Artigos da Federaçãooo
Muito a definir para os playoffs
Desta feita, no seu reduto, o Guifões foi presa fácil e cedeu por 69-48 faltando às açorianas uma difícil deslocação ao Calvão, onde a equipa da casa ainda sonha com um difícil 3º lugar.
Na Amadora, a ESA recebeu o Coimbrões e amealhou uma valiosa vitória, por 69-49, estando agora no sexto posto da tabela indo discutir a Guifões o 5º lugar na última jornada. O Juvemaia já havia derrotado, no fim de semana anterior, o Maritimo, por 56-44. As maiatas jogam na Cruz-Quebreada com a Simecq que em Aveiro se superiorizou ao condenado Gafanha que não conseguiu contrariar a boa prestação das jogadoras da linha de Oeiras, permitindo assim à equipa visitante uma vitória por 49-61. A equipa do Esgueira já garantiu um lugar no playoff e recebeu no seu reduto o Col. Calvão, num duelo regional em que a equipa visitante arrecadou uma importante vitória, por 55-68, garantindo, no mínimo, a 4ª posição nesta fase.O GDEMAM folgou este fim-de-semana mas ainda conta com uma escorregadela do União Sportiva para chegar ao topo da classificação. Mas para isso terá que vencer o último da tabela no seu pavilhão e esperar por uma ajuda do Calvão.Como se pode ver a última jornada ainda reserva muitas emoções e, possivelmente, muitas alterações na ordenação dos palyoff.Ultima jornada dia 20-04-2013Calvão – União Sportiva as 17h no Pav. Col. CalvãoMaritimo – Esgueira as 15h no CABGDEMAM – Gafanha as 17h no Pav. Mun Casal de CambraGuifões – ESA as 17h no Pav. Antonio MaiaSimecq – Juvemaia as 17h no Pav. Carlos Alberto Carvalho
Iniciativa saldou-se num enorme sucesso
No presente contexto julgamos importante realçar esta iniciativa enquanto Modelo de Boas Práticas a seguir, para este e para outros domínios da modalidade, já que, como diz a célebre expressão “é muito mais o que nos une do que o aquilo que nos separa”.
E foi com “chave de ouro” que se fechou este conjunto de acções, que foram muito bem acolhidas pelos treinadores da modalidade, “pulverizando” os melhores registos de adesão verificados em iniciativas anteriores. O registo de presenças foi, quantitativamente muito significativo, ganhando ainda mais dimensão, quando avaliada a proveniência dos treinadores inscritos. Assim, acolhemos treinadores de Associações tão distintas quanto Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Viseu, Aveiro e naturalmente do Porto. Oficialmente, foram registadas as seguintes presenças:1ª Acção: 115 treinadores;2ª Acção: 92 treinadores;3ª Acção: 97 treinadores;4ª Acção: 84 treinadores; Projectamos já o futuro destas iniciativas, procurando valorizá-las logisticamente, ao mesmo tempo que se considera a possibilidade de escolha de outros temas e da realização de um maior número de sessões por época. Gostaria de aqui realçar o meu apreço pessoal e institucional pela disponibilidade evidenciada pelos Dirigentes e STAFF da DRAGON FORCE Basquetebol, que desde o primeiro dia, consideraram este como um projecto seu. Não posso deixar de referenciar particularmente a postura dos Formadores: Paulo Colaço, Carlos Vaqueiro e Moncho Lopez, pela sua pronta e enorme disponibilidade e pela qualidade das suas intervenções. Uma palavra também para os seus atletas SUB 20 que revelaram também um grande envolvimento nas iniciativas. Salientamos ainda a boa vontade e receptividade evidenciadas pelo GDB Leça (colaborou numa das acções) e FC Gaia no apoio solicitado.Esta iniciativa mereceu ainda o apoio da PLAYGROUND STARS.
Ivan Almeida dominou
Veja nos detalhes desta notícia quais foram os restantes atletas a integrar o 5 ideal da fase regular.
