Artigos da Federaçãooo

«Vai ser um jogo intenso»

Pedro Cruz antevê um encontro difícil mas emotivo e nesta entrevista conta como é jogar no clube portuense.

Consegue explicar o que faz com que o Vasco da Gama seja um clube tão emblemático e popular no basquetebol nacional?O Vasco da Gama é um clube emblemático e popular por toda a sua vivência. É um clube que embora só tenha tido pavilhão em 2004 (e só este ano tivemos um piso em condições para a prática do basquetebol), nunca deixou de lutar de igual para igual com os outros e por bastantes vezes conseguiu ganhar títulos (quer nacionais, quer distritais), mesmo tendo esse handicap. É um clube que vive como uma família e isso une todos os seus constituintes desde jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos. É muito comum ouvir-se dizer a expressão: “é um jogador à Vasco da Gama”. Que tipo de jogador estamos a falar?Estamos a falar de um jogador que acima de tudo não desiste e em campo dá tudo que tem pela equipa. A maior parte das vezes, não tendo a estatura do adversário, essa atitude de entrega e luta compensa. Para além destas características, é um jogador que também tem bastante técnica individual.O clube tem habitualmente bons resultados nos escalões de formação. O que falta para ter uma equipa sénior nos principais escalões?Nós tínhamos uma equipa na Proliga, mas devido a problemas financeiros, fomos forçados a abandonar e a começar de baixo de novo. Agora, com o tempo e com a chegada a sénior de jovens jogadores esperemos que consigamos ter uma equipa de volta à Proliga nos próximos anos.A equipa é formada essencialmente por jogadores “criados” no clube?Sim, neste momento a equipa é essencialmente composta por jogadores que passaram nos escalões de formação do clube.Este jogo da Taça está a ser encarado com grande entusiasmo e optimismo?Sim, este encontro para a Taça de Portugal está a ser vivido com grande entusiasmo visto que, uma boa prestação na Taça como a que estamos a ter este ano, já não ocorria há algum tempo. Temos vontade de conseguir uma prestação ainda melhor e é para isso que trabalhamos todos os dias.O FC Barreirense é um adversário complicado? E quais os cuidados a ter com esta equipa de forma a que possam seguir em frente na prova?Sim, o Barreirense é um adversário que certamente nos irá provocar bastantes dificuldades, para as quais teremos que nos preparar para as ultrapassar, de modo a conseguir sair vitorioso desta deslocação. O Barreirense, tal como nós, é um clube que tem uma formação muito boa e reconhecida, e como tal, tem na sua equipa bons valores. Espero um jogo intenso, de grande entrega parte a parte, e que seja um grande espetáculo de basquetebol.


«Em teoria assumimos algum favoritismo»

Mas a formação da Tapadinha tem no seu plantel jogadores com muita experiência o que, segundo Jorge Afonso, pode colocar o favoritismo da eliminatória do lado dos lisboetas. Tudo no plano teórico, claro está. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.

O facto de o clube, apesar de ter conquistado esse direito desportivo, não se ter inscrito no campeonato da Proliga causou alguma tristeza ou desgosto nos atletas?Sem dúvida que a não participação no campeonato da Proliga acabou por ser dececionante, pois sentimos que grande parte do trabalho efetuado na época passada não teve o reconhecimento merecido. No entanto, foi uma decisão tomada pela direção do clube e neste momento já faz parte do passado. Resta ao novo grupo de trabalho treinar e jogar nos limites para tentarmos novamente atingir esse objetivo. Por que razão o clube atrai tantos jogadores, este ano o João Manuel e Miguel Barroca, que já jogaram ao mais alto nível?Penso que acaba por ser uma conjugação de diversos fatores. Desde a falta de projetos credíveis, à proximidade de jogar perto de casa numa equipa com qualidade e ambição e com jogadores com quem se tem um bom relacionamento, acabam por trazer ao clube jogadores com muita qualidade e experiência que acabam por optar em jogar em divisões inferiores.O clube ainda mantém a mística que o tornou num clube tão popular em Lisboa?É sempre especial jogar na Tapadinha e penso que todos os clubes com o historial do Atlético acabam por manter sua mística, ainda para mais temos no nosso plantel jogadores que fizeram grande parte do seu percurso desportivo no Atlético, no entanto, estamos a viver tempos diferentes e compete à nossa equipa oferecer bons espetáculos por forma a trazer mais sócios e simpatizantes da modalidade ao nosso pavilhão.A equipa este ano tem novamente aspirações a lutar pela subida?Como já referi anteriormente temos como objetivo voltar a lutar pela subida à Proliga, bem como, conseguir uma boa participação na Taça de Portugal. No entanto, sabemos que vai ser um percurso muito complicado que vai exigir de todos os elementos da equipa muita dedicação, trabalho e espírito de sacrifício.Consideram-se favoritos para o jogo da Taça frente ao CD Póvoa? É uma competição mais desafiante, tendo em conta o passado desportivo da grande maioria dos jogadores que compõem o plantel?Com a experiência da maior parte dos atletas do plantel, penso que podemos assumir um certo favoritismo em termos teóricos. No entanto, as equipas da Póvoa, são normalmente muito lutadoras, com bons fundamentos e como jogam em casa vão nos causar muitas dificuldades. Esta competição acaba sem dúvida por ser muito desafiante pois poderá nos permitir jogar com equipas de divisões superiores, dando-nos uma oportunidade de mostrarmos o nosso valor.


