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Vagos merece ser finalista

É assim! Quando menos se espera, eis que ela acontece. A surpresa na negra. Isso mesmo. O Vagos conseguiu no prolongamento ser mais forte e está na final da Liga Feminina.Foi uma decisão de risco, mas que houve mérito na hora de optar, houve sim senhor. Privado do concurso da base Carla Nascimento no jogo de ontem e sabendo que submeter a poste Clarissa dos Santos a um esforço incompatível com a sua condição actual seria praticamente atirar a toalha ao chão, o treinador do Vagos arriscou e poupou a brasileira. Foi um risco calculado mas que acabou por dar frutos porque no terceiro jogo, Nuno Ferreira contou com as duas atletas e com isso levou a água ao seu moinho, por outras palavras atingiu o objectivo que era estar na final.A partida foi muito disputada, com as forasteiras a vencerem o 1º período (14-15), reagindo a equipa da casa no segundo quarto (15-12), o que fez com que o CAB Madeira fosse para o descanso na frente (29-27). A toada não se alterou após o regresso dos balneários e no final do terceiro quarto a vantagem ainda era das anfitriãs (44-40). As comandadas de João Silva ainda aumentaram a margem para 8 pontos (48-40), com 7 minutos e 16 segundos para jogar, mas gradualmente e acreditando sempre o Vagos recuperou e igualou aos 50-50. Nessa altura Clarissa saiu de cena, em grandes dificuldades, devido à fissura de esforço que a tem apoquentado nas últimas semanas e não mais reentrou. Faltavam 3minutos e 26 segundos para o termo e, num esforço supremo, a turma vaguense uniu-se e conseguiu levar o jogo para o prolongamento. Nos 5 minutos extra (8-12), o Vagos foi mais equipa, acreditou e venceu com justiça. Nas vencedoras, Fernanda Beling creditou-se de outra excelente actuação, ao contabilizar 28 pontos, com 3/4 nos triplos (75%) e 8/13 nos duplos (62%), 4 ressaltos, duas assistências e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres. Mas teve duas magníficas operárias a seu lado: Clarissa dos Santos (15 pontos e 8 ressaltos) e Carla Nascimento (15 pontos, 2/6 nos triplos, 5 ressaltos, 3 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), esta a ser utilizada os 45 minutos que durou o encontro. No CAB Madeira, a poste canadiana Breanne Watson, a despeito de ter sido a MVP da partida, sendo ainda a maior responsável pela supremacia anfitriã nas tabelas (34-25 ressaltos), não conseguiu levar a sua equipa à vitória. Terminou com 22 pontos, 14 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências e 6 faltas provocadas, falhando apenas um dos 8 lances livres a que teve direito, tendo sido bem secundada pela capitã Fátima Silva (14 pontos, 3/10 nos triplos, 3 ressaltos e 3 assistências) e pela norte-americana Casey Nash (14 pontos e 7 ressaltos).Resultado final: CAB Madeira 64-68 Vagos (após prolongamento) A final do play-off, à melhor de 5, será derimida entre Olivais e Vagos, a partir do próximo fim-de-semana (2 e 3 de Maio), com os jogos 1 e 2 a serem em Coimbra, casa da equipa melhor classificada na fase regular (Olivais). No fim de semana seguinte (9 e 10), em Vagos, serão os jogos 3 e 4(este se necessário). Em caso de igualdade, o 5º jogo será de novo em Coimbra, no dia 16.


