Artigos da Federaçãooo

Torneio de Verão 3×3

No dia 13 de Junho próximo vai-se realizar no pavilhão Henrique Miranda o Torneio de Verão 3×3, a partir das 14:30 horas, aberto a ambos sexos, dos vários escalões. Cada equipa participa em pelo menos dois jogos, inscrições pagas, prémios de participação (T-shirt), prémios aos vencedores e seguro desportivo.As inscrições poderão ser através do seguinte link:http://3x3queluz.blogspot.com/


Sasha Jakovlevic em Cantanhede

Treinador com vasto Currículum junta-se ao Clinic Em Cantanhede. Formado pela Universidade de Belgrado e com diversos artigos e livros escritos, vai ser certamente uma mais valia para este Clinic. Sasha vira á falar de; Força e Condição Física e ainda do Desenvolvimento da coordenação e agilidade nos jovens jogadores. 1990-1992 Treinador das equipas júnior: WBC “Vozdovac” Belgrado1992-1995 Treinador das equipas júnior: BC “Red Star” Belgrado1995-1996 Conselheiro Científico para equipas jovens: BC “Partisan” Belgrado1997-1998 Treinador Adjunto e Preparador Físico: WBC “Vojvodina” Novi Sad1998-1999 Treinador Adjunto e Preparador Físico: WBC “Hemofarm” Vrsac (Vencedor da Taça e do Campeonato da FR Jugoslávia)1999-2003 Treinador Adjunto e Preparador Físico: BC “Hemofarm” Vrsac (Finalista da Taça Radijovic Korac)2003-2005 Treinador Adjunto e Preparador Físico: BC “Lavovi 063” Belgrado ( Vencedor da Taça da Sérvia em 2004)2005 Treinador Adjunto e Preparador Físico: BC “Hemofarm” Vrsac (Vencedor do Da Liga Adriática)2006-2007 Treinador Adjunto e Preparador Físico: BC “Igokea” Aleksandrovac ( Vencedor da Taça da Bósnia Herzegovina) 2007-2008 Treinador Adjunto e Preparador Físico: BC “Lukoil” Sofia (Vencedor da Taça e do Campeonato da Bulgária) Selecções Nacionais 1999 e 2003 Treinador Adjunto e Preparador Físico da Selecção Feminina2002 Treinador Adjunto e Preparador Físico da Selecção Masculina de Sub 202006 Treinador Adjunto e Preparador Físico da Selecção Masculina de Sub 18


Illiabum a um passo do título

O Illiabum aproveitou bem a vantagem do factor casa somando a segunda vitória na final do playoff da Proliga depois de ter derrotado o Sampaense/Tecoimbra, por 82-72. A forma determinada como a equipa de Ílhavo iniciou o encontro viria a ser determinante no desenrolar da partida. A partir de agora, embora nada esteja perdido, a margem de erro para a equipa de S. Paio de Gramaços passou a ser nula, já que para se tornar campeã terá de vencer as três partidas que ainda há para jogar. A vantagem de 8 pontos (24-16) conseguida no 1º período pelos comandados de Carlos Cabral deram o mote para a segunda vitória na série por parte da equipa de Ílhavo. O intervalo chegou com as duas equipas separadas pela mesma diferença que se registava no quarto inicial do encontro (41-33). Em desvantagem na eliminatória e no resultado, o recomeço da partida revestia-se de extrema importância para o conjunto forasteiro. Mas a verdade é que foi a turma da casa quem reentrou melhor no encontro, tendo sido capaz de dilatar a diferença pontual até ao final do período (68-57), beneficiando obviamente da exclusão do norte-americano Kendell Craig, uma das principais figuras do conjunto de S. Paio de Gramaços, a meio do período. A ganhar por 11 pontos com apenas dez minutos para jogar, o Illiabum não desperdiçaria a oportunidade de aumentar a vantagem na eliminatória (2-0), gerindo a diferença pontual até ao termo da partida. Se no sábado a equipa de Ílhavo fez a diferença da linha de lance-livre, neste 2º jogo os lançamentos longos foram determinantes na vitória da equipa. Os 10 lançamentos triplos convertidos pelos visitados, com um aproveitamento de 42% (10 em 24), acabariam por se tornar num importante antídoto para a estratégia defensiva do Sampaense. Mesmo com Juan Wyatt (18 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo de bola e 1 assistência), como MVP do encontro, Kendell Craig (20 pontos e 3 ressaltos) e Sing (11 pontos, 11 assistências e 5 ressaltos) em bom plano, o Sampaense não evitou a 2ª derrota na eliminatória. No Illiabum, o duo norte-americano Nate Daniels (26 pontos) e James Roberts (19 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências) esteve particularmente inspirado, bem secundado por Daniel Felix (15 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) em mais um triunfo da equipa de Ílhavo.


