Artigos da Federaçãooo

AD Vagos segue invicta

remenda atitude defensiva garante terceira vitória no campeonato. O CAB Madeira deslocou-se a Vagos na tentativa de conquistar a sua primeira vitória na Liga, mas a AD Vagos tinha a lição bem estudada e não deu grandes veleidades ao adversário.

Com o aliciante do jogo ser transmitido em direto na Sport TV3, as duas equipas entraram desinibidas para dar um bom espectáculo. A primeira parte foi muito bem disputada e equilibrada, alternando no marcador com um ligeiro ascendente da AD Vagos. Os dois conjuntos apostaram em defesas muito intensas e marcações muito cerradas, alternando defesas individuais muito pressionantes por zonas muito versáteis sem darem grandes espaços às lançadoras. A diferença estava na capacidade de concretização e se a AD Vagos foi mais eficaz neste capítulo no primeiro período, coube ao CAB essa vantagem no segundo parcial, embora insuficiente para superar os números das vaguenses que chegaram ao intervalo a vencer por 3 pontos. Na segunda parte assistiu-se a dois parciais completamente distintos. A AD Vagos entrou mais determinada e chegou a cilindrar o CAB no terceiro período com uma tremenda atitude defensiva onde pontificaram Lilian Gonçalves, que se entregou de alma e coração à equipa (acabou completamente esgotada, estando 38 minutos em campo), e Joana Lopes (14 ressaltos defensivos) e uma maior eficácia no ataque. O conjunto de João Freitas nada conseguia fazer para dar a volta ao jogo face à atitude e ritmo imprimidos pela equipa de Vagos que chegou a ter uma vantagem de 24 pontos. Só muito perto do final deste parcial é que o CAB conseguiu reagir com dois triplos, minimizando assim a diferença à entrada do último período.E esse deve ter sido o tónico para uma recuperação espectacular, pois imprimiram maior agressividade defensiva que originaram contra-ataques e lançamentos sem grande oposição, e conseguiram reduzir a desvantagem até aos nove pontos uma vez que a AD Vagos pura e simplesmente adormeceu e cometeu sucessivos erros no ataque (5 minutos quase sem marcar pontos). Nuno Ferreira foi obrigado a pedir um desconto de tempo e trocou a base Mariana Alves por Inês Faustino. Esta jogadora marca de seguida 2 pontos, como que a dizer às companheiras o que era preciso fazer, e imprime outro ritmo defensivo e ofensivo, despertando a equipa para atacar os minutos finais e garantir uma vitória suada por 71-58, seguindo assim invicta na liderança do campeonato. De destacar a prestação de Joana Lopes (MVP) com 18 pontos marcados e 16 ressaltos, um duplo-duplo que atesta bem o seu desempenho e influência no desfecho final, o tremendo trabalho defensivo e generosidade para com a equipa de Lilian Gonçalves e os 17 pontos de Flávia Santos. No CAB, Tamara Milovac foi claramente a jogadora em evidência com 13 pontos e 7 ressaltos. Nota ainda para o regresso de Artémis Afonso às convocadas de Nuno Ferreira, embora não tenha sido aposta do técnico das amarelinhas para este jogo devido ao reduzido número de treinos realizados, e para o bom ambiente vivido nas bancadas fruto do apoio dado pelo público de Vagos e de muitas crianças à equipa da casa, dando um colorido muito especial ao espectáculo. No final, as atletas da AD Vagos fizeram questão de agradecer esse fantástico apoio cumprimentado os fãs que as aguardavam junto ao recinto. Parciais: 17-10, 10-14, 26-8, 18-26 AD Vagos (71): Artémis Afonso (nj), Inês Pinto (nj), Ana Teixeira (8), Mariana Alves, Joana Lopes (18), Inês Faustino (6), Lilian Gonçalves (9), Flávia Santos (17), Daniela Domingues (9), Sara Ressurreição (nj), Carolina Anacleto (nj), Joana Jesus (4) CAB Madeira (58): Catarina Caldeira, Marcy Gonçalves (nj), Diana Neves (9), Ashley Hayes (10), Tamara Milovac (13), Marta Bravo, Maria Correia (6), Vitória Pacheco (5), Carla Freitas (11), Carolina Escorcio (4)


Favoritos confirmam

O Benfica viajou até à margem sul do Tejo para defrontar o Barreirense e venceu, por 83-62. Já o FC Porto começou a defesa do título em casa e só no quarto de todas as decisões confirmou de forma inequívoca o seu favoritismo para este jogo (95-76).