Angra e Eléctrico no playoff

Na última jornada do Campeonato da Proliga o Basquete de Barcelos garantiu a permanência depois de ter vencido o Maia Basket (66-61), no encontro que decidia qual seria o acompanhante do Atlético na descida de divisão. Quem beneficiou da vitória dos barcelenses foi o Seixal/SLIMCEI que, mesmo tendo perdido, em casa, frente ao Sampaense/Tecoimbra (75-97), manteve-se na Proliga. Angra/Palmeiraspark e Eléctrico FC foram as últimas equipas a carimbarem a presença no playoff, depois de terem vencido, respectivamente, o Aliança/Sangalhos (84-65) e o Queluz (67-65). Destaque ainda para o Galitos FC/Tley que acabou por subir ao 3º lugar da tabela.Em Barcelos a habitual dupla Francisco Machado (17 pontos e 10 ressaltos) e Akinyanju Oladoyin (17 pontos, 13 ressaltos, 4 roubos de bola, 3 assistências e 3 desarmes de lançamento) fez toda a diferença num encontro que só se decidiria no derradeiro quarto. À entrada do último período, depois de um 3º quarto paupérrimo em marcação de pontos (15 no somatório de ambos os conjuntos), as duas equipas encontravam-se empatadas a 46 pontos. Nos últimos 10 minutos a equipa da casa foi mais forte, conseguindo apenas atingir o objectivo da permanência já que os resultados de Angra e Eléctrico não lhe foram favoráveis no que diz respeito ao playoff. Nos Açores, depois de no fim-de-semana ter garantido a permanência, a equipa insular conseguiu na última jornada da fase regular, depois de bater o Aliança/Sangalhos (84-65), apurar-se para o playoff, que era o segundo grande objectivo do clube para a presente temporada. A derrota da equipa de Sangalhos em nada influenciou a classificação final do clube, que manteve o seu sexto lugar da geral. Quem também terminou de forma muito positiva esta fase regular da prova foi o Eléctrico que, aproveitando bem o factor casa, superou o Queluz (67-65) classificando-se no sétimo lugar da tabela. Com esta derrota a turma de Sintra perdeu a vantagem do factor casa na 1ª ronda do playoff, já que se viu ultrapassada pelo Galitos FC na classificação. A espectacular segunda volta do Galitos FC teve como recompensa a conquista do 3º lugar da tabela do campeonato da Proliga. No confronto entre adversários directos, a equipa da margem sul do Tejo derrotou o Esgueira/OLI, por 54-34. Apesar de derrotado, o conjunto orientado por Pedro Costa terminou a fase regular na 4ª posição, o que lhe concede vantagem na 1ª ronda da fase seguinte. Face aos resultados desta última jornada, os emparelhamentos para o playoff são os seguintes: Illiabum-Angra PalmeirasparkEsgueira/OLI-QueluzSampaense/Tecoimbra-Eléctrico FCGalitos/Tley-Aliança Sangalhos


Olivais à espera de parceiro

Isto porque o CAB Madeira empatou a eliminatória com o Vagos, vencendo sem margem para dúvidas.