Sub-20 masculinos

O Barreirense sagrou-se campeão nacional de Sub-20 Masculinos, depois de ter superado na final, Desportivo da Póvoa, por 64-54. Para além do título conquistado a equipa do Barreiro viu o seu atleta João Guerreiro ser considerado o MVP do torneio e colocou ainda mais dois atletas no 5 ideal da fase final.A fase final contou com a participação das equipas do Barreirense, Desportivo da Póvoa, Benfica e FC Porto, que terminaram a sua participação por esta ordem. Parabéns aos novos campeões, treinadores e ao clube por mais um título conquistado.5 IDEALPedro Pereira – BarreirenseNuno Oliveira – Desp. PóvoaJosé Silva – BarreirenseJoão Guerreiro – BarreirenseGeorge – Desp. PóvoaMVP da Fase FinalJoão Guerreiro – FC Barreirense


Moncho Fernandez também marca presença em Cantanhede

Actual Treinador na LEB Ouro da Equipa de “Los Barrios” que está neste momento a disputar o play off de subida para a ACB. Treinador conceituado, na sua trajectória destaca-se de ter sido Treinador Adjunto de Moncho López, nosso conhecido, na ACB em Gijón e Breógan. Na temporada de 2003/2004 dirigiu a equipa de Farho Gijón da LEB. Desde 2006 encontra em “Los Barrios” onde tem obtido resultados excepcionais


Benfica ganha vantagem

O Benfica saiu na frente na final do palyoff do campeonato da Liga Portuguesa de Basquetebol, depois de ter vencido, este sábado, na Luz, a Ovarense Dolce Vita, por 77-61. As duas equipas voltam a encontrar-se na próxima terça-feira, às 21 horas, novamente em Lisboa, naquele que será o segundo encontro da série.Só o nervosismo pode explicar o início da partida, que se resumiu a uma série de turnovers, tendo o primeiro cesto do encontro, por intermédio de Sérgio Ramos, ter acontecido já com 2 minutos de jogo decoridos.Os 20 turnovers que se registaram durante toda aprimeira parte explicam a baixa qualidade e pontuação deste primeiro encontro da final do playoff. O 1º quarto da partida foi de uma total inoperância atacante de ambos os conjuntos, com as defesas a superiorizarem-se claramnete aos ataques contrários. Apesar do desnorte de parte a parte, os encarnados acabariam por estar um todo ou nada melhor, terminando na frente os primeiros 10 minutos (10-7).Até ao intervalo verificou-se uma ligeira melhoria na qualidade de jogo, muito por culpa do maior acerto nos lançamentos longos dos dois conjuntos.Do lado do Benfica depois da saída de Elvis Évora, o melhor elemento até então (9 pontos), surgiram os triplos de António Tavares, aos quais respondia do lado contrário o norte-americano John Waller, fazendo prevalecer o equilbrio no resultado, que apenas se alteraria a 3 segundos do intervalo. Um triplo de Diogo Careira fez aumentar o resultado para a maior diferença pontual durante a 1ª parte (32-24).O descanso foi positivo para o nível do encontro, já que as duas equipas voltaram ao jogo a praticar um basquetebol mais de acordo com a qualidade que possuem. Reentrou melhor a equipa de Ovar, tirando partido da situação do bloqueio directo na bola, com Roberts a fazer quase sempre uma correcta leitura do movimento.A equipa conseguiu um parcial de 7-0 fazendo reduzir a diferença para apenas 5 pontos (52-57). Ao melhor período dos vareiros, respondeu o Benfica na mesma moeda, retribuinndo o parcial sofrido e fazendo novamentente a diferença aumentar para os números com que tinha recomeçado o jogo (64-52).O treinador vareiro, Mário Leite, bem tentou intervir no desenrolar do encontro com um pedido de desconto de tempo, mas não surtiu o efeito desejado, já que dois triplos de Seth Doliboa estabilizaram não só a diferença pontual como também a emocional, uma vez que daí até final nunca mais conseguiu reentrar na discussão do resultado. Tal como tinha acontecido na 1ª parte novo triplo de Diogo Carreira, a 1 minuto do termo do encontro, colocou um ponto final da partida (76-59).As boas exibições de Seth Doliboa (14 pontos, 13 ressaltos e 2 roubos de bola), Elvis Évora (15 pontos e 10 ressaltos) e Diogo Carreira (14 pontos e 4 roubos de bola) foram decisivas neste primeiro triunfo encarnado na série. Do lado da equipa de Ovar, o bom desempenho da dupla de postes Cortez (14 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) e Roberts (11pontos e 8 ressaltos) não evitou a derrota neste primeiro encontro da final.


