Artigos da Federaçãooo

CD Póvoa, Sangalhos/ABTF-Betão, Queluz/Consilcar e Ginásio Patês Manná procuram lugar na final

Destaque ainda para o playout de repescagem Norte/Sul que teve no SCS/NunoMesquitaPires a formação triunfante.

Zona Norte
 
Playoff
O CD Póvoa eliminou o FAC/CRÉDITO AGRÍCOLA em duas partidas, depois de bater a formação famalicense no Municipal de Famalicão por 67-86. Nuno Oliveira (16pts, 9res, 5as e 2rb), Eduardo Coelho (21pts, 4res, 1as e 1rb) foram os mais influentes nos poveiros. 
 
Depois da vitória no primeiro jogo o Guifões S.C. acabou derrotado nos dois encontro seguintes, com o Sangalhos/ABTF-Betão a vencer, fora de portas, o jogo 2 da série (55-67) graças às boas prestações de Lio Gedeon (19pts, 13res, 2as e 1rb) e Kevin Altidor (16pts, 8res e 3rb). No derradeiro jogo 3 a mesma dupla voltou a dar nas vistas (Gedeon alcançou o duplo-duplo com 16pts e 14res e Altidor esteve perto com 15pts e 9res), no triunfo caseiro por 64-45.
 
Zona Sul
 
Playoff
O Queluz/Consilcar derrotou o Atlético Kahraman (80-90), naquele que foi o segundo jogo entre as duas formações, assegurando o passaporte para a final da zona Sul. Já a Física Torres Vedras perdeu na deslocação a Olhão (67-61), acabando por ser posteriormente eliminada em casa após desaire por 69-72.
 
Jason Correia (26pts, 6res, 2as e 4rb no segundo jogo e 18pts, 10res, 3as e 4rb no terceiro encontro) e Rui Carvalho (26pts, 4res, 2as e 2rb) foram os homens que mais brilharam na eliminatória com o conjunto de Torres Vedras.
 
Playout – Repescagem Norte/Sul
Na repescagem da zona Norte e Sul, o SCS NunoMesquitaPires venceu o Basquete C. Barcelos por 71-82 e assegurou a manutenção no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão masculina.
 

APD Braga com dupla vitória no arranque da final do Nacional de BCR

As defesas e a tensão latente dos momentos decisivos ofuscaram os ataques, produzindo marcadores muito escassos. Os sintrenses apresentaram uma resistência superior à exibida na Fase Regular, mas os bracarenses não vacilaram e à custa de um basquetebol veloz, assim como de uma defesa intensa, adiantaram-se na discussão pelo título. Para a semana, o Sporting CP/APD Sintra recebe os minhotos às 14h30, no Pavilhão Serra das Minas. Em caso de nova vitória, a APD Braga sagra-se tetracampeã.

 

Nota: Fotos de Porfírio Ferreira

APD Braga 49-35 Sporting CP/APD Sintra

Num embate característico das finais, com o nervosismo a aflorar-se nos jogadores, a APD Braga conseguiu suplantar o rival sintrense, apesar da réplica oferecida ter superado o que o conjunto verde e branco fizera na Fase Regular. A concentração defensiva exibida pelos minhotos acabou por se assumir como a chave do êxito, ao aplacar as investidas ofensivas dos sintrenses, mais lentos e dependentes do jogo interior de Hugo Lourenço (4.0), que viu a sua ação limitada, embora se tenha destacado como melhor marcador com 21 pontos. À quebra de rendimento no terceiro quarto, a APD Braga deu uma resposta perentória com Eduardo Gomes (4.0) a mostrar-se particularmente inspirado e a dividir no final o estatuto de melhor marcador nos bracarenses com Márcio Dias (4.5) – 18 pontos cada. De salientar e saudar ainda o regresso à competição de Filipe Carneiro (2.0), cujo contributo se demonstrou inestimável, quer na intensidade defensiva bracarense, quer nas saídas rápidas para o ataque.