Vem praticar basquetebol

Esta iniciativa da popular colectividade viseense, pretendia dar a conhecer o trabalho realizado , e permitir às crianças que experimentar a ter um primeiro contacto com a modalidade.

Assim no piso 0 do Palácio do Gelo, foram montados três pequenos campos de minibasquete, para receber os praticantes, sendo o período da manha destinado aos mais pequenos com idades entre os 3 e ou 7 anos, para da parte da tarde acolherem os jovens dos 8 aos 12 anos.Para esta actividade estiveram presentes quatro treinadores que orientaram esta ação de divulgação, no final do dia o Coordenador Desportivo, Marcos Mauricio, encontrava-se satisfeito pela adesão e interesse demonstrado pelos participantes.


«Amor à Académica faz-me continuar»

Fernando Sousa é um dos símbolos do basquetebol da Académica que foi vice-campeão nacional na temporada transata. Numa longa entrevista ao jornal Diário de Coimbra, o internacional português recapitula os momentos mais marcantes da sua carreira de basquetebolista.

Há quanto tempo dura esta ligação ao basquetebol da Académica? É uma ligação que acontece desde 1988, ou seja está a fazer 25 anos. É uma ligação que tem sido longa, com altos e baixos, e estará perto do fim. Mas principalmente para mim tem sido uma ligação muito boa, porque fez-me crescer em muitos aspectos. Estar 25 anos no mesmo clube não é assim tão comum… Há mais casos, mas, de facto, não é comum. Houve muitos fatores que contribuíram para isso. Primeiro o amor ao clube que é um dos motivos que me faz continuar aqui, pois identifico-me com o clube. Depois durante a formação fui um atleta que não sobressaiu muito, pelo que nunca tive grandes aliciantes para sair. Tive convites mais tarde, mas, se calhar, já não tão oportunos. E depois julgo que o facto de estar na cidade, manter-me junto da família e dos meus amigos terá sido ainda outra razão para que esta ligação perdure. O seu salto qualitativo acabou por ser enquanto sénior?Sim, acabou por ser nos seniores e mais após os 22, 23 anos. Foi um salto em paralelo com aquele que a Académica deu nos últimos anos. Quando cheguei aos seniores a Académica estava na 3.ª Divisão e ao fim de três anos subiu para a Proliga e depois passados três, quatro anos ascendemos à Liga Profissional. Acabei por acompanhar a evolução da Académica. O gosto pelo basquetebol é imenso ou também houve paixões por outras modalidades? Gosto muito de desporto. Gosto de futebol, de ténis e da grande maioria das modalidades. Agora, sem dúvida que o basquetebol é uma paixão. Começou com um convite de um amigo aos 7 anos. Experimentei e o entusiasmo foi crescendo, também por culpa das amizades que fui fazendo que me permitiram sentir sempre bem e desejar continuar na modalidade. A grande mais-valia que uma pessoa leva de praticar um desporto é a quantidade de amizades que fomenta. Já se abriram portas para mudar de clube?Já se abriram as portas a nível nacional para mudar de equipa, mas no estrangeiro nunca se abriu, mas também nunca procurei. Isso também é um reflexo do basquetebol e da maioria das modalidades, excetuando o futebol. São poucos os jogadores em Portugal que conseguem sobreviver do basquetebol de uma forma sustentada. E nesta altura já não se vê a abraçar o profissionalismo? É completamente impossível. Acima de tudo, por causa da minha vida profissional (enfermeiro no IPO de Coimbra) que está relativamente estabilizada. Gosto do que faço e, além disso, a minha entidade patronal sempre me permitiu manter esta ligação ao basquetebol ao longo dos anos. Nunca poderei abdicar disso pelo sonho do profissionalismo que, nesta altura, é irreal. No local de trabalho brincam consigo por causa dos resultados?Trabalho num local onde seguem bastante a Académica. Depois de uma derrota ou de uma vitória é natural que ouça comentários. É bom saber que as pessoas nos seguem e têm preocupação com a atividade desportiva que praticamos. Foi difícil terminar a licenciatura enquanto jogador de basquetebol?Acabar o meu primeiro curso de Enfermagem não foi muito difícil, pois comecei a tirá-lo com idade ainda de júnior e quando cheguei aos seniores a exigência ainda não era tão grande. O curso de Gestão já foi mais complicado, pois tive de conciliar com a minha atividade profissional e também cheguei, nessa altura, a ser presidente da Secção de Basquetebol da Académica. Mas também consegui. Será, por certo, um exemplo para os colegas de equipa.O que tento transmitir é que as pessoas devem fazer o melhor que podem e não desistir de projetos por pequenas dificuldades. Passei por dificuldades durante estes anos e se um dia corre menos bem, no outro temos de fazer para que corra melhor. As coisas podem ser conciliadas. Não precisamos de abdicar de uma coisa para ter a outra. Olhando para trás, sente-se orgulhoso da carreira desportiva que construiu? Sinto-me orgulhoso e não me arrependo de decisões que tomei. O basquetebol deu-me muito e ainda vai dar. Depois de deixar de jogar vê- -se como treinador?Para já