Depois de uns dez minutos iniciais sob o signo do equilíbrio (17-17), as campeãs nacionais foram mais fortes no segundo quarto (21-11), indo para o intervalo com 10 pontos de vantagem (38-28). Depois foi uma questão de gerir o pecúlio, com o Algés a não se entregar, discutindo o resultado como o explicam os parciais verificados no 3º (14-16) e 4º períodos (21-20). Embora tenha ganho a luta das tabelas (26-34 ressaltos), graças à excelente prestação da poste moçambicana Nica Gemo, MVP da partida, com 15 pontos, 18 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 desarmes de lançamento, 1 roubo e 3 faltas provocadas, bem ajudada por Susan Foreid (9 ressaltos sendo 5 ofensivos e 2 roubos) e tenha cometido menos erros (15-12 turnovers), a turma de Carlos Barroca não conseguiu evitar a derrota frente a um adversário com mais soluções, que apresentou um jogo exterior muito forte (44% com 7 triplos em 16 tentados) e foi mais pressionante na defesa (12-5 roubos). Contou com um trio muito igual, constituído por Ambrosia Anderson (20 pontos, 2/4 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 roubos, duas assistências, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres), Ana Fonseca (14 pontos, 3/4 nos triplos, 3 roubos e uma assistência) e Ana Sofia Santos (11 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas), colmatando de alguma forma a tarde menos boa da norte-americana Aja Parham, com fracas percentagens de lançamento, embora tenha estado ao seu nível nos roubos (3) e nas assistências (3). Nas algesinas destaque ainda para a norte-americana Amanda Jackson (25 pontos, 2 ressaltos, uma assistência e 3 faltas provocadas, falhando apenas uma das 9 tentativas de que dispôs da linha de lance livre), que não chegou ao fim pois fez 5 faltas.Ausências fazem-se sentirSem duas pedras nucleares (a poste brasileira Clarissa dos Santos e a base Carla Nascimento), seria preciso quase um milagre para que o Vagos conseguisse criar muitas dificuldades ao CAB Madeira que, com um começo muito forte terminou o 1º período na frente (24-11). Contando com as suas atiradoras exteriores de mão quente (40%, com 8 triplos em 20 tentativas), nomeadamente a capitã Fátima Freitas (24 pontos, 6/9 nos triplos, 5 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos) e Carla Freitas (6 pontos, 2/3 triplos, 3 roubos e 3 assistências), aliado ao bom desempenho da norte-americana Casey Nash, a MVP do encontro, com 18 pontos, 64% (9/14) nos duplos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e duas assistências, as anfitriãs ganharam as tabelas (46-29 ressaltos), tanto na tabela defensiva (34-26) como na ofensiva (12-3), sendo efectivamente neste indicador que mais se fez sentir a ausência de Clarissa. No jogo da semana passada a equipa vaguense havia dominado a luta de ressaltos (49), com Clarissa a capturar a módica quantia de 20 (!). Aliás Nuno Ferreira não contou ontem com as duas jogadoras mais valiosas de há oito dias, que em conjunto tinham marcado 26 pontos (Clarissa, 12 e Carla, 14), tinham roubado 9 bolas (Clarissa, 5 e Carla, 4) e ainda com a base Carla Nascimento a fazer 6 assistências. Claro que o técnico madeirense não tem culpa disso mas temos de reconhecer que foi um handicap muito grande. No Vagos a mais inconformada e também mais valiosa foi a extremo brasileira Fernanda Beling (22 pontos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos, uma assistência e 6 faltas provocadas, estando irrepreensível da linha de lance livre, ao fazer 12/12).Além das referências já feitas nas vencedoras, que geriram a vantagem inicial ao longo do encontro, ganhando os restantes períodos (12-10, 16-12 e 14-12), destaque ainda para a poste canadiana Breanne Watson (16 ressaltos, sendo 5 ofensivos), embora muito perdulária na área pintada, com apenas 4 pontos e para Nádia Tavares (10 pontos e 5 ressaltos, sendo 2 ofensivos), ambas com forte contribuição nos ressaltos. Outra grande pecha das forasteiras foi a sua fraca eficácia de lançamento: 42%-31% nos duplos e 13% nos triplos (2/15), correspondendo a uns fraquinhos 25% nos lançamentos de campo (contra 41% do CAB).Resultados:Olivais 73-64 Algés CAB Madeira 66-45 VagosOlivais é finalista, aguardando pelo vencedor da outra meia-final, que está empatada (1-1), sendo necessário terceiro jogo.HojeCAB Madeira-Vagos (16H00)


Contas para o playoff

Neste momento certezas há apenas relativamente ao primeiro lugar do Benfica e ao segundo posto do CAB Madeira. Daí para baixo há 8 cenários possíveis, que passamos a explicar nos detalhes desta notícia

Cenário 1Toda as equipas com 17-13 (vitória do Ginásio no Barreiro, derrotas deFC Porto e V. Guimarães); 6º Ginásio , 7º FC Porto, 8º V. Guimarães, 9º Barreirense Cenário 2Barreirense, Ginásio e FC Porto com 17-13 (vitória do Ginásio noBarreiro, derrota do FC Porto, vitória do V. Guimarães): 6º V. Guimarães, 7º Ginásio , 8º FC Porto, 9º Barreirense Cenário 3Barreirense, Ginásio e V. Guimarães com 17-13 (vitória do Ginásio noBarreiro, derrota do V. Guimarães, vitória do FC Porto): 6º FC Porto, 7º Ginásio , 8º V. Guimarães, 9º Barreirense Cenário 4Barreirense e Ginásio com 17-13 (vitória do Ginásio no Barreiro,vitórias de FC Porto e V. Guimarães): 6º FC Porto, 7º V. Guimarães, 8º Ginásio, 9º Barreirense Cenário 5Barreirense ganha ao Ginásio, vitórias de FC Porto e V. Guimarães6º FC Porto, 7º Barreirense,8º V. Guimarães, 9º Ginásio Cenário 6Barreirense ganha ao Ginásio, vitória de Guimarães e derrota de FC Porto6º Barreirense,7º V. Guimarães, 8º FC Porto, 9º Ginásio Cenário 7Barreirense ganha ao Ginásio, vitória de FC Porto e derrota de V. Guimarães6º FC Porto, 7º Barreirense, 8º V. Guimarães, 9º Ginásio Cenário 8Barreirense ganha ao Ginásio, derrotas de FC Porto e V. Guimarães6º Barreirense, 7º FC Porto, 8º V. Guimarães, 9º Ginásio