Os benfiquistas, depois do sucesso no Troféu António Pratas, começaram da melhor forma o campeonato, ao vencerem, no Barreiro, a jovem equipa do Barreirense, que uma vez mais deu boa conta de si diante da forte equipa encarnada. Ao intervalo, a curta vantagem do Benfica (40-35) resultava da melhor entrada no jogo por parte dos comandados de Carlos Lisboa (22-14), tendo-se acentuado depois durante a segunda parte, especialmente no último período. O parcial de 21-12, favorável ao Benfica, nos últimos 10 minutos, fez subir a diferença pontual para números mais pesados para os barreirenses.O maior destaque do jogo vai para o norte-americano do SL Benfica Seth Doliboa (22 pontos, 8 ressaltos e 4 roubos de bola), MVP do jogo.FC Porto resolve no 4º períodoNão foi fácil o primeiro triunfo dos dragões na presente temporada. A Académica de Coimbra deu uma excelente réplica e apenas cedeu no quarto e derradeiro período do jogo (12-28). Isto depois, ainda que pela diferença mínima (49-48), ter terminado na frente a primeira parte do encontro, e estar a discutir perfeitamente o jogo no final do 3º período (64-67).A melhoria defensiva dos azuis e brancos no decorrer da segunda parte, 27 pontos sofridos, foi a base do sucesso dos pupilos de Moncho López, que assim começaram da melhor forma a defesa do seu título.A dupla de internacionais, composta por Miguel Miranda (15 pontos e 7 ressaltos) e Carlos Andrade (25 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) foi um autêntico pesadelo para a defesa dos estudantes, e a principal responsável pelo sucesso dos dragões.O norte-americano da Académica, Dillion Sneed (23 pontos, 12 ressaltos e 6 roubos de bola), esteve particularmente inspirado, e acabaria por fazer um bom jogo, diante de uma das melhores defesas.Dupla vitória para o estreante Terceira BasketA equipa açoriana do Terceira Basket teve motivos de sobra para festejar este fim-de-semana. Depois da vitória na jornada inaugural frente ao Casino Ginásio, os comandados de Rui Fonseca venceram em S. Paio de Gramaços (87-84), em jogo antecipado da 2ª jornada da LPB.Depois de um arranque de partida algo comprometedor (10-20), os insulares foram paulatinamente encurtando distâncias, que ao intervalo já só era de seis pontos de desvantagem (31-37).No 3º período o conjunto da ilha Terceira que este ano subiu à Liga, consumava a reviravolta no marcador (54-52), mostrando depois capacidade para discutir o resultado até final dispondo de tão curta vantagem pontual.O bom desempenho de Nathan Bowie, que contribuiu com 27 pontos, 6 ressaltos, 5 asssitências e 3 roubos de bola, foi decisivo para que os açorianos regressassem invictos e na liderança do campeonato à ilha Terceira.


Illiabum vence António Pratas

Uma prova que mostrou existir equilíbrio entre as equipas da prova, algo que só vem beneficiar e valorizar o campeonato desta temporada.