não. Não digo que no futuro não possa vir a ser treinador, dependerá sempre da minha vida pessoal e profissional, até porque é normal que as pessoas que estão no desporto devam transmitir os conhecimentos aos mais novos. Mas, neste momento, com o desgaste que tenho tido nos últimos anos é bom parar. Participar no Europeu de basquetebol não é para todos e ainda por cima Portugal vai poucas vezes. Foi um momento fantástico. É uma oportunidade de contactar com os melhores da modalidade e estar num ambiente em que o basquetebol é vivido de uma outra forma. Vi-o como reconhecimento, embora saiba que tive um pouco de sorte em ter lá chegado. Quer pelo facto da minha entidade patronal ter permitido que participasse até porque não era obrigatório, uma vez que sou profissional de enfermagem e não tinha de ter essa disponibilidade, mas também pela questão desportiva. Fiz boas épocas, houve uma lesão ou outra, e acabei por ser escolhido. A convocatória para mim foi um reconhecimento da carreira que tive. Qual foi o melhor cesto nestes 25 anos de basquetebol? O melhor foi na meia-final contra o Benfica há quatro épocas. Foi um cesto do meio-campo que, na altura, empatou o jogo no segundo prolongamento. Sensação? É indescritível, porque uma pessoa não tem a noção se a bola entrou ou não, mas esse é o cesto que ficou para sempre na minha memória. Ter ido à final do campeonato, mesmo não se sagrando campeão, terá sido o melhor momento da carreira? Por ser uma prova de regularidade, sem dúvida que foi o feito que exigiu mais consistência e teve um retorno maior face ao trabalho diário. Felizmente tive outros momentos bastante importantes, como a presença no Euro Basket 2011 pela seleção nacional portuguesa ou a subida à Liga. Agora, é verdade que ir à final do campeonato foi um momento muito alto. A equipa acabou por superar as expectativas?Julgo que sim. O ano passado jogámos sete desafios contra o Benfica e apenas ganhámos um que foi na final do campeonato. O Benfica era uma equipa com outros argumentos e com um poderio muito grande, mas fizemos uma grande época. De qualquer maneira, não deixou de ser para si uma temporada complicada, pois chegou a estar afastado por lesão. Sofri a primeira lesão grave da minha carreira. Fraturei o quinto metatarso e estive parado cerca de dois meses e meio. Mas apesar dessa lesão e de outros problemas que tivemos acabámos por provar que quando uma equipa funciona bem consegue-se ter resultados. Não foi o facto de estar ausente que veio fragilizar a equipa. Norberto Alves teve uma quota parte do sucesso? Sem dúvida. Foi o treinador que tive mais tempo enquanto sénior. Toda a gente conhece o trabalho do Norberto e sabe da grande qualidade que tem. Dependemos muito dele para o sucesso, como ele dependeu de nós. Foi uma relação perfeita. Com quase 32 anos o que lhe falta conquistar no basquetebol?Em termos desportivos, de prática como jogador, muito provavelmente esta será a minha última época. Recentemente fui pai (o Vicente nasceu há quatro meses) e há opções que se têm de tomar. É uma nova etapa da minha vida. Sempre estive no basquetebol com muito gosto, mas as pessoas têm de ter noção que para chegar a este nível eu e os meus colegas de equipa dispensámos muitas coisas nos últimos 10, 12 anos de sénior. A vida familiar e social acaba por ficar para trás…A vida familiar nem tanto, porque depois temos é de compensar. Não temos é tantas opções para articular com atividades de lazer. Mas, de facto, estou numa altura em que quero dedicar-me mais à vida familiar. Neste momento, saio de caso às 8 da manhã e regresso por volta das 21h30, 22h00. Não quero desperdiçar a oportunidade de ver o meu filho crescer. Está mentalmente preparado para o facto das pessoas ligadas à secção tentarem demovê-lo? Isso tem acontecido de ano para ano, mas tenho permanecido porque quero. Não estou a jogar contrariado. Mas já tenho essa situação definida para o próximo ano. Vai ser difícil largar o basquetebol Como é que o grupo encarou o impasse a nível diretivo? Não foi fácil, mas as coisas têm sido faladas. Os jogadores têm tentado cumprir com as suas obrigações, mas chega-se a um ponto em que por vezes a motivação não é a melhor. Mas, neste momento, há direção. É um primeiro passo? Sim e estamos a aguardar que sejam tomadas decisões. Os resultados não têm sido os melhores. A inexperiência do plantel – é composto na sua maioria por jogadores acabados de sair da formação – tem o seu peso? Julgo que terão de ser feitas algumas alterações, mas não me compete a mim falar sobre isso. Agora, quando cheguei aos seniores, com 18 anos, se me tivessem colocado num campeonato deste nível não teria feito nada e provavelmente não teria crescido o que cresci até hoje. Nem para eles, nem para nós a situação é positiva, porque julgo que não estão preparados, como não têm de estar, como eu não estaria. A formação é boa e dá resultados a crescer de forma sustentada, como eu cresci, como o Bruno Costa e o Pedro Rebelo cresceram, “queimando” etapas.