Finalistas precisam-se…

É já amanhã que se podem ficar a conhecer os dois finalistas da Liga Feminina 2008/09. Joga-se em duas frentes (Coimbra e Funchal) o segundo encontro das meias-finais do play-off, com a vantagem a pertencer de momento ao Olivais e ao Vagos.O campeão em título pode e deve carimbar já amanhã, o passaporte para a final. A tarefa do Algés afigura-se deveras complicada, por vários motivos. Carlos Barroca não irá poder contar de novo com Catarina Coelho, embora tudo se conjugue para que Susan Foreid possa ser utilizada sem grandes limitações, tal como a poste moçambicana Nica Gemo, com algumas queixas durante a semana. O técnico algesino terá forçosamente que alterar a estratégia utilizada ao longo da época, porque as jogadoras não são iguais e não têm as mesmas soluções, nem os mesmos pontos fortes. Depois a profundidade do banco ao dispôr de Barroca não tem nada a ver com a do seu homólogo, que a priori só apresenta uma baixa (a base Filipa Freitas), aliás já há mais de mês e meio. E de então para cá o Olivais ainda não perdeu qualquer jogo, pelo que algumas farpas não nos fazem mossa, porque andamos nisto por prazer e sem intuitos lucrativos. Já na partida do Funchal as coisas mudam de figura. Não quer isto dizer que o Vagos, de momento em vantagem porque ganhou o primeiro jogo no seu ambiente, tenha tudo para seguir em frente. É evidente que a pressão está do lado das comandadas de João Paulo Silva, que não podem falhar amanhã. A margem de erro é zero. Mas estamos convencidos de que a eliminatória só será resolvida no domingo, na negra. Por banda do CAB Madeira a experiência de Fátima Freitas, Gilda Correia e Carla Freitas é arma fundamental que pode pesar na hora das grandes decisões, ainda que do lado das pupilas de Nuno Ferreira também Ana Teixeira, Carla Nascimento e Raquel Soares formam um núcleo duro consistente, com largos anos de tarimba. E o papel das estrangeiras nisto tudo, qual é? Obviamente que irá ser decisivo, cada uma de sua maneira, tendo em conta os seus trunfos. Na área pintada o duelo será entre a canadiana Breanne Watson e a brasileira Clarissa dos Santos, enquanto na posição de extremo, a norte-americana Casey Nash e a brasileira Fernanda Beling irão pôr à prova as suas capacidades de atiradoras. Mas será nos detalhes que as coisas se irão decidir.CalendárioAmanhã (Sábado)Olivais-Algés (17H30)CAB Madeira-Vagos (16H00)Depois de amanhã (Domingo)Olivais-Algés (17H30) *CAB Madeira-Vagos (16H00) ** se necessário


Minhava renova com o Benfica

O internacional português Miguel Minhava vai continuar a vestir a camisola do Benfica. Segundo informa o site dos encarnados, o base chegou a acordo com o clube da Luz e renovou o seu vínculo. Trata-se de um jogador que tem assumido um papel importante na campanha sem derrotas que a formação treinada por Henrique Vieira vem realizando esta temporada na Liga Portuguesa de Basquetebol. Em declarações à Benfica TV, reproduzidas pelo site do clube, Miguel Minhava confessa-se muito satisfeito por poder continuar na Luz. “Esta renovação prova que as pessoas têm gostado do meu desempenho no clube. Pertencer a esta família é muito especial. Nunca escondi que queria ficar no Benfica, um clube que dá condições que nenhum outro pode oferecer em Portugal”, referiu. Relativamente ao campeonato, o internacional luso, que esteve lesionado durante um largo período de tempo esta época, frisou que a equipa vai procurar “manter o nível da fase regular durante o playoff”.


Concentração de Sub-8 no Seixal

As próximas Concentrações têm lugar a 10/05/09, para os Sub-10, entre as 9 e as 13 horas, no Pav. Municipal da Moita e a 24/05/09, para os Sub-8, das 9 às 16 horas, no Complexo dos Desportos de Almada, integrada no Memorial Vítor Mamede.