O primeiro período desta final foi parco em pontos, com as duas equipas a acumularem turnovers e uma tremenda falta de eficácia nos lançamentos de campo. O Illiabum dominava as tabelas, mas as segundas posses de bola não eram capitalizadas em pontos, o que permitia à equipa alentejana, com o recurso a alternâncias defensivas equilibrar o encontro. O empate a 11 pontos no final do quarto reflectia na perfeição aquilo que se tinha passado dentro de campo.O maior equilíbrio na luta das tabelas, bem como uma ligeira melhoria na eficácia do lançamento, permitiu ao conjunto de Ponte de Sor conseguir um ligeiro ascendente nos primeiros minutos do segundo quarto (20-15). Com um parcial de 9-0, a provar que também tinha capacidade para atacar pelo perímetro, o Illiabum retorna à liderança do jogo (24-20). Nos últimos minutos da primeira parte o equilíbrio entre as duas equipas voltou s surgir, bem como a superioridade das defesas relativamente aos ataques. O intervalo chegava com a equipa do Eléctrico na frente pela curta vantagem de um ponto (29-28).O descanso fez nem ao conjunto de Ílhavo, já que no recomeço, e passados apenas 2 minutos de jogo, comandava por seis pontos de vantagem (36-30). O sucesso da zona 2×3 dos alentejanos passava a não ter tão evidente, até porque o Illiabum dava sinais de se ter conseguido ajustar em termos ofensivos (35-44). A meio do período foi a vez do técnico Alexandre Pires tentar a defesa zona, embora tenha sido o descontrolo emocional de alguns atletas do conjunto alentejano que permitiram ao Illiabum terminar na frente o 3º período (53-44).O decisivo quarto a formação de Ílhavo aparentava ter o jogo controlado, com os experientes bases Daniel Felix e João Figueiredo (12 pontos, 4 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) a gerirem a vantagem na casa das dezenas. Mas com 8 pontos consecutivos, dos quais seis foram de triplos, o Eléctrico aproximava-se no marcador (58-61). O encontro voltava a ganhar emoção, Tiago Pinto com mais dois triplos consecutivos voltava a colocar o Eléctrico na frente (67-66), o que deixava tudo em aberto para os pouco mais de 3 minutos que restavam jogar. As alternâncias no comando do marcador bem como os empates passaram a ser uma constante, pelo que se entrou no último quarto com o marcador a registar um empate a 71 pontos. Aylton, da linha de lance-livre, a 44 segundo do fim, falha os dois lances livres, o mesmo sucedeu com o lançamento triplo de Paulo Raminhos após o ressalto ofensivo conquistado. Richard Kadiri sofre falta a 5 segundos do fim, e não desperdiça os dois lances-livres a que teve direito (73-71). Desconto de tempo pedido por Andry Melnychuk para preparar um último ataque para tentar empatar ou vencer ou jogo. Bola nas mãos de Tiago Pinto que na zona central arrisca, e com sucesso, jogar 1×1 e levar o jogo para o prolongamento. Já sem o norte-americano Dain Swetalia (20 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências), desqualificado com 5 faltas, o Illiabum, em teoria, entrava no tempo extra na mó de baixo. Cada posse de bola passava a ser decisiva, com Moacir Mota (5 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) a revelar-se determinante pelo papel desempenhado na tabela ofensiva, assim como a cumprir em termos ofensivos. O Illiabum chegava à vantagem de 4 pontos com pouco mais de um minuto para jogar, e foi com essa curta vantagem que geriu o jogo até final (81-80). O norte-americano Richard Kadiri (19 pontos, 10 ressaltos, 5 desarmes de lançamento e 3 roubos de bola) voltou a ser o MVP do encontro, com 27.5 de valorização, tendo sido bem acompanhado na equipa do Illiabum por Daniel Felix autor de 15 pontos, 5 assistências, 4 ressaltos e 2 roubos de bola. O base Tiago Pinto (23 pontos, 8 ressaltos e 5 assistências), que este ano regressou a Ponte de Sor, surgiu finalmente ao seu melhor nível nos últimos 25 minutos do jogo (22 pontos), num encontro em que Aylton Medeiros (15 pontos e 9 ressaltos) se bateu valentemente com os dois norte-americanos do Illiabum.


LPB em directo na Sport TV

A formação treinada pelo técnico Moncho López, depois da conquista da Supertaça, vai iniciar a defesa do título conquistado a época passada, diante de uma equipa que nas últimas temporadas se tem intrometido na discussão das competições nacionais. O confronto realiza-se às 18.05 e já sabe: se não for ao pavilhão, sintonize a Sport TV!


