Artigos da Federaçãooo
2º circuito Sub-13 AB Lisboa
Estiveram em acção 190 atletas e 21 árbitros distribuídos pelas 22 equipas participantes. A atividade decorreu muito bem tendo-se realizado todos os jogos(22) previstos. O próximo circuito é já em dezembro e todos ficaram ansiosamente á espera.
Estreia de Tauras Skripkauskas no Ginásio
Preencheu um lugar ainda vago, nas mesmas condições contratuais, muito modestas como é regra nesta época, previstas para um atleta com dupla nacionalidade, Joel Almeida, com contrato firmado mas retido em Cabo Verde por motivos militares.
AD Vagos perde liderança
cabou o reinado da AD Vagos nas competições nacionais. Ao fim de mais de dez partidas, a equipa vaguense soma a sua primeira derrota, e logo em casa frente ao Algés (56-59), o seu mais direto adversário.
O jogo grande da jornada prometia um confronto bastante emotivo entre 1º e 2º classificado. A AD Vagos queria manter a sua invencibilidade na prova e a liderança. O Algés, por seu lado, queria inverter essa caminhada da equipa comandada por Nuno Fereira na Liga. Sabia-se que o Algés iria colocar muitos problemas e tentar aproveitar o facto das “amarelas” terem jogado na Bélgica a meio da semana para as competições europeias. A equipa vaguense estava avisada que o adversário de hoje queria levar para casa os dois pontos para subir ao comando da liderança na Liga. Pois bem, o Algés foi mais afoito e conseguiu esse intento. O primeiro período pautou-se pelo equilíbrio e pela baixa finalização, uma demonstração de que este era um jogo de nervos e que qualquer deslize poderia sair caro. A AD Vagos, no entanto, conseguiu alguma superioridade apostando numa defesa mais agressiva e em ataques bem organizados mas onde faltou alguma acutilância na hora de ir para o cesto. Do lado das algesinas, soçobrava Jennifer Risper que mantinha as visitantes na discussão. Se no primeiro período houve um ligeiro ascendente da AD Vagos, no segundo inverteu-se a tendência com uma Jennifer Risper endiabrada a carregar o Algés às costas e uma AD Vagos apática na defesa e perdulária no ataque, em que esteve novamente largo tempo sem conseguir finalizar. Flávia era, até ao momento, a jogadora mais inconformada do conjunto de Vagos. Poucas eram as suas colegas que assumiam o cesto mesmo quando tinham espaço para o fazer, ou então, quando atacavam o cesto, falhavam clamorosamente o lançamento ou “encolhiam-se”. Os técnicos, cientes do que se passava dentro do campo, tentavam alternar as defesas e rodar os seus “cincos” à procura de mudar o rumo dos acontecimentos e o fraco desempenho ofensivo dos dois conjuntos, mas sem efeitos práticos já que ao intervalo o marcador registava 26-25 a favor da AD Vagos. Na segunda parte, e face ao bom desempenho de Jennifer Risper do Algés contra a defesa individual, a AD Vagos decide-se novamente por uma defesa zona para tentar sair em contra-ataque. De início até deu resultado porque o Vagos consegue distanciar-se 9 pontos, mas eis que Cristina Wirth e Ana Oliveira do Algés decidem também elas assumir protagonismo e voltam a colocar o Algés em jogo. O terceiro período terminava, ainda assim, com a AD Vagos a liderar o marcador por 6 pontos (42-36), muito graças ao maior inconformismo de Inês Faustino e da Flávia. No último parcial, o Algés coloca maior agressividade em jogo e passa para frente. O Vagos volta a falhar ofensivamente e começa a deixar fugir o adversário. No melhor período do Vagos nesta fase do jogo, Lilian ainda converte um triplo (único da AD Vagos em toda a partida) e relança o jogo até ao final, mas o Algés não facilita e não falha da linha de lance livre. Com um parcial de 23-14 neste derradeiro período, o Algés acaba por ser o justo vencedor de um jogo que não foi bem disputado, mas que teve grande emoção mesmo até ao final. Destaque para Jennifer Risper do Algés (MVP com 20 pts, 4 res., 7 