Artigos da Federaçãooo

Lobos da Malveira

O convívio destinou-se ao escalão de Sub-10 e os clubes participantes foram:
– CHA Malveira
– APAIS Mafra
– Carnide Clube
– Física T.V.
– Odivelas Basket
– Algés

Com este convívio, que pretendemos que seja o primeiro de muitos a realizar anualmente, quisemos homenagear o Sr. Carlos Silvério, por tudo o que fez pelo desporto na freguesia da Malveira e no concelho de Mafra, em particular na modalidade do Basquetebol.Foi pela sua “audácia” e visão que o basquetebol deu os primeiros passos no concelho no já longínquo ano de 1994, tendo contado com o auxílio praticamente desde o início do Sr. Almeida Santos, outra figura que nos merece todo o louvor pela dedicação e esforço na dinamização do basquetebol!O sucesso deste nosso primeiro convívio Carlos Silvério não teria sido possível sem a colaboração dos nossos atletas da formação, das sub-16 e sub-19 femininas e sub-16 e sub-18 masculinos, que formaram as equipas de arbitragem. Um agradecimento a todos os pais que estiveram presentes a apoiar os nossos atletas e que contribuíram para o bar dos Lobos com bolos, sumos, etc.Agradecemos igualmente aos treinadores, que formaram uma organização fantástica, bem como aos funcionários do pavilhão (Augusto Figueiredo e Carlos Pombo) pela total disponibilidade.Por fim, um muito obrigado aos Lobinhos! É uma enorme alegria trabalhar com estes craques!Os objetivos do basquetebol no Hiperactivo da Malveira continuam a ser sustentados na construção e dinamização de um projeto sólido, tendo como base a sustentação em objetivos realistas e sérios e cumprindo escrupulosamente os compromissos assumidos, levando o mais longe possível o nome do clube e da Malveira, formando os atletas, quer como desportistas, quer como homens e mulheres.


Números confirmam opiniões

Ao fim de 46 sessões de treino, realizadas de norte a sul do país, a opinião dos diferentes intervenientes envolvidos parece convergir para uma palavra: sucesso!
Os números que quantificam a atividade realizada até ao momento impressionam pela grandeza. 322 atletas tiveram a oportunidade de treinar e de se mostrar aos diferentes selecionadores nacionais da formação, 146 do setor feminino e 176 do setor masculino. Estes atletas representaram 98 clubes de 12 associações distritais: Alentejo, Algarve, Aveiro, Braga,
Coimbra, Lisboa, Madeira, Porto, S. Miguel (Açores), Santarém, Setúbal e Viana do Castelo. (mais nos detalhes da notícia)

O vídeo em baixo é o testemunho de José Gomes, DTR de Braga, Associação que foi a que mais solicitou e acolheu as SRTT’s (10 no total).


Pensar o Basquetebol: Um “Alley oop” para encestar a evolução da modalidade

Como nesta modalidade o empate fica fora de jogo, a partida seguiu para “prolongamento”. Em modo “brain-storming”, o jogo coletivo permitiu a conversão de pontos importantes para o crescimento do Basquete, em Viana. Como mandam as regras, a partida teve direito ao seu espaço de aquecimento.