MVP Global – Ivan Almeida, Vitória Sport Clube, 27.8 de valorizaçãoSe pensarmos que foi dos últimos atletas a integrar o plantel vitoriano, não restam dúvidas que foi a decisão mais acertada por parte do técnico Fernando Sá. Rápido a executar, fortíssimo nas situações de contra-ataque, Ivan acaba por ser uma mais-valia nas áreas próximas do cesto em ambos os lados do campo pela sua excelente capacidade de impulsão. Finalizou a época regular com as médias de 20.2 pontos, 10 ressaltos, 2.7 assistências, 2.6 roubos de bola e 1.1 desarmes de lançamento.MVP Nacional – Arnett Hallman, Académica de Coimbra, 22.3 de valorizaçãoConfirmou a aposta que o técnico Norberto Alves realizou no início da temporada. Arnett tem sido uma mais-valia para a equipa de Coimbra, não só pela sua contribuição em números, mas também pela forma contagiante como joga e atitude que revela dentro de campo. Foi muito provavelmente dos jogadores que mais evoluiu ao longo da temporada, fruto do trabalho diário, e da visão de um treinador que cedo percebeu que tinha de melhorar as suas qualidades como jogador exterior. Bem mais eficaz a no seu tiro exterior, embora ainda tenha que aperfeiçoar as sua leituras ofensivas, nomeadamente nas tomadas de decisão quando utiliza o drible para penetrar em direção ao cesto. Terminou com as médias de 15.5 pontos, 11.5 ressaltos, 2.4 assistências e 2 roubos de bola.5 IDEALPosição 1: Nuno Oliveira, Basquete de Barcelos, 18 de valorizaçãoAlternou a posição de 1º base e base atirador, se bem que tenha desempenhado esta função durante grande parte dos jogos da equipa de Barcelos. Para além da responsabilidade da condução ofensiva do conjunto barcelense, Nuno é uma das principais referências atacantes no que toca à marcação de pontos na turma orientada por José Ricardo. As suas qualidades físicas fazem dele um jogador extremamente forte a jogar em campo aberto, bem como a penetrar para o cesto. O tiro é igualmente uma das suas arma ofensivas, até porque beneficia da sua boa impulsão. De realçar ainda o seu contributo na luta das tabelas, um aspeto que valoriza imenso um jogador que atue nas posições exteriores. Conseguiu as médias de 16.4 pontos, 6.2 ressaltos, 2.4 assistências e 2 roubos de bolaPosição 2: Ivan Almeida, Vitória Sport Clube, 27.8 de valorização E o MVP Global da fase regularPosição 3: Arnett Hallman, Académica de Coimbra, 23.3 de valorização É o MVP Nacional da primeira fase da temporada. Para além disso foi o 2ª melhor ressaltador da prova (11.5), logo depois de Jamarkus Holt (11.8), assim como o que mais ressaltos defensivos conquistou em média (8.5).Posição 4: Marco Loncovic, Basquete de Barcelos, 23.4 de vaorizaçãoSurpreendeu a aposta feita pelo técnico José Ricardo neste jogador, mas que viria a revelar-se muito acertada . Sendo um jogador muito jovem, a ambição, desejo de apender, evoluir, capacidade de trabalho, foram qualidades que o treinador barcelense encontrou em Loncovic. Apesar de ter sido um pouco mais dominador na primeira metade da fase regular, a consistência que apresentou nas suas exibições concedem-lhe o direito de figurar na melhor equipa da fase regular. Finalizou com médias de , 19.4 pontos, 9.2 ressaltos, 1.2 assistências e 2.2 roubos de bola.Posição 5: Marcel Monplaisir, Lusitânia Sport Clube, 22.9 de valorizaçãoAs suas qualidades físicas, aliadas a um enorme “feeling” para ressaltar e desarmar lançamentos, fizeram dele um dos jogadores mais intimidadores perto das tabelas. Sem ser um bom atirador, beneficia dos segundos lançamentos que conquista, pela forma como corre no campo, e a forma inteligente como se movimenta sem bola nas movimentações ofensivas da equipa açoriana. A sua discrição atacante é compensada pela sua simplicidade e tremenda eficácia ofensiva. Monplaisir findou a fase regular com as médias de 14.1 pontos, 10.6 ressaltos, 1.5 assistências, 2.1 desarmes de lançamento e 1.2 roubos de bola.O jovem base da Ovarense, José Barbosa, que este ano tão bem está a comandar a equipa da Ovarense, tornando-se num dos principais responsáveis pela época de sucesso que os vareiros estão a realizar, também se destacou nos rankings individuais. Tornando-se no jogador com melhor média de assistências (7) e roubos de bola (2.6) por jogo. Ainda que nos roubos de bola tenha sido o melhor a par de Rui Coelho e Ivan Almeida.