Entusiasmo e confiança

António Jorge Lé conduziu a sessão em bom ritmo, começando por chamar para breves intervenções o Administrador do Casino, Domingos Silva, a Directora da Formação, Susana Pires, e a Presidente da Direcção Ana Lúcia Rolo.Seguiu-se a apresentação das oito equipas, para as fotografias da praxe, tendo os jogadores seniores sido chamados individualmente.Todos regressaram ao palco para a foto de conjunto e o evento encerrou com o Hino do Clube e o vibrante “Vai d’ Arrinca!…” do Sócio nº 1, José Sopas.Viveu-se na sala um ambiente de entusiasmo e confiança, traduzido nas constantes ovações aos protagonistas de mais uma jornada de afirmação ginasista.


Aaron Anderson eleito MVP

Já o atleta português que mais se destacou foi o internacional João Santos, MVP Nacional da ronda, também ele decisivo no triunfo alcançado pelo Algés nos Açores.

MVP Global – Aaron Anderson, CAB Madeira, 39.5 de valorizaçãoA equipa madeirense procurava a primeira vitória e a exibição de Anderson, nomeadamente a sua eficácia (10/11 lançamentos de 2 pontos), teve papel importante no triunfo da equipa na Maia. Os 21 pontos que anotou, a forma como dominou a luta das tabelas (16 ressaltos), principalmente a defensiva, bem como os 3 roubos de bola, 1 assistência e 1 desarme de lançamento que realizou, contribuíram decisivamente para que o CAB interrompesse a série negativa que atravessava neste inicio de campeonato.MVP Nacional – João Santos, Sport Algés e Dafundo, 32.5 de valorizaçãoDepois do desaire caseiro na última jornada, nada melhor do que um triunfo conquistado fora de portas. A vitória do Algés nos Açores frente ao Lusitânia, num jogo marcado por uma baixa pontuação, dependeu muito da mão quente de João Santos, que converteu os cinco triplos que tentou durante o jogo. Mas não foi só na marcação de pontos que se destacou (21 pontos), pois desempenhou igualmente um papel importante na luta do ressaltos (10). Teve ainda tempo para roubar 2 bolas, distribuir 1 assistência e desarmar 1 lançamento, ações que ajudaram os algesinos a regressar aos triunfos.5 IDEALPosição 1: Mário Fernandes, Sport Lisboa e Benfica, 27.5 de valorizaçãoO jogo entre Benfica e Vitória proporcionou um excelente duelo de bases, com ambos a revelarem muita qualidade na forma como lideravam as respetivas equipas. Ainda assim, e por margem muito curta, esteve melhor Mário Fernandes, autor de 20 pontos, 9 assistências, 4 roubos de bola e 4 ressaltos, ainda que não tenha festejado no final do jogo. O base encarnado foi um problema para a defesa do Vitória, como comprovam as 9 faltas provocadas pelo internacional português.Posição 2: João Santos, Sport Algés e Dafundo, 32.5 de valorizaçãoMVP Nacional da jornada. Ainda reconhecendo, que por uma questão de necessidades da equipa, desempenhe tarefas diferentes de um 2 na equipa do Algés, João Santos notabilizou-se como um extremo, e este jogo confirmou que o tiro exterior continua a ser a sua principal arma ofensiva. Posição 3: Marko Loncovic, Barcelos Hotel Terço Give, 32.5 de valorizaçãoContinua a espalhar qualidade pelos pavilhões portugueses, já que, semana