Artigos da Federaçãooo
Basquetebol – S.C. Braga
O jogo disputou-se domingo, dia 30 de Outubro, pelas 16h30m, na casa do basquetebol bracarense, o Pavilhão Municipal de Lamaçães.
Perante uma boa assistência, os “Gverreiros do Minho”, treinados por Alexandre Oliveira, praticaram um basquetebol muito agradável e evidenciaram clara supermacia em todos os capítulos do jogo. Com 12 atletas muito jovens, vários ainda sub 18, os bracarenses reunem nesta equipa muita da qualidade que a sua formação tem vindo a produzir nestes últimos anos. Natural, por isso, que no final do jogo a satisfação dos atletas tivesse contagiado o público bracarense e os responsáveis pela secção de basquetebol. Em poucos anos muito tem mudado no panorama do basquetebol de formação distrital, e aquilo que hoje acontece com toda a naturalidade era impensável há algum tempo atrás. Com efeito, com mais esta vitória sobre o VSC, todas as equipas bracarenses em actividade na presente temporada venceram os jogos que disputaram com os vizinhos de Guimarães, curiosamente todos eles disputados em casa (iniciados masculinos-(69-66), iniciadas femininas-(128-16), cadetes masculinos-(56-49), cadetes femininas-(58-51), juniores femininas-(65-50) e juniores masculinos-sub 20-(72-52)). Apenas a equipa masculina de sub18 (juniores B) não jogou, nem jogará, com o VSC pois na presente temporada o clube de Guimarães não apresentou equipa neste escalão. Foi um mês de Outubro inesquecível para o basquetebol bracarense, cujas equipas presentes em todos os escalões masculinos e femininos venceram 16 dos 22 jogos disputados. De realçar ainda que o S.C. Braga apresenta duas equipas de sub-18 masculinos. Quantidade e qualidade não falta ao basquetebol bracarense, que tem sabido aproveitar as qualidades dos jovens bracarenses e o gosto crescente pela modalidade na cidade de Braga. Quanto ao jogo própriamente dito, a postura bracarense foi de respeito pelo valor do adversário e confiança nas suas próprias capacidades. Com uma defesa muito pressionante sobre o adversário que transportava a bola, os bracarenses forçaram muitos erros aos visitantes e desferiram rápidas jogadas de contra-ataque. O primeiro período foi excelente, com os bracarenses a alcançarem os 27 pontos e a permitirem apenas 14. Com esta diferença pontual, a gestão do plantel e do resultado foi muito equilibrada e os períodos que se seguiram reflectem isso mesmo. No segundo período o parcial de 10-14 evidencia alguma reacção dos visitantes, que os bracarenses souberam controlar. Ao intervalo a diferença pontual de 9 pontos (37-28) dava alguma tranquilidade para o segundo tempo. De realçar o elevado número de faltas que ambas as equipas averbavam, o que fez com que a gestão do banco tenha tido particular importância no desenrolar do encontro. O terceiro período foi o mais equilibrado (16-16), tendo-se mantido a diferença pontual entre ambas as equipas, o que fez aumentar a expectativa para o quarto e último período. Fazendo uso de todos os recursos ao dispor a equipa bracarense encerrou o jogo tal como o havia começado, vencendo folgadamente (19-8) e fixando o resultado final numa diferença de 20 pontos inteiramente merecida. Particular destaque para os lançadores bracarenses que lograram concretizar 6 lançamentos triplos (3 Mário Batista, 2 José Marques e 1 Miguel Noivo), não tendo os vimarenenses concretizado qualquer das tentativas efectuadas. Também passou por aqui a vitória bracarense, pelo acerto no lançamento e pela confiança com que os gestos técnicos foram executados. Também nas tabelas os postes bracarenses André Gomes e José Barros