V Torneio Minibasquete de Castelo Branco
Por este motivo vimos convidar o v/ clube a estar presentes no II Torneio Internacional Minibasquete Castelo Branco/ V Torneio Minibasquete Cidade de Castelo Branco. Este evento irá realizar-se no Pavilhão da Escola Superior de Educação de Castelo Branco com ínicio pelas 09.30 horas e o encerramento será por volta das 18.30 horas.
Este ano a aposta é feita num grande encontro com a participação do mesmo número de equipas portuguesas e espanholas. Antecipou-se o inicio da organização do evento para os clubes se poderem organizar com o devido tempo. É objectivo aumentar e ultrapassar a qualidade e a organização dos encontros dos anos anteriores.As equipas podem ser mistas, divididos em 3 grupos – equipas de sub 8, sub-10 e sub-12. Os jogos teram 3 partes de 8 minutos cada com interrupção de 1 minuto em cada intervalo.Neste evento teremos jogos de minibasquete, circuitos técnicos, muita diversão e muita alegria. A organização irá oferecer o almoço aos atletas, treinadores e dirigentes dos clubes nesse mesmo dia no refeitório da Escola Superior de Educação.Uma das novidades deste ano será a formação para os treinadores participantes. Contamos já com a confirmação da presença do Sr. Comandante San Payo Araújo e de um treinador espanhol! Surpresa….Em anexo segue o programa detalhado do evento e para qualquer esclarecimento de dúvida podem contactar: Gustavo Matos 967066170 e Tiago Machado 96 2923832. Numa data mais próxima será enviada mais informação detalhada, assim como as equipas inscritas.
“Favoritos” confirmam
As equipas teoricamente favoritas, que terminaram a fase regular nos quatro primeiros lugares, não se deixaram surpreender.
O Eléctrico levou a melhor sobre o Sangalhos, por 66-60, enquanto o Illiabum voltou a superar o Guifões (74-65). Já o Maia Basket bateu o Terceira Basket, por 93-70.No confronto de Ílhavo, a equipa da casa tirou partido da vantagem pontual amealhada durante os primeiros 20 minutos do encontro. A vencer por catorze pontos ao intervalo (49-35), os ilhavenses limitaram-se a gerir a vantagem durante a etapa complementar. A dominarem a luta das tabelas (36-28) e com umas percentagens de lançamento de campo bastante boas, o Illiabum conseguiu contornar o problema dos turnovers (24) e o habitual problema da linha de lance-livre (7-26 – 27%). Miguel Queiroz (15 pontos e 7 ressaltos) apenas falhou um dos seus 8 lançamentos de campo, tendo sido bem secundado por Henrique Sicó que registou 14 pontos.O Guifões não esteve numa tarde de grande inspiração no tiro de 3 pontos (2/16 – 13%), como também não soube aproveitar com grande eficácia as idas para a linha de lance-livre (11/21 – 52%). Ainda assim, a dupla composta por Ricardo Alpuim (13 pontos e 8 ressaltos) e Fernando Ramos (12 pontos e 6 ressaltos) foi a que esteve em melhor plano.Maia fez a diferença na 2ª parteA excelente réplica dos terceirenses durou 20 minutos, visto que quando as duas equipas recolheram aos balneários para tempo de intervalo encontravam-se separadas por apenas dois pontos (45-43), favorável aos maiatos. No recomeço da etapa complemantar os comandados de Rui Silva conseguiram aumentar distâncias (67-54), graças à melhoria do seu desempenho defensivo (11 pontos sofridos). O último quarto confirmou a superioridade da formação nortenha, fazendo com que o resultado final se tornasse ainda mais desnivelado.Com 23 pontos, Pedro Catarino e Pedro Tavares foram os melhores marcadores do encontro, e demonstram bem a eficácia do jogo exterior, especialmente da linha dos 3 pontos (acima dos 60%), do Maia Basket neste encontro. Destaque ainda para as 29 assistências realizadas pela equipa da Maia durante este jogo, revelador de um grande coletivismo nas situações ofensivas.Os açorianos se quiserem discutir ainda mais os jogos terão que necessariamente reduzir o seu número de perdas de bola sem lançamento (21). Chano Rashiduddin assinou um duplo-duplo (19 pontos e 10 ressaltos), embora tenha sido Frederico Tavares o melhor marcador dos terceirenses com 21 pontos.O terceiro encontro da eliminatória (disputada à melhor de cinco) realiza-se no próximo dia 20, mas agora no terreno das equipas agora derrotadas.
