Artigos da Federaçãooo

“Em Linha” com Teresa Xavier

Recém-chegada ao BCR, Teresa Xavier faz parelha com Daniel Pereira no comando da APD Lisboa e denota já um envolvimento ao nível dos técnicos mais experimentados. A vontade de aprender, que emana de todo o seu discurso, colocam-na com justiça no lote dos treinadores em ascensão na modalidade. 

Em anexo podem encontrar todos os dados sobre o percurso de Teresa Xavier.

Que mensagem dirigias a um treinador hesitante em treinar BCR?
Aceita, porque pode ser o maior desafio desportivo da tua vida. Mais do que os capítulos técnico-táticos, é o poder treinar com pessoas diferentes, que tinham tudo para desistir, mas que são entusiasmantes, que te ensinam mais pessoalmente do que tu jamais pensaste aprender. É cativante perceber os esforços que todos os participantes neste desporto fazem e é reconfortante entender o que o grupo e a modalidade fazem aos participantes de BCR. Quando tu tens oportunidade de viver isto, já ganhaste um grande desafio na tua vida.
Quais os treinadores que exercem maior fascínio sobre ti e porquê?
No basquetebol a pé tenho duas grandes referências com quem tive o privilégio de privar, o professor José Tavares da Silva, meu professor na faculdade e tutor de curso, pela sua forma de estar na modalidade, pelo treinador que foi e pelo que alcançou; o San Payo Araújo pelo que representa para o minibasquete em Portugal e por todos os ensinamentos que partilhou comigo em treinos, formações, torneios e outros eventos. No BCR, o Ricardo Vieira, não só pelo que tem construído e conquistado com a APD Braga, mas também pela partilha e vários ensinamentos ao longo dos últimos anos.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por treinar BCR.
Com frequência, os meus atletas de Mini 10 vão assistir aos jogos da APD Lisboa. Um momento caricato que se tornou um ritual é, no final, os meus atletas de Mini 10 juntarem-se aos meus atletas de BCR e, nas cadeiras, lançarem ao cesto. A confraternização e o gosto fazem com que os meus Mini 10 me perguntem regularmente quando tenho jogo e os meus atletas de BCR, sempre que veem os meus Mini 10 na bancada, não abandonam o recinto sem fazerem uns lançamentos em conjunto.
Quais as competências que considera essenciais para ser uma treinadora de sucesso?
Para além do conhecimento técnico-tático e saber intervir no jogo, a componente emocional/psicológica é para mim cada vez mais importante. A forma como conseguimos mobilizar os jogadores, encorajá-los a ser melhores em cada treino, a gestão do feedback corretivo, assertivo e positivo, mas fundamentalmente fazer com que acreditem que, apesar de todas as limitações ou adversidades, é possível atingir a excelência individual e coletiva. Somos treinadores de sucesso quando conseguimos que as partes e o todo na nossa equipa atinjam a excelência.
Em linha (ou em banana), a defesa que todos os treinadores querem, mas poucos conseguem. Qual a receita para lá chegar?
É um modelo de defesa em que acredito, mas obedece a um conjunto de requisitos nem sempre fáceis de conciliar: comunicação exímia entre todos, excelente técnica de cadeira e disponibilidade física. Quando bem executado, cria muitas dificuldades à equipa adversária, mas se não o conseguirmos implementar de forma eficiente, vamos ser permeáveis. Por outras palavras, usa-o se o sabes fazer bem, se não sabes, treina-o melhor antes de o usares.

Regresso aos treinos e competições

A FPB, em conjunto com a FPF, FPA, FPP e FPV reuniram esta sexta-feira com a com a Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD) e a Direcção Geral de Saúde (DGS) acerca do Protocolo Orientador de Regresso aos Treinos e Competições – Covid-19.

 

Podem consultar toda a informação no comunicado conjunto que se encontra em anexo.


A medalha de bronze nas Universíadas foi conquistada há um ano

O dia 10 de julho de 2019 entrou para a história do basquetebol nacional graças à conquista inédita da Seleção Universitária de Sub25 femininos, que há precisamente um ano fez história nas Universíadas de Nápoles, conquistando a medalha de bronze diante do Japão.

 

A Seleção orientada por Ricardo Vasconcelos alcançou o pódio da prova organizada pela Federação Internacional do Desporto Universitário (FISU), garantindo o bronze e a melhor classificação de uma Seleção europeia na 30.ª edição das Universíadas de Verão.

