a ser campeã nacional.
Carlos Barroca: «Não entro pelo discurso do coitadinho»
Depois de ter falhado a presença na final-four da Taça Vitor Hugo, o treinador Carlos Barroca quer manter o clube nos lugares de destaque, ainda que no imediato as lesões compliquem as possibilidades de a equipa se exibir ao melhor nível. Nada que atrapalhe o experiente técnico. Sendo o campeonato uma prova de endurance, será uma boa altura para atletas mais jovens ganharem minutos e qualidade, ou não fosse o Algés um clube de formação.
A eliminação na fase de grupos da Taça Vitor Hugo continua a ser um assunto bem presente na cabeça de Carlos Barroca. “Não sou um daqueles treinadores que entra pelo discurso do coitadinho. Obviamente que lamento não ter lá estado. Nestes últimos anos, esta foi uma das únicas final-four em que o Algés não esteve presente. Claro que era importante ter participado, porque os clubes vivem de bons resultados e exposição.” Mas isso já pertence ao passado e a competição agora é outra. “Temos algumas circunstâncias no interior do grupo que limitam o nosso trabalho. O plantel é exíguo, infelizmente para nós, a maioria das jogadoras portuguesas emigra para outros campeonatos. Temos de ser capazes de criar mais estabilidade e exposição ao nosso campeonato. Ainda bem que cada vez mais existem clubes que têm formação.” Ainda é extemporâneo avaliar as reais hipóteses de o Algés conquistar títulos esta temporada, no entanto é evidente para Carlos Barroca que os principais candidatos voltam a reafirmar-se como tal e que o Algés estará na luta por todos os pontos altos da temporada. “Ainda tenho uma visão muito limitada do que vale o campeonato. Os clubes das ilhas parecem estar bem; o Olivais continua a ser favorito; o Barcelos parece que se reforçou bem e o Vagos dá a sensação de ser nesta altura a equipa mais bem apetrechada. Mas muita coisa ainda pode acontecer no decorrer da temporada. Isto não é um sprint mas sim uma prova de fundo.” De uma coisa Carlos Barroca está certo, ao longo deste campeonato “as consagradas irão mostrar a sua classe e continuará a existir espaço para as mais jovens conquistarem minutos, se afirmarem e ganharem peso nos respectivos planteis.” Mais do que estar preocupado com os adversários, Barroca foca a sua atenção e preocupação para os problemas internos do clube. “Nesta altura temos de olhar para dentro, os principais problemas residem em nós. Uma das estrangeiras tem trabalhado de forma condicionada, mas a nossa principal preocupação é a recuperação da Susan que muito provavelmente ainda irá estar parada por mais algum tempo (lesão nas costas). Não é fácil substituir uma atleta internacional e quando recuperar poderá ser o nosso novo reforço.” Há que ver o problema pelo lado positivo e é isso mesmo que treinador algesino faz deste momento mais debilitado do seu grupo de trabalho. “Temos que trabalhar e apostar nas jogadoras mais jovens do plantel. Ainda bem que temos atletas da nossa formação, porque senão seria muito complicado formar um plantel. Temos de melhorar em qualidade e quantidade. Recuso-me a discursos miserabilistas, mesmo quando as circunstâncias são difíceis. Se assim não fosse nunca poderia ser líder de um grupo.”Eis a lista completa dos jogos da 1ª jornada do XII Campeonato Nacional da Liga Feminina para este fim-de-semana:Sábado, 24 de Outubro16 horas – Sporting Figueirense x Algés16.30 horas – Barcelos-Hotel Terço x Quinta dos Lombos17.30 horas – Olivais x CAB MadeiraDomingo, 25 de Outubro16 horas – AD Vagos x União da Madeira