Olivais segue para as “meias”
As conimbricenses venceram o encontro na Madeira por 92-87.
A jogar em casa, o CAB entrou mal na partida, permitindo ao Olivais conquistar uma preciosa vantagem que, com o passar do tempo, se tornou difícil de alcançar. Mas ao final do primeiro período a diferença no marcador era de apenas dois pontos (22-24), diferença que se manteve ao intervalo (39-41), uma vez que o segundo quarto foi pautado pelo equilíbrio (17-17).O regresso dos balneários não foi o mais eficaz da formação do CAB, que não conseguiu impor ao adversário o ritmo que desejava e que precisava de forma a levar o adversário de vencido. Com mérito do Olivais, que soube jogar bem com as armas que teve. As conimbricenses venceram o período por 16-19 e chegaram ao fim do terceiro tempo a ganhar o jogo por 55 – 60. No último e derradeiro período, o Olivais e o CAB travaram uma luta enorme e prova disso são os 64 pontos que, em conjunto, as equipas marcaram. A divisão desses pontos foi igualmente repartida, com 32 pontos a serem marcados por cada formação. Destaque na equipa de Coimbra para o seu coletivo, bem expresso na forma como os pontos da equipa foram distribuidos. Seis atletas a conseguirem dez ou mias pontos, sendo que Mattlllyn McIntyre foi a melhor com 17 pontos, seguido de perto pela sua compatriota Dalila Eshe com 17.A formação madeirense voltou a perder a luta das tabelas (29/36) e o seu tiro de longa distância não esteve particularmente famoso… Ainda assim contou com a MVP do encontro, 39 de valorização, a norte-americana Jheri Booker autora de 40 pontos, a que somou 7 ressaltos e 3 roubos de bola. Mas nem com o contributo da sua compatriota Carmen Reynolds (27 pontos e 6 ressaltos) conseguiu evitar a eliminação da equipa.
Carla Freitas na Liga
De resto, destaque também para Mery Andrade, cuja equipa já ganhou um encontro das meias-finais do playoff em Itália.
A jornada concentrada em Cáceres, que reuniu as oito melhores formações da Liga Feminina 2A e 2 B de Espanha, foi deveras proveitosa para o conjunto onde alinha Carla Freitas, pois acabou por subir de divisão. As equipas estavam divididas em dois grupos de quatro e subiam apenas duas.O Al-Qazares de Carla Nascimento entrou com o pé direito na competição. Começou por ganhar ao Aros Leon, por 57-53, com a portuguesa em grande nível, a somar 18 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola. Seguiu-se novo triunfo, desta feita diante do Casablanca (64-60) – voltou a marcar 18 pontos, obtendo ainda 2 ressaltos e 3 assistências, mas na última jornada perdeu com o Real Canoe (49-52). Neste jogo marcou 11 pontos, capturou 4 ressaltos e fez 3 roubos de bola.Com duas vitórias o apuramento para o jogo que daria a subida estava garantido. Só que aí as coisas não correram bem, pois a equipa foi derrotada pelo Universidad País Vasco, por 62-70 (Carla obteve 9 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências), ficando, assim, fora do comboio da subida.O Orion-GDKO, por sua vez, também entrou bem. A equipa começou com uma vitória frente ao Ensino, por 59-43, com Carla Freitas a contribuir com 8 pontos e 2 ressaltos, e ganhou o encontro seguinte, diante da Universidad País Vasco (77-79). Neste encontro a portuguesa somou 12 pontos e 4 ressaltos.Seguiu-se o jogo diante do Ferrol, que acabou por ser decidido no prolongamento (derrota por 72-70) – 4 pontos, 3 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola de Carla. O desaire não afetou, todavia, a presença do Orion