dominaram e ganharam muitos dos ressaltos em disputa. Bom jogo dos bracarenses que, com esta vitória, registam uma vitória e uma derrota (com o CD José Régio -67-48) nesta 1ª Fase do Campeonato Nacional.A arbitragem não teve influência no resultado, mas pareceu muito rigorosa ao avaliar algumas situações. Ao que parece as velhas regras do basquetebol, que em alguns jogos pareciam andar esquecidas, voltaram a prevalecer e o contacto físico volta a ser penalizado. De realçar a correcção dos atletas e técnicos de ambas as equipas, bem como do público presente que soube apoiar ambas as equipas sem ter que recorrer ao insulto ou a qualquer outro tipo de agressividade. Para mais tarde recordar, aqui fica o registo individual de cada atleta, sendo certo que estes valeram como um todo. Aos pontos marcados por cada um ficam sempre por contabilizar as ajudas de todos os outros, os bons passes, os muitos ressaltos ganhos, as bolas conquistadas, etc. etc. que permitiram muitos dos pontos e evitaram outros. Mas o basquetebol também é reconhecidamente um jogo em que a estatística é fundamental. E, bem vista a deste jogo, merecem destaque os 20 pontos de João Noivo, os 19 de Mário Batista e os 14 de José Marques. Quanto à totalidade dos pontos, os bracarenses alinharam e marcaram da seguinte forma:-nº4 – José Gomes – 1 – nº5 – João Noivo – 20- nº6 – José Barros – 7- nº7 – Tiago Batista – 2- nº9 – André Gomes – 4- nº14 – Ricardo Teixeira – 1- nº15 – José Marques – 14- nº17 – Pedro Silva – 3- nº18 – João Pereira – 0- nº23 – Luís Carvalho – 1- nº24 – Mário Batista(cap.) – 19- nº40 – Stefan Sousa – 0O próximo jogo desta equipa de sub-20 é já no próximo dia 02/11/2011, quarta-feira, pelas 21h45m, no Pavilhão Municipal de Guifões, frente à equipa do Guifões Sport Clube, clube da Ass. de Basquetebol do Porto.
Algés conquista 2ª Supertaça Feminina
A 27ª edição do troféu foi para o histórico clube que faz fronteira com a extrema ocidental da cidade de Lisboa.
O público entusiástico que emoldurou as bancadas do Pavilhão Desportivo dos Lombos nesta tarde de domingo pôde vibrar e aplaudir as jogadas e os cestos, alguns deles espectaculares, a cargo de excelentes intérpretes do basquetebol, no feminino.O jogo, entre o CRC Quinta dos Lombos (campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal na época 2010/11) e o Sport Algés e Dafundo (finalista vencido da Taça de Portugal),saldou-se por uma vitória merecida das algesinas (68-57). Houve bastante equilíbrio desde o apito inicial mas o sinal mais do Algés começou a desenhar-se logo a partir do meio do 1º período (18-22) quando as pupilas de José Araújo já lideravam o marcador (9-11), no minuto 5 e chegaram a 11-17, obrigando José Leite a parar o jogo. Pese embora o contributo de Inês Aragão que saltou do banco para fazer 100% em lançamentos de campo na 1ª parte (2 triplos e 1 duplo), o certo é que era muito notada a ausência forçada da base/extremo Felicité Mendes (lesão grave no jogo de Barcelos há uma semana), pedra fundamental no xadrez das campeãs nacionais e que nomeadamente alterna com Larisse Lima na organização do ataque. Isso obrigou o seu treinador a manter em campo Larisse Lima mais tempo que o habitual (Inês Viana ainda não tem o ritmo nem a experiência para assumir a liderança duma equipa de topo, ainda que possua potencial para evoluir) enquanto do outro lado José Araújo mantinha a dupla Jennifer Risper-Joana Fogaça em elevado rendimento, particularmente a norte-americana que fez um jogão (terminou MVP da partida com 22,5 de valorização em quase 38 minutos de utilização). Com 1 minuto e 52 segundos