Illiabum supera Sampaense

O Illiabum ganhou vantagem na final do campeonato da Proliga após ter derrotado, em Ílhavo, o Sampaense/Tecoimbra, por 92-85. A turma de Carlos Cabral somou a sua sétima vitória, em outros tantos jogos disputados, mantendo a sua invencibilidade nas eliminatórias do playoff. O segundo jogo da série é já este domingo, às 16 horas, de novo em Ílhavo, antes da série se transferir para S. Paio de Gramaços.A 1ª parte da partida teve dois períodos distintos: se no 1º quarto a equipa visitante esteve melhor (26-21), o 2º foi dominado pelos pupilos de Carlos Cabral, que não só conseguiram anular a desvantagem trazida do período inicial como conseguiram ir para o intervalo já no comando do marcador (45-43). Talvez moralizados pelo final da 1ª parte, o Illiabum recomeçou o encontro disposto a dar continuidade ao bom momento vivido antes do intervalo. A vantagem de 7 pontos (69-62) conseguida durante o 3º período viria a revelar-se decisiva para o desfecho do encontro, uma vez que no derradeiro quarto, e apesar da elevada pontuação registada – 46 pontos – o equilíbrio foi total e a diferença pontual permaneceu inalterada (92-85). O conjunto de S. Paio de Gramaços, embora tenha dominado a luta das tabelas, encontrou pela frente um conjunto que fez da posse de bola um bem essencial, tendo realizado apenas 4 turnovers durante toda a partida, acabando por fazer a diferença no encontro da linha de lance-livre. Enquanto que o Illiabum foi 28 vezes à linha de lance-livre com um aproveitamento de 93% (falhou apenas 2), a turma forasteira lançou somente 10 vezes. O jogo exterior dos campeões da fase regular foi a principal arma ofensiva neste primeiro triunfo da eliminatória. O trio composto por Daniel Felix (23 pontos e 5 assistências), Nelson Sousa (18 pontos, 4 assistências e 3 roubos de bola) e Nate Daniels (23 pontos e 14 ressaltos) foi um autêntico pesadelo para defensiva do Sampaense/Tecoimbra. Nos forasteiros, a dupla norte-americana Kendell Craig (25 pontos, 5 ressaltos e 2 desarmes de lançamento) e Juan Wyatt (20 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências) tudo fez para iniciar a eliminatória com um triunfo.