Defesa leva Illiabum à final

A excelência da defesa ilhavense durante o último período do jogo, em que apenas permitiu 4 pontos, garantiu-lhe a vitória, mas por números que não revelam as dificuldades sentidas, bem como o que tão de positivo fez durante o jogo a equipa do Guifões.

No segundo jogo da tarde, Illiabum e Guifões mostram desde o inicio uma grande intensidade defensiva, própria de quem quer disputar uma final da competição. Os primeiros minutos foram de ligeiro ascendente do Guifões, como consequência da sua elevada intensidade defensiva e da agressividade colocada em termos ofensivos, onde as penetrações em drible provocavam faltas ou assistências para cestos fáceis. Apesar de no último minuto o Illiabum ter passado para a frente do marcador (17-15), as duas equipas terminaram o 1º período empatadas a 17 pontos.No inicio do segundo quarto, o jogo manteve as mesmas características, com o conjunto de Ílhavo sempre a tentar explorar as vantagens interiores, nem sempre da melhor forma, e o Guifões a bater-se bem, quase sempre a cumprir com as ajudas e rotações defensivas. Mas foi já perto do final da primeira parte que os comandados de Alexandre Pires conseguiram afastar-se no marcador, desde o momento em que o tiro exterior começou a funcionar dando outra dimensão ao seu ataque (35-29).No recomeço do encontro a equipa nortenha, fiel ao seu estilo, continuava a demonstrar grande paciência ofensiva, a manter sempre o principio de penetrar dentro e assistir fora. Desgastava a equipa adversária para além criar problemas nos ajustes defensivos. Do outro lado, a equipa ilhavense, numa demonstração de maturidade, segurava a liderança do jogo o que do ponto de vista emocional é sempre um factor importante. Como resultado do seu controlo perante a pressão da proximidade do resultado, no final do 3º período liderava por quatro pontos (50-46).No decisivo quarto o aumento da intensidade defensiva por parte do conjunto de Ílhavo, que passou a resolver os problemas das penetrações em drible na relação do 1×1, condicionou o ataque da equipa de Guifões. Só passados quase oito minutos conseguiu fazer pontos, e numa fase em que o Illiabum já defendia zona 2×3. O base João Figueiredo começou a abrir o livro, em termos ofensivos, não só na forma como colocava a equipa a jogar, mas também com os pontos que contribuía no ataque, quer através de lançamentos longos, ou a explorar as situações de bloqueio directo. (63-47). O encontro estava decidido pelo que só faltava deixar o tempo acabar.Destaque para a grande segunda parte de João Figueiredo (17 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências), não só a fazer pontos (13) mas na forma como comandou a equipa dentro de campo. E para a utilidade do norte-americano Richard Kadiri (8 pontos, 10 ressaltos, 3 roubos de bola e desarmes de lançamento) preponderante no trabalho “sujo” da equipa.O poste Odair Conceição (17 pontos e 10 ressaltos) foi o mais produtivo do conjunto de Guifões, embora não tenha conseguido manter na segunda parte a produtividade e eficácia que tinha revelado nos primeiros 20 minutos do jogo.


3º período dita vitória

Depois de terem conquistado a Taça Vítor Hugo as comandadas de Nuno Ferreira dão claros sinais que esta temporada irão ser extremamente competitivas. Um bom início de segunda parte permitiu às vaguenses construir uma vantagem que as insulares nunca mais foram capazes de anular.

Num jogo que se previa muito equilibrado, entre duas das equipas mais bem apetrechadas da Liga Feminina, o CAB Madeira não foi capaz de aguentar o início demolidor do 3º período por parte da equipa de Vagos. As vaguenses com uma defesa muito bem estruturada e agressiva construíram uma vitória tranquila, perante um CAB que denotou enormes problemas ofensivos, em parte explicados pela falta de referências interiores no seu jogo ofensivo.A ausência, por lesão, da sua poste norte-americana, bem como o problema de faltas da internacional Tamara Milovac, cedo privou o técnico madeirense Juca de poder contar com uma jogadora forte junto das áreas próximas do cesto.A falta de equilíbrio entre jogo interior/exterior da equipa insular, facilitou a tarefa à equipa da casa que, independentemente dos problemas alheios, teve o mérito de forçar o adversário a colocar-se numa situação de desvantagem, para além de ter sido capaz de anular os restantes pontos fortes do adversário.Resultados dos jogos do fim-de-semana:Jogo antecipado da 14ª jornadaGDESSA 55 – 53 Académico FC3ª jornadaQuinta dos Lombos 66-27 AlgueirãoMontijo 68 – 66 CD Torres NovasBoa Viagem 45 – 68 AlgésOlivais 57 – 44 Basquete BarcelosAD Vagos 71 – 58 CAB