GDKO na fase seguinte.No decisivo encontro, o Orion-GDKO acabou por ter mais sorte que o Al-Qazares e bateu o Casablanca, por 74-69 (7 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências da portuguesa), fazendo, assim, a festa em Cáceres.Em Itália, o Lucca de Mery Andrade eliminou o Chieti na primeira ronda do playoff e já bateu o Parma no primeiro encontro das meias-finais, disputadas à melhor de 5 partidas. A equipa venceu por 71-64, com Mery a ajudar com 10 pontos, 5 ressaltos e 4 roubos de bola.Em masculinos, o Rouen de Filipe da Silva foi derrotado pelo Pau-Lacq-Orthez, por 62-100, na antepenúltima jornada da divisão Pro B de França, e desceu ao 7º lugar. Está dentro das posições do playoff, mas vai ter de ter cuidados redobrados nas próximas partidas. O base português somou 1 ponto, 4 ressaltos e 2 assistências.Na LEB Ouro, em Espanha, o Planasa bateu o Melilla, por 75-67, mas João Soares não jogou. Falta apenas uma jornada para o final da fase regular e a equipa está na 11ª posição.NA LEB Prata, o Ávila perdeu com o Guadalajara (56-59) e permitiu, deste modo, que o adversário igualasse a primeira eliminatória do playoff (1-1). Jonah Callenbach jogou 12 minutos, durante os quais capturou 1 ressalto, fez 1 assistências e roubou 1 bola.Na EBA o Estudiantes Lugo cimentou a 3ª posição com o triunfo, fora, diante do Ourense, por 77-45. Rafael Wildner esteve em bom plano, somando 12 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência, 2 roubos de bola e 3 desarmes de lançamento.Na mesma divisão, o Arteixo cedeu na visita ao pavilhão do Zamorano, por 67-87. Em 18 minutos João Grosso marcou 4 pontos, capturou 4 ressaltos e distribuiu uma assistência. Está na 6ª posição.
Melhores classificados levam vantagem
Contrariamente ao que tinha sucedido no dia anterior, desta vez o confronto entre Oliveirense e AngraBasket não foi equilibrado, tendo terminado com uma confortável vitória (84-45) da formação de Oliveira de Azeméis diante do conjunto açoriano. Illiabum e Maia Basket confirmaram a vantagem das equipas que atuaram em casa, ao baterem o Guifões (71-66) e Terceira Basket (61-53) respetivamente.
Os comandados de Sérgio Salvador, provavelmente alertados pelo risco que correram na ronda inaugural, não quiseram neste jogo 2 que o seu adversário alimentasse a possibilidade de poder igualar a eliminatória. Com um parcial de 29-13 nos primeiros 10 minutos, a equipa da casa deu um importante passo para ficar a uma vitória das meias-finais da competição. Uma diferença pontual que não mais deixaria de aumentar até final do encontro, isto porque os açorianos nunca revelaram capacidade para reagir ao momento negativo que foi o inicio do jogo.A dupla de postes da Oliveirense formada por Nuno Cortez (18 pontos e 12 ressaltos) e André Pereira (18 pontos e 11 ressaltos) fez mossa durante o encontro, não só pelos pontos que somou, como também pela forma decisiva que contribuiu para o domínio da luta das tabelas. João Reveles igualou os seus dois companheiros no número de pontos anotados (18).A tarde foi de pouca inspiração para os açorianos, a questão física poderá não ter ajudado mas certamente que não explicará o descalabro coletivo, mas ainda assim Flávio Gomes assinou uma prestação digna de registo (16 pontos, 11 ressaltos e 4 roubos de bola).Duelo equilibradoTal como prevemos, o 1º jogo entre Illiabum e Guifões foi marcado pelo equilíbrio, com a vantagem amealhada pelos ilhavenses no recomeço etapa complementar a revelar-se decisiva para