Cansaço acumulado acentuou a diferença

Não correu da mesma maneira para as nossas cores o segundo encontro de preparação com a selecção feminina de Cuba, ontem realizado no pavilhão municipal do Peso da Régua, a fechar a primeira fase do plano de preparação para a 2ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B, que se inicia a 15 de Agosto na Suécia, ante a formação anfitriã.Antes de analisarmos a prestação do seleccionado luso, não queremos deixar de referir que esta acção de preparação só foi possível graças ao empenho e apoio das autarquias de Vila Pouca de Aguiar e do Peso da Régua, com o trabalho de campo a ser desenvolvido pela AB Vila Real (o nosso obrigado ao DTR Prof. Marco Oliveira), que fez os contactos e assegurou toda a logística da acção, sem falhas de peso.Segundo jogo, segunda derrota. Não é que não fosse o resultado mais previsível, mas não esperávamos uma diferença tão acentuada de rendimento em relação ao jogo da véspera. De 15 pontos o prejuízo passou para 32, com as pupilas de Carlos Portugal a não conseguirem ter a mesma capacidade de resposta do dia anterior, para o que contribuiu o cansaço acumulado desde o passado dia 12, em que as convocadas se concentraram em Alcochete e praticamente apenas com dia e meio de descanso após a chegada de Angola, no domingo. Resquícios da estadia em terras angolanas teve a poste Tamara Milovac, com uma gastroenterite que a impossibilitou de dar o seu concurso à equipa, tendo estado algumas horas no Hospital de Vila Real no dia da chegada a terras trasmontanas (3ª feira passada), enquanto a base Carla Nascimento já não alinhou ontem por estar adoentada.Portugal teve um início desastrado (3-12), com uma série de 5 turnovers, tendo obrigado o seleccionador nacional a pedir um desconto de tempo no minuto 4 (3-10). Feitas as necessárias rectificações, as coisas melhoraram com Sónia Reis a resolver três situações na área restritiva bem coadjuvada por Carla Freitas na hora de atacar o cesto. A superioridade cubana nas tabelas era avassaladora, partindo para situações de contra-ataque e de segundos lançamentos, após terem ganho o ressalto ofensivo, castigando as nossas jogadoras com faltas, nomeadamente através da poste Klaudia Clavo (nº 8), que no primeiro período anotou 11 pontos, sendo 7 de lances livres, ao provocar 4 faltas. Com 15-28 no final do primeiro quarto, a supremacia cubana manteve-se até ao intervalo (26-43), pese o empenho da capitã lusitana, Sara Filipe (9 pontos e 5 ressaltos), a protagonizar ligeira reacção das nossas representantes nos últimos 3 minutos do 2º período (11-15).A 4ª falta da nossa melhor marcadora, Sónia Reis (22 pontos, 53% nos duplos, 7 faltas provocadas, 4 ressaltos e 2 desarmes de lançamento), obrigando Carlos Portugal a resguardá-la no banco, à entrada do minuto 22, acentuou as nossas dificuldades particularmente em termos ofensivos, vindo a reflectir-se na fraca pontuação conseguida pela equipa no 3º quarto (9-13). A perder por 21 pontos à entrada do último período (35-56), a turma das quinas viu o seu adversário disparar para a maior vantagem conseguida ao longo da partida (37 pontos, por duas vezes, aos 40-77 e 42-79), atenuando o prejuízo nos últimos dois minutos com um parcial de 5-0 a fixar o resultado final (47-79). Além de Sónia Reis e Sara Filipe, já referidas anteriormente, apenas Carla Freitas (11 pontos, 1/4 nos triplos, 3/4 nos duplos e 2/2 nos lances livres) escapou à fraca inspiração colectiva do plantel de Carlos Portugal, que terminou com 18 turnovers, 24 ressaltos (19 defensivos e apenas 5 ofensivos), 6 assistências, 8 roubos e baixas percentagens de lançamento (45% nos duplos, 13% nos triplos e 63% nos lances livres).Na selecção de Cuba o principal destaque vai para o colectivo de Alberto Zabala, com as mais produtivas a serem Clenia Noblet (13 pontos), Klaudia Clavo (12 pontos, 5 faltas provocadas e 8/10 nos lances livres), Taymi Fernandez (12 pontos) e Suchitel Ávila (11 pontos), sob a batuta da base Oyanaisis Gelis (7 pontos e autora do único triplo da equipa).Ficha do jogoPortugal (47) – Sofia Ramalho (2), Carla Freitas (11), Débora Escórcio, Sara Filipe (9) e Sónia Reis (22); Sofia Carolina (1), Ana Oliveira, Joana Fogaça (2) e Ana Fonseca Cuba (79) – Oyanaisis Gelis (7),Yamara Amargo (6), Suchitel Ávila (11), Klaudia Clavo (12) e Marlene Cepeda (8); Leydis Oquendo, Ineidis Casanova (2), Clenia Noblet (13), Taymi Fernandez (12), Arlenys Romero (4), Lazara Moises (2) e Carlota Hechevarria (2)Por períodos: 15-28, 11-15, 9-13, 12-23Árbitros: Fernando Rocha e Marco Teixeira Tarde inesquecível em Pedras SalgadasNo dia do primeiro jogo com Cuba, a seguir ao almoço, a selecção portuguesa visitou o Agrupamento de Escolas de Pedras Salgadas, antiga estância termal que teve grande notoriedade estando agora desactivada, cuja população escolar constituída por jovens do 1º ao 8º anos num total de mais de 400 alunos, conviveu com as nossas jogadoras, que distribuíram autógrafos e interagiram com a pequenada. Fomos recebidos pela presidente e vice-presidente do Conselho Executivo da referida escola tendo sido referida a importância da nossa visita para as crianças e jovens trasmontanos, que anseiam pela construção de um pavilhão para as actividades desportivas curriculares. Segundo aqueles responsáveis, o projecto já foi feito, aguardando-se que em breve a população escolar de Pedras Salgadas e das aldeias em redor possam ter direito à prática da actividade física em todas as épocas do ano, mesmo quando chove ou neva, o que não tem sucedido até agora, pois a instalação de que dispôem é apenas um polidesportivo ao ar livre.