Os primeiros cestos pertencerem a Manuel Antunes, presidente da ABVC, sublinhando “o timing certo da conferência” para debater “soluções para colocar um ponto final no abandono sistemático da prática desportiva”, sobretudo nas áreas rurais.A bola foi parar às mãos de Paulo Torres, presidente da Associação de Estudantes da ESTG, que ressalvou a “importância do desporto na massa académica”. Por fim, o vereador do pelouro do Desporto da autarquia da Princesa do Lima, Vítor Lemos tomou a palavra, destacando a necessidade de “sinergia de esforços entre clubes, câmara e escolas para evitar que a formação seja o parente pobre” da modalidade. De apito em riste, na falta de um árbitro, o moderador José Domingos Ribeiro mandou os “jogadores” trocar o equipamento para se dar início ao jogo.A bola ao ar foi ganha por César Castro, Diretor Técnico da ABVC, que tomou a liderança da mesma. Sob a sua égide, o primeiro quarto versou sobre o balanço dos 30 anos de atividade da ABVC que pretende alargar o Basquete a todo o distrito. César Castro destacou a influência do Mini Basket, onde Viana “é líder nacional”. Relembrou a carência de captar mais jovens, em tenra idade, e necessidade de driblar as dificuldades para “fazer chegar o Basquete às escolas primárias”.O segundo período do jogo marcou um ponto de viragem. Tendo Paulo Torre, dirigente do Clube Basquete de Viana (CBV), como orador, os seguintes “dez minutos” de jogo ficaram marcados pela reflexão sobre “a crise do dirigismo em Viana”. Na retina dos espetadores ficou a jogada em que Paulo Torre enfatiza que “sem dirigentes não há clubes” e que esse rejuvenescimento da classe poderia trazer “novas ideias para combater as dificuldades pelas quais os clubes atravessam”.José Domingos Ribeiro fintou todos os presentes, impedindo que o jogo tivesse o intervalo a que tem direito. Dessa forma, o terceiro período foi dominado pelo “otimismo” do professor Jorge Resende. Com mais de 40 anos ligados à modalidade, o técnico dos sub18 e seniores do CBV deixou no ar indicações para corrigir o “cenário tático” da modalidade, em Viana. “Queimar etapas da formação”, a “falta de um modelo de jogo único que permita a transição dos jogadores, entre os diversos escalões” ou “ a falta de espaços para o treino informal” foram algumas das instruções que o “mister” deixou no ar.Num jogo em constante evolução, Jorge Resende enfatizou a necessidade da aposta na formação dos treinadores, arguindo que “quem deixar de aprender, terá de deixar de ensinar”. A sua exposição não terminou sem um “afundanço”, onde demonstrou que é possível às equipas da Princesa do Lima competirem com os grandes nomes do Basquete nacional, face aos recentes resultados conquistados, que já merece o respeito dos adversários.E, porque a magia do jogo é pulverizada pelos jogadores, o último quarto do jogo pertenceu, em exclusivo, a Marta Barros. A jogadora que chegou à seleção nacional deu o seu testemunho pessoal, ressalvando “a importância do Mini Basquete”, onde deus os primeiros passos, e a dificuldade extrema em captar mais raparigas para a modalidade.O empate que se verificou no marcador, no final da oratória, levou a reflexão para o tempo extra, onde em tom informal, o jogo prosseguiu. Debateram-se novas formas de divulgação, a importância do perfil do treinador – sobretudo nos Minis, assim como o quadro competitivo do escalão –, a falta de espaços para a prática da modalidade (ao ar livre) ou a transpiração dos resultados para os órgãos de comunicação social, na certeza de que o grande vencedor acabou por ser o… Basquetebol!


Street Basket – Alentejo

Este evento vai-se realizar em Évora das 17:00 às 20:00.

O Street Basket vai decorreu naa Arena de Évora com os seguintes escalões:- Masculinos e Femininos até aos 16 anos;- Masculinos e Femininos com mais de 17 anos.Organização: AB AlentejoApoio: Câmara Municipal de Évora


Minibásquete do Sampaense Basket Clube

Neste torneio vão participar os escalões Mini 8, MIni 10 e Mini 12 com os seguintes Clubes: Mini 8 – Sporting Figueirense e União de BuarcosMini 10 – União de Buarcos e Ginásio FigueirenseMini 12 – Olivais Coimbra e Ginásio Figueirense


Formação Itinerante – 6ª Ação

São preletores os treinadores Aniceto do Carmo (Construção do Contra-Ataque) e Orlando Simões (Relação entre o Jogo Exterior e Interior).


“Abordar o jogo de forma séria”

Em declarações à Benfica TV, Carlos Andrade anteviu um encontro complicado, até porque a temporada dos vareiros tem sido extremamente positiva. Encarar o jogo para ganhar, é a forma apontada pelo internacional português para os encarnados terminarem da melhor forma esta fase. O encontro está marcado para as 17 horas, no pavilhão Arena Dolce Vita

Embora os atuais campeões nacionais já tenham garantido o 1º lugar desta fase, existe sempre o prestigio, o profissionalismo e a verdade desportiva a defender neste tipo de situações. A Ovarense ainda poderá aspirar a subir um lugar na classificação, depende do resultado da Académica em Torres Vedras, mas terá que vencer sempre os encarnados. “Vai ser um jogo difícil, porque a Ovarense tem-se mostrado consistente. Vamos a Ovar com o objetivo de vencer”, começou por dizer.O extremo encarnado analisou o adversário, reconhecendo-lhe uma característica que tem sido a imagem de marca da formação vareira desde há muito tempo a esta parte “O coletivo é o ponto mais forte da Ovarense e este ano tem estado a mostrar isso. Estão a fazer uma época positiva.”E para sairr de Ovar com uma vitória, Carlos Andrade tem a receita. “Vamos abordar o jogo de forma séria, como fazemos sempre”, concluiu.