Parciais: 11-05 / 16-11 / 11-15 / 11-04

Melhores marcadores: APD Braga – #9 Eduardo Gomes 18 pts, #4 Márcio Dias 18 pts, #12 Filipe Carneiro 7 pts, #71 Henrique Sousa 4 pts, #13 Jorge Palmeira 2 pts; SCP/APD Sintra – #28 Hugo Lourenço 21 pts, #10 Pedro Gonçalves 10 pts, #8 Carlos Passos 2 pts, #13 Rui Lourenço 2 pts

 

APD Braga 43-30 Sporting CP/APD Sintra

O segundo encontro entre bracarenses e sintrenses pautou-se por maior equilíbrio e também por elevado desacerto de parte a parte. O desperdício em situações de um contra zero espelhou a pressão sentida pelos atletas perante um público numeroso, que acorreu em massa a Ferreiros, como já não se via há algum tempo, para apoiar os tricampeões nacionais. Ao contrário do primeiro jogo, onde a aproximação verde e branca nunca transpôs a barreira dos 6/7 pontos e só se verificou no terceiro quarto, a história do segundo duelo escreveu-se de forma diferente. Os sintrenses preservaram durante mais tempo o discernimento que lhes permitiu manter-se na discussão pela vitória, mas na segunda parte a pressão alta imposta pelos anfitriões repercutiu-se na primeira fuga relevante no marcador. A exclusão por faltas de Henrique Sousa (1.0) forçou o técnico Ricardo Vieira a efetuar alterações e a recuar para uma defesa em linha que surtiu igualmente bons resultados. No ataque, as saídas rápidas com recurso a man-out voltaram a causar estragos na defesa sintrense e a selar nova vitória para os tricampeões nacionais, que ficam assim a um triunfo do tetra.

Parciais: 14-10 / 05-07 / 13-04 / 11-09

Melhores marcadores: APD Braga – #4 Márcio Dias 19 pts, #9 Eduardo Gomes 12 pts, #12 Filipe Carneiro 8 pts, #13 Jorge Palmeira 2 pts, #23 Sílvio Nogueira 2 pts; SCP/APD Sintra – #28 Hugo Lourenço 15 pts, #7 Paulo Taborda 5 pts, #10 Pedro Gonçalves 4 pts, #8 Carlos Passos 2 pts, #5 João Cardoso 2 pts, #13 Rui Lourenço 2 pts

 

Próximos jogos

25/05

Sporting CP/APD Sintra vs. APD Braga, 14h30, Pavilhão da Serra das Minas

26/05

Sporting CP/APD Sintra vs. APD Braga, 11h, Pavilhão da Serra das Minas – *se necessário

 

 

 

 


“Águias” voam até às meias-finais da Liga Placard

 

As “águias” fecharam a eliminatória com três vitórias sem resposta, tendo agora pela frente o FC Porto.

 

O CAB até liderou o marcador no quarto inicial (17-16), mas o Benfica reagiu, e com um parcial de 21-10 deu a volta à situação, para depois comandar as operações, acabando por cavar uma vantagem confortável.

 

Na formação da Luz destacaram-se Arnette Hallman (22pts, 10res, 3as, 2rb, 1dl), Micah Downs (16pts, 6res, 4as, 1rb), Alex Suárez (15pts, 4res, 2rb, 2dl) e José Silva (12pts, 2res, 1rb), ao passo que no emblema insular assumiram as despesas Arvydas Gydra (14pts, 4res, 1as), Jyles Smith (13pts, 10res, 2as, 1rb) e Mário Fernandes (10pts, 2res, 6as).


FC Porto elimina Terceira Basket nos Playoffs da Liga Placard

 

Os “dragões” vão assim enfrentar o eterno rival SL Benfica, numa eliminatória que se prevê espetacular.

 

 

O FC Porto teve de suar para levar de vencida o Terceira Basket, sendo que ao intervalo perdia mesmo por três pontos (40-37).

 

Com um parcial de 31-22, no regresso dos balneários, os “azuis e brancos” reverteram a questão, não mais deixando fugir a liderança do marcador.

 

Na turma orientada por Moncho López sobressaíram Will Graves (22pts, 7res, 3as, 1dl), Pedro Pinto (17pts e 5as), João Soares (16pts, 8res, 1rb), Sasa Borovnjak (13pts, 5res, 1rb e 1dl) e Brad Tinsley (11pts, 7res, 4as), enquanto nos donos da casa deram nas vistas Miguel Toreia (28pts, 6res, 5as, 1rb), Sérgio Silva (20pts, 6res, 7as, 1dl), Skyler White (14pts, 9res, 2as, 1dl) e Augusto Matos (11pts, 4rb).

 


CAB Madeira vs. SL Benfica com selo RTP2

 

O Benfica encontra-se em vantagem por 2-0 na eliminatória, estando assim a um triunfo das “meias”, pelo que o clube madeirense só pode pensar na vitória.

 

Para ver no canal público.


As emoções do 3×3 estão de volta ao Alentejo!

As emoções do 3×3 estão de volta ao Alentejo.

 

Depois do sucesso da primeira edição, a Tour Alentejo Air Basketball volta às cidades de Reguengos de Monsaraz, Évora, Montemor-o-Novo e Beja. Com mais de 250 milhões de praticantes por todo o mundo, o 3×3 será também em 2020 “Modalidade Olímpica” e uma referência para todos nós!