Prémios da Liga Feminina entregues em Vagos
O basquetebol feminino está de parabéns. Os clubes da Liga Feminina que em meados de 2008 meteram mãos à obra com o objectivo de dar um safanão no marasmo em que a principal competição vivia, vão poder constatar uma das novidades conseguidas. A elaboração das estatísticas dos jogos, tarefa executada pelos clubes, sem qualquer apoio financeiro por parte da FPB, permitiu que fossem apurados os vencedores dos diversos indicadores para a Fase Regular. Neste trabalho de aglutinação dos dados, é de toda a justiça realçar o empenhamento e a carolice de Luis Veiga, responsável pelos resultados acumulados.A Comissão de Acompanhamento, entretanto, deu seguimento à metodologia proposta e aprovada pelos clubes para que fossem votados os nomes para os prémios não estatísticos.A distribuição dos 15 prémios, sendo 8 estatísticos, será feita no próximo sábado, pelas 18 horas, no Pavilhão Municipal de Vagos, entre os jogos das meias-finais da III Taça Vítor Hugo. Considerou-se preferível a escolha do sábado, por estarem presentes as quatro equipas semifinalistas, em termos percentuais portanto 40% das equipas participantes na próxima edição da Liga Feminina.Os premiados são os seguintes: Prémios estatísticos:AbsolutosMVP – Clarissa dos Santos (AD Vagos) com uma valorização média de 35,5 (em 10 jogos)Melhor Marcadora – Amanda Jackson (Algés) : 27,3 pontos/jogo (464 pontos em 17 jogos)Melhor Ressaltadora – Clarissa dos Santos (AD Vagos) : 14,3 ressaltos/jogo (143 ressaltos em 10 jogos) Melhor % Lances Livres – Carla Nascimento (AD Vagos) : 90,47% (38 convertidos em 43 tentados)Melhor % Triplos – Carla Nascimento (AD Vagos) : 56,2% (45 convertidos em 80 tentados)NacionaisMVP – Joana Lopes (Boa Viagem) com uma valorização média de 19,7 (em 20 jogos)Melhor Marcadora – Carla Nascimento (AD Vagos) : 13,25 pontos/jogo (265 pontos em 20 jogos)Melhor Ressaltadora – Rosinha Rosário (União da Madeira) : 9,42 ressaltos/jogo (179 ressaltos em 19 jogos) Prémios não estatísticos:Melhor Defensora – Carla Nascimento (AD Vagos)Jogadora Revelação – Michelle Brandão (Olivais)Técnico do Ano – José Araújo (Olivais)Dirigente do Ano – Jaime Carvalho e Silva (Olivais)Clube do Ano – OlivaisÓrgão de Comunicação Social do Ano – Planeta BasketPrémio Carreira – Susana Soares (última época pelo GDESSA, em 2007/2008)Espera-se que esta iniciativa, entre muitas outras, constitua um marco no processo em curso, tendo em vista o aumento de visibilidade do basquete feminino. Sem isso, não há patrocinador que se decida a investir. Têm a palavra os media (jornais, televisões, rádios). Está na altura de o feminino começar a ter o seu próprio espaço. Na época transacta a participação portuguesa nas competições europeias de clubes esteve a cargo de 3 equipas femininas: Olivais, AD Vagos e CAB Madeira. Esta temporada idem idem aspas aspas. Sabemos que a crise é global… mas façam um esforço, porque as nossas basquetebolistas também merecem um bocadinho de apoio.