ass. e 5 rbl), bem secundada por Cristina Wirth (18 pts). Na AD Vagos, Flávia foi sem dúvida a melhor em campo com um duplo-duplo (21 pts e 10 res.). Nota final para o fraco desempenho ofensivo da AD Vagos, que pela primeira vez termina um jogo do campeonato abaixo dos 60 pontos. Este tem sido um problema recorrente nos últimos embates. As fracas percentagens de lançamentos de campo parecem agravar-se de jogo para jogo. Na partida de hoje, a percentagem de triplos cifrou-se nos 9% (1/11), muito pouco para uma equipa que tem grandes aspirações. Há claramente um défice de confiança neste aspeto do jogo que a equipa de Vagos terá de solucionar depressa, pois muitas vezes as suas exibições ficam manchadas pela inoperância ofensiva. Esta semana, a AD Vagos volta aos palcos europeus e joga a 4ª jornada da Eurocup Feminina dia 23, em França, frente ao Nantes Rezé Basket que lidera o Grupo C com 2 vitórias. Pavilhão Municipal de Vagos Parciais: 16-12, 10-13, 16-11, 14-23 AD Vagos (56): Artémis Afonso (nj), Inês Pinto (nj), Ana Teixeira (4), Mariana Alves, Joana Lopes (4), Inês Faustino (9), Lilian Gonçalves (11), Flávia Santos (21), Daniela Domingues (7), Sara Ressurreição (nj), Joana Jesus (nj), Carolina Anacleto (nj) Algés (59): Cristina Wirth (18), Joana Ramos (nj), Mariana Duca (nj), Ana Oliveira (11), Jennifer Risper (20), Joana Araújo (2), Susana Cruz (nj), Bárbara Pedro (nj), Sara Filipe, Sofia Silva (2), Susan Foreid (6), Catarina Coelho (nj)
Fórum CAB Madeira
Com este objectivo em mente, a Familia CAB, em parceria com a Associação de Basquetebol da Madeira, promove, no próximo dia 27 de Novembro, um domingo, pelas 16h00, o ‘Fórum CAB-Madeira: Desafios do Basquetebol Regional.” O evento decorrerá no auditório do Pavilhão do CAB, no Bairro da Nazaré e é de livre acesso a todos os interessados, quer sejam adeptos do basquetebol ou apenas interessados em Desporto. A ideia é fomentar o diálogo construtivo entre os participantes de modo a que se possa desenvolver uma noção mais realista dos desafios que o Basquetebol Regional enfrenta e da forma como todos os seus agentes poderão dar o seu contributo para o crescimento sustentado e em qualidade daquele desporto. De acordo com os dados avançados pela organização do Fórum, a iniciativa incluirá três apresentações, a cargo de Sara Marques (Associação de Basquetebol da Madeira), João Pedro Vieira (Vice-Presidente do CAB) e João Freitas (Treinador da Equipa Sénior Masculina do CAB). As apresentações, que visam alertar a sensibilidade dos presentes para vários aspectos relacionados com a prática e com o treino do basquetebol, serão seguidas de um debate, que será moderado por João Paulo Silva (‘Juca’, Treinador da Equipa Sénior Feminina do CAB). Sem dúvida, um elenco de intervenientes e de participantes que, desde já, garante a qualidade das apresentações e o espírito sério e positivo que, sem qualquer dúvida, irá dominar mais esta iniciativa da FAMILIA CAB. Para Francisco Gomes, Presidente do CAB, o Fórum CAB-Madeira “é prova de que o CAB não vive voltado para si mesmo, preocupado apenas com a sua realidade desportiva, mas está genuinamente interessado em promover uma reflexão séria sobre a modalidade de forma a que, juntos e unidos, continuemos a encontrar caminhos para o crescimento do Basquetebol.” Segundo o líder dos Amigos, “Acredito que o debate gerado em torno desta iniciativa será inclusivo, positivo e construtivo para todos os intervenientes. Por essa razão, faço, em nome do CAB-Madeira, um convite à participação de todos os interessados nestas matérias – sejam eles praticantes, treinadores, familiares de atletas, técnicos, clubes, simpatizantes, dirigentes, jornalistas ou estudantes de Desporto – para que, conjuntamente, possamos contribuir para que o Basquetebol Madeirense continue na rota de excelência que tem sabido trilhar ao longo dos últimos anos.”