 

Com iniciativa da Associação de Basquetebol do Alentejo, carimbo FIBA e apoio da Federação Portuguesa de Basquetebol e demais municípios, este é um evento no qual tens de estar presente! Inscreve-te!

De referir que este ano serão premiados os três melhores jogadores da Tour.

Em Évora haverá ainda a novidade da competição fazer parte do Circuito Nacional 3×3, o que permitirá aos vencedores do escalão sénior e sub18 disputar um evento “Challenge” no Algarve.

 

As datas de todos os eventos e respetivos prazos de inscrição são as seguintes:

Reguengos de Monsaraz – 2 de Junho – Inscrição até 27 de maio

Évora – 16 de junho – Inscrição até 10 de junho

Montemor-o-Novo – 30 de junho – Inscrição até 24 de junho

Beja – 6 de julho – Inscrição até 1 de julho

 

Para inscrições devem ser efetuados os registos na plataforma playfiba3x3 nos respetivos links que seguem abaixo:

Reguengos de Monsaraz – aqui

Évora – aqui

Montemor-o-Novo – aqui

Beja – aqui

 

Devem consultar mais informações aqui ou nas redes sociais relacionadas com o evento (facebook: https://www.facebook.com/abalentejo/ e Instagram: https://www.instagram.com/3x3alentejoairbasketball/).


“É um reconhecimento da evolução do basquetebol nacional, sobretudo do feminino”

O que é que podemos esperar deste novo projeto? Quais são os maiores desafios desta nova etapa?
O projeto de Cáceres é um projeto de consolidação, de uma equipa que se tem vindo a consolidar no principal escalão do basquetebol espanhol, mas até agora sem ter conseguido alguma conquista transcendente. No ano passado foram à Copa da Rainha, mas falharam o playoff, portanto o objetivo será a manutenção e, posteriormente, os objetivos intermédios passam pelo apuramento para a Copa e chegar ao playoff. Estar entre as oito melhores equipas de Espanha.
 
Que significado tem esta mudança para um campeonato como o espanhol, onde raramente entram treinadores estrangeiros?
Acho que é importante acima de tudo destacar o quão bom isto é para os treinadores portugueses. É algo que abre portas para outros treinadores e é um reconhecimento da evolução do basquetebol nacional, sobretudo do feminino. Há dois anos atrás pensarmos nesta hipótese não fazia sentido, hoje a possibilidade existe porque se melhorou muito no basquetebol feminino graças ao trabalho de muitas pessoas. Isso deve ser valorizado ao máximo.
 
Nesse sentido, há também a possibilidade de vermos mais jogadoras portuguesas na Liga DIA? O mercado português vai ser explorado?
Atualmente, só temos uma jogadora com contrato no plantel e temos de seguir a norma espanhola que pressupõe três jogadoras espanholas no boletim de jogo, duas não comunitárias e o resto fica ao nosso critério. Na nossa lista de observação temos várias atletas, mas vamos trabalhar com as atletas da cantera, sendo que há várias jogadoras europeias, americanas e espanholas em cima da mesa. Ainda estamos a ver quais as melhores hipóteses, mas neste momento temos várias jogadoras portuguesas na lista de observação que nos interessam.
 
Além de técnico principal do Al-Qázeres, continua a desempenhar as funções de Selecionador Nacional. Como vê essa acumulação de cargos? 
A Seleção Sénior trabalha nos mesmos momentos em que para a competição em Espanha. Aliás o selecionador espanhol está em Kursk (Dynamo Kursk) e também vem a Espanha para fazer a sua janela de qualificação. O contrato com o Al-Qázeres é para a época desportiva, portanto concilio perfeitamente os dois cargos e continuo a colaborar com a Federação durante o verão na preparação das seleções, assim que a temporada terminar.

UD Oliveirense vence em Ílhavo e garante passagem para as “meias”

 

O campeão nacional terá pela frente a Ovarense Gavex.

 

 

A Oliveirense esteve durante grande parte do encontro na dianteira do marcador, sendo que ao intervalo vencia por sete pontos (37-44).

 

Com parciais de 21-14 e 27-18, na segunda parte, a formação de Oliveira de Azeméis distanciou-se definitivamente do Illiabum, num desafio em que beneficiou dos 14 turnovers dos comandados de João Figueiredo.

