Artigos da Federaçãooo

Pedro Costa:“Com Oha a história teria sido diferente”

O treinador ainda não sabe se vai continuar a treinar a equipa de Aveiro

Que balanço faz da última época? Penso que apesar de achar que fomos precocemente eliminados no playoff, de uma forma um pouco infantil, a época foi positiva, tendo esta equipa alcançado o 4º lugar na fase regular com os mesmos pontos do 3º classificado e a 2 vitórias do 2º, mesmo depois de passarmos por tantos problemas de lesões, inclusivamente a perda de um dos norte americanos e problemas de outra ordem. Tudo isto só foi possível pelo excelente trabalho efectuado pelos jogadores, que sempre acreditaram e nunca atiraram a toalha ao chão. Que aspectos negativos e positivos ressalva? Como aspecto mais positivo gostaria de realçar a atitude e entrega dos jogadores que ao longo da época souberam sempre dignificar a camisola deste Clube. Apesar das dificuldades porque passámos, nunca senti da parte deles qualquer sinal de descrença, o que me facilitou a tarefa como treinador e me fez sentir sempre muito prazer e orgulho em ser treinador deles. A todos eles o meu obrigado. Como aspectos mais negativos, gostaria de realçar as lesões, que em muito nos condicionaram, em especial a que levou à perda do Antonhy Oha. Com ele a história teria sido diferente, acredito. A maneira como fomos eliminados do playoff e, finalmente, a situação em que se encontra neste momento o Clube Povo de Esgueira, que pelo seu historial e por sem dúvida ser o clube que representa a cidade ao mais alto nível do basquetebol feminino e masculino a nível nacional, merecia que as entidades da cidade, nomeadamente a Câmara Municipal de Aveiro, o respeitassem mais. Já tem algum convite para a próxima época? Tive já uma hipótese para a próxima época mas que coloquei logo de parte por motivos pessoais. Para já não tive mais nenhum convite. Tem algum projecto que gostaria de levar a cabo? Neste momento não tenho nenhum em especial. Gostaria de continuar a fazer aquilo que me dá muito gozo e prazer que é ser treinador de basquetebol da maneira que sempre o tenho feito, ou seja, de uma forma séria , honesta e sempre com muito empenhamento, entusiasmo e dedicação. Qual é a sua opinião sobre o estado actual do basquetebol em Portugal? Em relação aos escalões maiores, penso que o nível baixou claramente, como se pode ver pela principal Liga, em que duas ou três equipas se distinguiram das outras, havendo até muitos jogos equilibrados entre equipas da Liga e Proliga. No que diz respeito à formação, muito há ainda a investir neste sector, nomeadamente na formação e escolha de treinadores. As equipas deveriam ter os melhores e mais aptos treinadores e isso nunca acontece. É claro que para isso teria que se valorizar muito, mas muito mais, o treinador da formação, coisa que no nosso país acho difícil de acontecer, como se vê em Espanha e noutros países em que os treinadores de formação são profissionais de basquetebol. Aqui nem os dos seniores se podem dar a esse luxo… Treina-se pouco na formação e com pouca qualidade. E por enquanto ainda vamos tendo os Centros de Alto Rendimento que são sem dúvida uma boa aposta, vamos ver até quando. O que deve ser alterado para melhorar a qualidade competitiva da modalidade? A nível de seniores, penso que seria bom termos 12 equipas na Proliga e 12 equipas na Liga, competindo separadamente em 2 campeonatos distintos e sem jornadas cruzadas. Em caso de existirem as jornadas cruzadas, as regras de utilização de jogadores estrangeiros deveriam ser iguais, apenas 2 por equipa. De qualquer maneira, penso que na Liga vão continuar a existir 2 ou 3 equipas que vão distinguir-se porque conseguem ter orçamentos muito superiores às outras e maior capacidade de recrutamento de jogadores.


