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Recordar a Festa do Basquetebol Juvenil

Em condições normais esta semana estaríamos em Albufeira a celebrar a 14.ª edição do maior evento nacional do desporto juvenil, a Festa do Basquetebol. No entanto, face às circunstâncias atuais, não deixamos de relembrar uma das semanas mais marcante na carreira de qualquer jovem basquetebolista que passou pelo Algarve. Falamos com Maria Kostourkova, Miguel Maria Cardoso e Emília Ferreira, internacionais lusos que esta temporada experienciaram diferentes realidades, mas que em comum partilham as memórias das “Festas”.

 

A internacional portuguesa Maria Kostourkova é a primeira a recordar uma das fases da época que considerava mais importante na sua formação: “Para mim, a Festa do Basquetebol é sempre uma das melhores partes do ano. Além do primeiro ano, tive a sorte de disputar as próximas quatro finais e a cada ano que passava aparecia sempre mais público para ver os jogos. Tive sempre sensações inesquecíveis”.

 

Sem destacar um momento em específico, a importância do companheirismo foi sempre fator determinante para participar na Festa: “Estive sempre rodeada por companheiras de equipa e treinadores fantásticos. Quando a isto se junta a competição, torna-se numa das melhores experiências que se pode viver no basquetebol português”, lembra. Apesar do fim de época antecipado e de atribuição do título da Liga eslovena ao ZKK Cinkarna Celje, Kostourkova considera que a primeira experiência como profissional foi importante para evoluir como atleta: “Trabalhei com um treinador incrível, que me ajudou bastante. Fico feliz com o trabalho que fizemos durante a época regular, mas muito desiludida por não poder lutar pelo título”, refere.

 

Já Miguel Maria Cardoso, tem gravada na memória a vitória na final do torneio de Sub16 masculinos em 2009, contra a seleção da AB Setúbal: “O momento que mais me marcou foi jogar a final e vencê-la com o pavilhão cheio. Também destaco a viagem entre Porto e Algarve”, conta. “Quando os mais novos me pedem uma opinião sobre a Festa do Basquetebol transmito sempre esta ideia. Estão perante um evento inesquecível, que merece ser desfrutado ao máximo com os companheiros de equipa”, destaca o base da Seleção Nacional que esta temporada representou o CB Almansa, da LEB Ouro.

 

Embora desejasse terminar a temporada, o camisola #1 da equipa das quinas, entende que a prioridade é recuperar, fazendo um balanço positivo da época de estreia em Espanha: “A prioridade é ultrapassarmos esta fase junto daqueles que mais gostamos para tudo voltar à normalidade. Individualmente realço o meu crescimento. Provei a mim mesmo que posso jogar num campeonato como o da LEB Ouro”, acrescenta.

 

Para Emília Ferreira, “o nervoso miudinho, a ansiedade e a viagem de comboio com as restantes comitivas” são memórias que guarda com saudade sempre que se fala em Festa do Basquetebol. Além do muito público, a poste que esta época vestiu a camisola do Sinergia Real Canoe N.C., não esconde a importância das “Festas” para a evolução dos jovens: “Um evento destes tem um peso grande para a formação de um jogador jovem. É nesta semana que os mais novos são postos à prova”, analisa.

 

Com o sentimento de dever cumprido, depois da primeira experiência fora do País onde ajudou a formação madrilena a estabelecer-se na Liga Femenina 2, a internacional portuguesa considera que evoluiu: “Foi um ano de crescimento. Estava no Real Canoe de forma profissional, a treinar duas vezes por dia. Isto fez com que me sentisse mais apta. Ajudou-me a estar mais preparada do ponto de vista físico e mais disponível dentro de campo”, conclui.


Soluções do desafio da semana passada

Esta terça-feira respondemos ao desafio da semana passada da rubrica “Apita tu também!”, com a certeza que esta quinta-feira vais poder testar novamente os teus conhecimentos sobre arbitragem com a chegada de um novo desafio.