Eléctrico está na final

O sucesso da defesa zona, bem como a aposta ganha de tentar jogar sempre rápido, permitiram ao conjunto alentejano uma vitória que parecia mais distante no final da 1ª parte. A falta de eficácia no lançamento, bem como o facto de ser uma equipa totalmente renovada, tornaram evidente o momento da época em que estamos.

O primeiro período foi equilibrado, apesar de ter sido o Algés a ganhar vantagem nos primeiros minutos (6-0), fruto de transições ofensivas rápidas. Esta foi aliás a melhor solução ofensiva explorada pelos dois conjuntos para superar a fraca eficácia de lançamento. O Eléctrico beneficiou do bom trabalho na tabela ofensiva, para a meio do período colocar-se pela primeira vez na frente do marcador (9-8). Daí até final as duas equipas mantiveram-se sempre muito próximas no marcador, tendo terminado na frente o Algés pela diferença mínima (15-14).Para o segundo quarto o técnico Andrey Melnychuk apostou de inicio nas alternâncias defensivas, que tão bom resultado deram. Um parcial de 6-0 colocava os alentejanos na frente do marcador (20-15), diante uma equipa algesina que revelava alguns problemas em atacar a defesa zona 2×3 da equipa adversária. Só aumento da intensidade defensiva por parte da equipa lisboeta lhe permitiu a reviravolta no marcador (30-22), com o contra-ataque a revelar-se a melhor arma para contrariar a defesa zona do conjunto de Ponte de Sor. O mau momento dos alentejanos, a acumularem imensos turnovers, só foi cortado pela conquista de um ressalto ofensivo por parte de Mário Jorge que fixou o resultado ao intervalo em 30-24 favorável ao Algés.No recomeço do encontro, o Eléctrico apostou em definitivo na defesa zona 2×3, e com resultados positivos, já que diminui a produção atacante do Algés. Mas se a equipa lisboeta revelava dificuldades em acertar os tiros no interior da zona de curta e média distância, o Eléctrico não fazia muito melhor do lado oposto. Só de penetrações os alentejanos conseguiam fazer pontos, sem que no entanto se conseguissem aproximar no marcador (38-44).No decisivo quarto, e em pouco menos de 3 minutos, o Eléctrico voltava a colocar-se na frente (47-46), aproveitando algum desnorte da equipa adversária para concluir alguns contra-ataques. A seca de pontos da equipa de Algés mantinha-se (2 pontos e 5 minutos) e só um triplo de António Pires interrompia a o aumento da diferença pontual (49-54). Já sem Aylton, desqualificado com 5 faltas, Andry aposta numa equipa mais baixa e regressa à defesa individual. Nesta fase do jogo João Lanzinha assumiu papel decisivo com os seus lançamentos longos, o último dos quais a 2.30 minutos do final, que colocava o Eléctrico na frente com uma vantagem de 12 pontos (65-53). Respondeu o Algés com 9 pontos consecutivos, sendo que os 6 primeiros foram de dois triplos convertidos (65-62). Jogava-se o último minuto e a equipa de Ponte de Sor não conseguia fazer pontos e via a vantagem pontual esfumar-se. O jogo começava então a decidir-se da linha de lance-livre com Mário Jorge a falhar os dois a que teve direito a 33 segundos do final. Fidel Mendonça ainda tentou um triplo, mas foi Tiago Brito a selar o triunfo ao não falhar do lance-livre (67-62).