para jogar até ao intervalo e o resultado em 31-35 favorável às algesinas, foi Risper que assumiu as despesas da marcação, ao converter 2 lances livres (31-37) e depois um duplo que consolidou a vantagem da sua equipa quando soou o sinal para o descanso (31-39). No reatamento as comandadas de José Leite correram atrás do prejuízo como se impunha e com Paula Muxiri a carregar com a equipa, ainda que excelentemente marcada por Sofia Carolina, conseguiram gradualmente encurtar a diferença para apenas um ponto (42-43), com um triplo de Larisse Lima, à entrada do minuto 27. Nova diferença tangencial (44-45), após cesto de Paula Muxiri, mas o 3º dos 5 triplos de Ana Oliveira, a fazer 44-48 (assistência de Risper), relançou de novo o Algés para terminar o 3º quarto (16-15) com uma vantagem de 7 pontos (47-54). No último período (10-14) ao 2º triplo de Larisse Lima (51-54) assistida por Paula Muxiri, respondeu a atiradora Ana Oliveira com nova bomba (a 4ª), aumentando para 51-57. O golpe de misericórdia aconteceu quando caiu o 5º triplo da extremo Ana Oliveira, em tarde de mão quente nos lançamentos do perímetro (5 em 8 tentativas) a colocar o resultado em 54-63, com 3 minutos e 23 segundos para jogar. Acto contínuo José Leite pediu o seu último desconto de tempo, mas com duas jogadoras carregadas de faltas (Larisse Lima e Hillary Carlson, ambas com 4), escasseavam as soluções para tentar a reviravolta. Foi o que aconteceu. Destaque nas vencedoras para a prestação de Jennifer Risper, à beira de conseguir um triplo-duplo. Além de MVP do encontro, contabilizou 10 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 10 assistências, 3 roubos e 9 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres. Foi muito bem acompanhada por Ana Oliveira (21 pontos, 5/8 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 1 roubo e duas faltas provocadas) e pela poste Sofia Carolina, que conseguiu um duplo-duplo (13 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos e 4 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres), mantendo um duelo intenso com Paula Muxiri. Nas campeãs nacionais a mais valiosa acabou por ser sem sombra de dúvida Paula Muxiri, melhor marcadora do encontro (24 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências, 2 desarmes de lançamento e 8 faltas provocadas, com 5/9 nos lances livres). Decisivo no triunfo do Algés foi o reduzido número de turnovers (apenas 5, contra 14), além do maior colectivismo (10-16 assistências) e do maior número de roubos (2-7). Foi também mais eficaz nos triplos (26%-33%) e nos lances livres (55%-85%), falhando apenas duas das 13 tentativas. O Quinta dos Lombos ganhou a luta das tabelas (41-37 ressaltos), mas foi suplantado pelo adversário na tabela ofensiva (8-13 ressaltos). Teve ainda maior eficácia nos duplos (49%-37%), mas esteve pouco agressivo na defesa (apenas 2 roubos de bola). Ficha do jogo Quinta dos Lombos (57) – Larisse Lima (12), Dora Duarte (2), Matea Vrdoljak (6), Paula Muxiri (24) e Hillary Carlson (2); Inês Aragão (8), Helga Gonçalves, Inês Viana (3) e Catarina Vasconcelos Algés (68) – Jennifer Risper (10), Joana Fogaça (3), Ana Oliveira (21), Christina Wirth (12) e Sofia Carolina (13); Sara Filipe (2) e Catarina Coelho (7) Por períodos:18-22,13-17,16-15,10-14 Árbitros: Carlos Santos e Pedro Cunha
«Melhorei como jogador»
Cláudio Fonseca, elemento de grande valia para o Vitória de Guimarães, reconhece que o seu actual estado de forma muito se deve ao trabalho desenvolvido ao serviço da Selecção Nacional. Leia nos detalhes desta notícia a entrevista com o internacional português.