adiantar-se na eliminatória (71-66). Nos primeiros 20 minutos as duas formações equivaleram-se, tendo chegado ao intervalo empatas a 33 pontos. Durante o 3º período, a equipa da casa conseguiu distanciar-se ligeiramente no resultado (52-45), gerindo depois nos minutos finais do jogo. O domínio da luta das tabelas (42/27), bem como a melhor eficácia nos lançamentos de longa distância, contribuíram para que os ilhavenses saíssem vencedores, se bem que continuem a revelarem-se muito perdulários da linha de lance-livre (15/29 – 52%).Mesmo sem ter estado inspirado nos lançamentos de longa distância, Miguel Queiroz (13 pontos, 12 ressaltos, 4 desarmes de lançamento e 3 assistências) exibiu-se a bom nível, bem secundado por Tiago Raimundo (10 pontos e 10 ressaltos) e João Figueiredo (12 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos).Rui Mota foi o melhor marcador do jogo com 25 pontos, em grande parte pela eficácia demonstrada da linha de lance-livre (12/14 – 86%), o mesmo já não se poderá dizer nos lançamentos de campo. Maia deu a volta na 2ª parteNum encontro marcado pelas fracas percentagens de lançamento, o Terceira Basket apresentou-se na Maia para defrontar os campeões da fase regular sem receios e cheio de vontade em discutir a eliminatória. Nos primeiros 10 minutos os açorianos surpreenderam os maiatos (21-14), resistindo depois à natural reação da equipa da casa. O intervalo chegava com os terceirenses no comando do marcador por quatro pontos de diferença (34-30). No recomeço da etapa complementar, os comandados de Rui Silva aumentaram a sua intensidade defensiva, os insulares sentiram maiores dificuldades para fazer pontos, e com parcial de 15-6, o Maia Basket dava a volta ao resultado (45-40). O 3º período marcaria em definitvo o jogo, já que até final, a equipa da casa geriu sempre o facto de estar na frente no marcador.Nuno Marçal (11 pontos e 11 ressaltos), sem ter estado exuberante, fez um bom jogo, o mesmo se poderá dizer de Pedro Tavares, melhor marcador dos maiatos com 15 pontos, a que somou 5 ressaltos, 5 roubos de bola e 3 assistências.Num jogo de baixa pontuação, os terceirenses pagam caro pelo facto de terem sido totalmente dominados na luta das tabelas (26/44), permitiram 19 ressaltos ofensivos, quase tantos como os conquistados (23). O atleta Frederico Tavares (15 pontos e 6 ressaltos) foi o mais concretizador, seguido de perto por Thiago Tomassi que apontou menos um (14).
A caminho das “meias”
Isto porque Algés, Quinta dos Lombos e AD Vagos somaram este sábado a sua segunda vitória numa série disputada à melhor de três jogos. Se Algés e Qta dos Lombos decidiram a ronda em casa, ao vencerem CD Torres Novas (86-44) e Boa Viagem (54-48) respetivamente, já a AD Vagos fechou a ronda no Barreiro, repetindo a vitória do passado fim-de-semana diante o GDESSA (65-53). Apesar de ter terminado em 6º lugar, as vaguenses continuam em competição, confirmando a tendência de vencer sempre o GDESSA, em jogos competitivos e com resultados equilibrados.
Académica fica com 3º lugar
A vitória frente ao Lusitânia (88-70) valeu a 5ª posição ao V. Guimarães, já o Sampaense foi surpreendido, em casa, pelo Basquete de Barcelos (73-62), o que não impediu que ficasse em 6º, um lugar acima dos barcelenses. A equipa açoriana fecha o grupo das formações que vão participar no playoff, enquanto que no duelo pela fuga ao último lugar da tabela classificativa, levou a melhor o Algés, que foi vencer à margem sul, o Galitos/Barreiro, por 71-63.