após semana, o jogador do Barcelos vai somando exibições de elevado gabarito. O seu treinador José Ricardo já disse publicamente que Loncovic tem uma enorme vontade de estar sempre a evoluir como atleta, facto que provavelmente explicará a consistência do seu rendimento. Mas desta vez, os 23 pontos, 13 ressaltos (7 foram ofensivos), e 2 roubos de bola, não foram suficientes para dar continuidade às vitórias do Basquete de Barcelos, já que a equipa saiu derrotada de Oliveira de Azeméis.Posição 4: Nuno Marçal, Maia Basket, 31 de valorizaçãoA equipa maiata bem se esforçou na segunda parte para dar a volta ao jogo frente ao CAB Madeira, mas em com 23 pontos, 13 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola, os maiatos conseguiram vencer a equipa madeirense. Como curiosidade, dos pontos conseguidos por Marçal neste jogo, nenhum deles resulta de lançamentos triplos, visto que, não tentou nenhum tiro de longa distância. Um jogador cada vez mais talhado para desempenhar posições mais próximas do cesto.Posição 5: Aaron Anderson, CAB Madeira, 39.5 de valorizaçãoÉ o MVP Global da ronda.


«Faltou coesão na equipa»

Nada que tenha feito diminuir a aplicação nos treinos, razão pela qual a atleta está muito optimista para o próximo jogo, em Algés, contra as atuais campeãs nacionais. Algés que,curiosamente,também saiu derrotado da dupla jornada que disputou nas ilhas açorianas. Um bom jogo em perspetiva.

O último fim-de-semana nos Açores foi para esquecer, ou para tirar ilações?De certo modo foi para esquecer uma vez que não foi favorável à nossa equipa por várias razões. Temos que repensar na coesão da equipa e não dar grande importância à atuação dos árbitros. No entanto, ainda temos outra ronda com estas equipas. Falharam em algum aspeto que habitualmente costumam estar bem?Em geral, penso que o que esteve menos bem foi exatamente a falta de coesão da equipa, pois de certo modo em momentos de pressão cada uma jogou quase individualmente, em que muitas bolas foram lançadas logo nos primeiros segundos de ataque. Seguiu-se o lançamento exterior pouco produtivo.O que veio acrescentar à equipa a norte-americana Swayze Black? Penso que este ano a equipa do Olivais tem jogadoras muito versáteis e como tal podemos apostar num jogo mais dinâmico e aberto, Swayze só veio completar ainda mais este grupo, pois além de ser atlética, salta muito e à partida é uma boa colega de equipa. Nesta fase de adaptação está a responder, de certo modo, às expetativas. Acha que estes dois desaires poderão ter alguma influência no vosso rendimento ou confiança para o jogo, em Algés, do próximo sábado?Poderão ter influência mas sempre positiva, pois vamos tentar tirar o melhor destas derrotas e trabalhar ainda mais.Concorda que o Algés tem revelado alguma irregularidade? E quais considera serem os seus pontos fortes?Comparativamente com o ano passado, sim, mas também temos que ter em conta que o treinador é diferente e a equipa também tem alterações na sua composição. É uma equipa mais jovem e na minha perspetiva estão a apostar fortemente num jogo exterior, nomeadamente nas bases.