 

Num percurso marcado por vitórias sucessivas, a equipa das quinas apenas perdeu diante da campeã Austrália (49-56) quando tentava o acesso à final. Na derradeira partida que decidia a medalha de bronze Portugal superou-se e, após um parcial de 18-1 no prolongamento, conseguiu bater a congénere nipónica por 76-59.

A aniversariante Inês Viana, uma das protagonistas da Seleção Universitária, não deixou de recordar o emocionante e atribulado jogo do 3.º e 4.º lugar: “Foi um dia especial para mim, como todos os 10 de julho, e não podia acabar de outra forma. Estávamos nervosas e recordo-me que até me esqueci da minha credencial para o jogo no quarto do hotel.

 

No entanto, a motivação era elevada, sabíamos que para ganhar tínhamos de estar ao nosso melhor nível, até porque já tínhamos jogado com o Japão nas Universíadas de Taipei de 2017”, lembrou. Quanto ao prolongamento, a base da portuguesa recordou o esforço da equipa e o apoio vindo das bancadas: “Demos tudo o que tínhamos, deixámos suor, lágrimas e o coração dentro de campo! As bancadas estavam cheias e o apoio dos portugueses foi muito bom. Foi a melhor prenda de anos que recebi até hoje”, concluiu.

 

Já o Selecionador Nacional e também timoneiro da equipa universitária portuguesa, Ricardo Vasconcelos, não deixou de recordar a exigência do embate com o Japão, referindo que a medalha é a concretização do investimento no basquetebol feminino em Portugal: “Acima de tudo foi um momento histórico e bonito de uma geração que junta talento e capacidade de trabalho.

 

Ganhamos ao Japão que é sempre uma equipa muito disciplinada, com um basquetebol diferente daquele que jogamos na Europa. O bom arranque no prolongamento deu-nos confiança para acreditarmos que a medalha era possível. Fiquei muito satisfeito porque foi a concretização de um trabalho que já vinha sendo feito de alguns anos para cá. Foi um trabalho de muitos anos, de várias gerações e de muito investimento no basquetebol feminino. Foi uma medalha merecida e que nos deixa orgulhosos”, vincou.


A Final Four da Taça de Portugal 2019/20 será o inicia próxima temporada!

É a grande novidade da próxima temporada e que marca um regresso aguardado do melhor que há no basquetebol nacional, já que está prevista a realização da Final Four da Taça de Portugal masculina da temporada 2019/20. Por outro lado, a situação pandémica levou a uma reorganização daqueles que são os Pontos Altos do calendário do basquetebol nacional.

 

FC Porto, SL Benfica, Sporting CP e Vitória SC abrem a competição das equipas da Liga Placard em Odivelas, com a Final Four da prova rainha do basquetebol nacional a estar agendada para 4 e 5 de outubro. José Pinto Alberto, Diretor Executivo de competições masculinas, não deixou passar incólume este Ponto Alto que apelida como a melhor rentrée possível na retoma da competição: “É o regresso do basquetebol com um enorme Ponto Alto do calendário do basquetebolístico e que conta com quatro das melhores equipas do panorama nacional. É um regresso em grande”, conta.
No entanto, e porque as circunstâncias assim o exigem, todas as condições de segurança estarão salvaguardadas: “Estamos bastante contentes pelo inexcedível apoio prestado pelo município de Odivelas, que nos recebeu sempre de portas abertas para fazermos aquilo que em condições normais já teria acontecido. As infraestruturas apresentam todas as condições necessárias à realização de um evento desta magnitude, podendo cumprir as recomendações e diretrizes que venham a ser indicadas da Direção-Geral da Saúde”, vinca.
Por sua vez, o Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia, expressa satisfação na forma como todos os clubes e agentes envolvidos têm demonstrado entendimento nas decisões tomadas, explicando que existem competições que não vão ser jogadas na próxima época: “Já foram realizadas as reuniões com os clubes das duas ligas primodivisionárias onde foram abordados em detalhe as diversas competições e onde se entendeu não realizar as Supertaças masculina e feminina, porque efetivamente não temos campeões.
No caso da Liga Feminina não se realizará a Taça Vítor Hugo, prova que costuma acontecer em setembro e concentra as doze as equipas do campeonato. A Taça Federação, assim como a Taça Hugo dos Santos (no masculino), ainda se encontram sobre análise. Os clubes têm a noção dos riscos e cuidados a ter, pelo que é generalizado o consenso relativamente à realização ou não destas provas, mediante as condições existentes conforme a evolução pandémica”, explica.
O Diretor Técnico Nacional alertou ainda para o facto de estarem a ser apresentadas as diversas opções que antecipam os mais variados cenários no que diz respeito à próxima temporada: “Foram apresentados uma série de possíveis cenários e modelos competitivos alternativos que podem, ou não, ser aplicados conforme a evolução da pandemia no nosso país temos preparados esses planos de emergência que se adaptam conforme a situação pandémica”.
Relativamente à Final Four da Taça de Portugal, o dirigente federativo não tem dúvidas quanto à importância da realização prova: «Contamos com uma infraestrutura excelente e que nos pode oferecer todas as condições necessárias e exigidas pela Direção-Geral da Saúde. Será um excelente ponto de partida para o regresso do basquetebol em Portugal», concluiu.