 

Na Oliveirense sobressaíram Travante Williams (27pts, 7res, 5as, 2rb), James Ellisor (24pts, 3res, 1as, 1rb) e Thomas De Thaey (15pts, 13res, 1as, 1rb), enquanto no Illiabum deram nas vistas Patrick McGlynn (16pts, 5as, 1rb), Michael Murray (15pts, 6res), Staphon Blair (14pts, 9res, 1as), Augusto Sobrinho (11pts, 1res) e Kevin Coronel (10pts, 11res, 5as, 1dl).

 


Ovarense Gavex leva a melhor nos Açores e marca presença nas meias-finais da Liga Placard

 

Sendo assim, vem aí um dérbi a caminho frente ao UD Oliveirense.

 

 

Assistiu-se a uma primeira parte equilibrada nos Açores, com o SC Lusitânia a vencer o primeiro quarto (25-23), mas a partir daí a Ovarense liderou os parciais, embora só tenha arrancado para o triunfo na segunda metade dos derradeiros dez minutos.

 

Na formação vareira destacaram-se Will Perry (22pts, 4res), Khalen Cumberlander (20pts, 6res, 9as), João Grosso (19pts, 9res, 4as, 1rb, 3dl) e Coreontae DeBerry (12pts, 5res, 1as, 1rb), ao passo que no adversário insular estiveram em evidência Phil Taylor (31pts, 5res, 5as), Desmond Simmons (17pts, 9res, 3as, 1rb) e Amadou Sidibe (14pts, 7res, 1as, 3rb, 1dl).

 


“Trabalhamos com um grupo estabilizado e unido e que tem gosto por representar o Maia Basket”

 

Entrevistámos João Tiago, treinador do emblema nortenho, que deixou rasgados elogios ao seu grupo de trabalho.

O Maia Basket Clube está de regresso à Liga Placard. Quais são as principais razões que explicam esta subida de divisão? Algum momento-chave na temporada?

Acreditar no trabalho iniciado em julho de 2017. Esta é a principal razão. No início desta época não fomos capazes de acrescentar mais soluções ao plantel que permitissem assumir a subida como objetivo. Comparando o grupo da época passada com este podemos pensar que o grupo é mais limitado, com menos soluções. Mas dentro do grupo sempre acreditámos que a grande vantagem que tínhamos era o trabalho que fizemos juntos e o conhecimento que fomos construindo na temporada transata. Trabalhamos com um grupo estabilizado e unido, com ideias já consolidadas, unido, com gosto por representar o Maia Basket, e que teve apenas a entrada do Stefan Andelkovic. Estes factos, aliados à vontade dos atletas em continuar a crescer e à abertura que demonstraram para novas ideias, permite estarmos a realizar uma época muito positiva e sempre em crescendo. O facto do grupo estar só concentrado numa competição também trouxe os seus benefícios e pode ser considerado como  um momento-chave em termos de planeamento. A equipa não é alargada em termos de jogadores  e as condições não aconselhavam a uma dispersão de esforços por duas competições tão exigentes como a Proliga e a 1.ª Divisão. A atenção não se dispersou e todos sentem que são importantes para o alcançar destes resultados. 

 

A subida de divisão era um objetivo definido pelo clube no início da época?

O objetivo inicial passava por continuar a desenvolver um projeto que permitisse chegar novamente ao patamar mais alto do basquetebol português, apostando num grupo de jovens atletas nacionais de reconhecida qualidade e com vontade de a mostrar ao mais alto nível. Ao mesmo tempo, o clube trabalharia para criar uma estrutura que permita estar de uma forma sustentada na Liga. Na minha opinião, e muito pelo trabalho destes atletas, a concretização do "grande objetivo" foi antecipada. A definição de objetivos para estas duas épocas foi feito da mesma forma. Objetivos parciais exigentes, mas que sabíamos que eram possíveis de alcançar. Quando alcançados havia nova definição que elevava um pouco mais a fasquia, de acordo com a resposta da equipa ao objetivo anterior. Definimos diferentes e variadas metas, que podiam ir desde alcançar uma série de vitórias, fazer melhor do que na época passada, não sofrer mais do que determinado número de pontos por jogo ou alcançar uma determinada posição no grupo. Os atletas sempre responderam bem a estes desafios e por isso ainda não falhámos nenhum. Temos agora mais um – ganhar dois dos próximos três jogos. Só assim faz sentido. 

 

Segue-se a final da Proliga, à melhor de três jogos. Quais são as maiores qualidades do Barreirense Dif Broker?