Curso de Treinadores de Nível II – Ílhavo
Realizou-se mais um Curso de Treinadores de Basquetebol de Nível II onde participaram 26 treinadores ficando todos aptos. Nos detalhe da notícia encontra lista dos participantes bem como as sua notas.Jorge Sousa – 3,3Teresa Pinto – 4Daniel Correia – 3,5David Magalhães – 3.2Vasco Azenha – 4Steve Oliveira – 3,9Nuno Brandão – 3,8Tatiana Iourtaeva – 4Rodrigo Matos – 4,5João André Costa – 3,2Luís Mendes – 3,5Fernando Grilo – 3,3Ricardo Moreira – 3,3Paula Seabra – 4José Gomes – 4,3Manuel Monteiro – 3,3Ricardo Aguiar – 3,1João Coelho Santos – 3,1Nuno Oliveira – 3,7Daniel Domingues – 3,1Ricardo Guimarães – 4Eduarda Lopes – 3Joaquim Oliveira – 3,1Nuno Cruz – 3,2João Sá – 3André Janicas – 3,6
Marcos Couto: «Melhorar em todas as competições»
O treinador conta-nos como está a equipa e por que razão reformulou o plantel relativamente ao da época anterior
Olhando para o seu grupo de trabalho dá a sensação que pretendia cortar com o passado mais recente do clube. Era essa a intenção? A grande remodelação do plantel fica a dever-se essencialmente a dois factores: primeiro, a necessidade de fazer uma equipa que se ajuste-se à realidade financeira da instituição. Somos um clube que faz do cumprimento integral dos seus acordos um ponto de honra. Esta é uma mais-valia para as atletas que querem vir para cá, pelo que opção por este outro projecto cabe às próprias. Em segundo lugar, a necessidade de renovar e refrescar a equipa, muito embora neste ponto tenha efectivamente perdido um ou dois elementos que teria tido muito gosto em manter, no entanto tal não foi possível. Apesar de ter começado do zero, os primeiros resultados deixam boas indicações (3 vitórias, sendo que uma foi em casa do campeão nacional). Considera que este grupo tem condições para ser ainda mais competitivo que o da época passada? Este é um grupo muito diferente do da época passada e ainda está em construção. As referências de jogo são diferentes e, como tal, teremos um modelo de jogo completamente diferente. O nosso objectivo é melhorar a nossa prestação em todas as competições quando comparado com a época transacta. Os resultados até agora conseguidos não são relevantes ainda está tudo muito no inicio e não ganhamos nada. A liga, quanto a mim, está mais forte do que o ano anterior com um grupo mais alargado de equipas ao mesmo nível. Isto torna o nosso trabalho mais difícil mas mais aliciante. O sorteio da Taça Vítor Hugo ditou que jogasse com o CAB, uma equipa que trocou apenas as estrangeiras e perdeu duas atletas (Nádia e Fátima). Que dizer do seu primeiro adversário? O CAB, em meu entender, é uma das equipas mais fortes da competição. Tem um grupo que apresenta um elevado número de atletas que transitam de um ano para o outro, o que o pode tornar relativamente mais forte neste momento. Não temos nada a provar. São elas as detentoras do título desta competição e são elas que têm de o defender. A nós cabe-nos a missão de lutar para estarmos na final e, uma vez lá, tentar ganhá-la. É isso que vamos fazer
João Paulo Silva: «Ambicionamos este troféu»
No próximo sábado o CAB encontra o Boa Viagem, às 16.30, no Pavilhão Municipal de Vagos, na meia-final da competição.
Qualificado como melhor segundo, mas derrotado por apenas um ponto com o Vagos, recente vencedor da Supertaça. Interpreta este facto como sendo um factor de avaliação da capacidade actual da equipa? Esta competição apresenta-se como fundamental para determinarmos o nível de evolução das atletas em função do programa que estabelecemos para a época. Neste sentido, entendo que a equipa demonstrou uma progressão positiva, pois cumpriu colectivamente com os objectivos e, sobretudo, soube reagir à derrota perante o Vagos, garantindo o melhor segundo lugar e respectiva presença na final-four. A equipa não se reforçou após as perdas da Nádia e da Fátima. Isso não terá repercussões na prestação da equipa ao longo da temporada? Obviamente que a equipa perdeu duas referências importantes na construção do nosso modelo de jogo. No entanto, temos assumido, com o máximo de empenhamento prático, a dupla responsabilidade de, paralelamente à ambição de continuarmos a conquistar títulos, garantir o enquadramento de jovens atletas que possam assegurar a projecção do CAB no contexto nacional. Vamos certamente garantir uma boa qualidade competitiva ao longo da época, colmatando a menor experiência com uma atitude