José Costa prepara-se em Paredes

Na sua anterior passagem por Paredes, a 20 de Setembro último, José Costa rubricou uma exibição notável na vitória histórica da selecção nacional frente à Letónia (93×92), anotando 29 pontos e realizando 7 assistências.

O jogador português que já soma 139 internacionalizações (115 nos seniores) afirmou que “surgiu a oportunidade para me preparar neste CNT e quis aproveitar porque infelizmente a minha equipa não atingiu o playoff e quero estar nas melhores condições para o caso de ser chamado à equipa nacional em Junho”. Sobre as condições que encontrou no Concelho Rota dos Móveis o base luso não poupou elogios “as condições são óptimas, o hotel, o restaurante, o pavilhão, as pessoas… tudo espectacular. A Federação e a Câmara de Paredes estão de parabéns”.Para saber mais novidades do CNT Paredes visite o BLOG OFICIAL.


Apresentação das finais dos playoff

A Federação Portuguesa de Basquetebol juntou os quatro finalistas dos playoff da Liga e da Proliga numa conferência de imprensa que teve lugar a bordo de uma embarcação ancorada no Parque das Nações, em Lisboa. Ao final da tarde, e com o rio Tejo em pano de fundo, os protagonistas explicaram aquilo que esperam dos decisivos embates que vão disputar nos próximos diasRivalidades à parte, os quatro treinadores das equipas apuradas para as finais da Liga e da Proliga estiveram esta quinta-feira à tarde juntos num evento onde foram convidados a analisar as finais que se iniciam este sábado. Mário Leite (Ovarense), Henrique Vieira (Benfica), Carlos Cabral (Illiabum) e Emanuel Seco (Sampaense) fizeram-se acompanhar pelos capitães das respectivas equipas, a saber Sérgio Ramos, Nuno Manarte, Daniel Félix e Jorge Sing.Todos usaram da palavra, todos deram voz às suas expectativas para as duas finais, responderam às questões dos jornalistas e tiveram depois a oportunidade de conversar e trocar ideias.Pela parte do Conselho de Arbitragem, o presidente do organismo, Rui Valente, também usou da palavra, revelando os anseios e os desejos dos árbitros, que logicamente também são uma parte interessada nas duas finais.De referir que na ocasião estiveram igualmente presentes o vice-presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Carlos Pires, o director executivo da Liga e da Proliga, Pinto Alberto, bem como o Director Técnico Nacional, Manuel Fernandes.