Joana e Flávia na alta roda da Europa
A Joana tem feito exibições de altissíma qualidade e vem reforçar a sua consistência na prova com números só ao alcance das melhores. A Flávia, apesar de uma primeira partida muito abaixo das suas potencialidades, começa a apresentar números muito interessantes e tem subido no ranking em vários aspetos do jogo. Eis os parâmetros em que estas atletas se destacam: Melhores marcadoras: Flávia 19ª com 17 pts/jogo (Joana é 24ª com 16,3 pts/jogo)2 pts convertidos: Flávia 12ª3 pts convertidos: Joana 11ªLances livres marcados: Flávia 7ª (é 10ª no número de tentativas)Ressaltos ofensivos: Flávia 19ª com 3/jogo (Daniela Domingues é 21ª com os mesmos 3/jogo)Ressaltos defensivos: Joana 2ª com 8,3/jogoTotal de ressaltos: Joana 18ª com 9,3/jogoDesarmes de lançamento: Joana 2ª com 2/jogoDuplo-Duplos: Joana 1ª com 2 Para além destes números, a Flávia é ainda a 5ª que mais lança de 2 pontos e Joana é a 7ª que mais atira dos 3 pontos. Fonte: site da FIBA Europe
4º triunfo consecutivo do Barreirense
Depois de uma primeira parte em que dominou em absoluto (52-31), a formação da margem sul quase deitou tudo a perder, ao desperdiçar uma vantagem de treze pontos (69-56) que dispunha à entrada do último quarto.
Os insulares não se deram por vencidos, e, com um parcial de 23-10 nos últimos 10 minutos, levavam o jogo para o prolongamento. Nos cinco minutos suplementares foram os açorianos a começar melhor com um triplo de Durrel Nevels (82-79), contudo não se atemorizou a equipa da casa, que da mesma forma através de um triplo de Pedro Pinto (85-82), começou a construir uma vitória sofrida.O norte-americano David Jackson (20 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) esteve em bom plano, bem como os seus compatriotas Anthony Hill (14 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola) e Cavel Witter (17 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências).Nem mesmo o facto de ter contado com o MVP do encontro, Durrel Nevels (23 pontos, 8 ressaltos e 5 desarmes de lançamento), bem como o melhor marcador do encontro, Tony Murphy autor de 29 pontos, evitou que os terceirenses saíssem derrotados do Barreiro.CAB mais forte no duelo insularNo duelo entre ilhas levou a melhor o CAB Madeira, que ao bater o Lusitânia (72-65) pôs fim a um ciclo de duas jornadas negativas. Se durante a primeira parte o domínio foi repartido, na segunda os madeirenses foram superiores, especialmente no 3º período (20-14) onde construíram a diferença pontual que viria a fazer a diferença no desfecho final do jogo.Muito bem liderados pelo base internacional Mário Fernandes, e com Shawn Jackson com a mão quente (27 pontos) da linha dos 6.75 metros, os comandados de João Freitas puderam novamente celebrar a vitória, diante o conjunto açoriano que teve no norte-americano Ricky Franklin o seu melhor marcador (20 pontos), embora sem a eficácia desejada.
Académica volta a vencer
Depois de uma primeira parte prometedora, os vimaranenses começaram a desmoronar-se no recomeço da etapa complementar, afundando-se por completo no último período do jogo. Com esta vitória os conimbricenses afastaram-se do fundo da classificação e encontram-se agora na luta pelos lugares do meio da tabela.
Nada fazia crer que o resultado final deste jogo fosse tão desnivelado, isto tendo em conta aquilo que se passou nos primeiros 20 minutos, onde o equilíbrio foi a nota dominante. Mais forte o Vitória no quarto inicial (23-19), para ser depois a Académica a conseguir ligeiro ascendente até se atingir o intervalo que lhe permitia ir para o descanso na frente do marcador (45-44).O que mudou fundamentalmente na segunda parte foi a prestação defensiva dos comandados de Orlando Simões, uma vez que nos segundos 20 minutos do jogo a equipa de Coimbra sofreu igual número de pontos do primeiro período do 2º período do jogo (21 pontos). No final do 3º período a vantagem já era de oito pontos (64-56), e para quem queria recuperar essa diferença nos 10 minutos finais, converter apenas nove pontos tornava a missão praticamente impossível.
Basquete e muita diversão
Numa aposta arrojada em várias vertentes, a Escola de Basket João Figueiredo criou, numa primeira fase, circuitos técnicos onde a pequenada se divertiu a mostrar todas as suas habilidades e, num segundo momento, brincadeiras de recortes e colagens e a pura diversão de um insuflável que tanta alegria trouxe aos mais pequenos. Essa alegria transbordou, depois, para os campos de jogo após o final da partida entre AD Vagos e Algés. Perante uma plateia de pais e curiosos, maravilhados com as proezas dos cerca de 70 petizes, as equipas mostraram todo o seu valor e no final houve lanche para os valorosos atletas. A organização agradece a todos os que apoiaram e estiveram presentes nesta iniciativa coroada de êxito e deixa desde já o convite para o próximo encontro no dia 8 de dezembro, feriado, desta vez à tarde.