Estágio de preparação e Torneio Internacional de Valença

Incluído no plano de preparação da Selecção Nacional de Sub- 18 Masculinos para o Europeu 2009, vai a referida selecção efectuar um estágio de preparação e participar no 8º Torneio Internacional de Valença de 21 de Junho a 05 de Julho. Para esta acção estão convocados os seguintes atletas:Miguel Rodrigues Ovarense João Fernandes Barreirense Paulo Santos Algés Daniel Coelho Barreirense Eduardo Guimarães Porto Bruno Cunha Telecom Coimbra Edgar Ribeiro Desp. De Leça Renato Azevedo Oliveirense Carlos Ferreirinho Benfica Vítor Félix Guifões Manuel Semedo Sangalhos João Torrié Vasco da Gama Miguel Queiroz Barreirense João Pedro Costa Diogo Cão Rafael Wildner Portimonense Responsáveis: Dirigente: Jorge Reis Seleccionador: Mário Barros Treinador-Adjunto: Ivan Kostourkov Fisioterapeuta: Rui Silva Secretário: Mário Tenório


Jogos de preparação com Sub-18 de Espanha

A Selecção Nacional de Sub-20 Femininos vai deslocar-se a Benasque (Espanha) para realizar 2 jogos de preparação com a Selecção de Sub-18 Espanhola, entre os dias 19 e 22 de Junho. Esta acção está inserida na preparação da equipa para o Campeonato da Europa que este ano se disputa em Ohrid (Macedónia), entre os dias 6 e 15 de Julho. Para esta acção estão convocadas as seguintes atletas: Ana Catarina Rodrigues Olivais Coimbra Bárbara Pedro Algés Carolina Escórcio CAB Catarina Caldeira CAB Francisca Braga Académico FC Inês Macedo GDESSA Joana Bernardeco ADE Sintra Joana Pinto AD Ovarense Marcy Gonçalves CAB Rosinha Rosário União da Madeira Sara Djassi GDESSA Sofia Silva Académica de Coimbra Responsáveis:Dirigente: José TolentinoSeleccionador: Eugénio RodriguesTreinador-Adjunto: José AraújoSecretário-Técnico: Nuno ManaiaFisioterapeuta: Sandra Carvalho JOGOS: 20 Junho Espanha Sub18 X Portugal Sub20 20h00 Benasque 21 Junho Espanha Sub18 X Portugal Sub20 11h30 Monzón


IV Torneio Internacional “Maximino Ferreira”

O Sporting Clube de Coimbrões vai realizar o seu IV Torneio Internacional de Basquetebol Feminino “Maximino Ferreira” – Sub 14 que contará com a presença de 3 equipas de Espanha (CB Mercedarias e CB Pontomiu da Galiza e 6.25 Ponferrada de Castilha Leon), 2 Seleções Distritais da ABP (SUB 13), 1 equipa da AB Braga (Basquete de Barcelos), 1 equipa AB Coimbra (SP Figueirense), 1 equipa AB Lisboa (SIMECQ) e 4 equipas AB Porto (Académico FC e 3 do SC Coimbrões).


Filipe da Silva: “Tenho paixão pela Selecção”

Filipe é o rosto da ambição e da determinação que o grupo de trabalho, sob as ordens de Moncho Lopez, deverá ter para repetir o êxito alcançado aquando do apuramento para o Eurobasket, em Espanha.