Está a ter um arranque de temporada muito positivo. O facto de ter participado no último Campeonato da Europa tem alguma influência? Sim, acho que tem influência , não só pelo ultimo Campeonato da Europa mas também por todo o trabalho que realizámos durante o verão. O trabalho e a grande competição que tive durante todo esse tempo ajudou-me muito a melhorar como jogador.Joga numa área onde quase todas as equipas apostam em jogadores estrangeiros. Concorda que foi uma grande prova de confiança por parte do seu treinador?Sim concordo, e estou bastante agradecido por esta grande prova de confiança. Tento aproveitar isto ao máximo possível.O facto de ter que defrontar em todos os jogos atletas norte-americanos, espicaça-o ainda mais para os duelos individuais?Para mim é-me igual se defronto a atletas norte-americanos ou portugueses. Sinto-me de igual forma motivado! Não vou para os jogos a pensar em algum confronto individual nem nada. O basquetebol é um jogo de equipa e acho que a motivação tem que ser sempre a máxima, seja quem for a equipa ou os jogadores que estiverem do outro lado. Acha que alguma coisa mudou significativamente na forma como jogava ou treinava da época passada para a actual?Acho que sim. Algumas coisas mudaram nos jogos este ano, tenho bastante mais confiança e também acho que melhorei como jogador em relação a época passada. Nos treinos, contínuo o trabalho duro de sempre mas com as coisas a saírem melhor.Não é muito comum encontrar jogadores portugueses altos. Que conselhos deixaria para os jovens altos que agora começam a jogar basquetebol?Que aproveitem bem este grande desporto. O mais importante é que se divirtam, e que trabalhem duro para poder chegar ao melhor nível possível.Depois de uma passagem por Espanha regressou a Portugal para jogar no Vitória. Continua a pensar que foi a decisão mais acertada para si e para a sua carreira?Sim acho que no momento foi a decisão mais acertada voltar para Portugal. Vir para o Vitoria fez-me crescer como pessoa e como jogador, temos um grande grupo de trabalho e de pessoas o que e muito importante porque faz com que tudo seja melhor.Até onde pensa que o Guimarães poderá chegar esta temporada?Ainda e cedo para falar de onde podemos chegar este ano, mas nós trabalhamos todos os dias para podermos estar na melhor posição possível e melhorar os resultados da temporada passada. Continuar a trabalhar com a Selecção é um dos seus objectivos no futuro próximo?Claro que é! É sempre um prazer para mim poder representar o meu país e poder fazer parte do grande grupo da Selecção Nacional. Mas de momento estou só centrado no trabalho com a minha equipa, e no fim da temporada se voltar a ser chamado para a Selecção vai ser com grande prazer que voltarei a ir.
“Respeitamos o adversário ao máximo”
Em declarações à Benfica TV, o treinador-adjunto Nuno Ferreira perspectivou o desafio frente ao Ginásio.
“É um Ginásio diferente das épocas anteriores, pois não tem estrangeiros. O jogo começa-se a ganhar quando nós respeitamos o adversário e é isso que vamos fazer. Respeitamos o adversário ao máximo e temos de ser nós a impor um ritmo forte desde o início para que seja um jogo tranquilo”, afirmou na antevisão à partida.O Benfica conquistou o Troféu António Pratas no arranque da temporada e já somou duas vitórias em outros tantos encontros para o campeonato, o que faz com que o balanço seja, para já, positivo. “Está a correr dentro daquilo que foi planeado, principalmente ao nível de campeonato. O Troféu António Pratas foi uma prova onde entrámos com o objectivo de vencer, tal como fazemos em todas as competições, mas não alterámos o nosso trabalho em nada para ganhar essa prova”, sublinhou o adjunto.A equipa conta com algumas caras novas para esta época e Nuno Ferreira lembrou que há ainda muitas arestas para limar. “Temos muito caminho para percorrer e trabalho para fazer. Estamos a trabalhar passo a passo”, disse. O jogo Benfica-Ginásio tem início agendado para as 16 horas desta terça-feira, dia 1 de Novembro, no Pavilhão Império Bonança. O desafio será transmitido em directo pela Benfica TV.
CAB derrota Olivais
Em várias situações as Amigas complicaram o que poderia ser mais fácil, demonstrando algum nervosismo e indefinição. Mesmo assim, a equipa parecer estar gradualmente a reencontrar o caminho das vitórias e também a sua própria identidade.