«Entreajuda e sacrifício»

A jogadora da formação da margem Sul do Tejo elogia as adversárias mas acredita nas potencialidades do grupo, bem como na capacidade para passar à fase seguinte.

O equilíbrio tem sido a nota dominante nos confrontos com o Vagos ao longo desta temporada. O que tem faltado para conseguirem sair vitoriosos?Ao longo desta temporada tivemos vários jogos muito disputados com o Vagos, em que qualquer uma das equipas poderia ter saído vencedora. Existem pequenos momentos de desconcentração que podem ter feito a diferença mas que, no entanto, serviram para aprendermos e crescermos enquanto equipa e como jogadoras. Este processo de aprendizagem preparou-nos para o momento decisivo da época, ou seja agora.As curtas diferenças por que perdem, causam-vos algum tipo de frustração ou bloqueio mental?O facto de existir um grande equilíbrio em todos os jogos disputados só demonstra que temos a capacidade para as vencer. Não nos causa nenhum tipo de frustração ou bloqueio mental, muito pelo contrário, dá-nos ainda mais motivação e a ambição de querermos seguir em frente na competição.Ainda não estão convencidas que a AD Vagos vos é superior?Claro que não! Este ano na Liga verificámos um grande equilíbrio entre as seis primeiras equipas, e este fim-de-semana qualquer uma pode vencer, sendo que temos a convicção e a certeza que vamos fazer tudo para sermos nós as vencedoras.Na sua opinião, quais têm sido os principais problemas causados pela equipa de Vagos? A capacidade de ressalto ofensivo do Vagos, que lhes permite ter várias oportunidades de lançamento, é um dos aspetos fundamentais que temos que contrariar para as vencer. Estou convicta que com a nossa capacidade de entreajuda e sacrifício vamos ser capazes de contrariar quaisquer argumentos que a equipa de Vagos apresente.


CAB vence Galitos

A vitória dos madeirenses começou a ganhar forma no quarto inicial, uma superioridade confirmada no recomeço da etapa complementar. Desta vez, os comandados de João Freiras garantiram, em definitivo, o segundo lugar na Liga Portuguesa de Basquetebol.

O resultado obtido pelo grupo orientado por João Freitas denota mérito do CAB, pois o Galitos foi uma equipa muito digna e que se bateu do início ao fim do encontro. A equipa da margem sul nunca deu o jogo por perdido, mesmo quando o marcador assumiu números mais dilatados. Os jogadores do CAB, respeitando sempre o adversário, entregaram-se ao jogo e não desarmaram na intensidade com que abordaram a partida.A prestação da formação madeirense teve por base uma boa atitude defensiva, que forçou várias perdas de bola sem lançamento no adversário e permitiu ao CAB manter o seu domínio na partida. A boa defesa catalizou a parte ofensiva, onde os Amigos souberam fazer uso dos maiores argumentos que têm e das soluções atacantes do grupo de trabalho. A evolução do marcador foi a seguinte: 7 – 21 (1P), 31 – 42 (2P), 39 – 61 (3P) e 66 – 79 (final).


Arranca o playoff da Proliga

Sistema competitivo que permitirá encontrar o campeão da prova, bem como o clube que acompanhará o Maia Basket na subida ao escalão principal da competição. Sete equipas que vão lutar pela vaga de acesso à Liga principal, a que se junta o Maia Basket, garantiu a subida automática como vencedor da fase regular, na disputa do título.