Que balanço faz da parte final da época ao serviço da sua última equipa? Para além de muito positiva desportivamente foi importante na vertente pessoal. Nos 12 jogos que realizei com a equipa do Evreux ganhámos 7, sem esquecer que quando cheguei a situação estava muito difícil. As pessoas do clube falavam em manter a equipa na mesma divisão o mais rápido possível. Depois, a nível pessoal permitiu-me ganhar novamente confiança e voltar a ter influência no jogo da minha equipa. Terminei como melhor passador e fui considerado um dos jogadores em maior destaque no campeonato. Conseguiu recuperar a sua forma desportiva depois da paragem forçada motivada pela rescisão de contrato com o seu anterior clube? Sim, mas mais do que a minha forma física, recuperei alegria de voltar a jogar. Tendo a total confiança do treinador é fácil de gerir a equipa da melhor forma possível. Preparado para servir uma vez mais a Selecção Nacional? Claro que sim, estou preparado para ajudar a Selecção o melhor possível e desejoso por o fazer! Tenho muita paixão pela equipa das quinas. Já sentia saudades de estar ao serviço da Selecção portuguesa? A palavra “saudade” é pouco para descrever aquilo que sinto. Infelizmente, o ano passado não pude estar presente por razoes familiares, mas nem por isso deixei em momento algum de acompanhar a Selecção através dos meus colegas, treinadores e pela internet. Mas felizmente que este ano vou estar lá! Quais as expectativas que tem para esta fase de apuramento? É um grupo muito complicado e em aberto. Julgo que qualquer equipa pode acabar em 1° do grupo e oxalá que seja Portugal a consegui-lo. Vi jogar a Bélgica o ano passado, tem excelentes jogadores e vão seguramente tentar recuperar o Hervelle, o Van Den Spiegel do Real Madrid e o Ilunga-Mbenga dos Lakers. A Bósnia, já os conhecemos porque defrontámo-los no ano em que conseguimos o apuramento para o Eurobasket, em Espanha. Tem jogadores de top, como são os casos do Teletovic do Tau Vitoria e Domercant, do Sienna, e os restantes quase todos têm experiência de Euroliga. Mas temos uma palavra a dizer quanto ao apuramento. Com luta, grande vontade, espírito de sacrifício e entre-ajuda tudo é possível acontecer. O primeiro jogo vai ser importantíssimo, temos de ter casa cheia! É daqueles que pensa que todos fazem falta à Selecção? Sou daquelas pessoas para quem a equipa é o mais importante, ninguém está acima dela. Para superar ausências cada um tem de dar e fazer algo mais para ganhar. O ano passado foi demonstrado isso mesmo. Mesmo com a ausência de alguns jogadores e as lesões a abaterem-se sobre o grupo de trabalho, o seleccionador soube tirar o melhor rendimento da equipa e sair duma situação muito complicada, obviamente nunca esquecendo o meus colegas, que sempre lutaram e conseguiram o apuramento. Só temos de lhes agradecer e felicitar por ainda podermos sonhar com o apuramento para o Europeu na Polónia! Gostaria de deixar alguma mensagem para todos os possíveis seleccionáveis? Não vou deixar qualquer tipo de mensagem, porque cada um sabe o que significa estar na selecção das quinas e poder representar o seu País. Vou falar só por mim: vou lá para dar o meu máximo e com espírito de sacrifício e entreajuda que sempre foi me caracterizou.


Torneio Internacional da Amadora

Enquadrado no plano de preparação final com vista ao Campeonato Europeu a Selecção Nacional Sub-18 disputou o Torneio Internacional da Amadora defrontando as equipas Sub-20 do Benfica, Sub-20 do CIBA e a selecção nacional da Escócia. Duas vitórias (CIBA e Escócia) e uma derrota com a equipa vencedora (Benfica) foi o saldo final.O balanço foi positivo tendo em conta os objectivos perseguidos, ou seja, observar em competição os candidatos à selecção final. Considerando que a anteceder esta primeira competição a equipa nacional só teve dois dias de treino poder-se-á dizer que todos os atletas escolhidos tiveram comportamentos meritórios e esforçados.Apesar dos jogos por força do regulamento da prova terem tido uma duração mais curta (4 períodos de 10 minutos sem paragem do cronómetro) foi possível aos técnicos da selecção nacional dar tempo de jogo a todos os jogadores resultando daí a oportunidade de observar a sua prestação em regime competitivo. Contra a forte equipa sub-20 do Benfica, a selecção nacional evidenciou algumas dificuldades nomeadamente no 3º período mas, uma forte reacção no último período, colocou em dúvida o resultado final. Esta reacção surgiu após uma maior pressão defensiva.No jogo contra a selecção da Escócia, o basquetebol simples, objectivo e linear da equipa adversária colocou muitas dificuldades a equipa nacional. Uma alteração táctica no início do 3º período surpreendeu o adversário e marcou decisivamente o jogo nesta fase (41/23).Diante a esforçada equipa do CIBA, foi clara a superioridade da equipa nacional, mas será de realçar a forma empenhada e consciente, do ponto de vista táctico, como a equipa anfitriã se empenhou para atenuar essa supremacia. RESULTADOS E MARCADORES:BENFICA SUB-20, 55 –PORTUGAL SUB-18, 45PORTUGAL: Daniel (4), Paulo, Renato (4), Ferreirinho (12), Erikson (0), Miguel Bruno (2), João Fernandes (9), Vítor Félix, Pedro Costa, Rafael (2), Torrié e Miguel Queiroz (12).Evolução do resultado por períodos: 1º – 14-14; 2º – 15 – 7 ; 3º – 13 – 6: 4º 13-18. PORTUGAL, 63 – ESCÓCIA, 48PORTUGAL: Daniel (10), Paulo Santos (17), Renato (3), Ferreirinho (8), Bruno Cunha, Eduardo Guimarães (7), João Fernandes, Vítor Félix (2), Pedro Costa (3), Rafael (0), João Torrié (4) e Miguel Queiroz (9)Evolução do resultado: 1º – 13 -20 ; 2º -9 – 5: 3º – 22 – 9 – 4º – 19 -14 CIBA SUB-20, 37 – PORTUGAL, 69PORTUGAL: Erikson, Paulo Santos (2), Renato (11), Ferreirinho (12), Bruno Cunha (2), Eduardo Guimarães (9), Miguel Bruno (6), Vítor Félix (4), Pedro Costa (11), Rafael (4), João Torrié, Miguel Queiroz (8).Evolução do resultado: 1º : 13- 21; 2º – 11-21; 3º 2 – 13; 4º – 11 – 14 Classificação Final:1º BENFICA SUB-20 – 3 v, 0 d2º PORTUGAL SUB-18 – 2 v, 1 d3º ESCÓCIA SUB-18, 2 d, 1 v4º -CIBA SUB-20, 3 d