FPB reuniu com clubes da Liga Feminina

A Federação Portuguesa de Basquetebol e os clubes da Liga Feminina reuniram esta terça-feira, através de videoconferência.

 

Na intervenção que abriu a videoconferência, o presidente Manuel Fernandes saudou o Galitos Aveiro, equipa que garantiu a subida à Liga, deu as boas-vindas à recém-eleita direção do Olivais e manifestou o compromisso de manter a aposta no feminino. José Pinto Alberto, responsável federativo pelos contatos com as outras federações de desportos coletivos e com a Direção-Geral de Saúde, abordou as reuniões de análise à evolução da pandemia, com o objetivo de se retomar a atividade.

 

O diretor técnico nacional, Nuno Manaia, apresentou o modelo competitivo para 2020/21, a calendarização da temporada e revelou os planos alternativos de contingência que poderão ser ativados consoante a evolução do COVID-19 em Portugal. Na reunião, foi ainda feito o balanço do projeto “Valorizar” 2019/20 e lançado o projecto para 2020/21, foi apresentado o balanço do ano da área da Comunicação e foram anunciadas novidades no que se refere à presença da FPB no digital.

 

Depois de recolhidas as opiniões dos representantes dos clubes presentes, o presidente federativo encerrou a reunião, que contou com elementos de todos os emblemas e todas as associações das equipas da Liga Feminina.


“Apita tu também!”

O desafio “Apita tu também!” da última semana já foi solucionado e, como tal, temos todas as respostas e respetivas justificações para as três situações de jogo que partilhamos na última quinta-feira.

Situação 1: Flop do lançador (aviso de falta técnica) ou falta pessoal do lançador?
Resposta: Falta ofensiva. O jogador lançador para tentar criar uma falta defensiva, estende a perna direita criando contacto com o defesa que em resultado desse contacto cai ao solo. Deve ser averbada falta pessoal ao jogador que lançou (bola ao lado ou dois lances livres se houver faltas de equipa). O cesto convertido é válido.
Situação 2: Flop do lançador ou falta defensiva do jogador amarelo #11?
Resposta: Falta defensiva do jogador amarelo #11. O lançador com os pés no ar sofre contacto com o corpo do defesa que se coloca debaixo do mesmo, não permitindo que o mesmo regresse ao solo sem contacto.
Situação 3: Falta defensiva do jogador amarelo ou flop do lançador?
Resposta: Falta defensiva. Proteção do lançador que tem o direito de regressar ao solo num espaço que não esteja ocupado imediatamente antes de retirar os pés do solo no lançamento.

“Uma semana com o bicampeão”

A FPBtv regressa esta semana com novas transmissões e desta vez dedicadas aos últimos dois campeonatos conquistados pela UD Oliveirense. Segunda, quarta e sexta-feira, pelas 21h30, a FPBtv e a página de Facebook da FPB, transmitem os jogos do bicampeoanto conquistado pela formação unionista, assim como a grande entrevista com o timoneiro da equipa de Oliveira de Azeméis.