Situação 1: Falta ofensiva ou no call?
Resposta: No call.
A defensora estabelece a posição legal de defesa, a tempo, mas dentro do semicírculo. A atacante encontra-se no ar, em ato de lançamento, quando carrega sobre a defensora. A regra do semicírculo protege os atacantes com bola que se encontrem no ar em ato de lançamento e não premeia defesas que se coloquem debaixo do cesto para ganhar faltas “fáceis”. Para ganhar a falta ofensiva, a defensora teria que estabelecer a sua posição fora do semicírculo, com ambos os pés fora (sem pisar a linha).
Situação 2: Falta normal ou falta antidesportiva?
Resposta: Falta antidesportiva
A defensora laranja interceta a bola e adquire o seu controlo, arrancando em direção ao cesto. A jogadora amarela provoca um contacto faltoso lateral. Sempre que a falta é cometida de lado ou por detrás e não existe mais nenhum defesa entre a atacante e o cesto, a falta é antidesportiva.
Situação 3: Falta defensiva ou falta ofensiva?
Resposta: Falta ofensiva
A defensora não comete nenhuma ação ilegal, é a atacante que “sacode” o braço da defensora, criando a ilusão de uma suposta falta da defensora.

Fora de campo, somos todos da mesma equipa!

Ovar é sinónimo de basquetebol e, nesta fase tão difícil, os clubes da Liga Placard e da Liga Feminina juntaram-se para expressar o seu apoio ao povo vareiro. Porque fora de campo somos todos da mesma equipa. SOMOS BASQUETEBOL!


Jogadores marcantes de BCR: Hugo Maia

Inauguramos o segundo ciclo dedicado aos jogadores marcantes do basquetebol em cadeira de rodas português (BCR) com o perfil de Hugo Maia.

 

Guerreiro, mas conciliador, dentro e fora do campo, o capitão do GDD Alcoitão e sub-capitão da Seleção Nacional construiu uma carreira fértil em triunfos, alcançados, em especial, na sua alma mater, a APD Sintra.

 

Representou Portugal em 7 Campeonatos da Europa, leque onde se contempla a memorável campanha de 2007 que conduziria a Seleção Nacional ao seu único título, na Divisão C, elenco do qual é o único resistente nos atuais quadros. Porque o espírito intrépido não se confina aos contra-ataques sem freio, aos 41 anos, Hugo Maia, mercê da capacidade de entrega incessante e disciplina férrea, permanece no núcleo dos melhores intérpretes no país.

 

Anseia, como poucos, por nova glória paras as cores nacionais, na que poderá ser, em 2021, a sua oitava presença em competições oficiais.

 

A incerteza e a apreensão pontuam quase sempre a iniciação desportiva paralímpica, ou esta não implicasse trazer à superfície do pensamento a constatação de perda da capacidade atlética, que a pessoa com deficiência julga irreparável.

 

Porém, com Hugo Maia não foi assim. Atleta inveterado, praticara “ténis no Boavista FC na infância”, voleibol e natação na adolescência, por isso esta porta nunca se poderia fechar. “Após o acidente, tinha uma vontade imensa de voltar a fazer desporto, até estava inicialmente inclinado para o atletismo, mas felizmente a APD Sintra não tinha cadeira adequada a mim”, um pequeno infortúnio que facilitou a decisão de agarrar a oportunidade no BCR. “Percebi rapidamente que era BCR que queria jogar, depois de me sentar na cadeira e interagir com o pessoal”, narra.

 

A reconstituição deste momento suscita-lhe uma ponte imediata com o nome do obreiro da sua iniciação, Victor Sousa, atleta e dirigente com uma influência inquestionável na APD Sintra e no BCR nacional. “O Victor soube aproveitar a oportunidade e identificar um miúdo de 19 anos, que sempre fez desporto e poderia tornar-se num jogador válido”, recorda o internacional português, cuja dedicação lhe permitiu rapidamente escancarar esse rótulo modesto.

 

A escalada de conquista em conquista que se seguiria, cuja longevidade lhe confere o privilégio de decidir qual será o ponto final, deve-se, afirma, “sem esquecer os colegas de equipa” e os fisioterapeutas João Coelho e Bernardo Pinto, a muitos dos treinadores, a quem presta uma mensagem de agradecimento. “José Maria Cristo, pela visão e oportunidade, Luís Mendes, pela persistência, Inês Lopes e Nils, pela experiência e pela ligação aos atletas, Pedro Costa, pela criatividade e irreverência, Jorge Almeida, pelo vasto conhecimento, Ricardo Vieira e Marco Galego, pela ligação, reconhecimento, valorização, desafio e exigência, e Fernando Lemos, que com 2 anos de experiência de BCR, mas décadas de treinador de basquetebol, consegue reunir a maioria das qualidades dos anteriores, com potencial para se tornar num dos melhores treinadores de BCR português”.