A equipa madeirense entrou bem na partida, concretizando as suas jogadas ofensivas e colocando em prática – e com resultados – a sua típica defesa a campo inteiro. Com uma Tama Milovac muito inspirada no jogo interior e uma Diana Neves a coordenar com grande exactidão as manobras ofensivas, a equipa da casa concluíu o primeiro período a ganhar por 22-17. O segundo período viu menos pontos e maiores desacertos em situações teoricamente fáceis. Foi nesta altura que se notaram alguns nervos e, esporadicamente, alguma desconcentração. O intervalo chegou com o resultado de 36-29, o qual deixou os fãs do CAB a desejar mais na segunda parte.No regresso dos balneários, o CAB voltou a aplicar a sua defesa presionante, con reultados práticos para as Madeirenses. Galvanizada pela presença de Vitória Pacheca, que parecia estar em todas as zonas do campo, intimidando as adversárias e ganhando todos os ressaltos que haviam para ganhar, a equipa de Juca limitou as visitantes a apenas nove (9) pontos , averbando outros treze (13). Nos últimos dez minutos, o CAB continuou a apurar o seu jogo. Às vezes com maior descernimento, outras vezes com mais coração, a equipa feminina solidificou o seu domínio sobre o encontro e ganhou o período por 15-9. Sem ter sido um resultado ‘espectacular’, foi suficiente para garantir a vitória das Amigas e para estimular o regresso da formação ao caminho das vitórias.Em termos individuais, são de destacar as prestações de Tamara Milovac (20 pontos, 5 ressaltos, 3 faltas sofridas) e de Diana Neves (15 pontos, 2 ressaltos), duas das contratações do CAB para a actual temporada. No entanto, o destaque natural vai para Vitória Pacheco, que foi a MVP da partida com 4 pontos, 20 ressaltos (!!!) e 2 roubos de bola. Uma vez mais, a jovem atleta do CAB mostra porque é que deve ser uma referência para a Selecção Nacional e revela, também, que é uma jogadora com enorme potencial para ser uma das melhores da sua geração.
Diogo Correia: «Encontrei um excelente grupo»
No dia em que cumpre o seu 21.º aniversário, o jogador (que está há um ano no Dragão) conta-nos como tem sido a sua experiência no plantel dos campeões nacionais, como concilia o basquetebol com os estudos e o que espera do futuro.
Sente-se perfeitamente adaptado ao norte e ao clube?Sim, com certeza. Aliás, pela forma como fui tratado por toda a gente desde o 1º dia, não era de esperar outra coisa.Acha, que cada vez mais, tem sido uma aposta ganha a mudança para o FC Porto?Penso que sim. Aqui no FC Porto vim encontrar um excelente grupo de trabalho, com gente que já se conhece há muitos anos e também com muita experiência, liderado por um grande treinador, o que permitiu uma melhor e mais eficaz integração, não só minha, mas de todos os jogadores mais novos.Como é treinar no meio de tantos internacionais e ter de competir com eles para ganhar espaço dentro da própria equipa?É extremamente motivante por um lado, mas por outro lado também exige de nós, os mais novos, uma maior responsabilidade. O facto de todos os dias termos a oportunidade de estar com eles, de os defender, de “absorvermos” tudo o que eles têm para dar e ensinar, é extremamente positivo para a nossa evolução, permitindo-nos estar preparados nos jogos para os adversários que iremos enfrentar. Todos os treinos é necessário estarmos em constante estado de superação para que seja possível aproximarmo-nos do nível deles, o que permite que gradualmente elevemos o nosso nível.Sei que é um caso de sucesso relativamente aos estudos. É possível conciliar os treinos com a universidade?É possível? É. É fácil? Não. Exige muito espírito de sacrifício e de responsabilidade, de flexibilidade de horários, de termos de abdicar de muitas coisas para que no pouco tempo livre que tenhamos termos que estudar, etc. Mas na minha opinião, que vale o que vale, é extremamente gratificante e deixa-me muito feliz poder estudar, e ao mesmo tempo fazer o que mais gosto: jogar basquetebol!Como jovem, também é daqueles que prevêem um cenário muito negro quanto ao futuro do basquetebol, e da selecção, pela falta de talentos novos?Prefiro ver e pensar as coisas de outra forma, prefiro pensar que de facto existe talento, se calhar não tanto como em outros países da Europa, mas isso é uma realidade diferente até porque em termos de população estamos em inferioridade. Mas como dizia, prefiro pensar que existe talento, o que de facto acontece e felizmente cada vez mais jovens têm vindo a aparecer nas várias equipas da LPB e alguns até na Proliga, alguns até com vários minutos e muitas oportunidades de provar o seu valor. Resta-nos então a nós, mais jovens, darmos um passo em frente e assumirmo-nos cada vez mais como alternativas válidas de futuro aos grandes jogadores portugueses da nossa Liga e muitos deles da nossa Selecção.Que conselho daria a um jovem que agora está a terminar o secundário e a quem lhe apontam algum futuro na modalidade?Que modere as suas expectativas e que tenha os pés bem assentes no chão. Não se é muito bom num dia e no outro o pior jogador do mundo, nem vice-versa. Muita humildade e muita responsabilidade. A faculdade é possível de conciliar com o basquetebol mas só se estivermos dispostos a abdicar de muitas coisas, mas que lá mais para a frente na nossa vida, vai de certeza valer a pena.