Entrevista a Hélder Freitas, reforço da APD Braga

Aos 35 anos, Hélder Freitas deixa a APD Paredes, clube onde se iniciou na modalidade e que representou durante oito épocas, para rumar à APD Braga, tetracampeã e vencedora dos últimos 16 troféus disputados. 
Nesta nova etapa, encarada com pragmatismo e ambição, Hélder Freitas (3.5), natural de Guimarães, espera dificuldades para conquistar o seu espaço no plantel bracarense, repleto de soluções e internacionais (7), mas expressa sem rodeios a vontade de ser determinante. O poste renova também o desejo de continuar nas escolhas da Seleção Nacional e participar no seu terceiro Campeonato da Europa, em 2021. 
Quais as razões para a mudança de equipa?
A principal razão que me levou a trocar a APD Paredes pela APD Braga foi, sem dúvida, conseguir mais tempo para mim e para a família. Claro que a vontade de querer ser mais e melhor no BCR tornou esta decisão ainda mais positiva.
O que esperas poder alcançar a nível individual e coletivo com a camisola da APD Braga?
Espero poder melhorar o meu lançamento, a postura a nível defensivo e aperfeiçoar o desempenho ofensivo. Tenciono também ser um dos pilares da equipa, que é atualmente a melhor do BCR português. Para isso, tenho perfeita noção de que irei ter muito trabalho pela frente, o que me dá imenso prazer.
Dos primeiros contactos com esta nova realidade, o que reténs em particular?
Tem sido tudo muito estranho e novo para mim. Sem dúvida, um novo caminho a seguir, muita organização, treinos bastante produtivos e diferentes, bastante comunicação e trocas de ideias para futuro do projeto em si. Admiro e agradeço toda a receção e apoio que me tem sido dado por toda esta nova família. Espero ser tão ou mais feliz quanto fui em Paredes, com os colegas que tanto me custaram deixar.
Terás uma competição por minutos muito superior a partir de agora. Como estás a lidar com essa mudança de realidade?
Como já referi acima, tenciono ser um dos pilares da equipa, esse é mesmo um dos meus focos neste momento. Se fosse uma tarefa fácil, não era para mim. Sinto-me pronto para começar e levar este desafio para a frente.
Já somas duas participações em Europeus. Acreditas que 2021 será o ano do título europeu e promoção à Divisão B?
Acredito. Não há duas sem três. Vou tentar manter a camisola #9 da Seleção comigo neste Europeu. Seria um gosto enorme participar em mais um Europeu, principalmente com uma subida de divisão. Seja eu a estar lá ou outro colega, vamos para honrar a nossa bandeira. Há muito talento cá em Portugal e desta vez vamos alcançar a subida.

Época 2020/21 foi tema de reunião entre FPB e clubes da Liga Placard

Esta quinta-feira ficou marcada por uma reunião entre a FPB e os clubes da Liga Placard e respetivas Associações, com atenções centradas na temporada 2020/21. Seguem-se reuniões relativas às restantes competições seniores.

 

Na intervenção inicial, o presidente da FPB, Manuel Fernandes, saudou o regresso do Imortal e a presença de todas as Associações e clubes, incluindo CD Póvoa e Académica, que vão disputar a 14.ª e última vaga na Liga Placard.

 

José Pinto Alberto, diretor executivo da prova, fez ponto de situação do conjunto de reuniões com as outras Federações coletivas de pavilhão e a Direção-Geral da Saúde, com vista à retoma da atividade. Nuno Manaia, diretor técnico nacional, apresentou ainda o modelo competitivo, a calendarização da nova época e os planos alternativos.

 

Foram divulgados os dados do projeto “Valorizar” relativamente à época 2019/20 e lançado o projecto para 2020/21, assim como foi apresentado o balanço do ano da área da Comunicação na temporada anterior e anunciadas novidades no que se refere à presença no digital. A reunião, que decorreu sob o signo da união e cordialidade, terminou com a recolha de opiniões e perguntas dos clubes e Associações presentes.


Sporting CP na luta por um lugar na fase de grupos da “Champions”

Depois de 42 anos afastado das competições europeias, o Sporting CP está de regresso à Europa do basquetebol para disputar as rondas de qualificação para a Liga dos Campeões da temporada 2020/21.