Filipe perde com Tony Parker

Tony Parker estreou-se ao serviço do Lyon Villeurbanne diante do Paris-Levallois de Filipe da Silva e acabou por vencer (75-73).

O encontro representava, igualmente, a estreia de Filipe da Silva pela sua nova equipa, pois o base internacional português não pôde disputar a primeira jornada da Pro A na semana passada por se encontrar lesionado.Filipe jogou apenas 11 minutos, nos quais somou 2 ressaltos e 2 assistências. Tony Parker, que acabou por ser a estrela do encontro, registou 21 pontos, 3 ressaltos, 6 assistências e 2 roubos de bola.Em Espanha, Jonah Callenbach entrou também em acção este fim-de-semana. O Ávila visitou o Gandia Basket na segunda ronda da LEB Prata e venceu, por 65-51, com o jovem internacional português a somar apenas 1 ponto, em 22 minutos de utilização.


1ª jornada da LPB

Só no prolongamento, empate a 88 pontos no final do tempo regulamentar, os barcelenses cederam, com ambos os conjuntos a ultrapassarem a centena de
pontos (105-103). Mais fácil foi a vitória caseira do CAB Madeira diante o Vitória de Guimarães, por números que demonstram bem a superioridade evidenciada pelos insulares no decorrer da segunda parte do encontro (90-63).


Ponte de Sor palco da Final Four

Um evento que será certamente um enorme sucesso, até porque a experiência adquirida deixa o Vice-Presidente e Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Ponte de Sor, Engº Hugo Hilário, tranquilo relativamente à sua organização. Uma parceria que só é possível pelas boas relações existentes com a Federação Portuguesa de Basquetebol, e se justifica pela importância que a modalidade tem no Concelho.

Como está a decorrer a organização do Troféu António Pratas? A experiência já adquirida na realização deste tipo de eventos permite-nos organizá-lo com toda a serenidade. O plano de acção foi desde logo definido e os procedimentos inerentes estão a ser tomados com todo o rigor e sentido de responsabilidade. O que leva o município de Ponte de Sor a voltar a receber novamente um evento de basquetebol? Em primeiro lugar a tradição cada vez mais vincada da prática desta modalidade no Concelho de Ponte de Sor, depois a já antiga e conhecida boa relação entre a Autarquia e a Federação Portuguesa de Basquetebol que mais uma vez nos convidou para promover a organização de um evento desportivo de nível interessante.Considera que a presença dos finalistas do Torneio António Pratas faça aumentar o interesse pela modalidade no concelho?Certamente que sim, principalmente pela presença do Eléctrico Futebol Clube!!Gostaria de apoiar um projecto que fosse mais ambicioso, que naturalmente passaria pela participação no campeonato da Liga Portuguesa de Basquetebol? A conjuntura actual obriga-nos a ser ainda mais rigorosos e prudentes na gestão dos nossos recursos. A Autarquia de Ponte de Sor e nomeadamente a Divisão de Acção Social e Desporto, tem como missão apoiar e dinamizar a prática da actividade desportiva nas diversas modalidades amadoras existentes no Concelho e jamais o desporto profissionalizado. Decisões deste género terão que forçosamente ser tomadas pelos clubes envolvidos e respectivos patrocinadores privados. A Proliga é uma excelente competição.Qual a importância do basquetebol na actividade desportiva do concelho de Ponte de Sor? A actividade desportiva do nosso concelho é sem dúvida alguma das mais dinâmicas e diversificadas que conheço; o Futebol, o Futsal, o Andebol, a Natação, a Ginástica/Dança, o Judo, o Karaté, o BTT, o Atletismo e o Basquetebol caracterizam bem o forte dinamismo de promoção desportiva suportados pelas infra-estruturas de qualidade existentes. O basquetebol é sem dúvida uma das modalidades em destaque, quer pela sua atractividade intrínseca quer pela crescente afluência de jovens na prática da modalidade. O basquetebol tem ajudado a promover a nossa cidade e o nosso concelho de forma bastante positiva, Ponte de Sor hoje é conhecida na “família” do basquetebol a nível Nacional.As quatro equipas chegam invictas a esta segunda fase da competição, depois de vencerem os respectivos grupos com duas vitórias cada. Na primeira meia-final, disputada sábado, pelas 16.30 horas, o Algés defronta o Eléctrico FC, para duas horas e meia mais tarde, ser a vez de Guifões e Illiabum medirem forças. A final está marcada para domingo às 16 horas.