Árbitros para o fim-de-semana

Liga Portuguesa de Basquetebol Sábado, dia 25 de Abril 18:30 – CAB Madeira SAD-Ovarense Dolce Vita Pavilhão do C.A.B. Árbitro Principal: Fernando RezendeÁrbitros Auxiliares: Sónia Teixeira e Ricardo Severino 18:30 – Barreirense/UNILOGOS-Casino Ginásio Pavilhão Municipal Luís de Carvalho Árbitro Principal: Luís LopesÁrbitros Auxiliares: Sérgio Silva e Pedro Coelho 18:30 – Vagos NorbainLusavouga-Académica Pavilhão Municipal de Vagos Árbitro Principal: Nuno MonteiroÁrbitro Auxiliares: João Veiga e Ana Miramon18:30 – V. Guimarães-Física Torres Vedras Pavilhão do Vitória SC Árbitro Principal: Nelson GuimarãesÁrbitros Auxiliares: Jorge Cabral e Vitor Cardoso 18:30 – Sport Lisboa Benfica-FC Porto Ferpinta Pavilhão Império Bonança Árbitro Principal: José AraújoÁrbitros Auxiliares: José Abreu e Bruno Alvarinhas Proliga Sábado, dia 25 de Abril 15:00 – Angra/Palmeiraspark-Aliança/Sangalhos Pavilhão Municipal de Angra do Heroísmo Árbitro Principal: Paulo PereiraÁrbitro Auxiliar: Vitor Lourenço 16:00 – Illiabum-Atlético/SLIMCEI Pavilhão Capitão Adriano Nordeste Árbitro Principal: José PedrosoÁrbitro Auxiliar: Juan Alijas 16:00 – Galitos F.C./ Tley-Esgueira/OLI Pavilhão Municipal Luís de Carvalho Árbitro Principal: Carlos SantosÁrbitro Auxiliar: Hugo Antunes 16:00 – Seixal/SLIMCEI-Sampaense/Tecoimbra Pavilhão do Seixal Árbitro Principal: Pedro RodriguesÁrbitro Auxiliar: Bruno Santos 16:00 – Eléctrico F.C.-Queluz Pavilhão Municipal de Ponte de Sôr Árbitro Principal: José LopesÁrbitro Auxiliar: Marco Gonçalves O Conselho de Arbitragem já nomeou os juízes para as várias competições do fim-de-semana. Conheça os árbitros que vão estar nos encontros da Liga Portuguesa de Basquetebol, na Proliga e no playoff da Liga Feminina 16:00 – Basquete de Barcelos-Maia Basket Pavilhão da Escola Secundária de Barcelos Árbitro Principal: Paulo MarquesÁrbitro Auxiliar: Sérgio Adegas Liga Feminina Fase Final – Play-Off – 2ª Eliminatória Sábado, dia 25 de Abril 16.00 – CAB Madeira-A.D.Vagos Pavilhão do C.A.B. Árbitro Principal: Fernando RezendeÁrbitro Auxiliar: Sónia Teixeira 17.30 – Olivais Coimbra-Algés Pavilhão Multidesportos de Coimbra Árbitro Principal: Eduardo FernandesÁrbitro Auxiliar: Rosa Santos Domingo, dia 26 de Abril (se necessário) 16.00 – CAB Madeira-A.D.Vagos Pavilhão do CAB Árbitro Principal: Fernando RezendeÁrbitro Auxiliar: Ricardo Severino 17.30 – Olivais Coimbra-Algés Pavilhão Multidesportos de Coimbra Árbitro Principal: Rui RibeiroÁrbitro Auxiliar: Samira Barrima


Decisão no Barreiro

Para o experiente base e capitão do conjunto da Figueira da Foz, José Costa, o esforço e a evolução demonstrados pelo grupo nesta parte final da prova merecem ser premiados. Não difere muito do desejo de recompensa que João Santos considera o Barreirense merecer, pela coesão e espírito de união que a jovem equipa da margem sul do Tejo revelou face aos últimos acontecimentos que se abateram sobre o plantel.