Os maiatos partem para esta fase da temporada sem a pressão de terem que garantir um lugar que lhes permita estar entre as melhores equipas do basquetebol nacional. O seu esforço durante a fase regular foi recompensado pelo 1º lugar, um feito que os coloca diretamente na LPB. Naturalmente que a formação da Maia quererá juntar o título de campeão da Proliga, para fechar com chave de ouro um ano que ficará para sempre na história do clube da Maia.Depois de ter estado durante muito tempo no comando da prova, a Oliveirense deixou-se ultrapassar na reta final da competição. Isso não invalida que não tenham realizado uma fase regular de grande nível. Só por três vezes foram batidos, sendo que a equipa da Maia foi a única que se mostrou sempre mais forte, uma vez que venceu os dois confrontos diretos. Uma derrota fora de portas frente ao Illiabum comprometeu a subida da formação de Oliveira de Azeméis. Apenas perdeu um jogo em casa, o que demonstra bem do seu poderio quando a jogar perante o seu público. Nos confrontos que realizou com o AngraBasket mostrou sempre ser superior, pelo que terá que lhe ser atribuído maior favoritismo para passar às meias-finais.Quem também esteve em excelente plano durante a primeira fase da prova, foi a equipa de Ponte de Sor. Os alentejanos apenas somaram mais um derrota que os vencedores da fase regular (4), um sinal que esta temporada estão fortes e competitivos. Os últimos quatro encontros da fase regular, traduziram-se em outras tantas vitórias caseiras, um bom prenúncio para os dois jogos que agora vai disputar, em Ponte de Sor, frente ao Sangalhos. Das 4 derrotas que sofreu apenas uma não foi averbada diante adversários melhor posicionados, com a curiosidade que a excepção a esse registo, foi precisamente num confronto com o seu adversário nesta 1ª ronda.A formação de Ílhavo está a atravessar um bom momento como comprovam as seis vitórias consecutivas, sendo que as três últimas foram em casa, que averbou nesta reta final da fase regular. Se a isto juntarmos a experiência de ter participado na Final a 8 da Taça de Portugal, os ilhavenses, em teoria, estarão bem preparados para disputar esta fase a eliminar. Numa ronda decidida à melhor de 5 jogos, o desgaste, problemas físicos, as faltas durante os jogos, poderão vir a ser decisivos, principalmente quando a equipa está rotinada a jogar com 8 jogadores. Durante a fase regular, cada uma das equipas venceu o jogo fora, pelo que esta eliminatória com o Guifões tem tudo para ser emocionante e atrativa.Num esforço final, o Guifões garantiu o 5º lugar na tabela classificativa, e o direito, para, no papel, disputar o playoff mais equilibrado de todos. A formação de Guifões poderá tirar partido, até pela forma de disputa desta fase, da grande rotação de jogadores que habitualmente faz durante os jogos, bem como do facto do grupo de trabalho chegar a este momento decisivo saudável, com todos os jogadores disponíveis. O reforço Rui Mota será importante neste período, não só pela qualidade que acrescenta, como também pela experiência e liderança que transmite aos mais inexperientes.Duas derrotas em casa nas últimas jornadas ditaram que o Sangalhos caísse para o 6º lugar, pelo que terá agora pela frente a equipa do Eléctrico FC. No último confronto entre as duas equipas, a equipa da Bairrada apenas cedeu no último quarto, o que demonstra bem que pode competir com os alentejanos. É sabido que a jogar perante o seu público os comandados de Francisco Gradeço são extremamente complicados, o grupo tem jogadores com uma larga experiência de jogar com a pressão deste momento, pelo que uma vitória em Ponte de Sor poderá ser a chave do sucesso.O AngraBasket, 7º classificado, não terminou da melhor forma a fase regular, já que nos seis últimos jogos que disputou, todos no continente, somou cinco derrotas consecutivas. Mas também nas derrotas se tiram ilações positivas, quanto mais não seja estão melhor preparados do que nunca para iniciar um playoff a começar em casa do adversário. No último embate com a Oliveirense, a equipa insular pagou caro a fatura de ter iniciado o jogo de uma forma pouco concentrada. Manter-se na discussão do resultado será provavelmente a melhor forma dos açorianos tentarem surpreender o maior favoritismo da Oliveirense para esta eliminatória.O Terceira Basket volta a qualificar-se para os playoffs tornando-se na segunda equipa da ilha Terceira a participar nesta segunda etapa da competição. A equipa insular foi recebendo reforços no decorrer da temporada, pelo que será natural, com mais tempo para se integrarem, as rotinas da equipa e o seu rendimento desportivo esteja em patamares mais elevados. No embate que se realizou na ilha Terceira entre os açorianos e os campeões da fase regular o equilíbrio foi enorme, tendo mesmo dominado por completo a primeira parte. Mas isso já faz parte do passado, o que não invalida que, o melhor registo dos terceirenses a jogar fora de casa (4 vitórias), possa ajudar numa eliminatória, em que será curioso perceber se a subida de divisão fez com que os maiatos não estejam tão focados.