Benfica sofre em Barcelos
Vitória difícil dos encarnados diante o conjunto minhoto, que apesar de ter subido este ano, continua a dar provas que é uma equipa extremamente competitiva. Os encarnados foram superiores no inicio de cada umas partes, mas sempre com os barcelenses a demonstrarem capacidade para reagirem, e a 5 segundos do final do tempo regulamentar venciam por dois pontos. Um cesto de Heshimu Evans levou o jogo para o prolongamento, durante o qual um triplo de Fred Gentry foi decisivo para a vitória dos encarnados.
A equipa benfiquista esteve muito próxima de perder a sua invencibilidade no campeonato. Depois de uma primeira parte em que o domínio foi repartido, esteve melhor o Benfica no quarto inicial (25-19), encurtando depois até ao intervalo os minhotos para a diferença mínima (39-40), começou melhor a equipa comandada por Carlos Lisboa a etapa complementar (55-51).Mas a verdade é que os barcelenses não permitiam que o adversário fugisse no resultado, adiando para o derradeiro quarto a decisão do jogo. Os minutos finais foram de grande emoção, com várias alternâncias no comando do marcador, sendo que a primeira que pertenceu à equipa minhota (58-57) ainda não tinham sido jogados 2 minutos. O jogo foi sempre disputado ponto acima, ponto abaixo, sendo que a 5 segundos do termo Nuno Oliveira (15 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências), quando converteu dois lances livres, colocava o conjunto da casa na frente do marcador (75-73). Saídos de um desconto de tempo os encarnados lograram empatar a partida e levar o jogo para prolongamento graças a um cesto da autoria de Heshimu Evans (10 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências).O tempo extra foi parco em pontos e 24 segundos do final do prolongamento os lisboetas seguiam na frente por um ponto de vantagem apenas (78-77). Foi então que um triplo de Fred Gentry (12 pontos e 5 ressaltos) começou a desenhar a vitória dos benfiquistas.O capitão encarnado Sérgio Ramos (14 pontos, 10 ressaltos e 3 assistências) foi o jogador mais valioso da equipa, embora o melhor marcador tenha sido Ted Scott que converteu 19 pontos.O moçambicano Augusto Matos (22 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) voltou às boas exibições, ao ponto de ter sido o MVP do jogo com 21.5 de valorização, tal como o poste João Moreira que contabilizou 17 pontos e 6 ressaltos. Ovarense invicta em casaAo derrotar o Casino Ginásio, por 77-41, a Ovarense Dolce Vita regressou às vitórias, mantendo simultaneamente a invencibilidade nos jogos realizados em casa (4 vitórias). A supremacia vareira fez-se sentir desde o período inicial, e no final da primeira parte a vantagem já era de catorze pontos (33-19), colocando a nu as dificuldades ofensivas da equipa da Figueira da Foz.O 3º período resolveu por completo a questão quanto ao vencedor do encontro, já que os comandados de Mário Leite, ao imporem um parcial de 27-13 no recomeço da etapa complementar, fizeram subir a diferença pontual para números demasiado elevados (60-32) para o frágil ataque dos forasteiros.Chris Lee (18 pontos e 7 ressaltos) foi o elemento mais produtivo da formação de Ovar, num jogo que confirmou o regresso progressivo do internacional Nuno Cortez (7.37 minutos de utilização) à competição. Uma boa notícia para os fervorosos adeptos da Ovarense.
Algés ascende ao topo
A melhor adaptação à defesa zona por parte das algesinas, bem como a exemplar liderança da norte-americana Jennifer Risper na posição de base, foram factores fundamentais para que a equipa lisboeta saísse vitoriosa do Pavilhão Municipal de Vagos.