Uma vitória garante desde logo a presença de uma das equipas no playoff, ficando depois a respectiva classificação final dependente dos restantes resultados dos demais encontros. Para José Costa seria inglório, chegado a este ponto, o Casino Ginásio não garantir uma vaga no playoff. “Custava imenso não conseguir o apuramento. Aos poucos temos vindo a recuperar e a jogar melhor e, chegados à última jornada, só dependemos de nós próprios, algo que já não acontecia há muito tempo”, referiu José Costa Nem mesmo o facto de o adversário ter dispensado dois dos seus atletas estrangeiros leva o experiente base português a pensar em maiores facilidades para este decisivo encontro. “Tiveram de ir vencer a Coimbra no passado fim-de-semana. Com a ausência dos 2 norte-americanos, que eram jogadores com características mais interiores, a equipa do Barreirense torna-se mais móvel, rápida e, principalmente, mais moralizada, o que é normal num grupo em que a base são jovens atletas portugueses que se querem mostrar e provar que têm qualidade. No entanto, estou convencido que temos argumentos para lá chegar e vencer o encontro.” A melhoria do Casino Ginásio “coincidiu com a entrada do Nuno Pedroso e o Rafael Anunciato” que trouxeram à equipa “mais rotação e consistência.” E para este jogo em concreto, Costa prevê um embate de características particulares. “Julgo que será uma partida muito equilibrada. Nenhuma das equipas tem um verdadeiro poste. Os restantes atletas que compõem os planteis são jogadores versáteis, razão pela qual a partida se tornará interessante de se assistir. A parte táctica poderá acabar por fazer a diferença neste decisivo encontro.” Em partidas com estas características a experiência poderá valer ouro, sendo José Costa um perfeito exemplo dessa eventual vantagem. “A maior experiência é um factor importante, que espero que funcione a nosso favor. O importante é controlar o desenrolar do jogo, sermos capazes de conseguir jogar ao ritmo que nos for mais conveniente. Tivemos uma má experiência no encontro para a Taça de Portugal, espero que tenhamos aprendido com os erros que cometemos para que não se repitam nesta final.” Mais portugueses Jovem, ambicioso, formado nas escolas do clube, João Santos é o rosto deste novo formato da equipa do Barreirense para o que resta da temporada. “Temos de ganhar para não corrermos o risco de ter que fazer contas.” As recentes alterações no plantel fizeram mudar a estrutura da equipa mas não alterou em nada a filosofia do clube. “Somos mais portugueses, talvez por isso estejamos mais unidos pelo facto de nos conhecermos melhor. Tudo isto em conjunto poderá tornar-se numa importante vantagem a nosso favor.” As soluções reduziram-se e muito provavelmente as armas serão outras agora. “Como somos mais jovens temos obrigatoriamente de ser mais rápidos, correr mais do que eles e fundamentalmente jogar com mais coração.” Atento ao que o adversário tem feito nas últimas jornadas, João Santos sabe bem de onde vem o perigo. “Por aquilo que tem conseguido nos últimos jogos, temos de ser capazes de travar o José Costa. Se o conseguirmos fazer penso que temos claras possibilidades de passar ao playoff.” Vencer o encontro e apurar para a fase seguinte seria uma excelente forma de colocar um ponto final em todas as histórias relacionadas com o clube. “Aquilo que tem vindo a público não corresponde à verdade. E aquilo que nós, grupo, mais queremos é perante a nossa massa associativa vencer o encontro e poder-lhes dedicar o apuramento, provando que o grupo está bem e unido.”


Tensão na Madeira

Para a vaguense Raquel Soares o triunfo da passada semana trouxe mais motivação e crença de que o grupo poderá estar presente na 3ª final da época. Já a experiente atleta insular, Gilda Correia, encara, por seu turno, o resultado do 1º embate com naturalidade, considerando que agora é tudo uma questão de mentalização e concentração de modo a não falhar onde a margem de erro é nula. O encontro realiza-se este sábado.