A formação de Alvalade é uma das 16 equipas que vai lutar por um lugar na fase de grupos da prova, tendo pela frente duas rondas de qualificação que se iniciam a 15 de setembro. Dois meses antes, a 15 de julho, os leões conhecem o primeiro adversário. Eis as 16 equipas presentes nas rondas qualificativas da Liga dos Campeões:


Ciclo de reuniões com todos os clubes arrancou esta quinta-feira

Iniciou esta quinta-feira uma série de reuniões entre a FPB e todos os clubes, por videoconferência, com a próxima temporada em foco.
Nuno Manaia, Diretor Técnico Nacional, explica aquilo que vai acontecer: “O objetivo é planear a época 2020-21, com todas as suas condicionantes. Serão apresentados os planos alternativos, no caso de existir uma segunda vaga de COVID-19. Teremos reuniões com os clubes de todas as competições seniores e haverá uma novidade: a inclusão dos clubes dos Campeonatos Nacionais da 2.ª Divisão.”

2 de julho – Liga Placard

7 de julho – Liga Feminina

9 de julho – 1.ª Divisão Feminina

11 de julho – Proliga

14 de julho – 1.ª Divisão Masculina

16 de julho – 2.ª Divisão Masculina/Norte

17 de julho – 2.ª Divisão Masculina/Sul

22 de julho – 2.ª Divisão Feminina


Lisboa acolheu a segunda promoção da Seleção Nacional à Divisão B

Ao período de marasmo, marcado por uma crise económica que motivou o cancelamento das competições internas numa época e a ausência dos Europeus C de 2011 e 2013, Portugal respondeu categoricamente e, no regresso, alcançou a subida à Divisão B. Jorge Almeida, selecionador à data, e Márcio Dias, agora capitão, relembram o êxito. 

O desconhecimento dos adversários e a parca preparação, em virtude das limitações financeiras, anteviam dificuldades e o objetivo traçado não tolerava mãos trémulas nos momentos decisivos. Márcio Dias vinha de uma época em alta ao serviço do Servigest Burgos – 2.º escalão espanhol – e correspondeu à exigência da ocasião com o seu melhor desempenho pela Seleção, na meia-final contra a Finlândia. “A minha preparação nesse ano tinha como foco o Campeonato da Europa. Ao mesmo tempo, queria ajudar a minha equipa a conseguir vencer a 1.ª Divisão espanhola. Treinava todos os dias, mais ou menos 1h30 no ginásio, mais 1h hora de técnica de cadeira e quatro sessões de 2h com a equipa”, um volume de trabalho condizente com o praticado ao mais alto nível e que catapultou (ainda mais) o seu jogo para um patamar de excelência.
À margem da prestação individual, o camisola #4 sublinha a elevada competência do grupo selecionado, com “vários jogadores a atuar ou com experiência em ligas estrangeiras”, opinião corroborada pelo então selecionador, Jorge Almeida, que destaca “a entrega, o querer e a qualidade” dos atletas escolhidos. “Não tivemos condições para preparar o Campeonato dignamente, pelo que procurámos, eu e o Rui Lourenço (adjunto), escolher os atletas mais pela sua qualidade individual, visto não ser possível trabalhar o coletivo como desejaríamos, fazendo-os acreditar que era possível”.
O começo titubeante, e até desanimador, pontuado por uma derrota pesada frente à Bósnia-Herzegovina (34-58) e novo “tropeção” frente à Finlândia (47-49) deixaram a seleção sob pressão extrema, circunstância que não afrouxou a crença na subida de escalão. Portugal embalou para vitórias frente à República da Irlanda (54-51), Grécia (34-58), Sérvia (74-50), desforrou-se contra os nórdicos na meia-final (50-61) e, já com a promoção garantida, sucumbiu pela segunda vez ante o poderio dos bósnios (51-75), cuja altura e traquejo não permitiram uma discussão para lá do 2.º período.
Para se repetir a história em 2021, Jorge Almeida reconhece valia para se voltar ao segundo degrau do BCR europeu, embora assinale a premência dos jogadores dedicarem mais tempo ao trabalho individual, “dando uma especial importância à técnica de cadeira com e sem bola”, além de considerar vital desenvolver rotinas ofensivas e anular o “maior problema da equipa nacional no último Campeonato”, a defesa. Em sintonia com o ex-selecionador, Márcio Dias acredita estarem reunidas condições similares às de 2015, atendendo aos muitos atletas da Seleção “a jogarem fora ou que já o fizeram”, pelo que só falta mesmo “voltar a treinar normalmente para limar arestas e vencer o próximo Campeonato da Europa”.

Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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