Curso de Treinadores de Nível I – AB Algarve

Terá início no dia 3 de Julho o Curso de Treinadores que a A.B. Algarve vai organizar, estando neste momento inscritos 30 participantes. José Tavares e Joaquim Martins serão os formadores da FPB / Escola Nacional do Basquetebol presentes. As datas do curso são as seguintes: 3, 4, 5, 10, 11, 12 e 18 de Julho.


IX Torneio Valdemar Pinho de Minibasquete

Nos dias 13 e 14 de Junho, o Olivais Coimbra levou a cabo mais um grande torneio de Minibasquete com a presença de 20 equipas de 7 clubes diferentes nos escalões de sub 8, sub 10 masculinos, sub 12 masculinos e sub 12 femininos, incluindo equipas de 5 clubes do distrito de Coimbra mas também de Monção e o SIMECQ (Cruz Quebrada). Cerca de 200 mini atletas disputaram 26 jogos animadíssimos que foram arbitrados por árbitros oficiais, estagiários e aspirantes a árbitros. Os jogos de Mini 12 foram disputados em campo inteiro em 4 períodos de 10 minutos corridos e os restantes jogos foram disputados em campos atravessados em 4 períodos de 8 minutos corridos. O último jogo do torneio foi disputado entre duas equipas de jogadores do Olivais, o “Já fui Mini”; nele intervieram jogadores que são já da categoria de iniciados este ano e jogadores que este ano completaram o último ano de Minibasquete. Largas centenas de pessoas passaram pelo Pav. Eng. Augusto Correia nos Olivais durante os dois dias do Torneio. Todos ficaram satisfeitos com o nível do basquetebol praticado por estes jovens talentos. No fim foram entregues troféus a todas as equipas e medalhas a todos os atletas, por dirigentes do Olivais, da Associação de Basquetebol de Coimbra e pelo Presidente da Junta de Freguesia de Sto António dos Olivais. O torneio foi completado com um grande churrascão de confraternização.Dirigentes, treinadores e colaboradores do clube, juntamente com o entusiasmo de Pais e Mães dos Minis e alguns patrocinadores tudo fizeram para garantir que o evento decorresse de acordo com o previsto, sem interrupções e com os miúdos sempre em movimento. Deu muito trabalho mas valeu a pena.


Moncho Lopez: “Assentar as bases tácticas”

Saiba nesta entrevista o que o seleccionador nacional Moncho Lopez espera deste primeiro estágio e como pretende colmatar as ausências destes dois jogadores.