1ª Concentração de Sub-10

B. Setúbal para esta faixa etária.

A actividade realizou-se no Pavilhão da Escola Secundária de Santo André entre as 09h00 e as 13h00 e estiveram presentes 8 clubes, com 17 equipas num total de 158 atletas.O calendário e os resultados foram os seguintes:1 – Barreirense “A” x Seixal “A” 70 – 101 – Galitos “A” x ESSA “A” 12 – 261 – Seixal “B” x ESSA “B” 24 – 162 – Barreirense “A” x Galitos “A” 44 – 202 – ESSA “A” x Seixal “A” 26 – 302 – Seixal “B” x Barreirense “B” 10 – 503 – Scalipus “A” x Montijo Basket “A” 44 – 223 – Palheirão x Basket Almada “A” 18 – 283 – Barreirense “B” x ESSA “B” 66 – 104 – Scalipus “A” x Basket Almada “A” 30 – 264 – Montijo Basket “A” x Palheirão 12 – 164 – Galitos “B” x Basket Almada “B” 10 – 365 – Scalipus “B” x Basket Almada “B” 10 – 705 – Barreirense “C” x Galitos “B” 32 – 125 – Montijo Basket “C” x ESSA “C” 10 – 246 – Scalipus “B” x Galitos “B” 20 – 206 – Barreirense “C” x Montijo Basket “C” 52 – 106 – Basket Almada “B” x ESSA “C” 42 – 10


Esgueira/OLI vence Benfica B

O êxito da equipa de Aveiro foi alcançado em Lisboa, frente ao SL Benfica B, num jogo em que ao intervalo até perdia por 39-31.

Na segunda parte, a formação de Esgueira, com um jogo exterior “mortífero”, recuperou a diferença e consumou a vitória já no quarto período, acabando por triunfar por 81-73. Os comandados de Pedro Costa com este triunfo são segundos classificados, posição que partilham com o Terceira Basket e Illiabum Clube.


Sanjoaense segue na Taça

A equipa que compete na 1ª Divisão, venceu a formação açoriana por 77-68, pelo que irá estar presente nos oitavos-de-final da competição.

Depois de ter eliminado ACR Vale de Cambra e GD Gafanha, foi agora a vez de surpreender uma equipa que compete no Campeonato da Proliga, e que vinha de uma moralizador vitória alcançada no dia anterior frente ao Illiabum, até então invicto na prova. A boa prestação do conjunto terceirense neste arranque de temporada vem valorizar ainda mais o feito conseguido pela Sanjoanense, um clube histórico e com um passado rico na modalidade.


Emoção e… 3 prolongamentos!

A jogar em casa, o Dragon Force, líder invicto do campeonato da Proliga, eliminou, após três prolongamentos (116-110), a equipa da Oliveirense da edição deste ano da prova. Nem mesmo o facto de pertencerem a escalões diferentes fez com que se tornasse óbvio quem seria o vencedor desta eliminatória, trazendo de volta ao Dragão Caixa os grandes espetáculos, com muita emoção e pontos.

No lançamento desta eliminatória a jovem equipa do Dragon Force não escondia que iria experimentar novas dificuldades, sendo a questão física a mais problemática, mas sempre disse que queria discutir a eliminatória. E foi isso mesmo qua a equipa liderada por Moncho López fez, frente a uma Oliveirense que soube sofrer, igualando o adversário na garra e na ambição de marcar presença na próxima ronda da competição, acabando o jogo por cair para o lado da equipa portista.Depois dos empates, a 85 pontos no final do tempo regulamentar, 94 pontos e 102 pontos, a equipa do Dragon Force foi mais forte no 3º prolongamento, acabando por vencer os últimos 5 minutos por um parcial de 14-8.Um resultado que vem confirmar a qualidade deste novo projeto do FC Porto, já que reúne um grupo de jogadores, quase todos internacionais, apontados como sendo algumas das promessas da modalidade. O jogo do dia anterior frente ao Basquete de Barcelos terá provocado um natural desgaste na equipa de Oliveira de Azeméis, tanto mais que se viu obrigada a jogar 15 minutos suplementares para decidir a passagem à fase seguinte.Num jogo em que o coletivo merece o maior destaque, realce para as exibições individuais de Pedro Bastos (31 pontos), Miguel Queiroz (22 pontos e 14 ressaltos), Ferrán Ventura (16 pontos) e José Miranda (15 pontos) na equipa do Dragon Force. O ex-portista João Soares, autor de 44 pontos, foi o elemento mais concretizador da formação de Oliveira de Azeméis, com o norte-americano Aaron Fuller (27 pontos e 11 ressaltos) a assinar mais uma boa prestação.