 

A gratidão serve como remate perfeito na história de um atleta que, como se depreende dos testemunhos que seguem em anexo, sem esquecer o palmarés, soube arvorar um trajeto de êxito na virtude de proporcionar a alegria do jogo aos que o rodeavam.


Quais são os melhores jogos de 3×3 de sempre?

O 3×3 tem conquistado, cada vez mais, a atenção dos fãs de basquetebol. A variante do clássico 5×5 é uma das apostas da FIBA e conta com grande adesão pelo Mundo fora. Desde os torneios realizados nas várias regiões do planeta, ao nosso Circuito Nacional de 3×3, são várias as iniciativas da FIBA para promover esta nova vertente do jogo. Deixamo-vos o Top 10 de melhores jogos de sempre de 3×3 organizados pela FIBA!


Nuno Manarte e Diogo Correia respondem aos leitores no Record Online

Esta segunda-feira, a partir das 16 horas, Nuno Manarte, treinador da Ovarense Gavex e adjunto da Seleção Nacional de seniores masculinos, vai responder aqui aos leitores do Record Online, enquanto no sábado o protagonista será Diogo Correia, jogador do Galitos Barreiro e médico.  Altura para falar de basquetebol, mas também para saber como é que as gentes de Ovar sofrem com uma doença que, antes de qualquer outra localidade portuguesa, os atingiu de forma violenta, e como os profissionais da medicina lutam no terreno contra a pandemia que nos apanhou desprevenidos. Se tens perguntas… entra no site do diário desportivo (www.record.pt) e colocas-as ao Diogo e ao Manarte.


“Cutting Drills and Transition Defense”

Regressamos às preleções e desta vez contamos com alguns conceitos básicos explanados por Ron Adams, treinador-adjunto dos Golden State Warriors, que nos fala sobretudo de transição defensiva e outros exercícios neste clinic promovido pela World Association of Basketball Coaches (WABC).

 

O treinador de 72 anos, que ajudou os Warriors a conquistar três títulos da NBA, conta com uma longa carreira de mais de cinquenta anos dividida entre a NBA, a Europa e a NCAA, tendo-se especializado na vertente defensiva do jogo.


“A melhor coisa que me aconteceu este ano foi ter a oportunidade de jogar EuroCup”

A internacional portuguesa Inês Viana fez a sua época de estreia no estrangeiro, ao serviço do BCF Elfic Fribourg Basket, e apesar de ver a temporada interrompida a base de 25 anos fez um balanço positivo dos meses que passou na Suíça. Além de falar da experiência positiva nas competições europeias e do domínio nas provas internas, a base da Seleção Nacional abordou ainda o futuro.

 