colectivamente combativa. Contrariamente à sua equipa, o Boa Viagem alterou tudo. Pensa que isso poderá tornar-se numa vantagem? Teoricamente poderia confirmar esse raciocínio. No entanto, todos sabemos que as equipas da Liga Feminina dependem significativamente das suas estrangeiras e, salvo algumas poucas excepções, a maioria substitui-as todos os anos. Desejamos e trabalhamos para que a nossa coesão seja determinante no resultado final, só assim poderemos tirar vantagem relativamente às alterações que aconteceram no Boa Viagem. Que expectativas tem para esta final-four e para a temporada? Diria que temos o dever de ambicionar uma nova conquista deste troféu. Vencemos as duas primeiras edições desta Taça Victor Hugo e assumimos a responsabilidade perante a dimensão que o nosso clube já atingiu. Estamos convictos do nosso valor, embora numa fase prematura da competição, e desejamos vencer a terceira edição desta Taça. Relativamente à restante época, vamos construir um modelo que, colectivamente, nos coloque juntamente com as equipas que lutam pela conquista do Campeonato da Liga. Os objectivos serão estabelecidos por cada etapa competitiva, no sentido de diluir a responsabilidade das atletas perante as exigências competitivas. Se nos focarmos demasiado no produto final, não nos resta a concentração necessária para olharmos o fundamental: o caminho para lá chegar.João Silva (Juca)
Nuno Ferreira : «Temos condições para fazer uma boa época»
O treinador mantém-se, todavia, cauteloso e avisa que este foi apenas o primeiro objectivo da época. Nuno Ferreira quer que as suas jogadoras, sobretudo as mais jovens, continuem empenhadas, dedicadas e com muita vontade de aprender
Já festejaram tudo e estão novamente concentrados para disputar mais uma prova? Não tivemos quase tempo para festejar. Vivemos o momento e estamos desde terça-feira a preparar o próximo jogo. A concentração e ambição estão sempre presentes, acho que a equipa diariamente demonstra uma grande atitude e concentração competitiva. Este plantel aparentemente tem uma maior profundidade. Concorda com esta leitura? Quando ajustamos um plantel de época para época tentamos sempre ir a procura de o melhorar. Não sou de extremos, uma vitoria não faz deste plantel melhor, como se tivesse acontecido uma derrota não o fazia pior. Delineámos alguns objectivos de jogadoras dentro daquilo que pretendíamos e fomos à procura, conseguindo no geral aquilo que pretendíamos dentro das características que procurávamos. Acho que realmente conseguimos uma energia positiva muito boa, com a entrada das jogadoras mais jovens que, com empenho, entusiasmo, dedicação, vontade de apreender, estão a dar contributos muitíssimo positivos. Os reajustes que fez no plantel tiveram o efeito desejado na equipa? É muito cedo para se fazer uma avaliação concreta. O que podemos dizer é que com sete semanas de trabalho estamos muito satisfeitos com o desempenho de todas as jogadoras e da química que o grupo tem neste momento. Acho que neste momento conseguimos ganhar valores muito importantes para um grupo ser competitivo e conseguir ter um elan de conquista. Começar a vencer é sempre importante. Espera uma época recheada de sucessos? Espero uma equipa digna e com condições, físicas, técnicas, tácticas e psicológicas, para se bater em cada jogo pela vitória. É muitíssimo melhor começar a ganhar do que a perder, sem dúvida, mas ganhar a Supertaça é apenas um objectivo. Olhamos para a época treino a treino, semana a semana e jogo a jogo; queremos ter boas condições para vencer sempre o próximo jogo é nisso que pensamos. Temos condições como grupo para fazer uma boa época mas temos de ser sempre competentes como equipa no trabalho diário e em cada jogo. Se conseguirmos isso com certeza teremos mais possibilidades de discutir mais vitórias. GDESSA será o primeiro obstáculo de mais uma Taça? O GDESSA, será o adversário muito difícil que teremos de ultrapassar para podermos discutir a final no domingo. É uma equipa que tem um excelente treinador, um bom grupo de jogadoras portuguesas, reforçado com duas estrangeiras de muita qualidade. Por tudo isto, se quisermos jogar mais uma final teremos de trabalhar muito e ser bastante competitivos, porque vamos encontrar uma equipa tremendamente competitiva e agressiva. Esperamos muitas dificuldades, sem dúvida, para bater este rival.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.