Sendo este um estágio também de observação poder-se-á dizer que o lote final de atletas ainda continua em aberto? Claro que sim. Estamos a trabalhar com uma lista alargada de jogadores, com um limite de 25 atletas, como impõem as regras da FIBA. Neste estágio serão observados 14 e uma semana mais tarde entrarão aproximadamente entre 5 a 7 jogadores. Se a brevidade da final do playoff “favoreceu” os interesses da Selecção, o número de indisponíveis complica o seu trabalho com vista à fase de apuramento? É um problema com o qual teremos de conviver… e sobreviver. Muito provavelmente o maior handicap é facto de os lesionados, Paulo Cunha e Jaime Silva, ocuparem a mesma posição, e ambos tinham uma base de trabalho táctico com um papel muito bem definido na actual Selecção. Teremos que procurar em outros jogadores habilidades defensivas muito concretas para as que o Paulo e o Jaime estavam bem preparados: defesa dos bloqueios múltiplos, responsabilidade sobre a bola na transição defensiva, etc. E logicamente as suas capacidades ofensivas, sobretudo em termos de penetração e “pick an roll” também deverá ser equilibrada por outros companheiros. Este período de trabalho serve essencialmente para que fins? Embora estejamos a mais de 40 dias dos jogos de apuramento, nesta fase começaremos a assentar as bases tácticas do nosso jogo. Trabalharemos a construção do jogo em três vertentes fundamentais: regras básicas de recuperação defensiva; regras básicas da transição ofensiva, essencialmente na utilização dos postes na sua chegada ao campo de ataque, e regras básicas do jogo sem bola, após bola interior e após as penetrações. Como se pode verificar, trata-se essencialmente de encontrar as senhas de identidade comuns nas diversas fases do jogo, tentando unir ao máximo um grupo de jogadores provenientes de diferentes equipas e diferentes competições. Vai aproveitar para introduzir novas coisas tendo em vista os jogos de apuramento? Quase todo o trabalho será o de relembrar tudo aquilo que temos vindo a fazer há quase um ano, embora com os ajustes lógicos para nos adaptarmos a novos jogadores que se incorporam na Selecção, e também com a perspectiva dos futuros rivais que teremos de enfrentar. Muito provavelmente vai deparar-se com o problema de ter de escolher entre um dos naturalizados… É um problema enorme, uma autêntica dor de cabeça. Juntando-se agora a este grupo o Manuel Sicó, o que significa que trabalharemos com três atletas, dos quais apenas um permanecerá no grupo final. Tome a decisão que tomar, será sempre uma injustiça para com o esforço e o trabalho dos jogadores dispensados. Muitos detractores aproveitarão para dizer que fizemos a escolha errada. Mas não é importante, é uma decisão que tem de ser tomada, em que o mais importante é o facto de os atletas já terem conhecimento prévio da situação e se preparam mentalmente para o que lhes possa suceder. Desafiando-o para um exercício de futurologia, face às lesões, retirados e indisponíveis, vê alguma posição em que possa vir a ter problemas em preencher? Creio que a posição de base é a que melhor está coberta este ano, porque voltamos a contar com o Filipe da Silva e não temos nenhum jogador lesionado. Tenho muitas opções de qualidade na posição de 1 e agrada-me o que vejo. Julgo ser possível construir um grupo com vários bases de diferentes características, que se podem complementar perfeitamente. Estamos a trabalhara a ideia de poder jogar muitas vezes com dois bases ao mesmo tempo, como estão a fazer as melhores selecções da Europa e como é habitual no basquetebol moderno por esse mundo fora. Isto permitir-nos-á equilibrar a previsível ausência, por lesão, de extremos importantes para a nossa Selecção, posição onde muito provavelmente iremos ressentir-nos mais. O Cunha garantia qualidade e experiência, para além de que os naturalizados ocupam essa posição e somente um poderá jogar.


Náutico de Abrantes sagrou-se campeão

A Fase Final do Campeonato Distrital de Sub13F, disputada nos passados dias 13 e 14 de Junho no Pavilhão Municipal de Abrantes, serviu para confirmar a classificação da fase regular da prova, acentuando de forma mais clara as diferenças entre as equipas presentes.No primeiro dia Náutico de Abrantes e Amiense, primeiro e segundo classificados da fase regular, venceram com alguma facilidade os seus oponentes, CDTN e Vitória Mindense, respectivamente.No jogo de atribuição do 3º e 4º lugar, o Mindense conseguiu uma vantagem de 11 pontos ao intervalo, após algum equilíbrio verificado durante quase toda a primeira parte. Era de esperar uma reacção do CDTN na segunda parte, no entanto o Vitória Mindense soube gerir o jogo da melhor forma e ampliar a sua vantagem, ficando o resultado final em 66-35.O jogo da final, entre Náutico de Abrantes e C.D. Amiense, apesar do nervosismo inicial de ambas as equipas e uma fraca percentagem de concretização perto do cesto, as jogadoras mostraram sempre grande determinação e empenho, libertando-se do desacerto inicial e proporcionando um bom jogo ao numeroso público presente. O Náutico de Abrantes acabou por vencer com alguma facilidade (86-50) sagrando-se vencedor desta prova.Duas notas; uma para o público presente (cerca de uma centena de pessoas) que soube apoiar e incentivar as atletas durante o decorrer dos jogos, outro para as equipas de arbitragem, quase todos árbitros jovens (com pouco tempo de arbitragem) mas com um futuro promissor, sabendo estar ao nível das restantes equipas.