Programa de formação contínua
A coordenação e parte prática (masculinos) será da responsabilidade do Professor Norberto Alves e terá a colaboração da Professora Cristina Viegas (femininos), estarão presentes, em cada acção os Seleccionadores e/ou os Treinadores Adjuntos das Selecções Distritais de sub-16. O programa consiste em 5 sessões de treino, salientado conteúdos e metodologias adequados ao escalão de sub-16 e potenciadoras do desenvolvimento de cada jogador/a, conforme programa em anexo.”
Semana do Minibasquete na AB Leiria
Desde acções de captação e fomento do Minibasquete em contexto escolar, até à Reunião do Comité Nacional de Minibasquete, passando por uma conferência e acção de formação para treinadores, muitas foram as iniciativas para dinamizar o Minibasquete no distrito
Está de parabéns o Gaeirense, clube recém promovido à Pró-liga, mas que há muito procura iniciar a sua atividade no âmbito da iniciação e formação de jovens na modalidade. Percorrendo os diferentes centros educativos do Concelho, San Payo Araújo, Sérgio Rosmaninho, brilhantemente acompanhado por atletas do plantel Sénior do Gaeirense, espalharam entusiasmo, enriquecimento motor e a mensagem de que “Minibasquete é a melhor actividade para jogar”. Centenas de miúdos passaram por jogos e brincadeiras que pretendem motivar as crianças para a prática do Minibasquete.Na Sexta feira dia 28, San Payo Araújo falou-nos da sua experiência em Collel, local onde anualmente se observam comportamentos e se antevê e selecciona os que poderão a ser os mais aptos para integrarem as selecções jovens de Espanha.Observar comportamentos, interpretar as necessidades das crianças, modificar comportamentos foram alguns dos conteúdos que fizeram parte de uma conferência que entusiasmou os cerca de 20 treinadores, levando a uma reflexão sobre a dinâmica e a filosofia que deverá estar subjacente à detecção de eventuais talentos para a modalidade.No Sábado dia 29, durante a manhã cerca de 40 crianças e 20 treinadores desfrutaram das propostas de ensino do Passe em contexto de jogo, destinado a quem se inicia na prática do jogo de Basquetebol. Propostas interessantíssimas de trabalho levando as crianças à descoberta daquilo que o jogo vai pedindo e das decisões a tomar.À tarde, no auditório da Junta de Freguesia do Arrabal, junto ao Pavilhão do CRD Soutocico, realizou-se a reunião do Comité Nacional de Minibasquete, que contou com a presença de representantes das associações de Viana, Braga, Castelo Branco, Leiria, Santarém, Setubal e Algarve. Dirigida pelo Presidente do Comité Nacional de Minibasquete, Mário Batista, foram apresentadas as actividades para a presente época, avaliados projectos inovadores e reflectidas propostas para melhoria do Basquetebol em Geral e do contributo em particular do Minibasquete.Os nossos agradecimentos especiais ao Sr. Mário Brites, presidente do CRD Soutocico, que colaborou na cedência do Auditório da Junta de Freguesia do Arrabal, bem como à Leirisport que gentilmente nos cedeu um dos auditórios do Estádio Magalhães Pessoa para a realização da conferência sobre Collel.O Minibasquete na AB Leiria está vivo e pretende dinamizar-se pelo que ficam os nossos votos de que a presente época possibilite a todos os clubes filiados momentos gratificantes de participação nas atividades do Minibasquete.
Filipe esteve discreto
O português, que não foi titular, esteve 10 minutos na partida, durante os quais apenas capturou um ressalto. De qualquer forma, este é o terceiro triunfo da equipa na presente temporada.