Grande 1º período do GDESSA

O segundo jogo da jornada dupla das madeirenses ficou marcado pelo péssimo começo que tiveram, com as comandadas de Nuno Manaia a construírem uma vantagem de dezanove pontos em apenas 10 minutos.

O jogo começou francamente mal para as jogadoras do CAB. Denotando cansaço, desconcentração e uma prestação muito pobre, quer no ataque, quer na defesa, as insulares foram totalmente dominadas pelo GDESSA, que com uma magnífica prestação chegava ao fim do 1º período a vencer por 29-10. A partir desse momento o jogo afigurava-se complicado para as atletas de João Pedro Vieira que viam-se obrigadas a correr atrás do prejuízo. Uma vantagem que era reduzida para 15 no final do 1º tempo, ainda que sendo confortável não era de todo impossível anular na etapa complementar. O resultado dava alguma tranquilidade à equipa da margem sul, que, compreensivelmente ia resistindo à tentativa de aproximação por parte da equipa insular. O tempo corria a favor da equipa do Barreiro, que no final do 3º período continuava na frente (71-59).No último período do encontro, o CAB, a cinco minutos do final, conseguiu fazer baixar a diferença pontual abaixo dos dez pontos (75-66), mas a serenidade e inteligência reveladas pelo GDESSA permitiu-lhe superar esse momento chave do jogo. Sobretudo por uma melhoria defensiva, bem como por aumento da eficácia ofensiva, que pôs fim ao enorme esforço demonstrado pelo CAB.A norte-americana Stephanie Sension (22 pontos e 10 ressaltos) esteve em muito bom plano na equipa do GDESSA, mas não a única a destacar-se. A dupla composta por Laura Ferreira (14 pontos, 7 ressaltos e 4 roubos de bola) e Srefanie Thomas (15 pontos, 8 ressaltos e 5 assistências) exibiu-se igualmente a bom nível.As boas exibições de Maria João (26 pontos e 7 ressaltos), Christian Shelter (20 pontos e 11 ressaltos) e Justina Udenze (11 pontos e 11 ressaltos) não foram suficientes para que o CAB regressasse à Madeira com duas vitórias.Açorianas lideramA jornada dupla das equipas açorianas foi extremamente proveitosa, já que depois dos triunfos de sábado, União Sportiva e Boa Viagem voltaram a vencer este domingo, Olivais de Coimbra (73-60) e CDTN / Seven (71-50) respetivamente. As duas equipas somaram o seu 5º triunfo da temporada, razão pela qual partilham, à condição, a liderança da Liga Feminina. Um bom desempenho das equipas açorianas neste arranque de temporada, em especial da equipa de S. Miguel, visto este ser o seu ano de estreia no escalão principal da modalidade.A norte-americana Jhasmin Player (41 pontos, 10 ressaltos, 8 assistências e 4 roubos de bola) provocou 18 faltas à equipa do Olivais, e teve mais fantástica prestação para uma valorização de 46.5. Bem acompanhada pela capitã do União Sportiva, Mónica Almeida, autora de 16 pontos e 5 ressaltos.A exibição de Artémis Afonso (21 pontos e 13 ressaltos) foi ofuscada pela derrota da equipa de Coimbra, que teve um fim-de-semana para esquecer nas ilhas açorianas.Lombos cem por cento vitoriosoA jogar em casa, a formação de Carcavelos deu continuidade ao seu ciclo vitorioso e bateu o GDEMAM por 71-44. Foi o 5º triunfo consecutivo da equipa liderada pro José Leite, um claro sinal que é um dos mais sérios candidatos à conquista de mais títulos esta temporada.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.