Final de emoções fortes

As eliminatórias do playoff da Proliga acabaram por colocar na final o primeiro e o segundo classificados da fase regular, respectivamente o Illiabum e o Sampaense/Tecoimbra. O principal objectivo de ambas as equipas – a promoção à Liga – já foi alcançado, mas nada melhor para terminar a época em beleza do que conquistar o título da segunda competição mais importante no calendário nacional. Saiba o que os técnicos Carlos Cabral e Emanuel Seco, bem como os atletas Daniel Félix e Jorge Sing, têm a dizer sobre esta final que arranca já este sábadoO Illiabum terminou a fase regular na liderança da classificação e chega à final sem derrotas no playoff. Por isso, afirma o seu treinador, Carlos Cabral, “as expectativas são naturalmente elevadas”. “Pela época que fizemos, e pelo facto de termos conseguido cumprir os objectivos traçados, há que ter a coragem de nos assumirmos como favoritos à conquista do título na Proliga. Respeitamos o adversário que teremos pela frente, mas vamos disputar esta final com o intuito claro de ganhar”, considerou o técnico.Carlos Cabral não tem dúvidas que Illiabum e Sampaense/Tecoimbra foram os melhores conjuntos da competição. “Estas equipas provaram que podiam estar este ano na Liga Portuguesa de Basquetebol. De qualquer forma, acreditamos que a Proliga tem sido um bom espaço para a promoção do jogador português e esta final será uma boa divulgação da modalidade em pavilhões estão habitualmente cheios.”O capitão Daniel Félix não esconde, por seu turno, a satisfação por a equipa ter chegado a esta fase. “Treinámos 9 meses para alcançar este objectivo, conseguimos fazer tudo o que nos tínhamos proposto para esta época e vamos lutar até ao fim para ganhar”, prometeu, recusando assumir o favoritismo na eliminatória. “Estas equipas terminaram a fase regular nos dois primeiros lugares. Vêm aí mais 5 jogos e quem estiver melhor vai ganhá-los.”À procura do 4º títuloPelo Sampaense/Tecoimbra – clube que já conquistou três títulos nacionais e que vai disputar a sua quinta final – o treinador recordou os objectivos traçados pela sua equipa. “Queríamos estar entre os grandes do basquetebol português e lutar pelo título nacional. Estão na final as duas melhores equipas da fase regular, espero que ambas proporcionem bons espectáculos e que os pavilhões estejam cheios, porque são oriundas de zonas do País onde as pessoas gostam de basquetebol”, referiu Emanuel Seco, técnico da equipa de S. Paio de Gramaços.E não se coibiu de anunciar a formação de Ílhavo como favorita. “O Illiabum demonstrou maior regularidade, de qualquer forma vamos tentar contrariar o facto de eles serem favoritos e procurar ganhar esta final.”Emanuel Seco considerou, por outro lado, que as jornadas cruzadas foram positivas para as equipas da Proliga, mas evidenciou algumas reservas… “Conseguir uma vitória diante de uma equipa de uma divisão acima é sempre motivador. Mas o facto de as equipas da Liga poderem utilizar três estrangeiros e nós apenas dois provoca desequilíbrios. Foi uma fase de transição, para a Federação não foi fácil fazer os calendários desta época, sobretudo depois das desistências do Lusitânia e do Belenenses, mas no futuro temos de pensar se esta será a melhor forma de organizar as competições.”Ainda relativamente à final, Jorge Sing, capitão do Sampaense/Tecoimbra, não escondeu o desejo de festejar a conquista do título da Proliga. “Sempre assumimos que queríamos estar aqui e agora falta-nos dar um pequeno passo rumo ao título que sempre ambicionámos.” Calendário da finalJogo 1: Illiabum-Sampaense (sábado, às 16h)Jogo 2: Illiabum-Sampaense (domingo, às 16h)Jogo 3: Sampaense-Illiabum (6 Junho, às 17h)Jogo 4: Sampaense-Illiabum (7 Junho, às 16h)*Jogo 5: Illiabum-Sampaense (14 Junho, às 16h)** Se necessário