Em Espanha, o ADBA das portuguesas Carla Nascimento e Débora Escórcio obteve a segunda vitória, em outros tantos jogos, na Liga Feminina 2A. A equipa recebeu o Aros Leon e ganhou, por 83-63, com as duas jogadoras a integrarem a equipa titular. Carla jogou 27 minutos, durante os quais somou 10 pontos, 1 ressalto, 3 assistências e 2 roubos de bola; Débora contribuiu com 2 pontos e 1 ressalto, em 10 minutos.Em Inglaterra, o MK Lions de Nuno Pedroso sofreu uma pesada derrota na 3.ª jornada do campeonato. A equipa visitou o Leicester e perdeu, por 67-102. O português esteve, todavia, em bom plano, registando 14 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 28 minutos.
Quinta dos Lombos e Algés em busca do êxito
Frente a frente o CRC Quinta dos Lombos, campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal e o Sport Algés e Dafundo, finalista vencido desta última competição, com o objectivo mútuo de conquistarem o troféu.
Recuando um pouco no tempo e para elucidar os leitores mais interessados nestas coisas, diremos que a disputa do troféu foi iniciada em 1985/86, com o CIF a arrecadar a 1ª edição, o que voltou a repetir em 1987/88 e 1988/89, totalizando portanto 3 triunfos e o Algés a intrometer-se na época de 1986/87. O ranking dos vencedores da competição é liderado pelo CAB (6 vitórias), com a primeira a acontecer em 1995/96, seguido pelo C.R. Estrelas da Avenida (5), CIF e Olivais (ambos com 3), União de Santarém, Santarém Basket e GDESSA (todos com duas), Algés, CD Póvoa e AD Vagos (todos com uma).Assim sendo enquanto o Quinta dos Lombos irá lutar pelo seu 1º troféu, o histórico Algés tudo fará para repetir o êxito alcançado há 24 anos, numa altura em que a estrela da equipa e do basquete feminino dava pelo nome de Teresa Barata, que detinha um protagonismo paralelo ao de Carlos Lisboa, a estrela da modalidade no masculino.Se a formação de Carcavelos, aureolada pelos 3 títulos nacionais conquistados na temporada transacta (além dos já referidos ganhou também a Taça Federação), terá por direito próprio de se assumir como forte candidata a arrecadar a sua 1ª Supertaça, não é menos verdade que o Algés se apresenta com um conjunto ambicioso, em que as duas estrangeiras (as norte-americanas Jennifer Risper e Christina Wirth) reforçadas pela internacional Sofia Carolina (ex-Olivais) acrescentaram qualidade e consistência ao núcleo duro das algesinas.Além do mais no único confronto já realizado no início da época (1ª fase da Taça Vítor Hugo) as algesinas revelaram-se mais fortes, particularmente mais colectivas (vitória por 60-56). Por seu turno as campeãs nacionais ainda não têm a equipa entrosada, com as entradas da norte-americana Hillary Carlson e da internacional croata Matea Vrdoljak (ex-Algés) e têm sido fustigadas por lesões, das quais a mais grave é a da base/extremo internacional Sub-18 Felicité Mendes, peça fundamental nos êxitos do clube na época passada e que é uma carta fora do baralho nos planos do treinador José Leite.Também Paula Muxiri não está no apuro de forma revelado durante a pretérita temporada e por isso o jogo apresenta-se de difícil prognóstico. Será que José Araújo irá bisar o êxito alcançado há um ano em Coimbra quando o Olivais conquistou a sua 3ª Supertaça ou José Leite terá arte e engenho para levar as suas pupilas a colocarem na vitrina do emblema de Carcavelos o seu primeiro troféu com esta designação?Quem tiver disponibilidade para se deslocar ao funcional recinto de Carcavelos seguramente passará uma tarde de domingo agradável, pois além de estar em perspectiva uma partida renhidamente disputada (trata-se de uma final), com bons intérpretes de ambos os lados, no intervalo do jogo será feita a distribuição dos Prémios de Época da Liga Feminina relativos a 2010/11, conforme já foi noticiado oportunamente.
Supertaça Feminina é já no próximo Domingo
Motivos de interesse não faltam para que valha a pena ver este jogo ao vivo: é no próximo Domingo, pelas 16:05. Em alternativa, poderá acompanhar a supertaça, através da transmissão da SportTV.
Curso de dirigentes nível II
No curso foram abordados diversos e interessantes temas, tais como por exemplo, “Aspectos Fundamentais da Organização e Gestão de um Clube Desportivo” ministrado pelo Prof. José Humberto Serpa.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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