A equipa da casa começou o jogo determinada a manter a sua posição de líder bem como prolongar a sua posição de invencibilidade que durava há já seis jornadas. A brasileira Flávia Santos (21 pontos e 10 ressaltos) dominava nas áreas próximas do cesto, enquanto que a Inês Faustino (9 pontos e 2 ressaltos) pautava muito bem os ritmos de jogo da equipa vaguense. As comandadas de José Araújo, paulatinamente e sem perderem os seus papéis dentro de campo, mesmo durante os períodos negros do jogo, foram se ajustando à defesa contrária, através de um melhor equilíbrio entre as soluções interiores e o tiro do perímetro. À entrada do quarto decisivo a diferença entre as duas equipas era de seis pontos (42-36), favorável ao Vagos, mas um bom começo do Algés, bem liderado pela sua base Jennifer Risper (20 pontos, 7 assistências, 5 roubos de bola e 4 ressaltos), rapidamente fez alterar o curso do jogo. A eficácia ofensiva das lisboetas contrastava com os turnovers das adversárias, que encontravam em Flávia Santos a solução ideal para se manter na discussão do jogo. A norte-americana Christina Wirth (18 pontos e 4 ressaltos) podia ter resolvido o jogo da linha de lance livre, mas ao falhar os dois lançamentos de que dispôs deu ainda a oportunidade, mas sem sucesso, para Mariana Alves empatar o jogo com um lançamento de três pontos.Resultados da 7ª jornada:GDESSA 86 – 54 EMA Menéres/AlgueirãoCAB Madeira 79 – 51 Basquete BarcelosOlivais Coimbra 51 – 49 Montijo BandaBasket
Algés líder invicto da Proliga
O jogo não defraudou as expectativas, e num final emocionante, a equipa algesina acabou por vencer pela diferença mínima 78-77, ainda que os ilhavenses tenham desperdiçado dois lances livres já com o encontro terminado. A boa segunda parte da equipa lisboeta valeu-lhes o comando isolado da competição, bem como o estatuto de equipa invicta.
Ao melhor inicio dos ilhavenses respondeu o Algés com paciência, que mesmo dando a sensação que não estava a jogar bem, teve o mérito de manter sempre o jogo em aberto. Esse terá sido, muito provavelmente, o principal problema do conjunto de Ílhavo, não ter sido capaz de matar o jogo nos momentos em que esteve melhor e era evidente o seu domínio.O recomeço da segunda parte foi novamente de ascendente dos forasteiros, com a defesa match up dos ilhavense a dar bons resultados, face às dificuldades sentidas pelos comandados de Mário Silva em acertarem no jogo exterior. Mas a defesa, com João Manuel a dar o mote, viria a dar os seus frutos. Os contra-ataques, bem conduzidos por Tonico na posição de base, permitiam ao Algés aproximar-se no marcador. Naturalmente os níveis de confiança aumentavam, o que explica, em parte, os tiros de três pontos começarem a cair, num período em que Danilson foi importante.Os norte-americanos do Illiabum deixaram de conseguir fazer a diferença no jogo interior e Pedro Azevedo ainda foi equilibrando o jogo com o seu fatal tiro exterior, mas foi o Algés já na parte final do encontro que assumia pela primeira vez o comando do marcador. E quando tudo parecia decidido com uma vantagem de dois pontos e posse de bola com 3 segundos para jogar, eis que o Algés decide complicar o jogo. Duas perdas de bola comprometedoras deram a possibilidade ao Illiabum de tentar converter quatro lances livres, dos quais somente aproveitou um.
Filipe volta às vitórias
Pior sorte teve o ADBA de Carla Nascimento e Débora Escórcio em Espanha, que sofreu a primeira derrota no campeonato. Leia nos detalhes desta notícia o que fizeram os portugueses que se encontram a jogar no estrangeiro.
Depois da derrota na jornada anterior, o Paris-Levallois respondeu da melhor forma à adversidade e derrotou, em casa o Orleans, por 79-76, na 7ª jornada do principal campeonato francês, ocupando, agora, a 7ª posição. Filipe da Silva não foi titular, mas nos 19 minutos que esteve na partida contribuiu com 3 pontos, 5 ressaltos e 6 assistências.Em Inglaterra, o MK Lions de Nuno Pedroso teve pior sorte. Visitou o Plymouth e cedeu, por 76-92, na 6ª jornada do campeonato. Seja como for, o português continua a fazer parte das primeiras escolhas do técnico da equipa e em 34 minutos somou 4 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola.No que diz respeito às senhoras, a equipa de Ticha Penicheiro continua de vento em popa na República Checa. O USK Praga recebeu e bateu o VS Praga, por 94-59, e lidera só com vitórias. A internacional portuguesa jogou durante 7 minutos, tendo registado 2 pontos, 2 ressaltos e 1 roubo de bola.Já em Espanha as coisas não correram de feição ao ADBA de Carla Nascimento e Débora Escórcio, na Liga Feminina 2A. A equipa sofreu a primeira derrota na prova na visita ao Aguerre, por 64-66. Carla voltou a ser titular, tendo registado 7 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola, em 21 minutos; Débora somou 4 pontos e 3 ressaltos, em 10.Este domingo, Mery Andrade assinou uma exibição muito sólida na vitória do Lucca, por 54-51, na visita ao Cagliari, em partida da 6ª jornada do principal campeonato italiano. A portuguesa jogou os 40 minutos e somou 15 pontos, 5 ressaltos, 3 assistências e 4 roubos de bola. O Lucca ocupa a segunda posição.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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