E o título nacional vai para…

Ovarense Dolce Vita e Benfica são os finalistas da Liga Portuguesa de Basquetebol que, a partir de sábado, vão iniciar a disputa do título nacional, na Luz. As expectativas de ambos os conjuntos são elevadas, ou não estivéssemos a falar de duas das melhores equipas portuguesas da actualidade. Os vareiros, campeões em título, querem juntar o campeonato à Taça de Portugal e à Supertaça; o Benfica, por sua vez, pretende dar continuidade ao excelente trabalho que realizou na fase regular. Saiba o que Mário Leite, Nuno Manarte, Henrique Vieira e Sérgio Ramos esperam desta decisiva eliminatóriaA Ovarense Dolce Vita perdeu com o Benfica na fase regular da Liga Portuguesa de Basquetebol, mas bateu os encarnados quando mais necessitava: durante a final-8 da Taça de Portugal. Ganhou a Taça e a Supertaça, faltando-lhe apenas o campeonato para realizar o pleno numa época que pode ser de sonho.Por isso, em Ovar ninguém pensa em outro desfecho que não seja a vitória e a consequente revalidação do título. “Devo recordar que quando apresentámos a equipa, dissemos que o nosso objectivo seria sempre discutir todas as competições em que estivéssemos envolvidos e vencê-las. Estamos numa final e queremos ganhá-la”, considerou o treinador Mário Leite durante apresentação da prova, que teve lugar esta quinta-feira, em Lisboa. “Estão na final as duas equipas que cá deviam estar: a que venceu todos os jogos na fase regular e a que ganhou todas as competições realizadas até ao momento.”O técnico não tem dúvidas de que os espectáculos protagonizados pelas duas equipas serão de qualidade. “Estão reunidas todas as condições para termos uma grande final. Espero que seja uma festa e que os jogos tenham a intensidade de outros tempos, com os pavilhões repletos.”O capitão da Ovarense, Nuno Manarte, partilhou a opinião do seu treinador. “No início da época propusemo-nos lutar por todas as competições, só nos falta o campeonato. Preparámo-nos a época toda para este momento. As finais são para serem ganhas e nós vamos fazer o nosso melhor”, prometeu o jogador.Favoritos é que, segundo Manarte, não há. “Não acredito em favoritismos. Só em campo, jogo a jogo, com muita humildade, é que se vê quem é o melhor”, afiança, convicto, considerando que a eliminatória vai ser decidida “nos detalhes.”Ambição de ganharPelo Benfica, a ambição é em tudo semelhante à dos vareiros. “Estamos muito satisfeitos por estamos nesta final, pois era um dos objectivos que tínhamos para esta época”, referiu, por sua vez, o técnico Henrique Vieira. “Vamos defrontar uma equipa forte, que dominou o campeonato nos últimos anos, que esta época ganhou tudo o que havia para ganhar e isso motiva-nos. Julgo que o favoritismo é dividido.”O facto de Henrique Vieira ter mais experiência de finais do que Mário Leite não constitui, para o treinador do Benfica, uma vantagem. “Bem pelo contrário, a experiência joga a favor da Ovarense porque é a equipa que já ganhou três vezes seguidas e que por isso sabe o que é vencer. Nós na época passada estávamos na Proliga; em Setembro tínhamos apenas 8 jogadores, não sabíamos com que atletas íamos contar até ao final da época. Apesar das vitórias, a temporada não tem sido fácil”, admitiu o treinador dos encarnados.E prosseguiu, dando a receita para o triunfo. “Com humildade e trabalho, como temos feito até aqui, podemos aspirar ao título. No playoff não há jogos iguais e é importante começarmos a eliminatória a vencer.”Sérgio Ramos, um dos mais influentes jogadores no plantel do Benfica esta época, recordou, por seu turno, os problemas sentidos pela equipa na meia-final. “As nossas expectativas passam pela conquista do título. Sentimos dificuldades em superar a Académica, que se bateu muito bem na eliminatória, mas a final vai ser dura e julgo que será ganha pela equipa que cometer menos erros.”E o facto de a Ovarense ter disputado apenas 3 jogos na meia-final diante do CAB Madeira não constitui, para o ex-internacional português, um factor determinante. “Não jogaram mas certamente treinaram. O cansaço não será importante.” Recorde-se que o Benfica teve de disputar 5 encontros para eliminar a Académica.“Julgo que vamos assistir a bons jogos, que espero tenham muito público”, acrescentou Sérgio Ramos, para quem o nível competitivo da Liga até foi bom. “Quando há jornadas cruzadas o nível baixa um bocado, mas há equipas na Proliga de qualidade, como são os casos do Illiabum e do Sampaense, que esta época nos criaram muitas dificuldades. O nível não é mau”, referiu.Calendário da finalJogo 1: Benfica-Ovarense (sábado, às 17h)Jogo 2: Benfica-Ovarense (terça-feira, às 21h)Jogo 3: Ovarense-Benfica (5 Junho, às 20.30h)Jogo 4: Ovarense-Benfica (6 Junho, às 16h)Jogo 5: Benfica-Ovarense (10 Junho, às 16h)*Jogo 6: Ovarense-Benfica (13 Junho, às 15h)*Jogo 7: Benfica-Ovarense (17 Junho, às 21.30)** Se necessário


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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