Os estudantes, para manterem o 3º lugar, e não dependerem de terceiros, estavam obrigados a vencer em Torres Vedras. Uma vitória que viria a acontecer mas que só seria confirmada no último período. Depois de um ligeiro avanço conquistado pelos estudantes até ao intervalo (30-26), os comandados de Ivan Kostourkov deram uma excelente resposta no recomeço da etapa complementar. Ao cabo de 10 minutos a formação da casa já tinha dado a volta ao marcador, e dispunha de uma vantagem de cinco pontos (46-41) para gerir até final. No derradeiro quarto, a equipa de Coimbra inverteu o parcial (20-11) e acabou por somar a sua 15ª vitória da época.Mais uma excelente exibição de Arnett Hallman (19 pontos, 16 ressaltos e 4 assistências), dominador na luta das tabelas, mas a revelar que continua a evoluir em outros aspetos do jogo. Nomeadamente no tiro de longa distância (4/10) e na sua capacidade de encontrar um companheiro livre para atirar ao cesto. O internacional João Santos (18 pontos e 9 ressaltos) foi o elemento em maior destaque na equipa da Física.Benfica fez a diferença no 4º períodoA Ovarense partia para este jogo ainda com a ambição de poder chegar um lugar mais acima na tabela classificativa, e deixou isso bem claro no primeiro período, uma vez que liderava o marcador por 20-15. Até ao intervalo, os encarnados melhoraram a sua prestação defensiva, bem como aumentaram a sua eficácia ofensiva. Que em conjunto, permitia aos campeões nacionais saírem para tempo de intervalo no comando do marcador (37-32). O descanso fez bem à equipa orientada pelo técnico Carlos Pinto, que regressou ao jogo disposta a não entregar o jogo. De tal forma que à entrada do decisivo período os vareiros mantinham-se na discussão do resultado, visto que perdiam por apenas dois pontos (49-51). Mas no arranque do 4º período o jogo exterior do Benfica começou a fazer a diferença. Os pontos e os triplos de Diogo Carreira (13 pontos, 4 assistências e 2 ressaltos) e Lace Dunn (20 pontos e 4 ressaltos) deram o mote para um quarto em que a superioridade benfiquista foi evidente, bem patente nos 27 pontos conseguidos pelos pupilos de Carlos Lisboa.O poste Cláudio Fonseca (20 pontos, 9 ressaltos e 4 desarmes de lançamento) esteve extremamente eficaz no ataque, bem como teve um papel defensivo importante, a ressaltar e a intimidar os adversários. João Betinho Gomes contabilizou mais um magnifico duplo-duplo (18 pontos e 17 ressaltos) para a sua estatística individual.Miguel Miranda (14 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola) fez um jogo muito completo, embora o espanhol Sergi Brunet tenha sido o melhor marcador dos vareiros com 14 pontos.Vitória tranquiloO Lusitânia SC viajou até Guimarães com a esperança de poder chegar ao 7º lugar, uma pretensão assumida pelo grupo de trabalho para esta última jornada da fase regular. Mas cedo se percebeu que os vitorianos não estavam na disposição de facilitar, até porque vinham de uma derrota na última jornada. Se no final do 1º período a vantagem já era de dez pontos (25-15), no final do primeiro tempo a diferença que separava as duas equipas já tinha ultrapassado as duas dezenas (54-29), estando o jogo praticamente decidido. Triunfo tranquilo dos vimaranenses (88-70), que na etapa complementar limitaram-se a gerir a vantagem, permitindo inclusive uma aproximação dos açorianos na parte final do encontro.Mais uma fantástica prestação de Ivan Almeida (23 pontos, 11 ressaltos, 4 assistências, 3 roubos de bola e 3 desarmes de lançamento), em que os números demonstram a sua utilidade em vários aspetos do jogo. O norte-maericano Charles Jr destacou-se na arte de bem passar a bola ao registar 12 assistências, a que juntou 13 pontos.O norte-americano John Huggins (22 pontos) foi o mais certeiro dos açorianos, com Marcel Monplaisir a registar mais um duplo-duplo (12 pontos e 10 ressaltos).
CAB e Olivais na “negra”
Não foi o que aconteceu, pois a formação insular bateu o Olivais de Coimbra (73-61), o que faz com que seja necessário um terceiro e decisivo jogo para decidir quem seguirá em frente na competição. As duas equipas voltam a encontrar-se este domingo, às 15h30, para disputar a “negra” da série.