Qual é o balanço que fazes desta época de estreia no estrangeiro? Como descreverias este desafio que é jogar fora de um campeonato que conheces tão bem como o português?
É sempre desafiante sairmos da nossa zona de conforto, e apesar do campeonato português tem muita qualidade, muito boas jogadoras, achava que já estava no momento para sair e me desafiar. Na generalidade foi uma época muito positiva, joguei EuroCup a base principal com muitos minutos, no campeonato também estávamos em crescendo. Foi positivo e um excelente desafio.
A temporada terminou de forma abrupta e o campeonato foi cancelado sem a atribuição de um campeão, contudo o Friburgo terminou no topo da fase regular (13-3), estava invicto na fase intermédia e apurado para a final da Taça da Suíça. Sentes que caso a época terminasse iam conquistar mais títulos?
O coronavírus veio estragar a época. O nosso campeonato foi dos primeiros a cancelar tudo, sobretudo depois da evolução do número de casos no país na Suíça. Primeiro foi o hóquei no gelo, depois seguiram-se as outras modalidades. Antes da paragem estávamos em forma, no primeiro lugar partilhado com o Winterthur, invictas na fase intermédia e com sete vitórias consecutivas com margens pontuais na casa das dezenas. Se tivéssemos a oportunidade de jogar até ao fim acredito que poderíamos ser campeãs e ganhar a Taça da Suíça. Estávamos a crescer como equipa.
Além do evidente sucesso nas competições internas, conseguiram passar a fase de grupos na EuroCup feminina. Que balanço fazes da prestação nas competições europeias? 
Penso que o auge para qualquer atleta é jogar nas competições europeias, neste caso joguei EuroCup e o balanço desta época é muito bom. Fiz bons números que se refletiram no coletivo já que passamos a fase de grupos e ficamos à porta dos dezasseis avos de final da prova. Foi espetacular, até porque tivemos mais exposição. A melhor coisa que me aconteceu este ano foi ter a oportunidade de jogar na EuroCup.
Depois de uma temporada de estreia positiva, onde foste uma das peças mais influentes de uma equipa com ADN de campeã, quais são as perspetivas para o futuro?
Quero continuar a jogar fora. É muito desafiante poder jogar noutros campeonatos, experimentar novas ligas. Não gosto de estar na minha zona de conforto, quero sempre superar-me e, posto isto, acho que ainda tenho alguns anos para continuar a jogar no estrangeiro.
Regressaste a Portugal assim que a SBL foi suspensa e atravessaste um período de quarentena. Que recomendações deixas, sobretudo aos desportistas, nesta fase de paragem precoce das competições?
O campeonato foi suspenso dia 12 de março e no dia seguinte já tinha viagem de regresso para Portugal. A situação na Suíça não estava boa e desde que regressei estou de quarentena voluntária para não colocar em risco os meus pais, senti que essa era a melhor decisão. Esta sexta-feira acabo esse período de isolamento e apesar de não ser o melhor, é algo que devemos fazer para zelar por nós e pelos nossos. Estou em casa desde 13 de março e isso não me impede de treinar duas vezes por dia. O exercício físico tem-me ajudado muito, sobretudo mentalmente. Torna tudo mais fácil.

Dez jogos de excelência do BCR internacional de seleções para assistir online

Dentro do crescente acervo digital da modalidade paralímpica mais mediática, o basquetebol em cadeira de rodas, cujo cartão de visita se anuncia na espetacularidade dos impactos de fazer desviar o olhar ou no manejo simultâneo de bola e cadeira, escolhemos dez encontros emblemáticos, quase todos eles situados na presente década. Entre finais paralímpicas, exibições que não se esquecem da nossa Seleção ou encontros que simplesmente conquistaram o seu lugar nesta lista, pelo nível acima da média, há muito para ver e desfrutar. 

10 jogos do melhor BCR internacional de seleções
Austrália vs. Canadá – Final Jogos Paralímpicos 2008
Parte 1: aqui
Parte 2: aqui
Parte 3: aqui
Parte 4: aqui
Turquia vs. Grã-Bretanha – Meia-final – Campeonato da Europa 2019: Para ver aqui
Espanha vs. EUA – Final – Jogos Paralímpicos 2016: Para ver aqui
EUA vs. Grã-Bretanha – Fase de Grupos – Campeonato do Mundo 2018: Para ver aqui
Alemanha vs. Holanda – Meia-final (feminina) – Jogos Paralímpicos 2012: Para ver aqui
Austrália vs. EUA – Final – Campeonato do Mundo 2014: Para ver aqui
Portugal vs. República Checa – Medalha de Bronze – Campeonato da Europa C 2019: Para ver aqui
Portugal vs. Áustria – Fase de Grupos – Campeonato da Europa B 2016: Para ver aqui
Portugal vs. Grécia – Fase de Grupos – Campeonato da Europa C 2017: Para ver aqui
Portugal vs. República da Irlanda – 9.º/10.º lugar – Campeonato da Europa B 2016: Para ver aqui

Conheçam o basquetebol em cadeira de rodas ao pormenor

Aproveitamos a paragem das competições para reunir todos os artigos que explicam ao detalhe a história e as peculiaridades técnicas do basquetebol em cadeira de rodas, modalidade mais profissionalizada e popular do panorama paralímpico. Foi nela que Portugal se estreou nos Jogos Paralímpicos em 1972, na Alemanha, em Heidelberg, reservando-se uma longa travessia desde então, até ao momento de maior glória para as cores nacionais, corria o ano de 2007, quando a Seleção conquistou o Campeonato da Europa da Divisão C, em Dublin, e subiu ao segundo patamar continental. Fiquem a par deste e de outros marcos, bem como das diferenças ou semelhanças imprevistas, como o facto das tabelas se erguerem aos mesmos 3,05m, face à versão convencional do jogo. 