Para Raquel Soares era “fundamental vencer este primeiro jogo” que, aliado ao facto de a equipa “ter efectuado uma boa exibição e terem vencido com mérito”, faz com que as vaguenses se desloquem este fim-de-semana à Madeira “muito mais motivadas e a acreditarem muito mais” que podem marcar presença na final do campeonato. Uma derrota tornaria a tarefa do Vagos, para este fim-de-semana, bastante mais difícil. “É sempre muito difícil vencer na Madeira, sinceramente não me recordo da última vez que lá consegui ganhar. Se viajássemos este fim-de-semana com a obrigatoriedade de ter vencer as duas partidas iria ser indiscutivelmente muito mais complicado. O CAB tem várias jogadoras de selecção, muito experientes, que há muitos anos andam nestas andanças de finais de campeonato”, justificou Raquel Soares Estar presente na terceira final da época é o propósito de Raquel, bem como de todas as suas companheiras. “Era nosso objectivo, desde que a época começou, estar presentes em todas as finais. Para conseguirmos isso temos de vencer já no sábado, no encontro em que julgo que toda a pressão estará do lado delas. O próximo confronto terá de ser o nosso jogo, já que no caso de ser necessário de disputar uma negra, na Madeira, com apoio do seu público, julgo que o favoritismo estará todo do lado delas”, referiu. Sem margem para errar Depois da derrota no primeiro jogo, numa eliminatória à melhor de 3, a atleta madeirense Gilda Correia sabe bem que o CAB tem de “ganhar os 2 jogos e que não existe mais margem para erro, pois acabaram-se as segundas oportunidades” para a equipa insular. Gilda não considera que a derrota do fim-de-semana passado “tenha sido uma surpresa”, já que durante a fase regular “as equipas estavam empatadas no número de vitórias” entre si. Numa eliminatória em que estão frente a frente o 2º e 3º classificados da fase regular “não seria de esperar outra coisa que não fosse equilíbrio.” Estar em desvantagem na eliminatória “não causa preocupação ao grupo”, tudo dependerá agora da “mentalização e concentração” para o que aí vem. Gilda refere que abordagem deverá ser feita “jogo a jogo porque agora é tempo de playoff.” A derrota foi escalpelizada, tendo sido identificado o que há para melhorar e para manter, já que nem tudo foi negativo no primeiro jogo. “Falhámos claramente nas percentagens de lançamento, que acabariam por ser incaracterísticas para a nossa equipa. Em ataque organizado nunca procurámos as melhores soluções de lançamento.” Gilda está convencida que “melhorando ofensivamente estes aspectos”, mantendo aquilo que “de bom se fez na defesa” e corrigindo o aspecto do ressalto defensivo, “para que não se repita o sucedido no jogo anterior, com uma única atleta conquistar 20 ressaltos”, as hipóteses de conseguir um resultado positivo aumentam. “Experiência não é uma acumulação de anos de trabalho, mas sim de situações de pressão vividas ao longo da carreira de uma atleta”, salientou. E Gilda considera que até nisso as equipas se encontram em pé de igualdade. “Temos 2 ou 3 jogadoras que já passaram por várias finais, mas o mesmo se passa do lado contrário, como são os casos da Carla Nascimento, Fernanda Beling e até mesmo a Raquel Soares.”


Miguel Gomes:Seixal à beira da permanência

A equipa seixalense, que nos últimos 5 jogos disputados frente a conjuntos da Proliga venceu 4, depende apenas de si própria, já que em caso de vitória garante a manutenção, ficando depois a aguardar por resultados de terceiros para saber se conseguirá uma vaga no playoff. Para o capitão de equipa Miguel Gomes uma vitória, este sábado, diante do Sampaense/Tecoimbra, seria um prémio justo para o sacrifício e a dedicação de todo o grupo de trabalho.

Depois de quase condenada à descida de divisão, a recta final do Seixal/SLIMCEI tem sido quase perfeita, encontrando-se a um pequeno passo de garantir a manutenção e eventualmente ainda poder discutir o playoff. “Tivemos uma fase da época extremamente complicada, em que não conseguíamos ter no treino a equipa completa e isso naturalmente reflectia-se no desempenho nos jogos. Quando passamos a trabalhar com o grupo completo, os resultados surgiram naturalmente fruto do muito sacrifício e empenho que empregamos em cada treino.” Para o capitão Miguel Gomes este sprint final merece que a meta seja cortada com o Seixal/SLIMCEI vencedor. “Seria morrer na praia. Olhando agora para trás é fácil constatar que tivemos vários jogos com erros infantis que nos custaram vitórias, que obviamente tiveram o seu peso nas contas finais. Sabemos que mesmo não vencendo (desde que o Maia Basket perca em Barcelos) podemos manter-nos na Proliga, mas o pensamento é só um: derrotar o Sampaense.” O adversário, pese embora não atravesse um período particularmente famoso, tem argumentos mais do que suficientes para criar problemas. “Não irá ser fácil contrariar o seu jogo interior, nomeadamente do poste norte-americano, que vem de uma excelente exibição. Todos os cuidados são poucos com o Kendell Craig. Existe ainda o problema chamado Sami, que é sempre um jogador muito útil porque tanto lança de fora como pode jogar dentro e ganha ressaltos; e o Sing, que não sei se já jogará, mas que acaba por ser ele que coloca a equipa a jogar.” Para contrariar todos estes pontos fortes, Miguel apela àquilo que tem sido a imagem da equipa nos últimos encontros disputados. “Temos de continuar a jogar colectivamente no ataque, pois já confirmámos que é dessa forma que conseguimos as nossas vantagens, e continuar a apostar forte na defesa, mantendo a nossa pressão campo inteiro, à imagem do que temos vindo a fazer nas últimas partidas. Acima de tudo, temos de ser muito competitivos. Foi assim que vencemos em S. Paio de Gramaços e só espero que as coisas voltem novamente a correr bem.” Sábado, dia 25 de Abril 15:00 – Angra/Palmeiraspark-Aliança/Sangalhos 16:00 – Illiabum-Atlético/SLIMCEI 16:00 – Galitos F.C./ Tley-Esgueira/OLI16:00 – Seixal/SLIMCEI-Sampaense/Tecoimbra 16:00 – Eléctrico F.C.-Queluz 16:00 – Basquete de Barcelos-Maia Basket