O Barreirense regressou à Proliga com o objetivo claro de não ficar por aqui muito tempo. A forma como o grupo foi construído, aliada ao  excelente trabalho realizado pelo João Cardoso à frente de um grupo de jogadores experientes e com qualidade, onde os dois jogadores estrangeiros complementam o valor dos portugueses, são as maiores qualidades do Barreirense. Vão ser partidas intensas. Jogamos primeiro na Maia num sistema de Playoff que desvirtua um pouco, no meu entender, o fator casa. Vamos tentar aproveitar esse facto e para isso gostávamos de contar com o mesmo apoio que tivemos com o Belenenses. Apoio que tanto nos ajudou e que queria aproveitar para agradecer.

 

 


Interassociações de Sub14 decide-se em Avintes (Gaia)

 

Refira-se que este ponto alto do calendário competitivo interassociativo é o culminar de uma competição iniciada no passado mês de fevereiro e que congregou representantes de inúmeras Associações distritais do norte e centro do país.

 

Da parte da AB Porto o destaque vai para as equipas do Académico e Póvoa no setor feminino, ao passo que no setor masculino Guifões e Póvoa também marcam presença na disputa do almejado troféu.

 

A disputar os respetivos titulos estão as seguintes equipas:

Sub14 femininos: AD Sanjoanense (Aveiro), Académico FC (Porto), CD Póvoa (Porto) e SC Beira-Mar (Aveiro)

Sub14 masculinos: BC Vila Real (Vila Real), CD Póvoa (Porto), Guifões SC (Porto) e AD Ovarense (Aveiro)

 

Calendário de jogos:

Sub14 femininos – aqui

Sub14 masculinos – aqui


“Há algum tempo que me sentia tentado a abraçar um desafio fora do país”

 

Entrevistámos o jovem técnico, que nos falou deste novo projeto e da sua passagem pelos bastidores do basquetebol norte-americano.

Fale-nos um pouco do seu novo clube, o BBC US Heffingen, e da competição luxemburguesa. Quais são os maiores desafios?

O BBC US Heffingen é uma equipa que nos últimos 10-15 anos não tem sido uma presença constante na principal Liga do Luxemburgo (TOTAL League). O primeiro desafio passa por, depois da excelente campanha efetuada esta temporada na 2.ª Divisão, que fez o clube regressar à TOTAL League, esgotar as hipóteses para que a equipa se estabilize nesse patamar competitivo. Pretendo, além disso, criar condições para com a nossa qualidade de jogo, criar uma comunhão e identificação da equipa com os adeptos do clube, para que estes todos os fins de semana nos possam ajudar a ganhar os jogos que nos façam cumprir os objetivos a que nos iremos propor. Procurarei ainda ajudar a que o clube cresça ao nível dos seus escalões de formação, nomeadamente ao nível do aumento do número de praticantes, do nível competitivo das equipas e da formação dos treinadores do clube. Pretendo assim dar o meu modesto contributo para o desenvolvimento do basquetebol luxemburguês.

 

Como encarou esta nova aventura em termos profissionais?

Penso que esta oportunidade chegou no momento ideal na minha carreira. Apesar de ser um treinador jovem, há algum tempo que me sentia tentado a poder abraçar um desafio fora do país. Entendo que é muito importante na evolução de qualquer treinador, o poder sair da zona de conforto, experimentar coisas novas, diferentes culturas desportivas, e ter a oportunidade de mostrar que em Portugal existem treinadores com qualidade e capazes de superar todo o tipo de barreiras. Com certeza que todos estes fatores serão sinónimo de crescimento a muitos níveis. Foi também decisiva a vontade que a direção do clube demonstrou em poder contar comigo para liderar o projeto desportivo e foi muito fácil chegar a acordo para me juntar ao BBC US Heffingen.

 

Qual a importância das passagens pelo Terceira Basket e Galitos para esta nova experiência?

O facto de já levar seis temporadas como treinador principal de seniores na Proliga e na principal Liga faz com que já tenha passado por diferentes contextos, que já tenha trabalhado com imensos jogadores com os quais sempre aprendi, algo que me fez melhorar e que também já tenha cometido alguns erros com os quais procurei aprender. Desta forma, sinto-me nesta fase mais preparado para o desafio que aí vem.

 

Passou recentemente algum tempo nos EUA para observa o que se passa nas principais competições. Que notas tira dessa passagem por solo norte-americano?

Foi, sem dúvida, uma oportunidade única de poder em pouco tempo observar as três realidades do basquetebol norte-americano – High School, NCAA e NBA. Os pontos que mais impressionaram foram, sem margem para dúvidas, as instalações ao serviço das equipas, desde pavilhões, departamento médico, ginásios, etc. Tudo para que se possa tirar o máximo rendimento dos jogadores e a importância das equipas técnicas, nomeadamente as tarefas de cada um dos seus membros em ligação com o treinador principal.

 

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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