“As competições europeias são a minha motivação. Para ser melhor, tenho que defrontar as melhores”

Sofia da Silva, internacional portuguesa ao serviço do Basket Namur Capitale, voltou a ser peça importante na equipa belga. Com a época terminada, é tempo de balanço em entrevista à FPB, na qual a jogadora de 29 anos assume querer experimentar uma liga mais competitiva.

O campeonato belga já terminou e o Namur classificou-se no terceiro lugar, sendo que te voltaste a assumir como uma peça importante na equipa. Como avalias esta temporada? Que aspetos mais positivos retiras?
Foi uma época com alguma complexidade. Por diversos fatores a equipa não pôde estar reunida desde o primeiro momento, o que dificultou o nosso arranque de Liga (ainda que as estatísticas apresentem vitórias). Considero positiva a resposta dos membros do clube às adversidades e o esforço por fazer uma equipa mais competitiva do que na época anterior. Apesar das derrotas, jogar EuroCup é sempre positivo.
Percebes o terminar definitivo da competição? Ou preferias que fosse retomada?
Inicialmente tive esperança, uma vez que até dia 26 de março íamos obter uma resposta conclusiva. Entendo perfeitamente e aceito. A saúde pública deve ser sempre uma prioridade.
Voltaste a estar presente na EuroCup e melhoraste os teus números. Sentes que o teu bom momento na carreira também passa por estas campanhas europeias?
Sem dúvida! Tenho-me preparado, nos últimos verões, em Espanha e Portugal para estar ao meu máximo nível. As competições europeias são a minha motivação. Se quero ser melhor, tenho que defrontar as melhores.
O teu futuro passa pela Bélgica depois de duas épocas no Namur? Tens algum objetivo em especial?
Normalmente levo estas coisas ano a ano. O clube queria/quer que eu fique por algum tempo, mas cheguei a uma fase  em que estou demasiado confortável, preciso de mudança. Não está nos meus planos voltar. O meu objetivo é estar numa Liga mais competitiva.
És treinada pelo selecionador belga, equipa que faz parte do grupo de Portugal na corrida pelo Europeu. Apesar de ainda faltar algum tempo, o que podemos esperar dos jogos frente à Bélgica? Quais são as suas maiores qualidades?
Na verdade foi criada uma relação muito especial com este treinador, é muito humano! Deu-me uma liberdade enorme e impagável de ser eu mesma em campo. Melhorei aspetos de jogo, criei novas habilidades que vão servir, e muito, para o futuro. Basicamente, as opções que criava para a Emma Meessemen, criava para mim. Isso é um privilégio! Assim sendo, sei perfeitamente o que nos espera em novembro. A Bélgica tem jogadoras dominantes em todas as posições do campo, sabem perfeitamente para quem jogam e quando.Como uma peça de teatro, não saem muito do seu papel. Gostam de jogar em transições rápidas, 80% das jogadas acabam em pick&roll. Da nossa parte, somos uma Seleção com uma base defensiva sólida, eu diria (quando cumprimos o plano de jogo), e por isso devemos desacelerar o seu jogo, a começar pela base, Julie Allemand. Sei perfeitamente como vai reagir o treinador em termos táticos e emocionais, o que joga a nosso favor.

Ciclo de “Clinics” para acompanhar na FPBtv

A FPBtv volta a estar em cima do acontecimento e, além do regresso ao passado com alguns dos momentos mais emblemáticos do basquetebol nacional, recorda também preleções que marcaram as últimas décadas.
Na abertura deste ciclo de “clinics” viajamos até 2010, ao Alentejo, para recordar a “aula” do atual treinador do FC Barcelona, Svetislav Pesic, que se apresentou no Clinic Internacional de Rendimento de Évora para nos falar de “ritmos de jogo”. Além do consagrado técnico sérvio, também Chechu Mulero, Chus Mateo, Mário Leite e Nuno Ferreira deixaram os seus contributos.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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