Inspirada por um grande espírito de agressividade e de entrega, a equipa da casa começou melhor o jogo, impondo um bom ritmo à partida, que surpreendeu a formação visitante. No final do primeiro período, o resultado era de 20-12, fruto do trabalho defensivo, que proporcionava bons contra ataques e mais posses de bola à formação da casa.No segundo período, que foi ganho pelo Olivais, a equipa de Coimbra equilibrou a partida. Tirando partido da vantagem de estatura das suas atletas postes, o Olivais ganhou a luta nas tabelas e tirou partido da vantagem que tinha nas áreas próximas do cesto. O intervalo chegou com um equilibrado 32-28, favorável ao CAB, um resultado que deixava tudo em aberto para o 2º tempo.O regresso dos balneários não foi o mais conseguido pela parte do grupo de Paulo Freitas, que entrou mal no terceiro período, sofrendo um parcial de 6-0, logo a abrir o período. No entanto, as atletas madeirenses souberam reagir, recuperaram a sua postura agressiva e, fazendo valer a sua inteligência organizativa e o colectivo, voltaram a dar a volta a partida, contrariaram as armas interiores da equipa de Coimbra e venceram o período por 22-20. O terceiro tempo acabou com o resultado de 54-48, a favor do CAB.No derradeiro período, o CAB denotou muita confiança, dando poucas hipóteses ao adversário. A equipa de Coimbra foi uma formação que causou imensos problemas e que trabalhou com grande mérito. Sem dúvida, o terceiro jogo, será mais uma batalha, em que vencerá quem estiver mais concentrado, cometer menos erros e revele empenho total em cada posse de bola durante todo o jogo.A norte-americana Carmen Reynolds (5 ressaltos e 3 roubos de bola) foi a melhor marcadora do jogo com 31 pontos, embora a sua compatriota Jheri Booker (24 pontos, 12 ressaltos) tenha sido a atleta mais valorizada das madeirenses. Maria Correia ficou muito perto de um duplo-duplo (10 pontos, 8 assistências).A MVP da partida, com 33.5 de valorização, acabou por ser a norte-americana do Olivais, Eshe Dalila (21 pontos, 16 ressaltos e 2 assistências), num encontro em que Josephine Filipe (10 pontos, 10 ressaltos, seis deles ofensivos) esteve em bom plano.
Oliveirense na frente
A jogar em casa, a equipa de Oliveira de Azeméis colocou-se em vantagem na eliminatória ao vencer o primeiro jogo da série à melhor de cinco, por 78-74. Um triunfo suado, já que na segunda parte, os açorianos foram bem mais competitivos, acabando por criar imensos problemas à equipa orientada por Sérgio Salvador. Novamente em Oliveira de Azeméis, as duas equipas voltam a encontrar-se, pelas 18 horas, naquele que será o segundo jogo da série.
Depois de uma primeira parte em que a equipa da casa confirmou o seu favoritismo já que ao intervalo vencia por dez pontos de diferença (49-39), o recomeço da etapa complementar veio contrariar a ideia de que jogo se iria tornar fácil, para os segundos classificados da fase regular.No final do 3º período, a formação da ilha Terceira já tinha reduzido para quatro pontos a diferença que separava as duas equipas (59-63), um resultado que deixava tudo em aberto para o último quarto do encontro.Os últimos 10 minutos foram de total equilíbrio, com um empate a 15 pontos, e um parcial que serviu melhor os interesses da Oliveirense, que assim se colocou na frente da eliminatória.Nuno Cortez (21 pontos e 9 ressaltos) ficou muito próximo do duplo-duplo, mas não foi único jogador a brilhar no conjunto da Oliveirense. O base João Reveles esteve igualmente em bom plano, tendo terminado o encontro com 19 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências.Na equipa açoriana, João Gaspar (14 pontos, 10 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) foi o mais valorizado, embora tenha sido Álvaro Pontes (5 roubos de bola e 3 desarmes de lançamento), o melhor marcador da equipa com 18 pontos.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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