«Equipa é competitiva»

Vai jogar na Académica, clube que em seu entender tem um grupo “competitivo” e “interessante”.

A aventura espanhola de Arnett, onde foi colega de equipa de João Betinho, terminou por agora, dando prioridade a outros projectos pessoais, sem no entanto se arrepender da opção que tomou e com um balanço final extremamente positivo. “A experiência foi positiva. Em Espanha joga-se um basquetebol mais táctico onde aprendi muitas coisas. Foi uma experiência nova da qual gostei muito. O facto de querer finalizar os meus estudos fez-me voltar a Portugal.”O bom desempenho nas últimas épocas por parte da Académica foi um factor que pesou na escolha deste clube para Hallman prosseguir a sua carreira. “É uma equipa bastante competitiva, que tem feito boas épocas, e a qual espero ajudar naquilo que for possível.” Arnett foi um dos reforços garantidos pelos estudantes, que a par do internacional Marco Gonçalves e do base Miguel Barroca, constituem os reforços mais sonantes da equipa agora orientada pelo técnico Luís Santarino.A mudança não fez alterar a sua forma de estar no basquetebol, onde a equipa é o factor mais importante e está acima de todos os interesses pessoais. “Os meus objectivos sempre foram os mesmos, ajudar a equipa e trabalhar todos os dias para ajudar os meus colegas.” Continuar a evoluir como atleta parece ser o principal objectivo deste jovem promissor.Relativamente ao grupo de trabalho que integra a avaliação é muito positiva. Embora ainda seja muito cedo para tirar conclusões Arnett não exclui a possibilidade de a Académica se tornar numa surpresa entre as equipas mais fortes da Liga. “Na minha opinião é uma equipa bastante interessante. Quem sabe se não somos capazes de proporcionar muitas alegrias aos nossos adeptos?”


Paulo Santos aquisição…reforço!

Na tentativa de acrescentar mais uma etapa brilhante ao seu CV desportivo. Depois da sua iniciação em Queluz, as experiências no Algés e no Benfica vieram catapultar para a montra das Selecções Nacionais.

ESTA ÉPOCA JUNTASSE A UM GRUPO DE ATLETAS JÁ COM ALGUMA EXPERIÊNCIA COMO RAUL PORTO, TIAGO LEBRE , CARLOS CANELHAS( KAKA) OU A JOVENS TALENTOSOS, COMO MIGUEL MEDINAS , PARA QUE A EQUIPA SÉNIOR DO BASKET QUELUZ , ORIENTADA PELO MÍTICO ALFREDO SOUSA , POSSA SER UM DIGNO REPRESENTANTE DO CONCELHO DE SINTRA NO BASQUETEBOL NACIONAL.DEPOIS DE O CLUBE EM 3 ANOS ,CONSEGUIR REUNIR CONDIÇÕES PARA TER 11 EQUIPAS FEDERADAS, 18 TREINADORES , MAIS DE 200 ATLETAS DISTRIBUÍDOS POR 6 PAVILHÕES MUNICIPAIS E ESCOLARES SEM TER PAVILHÃO PRÓPRIO .ESTE FACTO SÓ FOI POSSÍVEL COM A COLABORAÇÃO DO VEREADOR MARCO ALMEIDA, ALGUMAS EMPRESA LOCAIS E CLARO , COM O EMPENHO E A DINÂMICA DOS PAIS DOS ATLETAS .ESTE ANO , A EQUIPA SÉNIOR VAI TENTAR DAR O SALTO PARA PATAMARES QUE O CONSELHO DE SINTRA TEM PERGAMINHOS.SINTRA PRECISA DE UM CLUBE , UMA EQUIPA FORTE NO BASQUETEBOL NACIONAL BOA SORTE PAULO SANTOS, BOA SORTE BASKET QUELUZ!!!!!!


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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