Carlos Seixas na Selecção sénior feminina

A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) nomeou Carlos Seixas como novo treinador-adjunto da Selecção nacional de seniores femininos.Com um trajecto de vários anos a representar o país enquanto praticante, o também gestor de conteúdos do portal da FPB, vai iniciar na selecção sénior feminina um percurso diferente, agora como treinador-adjunto da equipa liderada por Carlos Portugal. Segundo as palavras de Mário Saldanha, presidente da FPB, a aposta em Carlos Seixas para reforçar a equipa técnica da selecção feminina – que se encontra a lutar pela subida ao Grupo A do Campeonato da Europa – insere-se numa estratégia que pretende aproveitar o contributo de vários ex-jogadores no sentido de colocaram a sua experiência ao serviço das gerações seguintes. “Pretendemos, no futuro, aproveitar a experiência de alguns elementos de referência do basquetebol português para que, mesmo depois de terminarem as respectivas carreiras enquanto atletas, possam continuar a ajudar a desenvolver a nossa modalidade. Pelo que representam para o basquetebol nacional, pelo seu passado, pelas vivências acumuladas e pela dedicação que sempre revelaram em representação de Portugal, creio fazer todo o sentido não desperdiçar o seu contributo. Estou convicto que este é o caminho correcto. Espero que a passagem de Carlos Seixas a técnico-adjunto da selecção sénior feminina seja apenas o início desta nova fase que desejamos ajude a fortalecer o basquetebol nacional e as várias selecções”, explicou o líder da Federação. Recorde-se que Carlos Seixas foi um dos jogadores que mais vezes alinhou pela principal selecção nacional, tendo conquistado inúmeros troféus ao longo da carreira que terminou na época 2007/08. Embora tenha sido com a camisola do Benfica que alinhou mais anos (e onde conseguiu mais títulos), enquanto sénior jogou também no FC Porto, Oliveirense, Queluz e Lusitânia dos Açores, para além de registar uma passagem pela formação alemã do Rondhorf. A nível de formação, Seixas iniciou-se no CDUP antes de se mudar para o FC Porto onde, ainda com a idade de júnior, se estreou na equipa principal. Torneio em Angola Os primeiros jogos em que Carlos Seixas já estará ao lado de Carlos Portugal no comando técnico da principal selecção feminina terão lugar nos próximos dias 20, 21 e 22 de Maio, durante a participação no Torneio de Angola, evento onde participarão, para além das equipas angolana e portuguesa, a África do Sul e o Congo. Este torneio internacional, assim como os dois jogos particulares com a congénere de Cuba (dias 27 e 28 de Maio, em Portugal), inserem-se no programa de preparação da selecção nacional que, recorde-se, está envolvida na luta pela subida ao Grupo A do Campeonato da Europa. Actualmente, Portugal soma uma só derrota na fase de qualificação – em casa, diante da Suécia -, mantendo-se com francas possibilidades de discutir, até ao final, a eventual subida ao escalão principal. Na segunda volta da “poule” em que está inserida, a equipa nacional realizará quatro encontros: na Suécia (15 de Agosto), com a Estónia (19), no Luxemburgo (22) e com a Macedónia (26). As duas partidas em casa serão realizadas em Coimbra.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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