Parabéns Ginásio

“Ao vencer todos os jogos da fase final, a equipa de sub-14 do Ginásio, sagrou-se Campeã de Portugal da categoria.Depois de um percurso a todos os títulos brilhante ao longo da época, este triunfo apresenta o mérito acrescido de ter sido conseguido em casa de um dos adversários (Seixal), muito próximo da casa de outro (Barreirense) e ainda da nossa equipa ter superado o F. C. Porto, 1º classificado da zona norte.Estão de parabéns os jovens jogadores – Fernando Rolo, Pedro Mesquita, João Simões, Pedro Marques, Duarte Cardoso, André Carvalho, Gonçalo Miguéis, Alexandre Tiago, Pedro Campos, João Terêncio, Miguel Lemos, Miguel Augusto – o treinador Luís Dionísio, os Seccionistas António Carvalho e Ramiro Simões, os Pais dos atletas cuja contribuição foi fundamental para este grande êxito e também o Vice-Presidente Carlos Guedelha, com o pelouro da Formação, cuja acção é de justiça salientar, neste momento de alegria.Foi o oitavo titulo nacional obtido pelo Ginásio na modalidade. Na hora da vitória, não esquecemos os patrocinadores que contribuíram para este sucesso: Casino Figueira como sponsor de todo o Basquetebol ginasista e Padaria Dionísio, no caso da equipa campeã.Os resultados:• Ginásio, 44 – F. C. Porto, 37• Ginásio, 71 – União Sportiva Açores, 22• Ginásio, 40 – Barreirense, 37• Ginásio, 46 – Seixal F. C., 44Cinco ideal: Pedro Marques (Ginásio) Diogo Gameiro (Seixal) Carlos Dias (Barreirense) André Figueiredo (Barrereinse) João Moreira (Seixal) Melhor marcador – André Figueiredo (Barreirense) Melhor ressaltador – André Figueiredo (Barreirense) Melhor assistencias – Carlos Dias (Barreirense)”


GDRGumirães conquista troféu

O GDRGumirães foi o grande vencedor da VIII Taça Nacional de sub 16 masculinos, disputada este fim-de-semana, em Viseu, ao bater na final a equipa dom CAB Madeira, por 43-40.O fim-de-semana de decisão da VIII Taça Nacional de sub 16 masculinos, iniciou-se com o jogo entre o GDRGumirães e o Angra Basket. A equipa do GDRGumirães obteve uma vitória confortável. Os viseenses estiveram desde o primeiro minuto à frente do marcador, acabando por vencer por 60-40.Já na outra partida, o CAB Madeira derrotou o Chamusca Basket Clube por 76-71, num jogo bastante intenso e disputado até ao último minuto. Face aos resultados do dia anterior, GDRGumirães e Cab Madeira encontraram-se para disputar o título, num jogo digno de uma final, onde o nervosismo dos jovens atletas ficou patente, como se veio a reflectir no resultado final. GDRGumirães 43 CAB Madeira 40.Foi, sem dúvida, um encontro emotivo, com entrega total dos intervenientes. A vitória da formação viseense acaba por ser justa, considerando que o GDRGumirães esteve praticamente todo o encontro à frente do marcador. De louvar a prestação da formação insular, que no final foi brindada com uma grande salva de palmas do muito público presente nas bancadas.Realça-se, como nota final, o fair-play predominante em todo o evento. Meia-final:GDRGumirães 60 Angra Basket 40Chamusca B.C 71 Cab Madeira 76 Final:GDRGumirães 43 Cab Madeira 40


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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