Circuito Regional Sub 12 ABViseu

Essas equipas foram divididas em duas series de 4, de acordo com a proximidade geográfica.

Série 1 – ASSCaparrosa, Acert, CBSTCDão e Basket Clube de CanasSérie 2 – ASSCRGumirães Masc, ASSCRGumirães Fem, Clube Bola Basket e Balsa NovaA competição, nesta fase, permitia a todas as equipas organizarem uma jornada concentrada, onde as 3 equipas participantes realizavam dois jogos.Após a realização desta 1ª fase, onde se disputaram 24 jogos, apurou-se uma classificação final em cada série.A 2 ª fase , será jogada no mesmo sistema, onde na 1ª Divisão ficam os 2 primeiros classificados de cada série e na 2 ª Divisão os 3ºs e 4ºs classificados.Esperamos que nesta fase continuem a existir bons jogos de Basquetebol e um bom ambiente nas bancadas dos nossos pavilhões.


«Acreditei sempre»

Agora, nas vésperas de dar início ao playoff, o treinador e os seus jogador só pensam num objetivo: “Com tanta conquista histórica durante esta época, queremos ficar também na história desta competição, vencendo o campeonato da Proliga”, afiança o técnico.

Quando construiu o plantel sentiu que, no papel, tinha equipa para vencer a fase regular da Proliga?Sim, senti. Depois das contratações do Paulo Diamantino e Pedro Tavares, no período de Natal da época passada, e consequentes resultados, percebi que com mais dois ou três ajustes no plantel em posições específicas, e com determinadas características, poderíamos lutar por algo melhor. Em algum momento da época pareceu-lhe complicado chegar ao 1º lugar?Relembro que fomos vencedores da primeira volta do campeonato com apenas uma derrota por um ponto no último segundo, mas nos dois primeiros jogos da segunda volta tivemos duas derrota, e aí deixamos de depender só de nós. Acreditei sempre que conseguiríamos chegar ao fim em primeiro. Foi essa a minha mensagem em todos os nossos jogos até ao final. E felizmente conseguimos.Foi fácil para si trabalhar com o grupo que tinha à sua disposição?Foi e é fácil trabalhar com estes 13 jogadores que compõem o nosso plantel. A forma abnegada que trabalham todos os dias e muitos deles depois de um dia de trabalho ou de aulas. Não podia estar mais satisfeito, pois conseguimos treinar com seriedade, intensidade e alegria apesar, dos treinos serem às 22:30. Dando o exemplo do Nuno Marçal, Pedro Tavares, Paulo Diamantino e Ricardo, são jogadores que já conquistaram tantos títulos e a forma como treinam contagia o resto dos colegas. É um regalo para mim.A aposta que foi feita em jogadores com experiência de Liga revelou ser a mais acertada?Sim, do atual plantel só 6 jogadores é que não jogaram na Liga. A maturidade competitiva que estes jogadores trouxeram para a equipa, bem como a sua capacidade de se focarem e fazerem tudo para conseguir um objectivo foi determinante.O que gostaria de dizer aos seus jogadores neste momento de sucesso?O que lhes disse no final do jantar de sábado foi que no domingo iriam receber o plano semanal de treinos como habitualmente, pois o trabalho ainda não Terminou. Temos muitos objetivos para atingir. Com tanta conquista histórica durante esta época, queremos ficar também na história desta competição, vencendo o campeonato da Proliga.E como será o futuro do Maia Basket agora que conquistou o acesso direto à Liga Portuguesa de Basquetebol?Não será fácil. Já tivemos essa experiência na Final 8 da Taça de Portugal, mas será de certeza, uma equipa onde a opção passará por jogadores portugueses e com qualidade, não muito diferente daquilo que fomos esta época.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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